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Opinião Vou de Bike

Postado em 7 de novembro por gugamachado

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A polêmica das bicicletas elétricas!

Recentemente estava pedalando tranquilamente na ciclovia de Santos, em São Paulo, e eis que ao meu lado passou um verdadeiro “bólido”, em altíssima velocidade para aquele local. Acredito que ia a uns quase 40 km/h. Ao seu comando, uma distinta senhora claramente indo ao seu trabalho.

Fiquei pensando nas implicações caso houvesse algum acidente com um pedestre, muito comum por lá, ou mesmo com qualquer ciclista menos experiente. Fui pesquisar e conclui que as elétricas no eixo Santos-Guarujá vivem um grande crescimento, principalmente por não necessitarem (por enquanto) de qualquer tipo de documento, tanto de habilitação quanto de registro.

Nova York também vive um boom das elétricas tão grande que estão pensando até em proibí-las! Explico: por lá, o serviço de bike messenger é bem antigo e utilizado. E para agilizar as entregas, os bikers estão aos poucos adotando as elétricas, o que tem causado muitos transtornos ao já caótico trânsito da cidade, devido à velocidade das mesmas e a ausência de regras claras quanto a este meio de transporte,  o que leva seus condutores a “fazerem o que bem entendem”, invadindo calçadas e andando na contra-mão.

Em Londres, outra cidade amiga das bikes, a recepção as elétricas tem sido muito pequena. O site London Cyclist conduziu uma pesquisa onde somente 1,19% dos pesquisados declarou a vontade de ter uma elétrica.

Este tema, as bikes elétricas, já tem sido tratado no EVDB há bastante tempo. E ele é bem confuso e polêmico, com prós e contras…

Para termos uma idéia, a profusão das elétricas por Santos é tão grande, que recentemente houve uma confusão quando a Dersa decidiu começar a cobrar a travessia da Balsa para as mesmas, sendo que uma bicicleta convencional não paga nada. E eles conseguiram cobrar, alegando que tais bikes não são mais bikes, e sim, ciclomotores, e, como tal, devem pagar a tarifa devida.

Um leitor nosso, o André Keller, nos escreve o seguinte: “Olá, Gostaria de uma fonte confiável sobre bikes elétricas. Estou no início de um projeto e gostaria de saber:

- Legislação de transito
- Obrigações e equipamentos de proteção
- Limites de utilização (sempre é necessário pedalar?)
- Há implicações quanto a menores de 18 anos?

Li a respeito no site, mas estou confuso.”

E a nossa resposta:

“Oi, André. Você está confuso pois a legislação é confusa mesmo. Atualmente a grande polêmica é se as elétricas devem ser consideradas bicicletas ou ciclomotores. Nossa percepção é que nem as autoridades estão sabendo muito bem como tratar o tema. Existe uma tendência de classificá-las segundo a potência do motor, porém isto também ainda não está fechado.

Hoje contamos com a subjetividade de cada um, pois se elas são consideradas como bicicletas, não há nenhuma obrigatoriedade sobre equipos de segurança (capacetes, etc), a não ser espelho, buzina e reflexivos dianteiro e traseiro, sem limites de velocidade, seguindo portanto a legislação vigente relativa às bicicletas, sem necessidade de qualquer documento.

Porém, como ciclomotores a coisa muda completamente. Elas deverão se submeter a toda legislação relativa a ciclomotores, que prevê habilitação, registro, uso de capacete e respeito as regras de trânsito válidas para os demais veículos propulsionados a motor.”

Eu particularmente estive com uma elétrica gentilmente emprestada pela General Wings por alguns dias e acho super positiva a idéia, principalmente no caso de alguém saindo do sedentarismo, com alguma deficiência para pedalar ou que tenha enfrente muitas subidas pelo caminho, sendo que o motor pode “dar uma ajuda”, diminuindo o “suadouro” ao chegar no trabalho. E não há como negar que estas bikes são uma forte tendência mundial para 2012. É só acompanhar as feiras internacionais…

Só acho que elas deveriam ter um tratamento distinto das bicicletas não propulsionadas, de acordo com suas potências. Por exemplo, até 300 Watts, com velocidade final em média de 25 km/h, seriam caracterizadas como uma bicicleta. Acima de 300 W, cuja velocidade final ultrapasse os 25 km/h, seriam classificadas como um ciclomotor, inclusive  já saindo de fábrica com esta classificação, necessitando portanto de registro e uma habilitação especial para condução, e ficando sujeita as regras vigentes para ciclomotores.

Acredito que isto diminuiria a polêmica em torno do tema.

Mas e você, o que pensa a respeito? Já andou numa elétrica? Opine!


Comentário

  • Bicicleta Elétrica não é bicicleta, é automóvel.
    Todas deveriam respeitar as regras vigente e NÃO utilizar as ciclovias.
    A venda de veículos ciclomotores em geral (incluindo motos) deveria ser condicionada a posse da Carteira Nacional de Habilitação.

    henrique @henriquepetarli
  • Eu tenho uma elétrica e penso que ela é de grande ajuda nos pontos citados. Concordo que a legislação deve ser mais clara quanto à classificação do veículo e também penso que a cidade deve se adaptar à utilização das mesmas. Como toda a mudança, não podemos pretender que ela seja feita aos saltos senão através de um processo. Com o tempo, penso que estas questões legais serão encaminhadas pela própria necessidade da população.
    Já a respeito da minha bike elétrica, pretendo trocar por uma convencional já que não me adaptei com os 7 kg de sobrecarga que a bateria de chumbo gera e devido às constantes quebras de raios por causa das ruas esburacadas por onde tenho que trafegar.
    abs a todos

    Fernando
  • Tenho uma bicicleta elétrica e me surpreendo em ver que muitas vezes ando mais devagar e com muito mais cuidado do que muitos ciclistas que tem só o pedal para andar.
    O que falo sempre que o perigo não está no equipamento em si, mas em quem o utiliza.
    Sou uma pessoa mais sedentária e o motor me anima a sair de bicicleta. Uso o motor, mas não deixo de pedalar. Como o motor pesa, eu acelero mais para facilitar a pedalada e claro pra subir ladeira. Uso também pra sair mais rápido dos pedaços mais perigosos da via. Mas isso tudo respeitando sinal, pedestre e a lei.
    Obs.: Eu uso capacete!!

    Regina Barreto
  • Olá,

    Eu adotei a bicicleta elétrica em dezembro do ano passado como meu meio de transporte e acho que fui umas das primeiras pessoas aqui em Paris a ter uma. Ainda não tem muita gente que tem, mas já percebi que o número de pessoas aumentou de lá pra cá. A Prefeitura de Paris ainda incentiva reembolsando 25% do preço das bicicletas até um valor máximo de 400€. Além do reembolso, há muitas ciclovias, ruas com espaço do lado em sentido contrário reservado aos ciclistas (vias de 30km/h) e os ciclistas também levam multa se desrespeitarem as leis, etc.

    Não entendo como é que no Brasil alguém pode andar a 40km/h. Aqui os motores de uma bicicleta elétrica (refiro-me aos veículos que necessitam de pedalar para funcionar, como é o caso da minha) deixam de funcionar a 25km/h por lei. Todas as bicicletas elétricas vendidas tem que ter uma homologação.

    Minha bicicleta não vai mais rápido do que as outras, exceto na arrancada, pois sempre saio na frente das outras quando paro num semáforo.

    Só pra completar, queria dizer que EU AMO minha bike elétrica e não pretendo trocar de tipo de transporte. Eu já utilizava a bicicleta aqui em Paris desde 2005, mas com a elétrica eu adotei este meio de transporte pra sempre.

    Adriana Tavares
  • Eu já andei de moto com pedal. É assim que eu classificaria o provável ciclomotor que esteve comigo por umas 2 semanas.
    Salvo veículos adaptados a alguma deficiência, como artesanalmente o faz a Dream Bike, por exemplo, eu defendo limites máximos de potência destes motores. Estabelecer a velocidade final é algo bem relativo, já que tudo depende também da perna do camarada. Além disso, há uma relação conflitante entre a curva do pedal sem motor e o pedal com motor. Quanto maior a potência do motor, menor o esforço e portanto maior a tendência a obsoletar os pedais. Numa dessas, vc compra hoje uma “bike elétrica” potente e em poucos meses a transformou numa motinho.
    Enfim, o debate é bom. Vamos nessa!

    Daniel Guth
  • Concordo com a conclusão final. Eu sou um caso em que me encaixo nela. Gostaria muito de pedalar até o serviço, mas meu atual nível de sedentarismo somado ao percurso não linear e com muitos morros me desanimam muito.

    Estou a procura de uma solução elétrica que não incomode as pessoas e me permita exercitar ao mesmo tempo, acredito que estas de 25km/h se encaixaria muito bem nesse perfil.

    Vagner Santos
  • Logística Portuária: Estudo de Caso_ Ciclovias versus Transporte Público no Porto de Santos e na Baixada Santista

    Esse estudo de caso sobre o impacto da construção de ciclovias na Baixada Santista, demonstra que a bicicleta é um precário meio de transporte e em nada substitui o planejamento urbano de transportes através do ônibus e ou metrô. Sem esse planejamento urbano dos transportes, o aumento dos congestionamentos de automóveis será inevitável e a devida responsabilidade social e sustentabilidade das cidades brasileiras jamais será alcançada.

    As conclusões mostram que a principal função dos transportes públicos é aumentar a produtividade do trabalhador e isso não se dará se ele for forçado a usar tração humana, pedalando na bicicleta de 20 a 40 km diariamente, até mesmo em dia de chuva, induzindo-o a acreditar que está economizando a tarifa do ônibus ou metrô ao usar a ciclovia o que é um grave equívoco. Assim aqueles que menos podem acabam se tornando o alvo das ciclovias enquanto aqueles que podem usam os automóveis.

    A bicicleta aumenta os riscos de acidente e como veículo sobre duas rodas jamais será uma alternativa ao transporte público por que é, e será sempre, inseguro e perigoso andar de bicicleta ainda que em ciclovias e assim sendo um componente que contribui ára o aumento dos acidentes de trânsito.

    Link para YouTube:
    http://www.youtube.com/watch?v=IhfBQa06ibk
    Link para SlideShare (PowerPoint) com pesquisa de Origem destino dos transportes da região metropolitana de São Paulo

    Prof. Ricardo Rodrigues youtube.com/user/profRicardoRodrigues?feature=mhee
  • Início dizendo que sou totalmente favorável ao uso das bicicletas ELÉTRICAS.

    Antes das criticas dos “puristas” que utilizam bicicletas sem qualquer tipo de auxílio (além das penas), fiquem atentos ao movimento mundial (dito no texto e creio que a tendência caminha para isso) que “empurra” as pessoas para o uso de bicicletas elétricas como meio de transporte.

    Crises mundiais, perda do poder aquisitivo em países onde a classe média predominava e vivia feliz com seu conforto de consumir…
    O custo de vida alto e principalmente a dificuldade de manter um veículo fazem com que seja inevitável o uso de bicicleta como alternativa. Mais em uns locais (onde a cultura da mesma já existe há mais tempo) e menos em outros (principalmente por falta de estrutura como ciclovias, por exemplo).

    Nos Estados Unidos e Europa, existe regulamentação para o uso de bicicletas elétricas como a limitação da velocidade máxima que ela pode alcançar: 25 e 20 km por hora respectivamente.
    Essa medida deve ser adotada com urgência no Brasil!
    Permitir apenas a venda de bicicletas com motor ELÉTRICO com velocidade limitada nessa faixa de 20 a 25 KM/H (velocidade que uma pessoa habituada a pedalar, pode chegar tranqüilamente).

    Sou contra as bicicletas com motores a combustão que já vi pelas ruas de SP. Elas perdem totalmente a características de bicicleta transformando-se em MOTOS e podem alcançar velocidades de até 80km/h, sem que qualquer freio possa dar conta de parar a tempo no caso de necessidade, além de poluir o ar e os ouvidos…

    Eu fiz uma opção: NÃO tenho carro ou moto, meu meio de locomoção transita entre o metrô/ônibus e a bicicleta!

    A minha (bike) é elétrica! Antes de adquirir esse modelo com assistência (pedalando ele aciona se vc assim desejar) eu andava com uma sem o tal KIT de motor elétrico para bikes. Usava bem menos. Evitava ir a uma festa pelo simples fato de que chegaria SUADO e SP esta repleta de bairros com grandes ladeiras…) e, convenhamos que ninguém quer ir a uma festa, ou balada e chegar com cheirando suor…
    A bike elétrica me possibilitou maiores deslocamentos sem cansaço excessivo. Vou ao teatro, cinema, festas em casas de amigos, fazer compras (com um trailer preso a bike) no mercado, trabalhar e por ai vai.
    Essas atividades realizadas com a bike motorizada adiam a compra de um carro ou moto. E novamente reforço que o motor ELÉTRICO contribuiu para o aumento do uso da bike por mim.

    O uso do motor elétrico em uma bicicleta não é (como já ouvi) por ser preguiçoso ou sequer retira desse veículo maravilhoso, todos os benefícios que ele proporciona. Inevitável pedalar mesmo numa elétrica, até porque o (meu) motor é de assistência e só aciona pedalando. Sabe quando você sai de uma balada bem cansado, com vontade de “aparecer” em sua cama? Pois bem, eu volto pedalando (qdo não consigo uma carona com amigos –minha bike dobra) com auxílio da maravilhosa eletricidade.

    Assim, sou totalmente a favor do uso de motores ELÉTRICOS em bike e de uma regulamentação que, principalmente, limite à velocidade nos 25km/h, além disso, só se o ciclista tiver preparo físico para alcançar velocidades superiores. A idéia de exigir um tipo de “habilitação”, para motores que desenvolvam velocidades maiores, não funcionará pelo simples fato de como operar a FISCALIZAÇÃO nas bicicletas, ou seja, parar, aferir e constatar que determinado motor instalado em uma bike alcança mais que 25km/h e exigir a “autorização” de seu “condutor” é inviável. Melhor e mais seguro é o limite mesmo. Nenhum freio de bicicleta, por melhor que seja, parar a tempo (numa emergência) uma bicicleta a 35, 40, 50km/h. Risco desnecessário a sociedade. A regulamentação do uso da bicicleta também deve contemplar a obrigatoriedade do uso do capacete, luzes traseira e dianteira, faixa reflexiva, ciclofaixas, ciclovias (rssss), proibir a adaptação ou venda de bicicletas com motores a combustão que sempre terão potência descabida a este tipo de veículo.

    Assim sugiro perder o “purismo” sobre um motor de AUXILIO (ELÉTRICO) para bicicletas. O mundo gira (e muda!)

    Claudio
  • Acho que o professor Ricardo Rodrigues se equivoca (com todo respeito)

    como eu citei, uso a bike como meu transporte
    abdiquei do carro
    assim não poluo e não congestiono
    O risco de acidentes existe sempre para carros, ônibus, pedestres, caminhão, moto e qquer tipo de veículo por um simples motivo: a falta de respeito as regras por parte de todos (além das vias em condições precárias).
    Quando TODOS respeitarem as regras de trânsito, os acidentes diminuiram drásticamente.
    Sobre usar a bicicleta diariamente. Creio que ninguém prega a obrigatoriedade de seu uso. Tampouco ela é a SOLUÇÃO para o problema do trânsito. A bicicleta contribui (e muito) para essa solução que deve ser OBRIGATORIAMENTE ALIADA a um alto e eficiente investimento em transpote coletivo (metrô e ônibus) de qualidade para que veículos particulares tornem-se menos atraentes…

    Sobre os gastos com uma bicicleta ELÉTRICA
    Infelizmente elas (ou os kits) custam caro, pelo menos os de boa qualidade>
    No entanto se pagam sim.
    Eu não uso a bicicleta em dias de chuvas fortes. Utilizo o transporte coletivo.
    Tenho uma bike dobravel elétrica a dois anos. Já realizei o cáculo e até dezembro deste ano (2011) o que deixei (e deixarei) de gastar em coletivos (R$ 9,00 – por vezes mais que isso) amortiza o investimento no kit que comprei.
    No entanto, não pensei exatamente na economia em minha opção, mas na mobilidade e rapidez por não pegar trânsito e perder tempo nele.

    Quando a chuva me “pega” no meio do caminho, paro, espero e se demorar, dobro a bike e uso o transporte coletivo (as dobráveis permitem isso)

    Além de me manter em forma (como mencionei no post anterior, o motor é de assistência e sempre pedalo junto) pedalando moderadamente chegando bem ao trabalho, ao cinema, ao teatro, etc.

    No meu caso, a escolha foi mais que boa!

    Assim, muitas ciclovias, e alto investimento em transporte público, podem sim melhores as cidades.

    Claudio
  • Boa noite.

    Sou dos tradicionais, que preferem as bicicletas movidas a suor. Porém, quando pensamos nas distâncias que, muitas vezes, tem-se que precorrer nesse nosso Brasil tão grande, reconsidero totalmente a idéia das elétricas.
    Por exemplo: moro em São Bernardo do Campo, uma cidade com pouco mais de 300.000 moradore mas, que é muito “espalhada”. Existem muitos bairro afastadíssimos do centro comercial da cidade, distanciados principalmente pelo recorte das grandes represas da cidade. Tem o Bairro Riacho Grande, por exemplo, que fica no início da serra de Santos e, aproximadamente, 15 KM do centro de São Bernardo. Uma pessoa que more neste bairro e que queira usar uma bicicleta para trabalhar, ganha em agilidade, pois o ônibus passa a cada 40 minutos e dá muitas voltas. Porém seria exaustivo para pessoa fazer percursos, superiores a 20km/dia.
    As bicicletas elétricas são, penso eu, necessárias para um país como o Brasil, com um terro tão acidentado e extenso. O que não ocorreria, por exemplo em Londres ou Holanda, que possuem centros menores e terronos mais planos.
    Claro, é necessário restringir velocidade nas ciclovia e criar a obrigatoriedade de equipos de segurança.

    Abraço

    Rafael Rabello
  • Ola pessoal acho que as bikes eletricas sâo uma otima ideia pois tem pessoas que não tem mais pique para pedalar por varios motivos mas gostam das magrelas então vai as dicas de um vendedor de bikes eletricas .
    * compre a bike adequadas para que vc precisa ex: tamanho, peso,velocidade, autonomia e estilo mais pra conforto ou segurança ou velocidade etc
    *antes de comprar faça um teste drive em alguns modelos diferentes de motores.
    *o vendedor tem obrigação de explicar as normas que existem e o que e recomendado tanto para segurança do condutor e dos outros , tambem com uso da bike
    *conheça a loja onde vai comprar sua bike de preferencia pessoalmente
    *veja se ela oferece todas as peças para reposição e se ela mesmo faz os reparos
    Acho que se começarmos a vender bikes eletricas encinando o bom convivo com carros motos e pedestres podemos crescer sem ter esse guerra que existem de carros com as motos e outros pois queremos um transporte alternativo e não mais uma arma para matar pessoas
    Se alguem se intereçar em saber mais das eletricas : justinbikes@ig.com.br ou pelo telefone (11)43572407
    vamos juntos fazer diferente
    Edmario bike anjo de São Bernardo do Campo

    edmario bike anjo SBC
  • Não concordo com voce, precisar de carteira para conduzir bicicleta? Mesmo que seja elétrica não dá. Já pensou? ficaria inviável, olhe só o custo para se tirar uma carteira e ainda por cima pagar impostos todo ano? voce tá louco?

    Roberto
  • Creio que poucos tenham dado ouvidos ao comentário do Prof. Ricardo Rodrigues.
    É uma típica pessoa que não conhece uma bicicleta. Seus estudos não dizem nada a nós que contribuimos para um transito menos irritado, nós que chegamos bem humorados no trabalho, que nao colocamos a vida de pessoas em risco e que poupamos milhares de dinheiros… ;)

    Daniel Werle Arenhart sites.google.com/site/danielwarenhart
  • Só mesmo quem já andou de Bicicleta elétrica pode falar com propriedade sobre o assunto. As pessoas que querem classifica-las como ciclomotor certamente só ouviram falar dessa maravilha. Ela permite ter liberdade para pedalar ou não, sem barulho algum, sem poluir o ar, sem colocar em risco a vida de outras pessoas etc etc etc. Mas certamente essa “novidade” só vai seguir em frente se o conceito BICICLETA ELÉTRICA der retorno político e ou financeiro para os nossos governantes, pois o Lob das Montadoras e do Petróleo é muito forte e rentável para todos, inclusive para o povo Brasileiro. Imaginem uma Bateria com uma autonomia de 400Km para automóveis e ou bicicletas elétricas….seria ótimo, mas a médio e longo prazo, pois como ficaria o nosso Petróleo e todos os empregos envolvidos nele. Acho que por de traz de algumas opiniões contrárias as ELÉTRICAS, tem sim uma forte conotação Política Economica e um medo do que viria por aí. E isso é apenas o começo pois as Bicicletas Elétricas é que vão dar o START para a eletricidade como energia para o transporte, quer queiram ou não, pois ela está chegando com tudo e será apenas uma questão de tempo para que a legislação se adapte e os usuários também. E se algum professor for opinar sobre o assunto, que pelo menos conheça melhor sobre o tema. Tenho duas Bicicletas eletricas para a família e outras tradicionais. Abandonei por completo as motocicletas e utilizo o carro para viagens e em dias de chuva. O único perigo de você experimentar é GOSTAR, principalmente na hora de estacionar e não ter que colocar gasolina adulterada da qual somos todos reféns. Cada usuário de bicicleta elétrica tem seus próprios motivos para utiliza-las, mas podem ter certeza, todas são pessoas que estão preocupadas a SUSTENTABILIDADE, e que só pessoas conectadas com o futuro podem compreender o que isso significa.

    Luciano Espíndola Carneiro
  • oi bom eu tenho uma bk eletrica sou de menor meu pai me deu uma uso capacete mas mesmo assim a policia embasa e meu paime deu uma so para eu ir aescola mas agora deu essa fria nao da ne poxa ppppppppppppppppoooooooooooollllllllllliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiicccccccccccccciiiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    ghianluca ghian
  • eu tenho 16 amos e quando vi eu fikei doido pra comprar uma mas depois q eu vi q ela é po

    douglas google.com
  • Ola!eu tenho uma fazem uns dois meses ate agora nao tive problemas gostaria que legalizassem pois ai teria uma preocupaçao a menos porque fica aquela sensaçao de estar fazendo algo ilegal, mas e muito bacana ir ao trabalho todos os dias com ela .

    Elis garcia
  • Boa tarde!
    Comprei uma bicicleta elétrica há um mês e estou ADORANDO!
    Como muitos disseram, também não concordo com a idéia de bicicleta com acelerador, pois aí se torna uma moto. A minha é de uma marca nova, a Sense Electric Bike, tem quadro de alumínio e bateria de lítio, além de ser dobrável. Ela é super prática, pois moro em apartamento e trabalho perto de casa, então, o trajeto que fazia em 1 hora agora faço em 10 minutos. Chego no trabalho sem estresse, sem suar, dobro minha bike e levo para o escritório.
    Sem falar no que economizei com gasolina e estacionamento! Valeu muito a pena!
    Recomendo!

    Marina
  • Sim, fiz uma teste drive na semana passada e adorei! Moro relativamente próximo ao trabalho e gostaria de comprar uma, assim será menos um carro nas ruas. Só que existem rumores de que as elétricas não poderão circular pelas ciclovias e aí perde todo o sentido, pelo menos para mim, pois o trânsito está cada vez pior e é um perigo trafegar com uma bicicleta em meio aos carros. Alguém tem informações mais atualizadas de como andam os debates sobre o tema?

    Juliana
  • Eu ganhei uma bike elétrica e posso dizer que estou adorando, não concordo quanto a ter uma legislação e caracteriza-la como ciclomotor, afinal de contas quando não quero ligar o motor eu vou pedalando, então vira uma bike comum. A utilidade da minha bike é me levar ao trabalho, o que faço de maneira segura e tranquila, não adquiri nenhuma moto de corrida, mas um meio de condução eficiente e prático

    Verônica
  • As bicicletas elétricas devem ser incentivadas. Hoje uso quase diariamente minha bicicleta elétrica para ir ao trabalho. Gosto de voltar pedalando e já faço meu exercício diário. Excelente!!!

    Devemos ter cuidado com a intenção do Denatran em faturar milhões com vistorias, licenciamentos, renovações etc etc. É claro que alguns “jornalistas” ganhem para serem lobistas e disseminarem a necessidade de toda essa burocracia na mente fraca da massa de manobra.

    Eduardo Paes é totalmente a favor das bicicletas elétricas no Rio de Janeiro. Procurem o decreto.

    A voz do povo é a voz de Deus

    Bernardo
  • Olá pessoal, estou querendo comprar uma bike eletrica, quem já usa a mais tempo queria uma opinião a respeito de manutenção, gostaria de saber se é muito problematica, e é difícil o conserto.

    João Batista
  • CONCORDO 100% COM O COMENTÁRIO ABAIXO:
    Só acho que elas deveriam ter um tratamento distinto das bicicletas não propulsionadas, de acordo com suas potências. Por exemplo, até 300 Watts, com velocidade final em média de 25 km/h, seriam caracterizadas como uma bicicleta. Acima de 300 W, cuja velocidade final ultrapasse os 25 km/h, seriam classificadas como um ciclomotor, inclusive já saindo de fábrica com esta classificação, necessitando portanto de registro e uma habilitação especial para condução, e ficando sujeita as regras vigentes para ciclomotores.

    Rogério
  • OLÁ João Batista, sou ciclista eletrica desde 2009 e posso lhe garantir que minha vida mudou completamente parA melhor !!! qUERENDO MAIS INFORMAÇÕES PODE ME LIGAR ou pode me enviar um e-mail que posso te passar muito mais informações : cel: 9.7206.4249 ou envie um e-mail pra mim : patricia@collesecorretora.com.br. PEdalo em media 600 kilometros por mes e gasto R$ 5,00 é isso mesmo R$ 5,00 na minha conta de LUZ, isto não é fanta´stico????

    PATRICIA SADALLA COLLESE collesecorretora.com.br
  • Moro atualmente na Italia e tenho aqui uma “bici” eletrica. A legislação aqui é clara; bicicleta a pedalata assistita (com velocidade limitata a 24km/h) classifica-se como bicicleta eletrica tendo inclusive um incentivo monetário de €300,00 para quem compra, bevendo ser residente, claro. Outras fora desse padrão inquadra-se como ciclomotore e são inclusive taxados como uma moto, por exemplo. Esse sistema garante o segurança nas ruas (pensando o limite de velocidade) bem Como o incentivo para mais adeptos. Agora, temos vários km de ciclovias, grande parte compartilhado com o pedestre. Dai já é uma questão de educação e habito!

    Aluisio
  • Concordo com o comentário do Roberto, não deve exigir carteira e nem imposto para a bike, elas não geram poluição, temos que reduzir números de veículos de motor a combustão, incentivar uso das bicicletas elétricas ou não. Basta olhar o impostômetro,
    sustentando os mensalistas políticos, ladrões e safados.

    Geraldo
  • ola pessoal ,tenho 46 anos trabalho sentada o dia todo, precisava de algo para me inspirar a fazer exercicios,e utilizar o meu trajeto de 8 km entre minha casa e meu trabalho ,experimentei andar mas meu joelho é meio maltratado dai a bike convencional mas não deu certo então a 1 ano resolvi testar a bike eletrica “que maravilha” pedalo o tempo todo porque ela não vence as subidas sozinha mas é como se estivesse pedalando numa ergometica ,não preciso andar a mais de 15km e ainda chego em media 15 minutos antes,comparando com os transportes publicos daqui de Curitiba,que são bons ate em comparação com outras cidades,enfim ando por ruas menos movimentadas procuro respeitar sinalizaçoes,e para quem tem vontade de ter uma compre,vale a pena mesmo.

    cleonice rocha
  • Oi Pessoal !!

    quero comprar o kit de bateria e dar pra alguém instalar na minha Bike em São Paulo.
    Se alguém souber quem faz esse serviço , por favor de esse meu contato: elalua@hotmail.com

    thanks :))

    Elaine Leme
  • Bicleta elétrica se mexe sozinha? Sim, então é um “AUTO-MóVEL” e deve ser tratado como tal.

    Ron
  • eu acredito que as bicicletas elétricas chegaram para ficar,entretanto é necessário que estabeleçam o mais rápido possível regras,normas,leis que protejam tanto o condutor quanto os pedrestes. Que as autoridades não esperem por muito tempo….até acontecer alguma coisa grave (acidente,tragédia) para que as condutas sejam estabelecidas e cumpridas evitando assim um fato futuro cujas consequências podem ser muito tristes,lastimáveis e acima de tudo:EVITADAS.

    paulo mayrinck dos santos
  • eu acredito que as bicicletas elétricas chegaram para ficar,entretanto é necessário que estabeleçam o mais rápido possível regras,normas,leis que protejam tanto o condutor quanto os pedrestes. Que as autoridades não esperem por muito tempo….até acontecer alguma coisa grave (acidente,tragédia) para que as condutas sejam estabelecidas e cumpridas evitando assim um fato futuro cujas consequências podem ser muito tristes,lastimáveis e acima de tudo:EVITADAS.

    paulo mayrinck dos santos
  • Acabei de adquirir uma bike elétrica da Dafra e percebi que ela pode chegar até uns 30 KM por hora é realmente rápida se considerar que a maioria das ciclovias é plana e esta velocidade pode ser atingida facilmente.
    Ao meu ver para se usar uma bike dessas o condutor precisa ser habilitado, não importando se moto ou carro, pois aí se “teria a certeza” de que ele tem conhecimento mínimo das regras de trânsito e condução.
    Mas para o uso das mesmas em ciclovias deveria se andar com o motor desligado obrigatoriamente e se o agente fiscal da ciclovia achar poderia solicitar e fazer a vistoria física das bikes que estão na ciclovia, uma vez que pode acontecer de uma bicicleta destas atingir uma criança ou outra bike em menor velocidade.
    Claro que eu estou falando e termos gerais, mas também não acho justo ter um ciclista dentro da ciclovia , aparentemente protegido e outro na faixa de rolamento ao lado atrapalhando os veículos e motos que por ali trafegam

    Eduardo
  • “Pois é…o impacto deste veiculo na Cidade merece atenção, não há como barrar a evolução quando esta chega a conhecimento público,então irão inventar leis e taxas para lucrar com as E-BIKES…LIMITES devem existir, MAAAS controlando a velocidade? a potência do motor?…em minha bike consigo 40km/h só no pedal e em declives 70km/h…assim como a máxima dos automóveis por LEI é de 120km/h…e compramos LEGALMENTE veículos que atingem 200Km/h fácil. MAAAS estes geram lucros ASTRONOMICOS(ipva-ipi-icms-combustível-peças como pneus,óleos,etc-multas-zona azul-pedágios)…uma BICICLETA em questão deve ter limites SIM…motores potentes mas não velozes, CICLOVIAS REAIS, e FISALIZAÇÃO DURA…imagiem 2000 bikes indo ao centro da Cidade,sem ordem,sem restrição,sem local para ES-TA-CI-O-NAR…e VAI ACONTECER KKK. nossa cultura vai EVOLUIR” CRB

    Bulgarelli
  • Eu uso bicicleta elétrica e não vejo riscos para os pedestres e outros ciclistas além daqueles próprios das bicicletas normais. Eu tenho por hábito respeitar os sinais na ciclovia e só ultrapasso com segurança.
    Um grande problema de qualquer ciclista é que muitos pedestres usam a ciclovia qual passeio púbico. Outro grande problema são os ciclistas e corredores que usam fones de ouvido. Fora alguns esqueitistas e patinadores que andam em zigue-zague alternando mão e contramão tornando a ultrapassagem um momento de adrenalina pura.
    Creio que se respeitando o limite de velocidade e uma atenção um pouco maior da que qualquer ciclista deveria ter, o ciclo-elétrico é tão seguro quanto os veículos de propulsão humana, não carecendo de habilitação e emplacamento.
    Por isso creio ser acertada a decisão da prefeitura do Rio de Janeiro.

    Bernardo
  • sou de curitiba-pr e por aqui é a nova tendencia para escapar do transito e finais de semana passear nos parques,acabei de comprar uma é excepcional,os preços são um pouco alto mais o custo beneficio compensa.

    daniel freitas fernandes junior
  • amo minha eletrica.. nao sei o que seria de mim sem ela visto que nao possuo carro e apos uma lesao grave de joelho e consequente cirurgia tive minha mobilidade completamente comprometida.. a legislaçao nos paises aonde a mesma existe é clara.. observei isto ao comprar a minha.. nao queria um ciclomotor e sim uma bike.. assim escolhi a minha que bloqueia o motor ao atingir 25 km que afinal é aproximadamente a velocidade maxima de uma bike comum.. isto é.. é uma bicicleta!.. posso ajudar com o pedal e assim me exercitar tambem.. acima disto é ciclomotor e deveria seguir a legislaçao dos mesmos

    vivian
  • Prezados,
    Gostei bastante de ler os diversos comentários. Encaminho p/ contribuir no debate e acolher comentários/sugestões, a minuta de um projeto de lei regulamentando o uso de bicicletas elétricas de autoria do Ver. Gilberto Natalini. Ele é um entusiasta do fomento ao uso da bicicleta e pretende contribuir p/ que este modal esteja mais presente nas viagens na Capital.
    No caso, como muitos já apontaram, embora obviamente não tão ecológicas como as bicicletas movidas apenas com a força humana, as elétricas com pedal, atendem bem p/ as pessoas idosas ou c/ pouco preparo físico ou ainda as que residem em áreas de relevo acentuado e por isso não usam bicicletas, devido aos trechos em aclive. Tb podem ser uma opção interessante p/ substituir motocicletas e lambretas em pequenas entregas, criando uma alternativa de veículo mais sustentável.
    Por outro lado, podem ser bem mais velozes e isto representa risco nas ciclovias e é precisamente s/ esta questão que esta proposta de autoria do Ver. Natalini se debruça, visando a segurança de usuários.
    Fizemos uma pesquisa e constatamos que nos EUA e Europa são equiparadas às comuns, mas se impondo um limite de velocidade, que foi o incluído na proposta de PL. O Rio, capital líder em ciclovias e em uso de bicicleta (hj 5% das viagens diárias) já lançou decreto nesse sentido e também criando um crivo na velocidade. Porém o PL não propõe se depender de um radar p/ fiscalizar, mas sim apenas equiparar as bicicletas elétricas que disponham de dispositivo que corte a energia do motor caso a velocidade ultrapasse 25 km/h.
    Obs: o PL não foi apresentado ainda e por ora estamos apenas buscando compilar contribuições de diversos públicos envolvidos.
    SDS, Grato, abraço,
    Marcelo Morgado
    Assessor de Meio Ambiente do Ver. Gilberto Natalini – PV/SP
    Câmara Municipal de São Paulo

    Marcelo Morgado
  • Caros,

    O texto do PL segue aberto abaixo:
    SDS,
    PROJETO DE LEI Nº /2013

    Dispõe sobre a regulamentação do uso e enquadramento das bicicletas elétricas no âmbito do município de São Paulo e dá outras providências.
    A CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO DECRETA:
    Art. 1º. Bicicletas elétricas só poderão fazer uso da rede cicloviária, bicicletários e paraciclos públicos, quando o trabalho do motor servir apenas para reduzir o esforço da pedalada e este auxílio seja cortado automaticamente, quando a velocidade ultrapassar 25 km/h.

    Parágrafo único: As bicicletas elétricas enquadradas no aqui disposto são os modelos providos de motor elétrico fixo ou removível e com um ou mais assentos para passageiros, providas de plaqueta que ateste o atendimento do aqui disposto.
    Art. 2º. O Poder Público regulamentará esta lei, no que couber, no prazo máximo de 90 (noventa) dias a contar da sua publicação.

    Art. 3º. As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas, se necessário.
    Art. 4º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

    Sala das Sessões, 23 de setembro de 2013

    Gilberto Natalini
    Vereador PV/ SP

    Justificativas
    O presente projeto de lei está amparado pelo art. 13 da Lei Orgânica do Município em seu inciso I e visa disciplinar o uso da rede cicloviária, frequentemente invadida por ciclomotores, veículos equipados com motor elétrico, que desenvolvem velocidades maiores que os veículos de tração humana, aumentando o risco de acidentes. Com a restrição da velocidade máxima, desenvolvida através do auxílio do motor, as bicicletas elétricas que atendam este requisito ficarão em condições semelhantes de velocidade das bicicletas comuns, podendo então utilizar a rede cicloviária e também os locais públicos de guarda.
    A União Europeia diferencia as bicicletas elétricas em duas categorias: pedelecs e mopeds.
    As pedelecs são bicicletas de “pedalada assistida”, aquelas em que o motor apenas ajuda a aliviar o esforço necessário para pedalar, não sendo possível deslocar-se sem um mínimo movimento dos pedais. Devem ter potência máxima de 0,25 kW. Essa potência do motor deve ser reduzida progressivamente conforme a velocidade aumenta, sendo cortada ao atingir 25 km/h ou quando o ciclista parar de pedalar.
    Ou seja: não pedalou, não anda. Acima de 25 km/h, volta a ser uma bicicleta convencional, movida a pedaladas, ficando a velocidade máxima a cargo unicamente da capacidade física do ciclista, não de um motor que manteria uma velocidade uniforme.
    As pedelecs são consideradas pelos países da União Europeia como bicicletas comuns, não necessitando de regras ou regulamentação adicionais. Qualquer bicicleta elétrica que não se enquadre nessas especificações técnicas será considerada um moped e sujeita a regras específicas, como o uso de capacete de motocicletas, habilitação, licenciamento, emplacamento e seguro obrigatório. Basicamente as mesmas regras de uma motocicleta, com exceção da categoria da habilitação, que é a mesma requerida para as scooters (até 50 cc e 45 km/h).
    A utilização de bicicletas elétricas pode contribuir para redução dos gravíssimos problemas de poluição atmosférica e sonora que a cidade de São Paulo padece, causados pelas emissões de motores veiculares à combustão interna.
    O fato de além da força humana pelo acionamento de pedal, contarem com a propulsão por motor elétrico, permite que pessoas idosas ou com pouco preparo físico também utilizem este meio de transporte mais sustentável. Isso vale em especial para os bairros da cidade com relevo acentuado, exigindo maior força física no deslocamento nos aclives.
    É importante ressaltar que esta lei também atuará no sentido de proteger pedestres em geral e os usuários de ciclofaixas, ao limitar a velocidade máxima dos modelos para fins de enquadramento como bicicleta comum. Ao se incluir uma plaqueta de dados técnicos do fabricante se cria um mecanismo que facilita a fiscalização e permite aos consumidores dispor de informação confiável quanto ao potencial de uso equiparado como bicicleta comum.
    Pelo exposto peço aos nobres pares o apoio à aprovação desta proposta.

    Marcelo Morgado
  • Olha, me desculpe mas não concordo com sua ideia que deve ter um tratado diferente para ciclomotores, porque o seguinte pode acontecer. pense que ao tentar regularizar esta bikes eletricas o que vc acha que eles vão fazer.$$$$$$$ isso mesmo vao dar um jeito de ter alguma cobrança, alguma taxa pra nós pagarmos. entao nao gostaria nem de pensar que as autoridades venham interferir nisso. Estou querendo comprar uma dessas, justamente para nao ter gasto com doc., ja que pago da minha moto 400 reais por ano pro bolso do governo, mais ipva etc… Não, não e não a doc. de bikes eletricas ou ciclomotores no Brasil.

    Fabio

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