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Blog Vou de Bike

Postado em 22 de setembro por gugamachado

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Podcast EuVoudeBike – Episódio #207

Podcast Eu Vou de Bike. A trilha sonora para o seu pedal.

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EVDB # 207

Nesta semana temos algo diferente: um podcast especial com o músico, cantor e compositor Aden Santos, que está finalizando seu novo album com canções inéditas, e fará parte do circuito de comemorações do mês da Mobilidade Urbana.

No podcast, músicas autorais que ele selecionou e comentou, bem como canções inspiradoras de outros artistas. A carreira dele é tão rica que decidimos transcrever por aqui no post sua breve história.

Esperamos que apreciem!!!!

De 1991-1993. Cria O Vaca de Pelúcia, a primeira banda brasileira de dancehall –reggae com elementos eletrônicos – do Brasil, com apresentações em capitais do Sudeste e participações em shows de Jorge Ben  Jor, fã declarado da banda. Neste período, a banda fez apresentações em alguns programas de TV, como Matéria Prima (SBT) e MTV No Ar.

De 1993-1995 : cria a banda Worubu, banda que mistura rock com ritmos brasileiros, junto com Alexandre Fontanetti, Fábio Fontanetti e Kiko Rainer. Lançam pela Tinitus, gravadora independente dirigida por Pena Schmidt, em 1993, álbum homônimo, com série de shows pelo Sudeste e abrindo apresentações de artistas como Belchior, Chico Science e Sá & Guarabyra.  Participam também de programas de TV, como Verão Vivo (Band) e CEP MTV.

1995 : Junto com Rita Lee, grava com a banda Worubu, como vocalista e guitarrista, a faixa O Que É Que A Baiana Tem, de Dorival Caymmi, no álbum comemorativo aos 80 anos do compositor baiano, lançado pela Sony Music, no mesmo ano, além de uma faixa no disco de Rita, de 1993- Só Vejo Azul, como violonista.

1995-1998 : Com o término da banda Worubu, inicia um trabalho em estúdios de gravação, atuando em jingles e participando de discos e gravações de diversos artistas, em trabalhos com os produtores Dudu Marote, Alexandre Fontanetti e Marcelo Souss.

1998-2002 : Trabalho como músico, técnico e produtor musical no Space Blues Studios, de Alexandre Fontanetti, onde participa da produção de discos de diversos artistas independentes. Neste período participa, como sócio, do selo Mulambo Records, com distribuição da gravadora Eldorado, onde se aprofundou na área de cadastros de gravação e procedimentos para lançamento comercial de discos.

2000 : Lançamento de Meu Bem,  primeiro disco-solo, pelo selo próprio Mulambo-Eldorado.

2003-2004 : Cria a banda Vilson Dub, de reggae. Lança um disco independente e faz algumas apresentações e workshops em circuitos do gênero.

2003-2005 : Participa como guitarrista da banda do cantor e compositor Douglas Capellato, semi-finalista do programa Ídolos

2005-2009 : Criação da banda Vertical Bonanza, com maior ênfase na música pop, junto com Daniel “Lanchinho”  Rodrigues.  O trabalho tem origem com uma série de composições criadas pela dupla, com enfoques espirituais e humanos, buscando uma sonoridade universal no uso dos instrumentos, como guitarra, baixo, bateria e órgão aliados às novas possibilidades de gravação. O resultado é o disco Vertical Bonanza, gravado parte em casa e parte em estúdio e lançado, independentente,  em dezembro de 2007, com uma tiragem inicial de 300 discos.

2006-2009 : Trabalha na equipe técnica de shows da cantora Wanessa Camargo, viajando por todo o Brasil.

2008 : Músico acompanhante da cantora Silvana Stiévano durante apresentações do disco Bacharach Jobim.

2011 : Parceria musical com a cantora paulista Silvana Stiévano, num projeto denominado SempreNova: a Canção !, como músico e compositor.

2012 : Lançamento do álbum digital Horizon, com músicas dos discos Vilson Dub e Vertical, além de inéditas do fundo do baú, para venda exclusiva no iTunes.

2013-2014 : Com o nome Aden Santos & Vertical, retoma apresentações ao vivo e prepara um novo álbum com canções inéditas,

Atenção: pedalar no trânsito com fones de ouvido é perigoso e deve ser evitado, mas em ciclovia reservada apenas para bicicletas, como a da Marginal Pinheiros em São Paulo ou a de Santos, por exemplo, pode ser bem estimulante, desde que o volume do audio não impeça a audição do meio ambiente.

 


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