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Blog Vou de Bike

Postado em 25 de setembro por gugamachado

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Veja como foi o último dia da Brasil Cycle Fair!

Tech Cycle Challenge premia solução tecnológica em mobilidade dentro da Brasil Cycle Fair

O que mobilidade urbana, feira e tecnologia tem a ver? Na Brasil Cycle Fair, tudo! Pelo menos foi assim na última edição da feira. Empreendedores, apaixonados por tecnologia e sustentabilidade foram selecionados para uma maratona de programação, prototipagem e colaboração – conhecida como Hackathon. O Tech Cycle Challenge teve como objetivo reunir durante às 10h do dia 23 e às 19h do dia 24 especialistas em mobilidade para trabalhar no desenvolvimento de plataformas digitais.

Os projetos incluíram a criação de aplicativos, chatbot e sistemas que trouxeram mais tecnologia para o setor. Um dos exemplos é o CicloBusca, que por meio de uma plataforma colaborativa – inicialmente um site – procura conectar ciclistas a bicicletários e estabelecimentos, como academias, que os permitam utilizar o vestiário por um preço acessível. “Uma dor real dos ciclistas é sair ter que ir até um lugar e não ter onde deixar a bicicleta ou não ter lugar para tomar banho”, explica um dos participantes, o designer paulistano Hugo Santos, de 26 anos.

Por falar em preço acessível, a iniciativa FXD nasceu como um “incentivo econômico de ajudar o ciclista a reverter o dinheiro do bilhete único par uma carteira virtual. Assim ajuda a economizar cada vez que ele vai de bike para o trabalho ou a escola, permitindo reverter aquilo para a própria manutenção da bicicleta”, explica o responsável pelo marketing do projeto, Ian Oliveira, de 18 anos. Participaram outros dois projetos.

Sobre o formato do Hackathon, que normalmente é feito em espaços isolados ou eventos exclusivos para a ação, a escolha da BCF surpreendeu os participantes. “É o primeiro modelo que participo assim. Pois nunca foi em um evento, sempre foi exclusivo pra gente. Eu achei muito legal. Dá para você sair e fazer pesquisa de campo aqui mesmo. Eu achei perfeito!”, opina o estudante de Design Digital Cesar Oliveira, de 19 anos, que é desenvolvedor e também programador do projeto Iobik, que foi o vencedor.

Cesar e os outros três participantes da sua equipe apresentaram a ideia a uma banca avaliadora, que os elegeu vencedores. O prêmio foi uma bike por participante.

Brasil Cycle Fair e CIMTB Levorin fazem história e apresentam mountain bike aos paulistanos

A primeira prova de XCO na capital paulista, uma corrida noturna pelo Jardim Botânico e o short track diante do público: a Copa Internacional Levorin de Mountain Bike dentro da Brasil Cycle Fair foi um sucesso como um todo. Desde a torcida, passando pela organização até chegar aos atletas, o evento recebeu aplausos de quem participou e compareceu. O que fica é a vontade de fazer tudo de novo.

“Foi exatamente como eu sonhava. Sinceramente, eu esperava que fosse tão maravilhoso quanto foi e poderia ser. Deu tudo certo no planejamento que nós fizemos e ocorreu tudo conforme era esperado. A recepção do público foi muito bacana. Mesmo sem eles terem como ver a prova de dentro da pista, pois é uma área de preservação ambiental onde ninguém pode entrar e, assim como nós, todos respeitaram muito isso. Mas na parte externa, em 2018, nós faremos mais e ainda maiores atrações para receber às pessoas. Atletas, torcida, equipe, estão todos de parabéns. E ano que vem estaremos de volta”, comenta Rogério Bernardes, organizador da CIMTB Levorin.

 

Público lota Arena BMX e vê Doguete ser campeão do Super Spine na Brasil Cycle Fair

Com direito à torcida de todas as tribos do público apaixonado por bicicleta, Douglas Leite, o “Doguete” foi o vencedor da etapa de BMX Super Spine realizada neste domingo (24), durante o Festival da Brasil Cycle Fair. A competição chamou a atenção da maioria das pessoas que passavam pelos corredores, impressionadas pelas manobras dos atletas.

“Eu amo BMX. Estou sempre aqui curtindo com os amigos e, felizmente, consegui uma boa volta e terminar em primeiro lugar na disputa. Estou muito feliz. A feira foi simplesmente sensacional, o público lotou e é gratificante ver isso. É o público que faz o esporte crescer, então essa presença é muito importante”, disse Doguete, o campeão da etapa.

Para André Ribeiro, organizador da etapa, o resultado superou as expectativas e só confirmou os planos de voltar à maior feira de bicicletas da América Latina em 2018.

“Foi muito bacana, pois reunimos os melhores atletas do Brasil e do mundo na etapa. Também conseguimos levar o BMX para diferentes tribos de pessoas que gostam da bicicleta e isso é uma das coisas mais legais que o esporte proporciona. A pessoa que gosta de bike, às vezes começou no BMX e migrou para o MTB ou até fez o caminho contrário. O evento foi um sucesso, o público compareceu e só tivemos feedbacks positivos. A ideia agora é fazer outra etapa no ano que vem”, completa André Ribeiro.

Bikes artesanais e arte voltada para a mobilidade ganham espaço exclusivo na BCF

Diferente das edições anteriores, as Arenas Handmade e Cultural deram espaço de destaque para valorizar a exposição e venda de bicicletas produzidas artesanalmente, bem como obras de artistas plásticos sob a temática da mobilidade. Foi o caso da empresa Art Bike Bambu que expôs as bicicletas de bambu no Espaço Handmade.

“Para os pequenos produtores como nós, que não têm uma fábrica e fazem um trabalho artesanal, ter uma área exclusiva dentro da Brasil Cycle Fair é muito importante. No nosso caso, que produzimos bicicletas de bambu, a curiosidade do público que passa por aqui é bem grande. Alguns perguntam se a bicicleta é de verdade, outros param, olham e colocam a mão na bike para ter a certeza. Quem andou, gostou!”, disse o expositor da marca, Sérgio Wicket.

Ao que parece, as reações do público têm sido bastante positivas quando ao espaço localizado na área externa do pavilhão do São Paulo Expo. “Com a expansão da bicicleta na cidade, um evento trazer arte voltada para a bike e a mobilidade é uma forma muito importante de difusão. Eu gosto e tenho obras só de artistas independentes, pois penso muito na valorização deles. Outra coisa que aprendi a gostar é a bicicleta. Unir os dois foi uma iniciativa muito bacana”, opinou o corretor de valores André Luiz Okamura, de 32 anos, que visitou o último dia de Feira a lazer.

 Que vença o mais devagar! Desafio Slow Rider premia quem leva mais tempo para completar percurso 

30 minutos foi o tempo que o vencedor levou para completar um percurso de pouco mais de 10 metros durante o Desafio Slow Rider, uma das atrações da Brasil Cycle Fair. Parece estranho em pensar em vagareza num esporte que valoriza o alto desempenho, quem chega primeiro e no qual milésimos de segundos fazem diferença, não é mesmo?

Mas, como explica Guga Machado, Diretor do Bicicleta para Todos e organizador da prova, “o que a gente está medindo mesmo é o equilíbrio e a destreza das pessoas, pois ela não pode pôr o pé no chão e nem encostar na pista que é demarcada por cones, né? Isso já vem de uma tradição especialmente do pessoal da bicicleta fixa. Então, tem todo ano um evento chamado Bicicultura e sempre costuma ter essa prova e a gente resolveu trazer ela esse ano para dentro da BCF”.

Algumas marcas também apoiaram o desafio, premiando os participantes. O grande vencedor levou para casa um dos modelos de bicicleta da Houston.

 

 


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