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Blog Vou de Bike

Postado em 24 de março por gugamachado

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Viajando pelo mundo numa Bicicleta Fixa !!!!

Nós aqui do EVDB adoramos cicloturismo! Navegue pelo nosso site e veja as muitas matérias que já fizemos a respeito, inclusive com muitas dicas de pessoas bem experientes.

Assim pode-se dizer que nós já vimos de tudo por aqui! Ou melhor, quase tudo! Nunca tínhamos visto alguém empreender uma viagem de bicicleta utilizando uma fixa!

Para você que não sabe do que se trata, uma bicicleta fixa é, nas palavras do cicloturista Pedro Vianna, “é um tipo de bicicleta que oferece maior controle para quem está pedalando. Você pode, por exemplo, pedalar para trás. Ao contrário da roda livre, como é o caso das bicicletas convencionais. Ou seja, a sua bike só vai estar em movimento se você estiver pedalando. Portanto, a velocidade e a hora de parar são controlados exclusivamente por suas pernas.”

Fixie, Bike fixa, roda fixa, Fixed Gear, todos esses nomes são maneira de chamar este tipo de bicicleta.

Elas são utilizadas nas pistas de ciclismo e deram origem as que são vendidas atualmente. Há alguns anos começaram a ser utilizadas e vistas circulando regularmente em São Francisco, Nova York, e Europa.

Ainda baseado na sua experiência de uso, ele diz que “pedalar uma bicicleta assim é diferente, a relação que você tem com a bike é outra. O controle é totalmente ligado ao corpo. É complicado de explicar com palavras. Mas quem pedala uma fixa tem uma relação de paixão pela bicicleta!”

Tendo já realizado um grande “tour” pela Europa, ele se prepara para seu próximo projeto agora em abril, que será realizado no Japão!

Mas nada melhor que o próprio explicando o projeto:

 

 

Se quiser saber mais sobre a expedição, veja em:

www.bikemyself.com

www.facebook.com/bikemyself

http://www.youtube.com/channel/UCB3BkQfUN8LQHvZ8Qdn6EfQ

Instagram: @bikemyself

E em breve uma entrevista com o Pedro por aqui, para que sirva de estímulo para o cicloturista que habita dentro de você!!!!!

 


Postado em 25 de fevereiro por gugamachado

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Veja fotos dos restaurantes e bares mais descolados com bicicletas na decoração!

Normalmente estamos acostumados a ver este tipo de estabelecimento em cidades mais “bike friendly” tais como Portland, Amsterdã, Nova Iorque, Londres e por aí vai…

Aqui em São Paulo temos os descoladíssimos Ciclo Urbano e o Aro 27, dentre outros!

Neste post apresentamos bares e restaurantes temáticos ao longo dos Estados Unidos. Aos poucos vamos apresentando outros países!

Quem sabe você consegue visitar algum deles…

The Handlebar Pub, em Buffalo, New York

 

Ride In Iowa City, Iowa

 

The Taphouse Unchained in Coeur d’Alene, Idaho

 

HandleBar in St. Louis, Missouri

 

OTB Bicycle Café in Pittsburgh, Pennsylvania

 

Pedaler’s Fork in Calabasas, California


Postado em 3 de fevereiro por gugamachado

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Dicas para pedalar de calça

Já falamos aqui sobre o “Cycle Chic“, aquele movimento que defende o uso de roupas “normais” para pedalar. Mas pedalar de calça pode parecer meio estranho e o Marcelo Lima perguntou no Twitter do @euvoudebike se há alguma dica para pedalar de calça sem manchar com a sujeira da corrente?

Bom, pedalar de calça é possível, mas um pouco mais complicado. Além do problema de sujar a calça, você deve tomar muito cuidado para a sua roupa não enroscar na transmissão, o que pode rasgar o jeans e ainda causar um acidente.

Uma maneira simples de evitar o contato do tecido com a transmissão é dobrar em camadas a perna direita da calça até a altura de um palmo antes do joelho. Para pequenos trechos, esta conduta costuma resolver bem.

Deve-se tomar um cuidado especial com a perna direita, que é a que mais sofre, pois na maioria dos casos fica quase diretamente em contato com a transmissão da bike. Veja na foto abaixo como funciona bem essa técnica.


Home atravessa a Brooklyn Bridge, em Nova York, pedalando com a calça jeans dobrada

Na impossibilidade de trocar de roupa no local de seu destino, você pode usar um acessório composto por pequenas tiras de velcro (se possível até reflexivas, que ajudam na sinalização do ciclista) que prendem as calças na canela.

Com essas tiras de velcro (ou elásticos) as pernas da calça ficam bem enroladas e justas ao corpo, evitando a chance de contato com a transmissão.

Pedalando de calça jeans
Ciclistas usam tiras de velcro para prender calça na canela (fotos aqui e aqui

Se sua calça for muito justa para ser dobrada ou se você não quiser deixar sua perna à mostra, anida há uma última técnica que pode ser usada. Pode parecer uma “gambiarra”, mas colocar a calça para dentro da meia funciona e evita que o tecido encoste na graxa.

Não é o estilo mais bonito de se pedalar, mas evita dor de cabeça na hora de lavar a roupa e ainda evita acidentes. Lembre-se que uma calça enroscada na transmissão não é boa notícia para o ciclista!

Bike calça sob a meia
Na falta de um elástico próprio, colocar a calça sob a meia pode ajudar!

Além disso, existem calças (não jeans) que têm a possibilidade de serem convertidas em bermudas, retirando-se as pernas da calça por meio de ziper. No geral, elas são bem práticas pois são de tecidos resistentes e de secagem rápida, ocupando pouco espaço na bagagem. Para maiores deslocamentos, como viagens de bike (cicloturismo), elas são bastante recomendadas porque também protegem do frio.

Vale lembrar que algumas bikes mais voltadas ao transporte geralmente vêm com um protetor de corrente de fábrica, que é uma espécie de capa que cobre quase toda a transmissão, evitando o contato da perna do ciclista com a corrente (veja foto abaixo). Dependendo do modelo de sua bike, este acessório pode ser instalado separadamente.

Protetor de correia bicicleta
Bike com protetor de corrente para evitar contato com a perna

E você? Tem alguma dúvida ou precisa de alguma dica sobre bicicletas? Deixe um comentário aqui ou fale com a gente lá no Twitter!


Postado em 7 de julho por gugamachado

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De mochila pelo mundo!

Quem nos acompanha (e lá se vão mais de quatro anos!!!!) sabe que nós por aqui adoramos cicloturismo!

E é neste espirito que nós conhecemos o Aldo Lammel, que tem um projeto muito legal, o “Mochila & Bike“, e pedimos que ele detalhasse melhor por aqui nesta entrevista!

EVDB: Poderia nos contar sua história? Onde morava, emprego, o que fazia?

Aldo: Nasci na capital gaúcha, cresci numa cidadezinha há 70 km ao oeste de Porto Alegre, chamada “Charqueadas”, mas aos 20 anos retornei a minha cidade natal para estudar e trabalhar. Cursei Publicidade e me tornei especialista em gestão de projetos online. Com 27 anos troquei de área e me dei mal. Acabei por retomar meu antigo cargo, mas já fora da zona de conforto. Nessa aventura em outra área, percebi que a mudança e os riscos me fizeram bem no final das contas. Mudei alguns hábitos e aos 29 anos decidi que era hora de largar o emprego assalariado e dar ouvidos à minha intuição que vinha há anos me dizendo para empreender. Passei a me dedicar em tempo integral a um projeto cultural que envolveria a realização de outros sonhos.

O que é o Mochila & Bike e o que o projeto oferecerá para quem acompanhar vocês?

O projeto Mochila & Bike visitará iniciativas mundo afora atrás de atitudes construtivas, seja de educação, inclusão social ou de sustentabilidade. Com essas visitas nós criamos artigos sobre as iniciativas onde o conteúdo tem a missão de levar ao nosso público exemplos de atitudes bacanas vindas de todos os cantos.

Como a expedição de volta ao mundo começa apenas em janeiro de 2015, desde 2013 eu venho escrevendo o diário onde conto em detalhes sobre os difíceis – porém necessários – aspectos que um empreendimento desse tipo exige.

Além do diário e dos artigos, haverá um conteúdo focado mais em entretenimento. Teremos o #tamojunto que será um tipo de reality show mesclado com série de TV, mas tudo publicado semanalmente via internet e de graça. O #tamojunto trará a realidade da vida na estrada com uma bicicleta. Se levarmos em consideração que serão 40 meses de viagem por 40 países mundo afora, temos uma previsão de 160 episódios com os mais diferentes cenários e uma quantidade total de filme colossal. Mesmo com as dificuldades logísticas, temos tudo minimamente montado já.

Como surgiu a idéia do Mochila Bike?

Quando a gente vai ficando mais velho me parece que vira uma missão fazer algo realmente significativo (risos), não é verdade? Viajar e criar coisas são paixões antigas, embora eu quase nunca tivesse saído do meu Estado ou do país até a alguns anos. Minha família nunca teve condições de bancar viagens ou de me dar os brinquedos que eu queria, mas sempre me cercou com livros, filmes e música. Arte de modo geral. É curioso que minhas lembranças mais antigas são aquelas onde estou criando ou desmontando brinquedos com meus amigos assim como, quando sozinho em casa, eu tirava da estante vários livros de capas bonitas, os punha no chão e ficava horas folhando cada um deles, “viajando” pelas páginas repletas de gravuras sobre ciência, animais, geografia, dinossauros e galáxias. Eu era incapaz de ler e compreender o conteúdo desses livros, mas eu podia criar os significados do jeito que eu bem entendia.

Acabei por misturar essas duas vontades: a de viajar pelo mundo e a de fazer um trabalho autoral, meu, com algum impacto social e cultural. “Voilà”, nasce o Mochila & Bike em setembro de 2013 e lançado em janeiro desse ano.

E você conta com uma equipe, patrocínio? De onde vem os recursos?

Não temos um patrocinador ainda. O que temos até o momento saiu da ajuda de amigos, parceiros e do que sei fazer e do que paguei do meu bolso. Como ainda há equipamentos e serviços que preciso adquirir, estou resolvendo com a venda do meu apartamento. Isso nos ajudará a tocar o barco adiante.

Sobre a equipe, nos primeiros sete meses de Mochila & Bike eu o conduzi sozinho, mas chega uma hora que você precisa de novos olhos e habilidades. Hoje somos cinco pessoas onde temos quem cuide das redes sociais, uma pessoa que mapeia as iniciativas que cruzam o roteiro do projeto, um técnico de ciclismo que me auxilia no preparo físico e mental que o cicloturismo involve, e um assessor jurídico.

Todos são voluntários, têm bagagem nas responsabilidades que assumiram além de serem naturalmente altruístas. Esse projeto roda bem hoje justamente pela segurança que eles me passam.

Qual o principal objetivo do Mochila & Bike?

O projeto é dividido em duas etapas. A de volta ao mundo e a de palestras gratuitas no meu retorno ao Brasil. A volta ao mundo é o foco agora e essa etapa tem dois objetivos centrais. O primeiro consiste em garimpar iniciativas legais mundo afora e visitá-las, documentando e compartilhando via internet as suas atividades, sejam elas voltadas à educação, inclusão social ou à sustentabilidade.

O segundo objetivo é inspirar quem está acompanhando o projeto através do nosso material autoral em textos, fotografias e vídeos.

Na opinião de vocês, qual o público que tem adotado a bicicleta como meio de transporte?

Não é um dado absoluto, mas eu percebo que a bike no Brasil ainda é dos jovens e está naquele processo de ser descoberta como meio de transporte e não somente lazer. Quem é dos anos 80 como eu, já deve ter visto o filme Quicksilver: o Prazer de Ganhar onde um homem de negócios, interpretado pelo Kevin Bacon, está cheio da rotina de Wall Street e descobre na bike a ferramenta perfeita para sua própria libertação pessoal e profissional.

A Lili, que é quem cuida das redes sociais do Mochila & Bike, é adepta da bike em tudo e eu aprendo muito com ela. Como ainda preciso fazer um trabalho ou outro para sobreviver antes da expedição de volta ao mundo, vou ver meus clientes de bike e, no meio do caminho, sempre vejo outro guerreiro com mochila nas costas com pinta de quem está trabalhando. É algo cult e para quem é sagaz porque a estrutura urbana no Brasil está longe de estar preparada para as bikes, talvez está ai o motivo que leva os mais velhos não apostarem, mas é o cenário ideal para aqueles que gostam de fugir as regras: jovens. Aliás, quais mudanças significativas iniciaram sem uma grande quebra de regras?

Como vocês vêem as políticas públicas relativas a educação relacionada a bicicleta?

Semana passada fui atrás do cartão internacional de vacina e tive de visitar a Anvisa. Peguei a Garibaldi (minha Trek) e fui na Anvisa do Aeroporto Salgado Filho. O único aeroporto internacional do Rio Grande do Sul não tem nenhum local apropriado para bicicletas. Um local que emprega, sei lá, mil pessoas, não tem bicicletário. Mas não podemos nos queixar de tudo. Porto Alegre já conta com bicicletas públicas para transporte e lazer, temos os primeiros quilômetros de ciclovias e os nossos motoristas, aos poucos, vão se acostumando com a nossa presença e respeitando nosso espaço que é na rua e não na calçada. Para que as políticas públicas nos deem ouvidos, todo ciclista precisa adotar uma postura fundamental: pedalar para tudo e não somente para o lazer. Quem quer se fazer ouvir, se faz presente.

E o lugar de ciclista é pedalando na rua e fazendo bonito. Nova York, uma das cidades mais importantes do mundo, é campeã no Youtube em reclamações de ciclistas. Agora imagine as nossas capitais onde a bicicleta ainda dá os primeiros passos para ser de vez descoberta? Então, vamos pedalar e, com sapiência, registrar e postar as falhas, mas sem deixar de enaltecer o que vem dando certo. ;)

Menos reclamação, mais atitude!

O que falta nas grandes cidades brasileiras para terem mais adeptos da bicicleta como meio de transporte?

As empresas disponibilizarem espaços para bicicletas em suas sedes além de banheiros com chuveiros e armário para, pelo menos, uma certa quantidade de colaboradores. Isso movimentaria toda a máquina pública e a sociedade passaria a ver na magrela uma opção de transporte também econômica.

Quais são suas dicas para aqueles que adotaram a bicicleta como estilo de vida?

Para quem já adotou, bacana, o próximo passo é encontrar um lugar de destaque para a magrela dentro da sua casa (risos). Vejo bastante dicas de arquitetos que encontram soluções inteligentíssimas de como tornar a bike verdadeiramente uma parte da sua casa. Já para quem pensa em voltar a pedalar, faça isso. Há três anos eu jamais imaginaria que voltaria a andar de bicicleta, muito menos dar a volta ao mundo com uma.

 Aldo, muito obrigado por esta rica entrevista e desejamos a você e toda equipe sucesso nesta empreitada tão nobre!!! Nós por aqui vamos acompanhá-lo e apoiá-lo no que for possível!

Postado em 4 de outubro por gugamachado

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Podcast EuVoudeBike – Episódio #167

Podcast Eu Vou de Bike. A trilha sonora para o seu pedal.

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EVDB # 167

Semana passada aconteceu em São Paulo o  1º Seminário da Frente Parlamentar em Defesa da Mobilidade Humana. Nas próximas semanas vamos postar por aqui os audios das palestras, para que vocês possam tomar conhecimento do que tem se discutido em termos de mobilidade humana e políticas públicas na cidade de São Paulo.

Para começar, teremos a Mesa de Abertura, seguida da Palestra Magna da secretária dos transportes de Nova York, a Janette Sadik-Khan (em inglês bem intelegível), que, em sua grande simpatia, mostrou que é possível fazer muitas coisas com poucos recursos, e melhorar muito a qualidade da vida na cidade, transformando-a em uma verdadeira “cidade para as pessoas”!

Vamos acompanhar?

Atenção: pedalar no trânsito com fones de ouvido é perigoso e deve ser evitado, mas em ciclovia reservada apenas para bicicletas, como a da Marginal Pinheiros em São Paulo ou a de Santos, por exemplo, pode ser bem estimulante, desde que o volume do audio não impeça a audição do meio ambiente.

 


Postado em 23 de setembro por gugamachado

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Seminário: A Bicicleta em São Paulo

Semana que vem tem um encontro imperdível para quem está na cidade de São Paulo.

Trata-se de um Seminário na Camara Municipal dos Vereadores, promovido pela Frente Parlamentar  em Defesa da Mobilidade Humana, que apresentará neste dia os avanços que vem experimentando nesta área.

Além disto, teremos a presença da secretária dos transportes da cidade de Nova York, Janette Sadik-Khan, que trará para nós um panorama da “revolução” que vem fazendo nos últimos cinco anos a frente desta secretaria.

Quando dizemos “revolução”, não estamos exagerando! Dentre outras coisas, ela restringiu bastante a circulação de carros no centro de Manhattan, enfatizando bastante o transporte público, os pedestres e as nossas queridas bicicletas.

Outra medida bem polêmica foi o fechamento do complexo “Times Square/ Broadway” para carros, transformando tudo num lindo e elegante calçadão. Tal medida foi mal recebida a princípio, porém, passados alguns anos, os números não mentiram e trouxeram uma melhoria muito grande para o comércio local, bem como para o trânsito!

E a confirmação do sucesso deste planejamento pode ser medido no final do ano de 2012, quando Nova York passou por mais uma catástrofe natural, e em pouquíssimos dias já estava reestabelecida, principalmente por sua mobilidade não depender tanto dos carros e ruas!

Portanto, este é um exemplo a ser ouvido, visto, analisado, adaptado e seguido! Nos parece por aqui que a cidade de São Paulo está finalmente acordando para esta realidade, e começando a priorizar mais os transportes públicos, bicicletas e pedestres, ao invés dos carros.

Que fique claro que nós do EVDB não somos contra o carro, mas sim a favor do uso inteligente e seletivo de todos os meios de transportes disponíveis, cada um segundo seu propósito e vocação!

Veja a programação completa aqui.

E  confirme sua presença mandando um e-mail para mobilidadehumana@camara.sp.gov.br com seu nome e telefone.

Serviço:

Onde: Câmara Municipal de São Paulo/ Plenário 1º de Maio

Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista

Quando: Dia 25 de setembro (quarta-feira), das 15h às 21h

Como: Evento gratuito. Basta confirmar sua presença mandando um e-mail para mobilidadehumana@camara.sp.gov.br com seu nome e telefone. Bicicletário no local!


Postado em 22 de fevereiro por gugamachado

Notícias do II Fórum Mundial da Bicicleta, em Porto Alegre

 

Ontem, 5ª feira, teve início o II Fórum Mundial da Bicicleta, em Porto Alegre.

Muitas oficinas, palestras e performances ao ar livre marcaram o primeiro dia de atividades.

A programação irá até domingo e pode ser conferida aqui www.forummundialdabici.com

Dentre os destaques do dia de ontem, muitas oficinas e debates, o show do performático e inconfundível Plá e suas melodias enaltecendo a bicicleta, e um painel à noite que apresentou experiências e políticas públicas de três megacidades: Nova York, São Paulo e Rio de Janeiro.

Os próximos dias serão de intensas atividades. Portanto, quem estiver em Porto Alegre ou pretende passar por lá até o domingo, não deixe de conferir o movimento na Casa de Cultura Mário Quintana. O local, evidentemente, é bike-friendly. Portanto, vá pedalando!

Em breve postaremos algumas fotos do primeiro dia do II Fórum Mundial da Bicicleta.

@danielguth

Enviado especial do EVDB


Postado em 6 de novembro por Eu Vou de Bike

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Após furacão, bicicletas recarregam gadgets em NY

Nós encontramos uma notícia animadora em meio a toda a tragédia causada pelo furacão Sandy nos Estados Unidos, e a bicicleta é a protagonista.

No centro financeiro de Manhattan, em Nova York, onde os moradores ficaram sem energia elétrica por vários dias, a ONG ambiental Time’s Up! usou bicicletas para recarregar as baterias de telefones celulares e laptops.

As bicicletas foram levadas para locais de grande circulação e permitiram que qualquer um usasse as tomadas para conseguir se conectar.

Veja abaixo:

Além de recarregar as baterias dos gadgets da população gratuitamente, os voluntários da Time’s Up! também pedalaram para energizar bombas de água usadas para retirar a água de locais alagados. Demais!

A notícia pode parecer uma frivolidade em meio a tantas mortes e danos materiais, mas é muito importante perceber que a bicicleta e a força humana são capazes de recarregar a energia de equipamentos que podem ser úteis em situações de emergência, como telefones e computadores, em locais muito remotos ou muito afetados por intempéries.

PS: as bicicletas da Time’s Up também foram usadas para gerar energia de maneira sustentável nos acampamentos do movimento Occupy Wall St.

- Via Pedal.com.br


Postado em 6 de setembro por Eu Vou de Bike

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Campanha pelas bicicletas em Nova York



Não é de hoje que a cidade de Nova York, nos Estados Unidos, está investindo pesado no incentivo ao uso de bicicleta como meio de transporte.

Segundo dados oficiais da Prefeitura de Nova York, o número de pessoas que realizam seus deslocamentos de bicicleta na cidade quadruplicou nos últimos 10 anos. Mais importante ainda é ver o grande salto que esse número deu de 2008 aos dias de hoje (veja no gráfico), quando mais infraestrutura para ciclistas começou a ser instalada.

Foi sob a batuta de Janette Sadik-Khan que a cidade multiplicou suas ciclovias e ciclofaixas. Em apenas quatro anos, segundo o The New York Times, a cidade viu o surgimento de 400 quilômetros de ciclofaixas! Além disso, Janette transformou algumas áreas da cidade que eram exclusivas para os carros, como a turística Times Square, em grandes praças para os pedestres e ciclistas, eliminando também centenas de estacionamentos e vagas de carros nas ruas.

Todo esse crescimento no número de ciclistas, ciclovias e ciclofaixas na cidade acabou causando uma reação negativa em uma parte mais resistente da população, especialmente dos motoristas de táxi e quem dirige com frequência pela cidade.

Para conter essa repercussão negativa da bicicleta e ainda incentivar a convivência pacífica entre motoristas e ciclistas, o grupo Transportation Alternatives se juntou a uma agência de publicidade, a Mother NY, para criar uma série de cartazes, outdoors e peças publicitárias para a internet com a bicicleta como tema central.

São várias peças, mas a quem mais gostamos é a que diz: “Todo novaiorquino em uma bicicleta não está em um carro”. Parece óbvio dizer isso, mas é sempre muito importante ressaltar que cada bicicleta na rua é provavelmente um carro a menos gerando trânsito, poluição, ruído…

Outra arte muito legal é a que diz: “Motoristas bravos com ciclistas precisam de um hobby relaxante. Podemos sugerir a bicicleta?”

Com um visual bem moderno e uma mensagem direta, essa campanha tem tudo para ser um sucesso em Nova York, e o conceito poderia muito bem ser adaptado para outras cidades.

>> Veja todas as artes no site da BikeNYC

Qual é sua arte favorita? Opine!


Postado em 6 de setembro por Eu Vou de Bike

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Em caso de acidente, consulte o aplicativo?

Nos Estados Unidos, alguns advogados são chamados (de maneira pejorativa) de ‘ambulance chasers’, ou, traduzindo ao pé da letra, ‘seguidores de ambulância’. E o que eles fazem mesom é seguir ambulâncias ou dar plantão em hospitais atrás de possíveis clientes acidentados que querem processar o causador do acidente.

Pois bem, um advogado de Nova York levou esse conceito ao extremo e criou um aplicativo para smartphone que permite que ciclistas envolvidos em colisões possam rapidamente coletar as informações necessárias para uma disputa judicial.

O aplicativo, segundo o site Urban Velo, vem com um botão para filmar a cena do acidente, uma espécie de bloco de notas para anotar dados de testemunhas e até um programinha que ajuda a fazer um desenho reconstituindo o que aconteceu.

De maneira oportunista, o aplicativo também traz as informações sobre o escritório de advocacia responsável pelo produto, levando o conceito de ‘ambulance chaser’ a um patamar bem mais tecnológico.

Veja algumas imagens do app:

Ainda não conseguimos decidir se esse aplicativo é realmente útil ou apenas um produto oportunista em busca de possíveis clientes para o advogado. O que vocês acham? Opinem!



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