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Blog Vou de Bike

Postado em 19 de abril por gugamachado

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Como pedalar com a sua família!

Pedalar em família é uma grande diversão . Trata-se de um tempo precioso juntos , desfrutando de ar fresco e fazendo exercício .

E por isso as ciclofaixas de lazer são um sucesso de público, chegando a ter mais de 150.000 frequentadores por domingo, em São Paulo!

E o segredo para que esta atividade funcione bem é, literalmente, “pensar pequeno”.

Você deve limitar a distância a percorrer não em quilômetros, e sim em tempo, procurando realizar seu passeio entre uma ou duas horas, incluindo as paradas. Foque no proveito que seus filhos terão no passeio, e não somente no ato de pedalar, ou seja, pense nesta atividade como um passeio com seus filhos onde a bicicleta é uma das atividades, e não a única (e se você não conseguir pensar e agir assim, melhor pedalar sozinho!)

Planeje parar constantemente! Se houver uma pequena praça ou um parque com equipamentos infantis no seu caminho, isto pode revigorar e entreter muito as crianças pequenas. Um agradável café, uma lanchonete ou bar pode ser ideal para famílias mais adultas. Inclusive você pode até planejar um piquenique durante seu trajeto!

Normalmente as crianças menores precisam de mais paciência com elas do que de muito entretenimento. E como o objetivo é passear e se divertir, lembre-se que na bicicleta você pode parar quando quiser. Então pare assim que perceber cansaço nelas, e procure pedalar em velocidade baixa, destacando para as crianças algo interessante nas paisagens do trajeto.

Se os seus filhos aproveitarem o passeio, você também vai aproveitar. Então procure agradá-los! Muitas vezes as crianças estão muito mais interessadas no sorvete que elas vão tomar do que no cenário agradável. Um passeio prejudicado pelo mau tempo pode ser salvo por uma guloseima surpresa em alguma padaria.

Planeje sempre a sua rota! 

Você pode pesquisar e planejar a rota de seu passeio em websites, guias impressos e principalmente no seu smartphone. Se puder, tenha também a mão um mapa impresso em grande escala. Assim você pode não apenas traçar a sua rota com antecedência, como também usar o mapa para eventuais atalhos. E, se alguém estiver ficando cansado, o mapa ajuda você a mostrar a localização do grupo e dizer: “Olha, estamos quase lá. O almoço é logo depois desta rua”!. Você pode obter estes mapas junto ao órgão de turismo de sua cidade, ou mesmo imprimi-los a partir de websites.

Mesmo com um bom mapa em mãos, se possível, conferira a rota sozinho pedalando-a de antemão. Assim você saberá o que esperar com um nível de detalhe que nenhum mapa ou guia vai te proporcionar. Desta forma você saberá previamente onde fica o café mais agradável, o parque mais interessante para um piquenique ou mesmo o local mais apropriado para uma parada estratégica. E este conhecimento pode ser inestimável.

Se não houver ciclovias ou ciclofaixas de lazer reservadas em sua cidade, procure sempre pedalar por ruas sem trânsito, mesmo que elas tornem seu percurso mais longo. Estas ruas não só favorecem sua segurança, como também são bem menos barulhentas do que as grandes vias, favorecendo inclusive a comunicação entre o grupo.

Rotas “off-road” são ideais quando os seus filhos já pedalam suas próprias bicicletas. Estes caminhos podem estar até mesmo dentro de parques de sua cidade, tornando o passeio bem rico e variado. Só evite as grandes subidas e descidas, que podem acarretar cansaço ou mesmo acidentes.

Seja qual for o caminho que você escolher, não superestime o quão rápido ou quão longe sua família pode pedalar. Calcule uma velocidade média de 8 a 13 km/h, e inclua as paradas em seu cálculo. De posse destas informações, você pode estimar sua rota em termos de distância, lembrando também de prestar atenção na altimetria (relevo: subidas e descidas) do trajeto. Lembre-se de sempre nivelar “para baixo” suas expectativas, para evitar problemas de cansaço e perda de interesse do grupo.

Preparação pré- viagem

“Vamos parar? Meu bumbum está doendo!” Você com certeza não quer ouvir isso. Portanto, inicialmente verifique se todos estão com as vestimentas adequadas, se possível com roupas técnicas de ciclismo, principalmente aquelas famigeradas bermudas de lycra com “almofada” entre as pernas, que ajudam em muito a diminuir o desconforto no bumbum. Verifique também a posição do ciclista sobre a bicicleta com relação ao guidão, pedias e selim. Veja aqui  mais informações sobre o assunto.

Certifique-se de que todas as bicicletas estão em bom estado de funcionamento, verificando-as pelo menos na noite anterior – ou mais cedo, para evitar surpresas desagradáveis. Verifique se os pneus estão inflados corretamente, se todos os parafusos das partes móveis (rodas, guidão, pedais e demais partes) estão bem apertados, e se os freios e as engrenagens funcionam bem. Se você deixar para fazer este “check list” antes de sair, as crianças certamente se cansarão e podem se rebelar, estragando assim o passeio.

Lembre-se também dos equipamentos de segurança individual, tais como capacete, óculos de proteção e luvas. E no caso de transporte de crianças em sua própria bicicleta através de “cadeirinhas” apropriadas, verifique se a mesma está bem presa e ajustada a altura e peso de seu filho.

Como ciclista mais forte e experiente, você deve carregar toda bagagem – desde as jaquetas e demais itens de vestuário, até o kit de ferramentas e itens do piquenique. Distribua bem sua bagagem, e se possível, tenha cestos ou alforges de fácil acesso instalado em sua bicicleta, evitando mochilas. Assim quem transporta a carga é a bicicleta, e não você.

Não saia de casa sem:

- Abundância de bebidas! Água em garrafas de bicicleta é sempre  melhor, pois além de matar a sede, ela também pode ser usada para lavar as mãos ou a arrefecer o rosto.

- Barras de cereais , frutas, biscoitos, e guloseimas sem muita gordura e de fácil digestão. Sanduíches de peito de peru e queijo divididos em pequenos pedaços são altamente recomendáveis!

- Camadas extras de roupas! Jaquetas do tipo “corta vento”, casacos impermeáveis, e calças são bem aceitáveis, pois as vezes as condições climáticas mudam de repente e podem nos pegar literalmente de “calças curtas”!

- Roupas sobressalentes sempre, principalmente para as crianças!

- Kit de ferramentas para manutenções rápidas, bomba de pneus, kit de reparos de furos e câmara de ar reserva. O ideal são aqueles “canivetes” próprios para bike.

- Kit de “primeiros socorros”. Band-Aids, creme anti-séptico, analgésicos, bronzeadores com alto fator de protetor solar, lenços umedecidos e demais medicações de uso constante.

- Telefone celular e, principalmente,

- Distrações para as crianças, por exemplo bola de tênis, e bonequinhos do tipo “action figure”.

E, acima de tudo, leve seu espírito esportivo e todo seu clima de diversão!


Postado em 5 de abril por Eu Vou de Bike

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Quer poupar? Vá de bicicleta!

Com a recente alta dos preços dos combustíveis, andar por aí de carro está cada vez mais caro. Além destes gastos, o motorista ainda tem que se preocupar com seguro, IPVA, estacionamento… E ainda tem o tempo perdido nos congestionamentos, e nos dias de hoje, tempo é dinheiro, né?

E como economizar, então? Usando a bicicleta como meio de transporte! Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) constatou que ir de bicicleta ao trabalho custa cerca de 17 centavos por quilômetro. De carro, esse valor chega a mais de 2 reais por quilômetro rodado.

Segundo o estudo divulgado em 2016, quem adotar a bicicleta como meio de transporte pode economizar cerca de R$ R$ 5.700 por ano em relação à manutenção de um automóvel.

De acordo com reportagem do O Eco, o levantamento considerou o preço de uma bicicleta nova, a aquisição de acessórios, a depreciação e a manutenção do equipamento, com base em trajetos de 20 quilômetros por dia.

Abaixo, vamos fazer a simulação de uma situação em que a pessoa vai ao trabalho 5 dias por semana, a 7 quilômetros de distância, e também usa a bicicleta para ir até a academia, que fica a 4 quilômetros de distância, três vezes por semana. Veja só:

Em uma semana, apenas nesses dois trajetos, essa pessoa teria pedalado 52 quilômetros. Sabe o que isso significa de economia no bolso, apenas com combustível (sem contar estacionamento, manutenção do carro, seguro, etc)? Aproximadamente R$ 32,90! Em um mês, fazendo apenas esses dois trajetos bem curtos, dá pra economizar aproximadamente R$ 131,60 só de combustível! Além disso, nesses 52 quilômetros, a pessoa queimou 3 mil calorias, o que é ótimo para a saúde, e ainda poupou o meio ambiente da emissão de 14 quilos de poluentes.

Viu como é possível evitar que o preço da gasolina tire o seu sono? Quanto mais você pedalar, mais vai economizar. E o único combustível necessário será o arroz e feijão para manter a força nas pernas na hora da subida!


Postado em 29 de março por gugamachado

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Será que sua água está realmente te hidratando?

 

Aqui no Brasil as temperaturas tendem a ser mais altas. E com isto, nossa tendência é aumentar o consumo de água durante nossas pedaladas.

Mas antes que você faça isso, é bom saber algumas coisas sobre como o seu corpo realmente absorve os fluidos. De saída, sabemos hoje que hidratação  e absorção de fluidos não são a mesma coisa. Ou seja, beber uma tonelada de água não significa necessariamente que você será capaz de usar tudo isso, explica Stacy Sims, PhD, fundadora da “Osmo Nutrition”.

Para atingir um estado bem hidratado, você realmente precisa absorver os fluidos que você está consumindo. E estar hidratado significa que você tem todos os seus “compartimentos de água do corpo” em um equilíbrio relativamente uniforme, diz ela. “Absorção de fluidos é exatamente beber algo na quantidade que vai completar os fluidos necessários em diferentes compartimentos.” Caso contrário, você está apenas dando-se mais razões para fazer xixi!

Você precisa de mais do que apenas água!

Ao considerar a água em seu corpo, pense nisso: Embora seja verdade que somos feitos principalmente de água, nada desta água é H2O puro. Assim, para a sua bebida para ser facilmente absorvida no intestino e se espalhar para as células mais necessitadas, ele precisa ter a combinação certa de água e eletrólitos. “Você precisa principalmente de algum sódio e um pouco de glicose em uma bebida”, diz Sims. “Um pouco de açúcar  com eletrólitos melhora muito a  absorção do fluido pelo estômago, dividindo melhor este flíuido entre as células que mais necessitam de hidratação no momento, de modo a atenuar problemas de desidratação.”

Beber suas calorias pode estar prejudicando seu passeio e seu intestino

Só porque você não deve apenas beber água pura não significa que você deve optar por bebidas esportivas altamente calóricas. Estas bebidas açucaradas depositam-se em seu estômago, tirando água de outros espaços do seu corpo – essencialmente desidratando-o no processo. “Você nunca deve olhar para a sua bebida como uma fonte de calorias, porque então ela não vai hidratar você. E ainda seu corpo vai acabar puxando água de outros lugares para diluí-la “, diz Sims.

As mulheres podem precisar de uma mistura de bebida diferente dos homens

Sims é bem conhecida por dizer: “As mulheres não são pequenos homens.” Ela baseia muito de sua pesquisa e desenvolvimento de produtos neste conceito, especificamente quando se trata de necessidades das mulheres para bebidas esportivas.

“As mulheres não podem absorver tanta frutose como os homens, por isso bebidas esportivas que contêm frutose tendem a contribuir para um stress gastro-intestinal bem como a desidratação nas mulheres. É como despejar um monte de carboidratos em seu corpo “, diz ela. A frutose fica nos intestinos até que você possa ativá-la.

Se você é uma ciclista comprando uma bebida esportiva, passe longe daquelas ricos em frutose.

Tempere o seu passeio com uma pitada de sal!

Se você adora comida salgada, você vai adorar próximo conselho: Beba água com uma pitada de sal do mar durante todo o dia, especialmente antes de uma pedalada, para preparar para a máxima absorção de líquidos durante seu pedal.

Durante o exercício, o seu corpo está ocupado enviando sangue para os músculos, ao invés de gastar energia movendo-se através dos intestinos para digestão. No entanto, durante o repouso, o fluxo sanguíneo não acontece exatamente da mesma maneira. Portanto, há glicose suficiente no estômago e intestinos para ajudar no trasnporte de água, contanto que haja também sódio suficiente.

“Se você beber água com um pouco de sal enquanto não se exercitar, ele realmente facilita a absorção desta”, diz Sims , ” porque neste caso seu corpo não tem que “puxar” sódio de outros lugares para o intestino como objetivo de facilitar esta absorção. Ele já está bem ali.

 

Beber a mais pode ser tão ruim quanto beber a menos!

Beber a mais é um problema para os pedalantes, tanto em termos de estado de hidratação quanto, se você estiver usando uma bebida açucarada, de ganho de peso.

“Novos atletas que passaram por programas de treinamento muitas vezes se hidratam em excesso tentando melhorar o desempenho”, diz Sims. “Isso é porque ele tem sido incutida a idéia neles de beber 250mls de água a cada 15 minutos, independentemente do que eles estão fazendo ou de quem eles são.” A idéia de que os atletas devem beber uma quantidade X de líquido por hora é um erro, mas infelizmente ….

Não há nenhuma fórmula perfeita para o quanto a beber !

Não há cálculo simples para determinar exatamente o quanto você precisa beber em um pedal. Seu sexo, peso, índice de transpiração, e nível de condicionamento físico são todos fatores relevantes a serem levados em consideração. Temos também as condições climáticas em que você está pedalando (quente, frio, úmido ou seco) e do tipo de pedal que você está fazendo.

Beber a quantidade certa é um jogo de tentativa e erro, mas consultar um especialista, como um nutricionista esportivo ou mesmo o seu treinador, pode ajudar a chegar mais perto de aperfeiçoar o estado de hidratação!

 


Postado em 22 de março por gugamachado

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Melhore sua dieta enganando sua mente!

Recentemente vimos neste post  o quanto o ciclismo impacta positivamente seu corpo e sua mente.

Mas ao final de um pedal cansativo, as vezes sua mente pode não fazer as melhores escolhas nutricionais…Infelizmente, Doritos não são alimentos ideais na nossa recuperação!

A partir de algumas pesquisas, vamos dar por aqui algumas dicas para manter sua alimentação alinhada com seus objetivos no pedal. Afinal,  você está sempre “alimentando” seu próximo pedal cada vez que você se senta para uma refeição!

A verdade é que mudar maus hábitos é bem complicado! Esta é a má notícia.

Nossos cérebros são projetados para funcionar como que em modo de “piloto automático”, o que significa que os velhos hábitos custam a morrer. Mas a boa notícia é que uma vez que você desenvolver bons hábitos alimentares novos, esses hábitos também vão se tornar automáticos! Portanto, você não está longe de uma mudança em seu estilo de vida!

Uma das pesquisas mostra que a criação de um novo hábito de comportamento saudável, tal como comer uma fruta na hora do almoço ou beber água durante uma refeição pode levar de 18 a 255 dias, com uma média de 66 dias! Portanto, ter problemas para largar velhos hábitos e criar novos é algo completamente normal.

Anexe velhos comportamentos a novos hábitos!

Você pode usar essa situação de “piloto automático” para a sua vantagem. Por exemplo: se você sempre leva uma “marmita” para o seu trabalho, mantenha este hábito, mas troque o sanduíche por uma grande salada com um grelhado, ou “ignore” o cookie em favor de uma fruta.

A meta é adquirir novos comportamentos em sua rotina diária, de modo que você vai se lembrar de realizá-los de maneira consistente pelo tempo suficiente para tornar estes comportamentos em novos hábitos.

Fique (e continue) motivado!
Se você não está motivado a mudar, provavelmente um hábito saudável  não vai “colar”. Enquanto não há um objetivo claro que traga alguma vantagem única em sua vida a partir de sua mudança, será muito difícil manter sua motivação inicial. Por exemplo: eu quero estar “bem” para aquela trilha com uma paisagem deslumbrante (e com uma subida extenuante) que meus amigos vão fazer em um mês; ou ainda, eu quero poder acompanhar melhor a pedalada aos domingos com meus filhos (sem “morrer” depois)…E por aí vai!

“Aqueles que têm pouca motivação ou intenção de mudar, ou têm sua mudança motivada pela pressão dos outros, ou ainda têm atitudes autodestrutivas sobre o seu comportamento, bem como baixa confiança, vão ter uma enorme dificuldade  em ver os resultados reais em suas mudanças”, diz a pesquisa.

Então, como “entrar no clima” para esta virada em nossas vidas?

Se você já se dedica a pedalar com frequência, você já tem uma idéia do que fazer para um hábito “colar”! Como ciclistas, nós queremos e precisamos estar sempre na melhor forma possível, o que significa, dentre outras coisas,  uma alimentação saudável.

E a motivação intrínseca com relação a alimentação saudável, por exemplo, vem de fazer algo porque você quer, não por recompensas ou para outra pessoa. “As recompensas são inerentes ao comportamento”, diz a pesquisa.

Por exemplo, você já pedala porque você ama pedalar, e não por quê você está ficando “fora da moda”. Assim, pense sobre alimentação saudável da mesma forma. Para atingir seu objetivo de comer melhor, escolha alimentos e dietas alimentares que são motivadas intrinsecamente. Se você gosta de frango e salada, então “carregue” no frango! Coma saudavelmente porque você quer, não porque você sente pressão de fora para fazê-lo. A maioria das pessoas que são coerentes com uma alimentação saudável comem o que elas gostam e se sentindo assim satisfeitas e confortadas em suas escolhas.

Coma alimentos saudáveis que você gosta de comer, ao invés de comer comidas que você odeia só porquê ouviu falar “faz bem”!

Garanta sempre que “o bem supere o mal”!

A maioria das pessoas desiste de dietas saudáveis dentro de um curto espaço de tempo, porque elas são difíceis de se seguir, não são agradáveis, são caras, ou demasiadamente demoradas. Mas a pesquisa alega que quanto mais tempo você permanecer com um novo comportamento como uma alimentação saudável, por exemplo, melhor ele fica! Você aprende a apreciar o sabor de uma fruta ao invés de um chocolate, você encontrará inclusive meios para gastar menos com alimentação, aprendendo novas receitas e métodos de cozimento que melhorar os sabores a partir de alimentos naturais, não industrializados!

“Toda mudança de comportamento tem prós e contras que devemos pesar e decidir se queremos realmente mudar este comportamento”, diz a pesquisa.” Alguns custos estarão sempre lá, como o cansaço e a dor muscular que nos acompanha após um pedal mais exigente. A beleza disto é que, ao longo do tempo, podemos achar que estes custos não mais custos, porque o cansaço não mais nos incomoda, ou uma experiência de dor não será mais tão negativa. ”

Pergunte a si mesmo “Por quê?”
Se você está tentando “chutar pra longe” um hábito ruim, tal como aquela “passada” rotineira na sua pastelaria preferida,  pense na comida como um “tratamento” para seu corpo! Se você está em busca do melhor combustível para sua pedalada, o que vai manter melhor seus níveis de glicose: um pastel ou um lanche de peito de peru? Porquê eu prefiro o pastel ao invés do sanduíche? Seria o pastel uma decisão mais “emocional”(mimo)? E seria o lanche é uma decisão mais racional (função/objetivo)?

A pesquisa diz que se você  mudar sua perspectiva de “mimo” para “função/objetivo”, pode ser mais fácil de “pular o croissant” e optar por algo que seja um melhor “combustível” para o seu passeio!

E aí, vamos “enganar” nossa mente?

 


Postado em 15 de março por Eu Vou de Bike

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Bicicleta elétrica é uma boa opção?

Uma das novidades no mundo do ciclismo dos últimos anos é a bicicleta elétrica. Ganhando cada vez mais adeptos pelas ruas da cidade, a bicicleta motorizada agrada muita gente, mas também atrai críticas.


Exemplo de bicicleta elétrica. Existem vários modelos diferentes de biciclea motorizada

Com o objetivo de deixar o pedal mais suave para quem não tem tanto preparo físico, a bicicleta elétrica ajuda nos trajetos com muitas subidas e pode agilizar o transporte de pessoas ou mercadorias. Nos percursos planos, o motor pode fazer todo o trabalho para movimentar a bicicleta. Nas subidas, o ciclista pedala um pouco e é auxiliado pelo motor para chegar ao seu destino com menos esforço.

Com velocidades que chegam a cerca de 25 km/h, a autonomia da maioria das bicicletas elétricas pode chegar de 30 km a 40 km. Com poucas fabricantes no mercado nacional, uma bicicleta elétrica custa cerca de R$ 2,5 mil e as baterias são recarregáveis.

Apesar das vantagens, a bicicleta elétrica pode apresentar alguns problemas. O primeiro deles é o peso adicional colocado na garupa por conta da bateria e do motor. Alguns modelos de bicicleta motorizada chegam a pesar 30 quilos! Quando acaba a bateria, o ciclista é obrigado a pedalar como se fosse uma bike normal, o que dificulta bastante.

Além disso, não fica muito claro como a a bicicleta motorizada se enquadra no Código de Trânsito Brasileiro por causa da existência do motor elétrico. Na cidade de Timbó (SC), por exemplo, a Polícia Militar acredita que os condutores de uma bicicleta motorizada devem possuir a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), segundo reportagem do Diário Catarinense.

Mas a maior crítica à bicicleta elétrica é mesmo o incentivo ao sedentarismo. Um dos maiores prazeres de usar a bicicleta como meio de transporte ou como instrumento de lazer é exercitar o corpo, superar limites, ganhar condicionamento físico e, de uma forma geral, melhorar a saúde. Com a bicicleta motorizada, a “essência” da bike é deixada de lado.

Os jornalistas da revista Galileu testaram um modelo de bicicleta motorizada e não gostaram muito da performance. Assista ao vídeo.

E você? O que acha da bicicleta elétrica? Uma modalidade que vai se espalhar cada vez mais ou um modelo que vai ficar restrito a alguns nichos? Você já usa uma bicicleta motorizada? Conte suas experiências aqui nos comentários!


Postado em 8 de março por gugamachado

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Conheça o projeto Ciclovia Musical, edição 2018 !!!

A Ciclovia Musical 2018 acontece  neste sábado, dia 10 de março. São sete roteiros especialmente planejados para ciclistas. E 32 concertos com grupos musicais criativos e de qualidade, em 20 pontos  da Barra Funda e Campos Elíseos.

Cada roteiro passa por cinco apresentações diferentes, tem 60 vagas para ciclistas e conta com um  monitor artístico para dar informações educativas sobre os concertos.

Quatro integrantes da rede Bike Anjo garantem a segurança e organização do trajeto. Eles dão dicas sobre comportamento e compartilhamento no trânsito e proporcionam mais confiança aos ciclistas iniciantes.

“Queremos que ciclistas venham assistir aos nossos concertos, que amantes da música experimentem a bicicleta como meio de transporte, forte alternativa para a mobilidade urbana e saúde, mas nada impede que as pessoas venham a pé ou de carro para esta festa. Queremos inundar a Barra Funda e Campos Elíseos de música e dos seus admiradores”, diz a diretora geral do evento, Giane Martins.

A Decathlon da Marginal Tietê, o Memorial da América Latina, o ateliê Espaço Breu, a Casa Mário de Andrade e o Estacionamento Scala Park são alguns dos pontos de partida. Cada roteiro guiado tem duração de 2h30 min.

Entre os roteiros: CicloKids Musical. Duas horas totalmente dedicadas às crianças. Os pequenos terminam o passeio no Theatro São Pedro com a história infantil contada através da música  “Pedro e o Lobo”, de Prokofiev. Os menores devem ser acompanhados pelos pais ou responsáveis.

Uma performance inusitada vai mobilizar 111 ciclistas no Minhocão: a ação musical “Uma Brisa”, de Maurício Kagel. A peça mistura ciclismo e arte contemporânea com muito bom humor. São buzinas, assobios, canto e outras peripécias vocais e quem faz os sons são os próprios participantes. Para a execução da obra é necessário participar de pelo menos um ensaio com o diretor de ópera Marcelo Gama. Ele mora na Europa há 25 anos e vem especialmente para o evento. Marcelo dirigiu “Uma Brisa”  no Festival Der Regionen, na Áustria, em 2009.

Também no Minhocão uma pequena cerimônia ecumênica pede proteção aos ciclistas e a todos os presentes. A “Benção do Ciclista” é dada pelo Reverendo Arthur Cavalcante, da Igreja Episcopal Brasileira.

A Oficina “Fotografando com Mário” acontece na Casa Mário de Andrade e começa antes da Ciclovia Musical, nos dias 2 e 9 de março. São 40 vagas para quem quiser se inspirar no olhar do escritor que também era amante da fotografia.  Sob a curadoria de Marco Aurelio Olimpio, os participantes percorrem a Ciclovia Fotográfica “Caminhos de Mário” no dia 10. As imagens selecionadas serão divulgadas nas redes sociais do evento.

Inscrições e programação completa aqui:

 Evento: Ciclovia Musical 2018

Quanto: Grátis

Quando: Dia: 10 de março (sábado), das 9h às 16h30.

Como: Os ciclistas inscritos devem chegar com meia-hora de antecedência ao ponto de partida do trajeto escolhido. Eles ganham uma camiseta e um mapa com todas as informações.   

Vagas limitadas: 60 vagas para cada um dos seis roteiros guiados

40 vagas para a Ciclovia Fotográfica “Caminhos de Mário”

111 vagas para “Uma Brisa”

Concertos:  limitado a lotação de cada local

Siga a Ciclovia Musical 2018 nas redes sociais: @cicloviamusical


Postado em 1 de março por gugamachado

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Dicas para queimar melhor sua gordura!

 

Quem nos acompanha sabe que não somos um blog focado em nutrição. Porém, não adianta nada gastar uma fortuna na busca por tornar sua bike mais leve, enquanto o ciclista segue “pesado”. Mesmo que seu pedal não seja de “performance”, uns quilos a menos sempre vão bem, né?

E nada melhor do que eliminá-los fazendo o que a gente mais gosta: pedalar!!!

Adicione alguns intervalos difíceis a sua rotina de pedal:

Para maximizar a sua capacidade de queima de gordura, a treinadora olímpica Gale Bernhardt recomenda fazer o que ela considera como “intervalos milagrosos”, uma ou duas vezes por semana (mas não mais!). Estes intervalos são muito curtos, cerca de 10 a a 30 segundos de esforço máximo com recuperação completa entre eles. Combinado com o treinamento regular de resistência, pesquisas mostram que este tipo de intervalo de “muita alta intensidade (HIIT)” aumenta o seu consumo máximo de oxigênio, aumentando o seu limiar de lactato, e melhorando sua economia de eneriga no ciclismo, a qual vai permitir que você permaneça na sua zona “aeróbica” por mais tempo, para que você pode queimar mais gordura em intensidades mais elevadas.

Aqui cabe uma observação: você sabe qual é sua zona aeróbica ? Se não sabe, faça o seguinte: em primeiro lugar, você deve ter algo para medir a sua frequência cardíaca (FC) de maneira continuada. Você pode utilizar um frequencímetro, aparelho cada vez mais comum e barato. Daí pegue a sua idade, e faça o seguinte cálculo: 220 menos sua idade. Esta é a sua frequência cardíaca máxima (FCmax). A partir daí, sua zona aeróbia será de 60 a 70% deste valor. Vamos a um exemplo. Se você tem 30 anos, sua frequência cardíaca máxima será de 190 BPM (batimentos por minuto). E sua “zona aeróbica” será de 114 a 133 BPMs. E com a melhoria do nosso condicionamento, a tendência é termos nosso batimento cardíaco mais baixo, o que possibilita mais esforço (e consequentemente um maior gasto calórico) até atingirmos a nossa zona alvo.

Lógico que você vai precisar de algum condicionamento prévio para fazer estes intervalos com esforço maior. Por isso, se você é um iniciante, pedale regularmente por  alguns meses para conhecer seu corpo e se adaptar ao esporte e aos seus batimentos., antes de iniciar esta rotina!

Abaixo temos um exemplo de treino “intervalo milagre”:
• Aquecer durante 20 minutos a um esforço aeróbio
• 3 x 30 segundos pedalando com todo seu esforço (batimentos até 90% de sua FCmax), com 04:30 segundos de “giro leve” para recuperar;
• 3 x 20  segundos pedalando com todo seu esforço (batimentos até 90% de sua FCmax), com 04:40 segundos de “giro leve” para recuperar;
• 3 x 10 segundos  segundos pedalando com todo seu esforço (batimentos até 90% de sua FCmax), com 04:50 segundos de “giro leve” para recuperar;
• “Resfriar” por 5 minutos, girando bem leve, até abaixo de sua zona aeróbica.

Respeite a sua recuperação.

Lembre-se de que treinamentos pesados só funcionam se você permitir que seu corpo se recupere. Você precisa de passeios leves e dias de folga também, diz Bernhardt.  ”O maior erro que eu vejo ciclistas fazendo é que eles treinam pesado todos os dias, as vezes mais de uma vez por dia” diz ela. Nessa situação, a fadiga embota todas as adaptações que fazem de você um melhor “queimador de gordura”. Em qualquer semana, Bernhardt recomenda não fazer mais de três pedais “pesados”, que podem ser este intervalado, ou aquele pedal com seu grupo que “puxa mais”, ou aquele mais focado em subidas, ou até um pedal bem mais longo que o seu habitual.

Lembre-se  também de  ter um sono adequado. O sono é quando seu corpo se “auto-repara” e se recupera totalmente. Além disso, pesquisas demonstram que ao “economizarmos” no sono, retardamos nosso seu metabolismo, o quê, obviamente, não é benéfico para a queima de gordura, e leva ao ganho de peso.

Faça alguns pedais “café” a cada semana.

Quando os depósitos de glicogênio estão baixos, seu corpo é forçado a retirar de suas reservas de gordura, razão pela qual ciclistas profissionais juram fazer alguns treinos na sua rotina semanal em jejum. E é mais fácil de fazer isto na parte da manhã. Uma ou duas vezes por semana, você pode tomar um café preto, que estimula a liberação de ácidos graxos em sua corrente sanguínea e ir para o seu pedal, tomando seu café da manhã quando você retornar. “Se você está indo pedalar  mais de uma hora e meia, leve comida com você e começe a comer depois de cerca de uma hora e quinze minutos”, diz Bernhardt.

Algumas pesquisas sugerem que fazer duros esforços em jejum aumenta suas adaptações de queima de gordura ainda mais. Então, se o tempo é curto, você pode se levantar, partir para fazer seus “intervalos milagrosos”, voltar e tomar seu “café da manhã”, e depois seguir seu dia!

Comer mais gordura.

Baixo teor de gordura está oficialmente morto! E se você quiser ser um “queimador de gordura” mais eficiente, comer mais gordura ajuda, especialmente se você comer mais ômega-3 através de peixes gordos, nozes e abacates. A pesquisa mostra que esses ácidos graxos ativam os receptores em seu trato digestivo que melhoram seu metabolismo de queima de gordura. Bernhardt pessoalmente recomenda ingerir cerca de 50 por cento de suas calorias diárias deste tipo de  gordura. “Acho que quando meus atletas ingerem um alto percentual de calorias provenientes de gordura, eles só precisam de cerca de 70 a 100 calorias por hora em suas bicicletas. Mas atenção: a ingestão de gordura não deve acontecer durante a noite. Outra coisa: “você precisa dar seu corpo várias semanas para se adaptar antes de você se sentir realmente bem durante os treinos principais “, diz ela. Ou seja: se você é um ciclista recreacional que pedala “de vez em quando”, esqueça esta história de 50 % de gordura em sua dieta. E lembre-se que esta gordura deve vir dos ácidos graxos provenientes do “omega-3″, e não do fast food mais próximo!

E, para finalizar, mais um mito que cai! Ignore os alimentos energéticos para pedais curtos. Sim, até mesmo “máquinas de queima de gordura” precisa para alimentar-se durante longos e/ou treinos mais pesados e competições. Mas muitos ciclistas comem muito, ingerindo barras energéticas e bebidas isotônicas antes, durante e depois de cada pedal, atrapalhando assim sua queima de gordura e, em alguns casos, até ganhando peso! Para passeios de menos de uma hora, deixe as bebidas esportivas e as barrinhas em casa.

Esperamos com isto tornar você uma verdadeira “máquina de queimar gordura”!

Sempre lembrando que, ao decidir treinar mais pesado, procure seu médico e faça antes uma avaliação de seu estado de saúde geral!

Boas pedaladas!


Postado em 15 de fevereiro por gugamachado

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Você sabe calibrar os pneus da sua bike?

Ao contrário do imaginário geral, são as partes móveis da nossa bicicleta as mais importantes no desempenho dela! Não adianta nada ter um super câmbio, uma ótima suspensão, um freio a disco de última geração, se nosso movimento central, pedivela, cubos e rodas são de qualidade ruim. Então os primeiros “upgrades” em nossas magrelas devem ser as partes móveis.

Disto isto, não adianta nada ter uma roda e pneu de excelente qualidade, se não soubermos utilizar a calibragem correta. O objetivo deste post é instruir da melhor maneira possível o ato de calibrar nossos pneus, que não é tão simples quanto parece! Vamos lá?

O primeiro erro  comum é não conhecermos a calibragem correta de nossos pneus. Se você está enchendo seus pneus com uma “bomba de pé (chão)” ela provavelmente tem um relógio que registra a pressão do pneus. Na grande maioria das vezes, este relógio registra a pressão atual da bomba, e não do pneu. Só aí já podemos ter uma falha grande em nossa calibragem. Temos relatos de erros de mais de 10 PSI de diferença !!!! Para corrigir este erro, o ideal é um medidor/calibrador de pressão avulso, facilmente encontrado no mercado. Inclusive existem até versões digitais. Com isto, você enche seu pneu e verifica a calibragem a partir de um medidor destes.

 

Cada pneu tem a sua medida de calibragem em “PSI” ( forma abreviada do inglês pound force per square inch) e tem na sua face lateral impressa a medida máxima permitida para calibragem (veja exemplo abaixo, cujo valor é 36 PSI)

 

Normalmente, usamos a mesma medida de calibragem no pneu dianteiro e traseiro. Porém, nosso peso maior vai concentrado na roda traseira. Então aqui vai mais uma consideração importante!

Se você quer saber o quanto de diferença pode ter na calibragem dianteira e traseira, faça um teste simples:

1-) Pese-se com todo seu uniforme/ roupa (calçados/sapatilhas inclusos) segurando sua bicicleta;

2-) Ponha uma das rodas da bicicleta na balança e apoie a outra roda num bloco do mesmo tamanho da balança de modo a deixar a bike estável para você montá-la, e peça para um amigo apoiar você e sua bicicleta nesta posição, e verifique o peso acusado na balança.

3-) Mude a balança para a outra roda e faça o mesmo procedimento.

O montante total deve corresponder ao seu peso estático obtido no passo 1, e o peso dos passos 2 e 3 vai de lhe dar a percentagem de peso total em cada roda. Veja a diferença!

A má notícia é que aparentemente não existe nenhuma fórmula apoiada cientificamente, para ajustar a pressão dos pneus com base na distribuição de peso. Este é apenas um teste instrutivo porquê lhe mostra a diferença de peso entre uma roda e outra, mas não vai dar-lhe uma equação precisa para ajustar a pressão dos pneus. Vai somente te dar uma idéia de proporção.

A verdade é que qualquer que seja a pressão de sua preferência, ela vai depender de uma variedade de coisas, incluindo sua escolha de tipo de pneus e estilo de pilotagem. Mas a partir deste teste fica claro que você não deve utilizar  a mesma pressão frontal e traseira. Se você pesa 70 quilos, tem uma distribuição de peso 60-40, que seria 40 quilos sobre a roda traseira e 30 quilos na parte da frente. Então o ideal é você utilizar menos pressão na frente. De 15 a 20% de pressão a menos já é suficiente para equilibrar esta diferença.

Uma coisa importante: pneus vazam ar ao longo do tempo.Você verifica a pressão de seus pneus regularmente?

Câmaras “butil” (o tipo mais comum) vazam muito menos do que as versões de látex mais leves, mas eles ainda perde alguns PSI uma semana, principalmente se a bike fica parada! Você não precisa verificar a pressão antes de cada pedal, mas pelo menos uma vez por semana. Pneus “murchos”, além de tornarem a bike mais lenta, são mais suscetíveis a furos!

Nosso padrão é quase sempre “encher a mais”. A pressão máxima listada na parede lateral é geralmente mais para alta, e não leva em conta nenhum dos fatores que influenciam a pressão dos pneus tais como: o tamanho do ciclista, o  tipo de terreno, dentre outros fatores.

Durante muito tempo fomos “doutrinados” a pensar que  pressões mais elevadas oferecem menos resistência ao rolamento. E pressões mais elevadas também reduzem a probabilidade de furos. Como dissemos acima, isto é verdade.

Porém, se você  mudou para pneus mais largos, você deve baixar a pressão. Eis o porquê:

• Pneus mais largos têm um volume maior, então você deve diminuir a pressão proporcionalmente. Eles também têm menos deformação da parede lateral, que reduz a resistência ao rolamento em comparação com pneus estreitos a uma dada pressão.

• A resistência ao rolamento faz aumentar com a pressão mais baixa, mas vários estudos revelam que em vários pneus de estrada, a resistência ao rolamento aumenta apenas ligeiramente, na ordem de alguns watts de potência, mesmo com pressões para baixo de 60 PSI em pneus de estrada padrão. As maiores diferenças na resistência ao rolamento não estão em pressão, mas no tipo de pneu que você está usando.

• A menor pressão aumenta aderência em curva, em parte através do aumento da área de contato. Um pneu de baixa pressão também deforma mais em torno da superfície da estrada, o que é, em parte, o responsável pelo aumento na resistência ao rolamento. Mas um pneu muito inflado vai te passar no guidão todas as irregularidades do terreno. Então ao utilizarmos uma pressão mais baixa, você ganha bônus: Além de aumentar a aderência de sua bike, você também sentirá muito mais conforto, principalmente em caminhos “off-road”!

Experimente murchar seus pneus dianteiro e traseiro, digamos, 5 por cento cada (por cento, não PSI, porque lembre-se, dianteiro e traseiro são diferentes e devem ser alteradas proporcionalmente). Vá pedalar e veja como sente a bike. Se for o caso, diminua um pouco mais.

Pode demorar um pouco, mas ao “achar” pressão ideal dos seus pneus você terá de brinde uma viagem mais confortável com uma sensação de maior segurança ao fazer curvas mais fechadas, principalmente em trilhas. Se perceber a roda da frente “bobear” um pouco nas curvas, no próximo rolê aumente um pouco mais a calibragem.

Daí, ao encontrar a sua calibragem ideal, lembre-se de anotá-la e guardar esta anotação!

Porém se você  mudar o tamanho e/ou marca de pneus, deve repetir todo este processo novamente!

Boa sorte com mais esta dica!


Postado em 8 de fevereiro por gugamachado

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5 Maneiras de fazer a sua velha bicicleta sentir como nova !!!

Se os conselhos que demos aqui não funcionaram e você não conseguiu comprar uma bike nova, então o jeito é reformar sua bike antiga mesmo!

Com o tempo, sua bicicleta vai sentindo o “peso da idade”, e as coisas passam a não mais funcionar devidamente, piorando em muito a experiência do pedalar…E nos tempos difíceis que estamos vivendo, a ordem é aproveitar tudo ao máximo, consertando, reciclando e seguindo adiante até onde der!

Assim, damos algumas dicas para fazer sua velha companheira voltar a ser digna dos mais épicos pedais!

1. Troque todas as borrachas! 

Quando foi a última vez que você substituiu seus pneus? Se eles são pneus de estrada (mais finos e lisos), devem estar ficando com o meio da banda de rodagem “plana/ gasta” e com certeza devem estar apresentando pequenos cortes ao longo do pneu, certo? E se for um pneu de montanha, os “cravos” laterais ainda estão intactos ou eles já estão mostrando ruptura nas bordas?

Além dos sinais de desgaste óbvios, a borracha em seus pneus vai ficando mais “dura” ao longo do tempo. Assim, nada traz mais “vida nova” a uma bicicleta como um novo conjunto de pneus, especialmente se  você estiver atualizando para algum pneu melhor!

Para ciclistas de estrada, se a estrutura de quadro e garfo de sua bicicleta permitir, porquê não utilizar um pneu mais largo? Com isto, seus pedais ficarão mais confortáveis e estáveis!

O mesmo vale para as mountain bikes, que naturalmente já possuem pneus mais largos, mas que muitas vezes podem comportar uma largura maior ainda, que dentro de um certo limite (máximo de 2.50 polegadas) vai melhorar muito seu pedal em termos de conforto.

E quando for trocar seus pneus, verifique as suas câmaras de ar e aros. Estes não vão fazer muita diferença em termos de “pilotagem”, porém certamente podem te livrar da inconveniência de um furo…

Com os pneus já checados, verifique as outras partes de borracha na bicicleta – as “sapatas” dos freios, se sua bicicleta tiver freios do tipo “v-brake_ ou “canti-lever”, pois se os mesmos estiverem desgastados podem comprometer sua frenagem e até mesmo danificar seus aros. Se seu freio for a disco, verifique também suas pastilhas!

2. Substitua os seus “pontos de contato”

É senso comum que uma fita de guidão ou manoplas novas deixam sua bike “mais jovem” imediatamente!E certamente isto é verdade! Porém é importante não ignorar seus outros pontos de contato do seu corpo com a sua bicicleta também.

Os selins se desgastam ao longo do tempo e a espuma interna pode perder a sua firmeza, não fornecendo mais o apoio necessário para seu conforto. Assim, se o seu selim está gasto no meio, ou mesmo apresenta algumas rachaduras, é hora de substituí-lo!

Na dúvida, visite sua “bike shop” de confiança para avaliar a condição de seu selim atual. Hoje existem modelos bem leves e confortáveis que podem revolucionar sua experiência no pedal. Mas lembre-se que a máxima “quanto maior melhor” não é verdadeira. O melhor selim é aquele mais anatômico e que se encaixa melhor em você. Portanto, ao trocar de selim, não deixe de testar o novo devidamente!

Mesma história nos seus pedais. Eles contém partes móveis que não duram eternamente! Peça uma avaliação por parte de seu mecânico, e se for o caso, faça a substituição. Aproveite para experimentar os pedais do tipo “clip”, pois, mesmo se você for um ciclista urbano, estes aumentam em muito sua performance na pedalada, e hoje em dia existem muitas sapatilhas para uso urbano com visual bem interessante e casual!

3. Os cabos são “as veias” de sua bicicleta!

Considere um cabo gasto, sujo ou enferrujado como uma artéria entupida – e, assim como no nosso corpo, isto é uma má notícia para a sua bike. Substituir e/ou lubrificar seus cabos é algo relativamente barato e que vai melhorar muito sua experiência de pedalar!

Utilize os sistemas comuns de cabos de aço inoxidável e faça a lubrificação interna com lubrificante do tipo “teflon”.

E depois mantenha-os sempre limpos e lubrificados.

3. Como está sua corrente?

Normalmente, este é um dos pontos mais negligenciados pelo ciclista. E deveria ser exatamente o contrário.

Regularmente, você deve limpar e lubrificar sua transmissão. O ideal é “lavar” mesmo sua corrente, com água e sabão, tirando toda sujeira e lubrificação antiga, para então utilizar algum desengraxante/ lubrificante do tipo “WD 40”, lubrificando cada elo com um óleo específico ao final desta lavagem.

Uma corrente suja atrapalha muito a eficiência do seu pedal. Você pode encontrar dicas de manutenção de sua transmissão aqui!

Mas antes disto verifique o estado geral da corrente e veja se não é o caso de substituí-la. Na dúvida, procure seu mecânico de confiança.

5. Como estão seus rolamentos?

Diz o ditado que “o que os olhos não vêem, o coração não sente”. Como os rolamentos é a mesma coisa. Como são componentes escondidos, e nem sempre conseguimos “ouvi-los” rangendo, costumamos não dar muita atenção a eles…

A boa notícia é que muitas bicicletas modernas usam ‘rolamentos selados’, também conhecido como ‘rolamentos de cartucho’, e que têm uma durabilidade muito grande! Porém, quando você sentir sua bicicleta “áspera” ou apresentando muitos “rangidos” durante o pedal, a melhor solução é substituí-los. Infelizmente, dependendo de como eles estão instalados, você pode precisar de algumas ferramentas especializadas.

Neste caso o ideal é realizar o serviço na sua bike shop de confiança. E procure utilizar os melhores rolamentos que seu dinheiro puder pagar (compatível com os componentes de sua bike, é claro). Estes rolamentos estão presentes nos seus cubos de roda, movimento central, caixa de direção e pedais.

E é impressionante a diferença que rolamentos novos e de boa qualidade trazem ao seu pedal!

Finalizando, esperamos que, ao levar em consideração todos itens acima, você volte a ter um caso de amor com sua bicicleta!!!


Postado em 31 de janeiro por gugamachado

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Saiba tudo sobre o novo sistema de compartilhamento de bicicletas de São Paulo!

Itaú Unibanco, Tembici. e Prefeitura de São Paulo inauguram novo sistema do Bike Sampa. Capital paulista é a segunda cidade do Brasil a receber o novo modelo. Segunda fase do projeto marca o início do Estação Bike, iniciativa que integrará cinco estações em transportes públicos da cidade

 

Ontem (terça-feira, 30 de janeiro) estivemos no “Largo da Batata”, no tradicional bairro paulistano de Pinheiros, para a inauguração novo Bike Sampa, que traz a tecnologia de um dos mais modernos e robustos sistemas de compartilhamento de bicicletas do mundo. A capital paulistana é a segunda cidade do País a receber o novo sistema de compartilhamento de bicicletas (“bike sharing”).

Distribuídas em pontos estratégicos da cidade, como o próprio Largo da Batata, em Pinheiros, as 25 primeiras estações e 250 bicicletas estão à disposição da população nessa etapa. A implantação completa do sistema será realizada até o fim do semestre.

A Tembici vai operar o sistema e terá como fornecedora a PBSC Urban Solutions, líder mundial em sistemas de compartilhamento de bicicletas. A empresa tem atualmente mais de 50 mil bicicletas distribuídas em três continentes e em mais de 20 cidades, que somam mais de 160 milhões de viagens. Sua tecnologia e equipamentos estão sendo usados nas principais cidades do mundo, como Chicago, Guadalajara, Londres, Montreal e Toronto.

O Itaú continua como patrocinador do Bike Sampa, investindo recursos para a modernização e operação do sistema de empréstimo de bicicletas da cidade desde 2012. Atualmente, conta com cerca de 800 mil usuários cadastrados, que já realizaram mais de 2,4 milhões de viagens com as “laranjinhas”, como ficaram conhecidas, somente em São Paulo. O objetivo da troca do sistema é tornar a experiência do compartilhamento de bicicleta na capital paulistana mais segura, confortável, eficiente e sustentável.

Veja abaixo alguns detalhes das bicicletas do sistema em nossa galeria exclusiva!

CONFIRA O QUE MUDA Nas bicicletas:

- design mais moderno e exclusivo para compartilhamento, sendo mais leves, ergonômicas e robustas;
- cesto adaptável para o tamanho da bagagem de mão do ciclista, sem acumular água ou sujeira;

- pneus com lados reflexivos e Aro 24 proporcionam uma pedalada mais dinâmica, segura e confortável. Possui tecnologia antifurto, exclusiva no Brasil;

- cobre-corrente, que protege a roupa do ciclista;
- banco confortável e canote de selim com marcas para ajuste de altura;

- sistema de freio “Roller Brake” (freio de rolete), que garante freadas mais seguras;
- configuração de marchas para três velocidades;
- refletores frontais e traseiros com sistema de iluminação “Dynamo”, com 10 mil horas de vida útil e que permanece aceso por até 90 segundos, dando mais segurança ao ciclista que aguarda no semáforo;
- dispositivo de trava com sistema antifurto.

O que muda NAS ESTAÇÕES:

- layout exclusivo, sendo concebidas para operar de forma ágil, inteligente e simples;
- abastecimento por painéis solares que garantem a autossuficiência energética (preparadas para eventual uso de bicicletas elétricas);
- solução modular para as bicicletas, sendo possível adicionar ou remover docks (suporte de estacionamento de bicicletas), conforme a necessidade, sem precisar de fixação ao solo;
- média de 18 vagas por estação;
- quiosques com interface de pagamento digital, de forma mais didática e de fácil utilização, com comunicação sem fio que agiliza o processamento de pagamentos e a transmissão de dados.

No aplicativo, o ciclista poderá:

- planejar o passeio, pagar e desbloquear a bicicleta com o código gerado pelo aplicativo;
- encontrar estações próximas manualmente ou usando o GPS do dispositivo;
- encontrar bicicletas disponíveis por pontos de devolução livres;

- marcar as estações favoritas;
- encontrar rota para um destino com informações de distância e elevação; – registrar as viagens com o GPS.

“É uma nova fase do Bike Sampa que se inicia, com novos equipamentos e tecnologias inovadoras. Esse novo momento é mais uma demonstração do quanto nós acreditamos cada vez mais na causa da mobilidade urbana e na relevância que as bicicletas podem ter como meio de transporte nas cidades”, destaca Luciana Nicola, superintendente de Relações Governamentais e Institucionais do Itaú Unibanco.

Tomás Martins, CEO da Tembici., afirma que “estamos muito felizes em implantar no Brasil o sistema mais utilizado de bicicletas compartilhadas no mundo. Além de trazer nova tecnologia, nós estudamos os sistemas de mais sucesso e aplicamos os processos de gestão e distribuição das estações no novo Bike Sampa. A Tembici. repensou todo o projeto, e o usuário agora poderá contar com um projeto de bicicletas compartilhadas funcional para seu dia-a-dia”.

“Estamos entusiasmados em trazer a mais recente tecnologia de compartilhamento de bicicletas sustentável para os habitantes de São Paulo e contribuir para o espírito icônico da cidade através deste importante marco do projeto de mobilidade do Brasil”, comemora Luc Sabbatini, CEO da PBSC Urban Solutions. “Encontramos parceiros fortes no Itaú e na Tembici., e acreditamos que essa colaboração resultará em um dos melhores sistemas de compartilhamento de bicicletas do mundo”.

“Oferecer a possibilidade do serviço de bicicleta compartilhada é um passo muito importante na direção da mobilidade ativa na cidade de São Paulo. As pessoas poderem usar bicicletas sem serem donas, podendo recolhê-las ou devolvê-las onde acharem melhor, oferece flexibilidade e a oportunidade de se deslocarem na cidade de bicicleta”, diz Sérgio Avelleda, secretário municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.

Confira abaixo as estações que começam a funcionar no mês de janeiro:

Número

Nome

Endereço

1

Largo da Batata

Av. Brigadeiro Faria Lima, esquina R. Teodoro Sampaio. No acesso ao metrô Faria Lima (lado ímpar)

3

CPTM Pinheiros

R. Gilberto Sabino, 138/ ao lado do ponto de ônibus e estação Pinheiros da CPTM

5

Rua Butantã

Travessa da R. Butantã, altura do número 316

7

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Praça Joaquim Roberto

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Av. Rebouças, em frente ao número 3642

10

Rua Campo Verde

Rua Campo Verde, 231

11

Praça Faria Lima

Rua Cardeal Arcoverde / esquina com Av. Brigadeiro Faria Lima

13

Esporte Clube Pinheiros Funcionários

R. Angelina Maffei Vita, 524

15

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Rua Prof. Artur Ramos

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Rua Professor Artur Ramos, em frente ao número 350

16

Esporte Clube Pinheiros Boliche

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R. Hans Nobiling, oposto ao número 47

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17

Rua José Gonçalves de Oliveira

R. José Gonçalves de Oliveira, 44 / esquina Av Brig Faria Lima

19

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Av. Dr. Cardoso de Melo

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R. Funchal, cruzamento com Av. Dr. Cardoso de Melo / no canteiro central

21

Parque do Povo portão 1

Av. Henrique Chamma, próximo ao Portão 1 do Parque do Povo

22

Rua Leopoldo Couto

Rua Leopoldo Couto de Magalhães Junior, em frente ao número 1151/1163 / próximo à Rua Jusseapê

23

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CPTM Vila Olímpia

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Rua Gomes de Carvalho, oposto ao número 1996 / em frente ao acesso à estação Vila Olímpia da CPTM

24

Rua Funchal

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Rua Funchal, oposto o número 129

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25

Rua Helena

Rua Helena, em frente ao número 29

27

Rua Min Jesuíno Cardoso

Rua Ministro Jesuíno Cardoso, oposto ao número 349 / esquina com Av. Faria Lima

28

Rua Comendador Miguel Calfat

Rua Comendador Miguel Calfat, oposto ao número 455 / esquina com Rua Clodomiro Amazonas

29

Rua João Franco

Rua João Franco, em frente ao número 18 / esquina com Rua Clodomiro Amazonas

30

Bandeira Paulista

Rua Bandeira Paulista em frente ao número 1237 / esquina com Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues

35

Rua Benedito Lapin

Rua Benedito Lapin em frente ao número 81 / esquina com Rua Dr. Renato Paes de Barros

36

E.E. Aristides de Castro

Rua Urussuí, oposto ao número 352 / esquina com Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior

38

Viradouro

Rua Viradouro, oposto ao número 30 / esquina com Rua Clodomiro Amazonas

40

Brasília

Rua Brasília, em frente ao número 147 / esquina com Rua Joaquim Floriano

49

Tapinás

Rua Tapinás / esquina com Rua Pedroso Alvarenga

Regras de utilização do novo Bike Sampa:

- o cadastro deve ser atualizado no site www.bikeitau.com.br ou pelo aplicativo Bike Itaú;

- o usuário só pode pegar uma bicicleta emprestada se tiver um plano válido;

- todos os planos dão direito ao cartão do usuário (opcional). O valor do cartão com o frete é de 5 reais;

- os planos mensal e anual podem ser adquiridos pelo aplicativo Bike Itaú (disponível para sistemas Android e IOS), no site www.bikeitau.com.br e no ponto físico de atendimento na Rua José Bento, 314, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, com pagamento somente em dinheiro;

- os planos diários e para três dias podem ser comprados pelo aplicativo Bike Itaú, no site e também diretamente nas estações de autoatendimento. Não haverá venda na sede física;

- o usuário poderá fazer viagens ilimitadas de até 60 minutos, com intervalos de 15 minutos entre elas. Caso tenham mais que 60 minutos, e a regra do intervalo não for respeitada, a hora excedente será tarifada em 5 reais;

- viagens sem respeitar o intervalo de 15 minutos serão tarifadas à parte, no valor de 5 reais, a cada 60 minutos excedentes;

- as viagens que não excederem o período normal de uso não terão qualquer pagamento adicional. Porém, se o usuário retirar a bicicleta antes do intervalo de 15 minutos, sua utilização será cobrada e contabilizada como se fosse uma só viagem;

- o empréstimo da bicicleta pode ser feito através do App, diretamente na estação, usando o cartão do usuário ou o Bilhete Único, que o usuário deve cadastrar no site ou aplicativo;

- os valores dos planos são: diário, 8 reais; por três dias, 15 reais; mensal, 20 reais; e anual, 160 reais;

- o pagamento pode ser realizado pelo App Bike Itaú, no site www.bikeitau.com.br; nos totens de autoatendimento, mas somente com cartão de crédito; e na sede do Bike Sampa, em dinheiro, localizada à Rua José Bento, 314, de segunda a sexta-feira das 8 às 17 horas.

Informações gerais sobre o Bike Itaú e detalhes sobre as mudanças nas bikes e nas estações podem ser conferidas aqui

Em breve faremos nosso test ride exclusivo do sistema e postaremos nossas impressões!

Parabéns aos envolvidos pela iniciativa! E que em breve possamos ampliar cada vez mais os sistemas de compartilhamento Brasil afora!

 



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