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Blog Vou de Bike

Postado em 30 de janeiro por gugamachado

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5 Maneiras de fazer a sua velha bicicleta sentir como nova !!!

Se os conselhos que demos aqui não funcionaram e você não conseguiu comprar uma bike nova, então o jeito é reformar sua bike antiga mesmo!

Com o tempo, sua bicicleta vai sentindo o “peso da idade”, e as coisas passam a não mais funcionar devidamente, piorando em muito a experiência do pedalar…E nos tempos difíceis que estamos vivendo, a ordem é aproveitar tudo ao máximo, consertando, reciclando e seguindo adiante até onde der!

Assim, damos algumas dicas para fazer sua velha companheira voltar a ser digna dos mais épicos pedais!

1. Troque todas as borrachas! 

Quando foi a última vez que você substituiu seus pneus? Se eles são pneus de estrada (mais finos e lisos), devem estar ficando com o meio da banda de rodagem “plana/ gasta” e com certeza devem estar apresentando pequenos cortes ao longo do pneu, certo? E se for um pneu de montanha, os “cravos” laterais ainda estão intactos ou eles já estão mostrando ruptura nas bordas?

Além dos sinais de desgaste óbvios, a borracha em seus pneus vai ficando mais “dura” ao longo do tempo. Assim, nada traz mais “vida nova” a uma bicicleta como um novo conjunto de pneus, especialmente se  você estiver atualizando para algum pneu melhor!

Para ciclistas de estrada, se a estrutura de quadro e garfo de sua bicicleta permitir, porquê não utilizar um pneu mais largo? Com isto, seus pedais ficarão mais confortáveis e estáveis!

O mesmo vale para as mountain bikes, que naturalmente já possuem pneus mais largos, mas que muitas vezes podem comportar uma largura maior ainda, que dentro de um certo limite (máximo de 2.50 polegadas) vai melhorar muito seu pedal em termos de conforto.

E quando for trocar seus pneus, verifique as suas câmaras de ar e aros. Estes não vão fazer muita diferença em termos de “pilotagem”, porém certamente podem te livrar da inconveniência de um furo…

Com os pneus já checados, verifique as outras partes de borracha na bicicleta – as “sapatas” dos freios, se sua bicicleta tiver freios do tipo “v-brake_ ou “canti-lever”, pois se os mesmos estiverem desgastados podem comprometer sua frenagem e até mesmo danificar seus aros. Se seu freio for a disco, verifique também suas pastilhas!

2. Substitua os seus “pontos de contato”

É senso comum que uma fita de guidão ou manoplas novas deixam sua bike “mais jovem” imediatamente!E certamente isto é verdade! Porém é importante não ignorar seus outros pontos de contato do seu corpo com a sua bicicleta também.

Os selins se desgastam ao longo do tempo e a espuma interna pode perder a sua firmeza, não fornecendo mais o apoio necessário para seu conforto. Assim, se o seu selim está gasto no meio, ou mesmo apresenta algumas rachaduras, é hora de substituí-lo!

Na dúvida, visite sua “bike shop” de confiança para avaliar a condição de seu selim atual. Hoje existem modelos bem leves e confortáveis que podem revolucionar sua experiência no pedal. Mas lembre-se que a máxima “quanto maior melhor” não é verdadeira. O melhor selim é aquele mais anatômico e que se encaixa melhor em você. Portanto, ao trocar de selim, não deixe de testar o novo devidamente!

Mesma história nos seus pedais. Eles contém partes móveis que não duram eternamente! Peça uma avaliação por parte de seu mecânico, e se for o caso, faça a substituição. Aproveite para experimentar os pedais do tipo “clip”, pois, mesmo se você for um ciclista urbano, estes aumentam em muito sua performance na pedalada, e hoje em dia existem muitas sapatilhas para uso urbano com visual bem interessante e casual!

3. Os cabos são “as veias” de sua bicicleta!

Considere um cabo gasto, sujo ou enferrujado como uma artéria entupida – e, assim como no nosso corpo, isto é uma má notícia para a sua bike. Substituir e/ou lubrificar seus cabos é algo relativamente barato e que vai melhorar muito sua experiência de pedalar!

Utilize os sistemas comuns de cabos de aço inoxidável e faça a lubrificação interna com lubrificante do tipo “teflon”.

E depois mantenha-os sempre limpos e lubrificados.

3. Como está sua corrente?

Normalmente, este é um dos pontos mais negligenciados pelo ciclista. E deveria ser exatamente o contrário.

Regularmente, você deve limpar e lubrificar sua transmissão. O ideal é “lavar” mesmo sua corrente, com água e sabão, tirando toda sujeira e lubrificação antiga, para então utilizar algum desengraxante/ lubrificante do tipo “WD 40”, lubrificando cada elo com um óleo específico ao final desta lavagem.

Uma corrente suja atrapalha muito a eficiência do seu pedal. Você pode encontrar dicas de manutenção de sua transmissão aqui!

Mas antes disto verifique o estado geral da corrente e veja se não é o caso de substituí-la. Na dúvida, procure seu mecânico de confiança.

5. Como estão seus rolamentos?

Diz o ditado que “o que os olhos não vêem, o coração não sente”. Como os rolamentos é a mesma coisa. Como são componentes escondidos, e nem sempre conseguimos “ouvi-los” rangendo, costumamos não dar muita atenção a eles…

A boa notícia é que muitas bicicletas modernas usam ‘rolamentos selados’, também conhecido como ‘rolamentos de cartucho’, e que têm uma durabilidade muito grande! Porém, quando você sentir sua bicicleta “áspera” ou apresentando muitos “rangidos” durante o pedal, a melhor solução é substituí-los. Infelizmente, dependendo de como eles estão instalados, você pode precisar de algumas ferramentas especializadas.

Neste caso o ideal é realizar o serviço na sua bike shop de confiança. E procure utilizar os melhores rolamentos que seu dinheiro puder pagar (compatível com os componentes de sua bike, é claro). Estes rolamentos estão presentes nos seus cubos de roda, movimento central, caixa de direção e pedais.

E é impressionante a diferença que rolamentos novos e de boa qualidade trazem ao seu pedal!

Finalizando, esperamos que, ao levar em consideração todos itens acima, você volte a ter um caso de amor com sua bicicleta!!!


Postado em 16 de janeiro por gugamachado

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10 Razões para te convencer a comprar uma bicicleta nova!

Diz o dito popular: será que eu devo casar ou comprar uma bicicleta? Por aqui, nós acreditamos nos dois! E a imagem acima reflete bem isto! Afinal, por que não casar de bike, como fez nosso amigo Willian Cruz, do Vá de Bike?

Mas nosso objetivo aqui é falar da bicicleta, pois casamento é realmente algo muito complexo para tratar num simples post…

E daí vem a pergunta: será que eu preciso de uma bicicleta nova? São tantos modelos, tantas escolhas, tantas funções diferentes…Mas também, se eu tivesse uma bike nova eu usaria ela mais, pedalaria mais pro trabalho, me exercitaria mais, o que me ajudaria muito na minha saúde e nas minhas finanças, além de poupar meu tempo, pois a bike e um veículo muito eficiente nos deslocamentos urbanos…

Mas, qual o número certo de bikes para se ter? Aqui temos uma complexa fórmula matemática, que é N + 1, sendo que N é o número atual de bicicletas que você possui…Ou seja, se você realmente pedala, sempre está de olho num outro modelo, que vai trazer uma nova vantagem…E bicicletas são coisas mágicas, onde, sem ostentação, tanto faz uma bike de “magazine” quanto o último modelo daquela marca cobiçada, a sensação de liberdade e vento no rosto será sempre a mesma!

Então, se você está procurando uma razão para aumentar sua coleção, deixa a gente te ajudar! Afinal, sabemos como começa…Primeiro você manda arrumar aquela sua velha bicicleta que estava encostada tomando poeira em algum canto da sua casa…Passado algum tempo e muito prazer, você descobre que ela, apesar de tudo, já não te atende mais em certos percursos…Daí volta na loja e é apresentado ao fabuloso mundo das “Mountain Bikes”…. Muitas trilhas depois, você começa a sentir falta de desempenho, e percebe que todos os seus amigos que “pedalam mais forte” costumam treinar de “Speed” ou “Road Bikes”….Daí já viu né??? Mas nenhuma delas é muito adequada para se utilizar como meio de transporte, então….

Então, se você está procurando uma razão para adquirir esta nova bike que você está cobiçando, ou precisa de uma justificativa convincente para persuadir o seu parceiro/pais/ gerente de banco que isto não é um desperdício de dinheiro, vamos ajudá-lo com estas (desculpas esfarrapadas) justificativas profundas!

Seria bom você iniciar praticando-as na frente de um espelho para garantir que você tenha um discurso suave e natural!

1. Minha bicicleta velha está quebrada!

Uma velha e boa desculpa, e muito difícil de ser combatida! Tudo bem que esta “quebra” pode variar muito… Um pneu furado e alguns raios quebrados não são exatamente algo irreparável, mas muita ferrugem, rachaduras, peças que se soltam sozinhas, câmbios e freios que não funcionam, certamente sugerem que é hora de uma nova bicicleta!

2. Eu preciso vender minha bicicleta  antiga antes que seu valor de revenda caia!

A indústria de bicicletas está inovando mais rápido do que uma sala cheia de engenheiros da Apple, ou assim parece. Esta bike na qual você acabou de investir uma fortuna estará obsoleta antes da próxima estação do ano, então, se você quiser vendê-la a um bom preço é melhor fazê-lo rapidamente. E, claro, ter uma bicicleta nova para substituí-la.

3. A nova bicicleta é realmente a bike que você sempre quis e você nunca mais vai precisar de outra

Esta razão deve ser utilizada com muito cuidado. É um argumento para se utilizar uma só vez, pois pode colocar suas futuras compras em risco!

Essencialmente, este argumento pode significar que todas as bicicletas que você teve antes não eram muito boas, e, finalmente, as novas tecnologias e design das bicicletas se uniram para criar a “bicicleta definitiva”, com geometria e componentes incríveis e um visual “matador”! Ou seja, a bicicleta para acabar com todas as bicicletas!

Até a próxima ser lançada…

4. A nova bicicleta vai me ajudar a ficar “em forma”

Se você adquirir esta nova bike, vai pedalar mais e ficar mais saudável e “em forma”. Este argumento é bem forte, pois todo mundo sabe que as bicicletas são boas para o seu bem-estar físico e mental, certo? E quanto mais “em forma” você estiver, menor o risco de desenvolvimento de várias doenças, tais como as doenças cardíacas, no futuro. Quando você pensa sobre isso, não é apenas uma bicicleta nova, mas um investimento em sua saúde futura.

5. A nova bike vai realmente me poupar dinheiro

Apesar do investimento na novíssima bicicleta, se você tivesse este determinado modelo você estaria economizando o dinheiro gasto em transporte/academia/remédios. Assim, embora você esteja gastando dinheiro em uma bicicleta nova, na realidade, você está economizando dinheiro no longo prazo.

6. Eu tenho que comprá-lo antes que a economia enlouqueça!

Em face da incerteza econômica global provocada pela Brexit / Donald Trump / Dilma-Temer, existem chances reais dos preços subirem! . Então, realmente é crucial que você compre sua bike agora!

7. Eu sei que já tenho uma bicicleta de estrada, mas as estradas são irregulares  e uma bicicleta “off road” (MTB) seria mais apropriada

Nós usamos um exemplo de bicicleta de estrada aqui, mas existem muitas variações sobre o tema. Tudo se resume a garantir que sua bike seja realmente apta ao seu percurso, certo?

Você não gostaria de destruir seu querido quadro de fibra de carbono em estradas irregulares…Afinal, as “mountain bikes” são feitas para isto! Da mesma forma, aquela linda bicicleta de montanha “full suspension” que você comprou para as suas aventuras “all-mountain”  não vai assim tão bem nas curtas e sinuosas estradas de terra próximas de sua casa…Seria muito mais divertido ter uma MTB clássica do tipo “hard tail”, né?

Variações sobre o tema…Claro que sempre se preocupando com a segurança do ciclista e com a durabilidade da bike…

8. É mais barato comprar uma nova bicicleta do que atualizar a antiga

Você está com sua bike atual a algum tempo, e agora ela precisa de uma bela manutenção! Se tiver que trocar peças,  não será nada barato! Quando você tiver feito orçamento de um novo grupo de componentes, suspensão dianteira, rodas e pneus mais leves, além da revisão em sim, vai concluir que este custo as vezes pode chegar perto de uma bike nova! Além disso, ao comprar uma nova bike, você pode vender a antiga e obter algum dinheiro para ajudar no custo da nova aquisição!

Claro, são grandes as chances de você não querer vender sua bike antiga…

9. Eu estou apoiando o comércio local e nacional

Lojas de bicicletas locais são uma parte importante da economia da bicicleta, muitas vezes agindo como o centro social e cultural da cena local. Seu mecânico amigo está sempre à disposição para oferecer conselhos ou ter longas conversas sobre o mais recente grupo de componentes ou os resultados das competições mais recentes. Passar em sua loja local garante que eles possam continuar a sobreviver, e também significa que você terá um atendimento e um serviço muito mais eficiente no caso de um problema em sua nova bike.

E nós poderíamos ir mais longe! A economia nacional precisa do dinheiro circulando a fim de crescer. Assim, através da compra de uma bicicleta você está realmente ajudando o país, impulsionando a economia e ajudando a combater a recessão. Comprar uma bicicleta é o seu dever patriótico!

10. Minha bicicleta velha está desatualizada

Os padrões da indústria mudaram, há um monte de novas tecnologias e novo grupo de acessórios, câmbios e freios saindo em uma base quase diária. Assim, se você não se atualizar, você ficará como uma “Brompton” (bicicleta dobrável) num campo de “Pinarellos” (bicicleta do tipo “road” de alta performance), ou seja, você vai ser deixado para trás, tentando andar na estrada empoeirada por todos os outros ciclistas que se atualizaram. E você não quer isso, não é?

A alternativa

Se nenhum destes argumentos funcionarem, você sempre pode tentar o caminho da “ilusão”. Certifique-se de que sua nova bicicleta é tão semelhante à antiga quanto possível, em seguida, afirme que é a mesma bike!

Atenção: isto só funciona se a pessoa que você está tentando convencer não é ciclista…

 

 


Postado em 8 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Comece o novo ano pedalando!

Eu vou de bike

Começo de ano é sempre a mesma coisa, com metas e resoluções que acabam esquecidas na rotina diária ao longo dos meses. Se a sua resolução para 2020 é ter uma vida mais saudável, a bicicleta pode ser uma ótima opção!

Para começar 2020 pedalando, separamos alguns textos que já publicamos aqui no Eu Vou de Bike que dão ótimas dicas para quem pensa em começar a rodar de bicicleta por aí, seja para lazer ou como uma ótima forma de transporte.

Antes de mais nada, você precisa saber que a decisão de começar a trocar o carro pela bicicleta não é tão difícil quanto parece. Para fazer esta troca de maneira prazerosa, a primeira questão é a escolha do trajeto. Você deve, sempre que possível, evitar as grandes avenidas, especialmente no início. E, mesmo quando se tornar um atleta e tiver mais experiência na bike, pense bem: é muito mais gostoso andar por ruas calmas e arborizadas! Veja mais dicas aqui no post inaugural deste site!

Depois que você decidiu pedalar, é muito importante saber quais são os equipamentos de segurança recomendados para um trajeto mais seguro. Luzes de identificação, buzina, faróis…

Quando pedalamos em parques ou nas ruas, temos de ter consciência que estamos operando um veículo como outro qualquer. Portanto, nosso comportamento sobre a bicicleta deve seguir um padrão para, por exemplo, indicar aos motorista que vamos dobrar uma esquina.

Se você que se aprofundar no assunto, vale dar uma olhada no texto em que explicamos algumas noções de ergonomia para a compra da bike e como se comportar sobre a bicicleta em dias de chuva.

Veja também como travar a sua bicicleta com mais segurança no paraciclo e como NÃO estacionar sua bicicleta. Por fim, veja algumas dicas de manutenção para que sua bike não te deixe na mão no meio da pedalada.

Com as informações acima, você já pode sair pedalando tranquilamente pelas ruas da sua cidade. Comece aos poucos, vá pegando confiança e aproveite o mês de férias para circular mais, uma vez que as ruas estão bem mais vazias.

Feliz 2018 e boas pedaladas!


Postado em 25 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Feliz Natal e um Excelente 2020 !!!

O Eu Vou de Bike deseja a todos excelente um Natal e um 2020 de muitas pedaladas e alegrias!

- Foto no Flickr do Bilobicicles


Postado em 18 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta como presente de Natal

O Natal vem chegando e, apesar dos videogames, iPads e iPhones, as crianças adoram ganhar a “primeira bicicleta”, um presente inesquecível.

>> Veja como escolher o tamanho da bicicleta para seu filho

A Houston tem uma linha completa de bicicletas infantis para crianças de todas as idades.

Para os jovens na faixa do 10 aos 18 anos, a linha Radical deve agradar muito!

 

 

Veja aqui onde você encontra esses e muitos outros modelos da Houston!

Esta é nossa dica para o Natal. E não se esqueça do capacete para garantir uma pedalada muito mais segura!


Postado em 5 de dezembro por gugamachado

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Conheça 5 Tipos de Ciclistas Irritantes!

Por aqui nós amamos todos as modalidades de ciclismo! Pode ser urbano (meio de transporte), o recreacional (aquele rolê descompromissado num lindo domingo) ou mesmo o esportivo (onde a performance impera!). Mas as vezes, o ciclista se torna muito “entusiasmado”, e daí “passa do ponto”! Então vamos listar aqui cinco tipos de comportamento a serem evitados, para não ser o “chato” do pedaço!

E se você tiver alguma sugestão de algum tipo que não apareceu por aqui, inclua nos comentários!

1-) o “máquina de desculpas” : ele sempre “pedalou muito forte ontem”, e hoje não se sente bem…Isto quando não está de “ressaca”, se arrastando e  atrasando o rolê de todos….

2-) o “exibição de equipamentos”: este está sempre com o último lançamento da indústria, e faz questão de te mostrar todos os detalhes de sua nova aquisição, inclusive “pondo em cheque” o seu equipamento…lógico que uma hora ele percebe que equipamento ajuda, mas não define o resultado! Mas lógico, ele nunca vai admitir isto….

3-) o “ligado no tempo”: este faz questão de saber exatamente quanto tempo vai durar o rolê, qual será o trajeto exato, para que ele possa se preparar precisamente com o tipo de alimentação e equipamento necessários. Lógico que isto tira toda a espontaneidade do rolê, roubando um dos prazeres máximos do pedal que é a “aventura de se deixar levar pelos caminhos”….

4-) o “cronicamente despreparado”: este aqui nunca leva nenhuma ferramenta nem peça sobressalente (uma simples e básica câmara) no rolê, e na maioria das vezes sua bike está desregulada, ou fura o pneu…um tipo a ser ajudado, ou evitado!

5-) o “corredor”: aqui infelizmente temos um dos tipos mais comuns! Está sempre competindo e pedalando rápido, inclusive em ciclovias e ciclofaixas de lazer, colocando a segurança de todos em risco! Sempre repetimos isto por aqui: ciclovias e ciclofaixas não são locais de treino! Sabemos que no Brasil somos carentes de espaços para ciclismo esportivo, mas isto não justifica a utilização de estrutura de lazer e de transporte para treinar…

E você? Se “viu” em algum destes tipos????


Postado em 26 de novembro por gugamachado

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Confraternização e diversão marcam a Diverge Gravel Race Brasil Ride!

Botucatu (SP) - A segunda edição da Diverge Gravel Race Brasil Ride é mais uma vez um sucesso, realizada neste sábado (23) em Botucatu (SP), na Cuesta Paulista. Em clima de encontro com amigos, o evento reuniu no Celeiro Restaurante cerca de 150 ciclistas de todo País, que encararam percursos com lindos visuais em duas distâncias: a dos 90 km e 1.292 m de altimetria acumulada, em sua estreia no evento, e o percurso de 65 km, com altimetria acumulada de 1.172 m.

E nós chegamos em terceiro lugar em nossa categoria!!!

“Foi diversão para todo mundo. A competição foi muito dinâmica com trocas de posições entre os líderes. O que é muito legal da Gravel é esse ambiente relaxado, que apesar de competir sempre é um ambiente amigável e diferente. Como ninguém entende nada desse negócio todo mundo fica igual e vira criança para se divertir em cima da bicicleta”, comentou Mario Roma, fundador da Brasil Ride.

O Brasil é definitivamente o País para as bicicletas de Gravel, capaz de percorrer estradas de asfalto e percursos “off-road” como pavimentos em terra, cascalhos e até trilhas leves, onde cada vez mais os atletas estão se aventurando na nova modalidade.

“O desempenho da minha Diverge foi sensacional. Nunca tinha corrido com este tipo de bicicleta. A agilidade e a velocidade que ela te entrega é igual uma road, que estou acostumado. Então coloquei muita confiança e somente errei em alguns trechos por mera inexperiência na modalidade”, disse o campeão geral Douglas Santiago, da equipe Velo48 de São Paulo (SP), que completou os 90 km de percurso em 3h2min50seg, numa velocidade média de 30.5 km/h, em que assegurou o título somente a quatro quilômetros do final após um duelo contra o atleta Vitor Fonseca, da Cadence Bicicletas.

“Foi um percurso duro com muitas subidas, mas ao mesmo tempo muito divertido, já que a Gravel é uma bike rápida, diferente de uma mountain bike “, explicou Michel Fernandes, da loja BikeShow de Maringa (PR), que viajou quase 500 quilômetros para vivenciar essa experiência e ainda terminar em top 5 geral.

Já a mulher mais rápida foi novamente Victoria de Sá, da equipe Fuga de São Paulo (SP) com o tempo de 3h50min30seg, seguida por Cristiane Silva (3h54min49seg) e Bianca Julio 4h14min03seg. Todos os atletas que completaram o percurso puderam sentir-se vencedores por serem protagonistas de um momento histórico do ciclismo brasileiro.

“Foi apenas a segunda vez de uma prova exclusiva de Gravel com todo o clima, espírito e identidade própria”, acrescentou Mário Roma. Outro aspecto importante foi o evento ocorrer no sábado de tarde: “Pensamos na comodidade do ciclista, assim os participantes podem curtir a prova e o happy hour e, no dia seguinte, retornarem com segurança para suas casas” – complementou Eduardo Gasperini, diretor de Marketing e Desenvolvimento de Mercado da Specialized Brasil.


Postado em 20 de novembro por gugamachado

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Diverge Gravel Race Brasil Ride tem segunda edição no dia 23 de novembro, em Botucatu

São Paulo (SP) - Sucesso quando fez sua estreia em abril deste ano, a Diverge Gravel Race Brasil Ride está de volta, no próximo dia 23 de novembro, no Celeiro Restaurante, em Botucatu, trazendo uma novidade. A primeira prova exclusiva dedicada à experiência gravel no País contará com duas distâncias em sua segunda edição. O novo percurso terá 100 km para aqueles que querem um desafio maior, enquanto o circuito de 65 km estará mantido.

A modalidade gravel caracteriza-se pela mistura dos terrenos road/off-road. As competições deste estilo apresentam suas formas mais rústicas e são bastantes comuns no cenário europeu. Na Diverge Gravel Race, os amantes do esporte vivenciarão um sábado em clima de happy hour. A tradicional camisa de Finisher, presente na ultramaratona Brasil Ride, será substituída pela caneca de chope, para a confraternização com os amigos e família após o evento. Muita música ao vivo, com o espírito que uma bike gravel oferece.

“A edição inaugural da Gravel Race da Brasil Ride foi tão bem recebida pelos entusiastas do ciclismo, que decidimos por fazer uma segunda prova logo em seu ano de estreia. A certeza que temos é de que, mais uma vez, as disputas serão desafiadoras, percorrendo estradas de cascalho e asfalto da Cuesta Paulista, entre Botucatu e Pardinho. Ao final da tarde, teremos uma cerimônia de premiação única, acompanhada com comidas saborosas e bebidas artesanais”, explica Mario Roma, fundador da Brasil Ride. “Todos os finishers serão recepcionados, ganhando a primeira caneca de chope por nossa conta”, complementa Roma.

Inscrições abertas - As inscrições para a Diverge Gravel Race seguem abertas e podem ser feitas acessando o site da prova: http://gravelbrasilride.com.br/. A programação será toda no sábado, com retirada de kit entre 10h e 13h, e duas largadas, a primeira às 12h para os inscritos nos 100 km, e a segunda às 14h, para quem vai competir nos 65 km. A premiação está prevista para as 17h30. Serão oito categorias por idade, além da PCD (Pessoas Com Deficiência), que conta com inscrições gratuitas, todas nos gêneros masculino e feminino.

Celeiro Restaurante - A organização da Brasil Ride não poderia escolher lugar melhor do que o Celeiro Restaurante (Rod. Gastão Dal Farra, Km 4, s/n – Demétria), em Botucatu, para a realização da Diverge Gravel Race. O local conta com a estrutura necessária para que familiares e amigos dos atletas divirtam-se, enquanto os ciclistas pedalam nas trilhas e estradas da região. Um dia único não só para os participantes, como também para os familiares e amigos.

Brasil Ride: Mais que uma prova, uma etapa em sua vida.

Mais informações:
Site: http://www.BRASILRIDE.COM.BR
Facebook: www.facebook.com/BRASILRIDE
Twitter: @brasil_ride
Instagram: @brasilride

E nós estaremos presentes nesta prova a convite do Bikenamidia! Não perca nossa cobertura exclusiva!!!

 

 


Postado em 18 de novembro por gugamachado

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Em fim de semana de Virada Esportiva, Pedal em Sampa reúne 2 mil pessoas neste domingo (24)

São Paulo (SP) – O fim de semana será de muito esporte e lazer na cidade de São Paulo, com mais uma edição da Virada Esportiva. E quem gosta de pedalar tem a oportunidade de passar a manhã de domingo (24) passeando pelas ruas e avenidas de Santana. O “Pedal em Sampa – mais ar para a cidade” reunirá 2 mil participantes, a partir das 8h30, na Praça Heróis da FEB, para um percurso de dez quilômetros pelo bairro, contornando o Campo de Marte, retornando à praça para a chegada.

O passeio ciclístico está em sua segunda etapa, com foco em qualidade de vida, por um mundo mais sustentável e com maior mobilidade urbana. O primeiro Pedal, em setembro, foi realizado no Dia Mundial sem Carro. Agora, volta ao mesmo local, com a presença de pessoas de todas as idades, sozinhas, em família, em equipes, aproveitando para curtir a cidade de uma forma diferente, pedalando com segurança e diversão. Entre elas, grupos de bike como Pedal Campo de Marte, Bikers Vila Guarani e Qbike.

As inscrições continuam abertas, custam apenas R$ 20,00 e podem ser feitas aqui O objetivo é incentivar ainda mais o uso das bikes na cidade, um meio de transporte utilizado seja como lazer, seja para ir ao trabalho ou à escola, entre outras atividades, que vem ganhando um espaço maior ano a ano na capital paulista. Neste dias que antecederam o “Pedal em Sampa”, os organizadores do passeio ciclístico percorreram diferentes locais, como a Avenida Paulista e o Minhocão, divulgando o evento.

Entrega de kits - A programação da segunda etapa do “Pedal em Sampa” começa nesta sexta-feira (22), com a entrega dos kits, das 10h às 20h, que prossegue no sábado (23), no mesmo horário, na Loja Riachuelo do Shopping Center Norte. O Kit do Ciclista conta com camiseta, sacochila e squezze, além de medalha pós-evento aos que completarem o percurso.

Mais informações aqui


Postado em 14 de novembro por gugamachado

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Ciclocross – Equipamentos e Técnicas!!!

Semana passada postamos aqui  uma explicação geral sobre o que é o Ciclocross. Depois da ótima repercussão, combinamos de nos aprofundar falando hoje sobre equipamentos e algumas técnicas de pilotagem!

A Bicicleta

Nossa bicicleta para os testes foi uma Audax Flandres.

Ela foi a primeira ciclocross nacional e já está super em sintonia com o que há de mais moderno na modalidade. Sendo assim, nós vamos usá-la de exemplo sobre algumas características desejáveis nas bikes destinadas a este tipo de pedal.

Na sua essência, uma bike de CX é uma Speed. Porém, um olhar mais cuidadoso, vai notar várias características únicas, que buscam melhorar muito a performance “off-road” da bike!

Uma primeira e mais chamativa característica são os pneus, mais largos e com “cravos”, podendo vencer trilhas e obstáculos com facilidade, porém mantendo a agilidade de uma bicicleta de estrada.

A segunda característica que a separa de uma Speed é o garfo dianteiro mais largo, para absorver melhor os impactos, comuns nesta modalidade. Note também que o “cockpit” da bike (guidão e demais componentes) é ligeiramente mais largo que o convencional, para facilitar a pilotagem.

Além da geometria do quadro, que no caso da Flanders é de fibra de carbono, o que torna a bike mais leve e confortável, a transmissão é “mais leve” ( 36-46) que numa Speed convencional, para facilitar as frequentes subidas e arranques neste tipo de prova. Note também que o sistema de encaixe da sapatilha é o sistema de Mountain Bike (padrão Shimano SPD), o que facilita a limpeza do pedal, e diminui também o acúmulo de lama.

Mais uma tendência internacional, é a presença de freios a disco na bike, que vieram substituir os tradicionais “cant-levers”. Os freios a disco têm a grande vantagem de, além de sua maior eficiência (desde que sejam de boa qualidade, é claro), acumularem menos resíduos, mantendo seu poder de frenagem intacto ao longo da prova. No caso da AUDAX Flandres, os mesmos são hidráulicos, o que facilita também o manuseio!

Para encerrar, é desejável que a bike tenha “o menos cabos e conduítes expostos” possível, uma vez que, além da desregulagens naturais presentes numa prova deste tipo, é comum que o ciclista conduza a bike no seu ombro por longos trechos, passando inclusive por muros e paredes segurando a bike. E o fato de não ter cabos expostos para “enroscar”, sem dúvida nenhuma constitui uma enorme vantagem na hora do perrengue!

Técnicas de Pilotagem e Acessórios

Aqui é o contrário: em sua essência, as técnicas e acessórios do Ciclocross são do Mountain Bike (MTB). Assim, o vestuário é o mesmo do MTB, com destaque para maior proteção na região dos braços (com os chamados “manguitos”) e capacetes mais seguros, bem como óculos de proteção (se possível em policarbonato) e luvas (se possível, de “dedos longos”). Lembrando também que as sapatilhas são de MTB, com solado com cravos. Como na Europa esta modalidade é praticada no inverno, é comum o uso de uma “segunda pele” (calça e blusa) sobre o uniforme de ciclismo.

As técnicas de pilotagem são quase as mesmas do MTB, com muitos pulos do tipo “bunny hop”, onde técnica e experiência contam muito! Dependendo do obstáculo a ser vencido, é comum desmontar da bike, encaixá-la no ombro direito, e vencer o obstáculo, que pode ser desde um simples muro, até uma “parede de alpinismo”. É comum também terem escadas no circuito, assim como os tradicionais “single tracks”. Assim, é desejável que o ciclista tenha um bom condicionamento do tipo “endurance”, além de alguma técnica de corrida rústica.

E aí? Se animou para experimentar esta modalidade?

Na semana que vem a convite do Bike Na Midia faremos uma prova que lembra um pouco o ciclocross, mas chama-se Gravel, promovida pela Brasil Ride. Acompanhe nossa perfomance e torça pra gente conseguir terminar!



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