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Blog Vou de Bike

Postado em 29 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta elétrica é uma boa opção?

Uma das novidades no mundo do ciclismo dos últimos anos é a bicicleta elétrica. Ganhando cada vez mais adeptos pelas ruas da cidade, a bicicleta motorizada agrada muita gente, mas também atrai críticas.


Exemplo de bicicleta elétrica. Existem vários modelos diferentes de biciclea motorizada

Com o objetivo de deixar o pedal mais suave para quem não tem tanto preparo físico, a bicicleta elétrica ajuda nos trajetos com muitas subidas e pode agilizar o transporte de pessoas ou mercadorias. Nos percursos planos, o motor pode fazer todo o trabalho para movimentar a bicicleta. Nas subidas, o ciclista pedala um pouco e é auxiliado pelo motor para chegar ao seu destino com menos esforço.

Com velocidades que chegam a cerca de 25 km/h, a autonomia da maioria das bicicletas elétricas pode chegar de 30 km a 40 km. Com poucas fabricantes no mercado nacional, uma bicicleta elétrica custa cerca de R$ 2 mil e as baterias são recarregáveis.

Apesar das vantagens, a bicicleta elétrica pode apresentar alguns problemas. O primeiro deles é o peso adicional colocado na garupa por conta da bateria e do motor. Alguns modelos de bicicleta motorizada chegam a pesar 40 quilos! Quando acaba a bateria, o ciclista é obrigado a pedalar como se fosse uma bike normal, o que dificulta bastante.

Além disso, não fica muito claro como a a bicicleta motorizada se enquadra no Código de Trânsito Brasileiro por causa da existência do motor elétrico. Na cidade de Timbó (SC), por exemplo, a Polícia Militar acredita que os condutores de uma bicicleta motorizada devem possuir a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), segundo reportagem do Diário Catarinense.

Mas a maior crítica à bicicleta elétrica é mesmo o incentivo ao sedentarismo. Um dos maiores prazeres de usar a bicicleta como meio de transporte ou como instrumento de lazer é exercitar o corpo, superar limites, ganhar condicionamento físico e, de uma forma geral, melhorar a saúde. Com a bicicleta motorizada, a “essência” da bike é deixada de lado.

Os jornalistas da revista Galileu testaram um modelo de bicicleta motorizada e não gostaram muito da performance. Assista ao vídeo.

E você? O que acha da bicicleta elétrica? Uma modalidade que vai se espalhar cada vez mais ou um modelo que vai ficar restrito a alguns nichos? Você já usa uma bicicleta motorizada? Conte suas experiências aqui nos comentários!


Postado em 21 de fevereiro por gugamachado

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Conheça a Bicicleta Projetada por Philippe Stark

Com produção inicial de 3.000 unidades, esta espécie de bike/scooter, esta sendo produzida exclusivamente para a cidade de Bordeaux, para ser utilizada em seu sistema de compartilhamento.

E pasmem: quando a prefeitura quis expandir o sistema de “bike sharing” da cidade, ela fez uma enquete com a população a respeito de como seria a “ideal city bike” (bicicleta urbana ideal), e recebeu mais de 300 sugestões. Que diferença pra nós, né…

Enfim, estas informações serviram de base para Stark, que a partir desta base desenhou uma bicicleta híbrida (convencional/ elétrica), que pode ser utilizada pedalando convencionalmente, ou como uma scooter, com os pés apoiados numa espécie de descanso, quando assistida eletricamente.

Com produção a ser executada pela fabrica Peugeot, esta bicicleta, pelo que entendemos (uma vez que isto não está explícito no site do fabricante) possui o sistema “pedelec”, onde a bicicleta é quase que “assistida” eletricamente, e possui duas velocidades.

Chamada de “Pibal”, a expectativa é que até o final do ano a cidade tenha todas as  3.000 bikes rodando, em sistemas de aluguel, com a meta principal de substituir os automóveis circulantes!

Dá até vontade de viajar pra lá pra testar o modelo – e trazer um na mala : )

E você. O que achou do modelo?


Postado em 8 de maio por Eu Vou de Bike

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Rio regulamenta uso de bicicleta elétrica

Após a polêmica apreensão de uma bicicleta elétrica durante uma blitz da Lei Seca, a Prefeitura do Rio de Janeiro publicou um decreto nesta segunda (7) para regulamentar o uso das bikes elétricas, cada vez mais populares na Cidade Maravilhosa.

De acordo com a regulamentação, a bicicleta elétrica deve ser tratada como uma bicicleta comum, mas com algumas ressalvas. A velocidade não pode ultrapassar 20 km/h e o ciclista deve ter pelo menos 16 anos para operar uma e-bike.

De acordo com o decreto, os modelos elétricos devem ser considerados como as outras bicicletas, desde que o condutor obedeça ao limite de velocidade de 20 km por hora e tenha, pelo menos, 16 anos de idade.

A decisão da prefeitura do Rio de Janeiro vai em sentido contrário ao da definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que exige habilitação especial e emplacamento da bicicleta. Por enquanto, nada disso será necessário.

É interessante ver no texto do decreto que a Prefeitura do Rio de Janeiro já vê a bicicleta (elétrica ou não) como “meio alternativo de transporte (…) auxiliar na redução dos problemas enfrentados nas grandes metrópoles”. Bacana!

O assunto é polêmico e ainda vai dar pano pra manga. Por isso, queremos saber a sua opinião. Você acha que o condutor de uma bicicleta elétrica deve ter habilitação ou apenas seguir um limite de velocidade e manter para manter a sua segurança e a dos outros cidadãos? Deixe sua opinião nos comentários!

Veja a íntegra do decreto abaixo:

“O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais; e

CONSIDERANDO que, na forma do art. 225 da Constituição Federal, é dever do Poder Público estimular práticas ambientalmente saudáveis e sustentáveis;

CONSIDERANDO que a utilização de bicicletas elétricas tende a auxiliar na redução dos problemas enfrentados nas grandes metrópoles pela poluição sonora, causada por motores à combustão;

CONSIDERANDO que utilização de bicicletas elétricas, como meio alternativo de transporte, tem impacto ambiental extremamente reduzido, por se servir de fonte de energia limpa;

CONSIDERANDO a necessidade de reduzir a dependência de veículos alimentados por fontes de energia provenientes de combustíveis fósseis;

CONSIDERANDO que compete ao Poder Público Municipal, na forma do art. 24, inciso II, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, “planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas”;

CONSIDERANDO o disposto no art. 129 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, segundo o qual “o registro e o licenciamento dos veículos de propulsão humana, dos ciclomotores e dos veículos de tração animal obedecerão à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários”;

CONSIDERANDO a singularidade da malha cicloviária existente na Cidade do Rio de Janeiro, com extensão superior a duzentos e setenta quilômetros, permitindo a ampla circulação de pessoas, tanto para fins de lazer como para fins de deslocamento da população;

CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar a utilização de bicicletas elétricas no âmbito territorial do Município do Rio de Janeiro, observadas as especificidades e o interesse local, conforme autoriza o art. 30, I, da Constituição Federal;

DECRETA:
Art. 1º. Para fins de circulação em ciclovias, ciclofaixas e vias públicas, equiparam-se as bicicletas elétricas às bicicletas movidas a propulsão humana, cuja regulamentação específica deverá ser respeitada, desde que observado o limite de velocidade de vinte quilômetros por hora e que o ciclista possua idade mínima igual ou superior a dezesseis anos.

Art. 2º. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Rio de Janeiro, 4 de maio de 2012; 448º ano da fundação da Cidade.
EDUARDO PAES.”

Foto: Transporte Ativo


Postado em 4 de maio por Eu Vou de Bike

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Oficina dá bicicleta durante manutenção do carro

As vendas de carros estão caindo no Brasil e no mundo, e isso é motivo de comemoração. Mesmo assim, muita gente ainda usa o carro como meio principal de transporte e não pode ficar sem o veículo para cumprir seus compromissos.

Uma concessionária de Newcastle, na Inglaterra, resolveu ajudar os motoristas que precisam deixar o carro para manutenção na oficina. A loja oferece uma bicicleta elétrica de cortesia ao dono do carro enquanto o veículo estiver parado.

A novidade está sendo testada em duas oficinas da Benfield Motor Group e, segundo o site Bike Radar.

As bicicletas emprestadas serão da empresa Storck Raddar, que forneceu alguns exemplares para as oficinas. “Esta é uma ótima ideia da concessionária, que incentiva não apenas o ciclismo, mas o transporte impulsinado por energia elétrica”, afirmou, em entrevista ao Bike Radar, o diretor da empresa.


Postado em 15 de fevereiro por Eu Vou de Bike

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SF terá bicicleta elétrica compartilhada

A bicicleta é um ótimo meio de transporte, mas em cidades como San Francisco, nos Estados Unidos, a situação pode ser um pouco mais complicada. A área mais urbanizada da cidade é conhecida por suas intermináveis ladeiras, e pedalar morro acima por ali não é tarefa das mais fáceis.

Mesmo assim, a prefeitura de San Francisco seguiu a tendência mundial e investiu em um sistema de compartilhamento de bicicletas. A grande diferença é que algumas bicicletas do sistema serão elétricas, facilitando a vida de quem não tem tanto preparo físico ou tem alguma dificuldade nas subidas.

De acordo com o The New York Times, até o fim do ano a prefeitura vai disponibilizar 90 e-bikes espalhadas por 25 estações nas áreas mais íngremes da cidade. O objetivo da medida é aumentar o uso do sistema de bicicleta compartilhadas, que já existe com bikes “normais” e melhorar o trânsito nas grandes ladeiras de San Francisco.

Para baixo todo santo ajuda, mas já imaginou subir essa ladeira no pedal?


Postado em 7 de novembro por gugamachado

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A polêmica das bicicletas elétricas!

Recentemente estava pedalando tranquilamente na ciclovia de Santos, em São Paulo, e eis que ao meu lado passou um verdadeiro “bólido”, em altíssima velocidade para aquele local. Acredito que ia a uns quase 40 km/h. Ao seu comando, uma distinta senhora claramente indo ao seu trabalho.

Fiquei pensando nas implicações caso houvesse algum acidente com um pedestre, muito comum por lá, ou mesmo com qualquer ciclista menos experiente. Fui pesquisar e conclui que as elétricas no eixo Santos-Guarujá vivem um grande crescimento, principalmente por não necessitarem (por enquanto) de qualquer tipo de documento, tanto de habilitação quanto de registro.

Nova York também vive um boom das elétricas tão grande que estão pensando até em proibí-las! Explico: por lá, o serviço de bike messenger é bem antigo e utilizado. E para agilizar as entregas, os bikers estão aos poucos adotando as elétricas, o que tem causado muitos transtornos ao já caótico trânsito da cidade, devido à velocidade das mesmas e a ausência de regras claras quanto a este meio de transporte,  o que leva seus condutores a “fazerem o que bem entendem”, invadindo calçadas e andando na contra-mão.

Em Londres, outra cidade amiga das bikes, a recepção as elétricas tem sido muito pequena. O site London Cyclist conduziu uma pesquisa onde somente 1,19% dos pesquisados declarou a vontade de ter uma elétrica.

Este tema, as bikes elétricas, já tem sido tratado no EVDB há bastante tempo. E ele é bem confuso e polêmico, com prós e contras…

Para termos uma idéia, a profusão das elétricas por Santos é tão grande, que recentemente houve uma confusão quando a Dersa decidiu começar a cobrar a travessia da Balsa para as mesmas, sendo que uma bicicleta convencional não paga nada. E eles conseguiram cobrar, alegando que tais bikes não são mais bikes, e sim, ciclomotores, e, como tal, devem pagar a tarifa devida.

Um leitor nosso, o André Keller, nos escreve o seguinte: “Olá, Gostaria de uma fonte confiável sobre bikes elétricas. Estou no início de um projeto e gostaria de saber:

- Legislação de transito
- Obrigações e equipamentos de proteção
- Limites de utilização (sempre é necessário pedalar?)
- Há implicações quanto a menores de 18 anos?

Li a respeito no site, mas estou confuso.”

E a nossa resposta:

“Oi, André. Você está confuso pois a legislação é confusa mesmo. Atualmente a grande polêmica é se as elétricas devem ser consideradas bicicletas ou ciclomotores. Nossa percepção é que nem as autoridades estão sabendo muito bem como tratar o tema. Existe uma tendência de classificá-las segundo a potência do motor, porém isto também ainda não está fechado.

Hoje contamos com a subjetividade de cada um, pois se elas são consideradas como bicicletas, não há nenhuma obrigatoriedade sobre equipos de segurança (capacetes, etc), a não ser espelho, buzina e reflexivos dianteiro e traseiro, sem limites de velocidade, seguindo portanto a legislação vigente relativa às bicicletas, sem necessidade de qualquer documento.

Porém, como ciclomotores a coisa muda completamente. Elas deverão se submeter a toda legislação relativa a ciclomotores, que prevê habilitação, registro, uso de capacete e respeito as regras de trânsito válidas para os demais veículos propulsionados a motor.”

Eu particularmente estive com uma elétrica gentilmente emprestada pela General Wings por alguns dias e acho super positiva a idéia, principalmente no caso de alguém saindo do sedentarismo, com alguma deficiência para pedalar ou que tenha enfrente muitas subidas pelo caminho, sendo que o motor pode “dar uma ajuda”, diminuindo o “suadouro” ao chegar no trabalho. E não há como negar que estas bikes são uma forte tendência mundial para 2012. É só acompanhar as feiras internacionais…

Só acho que elas deveriam ter um tratamento distinto das bicicletas não propulsionadas, de acordo com suas potências. Por exemplo, até 300 Watts, com velocidade final em média de 25 km/h, seriam caracterizadas como uma bicicleta. Acima de 300 W, cuja velocidade final ultrapasse os 25 km/h, seriam classificadas como um ciclomotor, inclusive  já saindo de fábrica com esta classificação, necessitando portanto de registro e uma habilitação especial para condução, e ficando sujeita as regras vigentes para ciclomotores.

Acredito que isto diminuiria a polêmica em torno do tema.

Mas e você, o que pensa a respeito? Já andou numa elétrica? Opine!


Postado em 1 de julho por Eu Vou de Bike

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Mulheres e seus ciclos no Rio de Janeiro

A exposição ‘Bicicleta, histórias e curiosidades’, que acontece no Rio de Janeiro, vai receber neste fim de semana um animado debate com Thais Lima, diretora de Comunicação e Marketing da VELIMOBI, no tema ‘Mulheres e Seus Ciclos‘.

A conversa vai girar em torno do que a bicicleta pode fazer pela mulher, com troca de experiências, exemplos de mulheres que desbravam o mundo sobre duas rodas e também um fórum de ideias para aumentar o uso da bicicleta no Rio de Janeiro (e em outras cidades, por que não?”!)

A conversa é parte da expo ‘Bicicleta, histórias e curiosidades’, que só vai até o dia 4 de julho. O evento traz fotografias, vídeos, palestras e réplicas de bicicletas desde o século 19.

Serviço:
Debate ‘Mulheres e Seus Ciclos’
3 de julho, 15h
SESC Flamengo
Rua Marquês de Abrantes, 99, Rio de Janeiro, RJ
Entrada franca


Postado em 25 de fevereiro por Eu Vou de Bike

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Bicicletário para bicicleta elétrica em SP

Um dos grandes problemas para quem pedala com bicicletas elétricas é a falta de lugares adaptados para receber essas bikes, com tomadas para a recarga, por exemplo.

Esta semana, o Shopping Market Place, na zona sul de São Paulo, inaugura o primeiro bicicletário elétrico da cidade.

Batizado de Eco Place e montado pela General Wings, o bicicletário tem quatro vagas disponíveis e tomadas para 110v e 22v. Para recarregar a bateria da bicicleta, basta levar o carregador, que geralmente é bem pequeno, plugar na tomada e aproveitar o passeio pelo shopping.

Segundo a General Wings, o sistema de bicicletários próprios para bicicletas elétricas será expandido para toda a rede Iguatemi em São Paulo em breve.


Postado em 26 de novembro por Eu Vou de Bike

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Estação sustentável de recarga de bicicletas

O que acontece quando acaba a bateria de uma bicicleta eletro-assistida no meio do caminho? Esse é um dos grandes problemas desse tipo de bicicleta.

Para ajudar quem ficou na mão no meio do caminho de uma forma ecológica, a Kyocera desenvolveu a , uma estação de recarga que usa energia solar para abastecer a bateria das bicicletas.

A estação de recarga é móvel e pode ser colocada em locais de grande fluxo de bicicleta. Em sua melhor posição, com os painéis solares voltados para o sul, o equipamento é capaz de gerar 1.14kWh por dia e pode receber até seis bicicletas simultaneamente.

Aqui no Brasil esse tipo de equipamento seria meio inútil, uma vez que o número de bicicletas elétricas ainda é muito baixo. No Japão, onde foi apresentado, o número de bikes eletro-assistidas cresceu 50% nos últimos cinco anos e deve continuar subindo, especialmente com o lançamento de serviços de aluguel nas grandes metrópoles. Segundo a Kyocera, cada Solar Cycle Station pode ser instalado por US$ 23 mil.

- Via CrunchGear


Postado em 11 de novembro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta elétrica no Japão

O maior problema das bicicletas elétricas é o visual “bruto” e industrial que elas têm. Agora, a Panasonic lança sua versão de e-bike em um modelo retrô que deve agradar muita gente por aí!

O lançamento da Panasonic, que leva o nome de EX BE-ENE, tem uma bateria de 12Ah, que segundo a empresa é mais eficiente que qualquer outra bateria usada em bicicletas elétricas.

Segundo a Panasonic, a EX BE-ENE pode andar de forma autônoma, sem pedaladas, por até 46 quilômetros em uma carga de bateria. O peso segue como um grande problema das bicicletas elétricas: ela pesa quase 30 quilos. A EX BE-ENE começa a ser vendida no Japão em dezembro deste ano por US 1.600



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