Houston na web Youtube Flickr RSS

Blog Vou de Bike

Postado em 18 de maio por Eu Vou de Bike

Tags:, , , , ,

Como fazer sua primeira trilha de bicicleta

Nós aqui do Eu Vou De Bike falamos muito sobre ciclismo urbano e bicicleta como meio de transporte. Mas sempre que podemos, gostamos muito de pegar nossas MTBs (Mountain Bikes) e ganhar a natureza! Nada melhor do que aquele cheirinho de mato com orvalho logo cedo para nos animar!

Ficou interessado? Se você nunca fez uma trilha, este post pode te ajudar a entrar no fabuloso mundo do MTB!

Antes de qualquer coisa, lembre-se de:

- Revisar bem todo seu equipamento, em especial a bicicleta. Uma trilha é bem diferente de um passeio no parque…;
- Avisar sempre aos seus familiares a localização da trilha e o horário estimado de retorno;
- Nunca fazer uma trilha sozinho, pois no caso de acidente as complicações tendem a ser grandes;
- Procurar estudar e escolher um percurso compatível com o seu condicionamento físico e habilidade técnica, para que algo que é para ser prazeroso não se torne um martírio;
- Se possível, leve sempre ferramentas para reparos rápidos, kits para reparar furos nos pneus e primeiros socorros;
- Utilize os itens mínimos de proteção individual, que são: o capacete, as luvas e os óculos. Estes dois últimos itens são especiais no caso de trilhas, pois no caso de queda, na maioria das vezes a primeira parte do corpo a tocar o chão são as mãos. E os óculos nos livram de ferimentos provenientes de galhos e insetos, muito comuns em trilhas;
- Se a pedalada for longa, acima de uma hora, hidrate-se bem, principalmente se o clima for quente. Lembre-se também de levar algum alimento leve. O ideal é se hidratar a cada 30 min., e comer a cada hora;
- Proteja-se também contra queimaduras de sol indesejáveis. Utilize sempre o protetor solar, dando preferência aos esportivos, que são mais fáceis de se aplicar e costumam proteger por mais tempo.

Preparação e Planejamento

1. Ajustes da Bike

Ajuste do Selim: o ideal é utilizá-lo mais baixo do que você está acostumado, para ter uma maior segurança e diversão nas descidas. Isto pode atrapalhar um pouco nas subidas, mas a segurança deve vir sempre em primeiro lugar!

Pneus: Se a trilha escolhida for mais acidentada, evite utilizar o pneu muito cheio para que os impactos provenientes da irregularidade do terreno não sejam muito sentidos, e para que a bike tenha maior estabilidade. Com isto, o rendimento tende a ser um pouco menor, pois os pneus mais “murchos” tendem a “segurar” um pouco mais a bike. Se a trilha for mais para um “estradão de terra batida”, utilize a pressão próxima da máxima indicada pelo fabricante. Você encontra este dado na lateral do pneu. Ah, e obviamente os pneus devem ter cravos, para maior estabilidade, evitando assim derrapagens desnecessárias.

Paralamas: se puder, utilize ao menos o dianteiro. Isto irá livrar você de receber “lama na cara”. A utilização de óculos de proteção também diminui muito este problema.

Suspensão: se sua bicicleta tiver suspensão dianteira (condição ideal para uma trilha), verifique no manual se ela tem alguma regulagem. Se ela tiver, procure regular conforme o terreno que irá pedalar, ou seja, num terreno mais acidentado, a suspensão deve ser regulada para ficar mais leve, isto é, absorver mais os impactos, porém a bike tende a ficar com a frente mais “mole”, o que pode afetar o desempenho, principalmente nas subidas. Se o terreno for mais regular, procure deixar ela mais dura, pois isto irá contribuir para um desempenho melhor. Mas se você não conhecer nada sobre o equipamento, deixe como está, pois a maioria das suspensões regulares vem de fábrica ajustadas para o meio termo, o que já é bem satisfatório.

2. O que vestir?

Camiseta: O ideal é uma camiseta para ciclismo com tecido do tipo dry fit. Procure escolher uma que não seja muito justa, para não dificultar seus movimentos. Se o clima permitir, o ideal é utilizar uma camiseta mais justa de manga comprida por baixo da camiseta de ciclismo (tipo segunda pele), para proteger os braços de arranhões causados pela vegetação, bem como auxiliar na proteção contra queimaduras de sol

Shorts: Normalmente utilizamos uma bermuda relativamente larga de tecido esportivo mais grosso por cima da tradicional bermuda de ciclismo, a qual tem a “almofada” no meio para maior conforto. Utilizamos esta configuração pois, no caso de queda, uma bermuda mais grossa por cima tende a proteger mais.

Joelheiras/ Cotoveleiras: normalmente este costuma ser um equipamento incomodo e caro. Mas se você tiver acesso a estes, principalmente nas primeiras trilhas, bem como nas mais acidentadas, recomendamos muito a utilização como equipamento de segurança, pois hoje em dia eles não são mais tão desconfortáveis. Peça dicas na sua loja de confiança e, se possível, experimente antes de utilizar.

Calçados: num primeiro momento, não recomendamos a utilização de sapatilhas com o sisetma de “clip”. Isto fica para mais tarde, pois exige um investimento relativamente alto, e a curva de aprendizado costuma ser meio lenta. Porém, depois que você se acostuma a andar “clipado”, dificilmente volta atrás. Portanto recomendamos um tênis resistente, que te forneça um bom apoio e uma boa proteção em volta dos tornozelos, e com um bom isolamento do meio ambiente. A maioria dos bons calçados “off road” costuma ter estas características. E lembre-se que a possibilidade dele voltar bem sujo é muito grande!

Capacete: Sempre escolha o melhor capacete que seu dinheiro possa pagar. Procure pelo melhor caimento, boa ventilação e se possível, que ele tenha a aba removível.

Óculos: Assegure-se que seus olhos estejam sempre protegidos contra insetos, lama, galhos e pedrinhas que costumam nos atingir enquanto estamos pedalando, podendo até causar uma lesão nos olhos ou mesmo uma queda!

Luvas: como dissemos, as luvas, além de proteger suas mãos em caso de queda, ajuda a mantê-las quentes e a melhorar o seu controle sobre o guidão

Jaqueta Impermeável: procure providenciar uma jaqueta de qualidade e que te vista bem. Nunca lave com amaciante ou detergente demais, e verifique as condições dela antes do uso.

3. O que levar?

Kit de primeiros socorros: Certifique-se de ter pelo menos o básico para que você possa atender a si mesmo ou a um amigo em caso de emergência. Nós já falamos sobre isto aqui.

Kit de Ferramentas: No mínimo, ter um “canivete multi-ferramentas” para bicicletas decente com uma chave para reparos em correntes. Algumas peças de reposição e itens úteis, como abraçadeiras, fita isolante, bomba para encher o pneu, kit de reparo de câmaras e até câmaras extras (verifique com o seu lojista qual o tipo exato de câmara da sua bicicleta. Esta informação é bem importante) são extremamente necessárias em trilhas. Porém, não adianta ter tudo isto se não souber utilizar. Procure conversar com sua loja preferida sobre um “mini curso” de mecânica. Veja também aqui no site algumas dicas de manutenção básica.

Luvas de borracha (do tipo cirurgicas): Deixar nossas caras e queridas luvas de pilotar cheias de graxa realmente não é uma boa idéia. Além delas serem grossas e não fornecerem o tato necessário. Assim é sempre uma boa idéia ter uma par destas a mão.

Gel Energético/banana: Acredite, na trilha você vai agradecer de ter um gel energético e/ou uma banana por perto. Um lanche leve, como peito de peru com queijo, também costuma cumprir a função de dar um “boost” rápido em nossa energia.

Telefone: Leve um celular carregado com você, para o caso de emergências. Procure manter ele seco e seguro. Se possível, verifique antes se sua operadora cobre a região em que você estará pedalando. Ainda se possível leve seu celular mais simples. Celulares do tipo “smarthphones” costumam ter uma autonomia de bateria bem reduzida, deixando a gente “na mão” quando mais precisamos deles.

Leve também cameras fotográficas para registrar tudo, e acima de tudo, divirta-se.

Todas estas recomendações são para que seu momento seja o mais perfeito possível, sem nenhuma ocorrência que possa estragar sua atividade!

Aqui encerramos a primeira parte deste post. Em breve abordaremos as técnicas de pilotagem, bem como mais algumas dicas para sua primeira trilha!

Bora se aventurar?


Postado em 13 de maio por gugamachado

Tags:, , , , ,

Desafio Audax de Mountain Bike agita Vinhedo em SP!

Está quase na hora de uma das maiores provas do mountain bike XCO brasileiro, o Desafio Audax de Mountain Bike, Cross-Country, em Vinhedo, SP, nos dias 4 e 5 de junho de 2016.

Esta é a primeira edição do Desafio Audax, que marca a parceria da marca com o Campeonato Interestadual. O circuito desta etapa do Campeonato conta com 5,5 km de subidas e descidas, além de trilhas naturais compostas de raízes e pedras na tradicional Represa II em Vinhedo, cidade do interior de São Paulo, localizado a 78 km da capital paulista.

O Desafio Audax será dividido em duas categorias, Sport e Pro, de acordo com a Confederação Brasileira de Ciclismo, com pontuação válida para o ranking brasileiro de XCO. É esperado cerca de 380 participantes nos dois dias de prova.

A Audax estará com um stand nos dois dias do evento, com test ride e expondo sua linha completa, as novas bikes ADX e os protótipos da estradeira Stevio e da ciclocross Flanders. José Gabriel e Sofia Subtil da Equipe Audax/Shimano e Daniel Zóia, Enzo Ronzani e o paratleta Luiz Alves da Equipe Audax/RockShox estarão competindo nos dois dias do Desafio Audax. Os atletas já estão preparados para as trilhas de Vinhedo.

Acesse o site www.mixsport.com.br para realizar sua inscrição, conferir o regulamento e para mais informações.

O Desafio está lançado!!!

Serviço:

Quando: 4 e 5 de junho

Onde: Vinhedo, SP

Como: inscrições aqui

Organização: Mix Sport.

Patrocínio: Audax Bike.

Co-Patrocínio: Catlike; Mitas; Próbike; Proparts; RockShox; Rudy Project; Sram.

Apoio: Confederação Brasileira de Ciclismo; Federação Paulista de Ciclismo.


Postado em 12 de maio por gugamachado

Tags:, , ,

Dia 13 de Maio é o Dia de Ir de Bike ao Trabalho!

O dia De Bike ao Trabalho em 2015 acontecerá no próximo dia 13 de maio, segunda Sexta-feira do mês, e é inspirado no Bike To Work Day, um evento anual realizado em várias partes do mundo para mostrar que a bicicleta é uma opção viável de transporte para o trabalho.

O movimento começou nos Estados Unidos, em 1956, organizado pela League of American Bicyclists. No Brasil este será o segundo ano de ação em âmbito nacional com a rede do Bike Anjo.

Então confira a seguir como você pode participar da campanha De Bike ao Trabalho 2016:

»  Mude a foto do seu perfil no FACEBOOK ou TWITTER e mostre para todo mundo que dia 13 de Maio de 2016 você vai De Bike ao Trabalho

» Participe da NOSSA PESQUISA De Bike ao Trabalho

» Divulgue nossos MATERIAIS de dicas para o De Bike ao Trabalho para seus colegas de trabalho

» Inscreva AQUI uma atividade para o De Bike ao Trabalho 2016

» Nos diga o que SUA ORGANIZAÇÃO está fazendo para promover a cultura da bicicleta ao trabalho

» Seja um PARCEIRO da campanha De Bike ao Trabalho

» Siga nosso FACEBOOK e TWITTER para compartilhar a campanha

Você tem mais dicas ou sugestões para melhorar a campanha De Bike ao Trabalho 2016?

» Envie um e-mail para contato@bikeanjo.org e vamos melhorar juntos a campanha.

O dia De Bike ao Trabalho é uma oportunidade para realizar o máximo de atividades possível e ampliar a cultura da bicicleta dentro das organizações brasileiras e mostrar que a bicicleta é uma ferramenta para trazer mais qualidade de vida e motivação aos profissionais.

E o EVDB apoia esta iniciativa!

Serviço:

O que: De Bike Ao Trabalho 2016

Data: 13 de maio de 2016

Realização: Bike Anjo

Parcerias: mais de 60 parceiros por todo o Brasil

Saiba mais: debikeaotrabalho.org

Contato: imprensa@bikeanjo.com.br , contato@bikeanjo.com.br

Telefone: (11) 99680-6781


Postado em 5 de maio por gugamachado

Tags:, , , ,

25 Dicas “Top” para melhorar sua pedalada!!! (parte1)

 

De sua dieta até seus treinos de recuperação, há uma abundância de coisas a serem feitas para melhorar seu ato de pedalar!
Normalmente, a primeira coisa que os treinadores irão olhar é a sua dieta e a quantidade/ qualidade de seu sono. Uma noite de 8 a 9 horas de sono irá reparar e recuperar muito bem seu corpo! Treinos de força em musculação também irão te ajudar!
Melhore sua dieta:

Não importa quantos treinos você fizer, você não irá maximizar os resultados se sua dieta é uma “porcaria”. Não vamos aqui propor algo fora da realidade, como cortar o álcool (se você gosta, é claro!), mas vamos sugerir algumas melhorias que, quando combinadas, podem começar a te ajudar.
1. Perca algum peso para melhorar sua relação potência-peso. Lembre-se que gráficos de IMC estão em desuso para os indivíduos atléticos – eles são projetados para identificar pesos saudáveis para a população em geral.
Um monitor de composição corporal é muito melhor para os ciclistas. Os números de referência podem ser:
- 15 a 18% de índice de gordura para o sexo masculino, indivíduo não sedentário;
- 8 a 10% para um ciclista bem treinado;
- 4% para um ciclista de elite.
Aqui, o ideal é variar seus treinos entre passeios longos e fáceis e, mais intensos e curtos (nem que for “indolor”) para otimizar a capacidade de queima de gordura do seu corpo.
2. Não corte a gordura completamente de sua dieta. Ela desempenha um papel importante na reparação do tecido muscular após o treino, e ajuda a fornecer absorção de choque para os pés e órgãos, evitando assim lesões. Existem diferentes tipos de gordura, como as gorduras saturadas (sólidas, encontradas em coisas como manteiga e gordura animal), sendo esta o único tipo de gordura a evitar. Monoinsaturados e polinsaturados, que são aquelas gorduras líquidas à temperatura ambiente (como o azeite) tem vários benefícios para a saúde, incluindo a redução dos níveis de colesterol.
3. Capriche na proteína. Seu corpo só pode absorver 20 g ou mais de protína a cada refeição. Sendo assim, você pode “lanchar” durante todo o dia! E, se possível,  tenha um “shake” de recuperação (tipo “whey”) ou uma “barrinha” de proteína imediatamente após o treino. Tenha em mente porém, que a proteína só dá resultados com relação a reconstrução muscular quando você está treinando duro, e a maioria das pessoas não consegue construir mais de 1 kg de massa muscular em um mês.
4. Beba bastante água. É crucial para manter a capacidade do seu corpo de queimar gordura, se livrar de toxinas, e absorver os nutrientes dos alimentos. Recomendamos ter sempre uma garrafa d’ água ao seu lado no trabalho, e preenchê-la regularmente.
5. Corte o açúcar refinado. Este tipo de açúcar é muito abundante em refeições prontas, refrigerantes e junk food, e é uma das principais causas de obesidade e diabetes. Mas você sabia que além disto ele também pode enfraquecer o seu sistema de imunidade do corpo, e desempenhar estragos em seus níveis de energia? Adoçantes naturais, tais como xarope de agave azul (não indicado para diabéticos), são uma alternativa muito melhor para o seu café da manhã e cereais, mas se puder, afaste-se totalmente deste tipo de alimento.
6. Adquira o hábito de petiscar! Com isto não queremos dizer para você se tornar um “compulsivo” com relação a comer o dia todo! Mas planeje seus lanches para que você nunca fique sem comida ou bebida durante mais de quatro horas. Nozes, frutas, iogurte e carne seca são todos boas apostas.
7. Tente manter um diário alimentar. Não queremos dizer por mais de algumas semanas – pode começar a se tornar uma obsessão – mas aplicativos de smartphones como “MyFitnessPal” são rápidos, fáceis e intuitivos de usar. Eles podem ajudá-lo a obter uma boa idéia de como está a sua dieta atual, e identificar as áreas onde você pode melhorar.
8. Evite alimentos processados! Eles não só são muito mais elevados em açúcar e sal, como também irão te dar picos de energia curtos, em vez de uma libertação gradual de energia. Uma boa regra é olhar para o que você está prestes a comer e se perguntar: “Quão perto da matéria-prima original este alimento está?” Por exemplo, numa batata cozida o ingrediente principal é óbvio, mas numa lasanha refeição pronta … nem tanto.

Postado em 28 de abril por gugamachado

Tags:, , , ,

17 idéias de “bike racks” incríveis!

É claro que todo bom ciclista, se pudesse, deixaria sua bike num “bunker” a prova de fogo, e ainda com guarda armada, tamanho amor e apego temos as nossas magrelas!!!!

Brincadeiras a parte, o site Coolist trouxe uma seleção bem legal de “racks” para guardarmos nossas queridas dentro de casa!

Veja se alguma destas idéias te atende!!!

Clug Bike Clip

 Delta El Greco Bicycle Ceiling Hoist

 

Velo Sock Indoor Bike Cover

 

SteadyRack

 

Michelangelo Two Bike Gravity Stand

 

Bike Valet

 

Cycloc Solo

 

Velo WallStirrups

 

Artifox Rack

 

Mikili SLÎT

 

Saris Cycle Racks Hottie

 

The BikeAll

 

Saris Parking Vertical Rack

 

Flat-Bike-Lift

 

Woodstick Iceberg Chestnut

 

Pedal Pod

 

Vadolibero Bike Shelf


Postado em 25 de abril por gugamachado

Tags:, , , ,

Bicicleta nas Eleições !!!

                         UCB oferece auxílio financeiro para organizações de Ciclistas atuarem nas eleições municipais

A União de Ciclistas do Brasil, UCB, segue até o próximo sábado, 30 de abril, com o edital da Campanha Bicicleta nas Eleições aberto. Podem participar do processo de seleção, que visa a conceder aporte no valor de R$ 3 mil, organizações quem tem como objetivo promover a mobilidade urbana via bicicleta. As inscrições são realizadas pelo formulário online disponível e os resultados divulgados dia 4 de maio de 2016 na página da associação

Fruto de um projeto do Grupo de Trabalho de Políticas Públicas, mais conhecido como GT Políticas Públicas, da UCB, a iniciativa que conta com financiamento do Banco Itaú vai selecionar vinte instituições da sociedade civil, formalizadas (com CNPJ) ou não (sem a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), de cidades de todo Brasil interessadas em pautar junto aos candidatos ao pleito municipal deste ano a mobilidade urbana por meio da bicicleta.

“Com a Campanha, a UCB espera aproveitar a mesa de diálogo quadrianual para ampliar a inclusão da bicicleta nas políticas públicas a serem desenvolvidas pelos prefeitos e vereadores no mandato 2017-2020, além de qualificar o conhecimento da sociedade sobre a bicicleta como meio de transporte e de contribuir para o fortalecimento da rede de movimentos e instituições cicloativistas”, enfatiza André Soares, diretor-presidente da UCB.

Leia aqui  o edital na íntegra. Ele é o melhor meio para que você fique por dentro das normas da Campanha Bicicleta nas Eleições e, certamente, vai esclarecer algumas dúvidas que porventura apareçam. Mais esclarecimentos podem ser feitos pelo email uniaodeciclistasdobrasil@gmail.com.

SERVIÇO

Edital – Campanha Bicicleta nas Eleições

Quando: até 30 de abril

Onde: http://bit.ly/1VubBGb

Inscrições: http://bit.ly/1VubBGb

Mais informações: uniaodeciclistasdobrasil@gmail.com


Postado em 22 de abril por gugamachado

Tags:, , ,

Qual bicicleta devo comprar?

Sem nenhuma sombra de dúvida, escolher uma bike para comprar é hoje uma tarefa das mais complexas!

Com tantos modelos e especificações disponíveis no mercado, é muito comum nos depararmos com uma grande dificuldade em selecionar qual é o modelo ideal para nossa aquisição. Normalmente recorremos a “amigos ciclistas”, ou a lojistas experientes. Não que estes não estejam habilitados a nos ajudar, mas o melhor é termos ao menos alguma base do que procuramos, inclusive para ajudá-los melhor em sua seleção.

Nosso objetivo aqui é trazer esta base! A primeira dúvida é: devo comprar uma Mountain Bike (mais comum em nosso país), uma Speed (bicicleta de estrada, aquela com os pneus finos), uma Híbrida/ Urbana (modelo cujo uso vem crescendo cada dia mais), uma Elétrica ou uma Dobrável?

Basicamente, a escolha de uma bicicleta vai depender muito de seus próprios gostos, bem com do tipo de terreno e distância você pretende pedalar. O orçamento disponível também conta muito!

A boa notícia é que, seja você é um ciclista urbano, ou alguém que adora trilhas e natureza, ou ainda alguém que quer pedalar horas a fio numa linda estrada, há uma abundância de modelos para você!

Mountain Bike (MTB) :

Com uma posição de pilotagem mais ereta, quadros super resistentes e a opção de levá-la para trilhas e passeios “off-road”, as mountain bikes (MTBs) são uma escolha bastante popular para os ciclistas recreacionais. Muitos também apreciam o poder dos freios a disco típicos das MTB, bem como seus sistemas de suspensão, que muitas vezes se traduzem por um conforto maior. 

Mas os pneus com cravos que as tornam excelentes para terrenos acidentados, são péssimos nas cidades, quase que “segurando” no asfalto,e , muitas vezes, anulando a vantagem dos materiais de quadros, rodas e componentes mais leves, comuns nas Mountain Bikes mais “tops”. Se a sua utilização foi maior na cidade e você fizer questnao deste tipo de modelo, a solução é colocar pneus “slick” (liso) e mais fino. E se você for pedalar apenas em trilhas leves, não há necessidade de uma MTB “full-suspension” (suspensão dianteira e traseira), caso contrário, você estará pagando por uma tecnologia que utilizará pouco, e que certamente trará mais “peso” a bicicleta.

Portanto, as MTB são indicadas para trilhas e passeios “off road”.

Prós: Freios, posição de condução, resistência, versatilidade;
Contras: pesadas, lentas em asfalto, “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Speed (Estrada)

Leves, rápidas e elegantes, as bicicletas “Speeds” (de corrida/ estrada) tornaram-se o transporte principal para toda uma geração de ciclistas (quem se lembra da Caloi 10?), por terem sido “inventadas” em um período onde não existiam bicicletas urbanas. A bicicleta de estrada “cobre” longas distâncias em um ritmo cadenciado e potente devido também aos seus pneus finos e rodas, componentes e quadros leves. Porém da mesma forma que eles ajudam a torná-la rápida, também pode torná-la mais vulnerável a danos em consequência de ruas mal conservadas. Infelizmente, os “ladrões” também “adoram” estes modelos, devido ao seu alto valor de mercado.

Prós: rápida, eficiente e divertida
Contras: pode ser frágil, pneus fáceis de furar, posição de condução desconfortável e “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Híbrida/ Urbana:

As bicicletas híbridas/ urbanas têm a posição de pilotagem mais “neutra” (ereta) e confortável. As bicicletas híbridas “puras” combinam a velocidade das rodas aro 700C finas,  com a posição de pilotagem ereta de uma bicicleta de montanha, como se fosse uma “speed” misturada a uma “MTB”. Mas os detalhes podem variar e muito!

Você pode encontrar desde freios do tipo “v-brake” até os sofisticados freios “a disco”  das MTBs nesta categoria. Normalmente, os componentes e conjuntos privilegiam a robustez e a baixa manutenção frente ao peso e a performance. Como são bicicletas para o nosso “dia-a-dia”, também é muito comum termos racks para transportes de alforges e demais “tralhas” urbanas. Também é muito comum a presença de “pára-lamas” e sistemas de iluminação.

Se você pretende pedalar rapidamente em boas estradas e ruas, porém numa posição mais ereta e confortável (que se traduz também por menos performance devido a aerodinâmica e peso do conjunto), com a possibilidade de transportar pequenas cargas, certamente as bicicletas “híbridas” são para você!

Agora se o seu “pedal” for mais leve e suave, porém conforto, resistência da bicicleta, baixa manutenção dos componentes e capacidade de transporte for fundamental em seus deslocamentos, prefira uma bicicleta urbana (como a da imagem acima, por exemplo, que está equipada com um sistema de câmbio interno modelo“Shimano Nexus”).

Prós: bastante rápida (híbridas), versátil (urbanas), posição de pilotagem confortável
Contras: pode ser quase tão frágil como bikes speed (híbridas), peso do conjunto (urbanas)

Dobrável:

Mais adequada para trajetos curtos – especialmente onde existe dificuldade em estacionar a bike em seu destino – ou para comutar (completar) o seu pedal com outros modais (metro, trem, ônibus, etc), as bicicletas dobráveis são bastante populares entre os ciclistas urbanos.Os modelos mais compactos vão caber até sob sua mesa de trabalho, podendo ser levados em um trem ou ônibus mesmo na hora do rush.

Uma bicicleta dobrável nunca será como uma bicicleta “convencional” em termos de performance e conforto, devido as suas características (roda pequena, distância entre-eixos curta, poucas marchas), porém, as dobráveis mais modernas e mais “top” surpreendem e muito nestas duas características, quase se equiparando a modelos convencionais.

Prós: convenientes para armazenar e transportar em outros modais;
Contras: mais lenta e pesada do que uma bicicleta convencional

Elétrica:

Com o auxílio extra de um motor de 250W, por exemplo, as bicicletas elétricas são ótimas opções para os ciclistas que precisam chegar ao trabalho em um estado “menos suado”. Também ajudam muito em subidas, ou se o seu condicionamento físico não está “lá estas coisas”…

Apesar da polêmica sobre “se elas são bicicletas ou ciclomotores” (nossa legislação ainda é muito obscura, principalmente devido a novidade do tema), elas vêm sendo cada vez mais utilizadas, principalmente nos grandes centros urbanos.

A maioria delas são projetados para serem confortáveis e fáceis de se conduzir. Também possuem as características urbanas (para-lamas, bagageiros e sistema de iluminação) necessárias para uma boa utilização como meio de transporte.

Elas ainda são pesadas e caras. No entanto, com o desenvolvimento da tecnologia, a tendência é que elas fiquem cada vez mais baratas e leves.

Prós: Condução fácil e agradável, confortável
Contras: Necessidade de recarga de bateria (atualmente ainda demorada), mais pesadas e caros que uma bicicleta convencional

Esperamos com este pequeno guia poder auxiliar em uma decisão tão importante!

E qualquer dúvida deixe aqui nos comentários, que teremos o maior prazer em responder!


Postado em 17 de março por gugamachado

Tags:, , ,

9 Perguntas que você DEVE Fazer antes de comprar sua primeira bicicleta!

Otimize sua compra de bicicleta com estas perguntas simples. E lembre-se: se o vendedor se incomodar em respondê-las, é sinal que sua compra deve ser realizada em outra loja!

Eu sei realmente qual a utilização que vou fazer desta bike?

Esta é uma pergunta que você deve fazer a si mesmo, e não ao vendedor! Emily Bremer, gerente de marketing feminino da Trek Bikes, salienta que esta é provavelmente a coisa mais importante a resolver antes de começar sua pesquisa. “Pense no que você quer versus o que você precisa”, diz ela, acrescentando que os dois podem ser muito diferentes! Você definitivamente não precisa de rodas de carbono para participar no passeio do grupo recreativo local, mesmo se você quiser tê-las! Mais importante ainda, pense sobre  o uso que irá fazer da bike na maioria dos seus rolês, e também qual o tipo de caminho que você tem a sua disposição na maior parte do tempo: ruas da cidade, trilhas, estradas, e por aí vai…Não adianta nada comprar uma “mountain bike” top de linha se na maior parte do tempo você vai pedalar na cidade. Hoje em dia existem bikes bem adaptadas ao ciclismo urbano (híbridas, urbanas), que vão dar “conta do recado” muito mais eficientemente do que uma bicicleta de trilha!

Eu ainda preciso comprar uma bicicleta em uma loja especializada de bicicletas (bike shop)?

Você pode comprar qualquer coisa na internet nos dias de hoje! Inclusive sua nova bicicleta! Mas só porque você pode não significa que você deve…Quando você compra uma bicicleta a partir de um revendedor autorizado, você sabe que a bike foi montada e testada por um mecânico profissional, além do que você também começa a construir um relacionamento com a loja, o que é sempre uma ótima maneira de descobrir sobre novas rotas ou passeios em grupo, ou mesmo aulas de manutenção e eventos ligados a bicicleta! Ao comprar numa bike shop, você também garante que você não está adquirindo um produto falsificado, que infelizmente é um problema comum no mercado de bicicletas.  A compra em uma loja especializada ainda pode ter mais benefícios, como a assistência inicial personalizada e dentro da garantia, coisa que você não tem ao comprar a bike num supermercado, ou mesmo uma bicicleta usada.

Posso pedir um desconto?
“Você sempre pode pedir”, diz Bremer, mas as margens em bicicletas são tão  anêmicas que você deve estar preparado para algo mínimo. No entanto, ela diz que as lojas estão muitas vezes dispostas a dar bons descontos em acessórios, especialmente quando comprados em conjunto com uma bicicleta.

Posso fazer um “test-drive” ?
“Definitivamente fazer um passeio de teste vai validar a recomendação de um vendedor confiável”, diz Bremer. Na verdade, se uma loja de bicicletas não deixar você dar uma volta rápida para um teste, inclusive te acompanhando no percurso, você provavelmente deve comprar em outro lugar. “Certifique-se que neste rolê sejam demonstradas as características principais da bike, principalmente as mudanças de marchas e freios”, diz Bremer.

Como posso saber se uma bicicleta se encaixa comigo?
É tarefa quase impossível avaliar uma bicicleta num passeio de teste de 10 minutos! Então você terá que contar com a sua intuição, e principalmente confiar na indicação do vendedor (aqui o ideal é que este seja indicado por algum conhecido seu). “Basicamente, você não deve ficar super-estendido tentando alcançar o guidão”, diz Bremer. Se estiver inseguro sobre esta distância, peça para testar a mesma bicicleta  no próximo tamanho para cima e para baixo (P.ex. se estiver testando uma bike com o tamanho M, peça uma P e depois teste também uma G). Certamente esta  comparação vai tornar mais clara em qual delas você se encaixa melhor.
Você provavelmente vai acabar gastando horas em sua bicicleta, então você deve se sentir confortável ao pedalar! Nada deve ser estranho, a não ser o desconforto inicial do selim, que só desaparece com o tempo. “A maioria dos selins (bancos da bike) são um pouco desconfortáveis no início, especialmente se faz tempo que você não pedala”, diz Bremer. Uma última pergunta que vale a pena ser feita é se sua a loja te ajudará no sentido de um “bike fit”, que é uma adequação da bike ao seu biotipo. A maioria das lojas tem este serviço incluso em algumas categorias de venda, onde inclusive substituem peças de sua bicicleta nova para adequá-la melhor a sua pedalada!

Eu tenho que comprar uma bicicleta específica com relação a gênero (masculino/feminino)? Qual é a diferença?
Não, definitivamente não. Porém vale muito a pena aprender sobre elas, e se houver oportunidade, comprar uma bicicleta mais orientada ao seu gênero. Nossa recomendação inicial de não priorizar a compra de um equipamento específico é para que isto não seja um impeditivo para você comprar sua primeira bike, uma vez que comprar uma bicicleta por gênero pode agregar mais custo. “O que faz de uma bicicleta ser específica para mulheres varia de marca para marca”, diz Bremer. Algumas marcas usam diferentes espessuras de carbono em todo o quadro para fazer bikes mais leves, enquanto outras, além de utilizar um grafismo mais feminino,  oferecem características tais como apresentar uma geometria com um alcance mais curto para o guidão, guidões mais estreitos, e selins específicos femininos. “Existem muitas vantagens nesta política, mas lembro que a geometria das bicicletas femininas também não se aplicam a todas as mulheres”, diz Bremer.

Além disso, os produtos específicos para mulheres `as vezes funcionam melhor para os homens. “É muito raro, mas acontece”, diz Bremer. Então, se o vendedor sugerir a você testar uma bike que não seja do seu gênero,  não se ofenda! Ele só quer ter certeza de que você está testando as melhores possibilidades.

Quantas bicicletas devo testar?

Steve Beheler, lojista americano,  diz que você deve testar, pelo menos, duas ou três bicicletas. Porém evite fazer um teste muito longo com a bike. “Se alguém pedalar  10 bicicletas, vai ficar mais confuso do que qualquer outra coisa”, diz ela.

Posso pedir para loja de bicicletas para instalar um “descanso lateral”? E como ficam os acessórios que eu comprei on-line?
“Se a sua bike tiver local apropriado para instalação do “descanso” (pézinho), nós  vamos instalá-lo, bem como  qualquer outro acessório que você desejar”, diz Beheler.. Enquanto a maioria das bicicletas híbridas e urbanas possuem este “nicho” para instalação, nos modelos de estrada e de montanha geralmente esta história é diferente. Neste caso, pergunte ao seu mecânico qual a melhor maneira de “estacionar” sua bike. Quanto aos acessórios comprados “online”, a maioria das lojas vai instalá-los sem problema, mas certamente cobrarão uma taxa pelo serviço. Se a própria bicicleta for comprada online, ou mesmo você adquirir uma bike usada, a maioria das lojas irá fazer a montagem, os ajustes e “bike fit” sem nenhum problema. Porém, novamente, cobrarão uma taxa por este serviço.

Bicicletas vêem com alguma garantia ou mesmo um plano de manutenção incluído?

Isto varia. Todas as bicicletas novas vêem com a garantia determinada pela lei do consumidor. Em alguns casos, este período pode até ser maior, como é o caso de alguns fabricantes cujos quadros possuem garantia vitalícia. Porém ao comprar sua bicicleta você deve pensar que este será o início de um longo (e, esperamos feliz) relacionamento com sua loja de bicicletas local. Isto significa que provavelmente você vai levar a sua bicicleta algumas vezes por ano para manutenção e reparos.

Algumas lojas incluem um nível de serviço de manutenção relacionado com a compra de uma bicicleta; assim, você deve perguntar sobre a política da sua loja no momento da compra. Você também deve saber o que a garantia do fabricante cobre. Muitas vezes, os quadros são cobertos “sob uso normal” que não inclui danos causados por “mau uso”. Por fim, como aqui no Brasil uma boa parte das bicicletas são importadas, você deve perguntar na sua loja se ela vai auxiliá-lo na eventual necessidade de uso da garantia junto ao importador. Isto é importantíssimo e pode lhe poupar uma enorme dor de cabeça no caso de algum problema com o equipamento.


Postado em 10 de março por gugamachado

Tags:, ,

O poder das mulheres nas duas rodas

Há muito tempo estamos acompanhando o crescimento das mulheres no universo da bicicleta. Seja em eventos esportivos, seja nas ruas da cidade, as mulheres estão ganhando um espaço cada vez maior, a ponto da maioria dos fabricantes criarem produtos exclusivos e desenvolvidos especialmente para atender a este emergente e exigente mercado.

E com isto surgem os primeiros grupos especializados nesta crescente demanda, tais como o grupo das Pedalinas, do Saia na Noite e muitos outros espalhados pelo Brasil!

Nas últimas semanas fomos conhecer um pouco do projeto Ciclofemini, liderado pela Cláudia Franco, com quem batemos um papo.

Acompanhe esta conversa e veja que caso legal!

De onde surgiu a ideia de dar aulas de ciclismo para mulheres?

CF: A ideia surgiu da minha própria necessidade. Quando comecei a pedalar não encontrei nenhuma escola, nenhum profissional que pudesse me ensinar. Acabei aprendendo a pedalar sozinha aos 48 anos de idade. O método de ensino do Ciclofemini tem como base o meu auto-aprendizado, por isto há detalhes que fazem o diferencial do método, sei onde estão os pontos críticos de mais insegurança ou medo.

Como vocês perceberam que havia uma demanda nesse sentido?

CF: Na realidade a demanda aconteceu espontaneamente. No início, apostei nos cursos de mountain biking, cicloturismo, ciclismo urbano. Porém o curso para iniciantes despontou-se, pois não é somente para quem não saber pedalar, é para quem não tem habilidade, destreza ou conhecimento técnico. Pessoas que pedalam desde criança, que pedalam há muito tempo fazem o curso conosco para aperfeiçoar postura, conhecer novas técnicas e principalmente pedalar com segurança.

A mulher que quer pedalar precisa ter algum preparo especial?

CF: A princípio não. É importante ressaltar que o Ciclofemini iniciou focado em  mulheres, mas hoje atendemos todos os públicos, homens, mulheres, jovens, crianças de todas as idades. Não demandamos nenhum preparo ou conhecimento prévio. Auxiliamos os alunos na conscientização corporal, nutrição, preparo físico e mental, pois além da equipe que atua diretamente com os alunos ser formada por atletas e profissionais da área de educação esportiva, somos assessorados por profissionais da saúde. Além das aulas de bike, os alunos recebem um conjunto de exercícios para realizarem fora das aulas regulares.

Para alguém que nunca pedalou na vida adulta, quanto tempo em média é necessário de treinamento para sair pedalando?

CF: Varia muito de pessoa para pessoa. O que mais dificulta é o medo, ansiedade, timidez e a pressa em aprender. Se a pessoa encara como um diversão, como algo prazeroso e deixar o processo acontecer o aprendizado é mais rápido.

Que tipo de bicicleta e acessórios são mais adequados para as mulheres que querem começar a pedalar?

CF: Sempre instruo o aluno a definir o propósito do pedal, ou seja, depois de aprender a pedalar e já pedalando bem, como será o futuro? Volta no parque, trilhas, cicloviagem, ciclismo urbano ou de estrada?  Um vez definindo o propósito, recomendo sempre comprar a bicicleta no tamanho adequado a sua estatura. Recomendo que façam o ajuste da bicicleta, o bike fit, assim como a comprarem bicicleta com componentes de boa qualidade. No caso específico de mulheres, sugiro que busquem por bicicletas femininas, cujo quadro tem uma geometria específica. Ressalto que as bicicletas de boa qualidade nunca serão baratinhas. Comprar uma bicicleta baratinha só porque está no início é um equívoco, pois a bicicleta não vai corresponder, pode ser pesada demais e a pessoa pode vir a desistir de pedalar.

Que dica e incentivo você pode dar para alguém que nunca pedalou e quer começar?

CF: A primeira coisa é encarar a aula de bicicleta da mesma forma que encararia uma aula de natação, uma aula de tênis ou de qualquer outra atividade física. Com orgulho e não com vergonha. É mito achar que todo mundo sabe pedalar, que somente mulher não pedala e que criança aprende mais rápido que adulto. Muitos homens aprenderam a pedalar conosco. Adultos até o momento aprenderam mais rapidamente que as crianças, alguns deles aprenderam em apenas 30 minutos de aula. Dizer que todo mundo aprende a pedalar quando criança é mito. Além disto a bicicleta é uma das melhores opções para manter a forma e o condicionamento físico. Não tem contraindicação, ou são muito raras. Não oferece impacto nas articulações, mulheres gestantes podem pedalar, excelente para desenvolver o equilíbrio e também a congnição. Há diversas opções de lugares, passeios e viagens. Não tem limite de idade. Não depende de nada e de ninguém, apenas você e a bicicleta. A atividade física com a bicicleta é democrática, saudável e corretamente ecológica.

Quais são os objetivos para o futuro da Ciclofemini?

CF: Este ano foi de construção. Apresentar para o mercado a seriedade com a qual desenvolvemos o nosso trabalho e construir uma base sólida com relação aos serviços que prestamos. O futuro é consolidar o Ciclofemini como uma escola completa de ciclismo, seja de estrada, urbano ou montanha. Quando digo completa é levar ao nosso aluno tudo o que há de mais atual, seja em termos de equipamentos, recursos para as aulas, orientação para o desenvolvimento físico e mental e claro que com relação as técnicas do pedalar corretamente.

Obrigado Cláudia Franco por dividir sua experiência conosco, e que suas palavras sirvam de estímulo para que mais e mais pessoas possam conhecer e se aventurar no universo das bicicletas!

 >> Saiba mais sobre a Ciclofemini

Postado em 3 de março por Eu Vou de Bike

Tags:, , , ,

Quer poupar? Vá de bicicleta!

Andar por aí de carro está cada vez mais caro. Além dos gastos com combustível, que não param de aumentar, o motorista ainda tem que se preocupar com seguro, IPVA, estacionamento… E ainda tem o tempo perdido nos congestionamentos, e nos dias de hoje, tempo é dinheiro, né?

E como economizar, então? Usando a bicicleta como meio de transporte! Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) constatou que ir de bicicleta ao trabalho custa cerca de 17 centavos por quilômetro. De carro, esse valor chega a mais de 1 real por quilômetro rodado.

Segundo o estudo divulgado em 2011, quem adotar a bicicleta como meio de transporte pode economizar cerca de R$ R$ 3.700 por ano em relação à manutenção de um automóvel.

De acordo com reportagem do O Eco, o levantamento considerou o preço de uma bicicleta nova, a aquisição de acessórios, a depreciação e a manutenção do equipamento, com base em trajetos de 20 quilômetros por dia.

Quer saber, em média, quanto você economiza ao trocar o carro pela bicicleta? Aqui no Eu Vou de Bike, nós temos uma ferramenta que faz esses cálculos por você.

Abaixo, vamos fazer a simulação de uma situação em que a pessoa vai ao trabalho 5 dias por semana, a 7 quilômetros de distância, e também usa a bicicleta para ir até a academia, que fica a 4 quilômetros de distância, três vezes por semana. Veja só:

Em uma semana, apenas nesses dois trajetos, essa pessoa teria pedalado 52 quilômetros. Sabe o que isso significa de economia no bolso, apenas com combustível (sem contar estacionamento, manutenção do carro, seguro, etc)? R$ 23,90! Em um mês, fazendo apenas esses dois trajetos bem curtos, dá pra economizar quase R$ 95,60 só de combustível! Além disso, nesses 52 quilômetros, a pessoa queimou 3 mil calorias, o que é ótimo para a saúde, e ainda poupou o meio ambiente da emissão de 14 quilos de poluentes.

>> Faça as suas contas na calculadora do Eu Vou de Bike*

Viu como é possível evitar que o preço da gasolina tire o seu sono? Quanto mais você pedalar, mais vai economizar. E o único combustível necessário será o arroz e feijão para manter a força nas pernas na hora da subida!

* Atenção: os números da calculadora são aproximados e podem variar, dependendo do preço da gasolina da sua cidade, do nível de congestionamento, do seu preparo físico e do grau de subidas e descidas do percurso



Próxima