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Blog Vou de Bike

Postado em 4 de fevereiro por gugamachado

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Você sabe calibrar os pneus da sua bike?

Ao contrário do imaginário geral, são as partes móveis da nossa bicicleta as mais importantes no desempenho dela! Não adianta nada ter um super câmbio, uma ótima suspensão, um freio a disco de última geração, se nosso movimento central, pedivela, cubos e rodas são de qualidade ruim. Então os primeiros “upgrades” em nossas magrelas devem ser as partes móveis.

Disto isto, não adianta nada ter uma roda e pneu de excelente qualidade, se não soubermos utilizar a calibragem correta. O objetivo deste post é instruir da melhor maneira possível o ato de calibrar nossos pneus, que não é tão simples quanto parece! Vamos lá?

O primeiro erro  comum é não conhecermos a calibragem correta de nossos pneus. Se você está enchendo seus pneus com uma “bomba de pé (chão)” ela provavelmente tem um relógio que registra a pressão do pneus. Na grande maioria das vezes, este relógio registra a pressão atual da bomba, e não do pneu. Só aí já podemos ter uma falha grande em nossa calibragem. Temos relatos de erros de mais de 10 PSI de diferença !!!! Para corrigir este erro, o ideal é um medidor/calibrador de pressão avulso, facilmente encontrado no mercado. Inclusive existem até versões digitais. Com isto, você enche seu pneu e verifica a calibragem a partir de um medidor destes.

 

Cada pneu tem a sua medida de calibragem em “PSI” ( forma abreviada do inglês pound force per square inch) e tem na sua face lateral impressa a medida máxima permitida para calibragem (veja exemplo abaixo, cujo valor é 36 PSI)

 

Normalmente, usamos a mesma medida de calibragem no pneu dianteiro e traseiro. Porém, nosso peso maior vai concentrado na roda traseira. Então aqui vai mais uma consideração importante!

Se você quer saber o quanto de diferença pode ter na calibragem dianteira e traseira, faça um teste simples:

1-) Pese-se com todo seu uniforme/ roupa (calçados/sapatilhas inclusos) segurando sua bicicleta;

2-) Ponha uma das rodas da bicicleta na balança e apoie a outra roda num bloco do mesmo tamanho da balança de modo a deixar a bike estável para você montá-la, e peça para um amigo apoiar você e sua bicicleta nesta posição, e verifique o peso acusado na balança.

3-) Mude a balança para a outra roda e faça o mesmo procedimento.

O montante total deve corresponder ao seu peso estático obtido no passo 1, e o peso dos passos 2 e 3 vai de lhe dar a percentagem de peso total em cada roda. Veja a diferença!

A má notícia é que aparentemente não existe nenhuma fórmula apoiada cientificamente, para ajustar a pressão dos pneus com base na distribuição de peso. Este é apenas um teste instrutivo porquê lhe mostra a diferença de peso entre uma roda e outra, mas não vai dar-lhe uma equação precisa para ajustar a pressão dos pneus. Vai somente te dar uma idéia de proporção.

A verdade é que qualquer que seja a pressão de sua preferência, ela vai depender de uma variedade de coisas, incluindo sua escolha de tipo de pneus e estilo de pilotagem. Mas a partir deste teste fica claro que você não deve utilizar  a mesma pressão frontal e traseira. Se você pesa 70 quilos, tem uma distribuição de peso 60-40, que seria 40 quilos sobre a roda traseira e 30 quilos na parte da frente. Então o ideal é você utilizar menos pressão na frente. De 15 a 20% de pressão a menos já é suficiente para equilibrar esta diferença.

Uma coisa importante: pneus vazam ar ao longo do tempo.Você verifica a pressão de seus pneus regularmente?

Câmaras “butil” (o tipo mais comum) vazam muito menos do que as versões de látex mais leves, mas eles ainda perde alguns PSI uma semana, principalmente se a bike fica parada! Você não precisa verificar a pressão antes de cada pedal, mas pelo menos uma vez por semana. Pneus “murchos”, além de tornarem a bike mais lenta, são mais suscetíveis a furos!

Nosso padrão é quase sempre “encher a mais”. A pressão máxima listada na parede lateral é geralmente mais para alta, e não leva em conta nenhum dos fatores que influenciam a pressão dos pneus tais como: o tamanho do ciclista, o  tipo de terreno, dentre outros fatores.

Durante muito tempo fomos “doutrinados” a pensar que  pressões mais elevadas oferecem menos resistência ao rolamento. E pressões mais elevadas também reduzem a probabilidade de furos. Como dissemos acima, isto é verdade.

Porém, se você  mudou para pneus mais largos, você deve baixar a pressão. Eis o porquê:

• Pneus mais largos têm um volume maior, então você deve diminuir a pressão proporcionalmente. Eles também têm menos deformação da parede lateral, que reduz a resistência ao rolamento em comparação com pneus estreitos a uma dada pressão.

• A resistência ao rolamento faz aumentar com a pressão mais baixa, mas vários estudos revelam que em vários pneus de estrada, a resistência ao rolamento aumenta apenas ligeiramente, na ordem de alguns watts de potência, mesmo com pressões para baixo de 60 PSI em pneus de estrada padrão. As maiores diferenças na resistência ao rolamento não estão em pressão, mas no tipo de pneu que você está usando.

• A menor pressão aumenta aderência em curva, em parte através do aumento da área de contato. Um pneu de baixa pressão também deforma mais em torno da superfície da estrada, o que é, em parte, o responsável pelo aumento na resistência ao rolamento. Mas um pneu muito inflado vai te passar no guidão todas as irregularidades do terreno. Então ao utilizarmos uma pressão mais baixa, você ganha bônus: Além de aumentar a aderência de sua bike, você também sentirá muito mais conforto, principalmente em caminhos “off-road”!

Experimente murchar seus pneus dianteiro e traseiro, digamos, 5 por cento cada (por cento, não PSI, porque lembre-se, dianteiro e traseiro são diferentes e devem ser alteradas proporcionalmente). Vá pedalar e veja como sente a bike. Se for o caso, diminua um pouco mais.

Pode demorar um pouco, mas ao “achar” pressão ideal dos seus pneus você terá de brinde uma viagem mais confortável com uma sensação de maior segurança ao fazer curvas mais fechadas, principalmente em trilhas. Se perceber a roda da frente “bobear” um pouco nas curvas, no próximo rolê aumente um pouco mais a calibragem.

Daí, ao encontrar a sua calibragem ideal, lembre-se de anotá-la e guardar esta anotação!

Porém se você  mudar o tamanho e/ou marca de pneus, deve repetir todo este processo novamente!

Boa sorte com mais esta dica!


Postado em 28 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Vai pedalar na chuva? Não se esqueça da capa!

O verão é uma ótima época para pedalar. Os dias são agradáveis, o horário de verão nos dá mais tempo de luz natural e parece que as pessoas sempre estão mais dipostas. Mas tem uma coisa que atrapalha bastante os ciclistas: a chuva!

As chuvas de verão geralmente chegam bem na hora que estamos saindo do trabalho, no fim da tarde, e acabam pegando muitos ciclistas desprevenidos, que chegam em casa ensopados.

Uma dica para se proteger da chuva e seguir pedalando com estilo é a capa de chuva criada pela Cleverhood, uma empresa americana que aplica os conceitos de cyclechic ao vestuário para os dias chuvosos.

As capas da Cleverhood são bem largas e tem um bom espaço nas mangas para permitir que o ciclista pedale e guie sua bicicleta sem problemas. Os materiais impermeáveis vêm em várias estampas, do pretinho básico ao clássico xadrez.

O vídeo abaixo traz um desfile da marca e mostra um pouco mais sobre as capas da Cleverhood. Assista!

As capas da Cleverhood são vendidas pela internet por cerca de $ 199,00 usd! Bem salgado, não?

Será que tem algum jeito de fazer algo mais caseiro????

Se tiver alguma dica, deixe nos comentários!


Postado em 13 de janeiro por gugamachado

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Veja 10 dicas que o pessoal da Sony com a nossa colaboração preparou para você pedalar na cidade!


Postado em 4 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Comece o novo ano pedalando!

Eu vou de bike

Começo de ano é sempre a mesma coisa, com metas e resoluções que acabam esquecidas na rotina diária ao longo dos meses. Se a sua resolução para 2016 é ter uma vida mais saudável (e até perder uns quilinhos), a bicicleta pode ser uma ótima opção (calcule quantas calorias você perde ao trocar o carro pela bicicleta).

Para começar 2016 pedalando, separamos alguns textos que já publicamos aqui no Eu Vou de Bike que dão ótimas dicas para quem pensa em começar a rodar de bicicleta por aí, seja para lazer ou como uma ótima forma de transporte.

Antes de mais nada, você precisa saber que a decisão de começar a trocar o carro pela bicicleta não é tão difícil quanto parece. Para fazer esta troca de maneira prazerosa, a primeira questão é a escolha do trajeto. Você deve, sempre que possível, evitar as grandes avenidas, especialmente no início. E, mesmo quando se tornar um atleta e tiver mais experiência na bike, pense bem: é muito mais gostoso andar por ruas calmas e arborizadas! Veja mais dicas aqui no post inaugural deste site!

Depois que você decidiu pedalar, é muito importante saber quais são os equipamentos de segurança recomendados para um trajeto mais seguro. Luzes de identificação, buzina, faróis… Está tudo bem explicado aqui neste post.

Quando pedalamos em parques ou nas ruas, temos de ter consciência que estamos operando um veículo como outro qualquer. Portanto, nosso comportamento sobre a bicicleta deve seguir um padrão para, por exemplo, indicar aos motorista que vamos dobrar uma esquina. Veja algumas orientações básicas de postura no trânsito para uma pedalada muito mais segura para você e para os outros.

Se você que se aprofundar no assunto, vale dar uma olhada no texto em que explicamos algumas noções de ergonomia para a compra da bike e como se comportar sobre a bicicleta em dias de chuva.

Veja também como travar a sua bicicleta com mais segurança no paraciclo e como NÃO estacionar sua bicicleta. Por fim, veja algumas dicas de manutenção para que sua bike não te deixe na mão no meio da pedalada.

Com as informações acima, você já pode sair pedalando tranquilamente pelas ruas da sua cidade. Comece aos poucos, vá pegando confiança e aproveite o mês de férias para circular mais, uma vez que as ruas estão bem mais vazias.

Feliz 2016 e boas pedaladas!


Postado em 16 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Veja como travar sua bicicleta no paraciclo

Já demos algumas dicas para você deixar sua bicicleta mais segura nos paraciclos, mas o blog Ciclismo Urbano publicou uma ilustração muito bacana que pode te ajudar bastante.

Com a falta de bicicletários espalhados pelas cidades, muitas vezes temos de deixar nossas bicicletas presas a postes, grades ou paraciclos. O blog sugere o uso da U-Lock, uma espécie de cadeado em forma de ‘U’, muito mais sólido e seguro do que aquelas correntes com fios metálicos emborrachados.

Veja as dicas de posicionamento abaixo:

Além de seguir as dicas de posicionamento acima, não se esqueça de procurar um paraciclo que esteja preso firmemente ao solo e, de preferência, em um local movimentado. Locais com bastante gente passando dificulta bastante o trabalho dos ladrões.

Lembrando que, além da U-Lock no quadro, é interessante prender a roda que ficou sobrando com uma corrente emborrachada, só para garantir. :)


Postado em 30 de novembro por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 4)

Neste post daremos algumas dicas de ajustes básicos para que sua filmagem fique com uma cara profissional!

- Procure selecionar a resolução que vai captar compatível com seu equipamento de edição. Como já dissemos anteriormente, uma resolução muito alta gera arquivos muito grandes e difíceis de serem processados. Tudo depende do seu objetivo final. Se o filme for utilizado profissionalmente, justifica-se utilizar o máximo de resolução disponível. Se for o caso de utilizá-lo somente para a web, não precisamos de uma resolução tão grande assim. Ainda tem a questão da “câmera lenta”, que vai muito bem quando estamos filmando tomadas que tenham muitas “manobras”. Neste caso, existe uma resolução específica para isto (FULL HD/120p ou HD/240p). Em nossa experiência, temos utilizado a resolução FULL HD 1920 x 1080, com 60 fps. Ela é satisfatória para utilizá-la em broadcast (qualidade profissional) e pode ser reduzida na edição para gerar um arquivo menor para web. Note que nossa Sony filma em até 4 K (resolução ultra HD) !!!! Posteriormente traremos alguns filmes para ilustrar de maneira prática estas diferenças.

- Se sua câmera tiver algum recurso de estabilização de imagem, o ideal é ativá-lo. No caso da nossa, este recurso chama-se “Stead Shot” e faz uma grande diferença, comprometendo muito pouco da imagem final. Mas utilize o recurso principalmente se for andar por locais acidentados.

- O ideal também é ativar o recurso de “filtro de ruído”, do tipo “wind noise reduction”. Normalmente o barulho do vento é bem intenso e pode comprometer o resultado final.

- Ainda se sua camera tiver uma “case” plástica de proteção, o ideal é utilizá-la, pois em caso de um tombo ou de poeira ela irá proteger seu equipamento. Note que este estojo pode comprometer a captação de som ambiente, e principalmente alguma eventual narração. Neste caso, o ideal é realizar a narração “em off”, na edição a ser feita posteriormente.

- Quando estiver pedalando, para dar mais “dinâmica” a sua filmagem, é legal ter sempre um “parceiro” no pedal, de modo que um possa filmar o outro, não ficando apenas com uma imagem de “primeira pessoa”. Você pode montar sua câmera no canote do selim por exemplo, e filmar seu parceiro atrás de você. Depois pode mudar a câmera para o guidão da bike dele, pedindo para que ele pedale atrás de você, captando assim uma imagem posterior da sua bike.  Daí é só misturar estes ângulos todos na edição final. Com esta variação de captação, seu filme fica bem mais dinâmico e interessante de ser visto!

- No caso da nossa Sony, tem um recurso bem legal que é a geolocalização nativa via GPS na câmera. A partir destes dados, ela dispõe um arquivo próprio que registra o percurso, bem como a velocidade da bike, disponibilizando tudo na edição final, através de um software proprietário. Veja no print abaixo!

 

 

E aí? Animado para ser o “Spielberg” das duas rodas????

Se você não viu ainda, as outras partes desta matéria estão aqui, aqui e aqui.


Postado em 26 de novembro por gugamachado

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Pedale e economize 24 trilhões para o mundo!

No início de novembro, o ITDP que tem no Brasil como um dos gestores nosso querido amigo Thiago Benicchio, publicou um relatório intitulado “A Global High Shift Cycling Scenario” que elencou enormes benefícios globais que trariam mudanças drásticas para melhor, caso mais pessoas trocassem seus deslocamentos de carro pela mobilidade por bicicleta.

Atualmente, menos de 7% dos deslocamentos mundiais são feitos por bicicletas. Os pesquisadores avaliaram o que aconteceria se um total de 23 % dos trajetos mundiais passassem a ser  feitos por bicicletas, ou mesmo e-bikes (bicicletas elétricas), até o ano de 2050.

Eles explicam ainda que, na maioria dos países,  quase 35 % dos trajetos realizados são de menos de cinco quilômetros entre sua origem e destino, sendo que 50 % estão a menos de 10 km!

Quando você pensa em “pedalar” estas distâncias ao invés de “dirigir”, não parece uma quilometragem muito alta para se percorrer em bicicletas, principalmente, como apontam os autores, se você estiver usando uma e-bike para a maioria de suas viagens . E isto não é pedir demais, não é? Sem mencionar o benefício para sua saúde física e mental individual!

O relatório ainda traz o seguinte número: Se esta troca fosse realizada (de 7% para 23% de aumento nos deslocamentos de bicicleta) a sociedade economizaria 24 trilhões de dólares (!!!!!) cumulativos entre o ano de 2015 e 2050, e diminuiria em 11 pontos percentuais a quantidade de emissão de CO2 proveniente do transporte urbano. Isto são mais de 300 megatoneladas de CO2, de acordo com o ITDP!!!!

Então se você ainda precisa de algum motivo para repensar seus deslocamentos por carro, aqui vão alguns:

- Você vai economizar dinheiro!

- Vai proteger seu planeta!

- E vai tornar-se mais saudável e feliz!


Postado em 16 de novembro por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 3)

Continuando nossa série de posts sobre filmagem na bicicleta, agora seremos mais específicos, numa espécie de “passo-a-passo.”

Antes de filmar o rolê, verifique:

- se a carga da bateria da camera está completa. Infelizmente, baterias ainda são os pontos fracos de nossos queridos “gadgets”, muitas vezes deixando a gente na mão…Então o ideal é iniciar o rolê com a maior carga possível, levando inclusive uma bateria auxiliar. Em nossa experiência com a Sony, a duração média da bateria tem sido de quase 2 horas, bastante aceitável para a proposta!

 

- se o seu cartão de memória está “livre”. Video é o tipo de arquivo que consome bastante memória. E dependendo da resolução a ser utilizada (falaremos sobre isto em outro post), o arquivo é enorme! Então procure ter um cartão com o máximo de capacidade que você possa comprar, e principalmente, verifique se ele está vazio, ou seja, sem nenhum arquivo previamente gravado e “esquecido” por lá! Isto de ir gravando sem apagar conteúdos que já utilizamos é uma prática mais comum do que imaginamos….

 
- conheça as lentes de sua camera! Normalmente, as cameras de “ação” possuem lentes do tipo “fish eye”, que são lentes grande angulares, porém com um pouco de distorção nas bordas. Elas costumam pegar tudo que está num angulo de 170 graus. Daí a necessidade manter o objeto do seu filme sempre no centro da lente! Em alguns modelos, como é o caso da nossa Sony, é possível regular este angulo, reduzindo para 120 graus. Com isto, você diminui  seu campo de captação de imagem, porém diminui também a distorção nas laterais da filmagem bem como a sensação de “movimentos rápidos e bruscos” que este tipo de captação de imagem normalmente fornece!

 

- qual será seu “angulo de captação” de imagens. Isto é muito importante para que depois sua filmagem fique atrativa. Aliás, este é um dos pontos mais complexos quando se filma a partir de primeira pessoa, principalmente na bicicleta. A idéia é que nós possamos passar a sensação para nossa audiência de estar “andando” conosco. Por isto o enquadramento é tão importante, para que a imagem não fique “baixa demais” e só filme o chão, e nem “alta demais”, filmando só o céu… Normalmente as “action cams” não possuem displays como as cameras comuns, para economizar em peso e espaço.Assim, para resolver este problema, o ideal é fazer um monitoramento prévio do enquadramento, ou seja, posicione sua camera da maneira que achar conveniente, filme um pequeno trecho na condição exata que fará o rolê, e assista o resultado, fazendo as correções necessárias. Nas cameras mais atuais, temos o recurso de sincronia via Wi-Fi com smartphones, que fazem com que este se transforme em um monitor para nossa camera, facilitando muito o posicionamento desta, bem como até possibilitando algumas regulagens do menu da camera! No caso da nossa Sony, além de ter este recurso, ela conta também, como acessório opcional, com um “controle remoto” com tela (veja na foto que ilustra este post), que sincroniza perfeitamente com a camera, e que fica posicionado em nosso pulso, como um relógio, permitindo assim a verificação e ajuste constante do que estamos filmando, além do acionamento da mesma, facilitando muito a operação! Mais para frente faremos um tópico exclusivo sobre este tema de posicionamento da camera.

 

- qual resolução irá utilizar. Este também é um tema complexo que merecerá um capítulo exclusivo! Mas, basicamente, quanto maior a resolução (Full HD, por exemplo, que são 1.920 por 1.080 linhas, fornecendo uma imagem com mais de 2.000.000 de pixels, sendo atualmente presente em 70% dos televisores vendidos no Brasil), maior será a qualidade do arquivo, porém ocupando mais espaço no seu cartão de memória. Um arquivo muito grande também dificulta a edição posterior de imagens, e certamente terá que ser “convertido e reduzido” quando você for publicar seu video online. Muitas cameras também permitem o ajuste de “quadros por segundo” (trataremos posteriormente com mais profundidade). Por padrão, este ajuste pode ser de 30 FPS (frames por segundo). Porém, quanto mais “frames por segundo”, maior a “fluidez” da imagem.

 
- qual será o posicionamento de sua camera. Você pode posicioná-la tanto no capacete, quanto no quadro da bike. Em alguns casos, pode posicioná-la inclusive na sua mochila! Novamente aqui, o ideal é testar todas as possibilidades e ver qual mais te agrada! Também faremos um post exclusivo sobre posicionamento de camera, mostrando as possibilidades e os resultados.

E aí, pronto pra filmar seu rolê? Com todas estas medidas, certamente você será a nova atração da família!!!!! Agora é só definir o local, o percurso e disparar sua camera!!!

Você pode ler nossos dois posts anteriores sobre o assunto aqui  e aqui.


Postado em 11 de novembro por gugamachado

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Conheça 5 Tipos de Ciclistas Irritantes!

Por aqui nós amamos todos as modalidades de ciclismo! Pode ser urbano (meio de transporte), o recreacional (aquele rolê descompromissado num lindo domingo) ou mesmo o esportivo (onde a performance impera!). Mas as vezes, o ciclista se torna muito “entusiasmado”, e daí “passa do ponto”! Então vamos listar aqui cinco tipos de comportamento a serem evitados, para não ser o “chato” do pedaço!

E se você tiver alguma sugestão de algum tipo que não apareceu por aqui, inclua nos comentários!

1-) o “máquina de desculpas” : ele sempre “pedalou muito forte ontem”, e hoje não se sente bem…Isto quando não está de “ressaca”, se arrastando e  atrasando o rolê de todos….

2-) o “exibição de equipamentos”: este está sempre com o último lançamento da indústria, e faz questão de te mostrar todos os detalhes de sua nova aquisição, inclusive “pondo em cheque” o seu equipamento…lógico que uma hora ele percebe que equipamento ajuda, mas não define o resultado! Mas lógico, ele nunca vai admitir isto….

3-) o “ligado no tempo”: este faz questão de saber exatamente quanto tempo vai durar o rolê, qual será o trajeto exato, para que ele possa se preparar precisamente com o tipo de alimentação e equipamento necessários. Lógico que isto tira toda a espontaneidade do rolê, roubando um dos prazeres máximos do pedal que é a “aventura de se deixar levar pelos caminhos”….

4-) o “cronicamente despreparado”: este aqui nunca leva nenhuma ferramenta nem peça sobressalente (uma simples e básica câmara) no rolê, e na maioria das vezes sua bike está desregulada, ou fura o pneu…um tipo a ser ajudado, ou evitado!

5-) o “corredor”: aqui infelizmente temos um dos tipos mais comuns! Está sempre competindo e pedalando rápido, inclusive em ciclovias e ciclofaixas de lazer, colocando a segurança de todos em risco! Sempre repetimos isto por aqui: ciclovias e ciclofaixas não são locais de treino! Sabemos que no Brasil somos carentes de espaços para ciclismo esportivo, mas isto não justifica a utilização de estrutura de lazer e de transporte para treinar…

E você? Se “viu” em algum destes tipos????


Postado em 3 de novembro por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 2)

 

Mostrar ao mundo todo suas habilidades em duas rodas, ou mesmo sua vivência e experiência na bike, através da web, é fácil, divertido e pode ajudar a você e outros ciclistas a expandirem seus limites!

Hoje em dia com a chegada da categoria das “Action Cams”, tudo ficou ainda mais interessante e desafiador, pois é possível fazer um filme de alta qualidade, pronto para “tira qualquer sedentário do sofá”!

Por aqui estamos tendo uma excelente experiência com a Sony FDR – X1000V, e queremos com isto dar algumas  dicas a partir de nosso uso, para que os que ainda não filmam seu rolê, passem a fazer isto com mais frequência!

Em nosso post anterior , tratamos sobre o uso da câmera como equipamento de segurança.

Agora iniciaremos com dicas gerais, que vão abordar aspectos para você utilizar desde a captação até a edição de suas imagens!

Mas lembre-se: tudo o que você necessita é de uma boa câmera, e principalmente de uma mente criativa!

Esteja Preparado!

1- Antes de fazer o seu, assista vários videos na web, para se inspirar sobre seus “takes” (o que vai filmar), bem como seus ângulos de filmagem (no próximo post falaremos melhor sobre o posicionamento da câmera em si);

2- Pense sobre alguns lugares legais que você conhece, bem como alguns “truques” que você faz com sua bike! Anote tudo numa “lista de filmagem”, que depois pode se tornar seu roteiro!

3- Você deve “contar uma estória” com seu video, pensando em início, meio e final! Se for filmar uma trilha, por exemplo, você pode mostrar brevemente como foi seu café da manhã, depois o encontro com a galera, a escolha do “pico”, o início do pedal, alguns tombos (hahahaha, esta é a parte de a galera mais gosta!!!) e o final na padaria ou no bar! Quanto mais criativo, melhor será seu resultado!

4- Tente estabelecer um “tema” para seu filme! Por exemplo: “rolê gastronômico”, mostrando locais que você adora frequentar. Ou se for mais específico, uma técnica de bike. Fazer um filme só com “downhill”, ou só mostrando suas manobras de BMX funciona muito bem!

5- E se você pedala mais de um “estilo”, speed e mountain bike, por exemplo, pode fazer um video misturando um pouco estes dois mundos – isto costuma dar uma boa audiência!

No mais, pense sempre se você mesmo gostaria de assistir ao vídeo que acabou de postar!



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