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Blog Vou de Bike

Postado em 6 de setembro por Eu Vou de Bike

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O que é viajar de bicicleta?

O que é viajar de bicicleta? O vídeo abaixo tem algumas respostas…

Veja a tradução abaixo

O que é viajar de bicicleta?
Viajar de bicicleta não é sobre a bicicleta
É sobre ir devagar
Explorar seu país e vê-lo pela primeira vez
É sobre fazer alguma coisa que você achava que não conseguiria
É sobre pedalar a algum lugar que você nunca esteve
É sobre subir lentamente uma montanha
E depois descer voando
É sobre viajar com os amigos
E fazer novos amigos no caminho
É sobre barraquinhas de frutas no acostamento
E descobrir as melhores refeições que você já fez
É sobre se perder para se encontrar
Mas acima de tudo, viajar de bicicleta é sobre pessoas
Compartilhar histórias com outros viajantes
E dar risada com os locais
Porque quando você viaja de bicicleta, é impossível não sorrir
E as pessoas sorriem de volta
Viaje de bicicleta. Viva mais.

Gostou do vídeo? Bateu a inspiração para sair por aí pedalando pelas estradas do Brasil e do mundo? Então você precisa conhecer mais sobre o cicloturismo, uma prática já bem comum na Europa, mas ainda pouco popular no Brasil, principalmente por conta da falta de estrutura para os cicloturistas nas estradas.

Existem várias modalidades do cicloturismo, desde aquelas em que o ciclista viaja por vários dias, semanas ou meses até um destino estabelecido ou, nos casos mais comuns, quando o ciclista tira um dia ou fim de semana para conhecer alguma cidade turística perto de sua casa.

Existem vários sites especializados em cicloturismo, como o Clube do Cicloturismo, com dicas de roteiros e dicas práticas para quem quer fazer a viagem sem muitos percalços. É um bom ponto de partida para quem quer experimentar uma das formas mais livres de se conhecer outras regiões.

- O vídeo foi encontrado no Pedaleiro


Postado em 31 de agosto por Eu Vou de Bike

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Dicas para trilha com raízes e areia

A sua habilidade em conduzir a bicicleta e transpor obstáculos naturais em trilhas deve-se à prática e ao treinamento em terrenos variados. Neste texto, darei dicas para tornar a sua próxima pedalada mais segura. E serão duas situações: trilhas com areia e trilhas com raízes.

TRILHAS COM RAÍZES

As trilhas com raízes são um desafio para os mountain bikers, assustando e intimidando muitos ciclistas. Afinal, num piscar de olhos você pode ir ao chão. Existem duas situações de perigo neste tipo de trilha: as raízes secas ou molhadas.

No geral, para transpor trilhas com raízes, quanto mais veloz você atacar, menos tempo de contato você terá com elas, não dando chances para um deslize. Nesse momento de ataque, o corpo também deve se posicionar mais atrás, aliviando a roda dianteira, evitando assim ser ejetado por cima do guidão.

A escolha de um pneu correto também pode fazer a diferença, e nestes casos o ideal são os pneus mais gordos na medida de 2.00 ou 2.10. A calibragem também é muito importante, levando em consideração sempre o peso do ciclista: nem muito vazio onde ocorrem as mordidas das camaras e nem muito cheio pois neste caso a bicicleta irá pular demais.

Deve-se observar onde estão as partes mais rasas por onde estiver passando. A trasposição das raízes deve ser feita em uma linha mais reta possivel, evitando passar enviesado para que os pneus não desgarrem. A regulagem da suspensão, nesses casos, pode ser ajustada bem macia, afinal as raízes em alguns momentos, se parecem mais com degraus de uma escada e isso ajuda a absorver os impactos e na aderência dos pneus.

Não esqueça também de aliviar a tensão dos braços, que funcionam como um amortecedor. Evite usar os freios nas trilhas com raízes, principalmente quando elas estiverem molhadas e escorregadias. Uma freada errada pode levar você ao chão.

TRILHAS COM AREIA

As trilhas com muita areia também são um desafio aos ciclista. A areia em questão é aquela que encontramos na praia, por exemplo.

Dependendo da época do ano, com chuva ou na seca, ela se torna bem diferente. Na seca, fica mais solta, bem fofa. Já na época das chuvas, a areia fica mais dura e melhor para pedalar.

A escolha de pneus pode fazer uma grande diferença. Em situações em que você já sabe que irá encontrar area, opte por pneus grandes, na medida de 2.00/2.10, e com poucos cravos. Com isso, sua área de contato será maior, evitando que a bicicleta afunde.

O principal problema da areia é não deixar a roda dianteira afundar, então você deve posicionar seu corpo mais para trás, com os braços esticados para manter o curso. Procure andar nos trilhos já existentes no terreno, nas áreas em que a areia está mais compacta, ajudando a evolução.

A trasmissão de marchas também deve ser trabalhada. Quando estiver em alta velocidade, aproveite o embalo para avançar o maximo possivel, mas se o terreno for extenso demais, a velocidade deve cair bem rapido, então a troca de marchas deve ser feita com agilidade e para uma troca em que você consiga manter a sua rotação de pedaladas alta.

Lembre-se também que neste tipo de terreno a pedalada deve ser feita sempre sentado. A suspensão dianteira neste caso deve ser travada, isso ajuda a furar o terreno arenoso dando mais firmeza e direção na pilotagem. Ah, e use sempre o capacete!

Boas pedaladas!
Abraços,
Eduardo Ramires (Técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike )


Postado em 24 de agosto por Eu Vou de Bike

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Como fazer sua primeira trilha de bicicleta

Nós aqui do Eu Vou De Bike falamos muito sobre ciclismo urbano e bicicleta como meio de transporte. Mas sempre que podemos, gostamos muito de pegar nossas MTBs (Mountain Bikes) e ganhar a natureza! Nada melhor do que aquele cheirinho de mato com orvalho logo cedo para nos animar!

Ficou interessado? Se você nunca fez uma trilha, este post pode te ajudar a entrar no fabuloso mundo do MTB!

Antes de qualquer coisa, lembre-se de:

- Revisar bem todo seu equipamento, em especial a bicicleta. Uma trilha é bem diferente de um passeio no parque…;
- Avisar sempre aos seus familiares a localização da trilha e o horário estimado de retorno;
- Nunca fazer uma trilha sozinho, pois no caso de acidente as complicações tendem a ser grandes;
- Procurar estudar e escolher um percurso compatível com o seu condicionamento físico e habilidade técnica, para que algo que é para ser prazeroso não se torne um martírio;
- Se possível, leve sempre ferramentas para reparos rápidos, kits para reparar furos nos pneus e primeiros socorros;
- Utilize os itens mínimos de proteção individual, que são: o capacete, as luvas e os óculos. Estes dois últimos itens são especiais no caso de trilhas, pois no caso de queda, na maioria das vezes a primeira parte do corpo a tocar o chão são as mãos. E os óculos nos livram de ferimentos provenientes de galhos e insetos, muito comuns em trilhas;
- Se a pedalada for longa, acima de uma hora, hidrate-se bem, principalmente se o clima for quente. Lembre-se também de levar algum alimento leve. O ideal é se hidratar a cada 30 min., e comer a cada hora;
- Proteja-se também contra queimaduras de sol indesejáveis. Utilize sempre o protetor solar, dando preferência aos esportivos, que são mais fáceis de se aplicar e costumam proteger por mais tempo.

Preparação e Planejamento

1. Ajustes da Bike

Ajuste do Selim: o ideal é utilizá-lo mais baixo do que você está acostumado, para ter uma maior segurança e diversão nas descidas. Isto pode atrapalhar um pouco nas subidas, mas a segurança deve vir sempre em primeiro lugar!

Pneus: Se a trilha escolhida for mais acidentada, evite utilizar o pneu muito cheio para que os impactos provenientes da irregularidade do terreno não sejam muito sentidos, e para que a bike tenha maior estabilidade. Com isto, o rendimento tende a ser um pouco menor, pois os pneus mais “murchos” tendem a “segurar” um pouco mais a bike. Se a trilha for mais para um “estradão de terra batida”, utilize a pressão próxima da máxima indicada pelo fabricante. Você encontra este dado na lateral do pneu. Ah, e obviamente os pneus devem ter cravos, para maior estabilidade, evitando assim derrapagens desnecessárias.

Paralamas: se puder, utilize ao menos o dianteiro. Isto irá livrar você de receber “lama na cara”. A utilização de óculos de proteção também diminui muito este problema.

Suspensão: se sua bicicleta tiver suspensão dianteira (condição ideal para uma trilha), verifique no manual se ela tem alguma regulagem. Se ela tiver, procure regular conforme o terreno que irá pedalar, ou seja, num terreno mais acidentado, a suspensão deve ser regulada para ficar mais leve, isto é, absorver mais os impactos, porém a bike tende a ficar com a frente mais “mole”, o que pode afetar o desempenho, principalmente nas subidas. Se o terreno for mais regular, procure deixar ela mais dura, pois isto irá contribuir para um desempenho melhor. Mas se você não conhecer nada sobre o equipamento, deixe como está, pois a maioria das suspensões regulares vem de fábrica ajustadas para o meio termo, o que já é bem satisfatório.

2. O que vestir?

Camiseta: O ideal é uma camiseta para ciclismo com tecido do tipo dry fit. Procure escolher uma que não seja muito justa, para não dificultar seus movimentos. Se o clima permitir, o ideal é utilizar uma camiseta mais justa de manga comprida por baixo da camiseta de ciclismo (tipo segunda pele), para proteger os braços de arranhões causados pela vegetação, bem como auxiliar na proteção contra queimaduras de sol

Shorts: Normalmente utilizamos uma bermuda relativamente larga de tecido esportivo mais grosso por cima da tradicional bermuda de ciclismo, a qual tem a “almofada” no meio para maior conforto. Utilizamos esta configuração pois, no caso de queda, uma bermuda mais grossa por cima tende a proteger mais.

Joelheiras/ Cotoveleiras: normalmente este costuma ser um equipamento incomodo e caro. Mas se você tiver acesso a estes, principalmente nas primeiras trilhas, bem como nas mais acidentadas, recomendamos muito a utilização como equipamento de segurança, pois hoje em dia eles não são mais tão desconfortáveis. Peça dicas na sua loja de confiança e, se possível, experimente antes de utilizar.

Calçados: num primeiro momento, não recomendamos a utilização de sapatilhas com o sisetma de “clip”. Isto fica para mais tarde, pois exige um investimento relativamente alto, e a curva de aprendizado costuma ser meio lenta. Porém, depois que você se acostuma a andar “clipado”, dificilmente volta atrás. Portanto recomendamos um tênis resistente, que te forneça um bom apoio e uma boa proteção em volta dos tornozelos, e com um bom isolamento do meio ambiente. A maioria dos bons calçados “off road” costuma ter estas características. E lembre-se que a possibilidade dele voltar bem sujo é muito grande!

Capacete: Sempre escolha o melhor capacete que seu dinheiro possa pagar. Procure pelo melhor caimento, boa ventilação e se possível, que ele tenha a aba removível.

Óculos: Assegure-se que seus olhos estejam sempre protegidos contra insetos, lama, galhos e pedrinhas que costumam nos atingir enquanto estamos pedalando, podendo até causar uma lesão nos olhos ou mesmo uma queda!

Luvas: como dissemos, as luvas, além de proteger suas mãos em caso de queda, ajuda a mantê-las quentes e a melhorar o seu controle sobre o guidão

Jaqueta Impermeável: procure providenciar uma jaqueta de qualidade e que te vista bem. Nunca lave com amaciante ou detergente demais, e verifique as condições dela antes do uso.

3. O que levar?

Kit de primeiros socorros: Certifique-se de ter pelo menos o básico para que você possa atender a si mesmo ou a um amigo em caso de emergência. Nós já falamos sobre isto aqui.

Kit de Ferramentas: No mínimo, ter um “canivete multi-ferramentas” para bicicletas decente com uma chave para reparos em correntes. Algumas peças de reposição e itens úteis, como abraçadeiras, fita isolante, bomba para encher o pneu, kit de reparo de câmaras e até câmaras extras (verifique com o seu lojista qual o tipo exato de câmara da sua bicicleta. Esta informação é bem importante) são extremamente necessárias em trilhas. Porém, não adianta ter tudo isto se não souber utilizar. Procure conversar com sua loja preferida sobre um “mini curso” de mecânica. Veja também aqui no site algumas dicas de manutenção básica.

Luvas de borracha (do tipo cirurgicas): Deixar nossas caras e queridas luvas de pilotar cheias de graxa realmente não é uma boa idéia. Além delas serem grossas e não fornecerem o tato necessário. Assim é sempre uma boa idéia ter uma par destas a mão.

Gel Energético/banana: Acredite, na trilha você vai agradecer de ter um gel energético e/ou uma banana por perto. Um lanche leve, como peito de peru com queijo, também costuma cumprir a função de dar um “boost” rápido em nossa energia.

Telefone: Leve um celular carregado com você, para o caso de emergências. Procure manter ele seco e seguro. Se possível, verifique antes se sua operadora cobre a região em que você estará pedalando. Ainda se possível leve seu celular mais simples. Celulares do tipo “smarthphones” costumam ter uma autonomia de bateria bem reduzida, deixando a gente “na mão” quando mais precisamos deles.

Leve também cameras fotográficas para registrar tudo, e acima de tudo, divirta-se.

Todas estas recomendações são para que seu momento seja o mais perfeito possível, sem nenhuma ocorrência que possa estragar sua atividade!

Aqui encerramos a primeira parte deste post. Em breve abordaremos as técnicas de pilotagem, bem como mais algumas dicas para sua primeira trilha!

Bora se aventurar?


Postado em 17 de agosto por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 4)

Neste post daremos algumas dicas de ajustes básicos para que sua filmagem fique com uma cara profissional!

- Procure selecionar a resolução que vai captar compatível com seu equipamento de edição. Como já dissemos anteriormente, uma resolução muito alta gera arquivos muito grandes e difíceis de serem processados. Tudo depende do seu objetivo final. Se o filme for utilizado profissionalmente, justifica-se utilizar o máximo de resolução disponível. Se for o caso de utilizá-lo somente para a web, não precisamos de uma resolução tão grande assim. Ainda tem a questão da “câmera lenta”, que vai muito bem quando estamos filmando tomadas que tenham muitas “manobras”. Neste caso, existe uma resolução específica para isto (FULL HD/120p ou HD/240p). Em nossa experiência, temos utilizado a resolução FULL HD 1920 x 1080, com 60 fps. Ela é satisfatória para utilizá-la em broadcast (qualidade profissional) e pode ser reduzida na edição para gerar um arquivo menor para web. Note que nossa Sony filma em até 4 K (resolução ultra HD) !!!! Posteriormente traremos alguns filmes para ilustrar de maneira prática estas diferenças.

- Se sua câmera tiver algum recurso de estabilização de imagem, o ideal é ativá-lo. No caso da nossa, este recurso chama-se “Stead Shot” e faz uma grande diferença, comprometendo muito pouco da imagem final. Mas utilize o recurso principalmente se for andar por locais acidentados.

- O ideal também é ativar o recurso de “filtro de ruído”, do tipo “wind noise reduction”. Normalmente o barulho do vento é bem intenso e pode comprometer o resultado final.

- Ainda se sua camera tiver uma “case” plástica de proteção, o ideal é utilizá-la, pois em caso de um tombo ou de poeira ela irá proteger seu equipamento. Note que este estojo pode comprometer a captação de som ambiente, e principalmente alguma eventual narração. Neste caso, o ideal é realizar a narração “em off”, na edição a ser feita posteriormente.

- Quando estiver pedalando, para dar mais “dinâmica” a sua filmagem, é legal ter sempre um “parceiro” no pedal, de modo que um possa filmar o outro, não ficando apenas com uma imagem de “primeira pessoa”. Você pode montar sua câmera no canote do selim por exemplo, e filmar seu parceiro atrás de você. Depois pode mudar a câmera para o guidão da bike dele, pedindo para que ele pedale atrás de você, captando assim uma imagem posterior da sua bike.  Daí é só misturar estes ângulos todos na edição final. Com esta variação de captação, seu filme fica bem mais dinâmico e interessante de ser visto!

- No caso da nossa Sony, tem um recurso bem legal que é a geolocalização nativa via GPS na câmera. A partir destes dados, ela dispõe um arquivo próprio que registra o percurso, bem como a velocidade da bike, disponibilizando tudo na edição final, através de um software proprietário. Veja no print abaixo!

 

 

E aí? Animado para ser o “Spielberg” das duas rodas????

Se você não viu ainda, as outras partes desta matéria estão aqui, aqui e aqui.


Postado em 3 de agosto por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 3)

Continuando nossa série de posts sobre filmagem na bicicleta, agora seremos mais específicos, numa espécie de “passo-a-passo.”

Antes de filmar o rolê, verifique:

- se a carga da bateria da camera está completa. Infelizmente, baterias ainda são os pontos fracos de nossos queridos “gadgets”, muitas vezes deixando a gente na mão…Então o ideal é iniciar o rolê com a maior carga possível, levando inclusive uma bateria auxiliar. Em nossa experiência com a Sony, a duração média da bateria tem sido de quase 2 horas, bastante aceitável para a proposta!

 

- se o seu cartão de memória está “livre”. Video é o tipo de arquivo que consome bastante memória. E dependendo da resolução a ser utilizada (falaremos sobre isto em outro post), o arquivo é enorme! Então procure ter um cartão com o máximo de capacidade que você possa comprar, e principalmente, verifique se ele está vazio, ou seja, sem nenhum arquivo previamente gravado e “esquecido” por lá! Isto de ir gravando sem apagar conteúdos que já utilizamos é uma prática mais comum do que imaginamos….
- conheça as lentes de sua camera! Normalmente, as cameras de “ação” possuem lentes do tipo “fish eye”, que são lentes grande angulares, porém com um pouco de distorção nas bordas. Elas costumam pegar tudo que está num angulo de 170 graus. Daí a necessidade manter o objeto do seu filme sempre no centro da lente! Em alguns modelos, como é o caso da nossa Sony, é possível regular este angulo, reduzindo para 120 graus. Com isto, você diminui  seu campo de captação de imagem, porém diminui também a distorção nas laterais da filmagem bem como a sensação de “movimentos rápidos e bruscos” que este tipo de captação de imagem normalmente fornece!

 

- qual será seu “angulo de captação” de imagens. Isto é muito importante para que depois sua filmagem fique atrativa. Aliás, este é um dos pontos mais complexos quando se filma a partir de primeira pessoa, principalmente na bicicleta. A idéia é que nós possamos passar a sensação para nossa audiência de estar “andando” conosco. Por isto o enquadramento é tão importante, para que a imagem não fique “baixa demais” e só filme o chão, e nem “alta demais”, filmando só o céu… Normalmente as “action cams” não possuem displays como as cameras comuns, para economizar em peso e espaço.Assim, para resolver este problema, o ideal é fazer um monitoramento prévio do enquadramento, ou seja, posicione sua camera da maneira que achar conveniente, filme um pequeno trecho na condição exata que fará o rolê, e assista o resultado, fazendo as correções necessárias. Nas cameras mais atuais, temos o recurso de sincronia via Wi-Fi com smartphones, que fazem com que este se transforme em um monitor para nossa camera, facilitando muito o posicionamento desta, bem como até possibilitando algumas regulagens do menu da camera! No caso da nossa Sony, além de ter este recurso, ela conta também, como acessório opcional, com um “controle remoto” com tela (veja na foto que ilustra este post), que sincroniza perfeitamente com a camera, e que fica posicionado em nosso pulso, como um relógio, permitindo assim a verificação e ajuste constante do que estamos filmando, além do acionamento da mesma, facilitando muito a operação! Mais para frente faremos um tópico exclusivo sobre este tema de posicionamento da camera.

 

- qual resolução irá utilizar. Este também é um tema complexo que merecerá um capítulo exclusivo! Mas, basicamente, quanto maior a resolução (Full HD, por exemplo, que são 1.920 por 1.080 linhas, fornecendo uma imagem com mais de 2.000.000 de pixels, sendo atualmente presente em 70% dos televisores vendidos no Brasil), maior será a qualidade do arquivo, porém ocupando mais espaço no seu cartão de memória. Um arquivo muito grande também dificulta a edição posterior de imagens, e certamente terá que ser “convertido e reduzido” quando você for publicar seu video online. Muitas cameras também permitem o ajuste de “quadros por segundo” (trataremos posteriormente com mais profundidade). Por padrão, este ajuste pode ser de 30 FPS (frames por segundo). Porém, quanto mais “frames por segundo”, maior a “fluidez” da imagem.
- qual será o posicionamento de sua camera. Você pode posicioná-la tanto no capacete, quanto no quadro da bike. Em alguns casos, pode posicioná-la inclusive na sua mochila! Novamente aqui, o ideal é testar todas as possibilidades e ver qual mais te agrada! Também faremos um post exclusivo sobre posicionamento de camera, mostrando as possibilidades e os resultados.

E aí, pronto pra filmar seu rolê? Com todas estas medidas, certamente você será a nova atração da família!!!!! Agora é só definir o local, o percurso e disparar sua camera!!!

Você pode ler nossos dois posts anteriores sobre o assunto aqui  e aqui.


Postado em 20 de julho por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 2)

 

Mostrar ao mundo todo suas habilidades em duas rodas, ou mesmo sua vivência e experiência na bike, através da web, é fácil, divertido e pode ajudar a você e outros ciclistas a expandirem seus limites!

Hoje em dia com a chegada da categoria das “Action Cams”, tudo ficou ainda mais interessante e desafiador, pois é possível fazer um filme de alta qualidade, pronto para “tira qualquer sedentário do sofá”!

Por aqui estamos tendo uma excelente experiência com a Sony FDR – X1000V, e queremos com isto dar algumas  dicas a partir de nosso uso, para que os que ainda não filmam seu rolê, passem a fazer isto com mais frequência!

Em nosso post anterior , tratamos sobre o uso da câmera como equipamento de segurança.

Agora iniciaremos com dicas gerais, que vão abordar aspectos para você utilizar desde a captação até a edição de suas imagens!

Mas lembre-se: tudo o que você necessita é de uma boa câmera, e principalmente de uma mente criativa!

Esteja Preparado!

1- Antes de fazer o seu, assista vários videos na web, para se inspirar sobre seus “takes” (o que vai filmar), bem como seus ângulos de filmagem (no próximo post falaremos melhor sobre o posicionamento da câmera em si);

2- Pense sobre alguns lugares legais que você conhece, bem como alguns “truques” que você faz com sua bike! Anote tudo numa “lista de filmagem”, que depois pode se tornar seu roteiro!

3- Você deve “contar uma estória” com seu video, pensando em início, meio e final! Se for filmar uma trilha, por exemplo, você pode mostrar brevemente como foi seu café da manhã, depois o encontro com a galera, a escolha do “pico”, o início do pedal, alguns tombos (hahahaha, esta é a parte de a galera mais gosta!!!) e o final na padaria ou no bar! Quanto mais criativo, melhor será seu resultado!

4- Tente estabelecer um “tema” para seu filme! Por exemplo: “rolê gastronômico”, mostrando locais que você adora frequentar. Ou se for mais específico, uma técnica de bike. Fazer um filme só com “downhill”, ou só mostrando suas manobras de BMX funciona muito bem!

5- E se você pedala mais de um “estilo”, speed e mountain bike, por exemplo, pode fazer um video misturando um pouco estes dois mundos – isto costuma dar uma boa audiência!

No mais, pense sempre se você mesmo gostaria de assistir ao vídeo que acabou de postar!


Postado em 13 de julho por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 1)

 

Atualmente, a maioria da pessoas carrega no bolso uma camera fotográfica/filmadora com qualidade bem razoável, pronta para ser utilizada em qualquer ocasião!

Porém, quando falamos em filmar nosso rolê de bike, a exigência do equipamento aumenta consideravelmente, uma vez que, dentre outras coisas, uma camera adequada para esta finalidade precisa ser resistente e ter uma certa estabilidade de imagens. Daí caímos na categoria das “action cams”, cujo numero de modelos e fabricantes vem crescendo a cada dia.

Recentemente, a Sony do Brasil gentilmente nos presenteou com uma camera deste tipo, que dentre muitos recursos, filma com a altíssima resolução 4K.

Nossa idéia é fazer uma série de posts com dicas de filmagem e utilização destas cameras em nossa prática diária, quer seja numa aventura, num passeio, ou num deslocamento como transporte!

Começando por este último uso, com o recente aumento da presença das bicicletas nos grandes centros urbanos, em especial na cidade de São Paulo, temos testemunhado também uma certa dificuldade no convívio entre motoristas e ciclistas. Inclusive com xingamentos e com as criminosas “finas educativas”….

E uma maneira de se prevenir ou mesmo de registrar este tipo de conduta é utilizar uma camera ostensivamente presa em nosso capacete ou bicicleta, gravando nosso trajeto todo o tempo, em modo “loop” (mais adiante falaremos sobre isto), como uma verdadeira camera fixa de segurança!

Nestes dias temos feito este tipo de utilização, e, acreditem, ela funciona! Além dos possíveis agressores se sentirem “inibidos” com a possibilidade de serem filmados ao cometerem alguma infração (afinal, esta é, ou ao menos deveria ser, a função dos radares), se realmente formos vitimados, temos a possibilidade de uma defesa mais documentada!

E, em tempos de youtube e redes sociais, podemos até “educar” outros motoristas através destes vídeos! Mostrar como conviver com ciclistas, e principalmente o que não se deve fazer nesta convivência!

Nada melhor do que se colocar na “pele” do outro. Recentemente, uma empresa de ônibus de Recife colocou seus motoristas para pedalarem em bicicletas estáticas, enquanto outros motoristas  de ônibus passavam a 50 cm destes. Veja o resultado deste “experimento” aqui…

 

Então, nossa primeira dica é utilizar uma filmadora em loop recording (gravação em ciclos), que é um modo de filmagem semelhante a das cameras de segurança, onde não precisamos nos preocupar com “descarregar” as imagens para liberar memória, pois quando a camera atinge seu limite, ela inicia a gravação automaticamente do início do cartão. Nosso modelo tem este recurso, que você também encontra em cameras mais simples e mais baratas.

Portanto, ao selecionar seu equipamento, veja se ele tem esta característica!

E como diz o ditado, uma imagem vale mais que mil palavras!

#sonyactioncam

#registreoextremo


Postado em 29 de junho por Eu Vou de Bike

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Dicas para filmar o passeio de bicicleta

Com a popularização das câmeras (e celulares) que gravam vídeos em alta qualidade, os vídeos de pessoas pedalando por aí se multiplicam pela internet. E mesmo se você não for um ciclista ou cinegrafista profissional, é possível gravar vídeos sensacionais!

O site Photojojo publicou um tutorial muito simples para você montar um suporte para câmeras na bicicleta. Este suporte consegue carregar uma câmera simples, daquelas ‘point and shoot’, mas também serve para aparelhos um pouco maiores.

No total, o suporte sai por cerca de R$ 20 e pode ser instalado em menos de 20 minutos! No tutorial, eles usam uma argola feita para segurar a lanterna da bicicleta adaptada para receber um parafuso na largura padrão do espaço encontrado nas câmeras digitais (veja o tutorial completo).


O suporte construído pelo Photojojo fica assim

Veja um vídeo gravado com o suporte:

Outra opção para carregar uma câmera durante a pedalada é o tripé flexível ‘GorillaPod‘, que pode ser adaptado para ficar preso ao guidão da bicicleta. O GorillaPod pode ser encontrado em lojas de fotografia e eletrônicos (e também online).

Veja um exemplo abaixo:

O maior problema dessas duas opções é que o vídeo pode ficar bem tremido, dependendo da firmeza do suporte e da superfície pedalada. Uma solução um pouco mais profissional é a câmera acoplada ao capacete.

Em breve iniciaremos uma série de posts com mais dicas e idéias sobre este assunto, com apoio da Sony, utilizando uma camera da linha “Action Cam” deles! Aguardem as novidades!

E você, tem alguma dica para gravar vídeos enquanto pedala? Compartilhe!


Postado em 8 de junho por gugamachado

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Conheça 5 Tipos de Ciclistas Irritantes!

Por aqui nós amamos todos as modalidades de ciclismo! Pode ser urbano (meio de transporte), o recreacional (aquele rolê descompromissado num lindo domingo) ou mesmo o esportivo (onde a performance impera!). Mas as vezes, o ciclista se torna muito “entusiasmado”, e daí “passa do ponto”! Então vamos listar aqui cinco tipos de comportamento a serem evitados, para não ser o “chato” do pedaço!

E se você tiver alguma sugestão de algum tipo que não apareceu por aqui, inclua nos comentários!

1-) o “máquina de desculpas” : ele sempre “pedalou muito forte ontem”, e hoje não se sente bem…Isto quando não está de “ressaca”, se arrastando e  atrasando o rolê de todos….

2-) o “exibição de equipamentos”: este está sempre com o último lançamento da indústria, e faz questão de te mostrar todos os detalhes de sua nova aquisição, inclusive “pondo em cheque” o seu equipamento…lógico que uma hora ele percebe que equipamento ajuda, mas não define o resultado! Mas lógico, ele nunca vai admitir isto….

3-) o “ligado no tempo”: este faz questão de saber exatamente quanto tempo vai durar o rolê, qual será o trajeto exato, para que ele possa se preparar precisamente com o tipo de alimentação e equipamento necessários. Lógico que isto tira toda a espontaneidade do rolê, roubando um dos prazeres máximos do pedal que é a “aventura de se deixar levar pelos caminhos”….

4-) o “cronicamente despreparado”: este aqui nunca leva nenhuma ferramenta nem peça sobressalente (uma simples e básica câmara) no rolê, e na maioria das vezes sua bike está desregulada, ou fura o pneu…um tipo a ser ajudado, ou evitado!

5-) o “corredor”: aqui infelizmente temos um dos tipos mais comuns! Está sempre competindo e pedalando rápido, inclusive em ciclovias e ciclofaixas de lazer, colocando a segurança de todos em risco! Sempre repetimos isto por aqui: ciclovias e ciclofaixas não são locais de treino! Sabemos que no Brasil somos carentes de espaços para ciclismo esportivo, mas isto não justifica a utilização de estrutura de lazer e de transporte para treinar…

E você? Se “viu” em algum destes tipos????


Postado em 1 de junho por gugamachado

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Reformulada, Brasil Cycle Fair se aproxima repleta de novidades!

Com espaços distintos para profissionais do setor e para público final, a principal feira de bicicletas da América Latina reunirá diversos eventos em um só.

Principal evento de bicicletas da América Latina, a Brasil Cycle Fair 2017 está de cara nova, mais interativa e cheia de novidades. Com espaços, serviços e produtos dedicados para profissionais e para o público final, a feira cresceu e se modernizou ainda mais.

Então, marque na agenda, pois a BCF 2017 acontecerá de 22 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, localizado na zona sul da capital paulista. Quem está acostumado com as outras edições irá se surpreender com tamanha inovação, tecnologia e estrutura. Veja abaixo todas as novidades:

A principal novidade de 2017 é que a Brasil Cycle Fair será dois eventos em um só local. Do lado de fora, o “Festival” será destinado para o público final com áreas de experiências, competições – Copa Internacional de Mountain Bike, BMX Super Spine e até show de manobras radicais em pistas de skate -, bike foods, espaço para crianças, test rides, lojas etc.

Enquanto os visitantes aproveitam o lado de fora, dentro do pavilhão, lojistas, fabricantes e importadores poderão fazer negócios com oportunidades exclusivas que só estarão disponíveis na BCF. O acesso ao pavilhão será exclusivo aos profissionais do mercado de bicicletas para que haja um melhor aproveitamento e cada público alcance seus objetivos. Caso um visitante da feira tenha interesse no Festival, ele também terá acesso a área externa.

Interatividade: um diferencia para o público final

Mais do que encontrar as novidades do mercado, os visitantes da Brasil Cycle Fair poderão viver o evento de uma maneira nunca vista antes na história da feira. Por exemplo, pedalar bikes de marcas reconhecidas no mercado, como Scott, Specialized, TREK, Groove e Audax num test ride; levar as crianças para aproveitar a Área Criançada; curtir uma boa música no palco de apresentações; acompanhar uma prova da Copa Internacional de MTB ou BMX de perto, por exemplo. A nova Brasil Cycle Fair oferecerá ao público a oportunidade de vivenciar cada uma dessas emoções e sentir de perto do espírito do universo de bicicletas.

Negócios 

Empresas do mercado de bicicletas espalhadas por todo o Brasil têm presença confirmada na Brasil Cycle Fair 2017, desde as grandes marcas até startups. Somente no lançamento, a NürnbergMesse Brasil, nova organizadora do evento, confirmou mais de 50 empresas presentes.

A Audax estará por lá com stand exclusivo!

 

Lembrando que na última edição foram movimentados aproximadamente R$ 70 milhões em negócios durante a feira. No entanto, a expectativa é superar essa marca em 2017.

Conhecimento

Diversão, negócios e discussões. Aqueles que forem à BCF poderão assistir palestras, debates, workshops e aulas de assuntos como cicloturismo, mecânica de bicicleta, mobilidade urbana, tecnologias, empreendedorismo e economia, além de tantos outros temas debatidos com frequência no setor. Tudo coordenado e monitorado por profissionais renomados e especialistas do mercado.

Marcas confirmadas

Audax, Specialized, Groove, TREK, Scott, Bronet, Dream BMX, Da Matta, Hupi Bikes, Kripta, Gantech, Blitz, TSW, Mix Bicicletas, Biape e First Bike são alguns dos expositores já confirmados para essa edição da Brasil Cycle Fair. Você pode garantir o seu lugar, clicando aqui.

Nova organização

Responsável pela feira desde 2012, a Aliança Bike passa a ser apoiadora institucional do evento, assim como o Simefre (Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários) e Abradibi (Associação Brasileira da Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Bicicletas, Peças e Acessórios). A nova realizadora e promotora é a NürnbergMesse Brasil, empresa multinacional especializada na realização de eventos e feiras de negócios.

”A Brasil Cycle Fair foi reformulada para atender às necessidades de todos os públicos do universo de bike. Queremos impulsionar o setor e auxiliá-lo na expansão dos negócios. Além disto, criamos uma área externa para gerar uma experiência inédita, levar ao consumidor final a vivência do ciclismo e também apresentar os principais lançamentos das marcas que estarão presentes. A NürnbergMesse Brasil usará toda a sua expertise em negócios para fomentar o mercado de bicicletas”, conclui João Paulo Picolo, Diretor Geral da NürnbergMesse Brasil

Serviço:

Quando: 22 a 24 de setembro de 2017

Onde: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 | São Paulo | Brasil

em breve divulgaremos detalhes de como será o acesso a feira!



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