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Blog Vou de Bike

Postado em 17 de maio por gugamachado

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Bicicleta como meio de transporte poderia adicionar até R$ 870 milhões ao PIB da cidade São Paulo!

 

A bicicleta é um meio de transporte saudável, econômico e que proporciona um novo olhar para a cidade. Mas os impactos efetivos que ela traz ou pode trazer para a sociedade paulistana é algo que até agora não havia sido mensurado. É o que fizeram pesquisadores do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), a pedido do Itaú Unibanco, com o estudo “Impacto Social do Uso da Bicicleta em São Paulo”.

A pesquisa, divulgada nessa ultima quinta-feira (10), é inédita ao dimensionar o potencial que o uso da bicicleta tem como elemento transformador da realidade social em três áreas centrais para a vida na cidade: Meio Ambiente, Saúde e Economia.

A partir de 1,1 mil entrevistas com moradores da capital paulista (ciclistas e não-ciclistas), o estudo mostra que, se parte dos deslocamentos feitos atualmente com automóveis e ônibus fossem realizados por bicicleta, haveria ganhos de produtividade, saúde e redução da poluição. Traduzindo em números: o PIB municipal poderia ter um acréscimo de até R$ 870 milhões, haveria economia de 13% (R$ 34 milhões) por ano no Sistema Único de Saúde com internações por doenças cardiovasculares e diabetes e as emissões de dióxido de carbono com transporte poderiam ser 18% menores.

“Se planejadores urbanos, políticos, estudantes ou mesmo a população têm dificuldade de enten­der por que é importante incentivar o uso da bicicleta em São Paulo ou em qualquer grande cidade, este estudo contribui com algumas respostas”, diz Carlos Torres Freire, coordenador do Cebrap responsável pela pesquisa.

“Temos a mobilidade urbana como uma de nossas causas, e uma das frentes dessa nossa atuação é fomentar iniciativas que contribuam para a formulação de políticas públicas que promovam a bicicleta como meio de transporte”, diz Luciana Nicola, Superintendente de Relações Governamentais e Institucionais do Itaú Unibanco. “O estudo representa uma ferramenta importante para evidenciar o poder de transformação que a bicicleta pode ter nas cidades”, conclui.

Meio Ambiente

Para mensurar os impactos ambientais, os pesquisadores do Cebrap identificaram os deslocamentos realizados por automóveis e ônibus que poderiam ser substituídos por bicicleta, considerando como ‘viagens pedaláveis’ aquelas com até 8 quilômetros de distância realizadas entre 6h e 20h por pessoas com até 50 anos de idade.

Desse modo, 31% das viagens de ônibus poderiam ser pedaladas, levando a uma diminuição de 8% do CO2emitido por este meio de transporte. Considerando-se os deslocamentos realizados de automóvel, até 43% deles poderiam ser realizados de bici­cleta, gerando um potencial de economia de 10% das emissões. Logo, se o potencial ciclável fosse atingido, poderíamos ter uma redução de até 18% da emissão de CO2 originárias dos transportes de pessoas na cidade de São Paulo.

A partir da análise, estima-se que os ciclistas de São Paulo são responsáveis, atualmente, por uma redução de 3% de todo o CO2 emitido com transporte de passageiros na cidade.

Saúde

Na perspectiva individual dos impactos na saúde, o estudo compa­rou os perfis de atividade física da popula­ção de São Paulo em geral e de ciclistas, com a hipótese de que o segundo grupo seria mais ativo. A proporção de indivíduos regularmente ativos entre ciclistas é quase três vezes maior que a da população em geral. No que diz respeito à dimensão social, partiu-se da ideia de inatividade física como fator de risco associado a doenças, projetando a potencial economia de recursos no sistema de saúde caso a população de São Paulo adotasse um perfil de atividade física semelhante ao dos ciclistas da cidade.

Concluiu-se, então, por um lado, que o uso da bici­cleta para os deslocamentos cotidianos propicia aos indivíduos uma redução nas chances de adquirir uma série de doenças. Por outro, traz um benefício social de economia no sistema de saúde que beneficia a sociedade.

Os pesquisadores projetam que, caso a população aderisse ao perfil de atividade física dos ciclistas, a redução da chance de ter diabetes ou doenças do aparelho circulatório, em função de um maior nível de atividade física, levaria a uma redução de gastos no Sistema Único de Saúde (SUS) com a internação em virtude dessas doenças. O impacto estimado poderia gerar mais de R$ 34 milhões em economia so­mente na cidade de São Paulo.

Economia

Na economia, a pesquisa projeta o potencial aumento do PIB municipal levando em consideração o ga­nho de tempo no deslocamento. Parte-se da premissa de que deslocamentos mais rápidos geram maior produtividade, impactando o PIB. Se o potencial ciclável das viagens realizadas de automóvel e ônibus em SP fosse aproveitado, haveria um acréscimo de aproximadamente R$ 870 mi­lhões no PIB municipal por ano.

Com base nas informações detalhadas de gastos mensais dos indivíduos, o estudo calculou o peso do item transporte na renda mensal pessoal. A partir daí, os pesquisadores estimaram quanto os indiví­duos poderiam economizar caso utilizassem a bicicleta nas viagens pedaláveis em dias úteis. O impacto seria maior nas classes mais baixas, com diminuição de 14 p.p na renda mensal pessoal (R$ 214 de economia, em média).

Hábitos da população

A pesquisa mostra ainda que, embora o potencial de impacto do uso da bici­cleta em relação a meio ambiente, economia e saúde seja significativo, metade da população da cidade não demonstra nenhuma disposi­ção de adotá-la como um meio de transporte cotidiano. Por outro lado, 31% da população estaria disposta a usar a bicicleta em seus deslocamentos cotidianos.

As pessoas que responderam que estariam dispostas a aderir ao uso de bicicleta apontaram melhorias na infraestrutura cicloviária (31%) e maior estímulo à atividade física (30%) como principais fatores que as levariam a mudar de hábito.

aqueles que responderam ter pouca ou nenhuma disposição para adotar a bicicleta como meio de transporte apontaram como motivos o fato de não gostarem ou terem medo (51%). 

Mais de 70% dos ciclistas da cidade passaram a utilizar a bicicleta como meio de transporte há mais de três anos. A principal motivação para começar a pedalar, é o tempo de deslocamento – ou seja, pessoas que consideravam que seu tempo de deslocamento era muito longo da forma como estava sendo feito.

E aí? O que você diz destes números? Nós por aqui achamos super significativos!

Viva a (silenciosa) revolução!!!!


Postado em 10 de maio por gugamachado

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Dia 11 de Maio é o Dia de Ir de Bike ao Trabalho!

O dia De Bike ao Trabalho em 2018 acontecerá no próximo dia 11 de maio, segunda Sexta-feira do mês, e é inspirado no Bike To Work Day, um evento anual realizado em várias partes do mundo para mostrar que a bicicleta é uma opção viável de transporte para o trabalho.

O movimento começou nos Estados Unidos, em 1956, organizado pela League of American Bicyclists. No Brasil este será o sexto ano de ação em âmbito nacional com a rede do Bike Anjo.

Então confira a seguir como você pode participar da campanha De Bike ao Trabalho 2018 aqui!

Você tem mais dicas ou sugestões para melhorar a campanha De Bike ao Trabalho 2018?

» Envie um e-mail para contato@bikeanjo.org e vamos melhorar juntos a campanha!

O dia De Bike ao Trabalho é uma oportunidade para realizar o máximo de atividades possível e ampliar a cultura da bicicleta dentro das organizações brasileiras e mostrar que a bicicleta é uma ferramenta para trazer mais qualidade de vida e motivação aos profissionais.

E o EVDB apoia esta iniciativa! Este ano inclusive tem premiação especial para as empresas! Saiba mais aqui!

Serviço:

O que: De Bike Ao Trabalho 2018

Data: 12 de maio de 2018

Realização: Bike Anjo

Parcerias: mais de 60 parceiros por todo o Brasil

Saiba mais: debikeaotrabalho.org

Contato: imprensa@bikeanjo.com.br , contato@bikeanjo.com.br


Postado em 3 de maio por Eu Vou de Bike

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Dicas de manutenção da bicicleta

Estamos compilando por aqui no Eu Vou de Bike uma série de dicas que já publicamos ao longo de quase oito anos de blog.

Desta vez vamos dar algumas dicas de manutenção para você deixar a bicicleta sempre pronta para o pedal com mais segurança. Trate bem a sua bike!

Pneus
Pneus carecas furam com mais facilidade e deixam sua bicicleta instável. Os ressecados podem se romper. Substitua-os sempre que necessário e calibre-os de acordo com as recomendações do fabricante. Você pode encontrá-las na lateral do pneu.

Rodas
Verifique sempre a centragem dos aros e o estado dos raios. Os cubos devem ser lubrificados periodicamente.

Transmissão
Coroas, catracas, correntes e pedais devem estar sempre lubrificados, mas não exagere para evitar o acúmulo de sujeira e detritos. Use lubrificantes específicos para este fim.

Câmbios
Mantenha os câmbios dianteiro e traseiro regulados para maior precisão na troca de marchas e evitar o desgaste prematuro de peças.

Freios
Tenha sempre os freios bem ajustados e cheque regularmente o estado das sapatas e cabos.

Quadro
Ruídos estranhos podem significar falta de lubrificação ou sujeira. Na pior das hipóteses, pode também haver trincas na estrutura da bicicleta ou problemas junto ao movimento central. Leve-a o mais rápido possível ao mecânico de sua confiança para uma checagem mais detalhada.

Guidão
Mantenha apertados os parafusos junto à mesa, ao guidão e manetes, bem como verifique se há folga na caixa de direção. A perda do controle da bicicleta é extremamente perigosa.

Reparos
Finalmente, se você pedala sozinho ou em grupos organizados, leve sempre um kit básico de sobrevivência para não “ficar na mão”.

Tenha sempre:
Uma câmara de ar reserva ou “kit remendo”;
Espátulas para retirar o pneu;
Bomba de ar (com ou sem indicador de pressão);
Chaves com medidas e tipos adequados aos componentes da sua bicicleta;
Chave de corrente e elos sobressalentes podem ser muito úteis (principalmente se você é um ciclista que prefere pedalar sozinho).

Bom pedal!


Postado em 26 de abril por gugamachado

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Pedalar na rua é perigoso?

Calma!!! Lógico que tanto o título quanto a imagem acima são só uma provocação!!!

Mas a mensagem que recebemos no Facebook esta semana de nossa leitora Melina Vasconcelos nos fez refletir bastante sobre o tema…

Antes, a mensagem:

” Olá, sou da cidade de São Jose do Rio Preto. Hoje passei por uma situação desagradável, enquanto voltava pedalando pra casa. Passando por uma avenida, entre fechadas de carros e ônibus um acontecimento foi mais que inesperado. Uma passageira em um carro jogou para fora uma bituca de cigarro, e por pouco não pegou em mim. Porém as cinzas se desfizeram no ar e acabaram por entrar nos meus olhos e aquilo ardeu muito! Fiquei quase sem ver nada e no meio da avenida entre os carros!

O carro parou em um semáforo e fui até ele, pedi (com educação) para que não fizessem mais aquilo, explicando que aquilo me prejudicou por um momento. A mulher logo se arrependeu e percebeu que aquela “inocente” bituca de cigarro poderia ferir alguem. Por fim ainda me pediram uma informação a qual auxiliei da maneira que pude, mas me coloquei a pensar que além da desconsideração que muitos motoristas demonstram para com o ciclista jogando o carro para cima da gente, ainda há aqueles que jogam todo tipo de lixo prejudicando o meio ambiente e dependendo, como ocorreu neste caso, quase ferindo o ciclista.

Com os olhos ardendo e sem ter como parar na hora, só imaginei que o ônibus atrás de mim iria me acertar. Por favor, gostaria que tivessem artigos sobre essa questão no site, tanto para alertar ciclistas novos ou experientes e também tentar fazer com que aqueles que lerem e tiverem esse hábito de jogar coisas pela rua entenda o perigo que é…”

E aí? O que responderemos pra Melina?

Nós aqui do EVDB somos 100 % ao compartilhamento das vias, pois isto, além de estar na lei, é uma atitude mais humana e cívica. Lógico que tudo tem limites e não devemos ficar em extremos. Pedalar em grandes avenidas e vias de circulação rápida deve ser só para os mais experientes, e sempre que possível, devemos traçar nossas rotas por vias secundárias.

Por fim, fazer como a Melina fez, procurando corrigir, sempre com equilíbrio, o erro/errado, ensinando através do exemplo,  pode e sempre é o melhor caminho!


Postado em 19 de abril por gugamachado

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Como pedalar com a sua família!

Pedalar em família é uma grande diversão . Trata-se de um tempo precioso juntos , desfrutando de ar fresco e fazendo exercício .

E por isso as ciclofaixas de lazer são um sucesso de público, chegando a ter mais de 150.000 frequentadores por domingo, em São Paulo!

E o segredo para que esta atividade funcione bem é, literalmente, “pensar pequeno”.

Você deve limitar a distância a percorrer não em quilômetros, e sim em tempo, procurando realizar seu passeio entre uma ou duas horas, incluindo as paradas. Foque no proveito que seus filhos terão no passeio, e não somente no ato de pedalar, ou seja, pense nesta atividade como um passeio com seus filhos onde a bicicleta é uma das atividades, e não a única (e se você não conseguir pensar e agir assim, melhor pedalar sozinho!)

Planeje parar constantemente! Se houver uma pequena praça ou um parque com equipamentos infantis no seu caminho, isto pode revigorar e entreter muito as crianças pequenas. Um agradável café, uma lanchonete ou bar pode ser ideal para famílias mais adultas. Inclusive você pode até planejar um piquenique durante seu trajeto!

Normalmente as crianças menores precisam de mais paciência com elas do que de muito entretenimento. E como o objetivo é passear e se divertir, lembre-se que na bicicleta você pode parar quando quiser. Então pare assim que perceber cansaço nelas, e procure pedalar em velocidade baixa, destacando para as crianças algo interessante nas paisagens do trajeto.

Se os seus filhos aproveitarem o passeio, você também vai aproveitar. Então procure agradá-los! Muitas vezes as crianças estão muito mais interessadas no sorvete que elas vão tomar do que no cenário agradável. Um passeio prejudicado pelo mau tempo pode ser salvo por uma guloseima surpresa em alguma padaria.

Planeje sempre a sua rota! 

Você pode pesquisar e planejar a rota de seu passeio em websites, guias impressos e principalmente no seu smartphone. Se puder, tenha também a mão um mapa impresso em grande escala. Assim você pode não apenas traçar a sua rota com antecedência, como também usar o mapa para eventuais atalhos. E, se alguém estiver ficando cansado, o mapa ajuda você a mostrar a localização do grupo e dizer: “Olha, estamos quase lá. O almoço é logo depois desta rua”!. Você pode obter estes mapas junto ao órgão de turismo de sua cidade, ou mesmo imprimi-los a partir de websites.

Mesmo com um bom mapa em mãos, se possível, conferira a rota sozinho pedalando-a de antemão. Assim você saberá o que esperar com um nível de detalhe que nenhum mapa ou guia vai te proporcionar. Desta forma você saberá previamente onde fica o café mais agradável, o parque mais interessante para um piquenique ou mesmo o local mais apropriado para uma parada estratégica. E este conhecimento pode ser inestimável.

Se não houver ciclovias ou ciclofaixas de lazer reservadas em sua cidade, procure sempre pedalar por ruas sem trânsito, mesmo que elas tornem seu percurso mais longo. Estas ruas não só favorecem sua segurança, como também são bem menos barulhentas do que as grandes vias, favorecendo inclusive a comunicação entre o grupo.

Rotas “off-road” são ideais quando os seus filhos já pedalam suas próprias bicicletas. Estes caminhos podem estar até mesmo dentro de parques de sua cidade, tornando o passeio bem rico e variado. Só evite as grandes subidas e descidas, que podem acarretar cansaço ou mesmo acidentes.

Seja qual for o caminho que você escolher, não superestime o quão rápido ou quão longe sua família pode pedalar. Calcule uma velocidade média de 8 a 13 km/h, e inclua as paradas em seu cálculo. De posse destas informações, você pode estimar sua rota em termos de distância, lembrando também de prestar atenção na altimetria (relevo: subidas e descidas) do trajeto. Lembre-se de sempre nivelar “para baixo” suas expectativas, para evitar problemas de cansaço e perda de interesse do grupo.

Preparação pré- viagem

“Vamos parar? Meu bumbum está doendo!” Você com certeza não quer ouvir isso. Portanto, inicialmente verifique se todos estão com as vestimentas adequadas, se possível com roupas técnicas de ciclismo, principalmente aquelas famigeradas bermudas de lycra com “almofada” entre as pernas, que ajudam em muito a diminuir o desconforto no bumbum. Verifique também a posição do ciclista sobre a bicicleta com relação ao guidão, pedias e selim. Veja aqui  mais informações sobre o assunto.

Certifique-se de que todas as bicicletas estão em bom estado de funcionamento, verificando-as pelo menos na noite anterior – ou mais cedo, para evitar surpresas desagradáveis. Verifique se os pneus estão inflados corretamente, se todos os parafusos das partes móveis (rodas, guidão, pedais e demais partes) estão bem apertados, e se os freios e as engrenagens funcionam bem. Se você deixar para fazer este “check list” antes de sair, as crianças certamente se cansarão e podem se rebelar, estragando assim o passeio.

Lembre-se também dos equipamentos de segurança individual, tais como capacete, óculos de proteção e luvas. E no caso de transporte de crianças em sua própria bicicleta através de “cadeirinhas” apropriadas, verifique se a mesma está bem presa e ajustada a altura e peso de seu filho.

Como ciclista mais forte e experiente, você deve carregar toda bagagem – desde as jaquetas e demais itens de vestuário, até o kit de ferramentas e itens do piquenique. Distribua bem sua bagagem, e se possível, tenha cestos ou alforges de fácil acesso instalado em sua bicicleta, evitando mochilas. Assim quem transporta a carga é a bicicleta, e não você.

Não saia de casa sem:

- Abundância de bebidas! Água em garrafas de bicicleta é sempre  melhor, pois além de matar a sede, ela também pode ser usada para lavar as mãos ou a arrefecer o rosto.

- Barras de cereais , frutas, biscoitos, e guloseimas sem muita gordura e de fácil digestão. Sanduíches de peito de peru e queijo divididos em pequenos pedaços são altamente recomendáveis!

- Camadas extras de roupas! Jaquetas do tipo “corta vento”, casacos impermeáveis, e calças são bem aceitáveis, pois as vezes as condições climáticas mudam de repente e podem nos pegar literalmente de “calças curtas”!

- Roupas sobressalentes sempre, principalmente para as crianças!

- Kit de ferramentas para manutenções rápidas, bomba de pneus, kit de reparos de furos e câmara de ar reserva. O ideal são aqueles “canivetes” próprios para bike.

- Kit de “primeiros socorros”. Band-Aids, creme anti-séptico, analgésicos, bronzeadores com alto fator de protetor solar, lenços umedecidos e demais medicações de uso constante.

- Telefone celular e, principalmente,

- Distrações para as crianças, por exemplo bola de tênis, e bonequinhos do tipo “action figure”.

E, acima de tudo, leve seu espírito esportivo e todo seu clima de diversão!


Postado em 5 de abril por Eu Vou de Bike

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Quer poupar? Vá de bicicleta!

Com a recente alta dos preços dos combustíveis, andar por aí de carro está cada vez mais caro. Além destes gastos, o motorista ainda tem que se preocupar com seguro, IPVA, estacionamento… E ainda tem o tempo perdido nos congestionamentos, e nos dias de hoje, tempo é dinheiro, né?

E como economizar, então? Usando a bicicleta como meio de transporte! Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) constatou que ir de bicicleta ao trabalho custa cerca de 17 centavos por quilômetro. De carro, esse valor chega a mais de 2 reais por quilômetro rodado.

Segundo o estudo divulgado em 2016, quem adotar a bicicleta como meio de transporte pode economizar cerca de R$ R$ 5.700 por ano em relação à manutenção de um automóvel.

De acordo com reportagem do O Eco, o levantamento considerou o preço de uma bicicleta nova, a aquisição de acessórios, a depreciação e a manutenção do equipamento, com base em trajetos de 20 quilômetros por dia.

Abaixo, vamos fazer a simulação de uma situação em que a pessoa vai ao trabalho 5 dias por semana, a 7 quilômetros de distância, e também usa a bicicleta para ir até a academia, que fica a 4 quilômetros de distância, três vezes por semana. Veja só:

Em uma semana, apenas nesses dois trajetos, essa pessoa teria pedalado 52 quilômetros. Sabe o que isso significa de economia no bolso, apenas com combustível (sem contar estacionamento, manutenção do carro, seguro, etc)? Aproximadamente R$ 32,90! Em um mês, fazendo apenas esses dois trajetos bem curtos, dá pra economizar aproximadamente R$ 131,60 só de combustível! Além disso, nesses 52 quilômetros, a pessoa queimou 3 mil calorias, o que é ótimo para a saúde, e ainda poupou o meio ambiente da emissão de 14 quilos de poluentes.

Viu como é possível evitar que o preço da gasolina tire o seu sono? Quanto mais você pedalar, mais vai economizar. E o único combustível necessário será o arroz e feijão para manter a força nas pernas na hora da subida!


Postado em 29 de março por gugamachado

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Será que sua água está realmente te hidratando?

 

Aqui no Brasil as temperaturas tendem a ser mais altas. E com isto, nossa tendência é aumentar o consumo de água durante nossas pedaladas.

Mas antes que você faça isso, é bom saber algumas coisas sobre como o seu corpo realmente absorve os fluidos. De saída, sabemos hoje que hidratação  e absorção de fluidos não são a mesma coisa. Ou seja, beber uma tonelada de água não significa necessariamente que você será capaz de usar tudo isso, explica Stacy Sims, PhD, fundadora da “Osmo Nutrition”.

Para atingir um estado bem hidratado, você realmente precisa absorver os fluidos que você está consumindo. E estar hidratado significa que você tem todos os seus “compartimentos de água do corpo” em um equilíbrio relativamente uniforme, diz ela. “Absorção de fluidos é exatamente beber algo na quantidade que vai completar os fluidos necessários em diferentes compartimentos.” Caso contrário, você está apenas dando-se mais razões para fazer xixi!

Você precisa de mais do que apenas água!

Ao considerar a água em seu corpo, pense nisso: Embora seja verdade que somos feitos principalmente de água, nada desta água é H2O puro. Assim, para a sua bebida para ser facilmente absorvida no intestino e se espalhar para as células mais necessitadas, ele precisa ter a combinação certa de água e eletrólitos. “Você precisa principalmente de algum sódio e um pouco de glicose em uma bebida”, diz Sims. “Um pouco de açúcar  com eletrólitos melhora muito a  absorção do fluido pelo estômago, dividindo melhor este flíuido entre as células que mais necessitam de hidratação no momento, de modo a atenuar problemas de desidratação.”

Beber suas calorias pode estar prejudicando seu passeio e seu intestino

Só porque você não deve apenas beber água pura não significa que você deve optar por bebidas esportivas altamente calóricas. Estas bebidas açucaradas depositam-se em seu estômago, tirando água de outros espaços do seu corpo – essencialmente desidratando-o no processo. “Você nunca deve olhar para a sua bebida como uma fonte de calorias, porque então ela não vai hidratar você. E ainda seu corpo vai acabar puxando água de outros lugares para diluí-la “, diz Sims.

As mulheres podem precisar de uma mistura de bebida diferente dos homens

Sims é bem conhecida por dizer: “As mulheres não são pequenos homens.” Ela baseia muito de sua pesquisa e desenvolvimento de produtos neste conceito, especificamente quando se trata de necessidades das mulheres para bebidas esportivas.

“As mulheres não podem absorver tanta frutose como os homens, por isso bebidas esportivas que contêm frutose tendem a contribuir para um stress gastro-intestinal bem como a desidratação nas mulheres. É como despejar um monte de carboidratos em seu corpo “, diz ela. A frutose fica nos intestinos até que você possa ativá-la.

Se você é uma ciclista comprando uma bebida esportiva, passe longe daquelas ricos em frutose.

Tempere o seu passeio com uma pitada de sal!

Se você adora comida salgada, você vai adorar próximo conselho: Beba água com uma pitada de sal do mar durante todo o dia, especialmente antes de uma pedalada, para preparar para a máxima absorção de líquidos durante seu pedal.

Durante o exercício, o seu corpo está ocupado enviando sangue para os músculos, ao invés de gastar energia movendo-se através dos intestinos para digestão. No entanto, durante o repouso, o fluxo sanguíneo não acontece exatamente da mesma maneira. Portanto, há glicose suficiente no estômago e intestinos para ajudar no trasnporte de água, contanto que haja também sódio suficiente.

“Se você beber água com um pouco de sal enquanto não se exercitar, ele realmente facilita a absorção desta”, diz Sims , ” porque neste caso seu corpo não tem que “puxar” sódio de outros lugares para o intestino como objetivo de facilitar esta absorção. Ele já está bem ali.

 

Beber a mais pode ser tão ruim quanto beber a menos!

Beber a mais é um problema para os pedalantes, tanto em termos de estado de hidratação quanto, se você estiver usando uma bebida açucarada, de ganho de peso.

“Novos atletas que passaram por programas de treinamento muitas vezes se hidratam em excesso tentando melhorar o desempenho”, diz Sims. “Isso é porque ele tem sido incutida a idéia neles de beber 250mls de água a cada 15 minutos, independentemente do que eles estão fazendo ou de quem eles são.” A idéia de que os atletas devem beber uma quantidade X de líquido por hora é um erro, mas infelizmente ….

Não há nenhuma fórmula perfeita para o quanto a beber !

Não há cálculo simples para determinar exatamente o quanto você precisa beber em um pedal. Seu sexo, peso, índice de transpiração, e nível de condicionamento físico são todos fatores relevantes a serem levados em consideração. Temos também as condições climáticas em que você está pedalando (quente, frio, úmido ou seco) e do tipo de pedal que você está fazendo.

Beber a quantidade certa é um jogo de tentativa e erro, mas consultar um especialista, como um nutricionista esportivo ou mesmo o seu treinador, pode ajudar a chegar mais perto de aperfeiçoar o estado de hidratação!

 


Postado em 22 de março por gugamachado

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Melhore sua dieta enganando sua mente!

Recentemente vimos neste post  o quanto o ciclismo impacta positivamente seu corpo e sua mente.

Mas ao final de um pedal cansativo, as vezes sua mente pode não fazer as melhores escolhas nutricionais…Infelizmente, Doritos não são alimentos ideais na nossa recuperação!

A partir de algumas pesquisas, vamos dar por aqui algumas dicas para manter sua alimentação alinhada com seus objetivos no pedal. Afinal,  você está sempre “alimentando” seu próximo pedal cada vez que você se senta para uma refeição!

A verdade é que mudar maus hábitos é bem complicado! Esta é a má notícia.

Nossos cérebros são projetados para funcionar como que em modo de “piloto automático”, o que significa que os velhos hábitos custam a morrer. Mas a boa notícia é que uma vez que você desenvolver bons hábitos alimentares novos, esses hábitos também vão se tornar automáticos! Portanto, você não está longe de uma mudança em seu estilo de vida!

Uma das pesquisas mostra que a criação de um novo hábito de comportamento saudável, tal como comer uma fruta na hora do almoço ou beber água durante uma refeição pode levar de 18 a 255 dias, com uma média de 66 dias! Portanto, ter problemas para largar velhos hábitos e criar novos é algo completamente normal.

Anexe velhos comportamentos a novos hábitos!

Você pode usar essa situação de “piloto automático” para a sua vantagem. Por exemplo: se você sempre leva uma “marmita” para o seu trabalho, mantenha este hábito, mas troque o sanduíche por uma grande salada com um grelhado, ou “ignore” o cookie em favor de uma fruta.

A meta é adquirir novos comportamentos em sua rotina diária, de modo que você vai se lembrar de realizá-los de maneira consistente pelo tempo suficiente para tornar estes comportamentos em novos hábitos.

Fique (e continue) motivado!
Se você não está motivado a mudar, provavelmente um hábito saudável  não vai “colar”. Enquanto não há um objetivo claro que traga alguma vantagem única em sua vida a partir de sua mudança, será muito difícil manter sua motivação inicial. Por exemplo: eu quero estar “bem” para aquela trilha com uma paisagem deslumbrante (e com uma subida extenuante) que meus amigos vão fazer em um mês; ou ainda, eu quero poder acompanhar melhor a pedalada aos domingos com meus filhos (sem “morrer” depois)…E por aí vai!

“Aqueles que têm pouca motivação ou intenção de mudar, ou têm sua mudança motivada pela pressão dos outros, ou ainda têm atitudes autodestrutivas sobre o seu comportamento, bem como baixa confiança, vão ter uma enorme dificuldade  em ver os resultados reais em suas mudanças”, diz a pesquisa.

Então, como “entrar no clima” para esta virada em nossas vidas?

Se você já se dedica a pedalar com frequência, você já tem uma idéia do que fazer para um hábito “colar”! Como ciclistas, nós queremos e precisamos estar sempre na melhor forma possível, o que significa, dentre outras coisas,  uma alimentação saudável.

E a motivação intrínseca com relação a alimentação saudável, por exemplo, vem de fazer algo porque você quer, não por recompensas ou para outra pessoa. “As recompensas são inerentes ao comportamento”, diz a pesquisa.

Por exemplo, você já pedala porque você ama pedalar, e não por quê você está ficando “fora da moda”. Assim, pense sobre alimentação saudável da mesma forma. Para atingir seu objetivo de comer melhor, escolha alimentos e dietas alimentares que são motivadas intrinsecamente. Se você gosta de frango e salada, então “carregue” no frango! Coma saudavelmente porque você quer, não porque você sente pressão de fora para fazê-lo. A maioria das pessoas que são coerentes com uma alimentação saudável comem o que elas gostam e se sentindo assim satisfeitas e confortadas em suas escolhas.

Coma alimentos saudáveis que você gosta de comer, ao invés de comer comidas que você odeia só porquê ouviu falar “faz bem”!

Garanta sempre que “o bem supere o mal”!

A maioria das pessoas desiste de dietas saudáveis dentro de um curto espaço de tempo, porque elas são difíceis de se seguir, não são agradáveis, são caras, ou demasiadamente demoradas. Mas a pesquisa alega que quanto mais tempo você permanecer com um novo comportamento como uma alimentação saudável, por exemplo, melhor ele fica! Você aprende a apreciar o sabor de uma fruta ao invés de um chocolate, você encontrará inclusive meios para gastar menos com alimentação, aprendendo novas receitas e métodos de cozimento que melhorar os sabores a partir de alimentos naturais, não industrializados!

“Toda mudança de comportamento tem prós e contras que devemos pesar e decidir se queremos realmente mudar este comportamento”, diz a pesquisa.” Alguns custos estarão sempre lá, como o cansaço e a dor muscular que nos acompanha após um pedal mais exigente. A beleza disto é que, ao longo do tempo, podemos achar que estes custos não mais custos, porque o cansaço não mais nos incomoda, ou uma experiência de dor não será mais tão negativa. ”

Pergunte a si mesmo “Por quê?”
Se você está tentando “chutar pra longe” um hábito ruim, tal como aquela “passada” rotineira na sua pastelaria preferida,  pense na comida como um “tratamento” para seu corpo! Se você está em busca do melhor combustível para sua pedalada, o que vai manter melhor seus níveis de glicose: um pastel ou um lanche de peito de peru? Porquê eu prefiro o pastel ao invés do sanduíche? Seria o pastel uma decisão mais “emocional”(mimo)? E seria o lanche é uma decisão mais racional (função/objetivo)?

A pesquisa diz que se você  mudar sua perspectiva de “mimo” para “função/objetivo”, pode ser mais fácil de “pular o croissant” e optar por algo que seja um melhor “combustível” para o seu passeio!

E aí, vamos “enganar” nossa mente?

 


Postado em 15 de março por Eu Vou de Bike

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Bicicleta elétrica é uma boa opção?

Uma das novidades no mundo do ciclismo dos últimos anos é a bicicleta elétrica. Ganhando cada vez mais adeptos pelas ruas da cidade, a bicicleta motorizada agrada muita gente, mas também atrai críticas.


Exemplo de bicicleta elétrica. Existem vários modelos diferentes de biciclea motorizada

Com o objetivo de deixar o pedal mais suave para quem não tem tanto preparo físico, a bicicleta elétrica ajuda nos trajetos com muitas subidas e pode agilizar o transporte de pessoas ou mercadorias. Nos percursos planos, o motor pode fazer todo o trabalho para movimentar a bicicleta. Nas subidas, o ciclista pedala um pouco e é auxiliado pelo motor para chegar ao seu destino com menos esforço.

Com velocidades que chegam a cerca de 25 km/h, a autonomia da maioria das bicicletas elétricas pode chegar de 30 km a 40 km. Com poucas fabricantes no mercado nacional, uma bicicleta elétrica custa cerca de R$ 2,5 mil e as baterias são recarregáveis.

Apesar das vantagens, a bicicleta elétrica pode apresentar alguns problemas. O primeiro deles é o peso adicional colocado na garupa por conta da bateria e do motor. Alguns modelos de bicicleta motorizada chegam a pesar 30 quilos! Quando acaba a bateria, o ciclista é obrigado a pedalar como se fosse uma bike normal, o que dificulta bastante.

Além disso, não fica muito claro como a a bicicleta motorizada se enquadra no Código de Trânsito Brasileiro por causa da existência do motor elétrico. Na cidade de Timbó (SC), por exemplo, a Polícia Militar acredita que os condutores de uma bicicleta motorizada devem possuir a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), segundo reportagem do Diário Catarinense.

Mas a maior crítica à bicicleta elétrica é mesmo o incentivo ao sedentarismo. Um dos maiores prazeres de usar a bicicleta como meio de transporte ou como instrumento de lazer é exercitar o corpo, superar limites, ganhar condicionamento físico e, de uma forma geral, melhorar a saúde. Com a bicicleta motorizada, a “essência” da bike é deixada de lado.

Os jornalistas da revista Galileu testaram um modelo de bicicleta motorizada e não gostaram muito da performance. Assista ao vídeo.

E você? O que acha da bicicleta elétrica? Uma modalidade que vai se espalhar cada vez mais ou um modelo que vai ficar restrito a alguns nichos? Você já usa uma bicicleta motorizada? Conte suas experiências aqui nos comentários!


Postado em 8 de março por gugamachado

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Conheça o projeto Ciclovia Musical, edição 2018 !!!

A Ciclovia Musical 2018 acontece  neste sábado, dia 10 de março. São sete roteiros especialmente planejados para ciclistas. E 32 concertos com grupos musicais criativos e de qualidade, em 20 pontos  da Barra Funda e Campos Elíseos.

Cada roteiro passa por cinco apresentações diferentes, tem 60 vagas para ciclistas e conta com um  monitor artístico para dar informações educativas sobre os concertos.

Quatro integrantes da rede Bike Anjo garantem a segurança e organização do trajeto. Eles dão dicas sobre comportamento e compartilhamento no trânsito e proporcionam mais confiança aos ciclistas iniciantes.

“Queremos que ciclistas venham assistir aos nossos concertos, que amantes da música experimentem a bicicleta como meio de transporte, forte alternativa para a mobilidade urbana e saúde, mas nada impede que as pessoas venham a pé ou de carro para esta festa. Queremos inundar a Barra Funda e Campos Elíseos de música e dos seus admiradores”, diz a diretora geral do evento, Giane Martins.

A Decathlon da Marginal Tietê, o Memorial da América Latina, o ateliê Espaço Breu, a Casa Mário de Andrade e o Estacionamento Scala Park são alguns dos pontos de partida. Cada roteiro guiado tem duração de 2h30 min.

Entre os roteiros: CicloKids Musical. Duas horas totalmente dedicadas às crianças. Os pequenos terminam o passeio no Theatro São Pedro com a história infantil contada através da música  “Pedro e o Lobo”, de Prokofiev. Os menores devem ser acompanhados pelos pais ou responsáveis.

Uma performance inusitada vai mobilizar 111 ciclistas no Minhocão: a ação musical “Uma Brisa”, de Maurício Kagel. A peça mistura ciclismo e arte contemporânea com muito bom humor. São buzinas, assobios, canto e outras peripécias vocais e quem faz os sons são os próprios participantes. Para a execução da obra é necessário participar de pelo menos um ensaio com o diretor de ópera Marcelo Gama. Ele mora na Europa há 25 anos e vem especialmente para o evento. Marcelo dirigiu “Uma Brisa”  no Festival Der Regionen, na Áustria, em 2009.

Também no Minhocão uma pequena cerimônia ecumênica pede proteção aos ciclistas e a todos os presentes. A “Benção do Ciclista” é dada pelo Reverendo Arthur Cavalcante, da Igreja Episcopal Brasileira.

A Oficina “Fotografando com Mário” acontece na Casa Mário de Andrade e começa antes da Ciclovia Musical, nos dias 2 e 9 de março. São 40 vagas para quem quiser se inspirar no olhar do escritor que também era amante da fotografia.  Sob a curadoria de Marco Aurelio Olimpio, os participantes percorrem a Ciclovia Fotográfica “Caminhos de Mário” no dia 10. As imagens selecionadas serão divulgadas nas redes sociais do evento.

Inscrições e programação completa aqui:

 Evento: Ciclovia Musical 2018

Quanto: Grátis

Quando: Dia: 10 de março (sábado), das 9h às 16h30.

Como: Os ciclistas inscritos devem chegar com meia-hora de antecedência ao ponto de partida do trajeto escolhido. Eles ganham uma camiseta e um mapa com todas as informações.   

Vagas limitadas: 60 vagas para cada um dos seis roteiros guiados

40 vagas para a Ciclovia Fotográfica “Caminhos de Mário”

111 vagas para “Uma Brisa”

Concertos:  limitado a lotação de cada local

Siga a Ciclovia Musical 2018 nas redes sociais: @cicloviamusical



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