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Blog Vou de Bike

Postado em 6 de dezembro por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 4)

Neste post daremos algumas dicas de ajustes básicos para que sua filmagem fique com uma cara profissional!

- Procure selecionar a resolução que vai captar compatível com seu equipamento de edição. Como já dissemos anteriormente, uma resolução muito alta gera arquivos muito grandes e difíceis de serem processados. Tudo depende do seu objetivo final. Se o filme for utilizado profissionalmente, justifica-se utilizar o máximo de resolução disponível. Se for o caso de utilizá-lo somente para a web, não precisamos de uma resolução tão grande assim. Ainda tem a questão da “câmera lenta”, que vai muito bem quando estamos filmando tomadas que tenham muitas “manobras”. Neste caso, existe uma resolução específica para isto (FULL HD/120p ou HD/240p). Em nossa experiência, temos utilizado a resolução FULL HD 1920 x 1080, com 60 fps. Ela é satisfatória para utilizá-la em broadcast (qualidade profissional) e pode ser reduzida na edição para gerar um arquivo menor para web. Note que nossa Sony filma em até 4 K (resolução ultra HD) !!!! Posteriormente traremos alguns filmes para ilustrar de maneira prática estas diferenças.

- Se sua câmera tiver algum recurso de estabilização de imagem, o ideal é ativá-lo. No caso da nossa, este recurso chama-se “Stead Shot” e faz uma grande diferença, comprometendo muito pouco da imagem final. Mas utilize o recurso principalmente se for andar por locais acidentados.

- O ideal também é ativar o recurso de “filtro de ruído”, do tipo “wind noise reduction”. Normalmente o barulho do vento é bem intenso e pode comprometer o resultado final.

- Ainda se sua camera tiver uma “case” plástica de proteção, o ideal é utilizá-la, pois em caso de um tombo ou de poeira ela irá proteger seu equipamento. Note que este estojo pode comprometer a captação de som ambiente, e principalmente alguma eventual narração. Neste caso, o ideal é realizar a narração “em off”, na edição a ser feita posteriormente.

- Quando estiver pedalando, para dar mais “dinâmica” a sua filmagem, é legal ter sempre um “parceiro” no pedal, de modo que um possa filmar o outro, não ficando apenas com uma imagem de “primeira pessoa”. Você pode montar sua câmera no canote do selim por exemplo, e filmar seu parceiro atrás de você. Depois pode mudar a câmera para o guidão da bike dele, pedindo para que ele pedale atrás de você, captando assim uma imagem posterior da sua bike.  Daí é só misturar estes ângulos todos na edição final. Com esta variação de captação, seu filme fica bem mais dinâmico e interessante de ser visto!

- No caso da nossa Sony, tem um recurso bem legal que é a geolocalização nativa via GPS na câmera. A partir destes dados, ela dispõe um arquivo próprio que registra o percurso, bem como a velocidade da bike, disponibilizando tudo na edição final, através de um software proprietário. Veja no print abaixo!

 

 

E aí? Animado para ser o “Spielberg” das duas rodas????

Se você não viu ainda, as outras partes desta matéria estão aqui, aqui e aqui.


Postado em 29 de novembro por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 3)

Continuando nossa série de posts sobre filmagem na bicicleta, agora seremos mais específicos, numa espécie de “passo-a-passo.”

Antes de filmar o rolê, verifique:

- se a carga da bateria da camera está completa. Infelizmente, baterias ainda são os pontos fracos de nossos queridos “gadgets”, muitas vezes deixando a gente na mão…Então o ideal é iniciar o rolê com a maior carga possível, levando inclusive uma bateria auxiliar. Em nossa experiência com a Sony, a duração média da bateria tem sido de quase 2 horas, bastante aceitável para a proposta!

 

- se o seu cartão de memória está “livre”. Video é o tipo de arquivo que consome bastante memória. E dependendo da resolução a ser utilizada (falaremos sobre isto em outro post), o arquivo é enorme! Então procure ter um cartão com o máximo de capacidade que você possa comprar, e principalmente, verifique se ele está vazio, ou seja, sem nenhum arquivo previamente gravado e “esquecido” por lá! Isto de ir gravando sem apagar conteúdos que já utilizamos é uma prática mais comum do que imaginamos….
- conheça as lentes de sua camera! Normalmente, as cameras de “ação” possuem lentes do tipo “fish eye”, que são lentes grande angulares, porém com um pouco de distorção nas bordas. Elas costumam pegar tudo que está num angulo de 170 graus. Daí a necessidade manter o objeto do seu filme sempre no centro da lente! Em alguns modelos, como é o caso da nossa Sony, é possível regular este angulo, reduzindo para 120 graus. Com isto, você diminui  seu campo de captação de imagem, porém diminui também a distorção nas laterais da filmagem bem como a sensação de “movimentos rápidos e bruscos” que este tipo de captação de imagem normalmente fornece!

 

- qual será seu “angulo de captação” de imagens. Isto é muito importante para que depois sua filmagem fique atrativa. Aliás, este é um dos pontos mais complexos quando se filma a partir de primeira pessoa, principalmente na bicicleta. A idéia é que nós possamos passar a sensação para nossa audiência de estar “andando” conosco. Por isto o enquadramento é tão importante, para que a imagem não fique “baixa demais” e só filme o chão, e nem “alta demais”, filmando só o céu… Normalmente as “action cams” não possuem displays como as cameras comuns, para economizar em peso e espaço.Assim, para resolver este problema, o ideal é fazer um monitoramento prévio do enquadramento, ou seja, posicione sua camera da maneira que achar conveniente, filme um pequeno trecho na condição exata que fará o rolê, e assista o resultado, fazendo as correções necessárias. Nas cameras mais atuais, temos o recurso de sincronia via Wi-Fi com smartphones, que fazem com que este se transforme em um monitor para nossa camera, facilitando muito o posicionamento desta, bem como até possibilitando algumas regulagens do menu da camera! No caso da nossa Sony, além de ter este recurso, ela conta também, como acessório opcional, com um “controle remoto” com tela (veja na foto que ilustra este post), que sincroniza perfeitamente com a camera, e que fica posicionado em nosso pulso, como um relógio, permitindo assim a verificação e ajuste constante do que estamos filmando, além do acionamento da mesma, facilitando muito a operação! Mais para frente faremos um tópico exclusivo sobre este tema de posicionamento da camera.

 

- qual resolução irá utilizar. Este também é um tema complexo que merecerá um capítulo exclusivo! Mas, basicamente, quanto maior a resolução (Full HD, por exemplo, que são 1.920 por 1.080 linhas, fornecendo uma imagem com mais de 2.000.000 de pixels, sendo atualmente presente em 70% dos televisores vendidos no Brasil), maior será a qualidade do arquivo, porém ocupando mais espaço no seu cartão de memória. Um arquivo muito grande também dificulta a edição posterior de imagens, e certamente terá que ser “convertido e reduzido” quando você for publicar seu video online. Muitas cameras também permitem o ajuste de “quadros por segundo” (trataremos posteriormente com mais profundidade). Por padrão, este ajuste pode ser de 30 FPS (frames por segundo). Porém, quanto mais “frames por segundo”, maior a “fluidez” da imagem.
- qual será o posicionamento de sua camera. Você pode posicioná-la tanto no capacete, quanto no quadro da bike. Em alguns casos, pode posicioná-la inclusive na sua mochila! Novamente aqui, o ideal é testar todas as possibilidades e ver qual mais te agrada! Também faremos um post exclusivo sobre posicionamento de camera, mostrando as possibilidades e os resultados.

E aí, pronto pra filmar seu rolê? Com todas estas medidas, certamente você será a nova atração da família!!!!! Agora é só definir o local, o percurso e disparar sua camera!!!

Você pode ler nossos dois posts anteriores sobre o assunto aqui  e aqui.


Postado em 22 de novembro por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 2)

 

Mostrar ao mundo todo suas habilidades em duas rodas, ou mesmo sua vivência e experiência na bike, através da web, é fácil, divertido e pode ajudar a você e outros ciclistas a expandirem seus limites!

Hoje em dia com a chegada da categoria das “Action Cams”, tudo ficou ainda mais interessante e desafiador, pois é possível fazer um filme de alta qualidade, pronto para “tirar qualquer sedentário do sofá”!

Por aqui estamos tendo uma excelente experiência com a Sony FDR – X1000V, e queremos com isto dar algumas  dicas a partir de nosso uso, para que os que ainda não filmam seu rolê, passem a fazer isto com mais frequência!

Em nosso post anterior , tratamos sobre o uso da câmera como equipamento de segurança.

Agora iniciaremos com dicas gerais, que vão abordar aspectos para você utilizar desde a captação até a edição de suas imagens!

Mas lembre-se: tudo o que você necessita é de uma boa câmera, e principalmente de uma mente criativa!

Esteja Preparado!

1- Antes de fazer o seu, assista vários videos na web, para se inspirar sobre seus “takes” (o que vai filmar), bem como seus ângulos de filmagem (no próximo post falaremos melhor sobre o posicionamento da câmera em si);

2- Pense sobre alguns lugares legais que você conhece, bem como alguns “truques” que você faz com sua bike! Anote tudo numa “lista de filmagem”, que depois pode se tornar seu roteiro!

3- Você deve “contar uma estória” com seu video, pensando em início, meio e final! Se for filmar uma trilha, por exemplo, você pode mostrar brevemente como foi seu café da manhã, depois o encontro com a galera, a escolha do “pico”, o início do pedal, alguns tombos (hahahaha, esta é a parte de a galera mais gosta!!!) e o final na padaria ou no bar! Quanto mais criativo, melhor será seu resultado!

4- Tente estabelecer um “tema” para seu filme! Por exemplo: “rolê gastronômico”, mostrando locais que você adora frequentar. Ou se for mais específico, uma técnica de bike. Fazer um filme só com “downhill”, ou só mostrando suas manobras de BMX funciona muito bem!

5- E se você pedala mais de um “estilo”, speed e mountain bike, por exemplo, pode fazer um video misturando um pouco estes dois mundos – isto costuma dar uma boa audiência!

No mais, pense sempre se você mesmo gostaria de assistir ao vídeo que acabou de postar!


Postado em 8 de novembro por gugamachado

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Filmando o Rolê (parte 1)

 

Atualmente, a maioria da pessoas carrega no bolso uma camera fotográfica/filmadora com qualidade bem razoável, pronta para ser utilizada em qualquer ocasião!

Porém, quando falamos em filmar nosso rolê de bike, a exigência do equipamento aumenta consideravelmente, uma vez que, dentre outras coisas, uma camera adequada para esta finalidade precisa ser resistente e ter uma certa estabilidade de imagens. Daí caímos na categoria das “action cams”, cujo numero de modelos e fabricantes vem crescendo a cada dia.

A Sony do Brasil gentilmente nos presenteou com uma camera deste tipo, que dentre muitos recursos, filma com a altíssima resolução 4K.

Nossa idéia é fazer uma série de posts com dicas de filmagem e utilização destas cameras em nossa prática diária, quer seja numa aventura, num passeio, ou num deslocamento como transporte!

Começando por este último uso, com o recente aumento da presença das bicicletas nos grandes centros urbanos, em especial na cidade de São Paulo, temos testemunhado também uma certa dificuldade no convívio entre motoristas e ciclistas. Inclusive com xingamentos e com as criminosas “finas educativas”….

E uma maneira de se prevenir ou mesmo de registrar este tipo de conduta é utilizar uma camera ostensivamente presa em nosso capacete ou bicicleta, gravando nosso trajeto todo o tempo, em modo “loop” (mais adiante falaremos sobre isto), como uma verdadeira camera fixa de segurança!

Nestes dias temos feito este tipo de utilização, e, acreditem, ela funciona! Além dos possíveis agressores se sentirem “inibidos” com a possibilidade de serem filmados ao cometerem alguma infração (afinal, esta é, ou ao menos deveria ser, a função dos radares), se realmente formos vitimados, temos a possibilidade de uma defesa mais documentada!

E, em tempos de youtube e redes sociais, podemos até “educar” outros motoristas através destes vídeos! Mostrar como conviver com ciclistas, e principalmente o que não se deve fazer nesta convivência!

Nada melhor do que se colocar na “pele” do outro. Recentemente, uma empresa de ônibus de Recife colocou seus motoristas para pedalarem em bicicletas estáticas, enquanto outros motoristas  de ônibus passavam a 50 cm destes. Veja o resultado deste “experimento” aqui…

 

Então, nossa primeira dica é utilizar uma filmadora em loop recording (gravação em ciclos), que é um modo de filmagem semelhante a das cameras de segurança, onde não precisamos nos preocupar com “descarregar” as imagens para liberar memória, pois quando a camera atinge seu limite, ela inicia a gravação automaticamente do início do cartão. Nosso modelo tem este recurso, que você também encontra em cameras mais simples e mais baratas.

Portanto, ao selecionar seu equipamento, veja se ele tem esta característica!

E como diz o ditado, uma imagem vale mais que mil palavras!

#sonyactioncam

#registreoextremo


Postado em 1 de novembro por gugamachado

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Veja 10 dicas que o pessoal da Sony com a nossa colaboração preparou para você pedalar na cidade!


Postado em 18 de outubro por gugamachado

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O Que Acontece Quando Você Para de Pedalar?

Não deixe sua bicicleta pegando poeira!!!

Quando você para de pedalar….

…No primeiro dia:

Seu humor flutua “para baixo”… Minutos depois de iniciar o exercício, sua atividade neural acende seu cérebro como se fosse “uma máquina caça-níqueis em tilt completo”, o que não somente constrói seu cérebro (literalmente falando), mas também melhora o seu humor. O pesquisador neuroquímico J. David Glass da Kent State University relata que no momento em que os ratos de laboratório começam a pular e correr em suas rodas, eles recebem um aumento de serotonina de 100 a 200%, que é a mesma quantidade de aumento que os medicamentos antidepressivos necessitam para melhorar o nosso bem-estar e combater a depressão. Negar ao seu corpo esta possibilidade de melhoria natural através da pedalada, mesmo que por um dia, vai te deprimir, em especial se for um dia muito estressante.

Ao parar de pedalar seu metabolismo fica estagnado. Pedalar acelera o seu metabolismo em até cinco vezes acima da sua taxa de repouso durante o trabalho. Ainda quando você pedala, você queima entre 400 e 500 calorias por hora de atividade. Isso significa até 400 gramas de gordura por semana você poderia ter perdido, mas não o fez.

… Uma semana depois:

Sua pressão arterial aumenta. Exercícios aeróbicos tais como o ciclismo solicitam que o seu corpo libere hormônios que, além de outras funções, tornam seus vasos sanguíneos mais resistentes ao rompimento. Com as altas quantidades de sangue “bombando” através através de seu sistema, suas artérias e veias se manterão mais flexíveis. Os efeitos são rápidos e breves, ou seja, ocorrem quando você começa a pedalar e se encerram quando você para de pedalar. Pesquisas consideram que pedalar regularmente pode baixar sua pressão arterial em cerca de 8 (diastólica) a 10 (sistólica) pontos em um mês! Porém, ela começa a subir novamente depois de apenas uma semana que você fica “fora do selim”, sendo que você volta a sua condição inicial em apenas duas semanas.

Sua taxa de açúcar no sangue sofre muitos picos. Quando você pedala regularmente, seus músculos ficam famintos pelo açúcar que entra em sua corrente sanguínea depois que você come. Eles fazem isto para armazenar a energia para mais tarde. Depois de apenas cinco dias de inatividade, o açúcar “pós-refeição” simplesmente “permanece” em seu sangue, o que ao longo do tempo pode levar a doenças cardíacas e diabetes, segundo um estudo publicado na revista Medicine & Science in Sports & Exercise. Além do mais, as enzimas que processam a gordura e o açúcar presentes em sua corrente sanguínea começam a diminuir quando você fica sedentário, levando ao aumento das taxas de colesterol e açúcar.

… Duas a quatro semanas mais tarde:

Adeus ao volume de sangue aumentado … e ao seu condicionamento físico. A prática do ciclismo regular aumenta o volume de sangue e capacidade do seu corpo em utilizar o oxigênio que ela carrega. Depois de apenas um mês fora da bike, o seu volume de sangue cai quase 10 por cento. O seu volume de bombeamento (a quantidade de sangue que seu coração pode empurrar para fora por batida) cai 12 por cento. Suas mitocôndrias, que agem como fornos de produção de energia do seu corpo, começarão a diminuir a partir do desuso. O resultado final: seu V02 max- isto é, o seu “benchmark” de aptidão física – sofre uma queda de 6 por cento, deixando você bem menos condicionado do que algumas semanas antes.

… Mais de um mês depois:

Suas roupas ficam bem mais confortáveis quando você está em forma. Mas quando você fica sedentário,  o seu metabolismo diminui, diminuindo também a queima de gordura, fazendo sua reserva de gordura aumentar. Daí as roupas passam a nos “apertar”. Isto é sempre um bom indicativo que devemos retomar nossa rotina de exercícios. Um estudo publicado no “Journal of Strength and Conditioning Research” descobriu que nadadores que pararam de treinar durante cinco semanas aumentam consideravelmente seus pesos, suas medidas de cintura, resultando num aumento de suas gorduras corporais em 12 por cento, isto em apenas cinco semanas fora da piscina!

… Anos depois:

Sua saúde piora de muitas maneiras. Um estudo sobre gêmeos idênticos masculinos que tinham sido fisicamente ativo descobriu que quando um gêmeo parou de se exercitar regularmente por alguns anos, ele diferia consideravelmente em termos de saúde em comparação a seu irmão. Especificamente, ele foi significativamente mais fraco, tinha cerca de 3 quilos a mais de gordura corporal, tinha mais resistência à insulina, e tinha ainda menos massa cinzenta (leia-se: seu cérebro era menor) do que seu irmão fisicamente ativo.

A boa notícia é que não é preciso muito reverter este declínio rápido. A pesquisa mostrou que apenas sair para uma caminhada rápida uma vez ou duas vezes por semana pode ajudar a manter esses ganhos de condicionamento físico tão suado…

Se o seu  tempo está “apertado”, tente algum treinamento do tipo “funcional”, onde utilizamos o nosso próprio peso para nos exercitar em casa mesmo,  ou corridas/ pedaladas curtas, mas com intervalos de alta intensidade (pedale normalmente e depois de 5 minutos pedale por um minuto no limite do seu folego. Faça estes intervalos por cerca de 5 vezes, totalizando de 20 a 30 minutos de exercício).

Lembre-se que o importante é não ficar parado!!!


Postado em 10 de outubro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta: ótimo presente para o Dia das Crianças

O Dia das Crianças está chegando e mesmo com toda a “parafernália” eletrônica disponível, como videogames, notebooks, o excesso de informação e distração da internet e das redes socias nos smartphones, a bicicleta ainda continua sendo um presente bastante desejado!

Eu mesmo me recordo da minha primeira bicicleta – quando ganhei, como ela era e, principalmente, a diversão e os bons momentos que ela me proporcionou.

Aqui no site, nossa intenção é que todos comecem a “ir de bike” e sabemos que um hábito saudável deve ser formado desde a infância. Neste post, vamos dar algumas dicas de compra de uma bicicleta para crianças e de manejo para que a experiência do aspirante a ciclista seja inesquecível!

Além do fator lúdico, os benefícios proporcionados pela bicicleta para a saúde dos pequenos são imensos. Durante a “brincadeira”, ocorre um grande gasto calórico, prevenindo a temida obesidade infantil. No Brasil, em estudo recente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo (SBEM), foi revelado que mais de 20% das crianças brasileiras estão obesas.

Além disso, o uso frequente da bicicleta estimula os reflexos, a consciência de lateralidade e a noção espacial. Sabemos hoje que as características de como nosso corpo será no futuro em muito são definidas na infância. E o exercício disfarçado de brincadeira certamente ajuda a formar músculos e ossos saudáveis.

Os modelos

Hoje em dia muitos são os modelos de bicicletas infantis oferecidos pelo mercado nacional, para os mais variados gostos e bolsos. E muitos são os acessórios também, em especial os equipamentos de segurança, tais como capacete, joelheira e cotoveleira, muito importantes para um aprendizado seguro.

A escolha da bicicleta certa começa pela definição do tamanho do aro e do quadro, para que a criança tenha pedaladas confortáveis e saudáveis. Como hoje em dia as relações biomecânicas estão todas alteradas e oscilantes (cada vez mais é comum vermos crianças muito mais desenvolvidas do que sua idade cronológica indicaria), nossa tabela trará uma relação de tamanho da criança x tamanho da bicicleta, e não de “idade x tamanho da bicicleta”.

Então, ficamos assim:

Tamanho do Aro – Altura do ciclista

- Aro 12″ – de 89 cm a 1,07 cm

- Aro 16″ – de 96 cm a 1,23 cm

- Aro 20″ – de 1,09 cm a 1,42 cm

- Aro 24″ – de 1,26 cm a 1,52 cm

- Aro 26″ – acima de 1,52 cm (geralmente adolescentes)

Como vimos, na tabela acima ocorrem várias interposições de medidas. Aqui o que vai determinar se a criança utilizará uma bicicleta aro 16″ ou 20″, por exemplo, deve ser o bom senso, ou seja, devemos testar a criança utilizando a bicicleta e perceber qual o nível de confiança dela com relação a altura e tamanho escolhido.

Se ela estiver insegura, escolha um tamanho menor. Bicicletas hoje em dia são fáceis de se negociar, e quando o pequenino estiver seguro e confortável numa aro 12″, por exemplo, podemos adquirir uma aro 16″ e vender a bicicleta anterior.

Para começar o treinamento do ciclista mirim, é fundamental manter os apoios laterais (também conhecidos como “rodinhas”) para que o pequeno se familiarize com a bicicleta e com o ato de pedalar. Ao mesmo tempo, as rodinhas fazem com que a criança se sinta mais segura para iniciar nesta nova empreitada.

É impossível dizer em quanto tempo uma criança vai começar a pedalar sozinha, isso varia muito de pessoa para pessoa. O ideal é manter uma rotina bem disciplinada, com treinos diários ou ‘dia sim, dia não’.


Exemplo de bicicleta com apoios laterais, aro 12”

Para que o pequeno fique mais seguro, o selim pode ser deixado um pouco mais baixo que o normal no início. Assim, ele poderá colocar os pés no chão em caso de desequilíbrio. É muito importante que você ensine onde estão e como usar os freios, inclusive fazendo o movimento de frear repetidas vezes com ele.

No começo, você deve levar a criança para um local seguro e sem trânsito. Geralmente as crianças aprender a pedalar em parques públicos, estacionamentos vazios, praças ou playground de condomínios. Já no local adequado, e ainda com as rodinhas, mostre para o pqeueno que ele deve sempre manter o pedal girando e sempre olhando para a frente. Transmita segurança e confiança, mostrando que você estará lá para ampará-lo caso aconteça algum acidente.

Estando a criança familiarizada com os freios e com o movimento de pedalar, a primeira manobra a ser ensinada é fazer curvas para ambos os lados. Quando a criança já estiver confiante, crie um circuito para ela cumprir. Se for o caso, demarque o circuito com latinhas de refrigerante. Observe a criança e corrija os erros. Lembre-a de pedalar constantemente e sempre olhar para a frente. Este é um detalhe fundamental para quando chegar o momento de retirar as rodinhas de apoio.

No momento em que a criança estiver pedalando com mais segurança e constantemente, e fazendo as curvar com confiança, é hora de retirar uma das rodinhas. Retire um dos lados e continue com a mesma rotina de exercícios, se possível no circuito montado. O ideal é que aumentemos gradativamente o tamanho e a dificuldade do circuito.

Quando ela conquistar a confiança e a habilidade de pedalar desta maneira, com muita cautela podemos retirar o segundo apoio lateral. Aliás, a princípio, podemos somente levantá-lo e deixá-lo sem contato com o chão, porém sem retirá-lo. Isso vai servir como apoio psicológico.

Pronto. Com a bicicleta sem os apoios laterais, vá até um local plano, tranquilo, sem curvas, e se possível, com o piso de grama ou de terra batida, pois pequenos tombos serão inevitáveis nesta fase. Aliás, o ideal é que a criança esteja equipada desde o início com capacete, luvas de proteção, e se possível, joelheiras e cotoveleiras. Este kits são relativamente fáceis de se encontrar nas bike shops ou grandes magazines de esporte.


Exemplo de bicicleta sem apoios laterais, aro 20”

Segure a bicicleta com a mão embaixo do selim (nunca no guidão) e corra ao lado da bike, no mesmo ritmo da criança, sem forçar ou apressar. Lembre-a constantemente de pedalar e olhar para frente. É fundamental que a criança se sinta segura sabendo que você está ao lado dela, ajudando no equilíbrio e transmitindo segurança.

Quando você perceber que o pequeno já pedala sem parar e sem olhar para a roda dianteira, ele estará apto a comandar a bicicleta por conta própria. Basta ir soltando a sua mão do selim, sem grandes alardes, que a criança, sem se dar conta, vai manter por sí só o equilíbrio, pois afinal ela já “treinou” bastante até chegar a este ponto.

Seja paciente e vá devagar nesta fase do processo. Ao retirar as rodinhas, a criança precisará de uma atenção especial e um tombo mais sério neste momento pode traumatizá-la por muito tempo. Se ela não conseguir pedalar sozinha sem as rodinhas logo na primeira tentativa, não desista e tente outras vezes.

Logo virá a confiança e o prazer de sentir a liberdade que a bicicleta nos proporciona! E para isto, cada passo, desde a compra da bicicleta e equipamentos de segurança, até o circuito a ser percorrido deve ser planejado com muito amor, dedicação e paciência.

A Houston Bikes possui uma linha completa de bicicletas infantis indo dos aros 12″ até o 20″.

E lembre-se: se hoje nós vamos de bike, é porquê  algum já fez isto pela gente!


Postado em 27 de setembro por gugamachado

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Criança Segura realiza evento gratuito neste domingo!!!

Neste domingo, dia 30 de setembro, a partir das 9h, na Ciclofaixa de Lazer do Parque Linear Tiquatira, a Criança Segura realizará o segundo evento de sua campanha de mobilização “Vou de bike com a Criança Segura”, que tem o objetivo de conscientizar pais, familiares, responsáveis por crianças e toda a garotada sobre a importância de garantir a segurança de meninas e meninos ao andarem de bicicleta.
 
No encontro, gratuito, as crianças poderão aprender a andar de bike, tirar as rodinhas de apoio, aprender sobre segurança e comportamentos seguros de ciclistas, conhecer e testar algumas cadeirinhas de crianças para bike e muito mais!
 
O evento disponibilizará bicicletas e equipamentos de segurança, como o capacete, para que assim se possa ensinar às crianças sobre como serem ciclistas seguros, além de garantir uma pedalada sem riscos para os participantes.
 
Praticar atividades físicas é muito importante para o desenvolvimento saudável de meninas e meninos. Ao pedalar, além de se exercitar, a meninada desenvolve ainda sua autoestima, autoconfiança, independência, autonomia, iniciativa, equilíbrio e coordenação motora.
Evitar que meninas e meninos se machuquem seriamente ao andar de bicicleta não é nenhum bicho de sete cabeças. Mas, para isso, os adultos responsáveis devem estar atentos, orientar e realizar algumas ações para reduzir os riscos para as crianças nessa atividade.
 
Participe dessa ação e traga toda sua família!
Saiba mais aqui!
Serviço:
O quê: Oficina Educativa na Ciclofaixa de Lazer – Parque Linear Tiquatira – Eng. Werner Eugênio Zulauf
Quando: 30/09, das 09h às 13h
Onde: Rua São Florêncio x Av Gov. Carvalho Pinto
Como: gratuito

Postado em 20 de setembro por gugamachado

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Participe do Dia Mundial Sem Carro! Vá de Bike!

Neste próximo sábado é o Dia Mundial Sem Carro! Aqui em São Paulo, é o décimo terceiro ano consecutivo que a data é comemorada, mas esse dia já marca o calendário de muitas cidades e países desde 1998.

A campanha do Dia Mundial Sem Carro nasceu na França, em 1998, com apenas 35 cidades participantes. Em 2000, outros países da Europa passaram a adotar a data e o manifesto tomou força. O movimento chegou ao Brasil em 2001, com a participação de 11 cidades. Em 2004, mais de 1.500 cidades participaram da ação, distribuídas em 40 países!

O Dia Mundial Sem Carro tem como objetivo mostrar que é possível ter uma vida normal na cidade grande sem o uso do seu veículo. Ônibus, metrô e as bicicletas, é claro, são ótimas alternativas para locomoção.

Nos últimos anos, temos assistido a uma mobilização cada vez maior da sociedade no sentido de considerar a bicicleta como meio de transporte sério e viável, inclusive pelo próprio esgotamento do modelo de transporte atual, completamente centralizado nos carros.

E não é tão complicado sair pedalando no seu cotidiano. Aqui no EVDB, já demos várias dicas de segurança e comportamento no trânsito para quem nunca pedalou nas ruas e quer começar a substituir o veículo por um meio de locomoção mais econômico, menos poluente, mais ágil e muito, mas muito mais saudável!

Veja abaixo algumas dicas para deixar o carro na garagem e começar a pedalar!

A decisão de trocar o carro pela bike não é tão difícil quanto parece

Dicas de comportamento e sinalização para quem pedala no trânsito

- Dicas para pedalar no frio

- Veja como integrar a bicicleta a outros meios de transporte

- Saiba como pedalar com segurança durante a noite

-Veja dicas para trocar o pneu furado da bicicleta


Postado em 13 de setembro por gugamachado

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É neste final de semana!!! Shimano Fest no Memorial da América Latina!

Evento terá diversas atividades no sábado e domingo (15 e 16), como competições e testes de bike, área para crianças e mulheres, shows de música, palestras e exposição e vendas de produtos de mais de 200 marcas!

São Paulo (SP) - Conhecida por muitos como a Terra da Garoa, São Paulo é o principal centro financeiro da América do Sul e cidade mais populosa do continente. Nos dias 15 e 16 de setembro, ganha pelo quarto ano seguido uma atração imperdível de entretenimento, não somente para os seus moradores, como também para os visitantes, o que por alguns dias a faz mudar um pouco o seu perfil tradicionalmente sisudo. Trata-se da nona edição do Festival da Bicicleta, o Shimano Fest 2018, com entrada gratuita nos dois dias do fim de semana. Centro cultural, político e de lazer, o Memorial da América Latina é um dos cartões postais do município e foi escolhido pela organização como palco do evento.

“A realização do Shimano Fest pela primeira vez no Memorial da América Latina é especial para nós, porque une um dos pontos turísticos da cidade a bicicleta. A bike é um objeto transformador, seja em termos de saúde das pessoas, que encontram nela um hábito esportivo ou de lazer, como em mobilidade urbana, uma excelente alternativa para o trânsito carregado das grandes cidades do Brasil e do mundo”, conta Paulo Boldrin, da área de marketing da Shimano e coordenador do Festival da Bicicleta. “O local possui fácil acesso pela ciclovia da Avenida Auro Soares de Moura Andrade ou então pelo Metrô Palmeiras – Barra Funda, na linha vermelha (L2), que faz a ligação entre as zonas oeste e leste de São Paulo”, completa.

Assim como nas temporadas anteriores, o Shimano Fest tem como destaque a interatividade entre o público e as marcas, cerca de 200 do mercado de bike estão confirmadas. São esperados 30 mil visitantes, que na área de exposição vão conhecer as principais novidades de 2019 do setor. No test-ride, poderão pedalar diferentes tipos de bicicletas, mountain bikes, urbanas, bikes elétricas (e-bikes) e tradicionais. Nas demais arenas do evento, atrações para todos os gostos e idades. Famílias, amigos e entusiastas do ciclismo tem no Festival o cenário perfeito para se divertir e entreter-se.


Pedal Inclusivo - O Pedal Inclusivo é uma das atrações do Shimano Fest, no sábado das 10h às 15h. Com apoio da entidade Laramara - Associação de Assistência ao Deficiente Visual e da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência,  a ação possibilita a pessoas com deficiências (visual, auditiva, de mobilidade etc) a oportunidade de andar de bicicleta. A ação é oferecida pela empresa Bikxi, aplicativo de bike carona que utiliza bicicletas tandem (para 2 pessoas pedalarem). O passeio de bicicleta do Pedal Inclusivo acontece na área de test-ride do evento. Para participar, basta o interessado dirigir-se à tenda do Pedal Inclusivo – Bikxi onde será cadastrado e poderá fazer o passeio gratuitamente. O Festival terá monitores para auxiliar pessoas com necessidades especiais guiando-as até o local da ação, contando com apoio da Prefeitura de São Paulo – Secretaria da Pessoa Com Deficiência.

O Shimano Fest marca a abertura da Semana da Mobilidade 2018 e duas palestras focando pessoas com necessidades estão marcadas para o sábado, na Arena Mobilidade: às 12h, Tomás Bueno (Canal Youtube Vida Adaptada) falará sobre sua iniciativa de fazer vídeos para incentivar pessoas com deficiências a praticarem atividades físicas. Tomás perdeu os movimentos de um dos braços mas continua a praticar ciclismo; às 12h15, Rodrigo Melo (deficiente visual) vai contar do seu projeto no interior de São Paulo: Deficientes Visuais e a Bicicleta.

Demais áreas e atividades - Área que atrai centenas de pessoas para o seu entorno, o Bike Competition terá a disputa do Mountain Bike Short Track (XCC) durante todo o sábado (15), nas categorias super elite feminina e masculina. Os melhores ciclistas do País competirão no XCC, na primeira prova de MTB dentro do Memorial.  O Espaço Mulher terá diversas atrações como a oficina mecânica, palestras, massagem, aulas de funcional, entre outras ativações, aproveitando o crescimento do ciclismo feminino.

Na Arena Kids, com o realização da SP Hawks Eventos, estão confirmadas várias atrações: Tira Rodinhas, onde a criançada dá suas primeiras pedaladas sem as rodinhas; o Pump Track, pista com rampas e elevações; Desafio Balance Bike, com um pequeno circuito com obstáculos e Desafio Shimano Sem Corrente, em que competidores não podem pedalar nem tocar os pés no chão. Tudo gratuitamente, basta se inscrever na hora no local.

Esse ano a área de mobilidade e sustentabilidade do Shimano Fest vai apresentar, além de palestras e debates, uma mostra de projetos de Mobilidade por Bicicleta. Os projetos selecionados para apresentação no sábado, ganharão Mentoria gratuita da Eureka Coworking durante seis meses. A CET SP também estará presente para interagir com o público e apresentar o projeto do novo plano cicloviário para São Paulo.

Bike Show – Rock’n Roll combina com bike: quatro bandas animarão os visitantes nos dois dias de festival. Sábado (15), tocam as bandas de pop rock, 53×11 (covers de Red Hot Chilli Peppers, Greenday, Stone Temple Pilots etc) e Remove Silence (banda do Danilo Carpigiani, marido Luka Salomão da Rádio Rock 89FM), às 15h e 18h45, respectivamente. No domingo (16) é a vez da ‘Amoradia do Som’, vencedora do festival de música “Groove – Sons da Paulista” em 2017, às 10h, e Sinfonia Rock (covers de hard rock), às 15h45. O tradicional Taiko, com os tambores japoneses, também está confirmada no domingo às 12h30.

Radicalidade - No Bike Radical, as tradicionais atrações serão as manobras e saltos radicais do BMX Dirt Jump com apresentação do fera Leandro Moreira, o “Overall”; o BMX Flatland, commanobras criativas no plano; e o Bike Trial, onde o importante é a habilidade para transpor todo tipo de obstáculo, sem sair de cima da bike e sem colocar os pés no chão.

Serviço – Shimano Fest 2018


Quando: 14 a 16 de setembro, sendo que na Sexta-feira (14) será exclusivo para imprensa, lojistas e profissionais do setor – 10h às 20h. No sábado (15): Festival aberto ao público – 10h às 20h. e No domingo (16): Festival aberto ao público – 10h às 17h.
Onde: Memorial da América Latina
Rua Tagipuru – Portão 02 – Barra Funda – São Paulo (SP)
Bicicletário: 1.000 vagas (rotativo)
Como: entrada gratuita – Contribua com 1 kg de alimento não perecível, que será doado para instituições filantrópicas.



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