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Blog Vou de Bike

Postado em 3 de outubro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta: ótimo presente para o Dia das Crianças

O Dia das Crianças está chegando e mesmo com toda a “parafernália” eletrônica disponível, como videogames, notebooks, o excesso de informação e distração da internet e das redes socias nos smartphones, a bicicleta ainda continua sendo um presente bastante desejado!

Eu mesmo me recordo da minha primeira bicicleta – quando ganhei, como ela era e, principalmente, a diversão e os bons momentos que ela me proporcionou.

Aqui no site, nossa intenção é que todos comecem a “ir de bike” e sabemos que um hábito saudável deve ser formado desde a infância. Neste post, vamos dar algumas dicas de compra de uma bicicleta para crianças e de manejo para que a experiência do aspirante a ciclista seja inesquecível!

Além do fator lúdico, os benefícios proporcionados pela bicicleta para a saúde dos pequenos são imensos. Durante a “brincadeira”, ocorre um grande gasto calórico, prevenindo a temida obesidade infantil. No Brasil, em estudo recente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo (SBEM), foi revelado que mais de 20% das crianças brasileiras estão obesas.

Além disso, o uso frequente da bicicleta estimula os reflexos, a consciência de lateralidade e a noção espacial. Sabemos hoje que as características de como nosso corpo será no futuro em muito são definidas na infância. E o exercício disfarçado de brincadeira certamente ajuda a formar músculos e ossos saudáveis.

Os modelos

Hoje em dia muitos são os modelos de bicicletas infantis oferecidos pelo mercado nacional, para os mais variados gostos e bolsos. E muitos são os acessórios também, em especial os equipamentos de segurança, tais como capacete, joelheira e cotoveleira, muito importantes para um aprendizado seguro.

A escolha da bicicleta certa começa pela definição do tamanho do aro e do quadro, para que a criança tenha pedaladas confortáveis e saudáveis. Como hoje em dia as relações biomecânicas estão todas alteradas e oscilantes (cada vez mais é comum vermos crianças muito mais desenvolvidas do que sua idade cronológica indicaria), nossa tabela trará uma relação de tamanho da criança x tamanho da bicicleta, e não de “idade x tamanho da bicicleta”.

Então, ficamos assim:

Tamanho do Aro – Altura do ciclista

- Aro 12″ – de 89 cm a 1,07 cm

- Aro 16″ – de 96 cm a 1,23 cm

- Aro 20″ – de 1,09 cm a 1,42 cm

- Aro 24″ – de 1,26 cm a 1,52 cm

- Aro 26″ – acima de 1,52 cm (geralmente adolescentes)

Como vimos, na tabela acima ocorrem várias interposições de medidas. Aqui o que vai determinar se a criança utilizará uma bicicleta aro 16″ ou 20″, por exemplo, deve ser o bom senso, ou seja, devemos testar a criança utilizando a bicicleta e perceber qual o nível de confiança dela com relação a altura e tamanho escolhido.

Se ela estiver insegura, escolha um tamanho menor. Bicicletas hoje em dia são fáceis de se negociar, e quando o pequenino estiver seguro e confortável numa aro 12″, por exemplo, podemos adquirir uma aro 16″ e vender a bicicleta anterior.

Para começar o treinamento do ciclista mirim, é fundamental manter os apoios laterais (também conhecidos como “rodinhas”) para que o pequeno se familiarize com a bicicleta e com o ato de pedalar. Ao mesmo tempo, as rodinhas fazem com que a criança se sinta mais segura para iniciar nesta nova empreitada.

É impossível dizer em quanto tempo uma criança vai começar a pedalar sozinha, isso varia muito de pessoa para pessoa. O ideal é manter uma rotina bem disciplinada, com treinos diários ou ‘dia sim, dia não’.


Exemplo de bicicleta com apoios laterais, aro 12”

Para que o pequeno fique mais seguro, o selim pode ser deixado um pouco mais baixo que o normal no início. Assim, ele poderá colocar os pés no chão em caso de desequilíbrio. É muito importante que você ensine onde estão e como usar os freios, inclusive fazendo o movimento de frear repetidas vezes com ele.

No começo, você deve levar a criança para um local seguro e sem trânsito. Geralmente as crianças aprender a pedalar em parques públicos, estacionamentos vazios, praças ou playground de condomínios. Já no local adequado, e ainda com as rodinhas, mostre para o pqeueno que ele deve sempre manter o pedal girando e sempre olhando para a frente. Transmita segurança e confiança, mostrando que você estará lá para ampará-lo caso aconteça algum acidente.

Estando a criança familiarizada com os freios e com o movimento de pedalar, a primeira manobra a ser ensinada é fazer curvas para ambos os lados. Quando a criança já estiver confiante, crie um circuito para ela cumprir. Se for o caso, demarque o circuito com latinhas de refrigerante. Observe a criança e corrija os erros. Lembre-a de pedalar constantemente e sempre olhar para a frente. Este é um detalhe fundamental para quando chegar o momento de retirar as rodinhas de apoio.

No momento em que a criança estiver pedalando com mais segurança e constantemente, e fazendo as curvar com confiança, é hora de retirar uma das rodinhas. Retire um dos lados e continue com a mesma rotina de exercícios, se possível no circuito montado. O ideal é que aumentemos gradativamente o tamanho e a dificuldade do circuito.

Quando ela conquistar a confiança e a habilidade de pedalar desta maneira, com muita cautela podemos retirar o segundo apoio lateral. Aliás, a princípio, podemos somente levantá-lo e deixá-lo sem contato com o chão, porém sem retirá-lo. Isso vai servir como apoio psicológico.

Pronto. Com a bicicleta sem os apoios laterais, vá até um local plano, tranquilo, sem curvas, e se possível, com o piso de grama ou de terra batida, pois pequenos tombos serão inevitáveis nesta fase. Aliás, o ideal é que a criança esteja equipada desde o início com capacete, luvas de proteção, e se possível, joelheiras e cotoveleiras. Este kits são relativamente fáceis de se encontrar nas bike shops ou grandes magazines de esporte.


Exemplo de bicicleta sem apoios laterais, aro 20”

Segure a bicicleta com a mão embaixo do selim (nunca no guidão) e corra ao lado da bike, no mesmo ritmo da criança, sem forçar ou apressar. Lembre-a constantemente de pedalar e olhar para frente. É fundamental que a criança se sinta segura sabendo que você está ao lado dela, ajudando no equilíbrio e transmitindo segurança.

Quando você perceber que o pequeno já pedala sem parar e sem olhar para a roda dianteira, ele estará apto a comandar a bicicleta por conta própria. Basta ir soltando a sua mão do selim, sem grandes alardes, que a criança, sem se dar conta, vai manter por sí só o equilíbrio, pois afinal ela já “treinou” bastante até chegar a este ponto.

Seja paciente e vá devagar nesta fase do processo. Ao retirar as rodinhas, a criança precisará de uma atenção especial e um tombo mais sério neste momento pode traumatizá-la por muito tempo. Se ela não conseguir pedalar sozinha sem as rodinhas logo na primeira tentativa, não desista e tente outras vezes.

Logo virá a confiança e o prazer de sentir a liberdade que a bicicleta nos proporciona! E para isto, cada passo, desde a compra da bicicleta e equipamentos de segurança, até o circuito a ser percorrido deve ser planejado com muito amor, dedicação e paciência.

A Houston Bikes possui uma linha completa de bicicletas infantis indo dos aros 12″ até o 20″.

E lembre-se: se hoje nós vamos de bike, é porquê  algum já fez isto pela gente!


Postado em 26 de setembro por gugamachado

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10 Razões Para Não Pedalar!

Calma! Vc leu certo…O pessoal do blog português “O Projeto Pedal” escreveu um texto muito bem humorado no melhor estilo “só que não”…

Acompanhe abaixo o ótimo texto de nossos irmãos portugueses!

Todos sabemos que está na moda pedalar, para o trabalho, por esporte, para estar com os amigos e até para competir. Mas há também razoes fortes para não o fazer e vou deixar aqui algumas das mais pertinentes.

1. Pedalar torna as pessoas mais atraentes. Sabemos bem que a determinada altura se torna aborrecido ser o centro das atenções, especialmente numa coisa que é difícil de reverter depois de conseguido.

2.Pedalar torna as pessoas mais saudáveis. É feio andar a vender saúde hoje em dia, com todos os colegas do escritório a queixarem-se da obesidade, das varizes, da falta de ar e outras que tal, é quase ofensivo sermos o único com saúde no meio deles, arranje um problema de saúde e conviva mais com os seus colegas.

3.Pedalar faz as pessoas inevitavelmente mais felizes e com auto-estima elevada. Num pais onde a venda de anti-depressivos aumentou consideravelmente nos últimos anos, chegar ao trabalho a sorrir é quase como por um alvo nas costas, pior é que o sorriso tem tendência a ser constante durante o dia, não ofenda os seus colegas com alegria desnecessária.

4.Pedalar não gera impostos. A bicicleta não usa gasolina, diesel, ou GPL, não tem seguros obrigatórios, nem inspeções obrigatórias, a manutenção é ridiculamente baixa e não paga taxas de estacionamento. Num momento difícil em que o pais atravessa é egoísmo não contribuir com as carradas de impostos como as que os automóveis pagam. Contribua com muitos impostos, vá de carro, o pais agradece.

5.Pedalar irá prolongar a sua vida na velhice e com mais qualidade de saúde. O problema do pais é a sustentabilidade da Segurança Social por ter de pagar reformas até muito tarde, alem do mais ao envelhecer com mais saúde não irá deixar a reforma na farmácia todos os meses.

6.Pedalar dá má fama na vizinhança. Por mais que aumente a sua qualidade de vida financeira depois de abdicar do automóvel, os vizinhos nunca saberão, pensarão que é pobre. Esqueça essa ideia de viver bem e até poupar dinheiro para as alturas difíceis, compre um bom carro de alta cilindrada, mesmo que não tenha dinheiro para dar de comer aos seus filhos, os seus vizinhos pensarão sempre o melhor de si, o que se passa dentro de portas ninguém sabe.

7.Pedalar para o trabalho é entediante. Chegar sempre a horas, demorar sempre o mesmo tempo no trajeto casa-trabalho-casa é entediante. Todos sabemos como sabe bem passar 30, ou 45 minutos fechados no carro a ouvir comerciais no meio de um engarrafamento, nunca saber a que horas chegaremos ao trabalho, ficar bloqueados por acidentes, trânsito inconstante e ainda ter de procurar o tão difícil local para estacionar.

8.Pedalar tonifica o corpo. Rapidamente as suas amigas vão espalhar o boato de que esse corpinho tonificado, o desaparecimento da celulite e o sorriso constante no rosto se deve a um colossal investimento numa cirurgia estética e de que a bicicleta é apenas a tentativa de encapotar isso.

9.Pedalar favorece o comercio local. As visitas aos estabelecimentos locais tornar-se-ão mais frequentes, as pessoas que pedalam deslocam-se mais vezes aos estabelecimentos perto de casa, os cuscos das redondezas podem começar a falar da sua vida.

10.Pedalar para o trabalho contagia os amigos e colegas. Tenha cuidado para que não lhe sigam o exemplo, é que as pessoas que pedalam tem uma auto-estima mais elevada e têm tendência a não se deixarem acomodar, em breve a vida ai no escritório pode começar a ficar agitada.


Postado em 19 de setembro por Eu Vou de Bike

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Dicas para pedalar com o cachorro

Essa dica vai para quem pretende ou gosta de pedalar com o cachorro. É muito comum ver em parques e ruas da cidade alguns ciclistas que aproveitam o passeio diário de bicicleta para levar seus cães para passear. Isso pode ser muito saudável, mas também pode ser prejudicial para o animal e até colocar em risco o ciclista.

Normalmente, o ciclista que leva o cachorro para passear simplesmente amarra a coleira em alguma parte do guidão e sai pedalando. Essa não é a melhor postura. Uma virada brusca no guidão para desviar de algum objeto, por exemplo, pode puxar o cão com muita força para o lado e até lesionar o pescoço do animal.

No mesmo sentido, se o cão for grande e forte e resolver disparar atrás de algum outro animal, por exemplo, é capaz de desequilibrar a bicicleta e derrubar o ciclista.

Uma boa dica para levar cães de todos os tamanhos nos passeios de bicicleta é o Springer Dog Exerciser, uma barra que é colocada na parte traseira da bicicleta, onde há muito mais estabilidade, com uma mola e uma haste flexível para segurar a coleira do cachorro, dando mais liberdade para o animal e evitando qualquer impacto do cão com as partes mecânicas da bicicleta.

Veja no vídeo abaixo como funciona:

O Springer Dog Exerciser é vendido pela internet por US$ 99 no site do fabricante. Uma ótima opção para quem gosta de pedalar com cães.

E uma última dica, talvez a mais importante de todas: você deve sempre se lembrar que o cachorro tem um ritmo diferente do humano, e pode se cansar muito mais rápido. Evite pedalar com cães de pequeno e médio porte, e modere na velocidade do pedal. Cuide bem do seu animal! :)


Postado em 5 de setembro por Eu Vou de Bike

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A importância da Ciclofaixa de Lazer de SP: ela vai muito além do lazer…


Milhares de pessoas usam a ciclofaixa todas as semanas!

Estamos em um momento crucial no que concerne a inserção da bicicleta no cotidiano da cidade de São Paulo, e agora é hora de tomarmos uma posição para rebater algumas coisas que temos ouvido e lido por aí. A grande polêmica da semana é a reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda, 26 de novembro, que relata a “irritação” dos motoristas em relação à Ciclofaixa de Lazer de São Paulo, que opera na cidade aos domingos e feriados.

Segundo a reportagem da Folha, “os motoristas têm ficado ainda mais irritados” com a diminuição da velocidade nas vias em que a ciclofaixa funciona. “Eles fecham ruas e tiram uma faixa nossa. Isso enche o saco”, disse um dos entrevistados. Na mesma reportagem, a maior parte dos comentários é ainda mais agressiva em relação aos ciclistas e à ciclofaixa.

Após essas críticas repercutirem na internet, mais especificamente nas redes sociais, sentimos a necessidade de levantar alguns argumentos que mostram a importância da Ciclofaixa de Lazer para os cidadãos e para a cidade de São Paulo.

1 – A ciclofaixa é um meio de lazer democrático
A Ciclofaixa de Lazer já recebeu mais de 1 milhão de pessoas durante sua existência, e é uma das diversões mais democráticas da cidade de São Paulo aos fins de semana. Não é necessário pagar para pedalar e a ciclofaixa recebe pessoas das mais variadas idades, classes sociais e regiões da cidade.

2 – A ciclofaixa insere a bicicleta na paisagem urbana
Durante a semana, as bicicletas ficam ‘escondidas’ no meio dos carros e ônibus que circulam pela capital. Aos domingos e feriados, a bicicleta é onipresente e é um ótimo incentivo para quem ainda não pedala começar a pensar em pedalar. Além disso, a ciclofaixa aumenta a percepção dos motoristas sobre a importância da bicicleta na cidade.

3 – A ciclofaixa é a porta de entrada para milhares de ciclistas
Milhares de pessoas que pedalam com frequência atualmente na cidade de São Paulo começaram a usar a bicicleta na ciclofaixa. O uso da ciclofaixa serve de incentivo para novos ciclistas e aumenta a confiança das pessoas que nunca pedalaram nas ruas.

4 – A ciclofaixa incentiva o exercício físico e o comércio de rua
Em uma cidade tão carente de espaços para a prática de exercícios físicos, como parques e praças, a ciclofaixa se torna em um grande atrativo para quem quer queimar calorias e ter uma vida mais saudável. E, além disso, o comércio de rua e os bares e restaurantes que se encontram no percurso da ciclofaixa viram um aumento no número de consumidores aos domingos por conta dos ciclistas que por ali pedalam

5 – A ciclofaixa é um ponto de partida, e não de chegada
Uma das maiores críticas à ciclofaixa vem dos próprios ciclistas mais experientes ou mais ativistas. Segundo esses ciclistas, a ciclofaixa é apenas uma alegoria que tira o foco de coisas mais sérias, como a construção de ciclovias e ciclofaixas permanentes. Nós discordamos. Por todos os pontos citados acima, entendemos que a ciclofaixa de lazer é uma iniciativa que está mudando a mentalidade dos paulistanos aos poucos, semeando uma ideia que ainda vai render muitos frutos em um futuro próximo.

Você se lembra de como era a cidade três anos atrás? Então, muita coisa mudou de lá para cá, e a ciclofaixa de lazer teve um papel muito importante nessa mudança. Com sua ampliação cada vez mais agressiva, poderemos começar a pensar na instalação de ciclovias permanentes em algumas vias, o que seria mais um grande avanço para a cidade de São Paulo.

Aqui vale um parênteses para relembrar a história de Amsterdã, na Holanda.

A Holanda é um dos países mais povoados do mundo, com mais de 450 habitantes por quilômetro quadrado! Imagine se o sistema de transporte deste país fosse baseado em veículos motores, ou principalmente em automóveis, como acontece aqui no Brasil. Certamente eles já teriam chegado a um enorme colapso de trânsito, sem contar a questão ambiental!

Mas por que eles não tiveram um “apagão viário”? Porque há muitos anos, a Holanda, e mais especificamente a capital Amsterdã, concentra seu sistema de transporte nas bicicletas, uma das maiores invenções da humanidade.

Sendo a Holanda ainda um país de baixa altitude, sem grandes relevos, com políticas de incentivo governamentais para o uso da bicicleta bastante consistentes, bem como com uma situação na qual um holandês típico não mora a mais de 6 ou 7 quilômetros de seu trabalho e/ou escola, ao longo do tempo foi-se formando uma verdadeira “ciclocivilização”. Já imaginou?

Hoje, praticamente metade da população de Amsterdã realiza seus deslocamentos com uma bicicleta. Sim, você leu corretamente: 50% da população! São mais de 20 mil quilômetros de ciclovias espalhadas pelo país. Para se ter uma idéia, o estacionamento de bicicletas da Estação Central de Amsterdã comporta mais de 8 mil delas! E eles já estão até tendo problemas de congestionamentos de bicicletas e falta de espaço para estacionar as bikes!

Lógico que não podemos dormir como São Paulo e acordar como Amsterdã. Porém, nunca estivemos tanto no caminho como antes.

E, por fim, para quem acha que a ciclofaixa “fecha a rua e tira uma faixa nossa”, como disse o motorista na reportagem da Folha, é sempre bom lembrar que a via deve ser compartilhada por todos, e a bicicleta é um veículo reconhecido no Código de Trânsito Brasileiro.

E, no fim das contas, não é a ciclofaixa que causa trânsito, né? O vídeo abaixo mostra isso muito bem…

Vamos ter um pouco mais de civilidade, vamos conviver em harmonia compartilhando as vias para um futuro muito melhor para a nossa cidade!


Postado em 29 de agosto por gugamachado

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Conheça o “Bike Registrada” !

Nosso leitor Maxmuller Puek é um dos idealizadores do site Bike Registrada  que visa promover o uso da bicicleta e a segurança do ciclista.

Com a palavra, Max: “Nossa proposta está fundamentada em 3 pilares:

- Inibir o roubo de bicicletas;

- Dificultar a comercialização de bicicletas roubadas; e

- Auxiliar na recuperação de bicicletas roubadas.

Esses três pilares culminam em dois objetivos:

- Promover a mobilidade urbana de maneira sustentável, por meio de bicicletas;

- Promover a segurança dos ciclistas.”

Ele continua: “ Nossa proposta é que todas as bicicletas do Brasil sejam registradas, pois a partir daí, sempre que alguém tentar lhe vender uma bicicleta você poderá fazer a consulta no site e saberá se ela é produto de roubo. Com esta ação o risco de adquirir produtos roubados é bastante reduzido e se os ladrões não conseguirem vender as bicicletas roubadas, não haverá mais motivo para roubá-las e, dessa forma, estaremos inibindo e desestimulando o roubo de bicicletas. O site Bike Registrada  pretende antecipar-se a ação dos ladrões. Porém, para que nosso trabalho seja efetivo, é necessário que os ciclistas abracem a causa, dessa forma, pedimos que nos ajudem a divulgar o serviço que é gratuito.”

Então amigos, a ordem já foi dada! Vamos registrar nossas queridas magrelas???


Postado em 8 de agosto por gugamachado

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17 idéias de “bike racks” incríveis!

É claro que todo bom ciclista, se pudesse, deixaria sua bike num “bunker” a prova de fogo, e ainda com guarda armada, tamanho amor e apego temos as nossas magrelas!!!!

Brincadeiras a parte, o site Coolist trouxe uma seleção bem legal de “racks” para guardarmos nossas queridas dentro de casa!

Veja se alguma destas idéias te atende!!!

Clug Bike Clip

 Delta El Greco Bicycle Ceiling Hoist

 

Velo Sock Indoor Bike Cover

 

SteadyRack

 

Michelangelo Two Bike Gravity Stand

 

Bike Valet

 

Cycloc Solo

 

Velo WallStirrups

 

Artifox Rack

 

Mikili SLÎT

 

Saris Cycle Racks Hottie

 

The BikeAll

 

Saris Parking Vertical Rack

 

Flat-Bike-Lift

 

Woodstick Iceberg Chestnut

 

Pedal Pod

 

Vadolibero Bike Shelf


Postado em 18 de julho por gugamachado

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Saiba tudo sobre alongamento muscular!

Antes ou depois das atividades físicas? Pode ser feito por todos? Fisioterapeuta Bernardo Sampaio tira as principais dúvidas sobre o tema.

 

Ao praticar atividades físicas, sempre se ouve falar sobre a necessidade de “alongar” antes da realização dos exercícios de maior impacto, mas será que todos sabem o porquê e a importância dessas “preliminares”?

O alongamento se dá pelo estiramento dos tecidos do corpo, afastando o músculo de um ponto ao outro, com o objetivo de dar mais agilidade, aumentar a amplitude do movimento muscular e da elasticidade.

Isso acontece, pois fisiologicamente o alongamento baseia-se num efeito neurofisiológico que envolve o reflexo de estiramento. O efeito final é o relaxamento do músculo e a melhora da flexibilidade do mesmo.

Entretanto, a importância do alongamento ainda é um tema amplamente discutido, pois as evidências científicas são controvérsias em relação aos benefícios de prevenção e recuperação muscular por exemplo. Existem indícios que têm demonstrando efeito em curto prazo.

Quando se deve fazer o alongamento?

Antes ou depois de atividade física? Como muitos pontos em relação ao alongamento, a resposta ainda fica em cima do muro. O que sabemos até então é que estudos mostram que há uma redução na capacidade de força isométrica do músculo logo após alongamento intenso, predispondo a uma menor eficiência e reduzindo o desempenho na prática esportiva, principalmente em corridas.

Portanto alongamentos severos ou de alta intensidade que antecedem a prática esportiva não apresentam benefícios como forma de aquecimento.

Após a atividade física o alongamento provoca pequeno benefício nas dores musculares e na recuperação das mesmas. A recuperação pós atividade deve ser feita gradualmente com outras intervenções ativas ou passivas. Isto não nos diz que é contraindicado, mas sim não a única solução como acreditava-se. Por hora, após atividade física alongamentos leves podem sim trazer um leve benefício e conforto para a musculatura. 

Principais benefícios

Em resumo, os benefícios do alongamento em indivíduos que não apresentam patologias, como as neurológicas, por exemplo, são melhora da mobilidade em longo prazo de acordo com um programa de exercícios e relaxamento muscular momentâneo.

Indicações

O alongamento é indicado para pessoas que apresentam encurtamento muscular e falta de flexibilidade. Ele pode ajudar no relaxamento destes músculos e consequentemente treiná-los a “aumentar a capacidade” de estiramento.

Contraindicações 

Estão contraindicados alguns alongamentos para pessoas que apresentam alguma condição dolorosa, como por exemplo, dor ciática. Em muitos casos o alongamento dos músculos posteriores das pernas pode agravar o caso. Nestes casos de condições específicas é sugerido diagnóstico orientação profissional para cada caso em específico.

Dicas de exercícios

Alguns alongamentos básicos podem ser realizados diariamente como:

  • Segurar a cabeça com uma das mãos e levemente puxá-la levando uma orelha em direção ao ombro;
  • De pé com o joelho dobrado segurar o pé com uma das mãos e tentar flexionar um pouco mais o joelho;
  • Deitado de barriga para cima, mantendo as pernas esticadas, trazer um joelho de cada vez em direção ao peito enquanto a outra perna se mantém esticada;
  • Ainda de pé pode-se fazer o alongamento da “batata da perna” apoiando a ponta dos pés em um degrau e deixando o calcanhar se mover para baixo.

Obs.: manter cada repetição por 30 segundos.

Bernardo Sampaio é o fisioterapeuta responsável pela Unidade de Guarulhos do ITC Vertebral e do Instituto Trata. É também diretor regional da Associação Brasileira de reabilitação de coluna – ABR Coluna. Graduado pela PUC- Campinas e com formação em osteopatia clínica pela Académie de Thérapie Manuelle Et Sportive (Belgica), o profissional também possui especialização em fisioterapia músculo esquelética, aprimoramento em membro superior e oncologia ortopédica pela Santa Casa de São Paulo.

Saiba mais em: www.institutotrata.com.br e www.itcvertebral.com.br


Postado em 13 de junho por gugamachado

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Como pedalar com a sua família!

Pedalar em família é uma grande diversão . Trata-se de um tempo precioso juntos , desfrutando de ar fresco e fazendo exercício .

E por isso as ciclofaixas de lazer são um sucesso de público, chegando a ter mais de 150.000 frequentadores por domingo, em São Paulo!

E o segredo para que esta atividade funcione bem é, literalmente, “pensar pequeno”.

Você deve limitar a distância a percorrer não em quilômetros, e sim em tempo, procurando realizar seu passeio entre uma ou duas horas, incluindo as paradas. Foque no proveito que seus filhos terão no passeio, e não somente no ato de pedalar, ou seja, pense nesta atividade como um passeio com seus filhos onde a bicicleta é uma das atividades, e não a única (e se você não conseguir pensar e agir assim, melhor pedalar sozinho!)

Planeje parar constantemente! Se houver uma pequena praça ou um parque com equipamentos infantis no seu caminho, isto pode revigorar e entreter muito as crianças pequenas. Um agradável café, uma lanchonete ou bar pode ser ideal para famílias mais adultas. Inclusive você pode até planejar um piquenique durante seu trajeto!

Normalmente as crianças menores precisam de mais paciência com elas do que de muito entretenimento. E como o objetivo é passear e se divertir, lembre-se que na bicicleta você pode parar quando quiser. Então pare assim que perceber cansaço nelas, e procure pedalar em velocidade baixa, destacando para as crianças algo interessante nas paisagens do trajeto.

Se os seus filhos aproveitarem o passeio, você também vai aproveitar. Então procure agradá-los! Muitas vezes as crianças estão muito mais interessadas no sorvete que elas vão tomar do que no cenário agradável. Um passeio prejudicado pelo mau tempo pode ser salvo por uma guloseima surpresa em alguma padaria.

Planeje sempre a sua rota! 

Você pode pesquisar e planejar a rota de seu passeio em websites, guias impressos e principalmente no seu smartphone. Se puder, tenha também a mão um mapa impresso em grande escala. Assim você pode não apenas traçar a sua rota com antecedência, como também usar o mapa para eventuais atalhos. E, se alguém estiver ficando cansado, o mapa ajuda você a mostrar a localização do grupo e dizer: “Olha, estamos quase lá. O almoço é logo depois desta rua”!. Você pode obter estes mapas junto ao órgão de turismo de sua cidade, ou mesmo imprimi-los a partir de websites.

Mesmo com um bom mapa em mãos, se possível, conferira a rota sozinho pedalando-a de antemão. Assim você saberá o que esperar com um nível de detalhe que nenhum mapa ou guia vai te proporcionar. Desta forma você saberá previamente onde fica o café mais agradável, o parque mais interessante para um piquenique ou mesmo o local mais apropriado para uma parada estratégica. E este conhecimento pode ser inestimável.

Se não houver ciclovias ou ciclofaixas de lazer reservadas em sua cidade, procure sempre pedalar por ruas sem trânsito, mesmo que elas tornem seu percurso mais longo. Estas ruas não só favorecem sua segurança, como também são bem menos barulhentas do que as grandes vias, favorecendo inclusive a comunicação entre o grupo.

Rotas “off-road” são ideais quando os seus filhos já pedalam suas próprias bicicletas. Estes caminhos podem estar até mesmo dentro de parques de sua cidade, tornando o passeio bem rico e variado. Só evite as grandes subidas e descidas, que podem acarretar cansaço ou mesmo acidentes.

Seja qual for o caminho que você escolher, não superestime o quão rápido ou quão longe sua família pode pedalar. Calcule uma velocidade média de 8 a 13 km/h, e inclua as paradas em seu cálculo. De posse destas informações, você pode estimar sua rota em termos de distância, lembrando também de prestar atenção na altimetria (relevo: subidas e descidas) do trajeto. Lembre-se de sempre nivelar “para baixo” suas expectativas, para evitar problemas de cansaço e perda de interesse do grupo.

Preparação pré- viagem

“Vamos parar? Meu bumbum está doendo!” Você com certeza não quer ouvir isso. Portanto, inicialmente verifique se todos estão com as vestimentas adequadas, se possível com roupas técnicas de ciclismo, principalmente aquelas famigeradas bermudas de lycra com “almofada” entre as pernas, que ajudam em muito a diminuir o desconforto no bumbum. Verifique também a posição do ciclista sobre a bicicleta com relação ao guidão, pedias e selim. Veja aqui  mais informações sobre o assunto.

Certifique-se de que todas as bicicletas estão em bom estado de funcionamento, verificando-as pelo menos na noite anterior – ou mais cedo, para evitar surpresas desagradáveis. Verifique se os pneus estão inflados corretamente, se todos os parafusos das partes móveis (rodas, guidão, pedais e demais partes) estão bem apertados, e se os freios e as engrenagens funcionam bem. Se você deixar para fazer este “check list” antes de sair, as crianças certamente se cansarão e podem se rebelar, estragando assim o passeio.

Lembre-se também dos equipamentos de segurança individual, tais como capacete, óculos de proteção e luvas. E no caso de transporte de crianças em sua própria bicicleta através de “cadeirinhas” apropriadas, verifique se a mesma está bem presa e ajustada a altura e peso de seu filho.

Como ciclista mais forte e experiente, você deve carregar toda bagagem – desde as jaquetas e demais itens de vestuário, até o kit de ferramentas e itens do piquenique. Distribua bem sua bagagem, e se possível, tenha cestos ou alforges de fácil acesso instalado em sua bicicleta, evitando mochilas. Assim quem transporta a carga é a bicicleta, e não você.

Não saia de casa sem:

- Abundância de bebidas! Água em garrafas de bicicleta é sempre  melhor, pois além de matar a sede, ela também pode ser usada para lavar as mãos ou a arrefecer o rosto.

- Barras de cereais , frutas, biscoitos, e guloseimas sem muita gordura e de fácil digestão. Sanduíches de peito de peru e queijo divididos em pequenos pedaços são altamente recomendáveis!

- Camadas extras de roupas! Jaquetas do tipo “corta vento”, casacos impermeáveis, e calças são bem aceitáveis, pois as vezes as condições climáticas mudam de repente e podem nos pegar literalmente de “calças curtas”!

- Roupas sobressalentes sempre, principalmente para as crianças!

- Kit de ferramentas para manutenções rápidas, bomba de pneus, kit de reparos de furos e câmara de ar reserva. O ideal são aqueles “canivetes” próprios para bike.

- Kit de “primeiros socorros”. Band-Aids, creme anti-séptico, analgésicos, bronzeadores com alto fator de protetor solar, lenços umedecidos e demais medicações de uso constante.

- Telefone celular e, principalmente,

- Distrações para as crianças, por exemplo bola de tênis, e bonequinhos do tipo “action figure”.

E, acima de tudo, leve seu espírito esportivo e todo seu clima de diversão!


Postado em 30 de maio por Eu Vou de Bike

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Veja como travar sua bicicleta no paraciclo

Já demos algumas dicas para você deixar sua bicicleta mais segura nos paraciclos, mas o blog Ciclismo Urbano publicou uma ilustração muito bacana que pode te ajudar bastante.

Com a falta de bicicletários espalhados pelas cidades, muitas vezes temos de deixar nossas bicicletas presas a postes, grades ou paraciclos. O blog sugere o uso da U-Lock, uma espécie de cadeado em forma de ‘U’, muito mais sólido e seguro do que aquelas correntes com fios metálicos emborrachados.

Veja as dicas de posicionamento abaixo:

Além de seguir as dicas de posicionamento acima, não se esqueça de procurar um paraciclo que esteja preso firmemente ao solo e, de preferência, em um local movimentado. Locais com bastante gente passando dificulta bastante o trabalho dos ladrões.

Lembrando que, além da U-Lock no quadro, é interessante prender a roda que ficou sobrando com uma corrente emborrachada, só para garantir. :)


Postado em 23 de maio por Eu Vou de Bike

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Dicas de segurança para pedalar na cidade

Ao longo das próximas semanas, vamos compilar aqui no Eu Vou de Bike uma série de dicas que já publicamos ao longo de mais de sete anos de blog.

Nesta quinta, vamos dar algumas dicas de segurança para pedalar nas grandes cidades com mais tranquilidade. Veja as dicas abaixo e deixe suas sugestões nos comentários!

- A primeira dica ao pedalar no trânsito é ter certeza de estar visível aos motoristas. Durante o dia, utilize cores vibrantes como amarelo, vermelho ou laranja. No período noturno, procure utilizar a cor branca, além das fundamentais iluminações dianteiras e traseiras e dos refletores obrigatórios.

- Pedale defensivamente, mas nunca timidamente. Você deve sempre ter uma postura ostensiva, de modo a transmitir segurança aos motoristas à sua volta. Com isto, você os ajudará a antecipar as suas intenções de percurso, deixando-os confortáveis em dividir a rua com você.

- Observe sempre o comportamento dos motoristas, inclusive os estacionados, e procure manter uma distância suficiente para não ser surpreendido com uma porta que se abra repentinamente e que possa atingir sua bicicleta.

- Você deve ficar atento e evitar os três principais erros dos motoristas, a saber: virar a esquerda na frente a um ciclista que seguirá reto; desobedecer aos sinais de trânsito, sendo o mais comum ultrapassar no farol vermelho; ultrapassar um ciclista para imediatamente fazer uma conversão a direita.

- Seus ouvidos devem ser utilizados como um verdadeiro “detector de perigo”. Para isto, evite pedalar com fones de ouvido, principalmente se o tráfego estiver intenso.

- Sempre que você sinaliza suas intenções, você ganha a confiança dos motoristas. Use o braço esquerdo (com o dedo apontando para baixo) para virar a esquerda. A palma da mão voltada para baixo significa que você vai frear.

- Uma dica aparentemente “boba” mas que acontece com uma grande frequência: jamais pegue a garrafinha de água com a mão direita. Desta forma, se precisar frear de repente, o ciclista o fará com a mão esquerda, freando apenas a roda dianteira, aumentando as chances de uma queda.

- Se o trânsito estiver parado, vá em frente com cuidado.

- E se estiver melhor para ir a pé, pare a bicicleta e vá a pé, conduzindo a bike junto a você.

- Procure não trafegar junto a ônibus ou caminhões.

- Não dispute espaço, evite ficar inesperadamente entre veículos e procure pedalar sempre onde possa ser visto.

JAMAIS:

- pedale na contra-mão;
- fique entre ônibus ou, pior, caminhões;
- pedale muito próximo do meio fio;
- brigue, xingue ou entre em discussões no trânsito.

CUIDADO:
- com pedestres em geral;
- quando o trânsito começa a se movimentar;
- com motociclistas apressados.

- com demais modais de mobilidade, em especial patinetes e outros elétricos, pois normalmente a velocidade destes pode ser maior que a sua!



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