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Blog Vou de Bike

Postado em 28 de abril por gugamachado

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17 idéias de “bike racks” incríveis!

É claro que todo bom ciclista, se pudesse, deixaria sua bike num “bunker” a prova de fogo, e ainda com guarda armada, tamanho amor e apego temos as nossas magrelas!!!!

Brincadeiras a parte, o site Coolist trouxe uma seleção bem legal de “racks” para guardarmos nossas queridas dentro de casa!

Veja se alguma destas idéias te atende!!!

Clug Bike Clip

 Delta El Greco Bicycle Ceiling Hoist

 

Velo Sock Indoor Bike Cover

 

SteadyRack

 

Michelangelo Two Bike Gravity Stand

 

Bike Valet

 

Cycloc Solo

 

Velo WallStirrups

 

Artifox Rack

 

Mikili SLÎT

 

Saris Cycle Racks Hottie

 

The BikeAll

 

Saris Parking Vertical Rack

 

Flat-Bike-Lift

 

Woodstick Iceberg Chestnut

 

Pedal Pod

 

Vadolibero Bike Shelf


Postado em 25 de abril por gugamachado

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Bicicleta nas Eleições !!!

                         UCB oferece auxílio financeiro para organizações de Ciclistas atuarem nas eleições municipais

A União de Ciclistas do Brasil, UCB, segue até o próximo sábado, 30 de abril, com o edital da Campanha Bicicleta nas Eleições aberto. Podem participar do processo de seleção, que visa a conceder aporte no valor de R$ 3 mil, organizações quem tem como objetivo promover a mobilidade urbana via bicicleta. As inscrições são realizadas pelo formulário online disponível e os resultados divulgados dia 4 de maio de 2016 na página da associação

Fruto de um projeto do Grupo de Trabalho de Políticas Públicas, mais conhecido como GT Políticas Públicas, da UCB, a iniciativa que conta com financiamento do Banco Itaú vai selecionar vinte instituições da sociedade civil, formalizadas (com CNPJ) ou não (sem a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), de cidades de todo Brasil interessadas em pautar junto aos candidatos ao pleito municipal deste ano a mobilidade urbana por meio da bicicleta.

“Com a Campanha, a UCB espera aproveitar a mesa de diálogo quadrianual para ampliar a inclusão da bicicleta nas políticas públicas a serem desenvolvidas pelos prefeitos e vereadores no mandato 2017-2020, além de qualificar o conhecimento da sociedade sobre a bicicleta como meio de transporte e de contribuir para o fortalecimento da rede de movimentos e instituições cicloativistas”, enfatiza André Soares, diretor-presidente da UCB.

Leia aqui  o edital na íntegra. Ele é o melhor meio para que você fique por dentro das normas da Campanha Bicicleta nas Eleições e, certamente, vai esclarecer algumas dúvidas que porventura apareçam. Mais esclarecimentos podem ser feitos pelo email uniaodeciclistasdobrasil@gmail.com.

SERVIÇO

Edital – Campanha Bicicleta nas Eleições

Quando: até 30 de abril

Onde: http://bit.ly/1VubBGb

Inscrições: http://bit.ly/1VubBGb

Mais informações: uniaodeciclistasdobrasil@gmail.com


Postado em 22 de abril por gugamachado

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Qual bicicleta devo comprar?

Sem nenhuma sombra de dúvida, escolher uma bike para comprar é hoje uma tarefa das mais complexas!

Com tantos modelos e especificações disponíveis no mercado, é muito comum nos depararmos com uma grande dificuldade em selecionar qual é o modelo ideal para nossa aquisição. Normalmente recorremos a “amigos ciclistas”, ou a lojistas experientes. Não que estes não estejam habilitados a nos ajudar, mas o melhor é termos ao menos alguma base do que procuramos, inclusive para ajudá-los melhor em sua seleção.

Nosso objetivo aqui é trazer esta base! A primeira dúvida é: devo comprar uma Mountain Bike (mais comum em nosso país), uma Speed (bicicleta de estrada, aquela com os pneus finos), uma Híbrida/ Urbana (modelo cujo uso vem crescendo cada dia mais), uma Elétrica ou uma Dobrável?

Basicamente, a escolha de uma bicicleta vai depender muito de seus próprios gostos, bem com do tipo de terreno e distância você pretende pedalar. O orçamento disponível também conta muito!

A boa notícia é que, seja você é um ciclista urbano, ou alguém que adora trilhas e natureza, ou ainda alguém que quer pedalar horas a fio numa linda estrada, há uma abundância de modelos para você!

Mountain Bike (MTB) :

Com uma posição de pilotagem mais ereta, quadros super resistentes e a opção de levá-la para trilhas e passeios “off-road”, as mountain bikes (MTBs) são uma escolha bastante popular para os ciclistas recreacionais. Muitos também apreciam o poder dos freios a disco típicos das MTB, bem como seus sistemas de suspensão, que muitas vezes se traduzem por um conforto maior. 

Mas os pneus com cravos que as tornam excelentes para terrenos acidentados, são péssimos nas cidades, quase que “segurando” no asfalto,e , muitas vezes, anulando a vantagem dos materiais de quadros, rodas e componentes mais leves, comuns nas Mountain Bikes mais “tops”. Se a sua utilização foi maior na cidade e você fizer questnao deste tipo de modelo, a solução é colocar pneus “slick” (liso) e mais fino. E se você for pedalar apenas em trilhas leves, não há necessidade de uma MTB “full-suspension” (suspensão dianteira e traseira), caso contrário, você estará pagando por uma tecnologia que utilizará pouco, e que certamente trará mais “peso” a bicicleta.

Portanto, as MTB são indicadas para trilhas e passeios “off road”.

Prós: Freios, posição de condução, resistência, versatilidade;
Contras: pesadas, lentas em asfalto, “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Speed (Estrada)

Leves, rápidas e elegantes, as bicicletas “Speeds” (de corrida/ estrada) tornaram-se o transporte principal para toda uma geração de ciclistas (quem se lembra da Caloi 10?), por terem sido “inventadas” em um período onde não existiam bicicletas urbanas. A bicicleta de estrada “cobre” longas distâncias em um ritmo cadenciado e potente devido também aos seus pneus finos e rodas, componentes e quadros leves. Porém da mesma forma que eles ajudam a torná-la rápida, também pode torná-la mais vulnerável a danos em consequência de ruas mal conservadas. Infelizmente, os “ladrões” também “adoram” estes modelos, devido ao seu alto valor de mercado.

Prós: rápida, eficiente e divertida
Contras: pode ser frágil, pneus fáceis de furar, posição de condução desconfortável e “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Híbrida/ Urbana:

As bicicletas híbridas/ urbanas têm a posição de pilotagem mais “neutra” (ereta) e confortável. As bicicletas híbridas “puras” combinam a velocidade das rodas aro 700C finas,  com a posição de pilotagem ereta de uma bicicleta de montanha, como se fosse uma “speed” misturada a uma “MTB”. Mas os detalhes podem variar e muito!

Você pode encontrar desde freios do tipo “v-brake” até os sofisticados freios “a disco”  das MTBs nesta categoria. Normalmente, os componentes e conjuntos privilegiam a robustez e a baixa manutenção frente ao peso e a performance. Como são bicicletas para o nosso “dia-a-dia”, também é muito comum termos racks para transportes de alforges e demais “tralhas” urbanas. Também é muito comum a presença de “pára-lamas” e sistemas de iluminação.

Se você pretende pedalar rapidamente em boas estradas e ruas, porém numa posição mais ereta e confortável (que se traduz também por menos performance devido a aerodinâmica e peso do conjunto), com a possibilidade de transportar pequenas cargas, certamente as bicicletas “híbridas” são para você!

Agora se o seu “pedal” for mais leve e suave, porém conforto, resistência da bicicleta, baixa manutenção dos componentes e capacidade de transporte for fundamental em seus deslocamentos, prefira uma bicicleta urbana (como a da imagem acima, por exemplo, que está equipada com um sistema de câmbio interno modelo“Shimano Nexus”).

Prós: bastante rápida (híbridas), versátil (urbanas), posição de pilotagem confortável
Contras: pode ser quase tão frágil como bikes speed (híbridas), peso do conjunto (urbanas)

Dobrável:

Mais adequada para trajetos curtos – especialmente onde existe dificuldade em estacionar a bike em seu destino – ou para comutar (completar) o seu pedal com outros modais (metro, trem, ônibus, etc), as bicicletas dobráveis são bastante populares entre os ciclistas urbanos.Os modelos mais compactos vão caber até sob sua mesa de trabalho, podendo ser levados em um trem ou ônibus mesmo na hora do rush.

Uma bicicleta dobrável nunca será como uma bicicleta “convencional” em termos de performance e conforto, devido as suas características (roda pequena, distância entre-eixos curta, poucas marchas), porém, as dobráveis mais modernas e mais “top” surpreendem e muito nestas duas características, quase se equiparando a modelos convencionais.

Prós: convenientes para armazenar e transportar em outros modais;
Contras: mais lenta e pesada do que uma bicicleta convencional

Elétrica:

Com o auxílio extra de um motor de 250W, por exemplo, as bicicletas elétricas são ótimas opções para os ciclistas que precisam chegar ao trabalho em um estado “menos suado”. Também ajudam muito em subidas, ou se o seu condicionamento físico não está “lá estas coisas”…

Apesar da polêmica sobre “se elas são bicicletas ou ciclomotores” (nossa legislação ainda é muito obscura, principalmente devido a novidade do tema), elas vêm sendo cada vez mais utilizadas, principalmente nos grandes centros urbanos.

A maioria delas são projetados para serem confortáveis e fáceis de se conduzir. Também possuem as características urbanas (para-lamas, bagageiros e sistema de iluminação) necessárias para uma boa utilização como meio de transporte.

Elas ainda são pesadas e caras. No entanto, com o desenvolvimento da tecnologia, a tendência é que elas fiquem cada vez mais baratas e leves.

Prós: Condução fácil e agradável, confortável
Contras: Necessidade de recarga de bateria (atualmente ainda demorada), mais pesadas e caros que uma bicicleta convencional

Esperamos com este pequeno guia poder auxiliar em uma decisão tão importante!

E qualquer dúvida deixe aqui nos comentários, que teremos o maior prazer em responder!


Postado em 17 de março por gugamachado

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9 Perguntas que você DEVE Fazer antes de comprar sua primeira bicicleta!

Otimize sua compra de bicicleta com estas perguntas simples. E lembre-se: se o vendedor se incomodar em respondê-las, é sinal que sua compra deve ser realizada em outra loja!

Eu sei realmente qual a utilização que vou fazer desta bike?

Esta é uma pergunta que você deve fazer a si mesmo, e não ao vendedor! Emily Bremer, gerente de marketing feminino da Trek Bikes, salienta que esta é provavelmente a coisa mais importante a resolver antes de começar sua pesquisa. “Pense no que você quer versus o que você precisa”, diz ela, acrescentando que os dois podem ser muito diferentes! Você definitivamente não precisa de rodas de carbono para participar no passeio do grupo recreativo local, mesmo se você quiser tê-las! Mais importante ainda, pense sobre  o uso que irá fazer da bike na maioria dos seus rolês, e também qual o tipo de caminho que você tem a sua disposição na maior parte do tempo: ruas da cidade, trilhas, estradas, e por aí vai…Não adianta nada comprar uma “mountain bike” top de linha se na maior parte do tempo você vai pedalar na cidade. Hoje em dia existem bikes bem adaptadas ao ciclismo urbano (híbridas, urbanas), que vão dar “conta do recado” muito mais eficientemente do que uma bicicleta de trilha!

Eu ainda preciso comprar uma bicicleta em uma loja especializada de bicicletas (bike shop)?

Você pode comprar qualquer coisa na internet nos dias de hoje! Inclusive sua nova bicicleta! Mas só porque você pode não significa que você deve…Quando você compra uma bicicleta a partir de um revendedor autorizado, você sabe que a bike foi montada e testada por um mecânico profissional, além do que você também começa a construir um relacionamento com a loja, o que é sempre uma ótima maneira de descobrir sobre novas rotas ou passeios em grupo, ou mesmo aulas de manutenção e eventos ligados a bicicleta! Ao comprar numa bike shop, você também garante que você não está adquirindo um produto falsificado, que infelizmente é um problema comum no mercado de bicicletas.  A compra em uma loja especializada ainda pode ter mais benefícios, como a assistência inicial personalizada e dentro da garantia, coisa que você não tem ao comprar a bike num supermercado, ou mesmo uma bicicleta usada.

Posso pedir um desconto?
“Você sempre pode pedir”, diz Bremer, mas as margens em bicicletas são tão  anêmicas que você deve estar preparado para algo mínimo. No entanto, ela diz que as lojas estão muitas vezes dispostas a dar bons descontos em acessórios, especialmente quando comprados em conjunto com uma bicicleta.

Posso fazer um “test-drive” ?
“Definitivamente fazer um passeio de teste vai validar a recomendação de um vendedor confiável”, diz Bremer. Na verdade, se uma loja de bicicletas não deixar você dar uma volta rápida para um teste, inclusive te acompanhando no percurso, você provavelmente deve comprar em outro lugar. “Certifique-se que neste rolê sejam demonstradas as características principais da bike, principalmente as mudanças de marchas e freios”, diz Bremer.

Como posso saber se uma bicicleta se encaixa comigo?
É tarefa quase impossível avaliar uma bicicleta num passeio de teste de 10 minutos! Então você terá que contar com a sua intuição, e principalmente confiar na indicação do vendedor (aqui o ideal é que este seja indicado por algum conhecido seu). “Basicamente, você não deve ficar super-estendido tentando alcançar o guidão”, diz Bremer. Se estiver inseguro sobre esta distância, peça para testar a mesma bicicleta  no próximo tamanho para cima e para baixo (P.ex. se estiver testando uma bike com o tamanho M, peça uma P e depois teste também uma G). Certamente esta  comparação vai tornar mais clara em qual delas você se encaixa melhor.
Você provavelmente vai acabar gastando horas em sua bicicleta, então você deve se sentir confortável ao pedalar! Nada deve ser estranho, a não ser o desconforto inicial do selim, que só desaparece com o tempo. “A maioria dos selins (bancos da bike) são um pouco desconfortáveis no início, especialmente se faz tempo que você não pedala”, diz Bremer. Uma última pergunta que vale a pena ser feita é se sua a loja te ajudará no sentido de um “bike fit”, que é uma adequação da bike ao seu biotipo. A maioria das lojas tem este serviço incluso em algumas categorias de venda, onde inclusive substituem peças de sua bicicleta nova para adequá-la melhor a sua pedalada!

Eu tenho que comprar uma bicicleta específica com relação a gênero (masculino/feminino)? Qual é a diferença?
Não, definitivamente não. Porém vale muito a pena aprender sobre elas, e se houver oportunidade, comprar uma bicicleta mais orientada ao seu gênero. Nossa recomendação inicial de não priorizar a compra de um equipamento específico é para que isto não seja um impeditivo para você comprar sua primeira bike, uma vez que comprar uma bicicleta por gênero pode agregar mais custo. “O que faz de uma bicicleta ser específica para mulheres varia de marca para marca”, diz Bremer. Algumas marcas usam diferentes espessuras de carbono em todo o quadro para fazer bikes mais leves, enquanto outras, além de utilizar um grafismo mais feminino,  oferecem características tais como apresentar uma geometria com um alcance mais curto para o guidão, guidões mais estreitos, e selins específicos femininos. “Existem muitas vantagens nesta política, mas lembro que a geometria das bicicletas femininas também não se aplicam a todas as mulheres”, diz Bremer.

Além disso, os produtos específicos para mulheres `as vezes funcionam melhor para os homens. “É muito raro, mas acontece”, diz Bremer. Então, se o vendedor sugerir a você testar uma bike que não seja do seu gênero,  não se ofenda! Ele só quer ter certeza de que você está testando as melhores possibilidades.

Quantas bicicletas devo testar?

Steve Beheler, lojista americano,  diz que você deve testar, pelo menos, duas ou três bicicletas. Porém evite fazer um teste muito longo com a bike. “Se alguém pedalar  10 bicicletas, vai ficar mais confuso do que qualquer outra coisa”, diz ela.

Posso pedir para loja de bicicletas para instalar um “descanso lateral”? E como ficam os acessórios que eu comprei on-line?
“Se a sua bike tiver local apropriado para instalação do “descanso” (pézinho), nós  vamos instalá-lo, bem como  qualquer outro acessório que você desejar”, diz Beheler.. Enquanto a maioria das bicicletas híbridas e urbanas possuem este “nicho” para instalação, nos modelos de estrada e de montanha geralmente esta história é diferente. Neste caso, pergunte ao seu mecânico qual a melhor maneira de “estacionar” sua bike. Quanto aos acessórios comprados “online”, a maioria das lojas vai instalá-los sem problema, mas certamente cobrarão uma taxa pelo serviço. Se a própria bicicleta for comprada online, ou mesmo você adquirir uma bike usada, a maioria das lojas irá fazer a montagem, os ajustes e “bike fit” sem nenhum problema. Porém, novamente, cobrarão uma taxa por este serviço.

Bicicletas vêem com alguma garantia ou mesmo um plano de manutenção incluído?

Isto varia. Todas as bicicletas novas vêem com a garantia determinada pela lei do consumidor. Em alguns casos, este período pode até ser maior, como é o caso de alguns fabricantes cujos quadros possuem garantia vitalícia. Porém ao comprar sua bicicleta você deve pensar que este será o início de um longo (e, esperamos feliz) relacionamento com sua loja de bicicletas local. Isto significa que provavelmente você vai levar a sua bicicleta algumas vezes por ano para manutenção e reparos.

Algumas lojas incluem um nível de serviço de manutenção relacionado com a compra de uma bicicleta; assim, você deve perguntar sobre a política da sua loja no momento da compra. Você também deve saber o que a garantia do fabricante cobre. Muitas vezes, os quadros são cobertos “sob uso normal” que não inclui danos causados por “mau uso”. Por fim, como aqui no Brasil uma boa parte das bicicletas são importadas, você deve perguntar na sua loja se ela vai auxiliá-lo na eventual necessidade de uso da garantia junto ao importador. Isto é importantíssimo e pode lhe poupar uma enorme dor de cabeça no caso de algum problema com o equipamento.


Postado em 10 de março por gugamachado

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O poder das mulheres nas duas rodas

Há muito tempo estamos acompanhando o crescimento das mulheres no universo da bicicleta. Seja em eventos esportivos, seja nas ruas da cidade, as mulheres estão ganhando um espaço cada vez maior, a ponto da maioria dos fabricantes criarem produtos exclusivos e desenvolvidos especialmente para atender a este emergente e exigente mercado.

E com isto surgem os primeiros grupos especializados nesta crescente demanda, tais como o grupo das Pedalinas, do Saia na Noite e muitos outros espalhados pelo Brasil!

Nas últimas semanas fomos conhecer um pouco do projeto Ciclofemini, liderado pela Cláudia Franco, com quem batemos um papo.

Acompanhe esta conversa e veja que caso legal!

De onde surgiu a ideia de dar aulas de ciclismo para mulheres?

CF: A ideia surgiu da minha própria necessidade. Quando comecei a pedalar não encontrei nenhuma escola, nenhum profissional que pudesse me ensinar. Acabei aprendendo a pedalar sozinha aos 48 anos de idade. O método de ensino do Ciclofemini tem como base o meu auto-aprendizado, por isto há detalhes que fazem o diferencial do método, sei onde estão os pontos críticos de mais insegurança ou medo.

Como vocês perceberam que havia uma demanda nesse sentido?

CF: Na realidade a demanda aconteceu espontaneamente. No início, apostei nos cursos de mountain biking, cicloturismo, ciclismo urbano. Porém o curso para iniciantes despontou-se, pois não é somente para quem não saber pedalar, é para quem não tem habilidade, destreza ou conhecimento técnico. Pessoas que pedalam desde criança, que pedalam há muito tempo fazem o curso conosco para aperfeiçoar postura, conhecer novas técnicas e principalmente pedalar com segurança.

A mulher que quer pedalar precisa ter algum preparo especial?

CF: A princípio não. É importante ressaltar que o Ciclofemini iniciou focado em  mulheres, mas hoje atendemos todos os públicos, homens, mulheres, jovens, crianças de todas as idades. Não demandamos nenhum preparo ou conhecimento prévio. Auxiliamos os alunos na conscientização corporal, nutrição, preparo físico e mental, pois além da equipe que atua diretamente com os alunos ser formada por atletas e profissionais da área de educação esportiva, somos assessorados por profissionais da saúde. Além das aulas de bike, os alunos recebem um conjunto de exercícios para realizarem fora das aulas regulares.

Para alguém que nunca pedalou na vida adulta, quanto tempo em média é necessário de treinamento para sair pedalando?

CF: Varia muito de pessoa para pessoa. O que mais dificulta é o medo, ansiedade, timidez e a pressa em aprender. Se a pessoa encara como um diversão, como algo prazeroso e deixar o processo acontecer o aprendizado é mais rápido.

Que tipo de bicicleta e acessórios são mais adequados para as mulheres que querem começar a pedalar?

CF: Sempre instruo o aluno a definir o propósito do pedal, ou seja, depois de aprender a pedalar e já pedalando bem, como será o futuro? Volta no parque, trilhas, cicloviagem, ciclismo urbano ou de estrada?  Um vez definindo o propósito, recomendo sempre comprar a bicicleta no tamanho adequado a sua estatura. Recomendo que façam o ajuste da bicicleta, o bike fit, assim como a comprarem bicicleta com componentes de boa qualidade. No caso específico de mulheres, sugiro que busquem por bicicletas femininas, cujo quadro tem uma geometria específica. Ressalto que as bicicletas de boa qualidade nunca serão baratinhas. Comprar uma bicicleta baratinha só porque está no início é um equívoco, pois a bicicleta não vai corresponder, pode ser pesada demais e a pessoa pode vir a desistir de pedalar.

Que dica e incentivo você pode dar para alguém que nunca pedalou e quer começar?

CF: A primeira coisa é encarar a aula de bicicleta da mesma forma que encararia uma aula de natação, uma aula de tênis ou de qualquer outra atividade física. Com orgulho e não com vergonha. É mito achar que todo mundo sabe pedalar, que somente mulher não pedala e que criança aprende mais rápido que adulto. Muitos homens aprenderam a pedalar conosco. Adultos até o momento aprenderam mais rapidamente que as crianças, alguns deles aprenderam em apenas 30 minutos de aula. Dizer que todo mundo aprende a pedalar quando criança é mito. Além disto a bicicleta é uma das melhores opções para manter a forma e o condicionamento físico. Não tem contraindicação, ou são muito raras. Não oferece impacto nas articulações, mulheres gestantes podem pedalar, excelente para desenvolver o equilíbrio e também a congnição. Há diversas opções de lugares, passeios e viagens. Não tem limite de idade. Não depende de nada e de ninguém, apenas você e a bicicleta. A atividade física com a bicicleta é democrática, saudável e corretamente ecológica.

Quais são os objetivos para o futuro da Ciclofemini?

CF: Este ano foi de construção. Apresentar para o mercado a seriedade com a qual desenvolvemos o nosso trabalho e construir uma base sólida com relação aos serviços que prestamos. O futuro é consolidar o Ciclofemini como uma escola completa de ciclismo, seja de estrada, urbano ou montanha. Quando digo completa é levar ao nosso aluno tudo o que há de mais atual, seja em termos de equipamentos, recursos para as aulas, orientação para o desenvolvimento físico e mental e claro que com relação as técnicas do pedalar corretamente.

Obrigado Cláudia Franco por dividir sua experiência conosco, e que suas palavras sirvam de estímulo para que mais e mais pessoas possam conhecer e se aventurar no universo das bicicletas!

 >> Saiba mais sobre a Ciclofemini

Postado em 3 de março por Eu Vou de Bike

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Quer poupar? Vá de bicicleta!

Andar por aí de carro está cada vez mais caro. Além dos gastos com combustível, que não param de aumentar, o motorista ainda tem que se preocupar com seguro, IPVA, estacionamento… E ainda tem o tempo perdido nos congestionamentos, e nos dias de hoje, tempo é dinheiro, né?

E como economizar, então? Usando a bicicleta como meio de transporte! Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) constatou que ir de bicicleta ao trabalho custa cerca de 17 centavos por quilômetro. De carro, esse valor chega a mais de 1 real por quilômetro rodado.

Segundo o estudo divulgado em 2011, quem adotar a bicicleta como meio de transporte pode economizar cerca de R$ R$ 3.700 por ano em relação à manutenção de um automóvel.

De acordo com reportagem do O Eco, o levantamento considerou o preço de uma bicicleta nova, a aquisição de acessórios, a depreciação e a manutenção do equipamento, com base em trajetos de 20 quilômetros por dia.

Quer saber, em média, quanto você economiza ao trocar o carro pela bicicleta? Aqui no Eu Vou de Bike, nós temos uma ferramenta que faz esses cálculos por você.

Abaixo, vamos fazer a simulação de uma situação em que a pessoa vai ao trabalho 5 dias por semana, a 7 quilômetros de distância, e também usa a bicicleta para ir até a academia, que fica a 4 quilômetros de distância, três vezes por semana. Veja só:

Em uma semana, apenas nesses dois trajetos, essa pessoa teria pedalado 52 quilômetros. Sabe o que isso significa de economia no bolso, apenas com combustível (sem contar estacionamento, manutenção do carro, seguro, etc)? R$ 23,90! Em um mês, fazendo apenas esses dois trajetos bem curtos, dá pra economizar quase R$ 95,60 só de combustível! Além disso, nesses 52 quilômetros, a pessoa queimou 3 mil calorias, o que é ótimo para a saúde, e ainda poupou o meio ambiente da emissão de 14 quilos de poluentes.

>> Faça as suas contas na calculadora do Eu Vou de Bike*

Viu como é possível evitar que o preço da gasolina tire o seu sono? Quanto mais você pedalar, mais vai economizar. E o único combustível necessário será o arroz e feijão para manter a força nas pernas na hora da subida!

* Atenção: os números da calculadora são aproximados e podem variar, dependendo do preço da gasolina da sua cidade, do nível de congestionamento, do seu preparo físico e do grau de subidas e descidas do percurso


Postado em 25 de fevereiro por gugamachado

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Veja fotos dos restaurantes e bares mais descolados com bicicletas na decoração!

Normalmente estamos acostumados a ver este tipo de estabelecimento em cidades mais “bike friendly” tais como Portland, Amsterdã, Nova Iorque, Londres e por aí vai…

Aqui em São Paulo temos os descoladíssimos Ciclo Urbano e o Aro 27, dentre outros!

Neste post apresentamos bares e restaurantes temáticos ao longo dos Estados Unidos. Aos poucos vamos apresentando outros países!

Quem sabe você consegue visitar algum deles…

The Handlebar Pub, em Buffalo, New York

 

Ride In Iowa City, Iowa

 

The Taphouse Unchained in Coeur d’Alene, Idaho

 

HandleBar in St. Louis, Missouri

 

OTB Bicycle Café in Pittsburgh, Pennsylvania

 

Pedaler’s Fork in Calabasas, California


Postado em 4 de fevereiro por gugamachado

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Você sabe calibrar os pneus da sua bike?

Ao contrário do imaginário geral, são as partes móveis da nossa bicicleta as mais importantes no desempenho dela! Não adianta nada ter um super câmbio, uma ótima suspensão, um freio a disco de última geração, se nosso movimento central, pedivela, cubos e rodas são de qualidade ruim. Então os primeiros “upgrades” em nossas magrelas devem ser as partes móveis.

Disto isto, não adianta nada ter uma roda e pneu de excelente qualidade, se não soubermos utilizar a calibragem correta. O objetivo deste post é instruir da melhor maneira possível o ato de calibrar nossos pneus, que não é tão simples quanto parece! Vamos lá?

O primeiro erro  comum é não conhecermos a calibragem correta de nossos pneus. Se você está enchendo seus pneus com uma “bomba de pé (chão)” ela provavelmente tem um relógio que registra a pressão do pneus. Na grande maioria das vezes, este relógio registra a pressão atual da bomba, e não do pneu. Só aí já podemos ter uma falha grande em nossa calibragem. Temos relatos de erros de mais de 10 PSI de diferença !!!! Para corrigir este erro, o ideal é um medidor/calibrador de pressão avulso, facilmente encontrado no mercado. Inclusive existem até versões digitais. Com isto, você enche seu pneu e verifica a calibragem a partir de um medidor destes.

 

Cada pneu tem a sua medida de calibragem em “PSI” ( forma abreviada do inglês pound force per square inch) e tem na sua face lateral impressa a medida máxima permitida para calibragem (veja exemplo abaixo, cujo valor é 36 PSI)

 

Normalmente, usamos a mesma medida de calibragem no pneu dianteiro e traseiro. Porém, nosso peso maior vai concentrado na roda traseira. Então aqui vai mais uma consideração importante!

Se você quer saber o quanto de diferença pode ter na calibragem dianteira e traseira, faça um teste simples:

1-) Pese-se com todo seu uniforme/ roupa (calçados/sapatilhas inclusos) segurando sua bicicleta;

2-) Ponha uma das rodas da bicicleta na balança e apoie a outra roda num bloco do mesmo tamanho da balança de modo a deixar a bike estável para você montá-la, e peça para um amigo apoiar você e sua bicicleta nesta posição, e verifique o peso acusado na balança.

3-) Mude a balança para a outra roda e faça o mesmo procedimento.

O montante total deve corresponder ao seu peso estático obtido no passo 1, e o peso dos passos 2 e 3 vai de lhe dar a percentagem de peso total em cada roda. Veja a diferença!

A má notícia é que aparentemente não existe nenhuma fórmula apoiada cientificamente, para ajustar a pressão dos pneus com base na distribuição de peso. Este é apenas um teste instrutivo porquê lhe mostra a diferença de peso entre uma roda e outra, mas não vai dar-lhe uma equação precisa para ajustar a pressão dos pneus. Vai somente te dar uma idéia de proporção.

A verdade é que qualquer que seja a pressão de sua preferência, ela vai depender de uma variedade de coisas, incluindo sua escolha de tipo de pneus e estilo de pilotagem. Mas a partir deste teste fica claro que você não deve utilizar  a mesma pressão frontal e traseira. Se você pesa 70 quilos, tem uma distribuição de peso 60-40, que seria 40 quilos sobre a roda traseira e 30 quilos na parte da frente. Então o ideal é você utilizar menos pressão na frente. De 15 a 20% de pressão a menos já é suficiente para equilibrar esta diferença.

Uma coisa importante: pneus vazam ar ao longo do tempo.Você verifica a pressão de seus pneus regularmente?

Câmaras “butil” (o tipo mais comum) vazam muito menos do que as versões de látex mais leves, mas eles ainda perde alguns PSI uma semana, principalmente se a bike fica parada! Você não precisa verificar a pressão antes de cada pedal, mas pelo menos uma vez por semana. Pneus “murchos”, além de tornarem a bike mais lenta, são mais suscetíveis a furos!

Nosso padrão é quase sempre “encher a mais”. A pressão máxima listada na parede lateral é geralmente mais para alta, e não leva em conta nenhum dos fatores que influenciam a pressão dos pneus tais como: o tamanho do ciclista, o  tipo de terreno, dentre outros fatores.

Durante muito tempo fomos “doutrinados” a pensar que  pressões mais elevadas oferecem menos resistência ao rolamento. E pressões mais elevadas também reduzem a probabilidade de furos. Como dissemos acima, isto é verdade.

Porém, se você  mudou para pneus mais largos, você deve baixar a pressão. Eis o porquê:

• Pneus mais largos têm um volume maior, então você deve diminuir a pressão proporcionalmente. Eles também têm menos deformação da parede lateral, que reduz a resistência ao rolamento em comparação com pneus estreitos a uma dada pressão.

• A resistência ao rolamento faz aumentar com a pressão mais baixa, mas vários estudos revelam que em vários pneus de estrada, a resistência ao rolamento aumenta apenas ligeiramente, na ordem de alguns watts de potência, mesmo com pressões para baixo de 60 PSI em pneus de estrada padrão. As maiores diferenças na resistência ao rolamento não estão em pressão, mas no tipo de pneu que você está usando.

• A menor pressão aumenta aderência em curva, em parte através do aumento da área de contato. Um pneu de baixa pressão também deforma mais em torno da superfície da estrada, o que é, em parte, o responsável pelo aumento na resistência ao rolamento. Mas um pneu muito inflado vai te passar no guidão todas as irregularidades do terreno. Então ao utilizarmos uma pressão mais baixa, você ganha bônus: Além de aumentar a aderência de sua bike, você também sentirá muito mais conforto, principalmente em caminhos “off-road”!

Experimente murchar seus pneus dianteiro e traseiro, digamos, 5 por cento cada (por cento, não PSI, porque lembre-se, dianteiro e traseiro são diferentes e devem ser alteradas proporcionalmente). Vá pedalar e veja como sente a bike. Se for o caso, diminua um pouco mais.

Pode demorar um pouco, mas ao “achar” pressão ideal dos seus pneus você terá de brinde uma viagem mais confortável com uma sensação de maior segurança ao fazer curvas mais fechadas, principalmente em trilhas. Se perceber a roda da frente “bobear” um pouco nas curvas, no próximo rolê aumente um pouco mais a calibragem.

Daí, ao encontrar a sua calibragem ideal, lembre-se de anotá-la e guardar esta anotação!

Porém se você  mudar o tamanho e/ou marca de pneus, deve repetir todo este processo novamente!

Boa sorte com mais esta dica!


Postado em 28 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Vai pedalar na chuva? Não se esqueça da capa!

O verão é uma ótima época para pedalar. Os dias são agradáveis, o horário de verão nos dá mais tempo de luz natural e parece que as pessoas sempre estão mais dipostas. Mas tem uma coisa que atrapalha bastante os ciclistas: a chuva!

As chuvas de verão geralmente chegam bem na hora que estamos saindo do trabalho, no fim da tarde, e acabam pegando muitos ciclistas desprevenidos, que chegam em casa ensopados.

Uma dica para se proteger da chuva e seguir pedalando com estilo é a capa de chuva criada pela Cleverhood, uma empresa americana que aplica os conceitos de cyclechic ao vestuário para os dias chuvosos.

As capas da Cleverhood são bem largas e tem um bom espaço nas mangas para permitir que o ciclista pedale e guie sua bicicleta sem problemas. Os materiais impermeáveis vêm em várias estampas, do pretinho básico ao clássico xadrez.

O vídeo abaixo traz um desfile da marca e mostra um pouco mais sobre as capas da Cleverhood. Assista!

As capas da Cleverhood são vendidas pela internet por cerca de $ 199,00 usd! Bem salgado, não?

Será que tem algum jeito de fazer algo mais caseiro????

Se tiver alguma dica, deixe nos comentários!


Postado em 13 de janeiro por gugamachado

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