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Blog Vou de Bike

Postado em 20 de setembro por gugamachado

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Participe do Dia Mundial Sem Carro! Vá de Bike!

Neste próximo sábado é o Dia Mundial Sem Carro! Aqui em São Paulo, é o décimo terceiro ano consecutivo que a data é comemorada, mas esse dia já marca o calendário de muitas cidades e países desde 1998.

A campanha do Dia Mundial Sem Carro nasceu na França, em 1998, com apenas 35 cidades participantes. Em 2000, outros países da Europa passaram a adotar a data e o manifesto tomou força. O movimento chegou ao Brasil em 2001, com a participação de 11 cidades. Em 2004, mais de 1.500 cidades participaram da ação, distribuídas em 40 países!

O Dia Mundial Sem Carro tem como objetivo mostrar que é possível ter uma vida normal na cidade grande sem o uso do seu veículo. Ônibus, metrô e as bicicletas, é claro, são ótimas alternativas para locomoção.

Nos últimos anos, temos assistido a uma mobilização cada vez maior da sociedade no sentido de considerar a bicicleta como meio de transporte sério e viável, inclusive pelo próprio esgotamento do modelo de transporte atual, completamente centralizado nos carros.

E não é tão complicado sair pedalando no seu cotidiano. Aqui no EVDB, já demos várias dicas de segurança e comportamento no trânsito para quem nunca pedalou nas ruas e quer começar a substituir o veículo por um meio de locomoção mais econômico, menos poluente, mais ágil e muito, mas muito mais saudável!

Veja abaixo algumas dicas para deixar o carro na garagem e começar a pedalar!

A decisão de trocar o carro pela bike não é tão difícil quanto parece

Dicas de comportamento e sinalização para quem pedala no trânsito

- Dicas para pedalar no frio

- Veja como integrar a bicicleta a outros meios de transporte

- Saiba como pedalar com segurança durante a noite

-Veja dicas para trocar o pneu furado da bicicleta


Postado em 13 de setembro por gugamachado

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É neste final de semana!!! Shimano Fest no Memorial da América Latina!

Evento terá diversas atividades no sábado e domingo (15 e 16), como competições e testes de bike, área para crianças e mulheres, shows de música, palestras e exposição e vendas de produtos de mais de 200 marcas!

São Paulo (SP) - Conhecida por muitos como a Terra da Garoa, São Paulo é o principal centro financeiro da América do Sul e cidade mais populosa do continente. Nos dias 15 e 16 de setembro, ganha pelo quarto ano seguido uma atração imperdível de entretenimento, não somente para os seus moradores, como também para os visitantes, o que por alguns dias a faz mudar um pouco o seu perfil tradicionalmente sisudo. Trata-se da nona edição do Festival da Bicicleta, o Shimano Fest 2018, com entrada gratuita nos dois dias do fim de semana. Centro cultural, político e de lazer, o Memorial da América Latina é um dos cartões postais do município e foi escolhido pela organização como palco do evento.

“A realização do Shimano Fest pela primeira vez no Memorial da América Latina é especial para nós, porque une um dos pontos turísticos da cidade a bicicleta. A bike é um objeto transformador, seja em termos de saúde das pessoas, que encontram nela um hábito esportivo ou de lazer, como em mobilidade urbana, uma excelente alternativa para o trânsito carregado das grandes cidades do Brasil e do mundo”, conta Paulo Boldrin, da área de marketing da Shimano e coordenador do Festival da Bicicleta. “O local possui fácil acesso pela ciclovia da Avenida Auro Soares de Moura Andrade ou então pelo Metrô Palmeiras – Barra Funda, na linha vermelha (L2), que faz a ligação entre as zonas oeste e leste de São Paulo”, completa.

Assim como nas temporadas anteriores, o Shimano Fest tem como destaque a interatividade entre o público e as marcas, cerca de 200 do mercado de bike estão confirmadas. São esperados 30 mil visitantes, que na área de exposição vão conhecer as principais novidades de 2019 do setor. No test-ride, poderão pedalar diferentes tipos de bicicletas, mountain bikes, urbanas, bikes elétricas (e-bikes) e tradicionais. Nas demais arenas do evento, atrações para todos os gostos e idades. Famílias, amigos e entusiastas do ciclismo tem no Festival o cenário perfeito para se divertir e entreter-se.


Pedal Inclusivo - O Pedal Inclusivo é uma das atrações do Shimano Fest, no sábado das 10h às 15h. Com apoio da entidade Laramara - Associação de Assistência ao Deficiente Visual e da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência,  a ação possibilita a pessoas com deficiências (visual, auditiva, de mobilidade etc) a oportunidade de andar de bicicleta. A ação é oferecida pela empresa Bikxi, aplicativo de bike carona que utiliza bicicletas tandem (para 2 pessoas pedalarem). O passeio de bicicleta do Pedal Inclusivo acontece na área de test-ride do evento. Para participar, basta o interessado dirigir-se à tenda do Pedal Inclusivo – Bikxi onde será cadastrado e poderá fazer o passeio gratuitamente. O Festival terá monitores para auxiliar pessoas com necessidades especiais guiando-as até o local da ação, contando com apoio da Prefeitura de São Paulo – Secretaria da Pessoa Com Deficiência.

O Shimano Fest marca a abertura da Semana da Mobilidade 2018 e duas palestras focando pessoas com necessidades estão marcadas para o sábado, na Arena Mobilidade: às 12h, Tomás Bueno (Canal Youtube Vida Adaptada) falará sobre sua iniciativa de fazer vídeos para incentivar pessoas com deficiências a praticarem atividades físicas. Tomás perdeu os movimentos de um dos braços mas continua a praticar ciclismo; às 12h15, Rodrigo Melo (deficiente visual) vai contar do seu projeto no interior de São Paulo: Deficientes Visuais e a Bicicleta.

Demais áreas e atividades - Área que atrai centenas de pessoas para o seu entorno, o Bike Competition terá a disputa do Mountain Bike Short Track (XCC) durante todo o sábado (15), nas categorias super elite feminina e masculina. Os melhores ciclistas do País competirão no XCC, na primeira prova de MTB dentro do Memorial.  O Espaço Mulher terá diversas atrações como a oficina mecânica, palestras, massagem, aulas de funcional, entre outras ativações, aproveitando o crescimento do ciclismo feminino.

Na Arena Kids, com o realização da SP Hawks Eventos, estão confirmadas várias atrações: Tira Rodinhas, onde a criançada dá suas primeiras pedaladas sem as rodinhas; o Pump Track, pista com rampas e elevações; Desafio Balance Bike, com um pequeno circuito com obstáculos e Desafio Shimano Sem Corrente, em que competidores não podem pedalar nem tocar os pés no chão. Tudo gratuitamente, basta se inscrever na hora no local.

Esse ano a área de mobilidade e sustentabilidade do Shimano Fest vai apresentar, além de palestras e debates, uma mostra de projetos de Mobilidade por Bicicleta. Os projetos selecionados para apresentação no sábado, ganharão Mentoria gratuita da Eureka Coworking durante seis meses. A CET SP também estará presente para interagir com o público e apresentar o projeto do novo plano cicloviário para São Paulo.

Bike Show – Rock’n Roll combina com bike: quatro bandas animarão os visitantes nos dois dias de festival. Sábado (15), tocam as bandas de pop rock, 53×11 (covers de Red Hot Chilli Peppers, Greenday, Stone Temple Pilots etc) e Remove Silence (banda do Danilo Carpigiani, marido Luka Salomão da Rádio Rock 89FM), às 15h e 18h45, respectivamente. No domingo (16) é a vez da ‘Amoradia do Som’, vencedora do festival de música “Groove – Sons da Paulista” em 2017, às 10h, e Sinfonia Rock (covers de hard rock), às 15h45. O tradicional Taiko, com os tambores japoneses, também está confirmada no domingo às 12h30.

Radicalidade - No Bike Radical, as tradicionais atrações serão as manobras e saltos radicais do BMX Dirt Jump com apresentação do fera Leandro Moreira, o “Overall”; o BMX Flatland, commanobras criativas no plano; e o Bike Trial, onde o importante é a habilidade para transpor todo tipo de obstáculo, sem sair de cima da bike e sem colocar os pés no chão.

Serviço – Shimano Fest 2018


Quando: 14 a 16 de setembro, sendo que na Sexta-feira (14) será exclusivo para imprensa, lojistas e profissionais do setor – 10h às 20h. No sábado (15): Festival aberto ao público – 10h às 20h. e No domingo (16): Festival aberto ao público – 10h às 17h.
Onde: Memorial da América Latina
Rua Tagipuru – Portão 02 – Barra Funda – São Paulo (SP)
Bicicletário: 1.000 vagas (rotativo)
Como: entrada gratuita – Contribua com 1 kg de alimento não perecível, que será doado para instituições filantrópicas.


Postado em 28 de junho por gugamachado

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Saiba como participar pela 1ª vez de uma competição

Para participar pela primeira vez de uma competição de Moutain Bike, você deve tomar alguns cuidados. O primeiro deles é bem acostumado a pedalar em estradas de terra ou trilhas. Isso te dará mais confiança para a competição.

Outro cuidado essencial é saber qual a distância a ser percorrida na prova. Com isso, você saberá controlar seu preparo físico e ficar de olho em seu desgaste porque 30 quilômetros passeando é uma coisa, mas a mesma distância em uma competição é muito mais difícil.

Como a intensidade de uma prova é maior, o desgaste virá mais rápido. Então, a dica é você sempre estar treinado para uma distância maior do que a que você irá enfrentar. Isso funciona para você ter uma reserva de energia.

Existem vários outros fatores que podem contribuir para uma primeira experiência em uma competição:

EQUIPAMENTO - Sempre que possível, revise sua bicicleta com antecedência e faça todos os ajustes necessários
HIDRATAÇÃO - A hidratação deve começar um dia antes da competição. Isso ajuda seu corpo a absorver melhor os nutrientes
PNEUS - A escolha correta do pneu também pode fazer a diferente. Portanto, tente tirar informações com algum atleta que já conhece o local para ter alguma dica, mas é sempre bom ter várias opções de pneus, inclusive para a lama

Além disso, tente chegar com antecedência ao local da competição para evitar o nervosismo e conhecer melhor a região. Seja autosuficiente, ou seja, leve kit de remendo, câmara reserva, canivete, gel energético e até uns trocados para alguma emergência.

Existem várias competições amadoras atualmente no calendário nacional e uma breve pesquisa online vai te trazer um monte de resultados!

Você pode consultar calendários nos diversos sites de bicicletas para ver uma prova que seja do seu nível e na sua região.

www.sampabikers.com.br
www.webventure.com.br
www.bikemagazine.com.br

Bons treinos e boa competição!


Postado em 17 de maio por gugamachado

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Bicicleta como meio de transporte poderia adicionar até R$ 870 milhões ao PIB da cidade São Paulo!

 

A bicicleta é um meio de transporte saudável, econômico e que proporciona um novo olhar para a cidade. Mas os impactos efetivos que ela traz ou pode trazer para a sociedade paulistana é algo que até agora não havia sido mensurado. É o que fizeram pesquisadores do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), a pedido do Itaú Unibanco, com o estudo “Impacto Social do Uso da Bicicleta em São Paulo”.

A pesquisa, divulgada nessa ultima quinta-feira (10), é inédita ao dimensionar o potencial que o uso da bicicleta tem como elemento transformador da realidade social em três áreas centrais para a vida na cidade: Meio Ambiente, Saúde e Economia.

A partir de 1,1 mil entrevistas com moradores da capital paulista (ciclistas e não-ciclistas), o estudo mostra que, se parte dos deslocamentos feitos atualmente com automóveis e ônibus fossem realizados por bicicleta, haveria ganhos de produtividade, saúde e redução da poluição. Traduzindo em números: o PIB municipal poderia ter um acréscimo de até R$ 870 milhões, haveria economia de 13% (R$ 34 milhões) por ano no Sistema Único de Saúde com internações por doenças cardiovasculares e diabetes e as emissões de dióxido de carbono com transporte poderiam ser 18% menores.

“Se planejadores urbanos, políticos, estudantes ou mesmo a população têm dificuldade de enten­der por que é importante incentivar o uso da bicicleta em São Paulo ou em qualquer grande cidade, este estudo contribui com algumas respostas”, diz Carlos Torres Freire, coordenador do Cebrap responsável pela pesquisa.

“Temos a mobilidade urbana como uma de nossas causas, e uma das frentes dessa nossa atuação é fomentar iniciativas que contribuam para a formulação de políticas públicas que promovam a bicicleta como meio de transporte”, diz Luciana Nicola, Superintendente de Relações Governamentais e Institucionais do Itaú Unibanco. “O estudo representa uma ferramenta importante para evidenciar o poder de transformação que a bicicleta pode ter nas cidades”, conclui.

Meio Ambiente

Para mensurar os impactos ambientais, os pesquisadores do Cebrap identificaram os deslocamentos realizados por automóveis e ônibus que poderiam ser substituídos por bicicleta, considerando como ‘viagens pedaláveis’ aquelas com até 8 quilômetros de distância realizadas entre 6h e 20h por pessoas com até 50 anos de idade.

Desse modo, 31% das viagens de ônibus poderiam ser pedaladas, levando a uma diminuição de 8% do CO2emitido por este meio de transporte. Considerando-se os deslocamentos realizados de automóvel, até 43% deles poderiam ser realizados de bici­cleta, gerando um potencial de economia de 10% das emissões. Logo, se o potencial ciclável fosse atingido, poderíamos ter uma redução de até 18% da emissão de CO2 originárias dos transportes de pessoas na cidade de São Paulo.

A partir da análise, estima-se que os ciclistas de São Paulo são responsáveis, atualmente, por uma redução de 3% de todo o CO2 emitido com transporte de passageiros na cidade.

Saúde

Na perspectiva individual dos impactos na saúde, o estudo compa­rou os perfis de atividade física da popula­ção de São Paulo em geral e de ciclistas, com a hipótese de que o segundo grupo seria mais ativo. A proporção de indivíduos regularmente ativos entre ciclistas é quase três vezes maior que a da população em geral. No que diz respeito à dimensão social, partiu-se da ideia de inatividade física como fator de risco associado a doenças, projetando a potencial economia de recursos no sistema de saúde caso a população de São Paulo adotasse um perfil de atividade física semelhante ao dos ciclistas da cidade.

Concluiu-se, então, por um lado, que o uso da bici­cleta para os deslocamentos cotidianos propicia aos indivíduos uma redução nas chances de adquirir uma série de doenças. Por outro, traz um benefício social de economia no sistema de saúde que beneficia a sociedade.

Os pesquisadores projetam que, caso a população aderisse ao perfil de atividade física dos ciclistas, a redução da chance de ter diabetes ou doenças do aparelho circulatório, em função de um maior nível de atividade física, levaria a uma redução de gastos no Sistema Único de Saúde (SUS) com a internação em virtude dessas doenças. O impacto estimado poderia gerar mais de R$ 34 milhões em economia so­mente na cidade de São Paulo.

Economia

Na economia, a pesquisa projeta o potencial aumento do PIB municipal levando em consideração o ga­nho de tempo no deslocamento. Parte-se da premissa de que deslocamentos mais rápidos geram maior produtividade, impactando o PIB. Se o potencial ciclável das viagens realizadas de automóvel e ônibus em SP fosse aproveitado, haveria um acréscimo de aproximadamente R$ 870 mi­lhões no PIB municipal por ano.

Com base nas informações detalhadas de gastos mensais dos indivíduos, o estudo calculou o peso do item transporte na renda mensal pessoal. A partir daí, os pesquisadores estimaram quanto os indiví­duos poderiam economizar caso utilizassem a bicicleta nas viagens pedaláveis em dias úteis. O impacto seria maior nas classes mais baixas, com diminuição de 14 p.p na renda mensal pessoal (R$ 214 de economia, em média).

Hábitos da população

A pesquisa mostra ainda que, embora o potencial de impacto do uso da bici­cleta em relação a meio ambiente, economia e saúde seja significativo, metade da população da cidade não demonstra nenhuma disposi­ção de adotá-la como um meio de transporte cotidiano. Por outro lado, 31% da população estaria disposta a usar a bicicleta em seus deslocamentos cotidianos.

As pessoas que responderam que estariam dispostas a aderir ao uso de bicicleta apontaram melhorias na infraestrutura cicloviária (31%) e maior estímulo à atividade física (30%) como principais fatores que as levariam a mudar de hábito.

aqueles que responderam ter pouca ou nenhuma disposição para adotar a bicicleta como meio de transporte apontaram como motivos o fato de não gostarem ou terem medo (51%). 

Mais de 70% dos ciclistas da cidade passaram a utilizar a bicicleta como meio de transporte há mais de três anos. A principal motivação para começar a pedalar, é o tempo de deslocamento – ou seja, pessoas que consideravam que seu tempo de deslocamento era muito longo da forma como estava sendo feito.

E aí? O que você diz destes números? Nós por aqui achamos super significativos!

Viva a (silenciosa) revolução!!!!


Postado em 10 de maio por gugamachado

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Dia 11 de Maio é o Dia de Ir de Bike ao Trabalho!

O dia De Bike ao Trabalho em 2018 acontecerá no próximo dia 11 de maio, segunda Sexta-feira do mês, e é inspirado no Bike To Work Day, um evento anual realizado em várias partes do mundo para mostrar que a bicicleta é uma opção viável de transporte para o trabalho.

O movimento começou nos Estados Unidos, em 1956, organizado pela League of American Bicyclists. No Brasil este será o sexto ano de ação em âmbito nacional com a rede do Bike Anjo.

Então confira a seguir como você pode participar da campanha De Bike ao Trabalho 2018 aqui!

Você tem mais dicas ou sugestões para melhorar a campanha De Bike ao Trabalho 2018?

» Envie um e-mail para contato@bikeanjo.org e vamos melhorar juntos a campanha!

O dia De Bike ao Trabalho é uma oportunidade para realizar o máximo de atividades possível e ampliar a cultura da bicicleta dentro das organizações brasileiras e mostrar que a bicicleta é uma ferramenta para trazer mais qualidade de vida e motivação aos profissionais.

E o EVDB apoia esta iniciativa! Este ano inclusive tem premiação especial para as empresas! Saiba mais aqui!

Serviço:

O que: De Bike Ao Trabalho 2018

Data: 12 de maio de 2018

Realização: Bike Anjo

Parcerias: mais de 60 parceiros por todo o Brasil

Saiba mais: debikeaotrabalho.org

Contato: imprensa@bikeanjo.com.br , contato@bikeanjo.com.br


Postado em 3 de maio por Eu Vou de Bike

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Dicas de manutenção da bicicleta

Estamos compilando por aqui no Eu Vou de Bike uma série de dicas que já publicamos ao longo de quase oito anos de blog.

Desta vez vamos dar algumas dicas de manutenção para você deixar a bicicleta sempre pronta para o pedal com mais segurança. Trate bem a sua bike!

Pneus
Pneus carecas furam com mais facilidade e deixam sua bicicleta instável. Os ressecados podem se romper. Substitua-os sempre que necessário e calibre-os de acordo com as recomendações do fabricante. Você pode encontrá-las na lateral do pneu.

Rodas
Verifique sempre a centragem dos aros e o estado dos raios. Os cubos devem ser lubrificados periodicamente.

Transmissão
Coroas, catracas, correntes e pedais devem estar sempre lubrificados, mas não exagere para evitar o acúmulo de sujeira e detritos. Use lubrificantes específicos para este fim.

Câmbios
Mantenha os câmbios dianteiro e traseiro regulados para maior precisão na troca de marchas e evitar o desgaste prematuro de peças.

Freios
Tenha sempre os freios bem ajustados e cheque regularmente o estado das sapatas e cabos.

Quadro
Ruídos estranhos podem significar falta de lubrificação ou sujeira. Na pior das hipóteses, pode também haver trincas na estrutura da bicicleta ou problemas junto ao movimento central. Leve-a o mais rápido possível ao mecânico de sua confiança para uma checagem mais detalhada.

Guidão
Mantenha apertados os parafusos junto à mesa, ao guidão e manetes, bem como verifique se há folga na caixa de direção. A perda do controle da bicicleta é extremamente perigosa.

Reparos
Finalmente, se você pedala sozinho ou em grupos organizados, leve sempre um kit básico de sobrevivência para não “ficar na mão”.

Tenha sempre:
Uma câmara de ar reserva ou “kit remendo”;
Espátulas para retirar o pneu;
Bomba de ar (com ou sem indicador de pressão);
Chaves com medidas e tipos adequados aos componentes da sua bicicleta;
Chave de corrente e elos sobressalentes podem ser muito úteis (principalmente se você é um ciclista que prefere pedalar sozinho).

Bom pedal!


Postado em 26 de abril por gugamachado

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Pedalar na rua é perigoso?

Calma!!! Lógico que tanto o título quanto a imagem acima são só uma provocação!!!

Mas a mensagem que recebemos no Facebook esta semana de nossa leitora Melina Vasconcelos nos fez refletir bastante sobre o tema…

Antes, a mensagem:

” Olá, sou da cidade de São Jose do Rio Preto. Hoje passei por uma situação desagradável, enquanto voltava pedalando pra casa. Passando por uma avenida, entre fechadas de carros e ônibus um acontecimento foi mais que inesperado. Uma passageira em um carro jogou para fora uma bituca de cigarro, e por pouco não pegou em mim. Porém as cinzas se desfizeram no ar e acabaram por entrar nos meus olhos e aquilo ardeu muito! Fiquei quase sem ver nada e no meio da avenida entre os carros!

O carro parou em um semáforo e fui até ele, pedi (com educação) para que não fizessem mais aquilo, explicando que aquilo me prejudicou por um momento. A mulher logo se arrependeu e percebeu que aquela “inocente” bituca de cigarro poderia ferir alguem. Por fim ainda me pediram uma informação a qual auxiliei da maneira que pude, mas me coloquei a pensar que além da desconsideração que muitos motoristas demonstram para com o ciclista jogando o carro para cima da gente, ainda há aqueles que jogam todo tipo de lixo prejudicando o meio ambiente e dependendo, como ocorreu neste caso, quase ferindo o ciclista.

Com os olhos ardendo e sem ter como parar na hora, só imaginei que o ônibus atrás de mim iria me acertar. Por favor, gostaria que tivessem artigos sobre essa questão no site, tanto para alertar ciclistas novos ou experientes e também tentar fazer com que aqueles que lerem e tiverem esse hábito de jogar coisas pela rua entenda o perigo que é…”

E aí? O que responderemos pra Melina?

Nós aqui do EVDB somos 100 % ao compartilhamento das vias, pois isto, além de estar na lei, é uma atitude mais humana e cívica. Lógico que tudo tem limites e não devemos ficar em extremos. Pedalar em grandes avenidas e vias de circulação rápida deve ser só para os mais experientes, e sempre que possível, devemos traçar nossas rotas por vias secundárias.

Por fim, fazer como a Melina fez, procurando corrigir, sempre com equilíbrio, o erro/errado, ensinando através do exemplo,  pode e sempre é o melhor caminho!


Postado em 19 de abril por gugamachado

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Como pedalar com a sua família!

Pedalar em família é uma grande diversão . Trata-se de um tempo precioso juntos , desfrutando de ar fresco e fazendo exercício .

E por isso as ciclofaixas de lazer são um sucesso de público, chegando a ter mais de 150.000 frequentadores por domingo, em São Paulo!

E o segredo para que esta atividade funcione bem é, literalmente, “pensar pequeno”.

Você deve limitar a distância a percorrer não em quilômetros, e sim em tempo, procurando realizar seu passeio entre uma ou duas horas, incluindo as paradas. Foque no proveito que seus filhos terão no passeio, e não somente no ato de pedalar, ou seja, pense nesta atividade como um passeio com seus filhos onde a bicicleta é uma das atividades, e não a única (e se você não conseguir pensar e agir assim, melhor pedalar sozinho!)

Planeje parar constantemente! Se houver uma pequena praça ou um parque com equipamentos infantis no seu caminho, isto pode revigorar e entreter muito as crianças pequenas. Um agradável café, uma lanchonete ou bar pode ser ideal para famílias mais adultas. Inclusive você pode até planejar um piquenique durante seu trajeto!

Normalmente as crianças menores precisam de mais paciência com elas do que de muito entretenimento. E como o objetivo é passear e se divertir, lembre-se que na bicicleta você pode parar quando quiser. Então pare assim que perceber cansaço nelas, e procure pedalar em velocidade baixa, destacando para as crianças algo interessante nas paisagens do trajeto.

Se os seus filhos aproveitarem o passeio, você também vai aproveitar. Então procure agradá-los! Muitas vezes as crianças estão muito mais interessadas no sorvete que elas vão tomar do que no cenário agradável. Um passeio prejudicado pelo mau tempo pode ser salvo por uma guloseima surpresa em alguma padaria.

Planeje sempre a sua rota! 

Você pode pesquisar e planejar a rota de seu passeio em websites, guias impressos e principalmente no seu smartphone. Se puder, tenha também a mão um mapa impresso em grande escala. Assim você pode não apenas traçar a sua rota com antecedência, como também usar o mapa para eventuais atalhos. E, se alguém estiver ficando cansado, o mapa ajuda você a mostrar a localização do grupo e dizer: “Olha, estamos quase lá. O almoço é logo depois desta rua”!. Você pode obter estes mapas junto ao órgão de turismo de sua cidade, ou mesmo imprimi-los a partir de websites.

Mesmo com um bom mapa em mãos, se possível, conferira a rota sozinho pedalando-a de antemão. Assim você saberá o que esperar com um nível de detalhe que nenhum mapa ou guia vai te proporcionar. Desta forma você saberá previamente onde fica o café mais agradável, o parque mais interessante para um piquenique ou mesmo o local mais apropriado para uma parada estratégica. E este conhecimento pode ser inestimável.

Se não houver ciclovias ou ciclofaixas de lazer reservadas em sua cidade, procure sempre pedalar por ruas sem trânsito, mesmo que elas tornem seu percurso mais longo. Estas ruas não só favorecem sua segurança, como também são bem menos barulhentas do que as grandes vias, favorecendo inclusive a comunicação entre o grupo.

Rotas “off-road” são ideais quando os seus filhos já pedalam suas próprias bicicletas. Estes caminhos podem estar até mesmo dentro de parques de sua cidade, tornando o passeio bem rico e variado. Só evite as grandes subidas e descidas, que podem acarretar cansaço ou mesmo acidentes.

Seja qual for o caminho que você escolher, não superestime o quão rápido ou quão longe sua família pode pedalar. Calcule uma velocidade média de 8 a 13 km/h, e inclua as paradas em seu cálculo. De posse destas informações, você pode estimar sua rota em termos de distância, lembrando também de prestar atenção na altimetria (relevo: subidas e descidas) do trajeto. Lembre-se de sempre nivelar “para baixo” suas expectativas, para evitar problemas de cansaço e perda de interesse do grupo.

Preparação pré- viagem

“Vamos parar? Meu bumbum está doendo!” Você com certeza não quer ouvir isso. Portanto, inicialmente verifique se todos estão com as vestimentas adequadas, se possível com roupas técnicas de ciclismo, principalmente aquelas famigeradas bermudas de lycra com “almofada” entre as pernas, que ajudam em muito a diminuir o desconforto no bumbum. Verifique também a posição do ciclista sobre a bicicleta com relação ao guidão, pedias e selim. Veja aqui  mais informações sobre o assunto.

Certifique-se de que todas as bicicletas estão em bom estado de funcionamento, verificando-as pelo menos na noite anterior – ou mais cedo, para evitar surpresas desagradáveis. Verifique se os pneus estão inflados corretamente, se todos os parafusos das partes móveis (rodas, guidão, pedais e demais partes) estão bem apertados, e se os freios e as engrenagens funcionam bem. Se você deixar para fazer este “check list” antes de sair, as crianças certamente se cansarão e podem se rebelar, estragando assim o passeio.

Lembre-se também dos equipamentos de segurança individual, tais como capacete, óculos de proteção e luvas. E no caso de transporte de crianças em sua própria bicicleta através de “cadeirinhas” apropriadas, verifique se a mesma está bem presa e ajustada a altura e peso de seu filho.

Como ciclista mais forte e experiente, você deve carregar toda bagagem – desde as jaquetas e demais itens de vestuário, até o kit de ferramentas e itens do piquenique. Distribua bem sua bagagem, e se possível, tenha cestos ou alforges de fácil acesso instalado em sua bicicleta, evitando mochilas. Assim quem transporta a carga é a bicicleta, e não você.

Não saia de casa sem:

- Abundância de bebidas! Água em garrafas de bicicleta é sempre  melhor, pois além de matar a sede, ela também pode ser usada para lavar as mãos ou a arrefecer o rosto.

- Barras de cereais , frutas, biscoitos, e guloseimas sem muita gordura e de fácil digestão. Sanduíches de peito de peru e queijo divididos em pequenos pedaços são altamente recomendáveis!

- Camadas extras de roupas! Jaquetas do tipo “corta vento”, casacos impermeáveis, e calças são bem aceitáveis, pois as vezes as condições climáticas mudam de repente e podem nos pegar literalmente de “calças curtas”!

- Roupas sobressalentes sempre, principalmente para as crianças!

- Kit de ferramentas para manutenções rápidas, bomba de pneus, kit de reparos de furos e câmara de ar reserva. O ideal são aqueles “canivetes” próprios para bike.

- Kit de “primeiros socorros”. Band-Aids, creme anti-séptico, analgésicos, bronzeadores com alto fator de protetor solar, lenços umedecidos e demais medicações de uso constante.

- Telefone celular e, principalmente,

- Distrações para as crianças, por exemplo bola de tênis, e bonequinhos do tipo “action figure”.

E, acima de tudo, leve seu espírito esportivo e todo seu clima de diversão!


Postado em 5 de abril por Eu Vou de Bike

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Quer poupar? Vá de bicicleta!

Com a recente alta dos preços dos combustíveis, andar por aí de carro está cada vez mais caro. Além destes gastos, o motorista ainda tem que se preocupar com seguro, IPVA, estacionamento… E ainda tem o tempo perdido nos congestionamentos, e nos dias de hoje, tempo é dinheiro, né?

E como economizar, então? Usando a bicicleta como meio de transporte! Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) constatou que ir de bicicleta ao trabalho custa cerca de 17 centavos por quilômetro. De carro, esse valor chega a mais de 2 reais por quilômetro rodado.

Segundo o estudo divulgado em 2016, quem adotar a bicicleta como meio de transporte pode economizar cerca de R$ R$ 5.700 por ano em relação à manutenção de um automóvel.

De acordo com reportagem do O Eco, o levantamento considerou o preço de uma bicicleta nova, a aquisição de acessórios, a depreciação e a manutenção do equipamento, com base em trajetos de 20 quilômetros por dia.

Abaixo, vamos fazer a simulação de uma situação em que a pessoa vai ao trabalho 5 dias por semana, a 7 quilômetros de distância, e também usa a bicicleta para ir até a academia, que fica a 4 quilômetros de distância, três vezes por semana. Veja só:

Em uma semana, apenas nesses dois trajetos, essa pessoa teria pedalado 52 quilômetros. Sabe o que isso significa de economia no bolso, apenas com combustível (sem contar estacionamento, manutenção do carro, seguro, etc)? Aproximadamente R$ 32,90! Em um mês, fazendo apenas esses dois trajetos bem curtos, dá pra economizar aproximadamente R$ 131,60 só de combustível! Além disso, nesses 52 quilômetros, a pessoa queimou 3 mil calorias, o que é ótimo para a saúde, e ainda poupou o meio ambiente da emissão de 14 quilos de poluentes.

Viu como é possível evitar que o preço da gasolina tire o seu sono? Quanto mais você pedalar, mais vai economizar. E o único combustível necessário será o arroz e feijão para manter a força nas pernas na hora da subida!


Postado em 29 de março por gugamachado

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Será que sua água está realmente te hidratando?

 

Aqui no Brasil as temperaturas tendem a ser mais altas. E com isto, nossa tendência é aumentar o consumo de água durante nossas pedaladas.

Mas antes que você faça isso, é bom saber algumas coisas sobre como o seu corpo realmente absorve os fluidos. De saída, sabemos hoje que hidratação  e absorção de fluidos não são a mesma coisa. Ou seja, beber uma tonelada de água não significa necessariamente que você será capaz de usar tudo isso, explica Stacy Sims, PhD, fundadora da “Osmo Nutrition”.

Para atingir um estado bem hidratado, você realmente precisa absorver os fluidos que você está consumindo. E estar hidratado significa que você tem todos os seus “compartimentos de água do corpo” em um equilíbrio relativamente uniforme, diz ela. “Absorção de fluidos é exatamente beber algo na quantidade que vai completar os fluidos necessários em diferentes compartimentos.” Caso contrário, você está apenas dando-se mais razões para fazer xixi!

Você precisa de mais do que apenas água!

Ao considerar a água em seu corpo, pense nisso: Embora seja verdade que somos feitos principalmente de água, nada desta água é H2O puro. Assim, para a sua bebida para ser facilmente absorvida no intestino e se espalhar para as células mais necessitadas, ele precisa ter a combinação certa de água e eletrólitos. “Você precisa principalmente de algum sódio e um pouco de glicose em uma bebida”, diz Sims. “Um pouco de açúcar  com eletrólitos melhora muito a  absorção do fluido pelo estômago, dividindo melhor este flíuido entre as células que mais necessitam de hidratação no momento, de modo a atenuar problemas de desidratação.”

Beber suas calorias pode estar prejudicando seu passeio e seu intestino

Só porque você não deve apenas beber água pura não significa que você deve optar por bebidas esportivas altamente calóricas. Estas bebidas açucaradas depositam-se em seu estômago, tirando água de outros espaços do seu corpo – essencialmente desidratando-o no processo. “Você nunca deve olhar para a sua bebida como uma fonte de calorias, porque então ela não vai hidratar você. E ainda seu corpo vai acabar puxando água de outros lugares para diluí-la “, diz Sims.

As mulheres podem precisar de uma mistura de bebida diferente dos homens

Sims é bem conhecida por dizer: “As mulheres não são pequenos homens.” Ela baseia muito de sua pesquisa e desenvolvimento de produtos neste conceito, especificamente quando se trata de necessidades das mulheres para bebidas esportivas.

“As mulheres não podem absorver tanta frutose como os homens, por isso bebidas esportivas que contêm frutose tendem a contribuir para um stress gastro-intestinal bem como a desidratação nas mulheres. É como despejar um monte de carboidratos em seu corpo “, diz ela. A frutose fica nos intestinos até que você possa ativá-la.

Se você é uma ciclista comprando uma bebida esportiva, passe longe daquelas ricos em frutose.

Tempere o seu passeio com uma pitada de sal!

Se você adora comida salgada, você vai adorar próximo conselho: Beba água com uma pitada de sal do mar durante todo o dia, especialmente antes de uma pedalada, para preparar para a máxima absorção de líquidos durante seu pedal.

Durante o exercício, o seu corpo está ocupado enviando sangue para os músculos, ao invés de gastar energia movendo-se através dos intestinos para digestão. No entanto, durante o repouso, o fluxo sanguíneo não acontece exatamente da mesma maneira. Portanto, há glicose suficiente no estômago e intestinos para ajudar no trasnporte de água, contanto que haja também sódio suficiente.

“Se você beber água com um pouco de sal enquanto não se exercitar, ele realmente facilita a absorção desta”, diz Sims , ” porque neste caso seu corpo não tem que “puxar” sódio de outros lugares para o intestino como objetivo de facilitar esta absorção. Ele já está bem ali.

 

Beber a mais pode ser tão ruim quanto beber a menos!

Beber a mais é um problema para os pedalantes, tanto em termos de estado de hidratação quanto, se você estiver usando uma bebida açucarada, de ganho de peso.

“Novos atletas que passaram por programas de treinamento muitas vezes se hidratam em excesso tentando melhorar o desempenho”, diz Sims. “Isso é porque ele tem sido incutida a idéia neles de beber 250mls de água a cada 15 minutos, independentemente do que eles estão fazendo ou de quem eles são.” A idéia de que os atletas devem beber uma quantidade X de líquido por hora é um erro, mas infelizmente ….

Não há nenhuma fórmula perfeita para o quanto a beber !

Não há cálculo simples para determinar exatamente o quanto você precisa beber em um pedal. Seu sexo, peso, índice de transpiração, e nível de condicionamento físico são todos fatores relevantes a serem levados em consideração. Temos também as condições climáticas em que você está pedalando (quente, frio, úmido ou seco) e do tipo de pedal que você está fazendo.

Beber a quantidade certa é um jogo de tentativa e erro, mas consultar um especialista, como um nutricionista esportivo ou mesmo o seu treinador, pode ajudar a chegar mais perto de aperfeiçoar o estado de hidratação!

 



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