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Blog Vou de Bike

Postado em 10 de outubro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta: ótimo presente para o Dia das Crianças

O Dia das Crianças está chegando e mesmo com toda a “parafernália” eletrônica disponível, como videogames, notebooks, o excesso de informação e distração da internet e das redes socias nos smartphones, a bicicleta ainda continua sendo um presente bastante desejado!

Eu mesmo me recordo da minha primeira bicicleta – quando ganhei, como ela era e, principalmente, a diversão e os bons momentos que ela me proporcionou.

Aqui no site, nossa intenção é que todos comecem a “ir de bike” e sabemos que um hábito saudável deve ser formado desde a infância. Neste post, vamos dar algumas dicas de compra de uma bicicleta para crianças e de manejo para que a experiência do aspirante a ciclista seja inesquecível!

Além do fator lúdico, os benefícios proporcionados pela bicicleta para a saúde dos pequenos são imensos. Durante a “brincadeira”, ocorre um grande gasto calórico, prevenindo a temida obesidade infantil. No Brasil, em estudo recente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo (SBEM), foi revelado que mais de 20% das crianças brasileiras estão obesas.

Além disso, o uso frequente da bicicleta estimula os reflexos, a consciência de lateralidade e a noção espacial. Sabemos hoje que as características de como nosso corpo será no futuro em muito são definidas na infância. E o exercício disfarçado de brincadeira certamente ajuda a formar músculos e ossos saudáveis.

Os modelos

Hoje em dia muitos são os modelos de bicicletas infantis oferecidos pelo mercado nacional, para os mais variados gostos e bolsos. E muitos são os acessórios também, em especial os equipamentos de segurança, tais como capacete, joelheira e cotoveleira, muito importantes para um aprendizado seguro.

A escolha da bicicleta certa começa pela definição do tamanho do aro e do quadro, para que a criança tenha pedaladas confortáveis e saudáveis. Como hoje em dia as relações biomecânicas estão todas alteradas e oscilantes (cada vez mais é comum vermos crianças muito mais desenvolvidas do que sua idade cronológica indicaria), nossa tabela trará uma relação de tamanho da criança x tamanho da bicicleta, e não de “idade x tamanho da bicicleta”.

Então, ficamos assim:

Tamanho do Aro – Altura do ciclista

- Aro 12″ – de 89 cm a 1,07 cm

- Aro 16″ – de 96 cm a 1,23 cm

- Aro 20″ – de 1,09 cm a 1,42 cm

- Aro 24″ – de 1,26 cm a 1,52 cm

- Aro 26″ – acima de 1,52 cm (geralmente adolescentes)

Como vimos, na tabela acima ocorrem várias interposições de medidas. Aqui o que vai determinar se a criança utilizará uma bicicleta aro 16″ ou 20″, por exemplo, deve ser o bom senso, ou seja, devemos testar a criança utilizando a bicicleta e perceber qual o nível de confiança dela com relação a altura e tamanho escolhido.

Se ela estiver insegura, escolha um tamanho menor. Bicicletas hoje em dia são fáceis de se negociar, e quando o pequenino estiver seguro e confortável numa aro 12″, por exemplo, podemos adquirir uma aro 16″ e vender a bicicleta anterior.

Para começar o treinamento do ciclista mirim, é fundamental manter os apoios laterais (também conhecidos como “rodinhas”) para que o pequeno se familiarize com a bicicleta e com o ato de pedalar. Ao mesmo tempo, as rodinhas fazem com que a criança se sinta mais segura para iniciar nesta nova empreitada.

É impossível dizer em quanto tempo uma criança vai começar a pedalar sozinha, isso varia muito de pessoa para pessoa. O ideal é manter uma rotina bem disciplinada, com treinos diários ou ‘dia sim, dia não’.


Exemplo de bicicleta com apoios laterais, aro 12”

Para que o pequeno fique mais seguro, o selim pode ser deixado um pouco mais baixo que o normal no início. Assim, ele poderá colocar os pés no chão em caso de desequilíbrio. É muito importante que você ensine onde estão e como usar os freios, inclusive fazendo o movimento de frear repetidas vezes com ele.

No começo, você deve levar a criança para um local seguro e sem trânsito. Geralmente as crianças aprender a pedalar em parques públicos, estacionamentos vazios, praças ou playground de condomínios. Já no local adequado, e ainda com as rodinhas, mostre para o pqeueno que ele deve sempre manter o pedal girando e sempre olhando para a frente. Transmita segurança e confiança, mostrando que você estará lá para ampará-lo caso aconteça algum acidente.

Estando a criança familiarizada com os freios e com o movimento de pedalar, a primeira manobra a ser ensinada é fazer curvas para ambos os lados. Quando a criança já estiver confiante, crie um circuito para ela cumprir. Se for o caso, demarque o circuito com latinhas de refrigerante. Observe a criança e corrija os erros. Lembre-a de pedalar constantemente e sempre olhar para a frente. Este é um detalhe fundamental para quando chegar o momento de retirar as rodinhas de apoio.

No momento em que a criança estiver pedalando com mais segurança e constantemente, e fazendo as curvar com confiança, é hora de retirar uma das rodinhas. Retire um dos lados e continue com a mesma rotina de exercícios, se possível no circuito montado. O ideal é que aumentemos gradativamente o tamanho e a dificuldade do circuito.

Quando ela conquistar a confiança e a habilidade de pedalar desta maneira, com muita cautela podemos retirar o segundo apoio lateral. Aliás, a princípio, podemos somente levantá-lo e deixá-lo sem contato com o chão, porém sem retirá-lo. Isso vai servir como apoio psicológico.

Pronto. Com a bicicleta sem os apoios laterais, vá até um local plano, tranquilo, sem curvas, e se possível, com o piso de grama ou de terra batida, pois pequenos tombos serão inevitáveis nesta fase. Aliás, o ideal é que a criança esteja equipada desde o início com capacete, luvas de proteção, e se possível, joelheiras e cotoveleiras. Este kits são relativamente fáceis de se encontrar nas bike shops ou grandes magazines de esporte.


Exemplo de bicicleta sem apoios laterais, aro 20”

Segure a bicicleta com a mão embaixo do selim (nunca no guidão) e corra ao lado da bike, no mesmo ritmo da criança, sem forçar ou apressar. Lembre-a constantemente de pedalar e olhar para frente. É fundamental que a criança se sinta segura sabendo que você está ao lado dela, ajudando no equilíbrio e transmitindo segurança.

Quando você perceber que o pequeno já pedala sem parar e sem olhar para a roda dianteira, ele estará apto a comandar a bicicleta por conta própria. Basta ir soltando a sua mão do selim, sem grandes alardes, que a criança, sem se dar conta, vai manter por sí só o equilíbrio, pois afinal ela já “treinou” bastante até chegar a este ponto.

Seja paciente e vá devagar nesta fase do processo. Ao retirar as rodinhas, a criança precisará de uma atenção especial e um tombo mais sério neste momento pode traumatizá-la por muito tempo. Se ela não conseguir pedalar sozinha sem as rodinhas logo na primeira tentativa, não desista e tente outras vezes.

Logo virá a confiança e o prazer de sentir a liberdade que a bicicleta nos proporciona! E para isto, cada passo, desde a compra da bicicleta e equipamentos de segurança, até o circuito a ser percorrido deve ser planejado com muito amor, dedicação e paciência.

A Houston Bikes possui uma linha completa de bicicletas infantis indo dos aros 12″ até o 20″.

E lembre-se: se hoje nós vamos de bike, é porquê  algum já fez isto pela gente!


Postado em 28 de junho por gugamachado

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Saiba como participar pela 1ª vez de uma competição

Para participar pela primeira vez de uma competição de Moutain Bike, você deve tomar alguns cuidados. O primeiro deles é bem acostumado a pedalar em estradas de terra ou trilhas. Isso te dará mais confiança para a competição.

Outro cuidado essencial é saber qual a distância a ser percorrida na prova. Com isso, você saberá controlar seu preparo físico e ficar de olho em seu desgaste porque 30 quilômetros passeando é uma coisa, mas a mesma distância em uma competição é muito mais difícil.

Como a intensidade de uma prova é maior, o desgaste virá mais rápido. Então, a dica é você sempre estar treinado para uma distância maior do que a que você irá enfrentar. Isso funciona para você ter uma reserva de energia.

Existem vários outros fatores que podem contribuir para uma primeira experiência em uma competição:

EQUIPAMENTO - Sempre que possível, revise sua bicicleta com antecedência e faça todos os ajustes necessários
HIDRATAÇÃO - A hidratação deve começar um dia antes da competição. Isso ajuda seu corpo a absorver melhor os nutrientes
PNEUS - A escolha correta do pneu também pode fazer a diferente. Portanto, tente tirar informações com algum atleta que já conhece o local para ter alguma dica, mas é sempre bom ter várias opções de pneus, inclusive para a lama

Além disso, tente chegar com antecedência ao local da competição para evitar o nervosismo e conhecer melhor a região. Seja autosuficiente, ou seja, leve kit de remendo, câmara reserva, canivete, gel energético e até uns trocados para alguma emergência.

Existem várias competições amadoras atualmente no calendário nacional e uma breve pesquisa online vai te trazer um monte de resultados!

Você pode consultar calendários nos diversos sites de bicicletas para ver uma prova que seja do seu nível e na sua região.

www.sampabikers.com.br
www.webventure.com.br
www.bikemagazine.com.br

Bons treinos e boa competição!


Postado em 3 de maio por Eu Vou de Bike

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Dicas de manutenção da bicicleta

Estamos compilando por aqui no Eu Vou de Bike uma série de dicas que já publicamos ao longo de quase oito anos de blog.

Desta vez vamos dar algumas dicas de manutenção para você deixar a bicicleta sempre pronta para o pedal com mais segurança. Trate bem a sua bike!

Pneus
Pneus carecas furam com mais facilidade e deixam sua bicicleta instável. Os ressecados podem se romper. Substitua-os sempre que necessário e calibre-os de acordo com as recomendações do fabricante. Você pode encontrá-las na lateral do pneu.

Rodas
Verifique sempre a centragem dos aros e o estado dos raios. Os cubos devem ser lubrificados periodicamente.

Transmissão
Coroas, catracas, correntes e pedais devem estar sempre lubrificados, mas não exagere para evitar o acúmulo de sujeira e detritos. Use lubrificantes específicos para este fim.

Câmbios
Mantenha os câmbios dianteiro e traseiro regulados para maior precisão na troca de marchas e evitar o desgaste prematuro de peças.

Freios
Tenha sempre os freios bem ajustados e cheque regularmente o estado das sapatas e cabos.

Quadro
Ruídos estranhos podem significar falta de lubrificação ou sujeira. Na pior das hipóteses, pode também haver trincas na estrutura da bicicleta ou problemas junto ao movimento central. Leve-a o mais rápido possível ao mecânico de sua confiança para uma checagem mais detalhada.

Guidão
Mantenha apertados os parafusos junto à mesa, ao guidão e manetes, bem como verifique se há folga na caixa de direção. A perda do controle da bicicleta é extremamente perigosa.

Reparos
Finalmente, se você pedala sozinho ou em grupos organizados, leve sempre um kit básico de sobrevivência para não “ficar na mão”.

Tenha sempre:
Uma câmara de ar reserva ou “kit remendo”;
Espátulas para retirar o pneu;
Bomba de ar (com ou sem indicador de pressão);
Chaves com medidas e tipos adequados aos componentes da sua bicicleta;
Chave de corrente e elos sobressalentes podem ser muito úteis (principalmente se você é um ciclista que prefere pedalar sozinho).

Bom pedal!


Postado em 5 de abril por Eu Vou de Bike

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Quer poupar? Vá de bicicleta!

Com a recente alta dos preços dos combustíveis, andar por aí de carro está cada vez mais caro. Além destes gastos, o motorista ainda tem que se preocupar com seguro, IPVA, estacionamento… E ainda tem o tempo perdido nos congestionamentos, e nos dias de hoje, tempo é dinheiro, né?

E como economizar, então? Usando a bicicleta como meio de transporte! Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) constatou que ir de bicicleta ao trabalho custa cerca de 17 centavos por quilômetro. De carro, esse valor chega a mais de 2 reais por quilômetro rodado.

Segundo o estudo divulgado em 2016, quem adotar a bicicleta como meio de transporte pode economizar cerca de R$ R$ 5.700 por ano em relação à manutenção de um automóvel.

De acordo com reportagem do O Eco, o levantamento considerou o preço de uma bicicleta nova, a aquisição de acessórios, a depreciação e a manutenção do equipamento, com base em trajetos de 20 quilômetros por dia.

Abaixo, vamos fazer a simulação de uma situação em que a pessoa vai ao trabalho 5 dias por semana, a 7 quilômetros de distância, e também usa a bicicleta para ir até a academia, que fica a 4 quilômetros de distância, três vezes por semana. Veja só:

Em uma semana, apenas nesses dois trajetos, essa pessoa teria pedalado 52 quilômetros. Sabe o que isso significa de economia no bolso, apenas com combustível (sem contar estacionamento, manutenção do carro, seguro, etc)? Aproximadamente R$ 32,90! Em um mês, fazendo apenas esses dois trajetos bem curtos, dá pra economizar aproximadamente R$ 131,60 só de combustível! Além disso, nesses 52 quilômetros, a pessoa queimou 3 mil calorias, o que é ótimo para a saúde, e ainda poupou o meio ambiente da emissão de 14 quilos de poluentes.

Viu como é possível evitar que o preço da gasolina tire o seu sono? Quanto mais você pedalar, mais vai economizar. E o único combustível necessário será o arroz e feijão para manter a força nas pernas na hora da subida!


Postado em 15 de março por Eu Vou de Bike

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Bicicleta elétrica é uma boa opção?

Uma das novidades no mundo do ciclismo dos últimos anos é a bicicleta elétrica. Ganhando cada vez mais adeptos pelas ruas da cidade, a bicicleta motorizada agrada muita gente, mas também atrai críticas.


Exemplo de bicicleta elétrica. Existem vários modelos diferentes de biciclea motorizada

Com o objetivo de deixar o pedal mais suave para quem não tem tanto preparo físico, a bicicleta elétrica ajuda nos trajetos com muitas subidas e pode agilizar o transporte de pessoas ou mercadorias. Nos percursos planos, o motor pode fazer todo o trabalho para movimentar a bicicleta. Nas subidas, o ciclista pedala um pouco e é auxiliado pelo motor para chegar ao seu destino com menos esforço.

Com velocidades que chegam a cerca de 25 km/h, a autonomia da maioria das bicicletas elétricas pode chegar de 30 km a 40 km. Com poucas fabricantes no mercado nacional, uma bicicleta elétrica custa cerca de R$ 2,5 mil e as baterias são recarregáveis.

Apesar das vantagens, a bicicleta elétrica pode apresentar alguns problemas. O primeiro deles é o peso adicional colocado na garupa por conta da bateria e do motor. Alguns modelos de bicicleta motorizada chegam a pesar 30 quilos! Quando acaba a bateria, o ciclista é obrigado a pedalar como se fosse uma bike normal, o que dificulta bastante.

Além disso, não fica muito claro como a a bicicleta motorizada se enquadra no Código de Trânsito Brasileiro por causa da existência do motor elétrico. Na cidade de Timbó (SC), por exemplo, a Polícia Militar acredita que os condutores de uma bicicleta motorizada devem possuir a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), segundo reportagem do Diário Catarinense.

Mas a maior crítica à bicicleta elétrica é mesmo o incentivo ao sedentarismo. Um dos maiores prazeres de usar a bicicleta como meio de transporte ou como instrumento de lazer é exercitar o corpo, superar limites, ganhar condicionamento físico e, de uma forma geral, melhorar a saúde. Com a bicicleta motorizada, a “essência” da bike é deixada de lado.

Os jornalistas da revista Galileu testaram um modelo de bicicleta motorizada e não gostaram muito da performance. Assista ao vídeo.

E você? O que acha da bicicleta elétrica? Uma modalidade que vai se espalhar cada vez mais ou um modelo que vai ficar restrito a alguns nichos? Você já usa uma bicicleta motorizada? Conte suas experiências aqui nos comentários!


Postado em 4 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Comece o novo ano pedalando!

Eu vou de bike

Começo de ano é sempre a mesma coisa, com metas e resoluções que acabam esquecidas na rotina diária ao longo dos meses. Se a sua resolução para 2018 é ter uma vida mais saudável, a bicicleta pode ser uma ótima opção!

Para começar 2018 pedalando, separamos alguns textos que já publicamos aqui no Eu Vou de Bike que dão ótimas dicas para quem pensa em começar a rodar de bicicleta por aí, seja para lazer ou como uma ótima forma de transporte.

Antes de mais nada, você precisa saber que a decisão de começar a trocar o carro pela bicicleta não é tão difícil quanto parece. Para fazer esta troca de maneira prazerosa, a primeira questão é a escolha do trajeto. Você deve, sempre que possível, evitar as grandes avenidas, especialmente no início. E, mesmo quando se tornar um atleta e tiver mais experiência na bike, pense bem: é muito mais gostoso andar por ruas calmas e arborizadas! Veja mais dicas aqui no post inaugural deste site!

Depois que você decidiu pedalar, é muito importante saber quais são os equipamentos de segurança recomendados para um trajeto mais seguro. Luzes de identificação, buzina, faróis…

Quando pedalamos em parques ou nas ruas, temos de ter consciência que estamos operando um veículo como outro qualquer. Portanto, nosso comportamento sobre a bicicleta deve seguir um padrão para, por exemplo, indicar aos motorista que vamos dobrar uma esquina.

Se você que se aprofundar no assunto, vale dar uma olhada no texto em que explicamos algumas noções de ergonomia para a compra da bike e como se comportar sobre a bicicleta em dias de chuva.

Veja também como travar a sua bicicleta com mais segurança no paraciclo e como NÃO estacionar sua bicicleta. Por fim, veja algumas dicas de manutenção para que sua bike não te deixe na mão no meio da pedalada.

Com as informações acima, você já pode sair pedalando tranquilamente pelas ruas da sua cidade. Comece aos poucos, vá pegando confiança e aproveite o mês de férias para circular mais, uma vez que as ruas estão bem mais vazias.

Feliz 2018 e boas pedaladas!


Postado em 14 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta como presente de Natal

O Natal vem chegando e, apesar dos videogames, iPads e iPhones, as crianças adoram ganhar a “primeira bicicleta”, um presente inesquecível.

>> Veja como escolher o tamanho da bicicleta para seu filho

A Houston tem uma linha completa de bicicletas infantis para crianças de todas as idades.

Para os jovens na faixa do 10 aos 18 anos, a linha Radical deve agradar muito!

 

 

Veja aqui onde você encontra esses e muitos outros modelos da Houston!

Esta é nossa dica para o Natal. E não se esqueça do capacete para garantir uma pedalada muito mais segura!


Postado em 28 de setembro por Eu Vou de Bike

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Veja dicas para sair do sedentarismo

Os grandes centros urbanos, com a sua automatização progressiva, fazem com que o estilo de vida do ser humano seja direcionado para diminuir a realização de atividades que envolvam um aumento do gasto energético, pois as inovações tecnológicas são cada vez mais voltadas para facilitar a vida do indivíduo.

Porém, a consequência desta comodidade é que, com a diminuição do gasto calórico, aparecem doenças relacionadas ao sedentarismo tais como o diabetes, a hipertensão arterial, a depressão, a obesidade, o câncer, o infarto agudo, a osteoporose e as doenças pulmonares.

Podemos definir como sedentária a pessoa que anda ou se exercita pouco, ou seja, inativa. Sedentarismo é a queima de menos de 2.200 calorias por semana em atividades físicas ou a ausência de prática de atividade física leve por menos de 30 minutos diariamente.

Existem outros fatores significantes que favorecem esta escolha do individuo em não se exercitar regularmente tais como: a falta de segurança urbana, que acaba sendo um obstáculo para quem pretende fazer atividades físicas, a redução de alimentos preparados em casa em detrimentos aos industrializados, o aumento do consumo de refrigerantes e bebidas alcoólicas, a redução do gasto de energia no trabalho e a utilização cada vez maior de automóveis.

O exercício físico atua diminuindo o estresss emocional, reduzindo a gordura corporal, aumentando a massa muscular e a densidade óssea, melhorando o desempenho do sistema cardiorespiratório e imunológico. Enfim, aprimorando a aptidão física para uma boa qualidade de vida.

Segundo trabalhos científicos recentes, praticar atividades físicas por um período mínimo de 30 minutos diariamente, contínuos ou acumulados, é a dose suficiente para prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida. Tornar-se ativo pode ser uma tarefa muito difícil, porém não de todo impossível. As alternativas disponíveis muitas vezes estão ao alcance das pessoas, porém passam despercebidas.

Aumentar o gasto calórico semanal pode se tornar possível simplesmente reagindo aos confortos da vida moderna. Como exemplos disto temos:

- Ao chegar a casa ou no trabalho, se residir em edifícios, descer do elevador 3 a 4 andares antes e subir o restante de escada. Deste modo o metabolismo aumentará e junto com ele o gasto de calorias.

- Utilizar menos o controle remoto para mudar o canal da TV. Isto faz com que haja um gasto de energia ao levantar do sofá ou cadeira para se locomover até o aparelho.

- Estacionar o automóvel intencionalmente num local mais distante do lugar de destino. Desta forma, o fato de caminhar uma maior distância já estimula um maior gasto de calorias.

- Dispensar o uso da escada rolante no shopping center ou em lugares que a possuam, estimulando-se assim o hábito de praticar atividade física.

- Ao utilizar transporte público descer um ponto antes do trabalho e caminhar o restante do percurso.

- Ir trabalhar de bicicleta ou fazer uso regular da mesma como meio de transporte. Se trabalhar próximo ao metrô, verifique se a estação possui bicicletário para empréstimo ou estacionamento para bicicletas. Deste modo, o consumo de calorias do corpo humano aumentará e as doenças relacionadas ao sedentarismo serão prevenidas.

Estas atividades, apesar de parecerem simples, estimulam o aumento do metabolismo corporal.

Com relação ao gasto total de calorias por indivíduo, é necessário saber a idade, peso, altura, sexo, porcentual de massa muscular e tecido adiposo para se determinar com mais propriedade os valores individuais de cada pessoa. Mas o mais importante é se movimentar o suficiente para aumentar o consumo calórico pelo corpo, aumentando assim o metabolismo basal.

Portanto, estas são algumas alternativas que podem compor uma simples mudança de hábitos, podendo ser praticadas em locais abertos, não sendo assim necessária a prática em locais específicos, como academias e parques.

Lembre-se sempre de consultar-se com um médico antes de iniciar qualquer atividade física e procure a orientação de um profissional da área de Educação Física para saber qual é a intensidade mais adequada para você.

Por Luis Gustavo Corrêa Leite
Licenciado em Educação Física, com Pós-Graduação em Biomecânica Aplicada a Atividade Física e Saúde, possuindo 10 anos de experiência na prescrição de atividade física com ênfase nas áreas de Musculação e Personal Trainning para as diferentes faixas etárias da população, atuando em academias, residências e espaços de prática outdoor de atividade física.


Postado em 6 de setembro por Eu Vou de Bike

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O que é viajar de bicicleta?

O que é viajar de bicicleta? O vídeo abaixo tem algumas respostas…

Veja a tradução abaixo

O que é viajar de bicicleta?
Viajar de bicicleta não é sobre a bicicleta
É sobre ir devagar
Explorar seu país e vê-lo pela primeira vez
É sobre fazer alguma coisa que você achava que não conseguiria
É sobre pedalar a algum lugar que você nunca esteve
É sobre subir lentamente uma montanha
E depois descer voando
É sobre viajar com os amigos
E fazer novos amigos no caminho
É sobre barraquinhas de frutas no acostamento
E descobrir as melhores refeições que você já fez
É sobre se perder para se encontrar
Mas acima de tudo, viajar de bicicleta é sobre pessoas
Compartilhar histórias com outros viajantes
E dar risada com os locais
Porque quando você viaja de bicicleta, é impossível não sorrir
E as pessoas sorriem de volta
Viaje de bicicleta. Viva mais.

Gostou do vídeo? Bateu a inspiração para sair por aí pedalando pelas estradas do Brasil e do mundo? Então você precisa conhecer mais sobre o cicloturismo, uma prática já bem comum na Europa, mas ainda pouco popular no Brasil, principalmente por conta da falta de estrutura para os cicloturistas nas estradas.

Existem várias modalidades do cicloturismo, desde aquelas em que o ciclista viaja por vários dias, semanas ou meses até um destino estabelecido ou, nos casos mais comuns, quando o ciclista tira um dia ou fim de semana para conhecer alguma cidade turística perto de sua casa.

Existem vários sites especializados em cicloturismo, como o Clube do Cicloturismo, com dicas de roteiros e dicas práticas para quem quer fazer a viagem sem muitos percalços. É um bom ponto de partida para quem quer experimentar uma das formas mais livres de se conhecer outras regiões.

- O vídeo foi encontrado no Pedaleiro


Postado em 31 de agosto por Eu Vou de Bike

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Dicas para trilha com raízes e areia

A sua habilidade em conduzir a bicicleta e transpor obstáculos naturais em trilhas deve-se à prática e ao treinamento em terrenos variados. Neste texto, darei dicas para tornar a sua próxima pedalada mais segura. E serão duas situações: trilhas com areia e trilhas com raízes.

TRILHAS COM RAÍZES

As trilhas com raízes são um desafio para os mountain bikers, assustando e intimidando muitos ciclistas. Afinal, num piscar de olhos você pode ir ao chão. Existem duas situações de perigo neste tipo de trilha: as raízes secas ou molhadas.

No geral, para transpor trilhas com raízes, quanto mais veloz você atacar, menos tempo de contato você terá com elas, não dando chances para um deslize. Nesse momento de ataque, o corpo também deve se posicionar mais atrás, aliviando a roda dianteira, evitando assim ser ejetado por cima do guidão.

A escolha de um pneu correto também pode fazer a diferença, e nestes casos o ideal são os pneus mais gordos na medida de 2.00 ou 2.10. A calibragem também é muito importante, levando em consideração sempre o peso do ciclista: nem muito vazio onde ocorrem as mordidas das camaras e nem muito cheio pois neste caso a bicicleta irá pular demais.

Deve-se observar onde estão as partes mais rasas por onde estiver passando. A trasposição das raízes deve ser feita em uma linha mais reta possivel, evitando passar enviesado para que os pneus não desgarrem. A regulagem da suspensão, nesses casos, pode ser ajustada bem macia, afinal as raízes em alguns momentos, se parecem mais com degraus de uma escada e isso ajuda a absorver os impactos e na aderência dos pneus.

Não esqueça também de aliviar a tensão dos braços, que funcionam como um amortecedor. Evite usar os freios nas trilhas com raízes, principalmente quando elas estiverem molhadas e escorregadias. Uma freada errada pode levar você ao chão.

TRILHAS COM AREIA

As trilhas com muita areia também são um desafio aos ciclista. A areia em questão é aquela que encontramos na praia, por exemplo.

Dependendo da época do ano, com chuva ou na seca, ela se torna bem diferente. Na seca, fica mais solta, bem fofa. Já na época das chuvas, a areia fica mais dura e melhor para pedalar.

A escolha de pneus pode fazer uma grande diferença. Em situações em que você já sabe que irá encontrar area, opte por pneus grandes, na medida de 2.00/2.10, e com poucos cravos. Com isso, sua área de contato será maior, evitando que a bicicleta afunde.

O principal problema da areia é não deixar a roda dianteira afundar, então você deve posicionar seu corpo mais para trás, com os braços esticados para manter o curso. Procure andar nos trilhos já existentes no terreno, nas áreas em que a areia está mais compacta, ajudando a evolução.

A trasmissão de marchas também deve ser trabalhada. Quando estiver em alta velocidade, aproveite o embalo para avançar o maximo possivel, mas se o terreno for extenso demais, a velocidade deve cair bem rapido, então a troca de marchas deve ser feita com agilidade e para uma troca em que você consiga manter a sua rotação de pedaladas alta.

Lembre-se também que neste tipo de terreno a pedalada deve ser feita sempre sentado. A suspensão dianteira neste caso deve ser travada, isso ajuda a furar o terreno arenoso dando mais firmeza e direção na pilotagem. Ah, e use sempre o capacete!

Boas pedaladas!
Abraços,
Eduardo Ramires (Técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike )



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