Houston na web Youtube Flickr RSS

Blog Vou de Bike

Postado em 19 de setembro por Eu Vou de Bike

Tags:, , , ,

Dicas para pedalar com o cachorro

Essa dica vai para quem pretende ou gosta de pedalar com o cachorro. É muito comum ver em parques e ruas da cidade alguns ciclistas que aproveitam o passeio diário de bicicleta para levar seus cães para passear. Isso pode ser muito saudável, mas também pode ser prejudicial para o animal e até colocar em risco o ciclista.

Normalmente, o ciclista que leva o cachorro para passear simplesmente amarra a coleira em alguma parte do guidão e sai pedalando. Essa não é a melhor postura. Uma virada brusca no guidão para desviar de algum objeto, por exemplo, pode puxar o cão com muita força para o lado e até lesionar o pescoço do animal.

No mesmo sentido, se o cão for grande e forte e resolver disparar atrás de algum outro animal, por exemplo, é capaz de desequilibrar a bicicleta e derrubar o ciclista.

Uma boa dica para levar cães de todos os tamanhos nos passeios de bicicleta é o Springer Dog Exerciser, uma barra que é colocada na parte traseira da bicicleta, onde há muito mais estabilidade, com uma mola e uma haste flexível para segurar a coleira do cachorro, dando mais liberdade para o animal e evitando qualquer impacto do cão com as partes mecânicas da bicicleta.

Veja no vídeo abaixo como funciona:

O Springer Dog Exerciser é vendido pela internet por US$ 99 no site do fabricante. Uma ótima opção para quem gosta de pedalar com cães.

E uma última dica, talvez a mais importante de todas: você deve sempre se lembrar que o cachorro tem um ritmo diferente do humano, e pode se cansar muito mais rápido. Evite pedalar com cães de pequeno e médio porte, e modere na velocidade do pedal. Cuide bem do seu animal! :)


Postado em 5 de setembro por Eu Vou de Bike

Tags:, , , ,

A importância da Ciclofaixa de Lazer de SP: ela vai muito além do lazer…


Milhares de pessoas usam a ciclofaixa todas as semanas!

Estamos em um momento crucial no que concerne a inserção da bicicleta no cotidiano da cidade de São Paulo, e agora é hora de tomarmos uma posição para rebater algumas coisas que temos ouvido e lido por aí. A grande polêmica da semana é a reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda, 26 de novembro, que relata a “irritação” dos motoristas em relação à Ciclofaixa de Lazer de São Paulo, que opera na cidade aos domingos e feriados.

Segundo a reportagem da Folha, “os motoristas têm ficado ainda mais irritados” com a diminuição da velocidade nas vias em que a ciclofaixa funciona. “Eles fecham ruas e tiram uma faixa nossa. Isso enche o saco”, disse um dos entrevistados. Na mesma reportagem, a maior parte dos comentários é ainda mais agressiva em relação aos ciclistas e à ciclofaixa.

Após essas críticas repercutirem na internet, mais especificamente nas redes sociais, sentimos a necessidade de levantar alguns argumentos que mostram a importância da Ciclofaixa de Lazer para os cidadãos e para a cidade de São Paulo.

1 – A ciclofaixa é um meio de lazer democrático
A Ciclofaixa de Lazer já recebeu mais de 1 milhão de pessoas durante sua existência, e é uma das diversões mais democráticas da cidade de São Paulo aos fins de semana. Não é necessário pagar para pedalar e a ciclofaixa recebe pessoas das mais variadas idades, classes sociais e regiões da cidade.

2 – A ciclofaixa insere a bicicleta na paisagem urbana
Durante a semana, as bicicletas ficam ‘escondidas’ no meio dos carros e ônibus que circulam pela capital. Aos domingos e feriados, a bicicleta é onipresente e é um ótimo incentivo para quem ainda não pedala começar a pensar em pedalar. Além disso, a ciclofaixa aumenta a percepção dos motoristas sobre a importância da bicicleta na cidade.

3 – A ciclofaixa é a porta de entrada para milhares de ciclistas
Milhares de pessoas que pedalam com frequência atualmente na cidade de São Paulo começaram a usar a bicicleta na ciclofaixa. O uso da ciclofaixa serve de incentivo para novos ciclistas e aumenta a confiança das pessoas que nunca pedalaram nas ruas.

4 – A ciclofaixa incentiva o exercício físico e o comércio de rua
Em uma cidade tão carente de espaços para a prática de exercícios físicos, como parques e praças, a ciclofaixa se torna em um grande atrativo para quem quer queimar calorias e ter uma vida mais saudável. E, além disso, o comércio de rua e os bares e restaurantes que se encontram no percurso da ciclofaixa viram um aumento no número de consumidores aos domingos por conta dos ciclistas que por ali pedalam

5 – A ciclofaixa é um ponto de partida, e não de chegada
Uma das maiores críticas à ciclofaixa vem dos próprios ciclistas mais experientes ou mais ativistas. Segundo esses ciclistas, a ciclofaixa é apenas uma alegoria que tira o foco de coisas mais sérias, como a construção de ciclovias e ciclofaixas permanentes. Nós discordamos. Por todos os pontos citados acima, entendemos que a ciclofaixa de lazer é uma iniciativa que está mudando a mentalidade dos paulistanos aos poucos, semeando uma ideia que ainda vai render muitos frutos em um futuro próximo.

Você se lembra de como era a cidade três anos atrás? Então, muita coisa mudou de lá para cá, e a ciclofaixa de lazer teve um papel muito importante nessa mudança. Com sua ampliação cada vez mais agressiva, poderemos começar a pensar na instalação de ciclovias permanentes em algumas vias, o que seria mais um grande avanço para a cidade de São Paulo.

Aqui vale um parênteses para relembrar a história de Amsterdã, na Holanda.

A Holanda é um dos países mais povoados do mundo, com mais de 450 habitantes por quilômetro quadrado! Imagine se o sistema de transporte deste país fosse baseado em veículos motores, ou principalmente em automóveis, como acontece aqui no Brasil. Certamente eles já teriam chegado a um enorme colapso de trânsito, sem contar a questão ambiental!

Mas por que eles não tiveram um “apagão viário”? Porque há muitos anos, a Holanda, e mais especificamente a capital Amsterdã, concentra seu sistema de transporte nas bicicletas, uma das maiores invenções da humanidade.

Sendo a Holanda ainda um país de baixa altitude, sem grandes relevos, com políticas de incentivo governamentais para o uso da bicicleta bastante consistentes, bem como com uma situação na qual um holandês típico não mora a mais de 6 ou 7 quilômetros de seu trabalho e/ou escola, ao longo do tempo foi-se formando uma verdadeira “ciclocivilização”. Já imaginou?

Hoje, praticamente metade da população de Amsterdã realiza seus deslocamentos com uma bicicleta. Sim, você leu corretamente: 50% da população! São mais de 20 mil quilômetros de ciclovias espalhadas pelo país. Para se ter uma idéia, o estacionamento de bicicletas da Estação Central de Amsterdã comporta mais de 8 mil delas! E eles já estão até tendo problemas de congestionamentos de bicicletas e falta de espaço para estacionar as bikes!

Lógico que não podemos dormir como São Paulo e acordar como Amsterdã. Porém, nunca estivemos tanto no caminho como antes.

E, por fim, para quem acha que a ciclofaixa “fecha a rua e tira uma faixa nossa”, como disse o motorista na reportagem da Folha, é sempre bom lembrar que a via deve ser compartilhada por todos, e a bicicleta é um veículo reconhecido no Código de Trânsito Brasileiro.

E, no fim das contas, não é a ciclofaixa que causa trânsito, né? O vídeo abaixo mostra isso muito bem…

Vamos ter um pouco mais de civilidade, vamos conviver em harmonia compartilhando as vias para um futuro muito melhor para a nossa cidade!


Postado em 30 de maio por Eu Vou de Bike

Tags:, , , ,

Veja como travar sua bicicleta no paraciclo

Já demos algumas dicas para você deixar sua bicicleta mais segura nos paraciclos, mas o blog Ciclismo Urbano publicou uma ilustração muito bacana que pode te ajudar bastante.

Com a falta de bicicletários espalhados pelas cidades, muitas vezes temos de deixar nossas bicicletas presas a postes, grades ou paraciclos. O blog sugere o uso da U-Lock, uma espécie de cadeado em forma de ‘U’, muito mais sólido e seguro do que aquelas correntes com fios metálicos emborrachados.

Veja as dicas de posicionamento abaixo:

Além de seguir as dicas de posicionamento acima, não se esqueça de procurar um paraciclo que esteja preso firmemente ao solo e, de preferência, em um local movimentado. Locais com bastante gente passando dificulta bastante o trabalho dos ladrões.

Lembrando que, além da U-Lock no quadro, é interessante prender a roda que ficou sobrando com uma corrente emborrachada, só para garantir. :)


Postado em 23 de maio por Eu Vou de Bike

Tags:, , , , ,

Dicas de segurança para pedalar na cidade

Ao longo das próximas semanas, vamos compilar aqui no Eu Vou de Bike uma série de dicas que já publicamos ao longo de mais de sete anos de blog.

Nesta quinta, vamos dar algumas dicas de segurança para pedalar nas grandes cidades com mais tranquilidade. Veja as dicas abaixo e deixe suas sugestões nos comentários!

- A primeira dica ao pedalar no trânsito é ter certeza de estar visível aos motoristas. Durante o dia, utilize cores vibrantes como amarelo, vermelho ou laranja. No período noturno, procure utilizar a cor branca, além das fundamentais iluminações dianteiras e traseiras e dos refletores obrigatórios.

- Pedale defensivamente, mas nunca timidamente. Você deve sempre ter uma postura ostensiva, de modo a transmitir segurança aos motoristas à sua volta. Com isto, você os ajudará a antecipar as suas intenções de percurso, deixando-os confortáveis em dividir a rua com você.

- Observe sempre o comportamento dos motoristas, inclusive os estacionados, e procure manter uma distância suficiente para não ser surpreendido com uma porta que se abra repentinamente e que possa atingir sua bicicleta.

- Você deve ficar atento e evitar os três principais erros dos motoristas, a saber: virar a esquerda na frente a um ciclista que seguirá reto; desobedecer aos sinais de trânsito, sendo o mais comum ultrapassar no farol vermelho; ultrapassar um ciclista para imediatamente fazer uma conversão a direita.

- Seus ouvidos devem ser utilizados como um verdadeiro “detector de perigo”. Para isto, evite pedalar com fones de ouvido, principalmente se o tráfego estiver intenso.

- Sempre que você sinaliza suas intenções, você ganha a confiança dos motoristas. Use o braço esquerdo (com o dedo apontando para baixo) para virar a esquerda. A palma da mão voltada para baixo significa que você vai frear.

- Uma dica aparentemente “boba” mas que acontece com uma grande frequência: jamais pegue a garrafinha de água com a mão direita. Desta forma, se precisar frear de repente, o ciclista o fará com a mão esquerda, freando apenas a roda dianteira, aumentando as chances de uma queda.

- Se o trânsito estiver parado, vá em frente com cuidado.

- E se estiver melhor para ir a pé, pare a bicicleta e vá a pé, conduzindo a bike junto a você.

- Procure não trafegar junto a ônibus ou caminhões.

- Não dispute espaço, evite ficar inesperadamente entre veículos e procure pedalar sempre onde possa ser visto.

JAMAIS:

- pedale na contra-mão;
- fique entre ônibus ou, pior, caminhões;
- pedale muito próximo do meio fio;
- brigue, xingue ou entre em discussões no trânsito.

CUIDADO:
- com pedestres em geral;
- quando o trânsito começa a se movimentar;
- com motociclistas apressados.

- com demais modais de mobilidade, em especial patinetes e outros elétricos, pois normalmente a velocidade destes pode ser maior que a sua!


Postado em 11 de abril por Eu Vou de Bike

Tags:, , ,

Veja dicas para sair do sedentarismo

Os grandes centros urbanos, com a sua automatização progressiva, fazem com que o estilo de vida do ser humano seja direcionado para diminuir a realização de atividades que envolvam um aumento do gasto energético, pois as inovações tecnológicas são cada vez mais voltadas para facilitar a vida do indivíduo.

Porém, a consequência desta comodidade é que, com a diminuição do gasto calórico, aparecem doenças relacionadas ao sedentarismo tais como o diabetes, a hipertensão arterial, a depressão, a obesidade, o câncer, o infarto agudo, a osteoporose e as doenças pulmonares.

Podemos definir como sedentária a pessoa que anda ou se exercita pouco, ou seja, inativa. Sedentarismo é a queima de menos de 2.200 calorias por semana em atividades físicas ou a ausência de prática de atividade física leve por menos de 30 minutos diariamente.

Existem outros fatores significantes que favorecem esta escolha do individuo em não se exercitar regularmente tais como: a falta de segurança urbana, que acaba sendo um obstáculo para quem pretende fazer atividades físicas, a redução de alimentos preparados em casa em detrimentos aos industrializados, o aumento do consumo de refrigerantes e bebidas alcoólicas, a redução do gasto de energia no trabalho e a utilização cada vez maior de automóveis.

O exercício físico atua diminuindo o estresss emocional, reduzindo a gordura corporal, aumentando a massa muscular e a densidade óssea, melhorando o desempenho do sistema cardiorespiratório e imunológico. Enfim, aprimorando a aptidão física para uma boa qualidade de vida.

Segundo trabalhos científicos recentes, praticar atividades físicas por um período mínimo de 30 minutos diariamente, contínuos ou acumulados, é a dose suficiente para prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida. Tornar-se ativo pode ser uma tarefa muito difícil, porém não de todo impossível. As alternativas disponíveis muitas vezes estão ao alcance das pessoas, porém passam despercebidas.

Aumentar o gasto calórico semanal pode se tornar possível simplesmente reagindo aos confortos da vida moderna. Como exemplos disto temos:

- Ao chegar a casa ou no trabalho, se residir em edifícios, descer do elevador 3 a 4 andares antes e subir o restante de escada. Deste modo o metabolismo aumentará e junto com ele o gasto de calorias.

- Utilizar menos o controle remoto para mudar o canal da TV. Isto faz com que haja um gasto de energia ao levantar do sofá ou cadeira para se locomover até o aparelho.

- Estacionar o automóvel intencionalmente num local mais distante do lugar de destino. Desta forma, o fato de caminhar uma maior distância já estimula um maior gasto de calorias.

- Dispensar o uso da escada rolante no shopping center ou em lugares que a possuam, estimulando-se assim o hábito de praticar atividade física.

- Ao utilizar transporte público descer um ponto antes do trabalho e caminhar o restante do percurso.

- Ir trabalhar de bicicleta ou fazer uso regular da mesma como meio de transporte. Se trabalhar próximo ao metrô, verifique se a estação possui bicicletário para empréstimo ou estacionamento para bicicletas. Deste modo, o consumo de calorias do corpo humano aumentará e as doenças relacionadas ao sedentarismo serão prevenidas.

Estas atividades, apesar de parecerem simples, estimulam o aumento do metabolismo corporal.

Com relação ao gasto total de calorias por indivíduo, é necessário saber a idade, peso, altura, sexo, porcentual de massa muscular e tecido adiposo para se determinar com mais propriedade os valores individuais de cada pessoa. Mas o mais importante é se movimentar o suficiente para aumentar o consumo calórico pelo corpo, aumentando assim o metabolismo basal.

Portanto, estas são algumas alternativas que podem compor uma simples mudança de hábitos, podendo ser praticadas em locais abertos, não sendo assim necessária a prática em locais específicos, como academias e parques.

Lembre-se sempre de consultar-se com um médico antes de iniciar qualquer atividade física e procure a orientação de um profissional da área de Educação Física para saber qual é a intensidade mais adequada para você.

Por Luis Gustavo Corrêa Leite
Licenciado em Educação Física, com Pós-Graduação em Biomecânica Aplicada a Atividade Física e Saúde, possuindo 10 anos de experiência na prescrição de atividade física com ênfase nas áreas de Musculação e Personal Trainning para as diferentes faixas etárias da população, atuando em academias, residências e espaços de prática outdoor de atividade física.


Postado em 4 de abril por Eu Vou de Bike

Tags:, , ,

Musculação em casa – Parte 2

Conforme sugestão de nosso leitor Rogério Leite, nós vamos aqui continuar a série sobre musculação em casa, trabalhando outras regiões não trabalhadas em nosso primeiro post.

Lembrando que o objetivo deste post é passar algumas noções de exercícios funcionais que podemos executar sem grandes recursos de equipamentos e que visam ajudar no fortalecimento dos grupos musculares envolvidos em nossa atividade preferida, que é andar de bicicleta.

Exercícios funcionais visam trabalhar a musculatura mais profunda do corpo, obtendo também um benefício para as articulações em geral. Assim, devido a concentração exigida pelo exercício, além da utilização de outros grupos musculares, conseguimos uma perda calórica maior.

Portanto, a função destes exercícios não é a hipertrofia, ou seja, o crescimento muscular, mas sim fortalecer e melhorar o condicionamento das regiões trabalhadas. O ideal é executar 3 séries de 15 a 20 repetições de todos os movimentos apresentados abaixo.

Preferencialmente, todos os exercícios devem ser feitos sob supervisão e/ou acompanhamento de um profissional da área, para evitar qualquer tipo de lesão.

1-) Peitoral

Material:

- pesos/ halteres (facilmente encontrados em lojas e magazines de esporte);

- bola ginástica 65 cm (utilizada comumente no pilates).

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da região frontal do peitoral e braços, atuando também na região do CORE (região abdominal e lombar), devido ao exercício funcional executado quando do equilíbrio na bola.

Posição Inicial (P.I.)

vista lateral

vista frontal. Note que ao utilizarmos o apoio a partir da bola, necessariamente devemos manter nosso quadril paralelo ao solo, obtendo uma postura reta, o que fará com que trabalhemos desde a região posterior da coxa, a região do CORE, além do exercício propriamente dito para o peitoral.

Posição Final (P.F.)

 

vista lateral

vista frontal

2-) Peitoral 2

Material:

- elástico de tração/ elástico para exercícios funcionais (facilmente encontrados em lojas e magazines de esporte)

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da região frontal do peitoral e braços.

Posição Inicial (P.I.)

vista frontal. Note que uma das pernas fica a dianteira, para um apoio mais eficiente. Note também o elástico localizado na altura do peitoral

vista lateral. Note novamente que o ideal é que o apoio fique na linha da musculatura peitoral. Note também um pé de apoio deslocado para frente (no caso, o direito)

3-) Biceps

Material:

- elástico de tração/ elástico para exercícios funcionais (facilmente encontrados em lojas e magazines de esporte)

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da musculatura do braço, em especial do bíceps.

Posição Inicial (P.I.)

vista frontal. Note o elástico duplo e o apoio em um dos pés, que encontra-se deslocado a frente

vista lateral

Posição Final (P.F.)

vista frontal

vista lateral

4-) Bíceps II

Material:

- pesos/ halteres (facilmente encontrados em lojas e magazines de esporte);

- bola ginástica 65 cm (utilizada comumente no pilates).

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da região de braços, atuando também na região do CORE (região abdominal e lombar), devido ao exercício funcional executado quando do equilíbrio na bola.

Posição Inicial (P.I.)

vista frontal. note a posição da cabeça/ pescoço, onde o olhar é dirigido para frente e para cima. Novamente, chamamos a atenção p/ a condição abdominal e lombar, onde, apesar deste ser um exercício inicialmente para o bíceps, estas áreas também são trabalhadas.

vista lateral: observe o comentário acima.

Posição Final (P.F.)

vista frontal

vista lateral

5-) Tríceps

Material:

- pesos/ halteres (facilmente encontrados em lojas e magazines de esporte);

- bola ginástica 65 cm (utilizada comumente no pilates).

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da região de braços, atuando também na região do CORE (região abdominal e lombar), devido ao exercício funcional executado quando do equilíbrio na bola.

Posição Inicial (P.I.)

vista frontal

vista lateral. Note a posição dos pesos/halteres

Posição Final (P.F.)

vista frontal

vista lateral

6-) Ombro

Material:

- elástico de tração/ elástico para exercícios funcionais (facilmente encontrados em lojas e magazines de esporte)

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da região das costas e ombro.

Posição Inicial (P.I.)

vista frontal. Note a necessidade de utilizar um local de apoio ao elástico, para criar um ponto de tensão. Note também que o elástico fica paralelo ao solo

vistal lateral.

Posição Final (P.F.)

vista frontal

vista lateral


“note a variação do exercício”

7-) Costas e Ombro II

Material:

- elástico de tração/ elástico para exercícios funcionais (facilmente encontrados em lojas e magazines de esporte)

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da região das costas e ombro.

Posição Inicial (P.I.)

vista frontal. Note o detalhe do elástico simples. Pode-se diminuir o elástico original, que é duplo, visando obter uma tensão menor no exercício. Observe também o apoio do elástico realizado pelos dois pés.

vista lateral

Posição Final (P.F.)

vista frontal

vista lateral


“note as 3 variações do exercício”

8-) Abdomen:

Material:

- bola ginástica 65 cm (utilizada comumente no pilates).

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da região abdominal, atuando também na região do CORE (região abdominal e lombar), devido ao exercício funcional executado quando do equilíbrio na bola.

Posição Inicial (P.I.)

vista lateral

vista frontal

Posição Final (P.F.)

vista lateral

vista frontal

Com o decorrer do tempo, os exercícios sem carga acabam se adaptando ao condicionamento da pessoa. A partir deste ponto, o ideal é aumentar as séries e repetições, ou adicionar peso, através de uma caneleira, por exemplo.

 

Esperamos que com este post você possa fortalecer sua musculatura e com isso tornar seus passeios mais prazeirosos e menos cansativos!

 

Agradecemos a academia “Força Vital” e ao professor Fábio Roberto Porazza Cibella ( CREF 082664-G/SP, tel. 7825-5238).


Postado em 21 de março por Eu Vou de Bike

Tags:, , , ,

Musculação em casa

O objetivo deste post é passar algumas noções de exercícios que podemos executar sem grandes recursos de equipamentos e que visam ajudar no fortalecimento dos grupos musculares envolvidos em nossa atividade preferida, que é andar de bicicleta.

A função destes exercícios não é a hipertrofia, ou seja, o crescimento muscular, mas sim fortalecer e melhorar o condicionamento das regiões trabalhadas. O ideal é executar 3 séries de 15 a 20 repetições de todos os movimentos apresentados abaixo.

Preferencialmente, todos os exercícios devem ser feitos sob supervisão e/ou acompanhamento de um profissional da área, para evitar qualquer tipo de lesão.

1-) Agachamento

Material:
- cabo de vassoura;
- cadeira ou banco.

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da região frontal e posterior da coxa, glúteos e região lombar.

Posição Inicial:

obs.: observe os braços semi-flexionados em relação a barra e os pés paralelos ao quadril.

Posição Final:

obs.: projete o quadril para trás, evitando que os joelhos ultrapassem a linha imaginária formada pela ponta dos pés.

Variação do Agachamento:

Você pode realizar este exercício sem a utilização do apoio, somente realizando o movimento de descida/ subida

Posição Inicial:

obs.: tanto faz se iniciar o movimento sentado e subir, ou em pé e descendo.

Posição Final:

Veja no vídeo:

2-) Flexão de Joelho

Material:
- cabo de vassoura

Objetivo: fortalecimento da parte posterior de coxa

Posição Inicial:

Veja no vídeo:

3-) Stiff

Material:
- cabo de vassoura

Objetivo: fortalecimento da parte posterior de coxa, região de glúteos e lombar

Posição Inicial:

Veja no video:

4-) Extensão de Joelho

Material:
- cadeira ou banco.

Objetivo: fortalecimento da parte frontal da coxa.

Posição Inicial:

Posição Final:

obs.: realizar o movimento com ambas as pernas

Assista no vídeo:

5-) Adução

Material:
- colchonete (opcional).

Objetivo: fortalecimento da parte interna da coxa.

Posição Inicial:

obs.: realizar o movimento com ambas as pernas. Observe a ponta dos pés voltada p/ a pessoa e o joelho semi-flexionado.

Posição Final:

Assista ao vídeo:

6-) Abdução

Material:
- colchonete (opcional).

Objetivo: fortalecimento da parte externa da coxa e região de glúteos

Posição Inicial:

obs.: realizar o movimento com ambas as pernas. Observe a ponta dos pés voltada p/ a pessoa e o joelho semi-flexionado.

Posição Final:

Assista ao vídeo:

7-) Panturrilha

Material:
- escada (ou algum tipo de degrau).

Objetivo: fortalecimento da panturrilha.

Posição Inicial:

Posição Final:

Veja no vídeo:

8-) Tibial

Material:
- escada (ou algum tipo de degrau).

Objetivo: fortalecimento da musculatura tibial.

Posição Inicial:

Posição Final:

obs.: note a posição de elevação final dos pés. Aqui também adicionamos o uso de uma caneleira localizada nos pés, para acréscimo de peso, melhorando a eficácia do exercício.

Veja no vídeo:

9-) Glúteos:

Material:

- banco (ou alguma elevação)
- escada (ou algum tipo de degrau).

Objetivo: fortalecimento da musculatura da região de glúteos.

Posição Inicial:

Posição Final:

obs.: realizar este movimento em ambas as pernas.

Veja no vídeo:

Com o decorrer do tempo, os exercícios sem carga acabam se adaptando ao condicionamento da pessoa. A partir deste ponto, o ideal é aumentar as séries e repetições, ou adicionar peso, através de uma caneleira, por exemplo, conforme a foto do último movimento.

Esperamos que com este post você possa fortalecer sua musculatura e com isso tornar seus passeios mais prazeirosos e menos cansativos!

Agradecemos ao professor Fábio Roberto Porazza Cibella ( CREF 082664-G/SP).


Postado em 7 de março por Eu Vou de Bike

Tags:, , ,

Alongando para pedalar

O alongamento no ciclismo, assim como em outras atividades físicas, é algo extremamente importante, apesar da recente polêmica que desautoriza esta prática. Na verdade, o que os pesquisadores entenderam é que é melhor não alongar do que alongar errado e correr o risco de uma lesão.

Nosso intuito então é fornecer algumas informações básicas sobre esta prática, principalmente para quem vai usar a bicicleta como meio de transporte e/ou passear. Portanto, se sua finalidade é esportiva, existem outros procedimentos mais adequados a você.

O ideal é alongar antes e depois do exercício, por um período de até 15 segundos por movimento.

Boas esticadas!

Alongando a Panturrilha ( a “batata da perna”)

Posição Inicial (PI)

Posição Final (PF)


obs: note que a diferença da P.I. p/ a P/F. é o calcanhar encostado no chão. Lembre-se também de alongar as duas pernas.

Alongando o quadríceps

1-) Parte Anterior:

Neste alongamento, a posição inicial (PI) é igual à posição final (PF).

obs: fazer o movimento com as duas pernas.

2-) Parte Posterior:

Neste alongamento, a posição inicial (PI) é igual à posição final (PF).

obs: fazer o movimento com as duas pernas.

3-) Parte Interna:

Num movimento único, direcione seus joelhos para baixo.

4-) Parte Externa:


obs.: traga seu joelho o mais próximo do peito, e não se esqueça de fazer o movimento com ambas as pernas.

Alongando a Lombar (região das costas)

Posição Inicial (PI) : mantenha seus pés afastados, na linha do ombro.

Posição Final (PF): com os joelhos semi-flexionados, curve-se em direção aos pés. As mãos não precisam necessariamente tocar os pés, pois a amplitude do movimento é individual, ou seja, cada um alonga o quanto puder. A idéia é que com o tempo, esta amplitude vá aumentando, até conseguirmos tocar nossos pés.

Detalhe dos joelhos semi-flexionados.

Alongando os Ombros

Posição Inicial (PI)

Posição Final (PF)


Aproxime seu braço de seu peito. Lembre-se de executar o movimento com os dois braços!

Alongando o Tríceps

P.I.: palma da mão posicionada nas costas.

P.F. : puxar o cotovelo com a mão. Lembre-se de alongar os dois braços.

Alongando o Bíceps

Neste alongamento, a posição inicial é a mesma da posição final. Lembre-se de alongar também o polegar.

Alongando o Peitoral

P.I.:

P.F. : após adotar a posição inicial (P.I.), gire seu tronco.

Note que você pode realizar estes alongamentos em qualquer local, independente de qualquer equipamento.

Agradecemos ao professor Glauco Godoi (CREF 071.447) pelas informações.


Postado em 21 de fevereiro por Eu Vou de Bike

Tags:, , , ,

Escolha e use corretamente o capacete

Apesar de não ser um acessório obrigatório, o uso de capacete como equipamento de proteção individual é muito importante para garantir a segurança do ciclista na hora de quedas. Como geralmente as bicicletas estão associadas a sensação de liberdade e prazer, muitas vezes o uso de capacete dá a falsa impressão da privação de experimentar estas sensações.

Porém a escolha e utilização correta deste acessório pode ser suficiente para salvar sua vida, sem tirar o prazer da pedalada!

Tendo suas primeiras utilizações pelos ciclistas registradas no início do século 19, o capacete como conhecemos hoje surgiu somente por volta da década de 70, quando a fabricante Bell Helmet Company criou o primeiro capacete em poliestileno expandido (EPS), bem mais leve e resistente do que os materiais que o antecederam, em especial o isopor.

No Brasil, esta tecnologia só chegou uma década depois, principalmente com a introdução do Mountain Bike e a abertura das importações.

Atualmente, com o avanço cada vez maior da tecnologia e dos materiais, e com a grande especialização que o ciclismo experimentou, temos uma variedade enorme de preços, utilizações e estilos. Logicamente, isto também aumentou em muito a dificuldade de selecionar um modelo mais adequado para utilização.

Como sempre, necessitamos realizar algumas reflexões e responder algumas perguntas iniciais para que possamos melhor efetuar nossa compra, a saber:

1-) Qual a modalidade de ciclismo eu vou praticar?

Basicamente, temos 3 tipos de capacetes: os totalmente fechados (“full face”), os abertos, que podem ter uma “pala” dianteira ou não, e os aerodinâmicos, além dos infantis.

Normalmente, os do tipo “full face” são utilizados para as modalidades mais “radicais”, tipo o “downhill” ou o “free style”. Os abertos com a pala dianteira são utilizados pelo pessoal do Mountain Bike ou ciclismo urbano e recreacional em geral, e são os mais comuns de se encontrar. E os abertos sem pala são os preferidos do pessoal do “speed”, a turma da estrada. Os aerodinâmicos são utilizados pelos praticantes de triatlo e contra-relógio, onde cada esforço para reduzir o arrasto do ar é bem vindo. E atualmente com o crescimento das intervenções radicais de bike nas cidades, também conhecidas por “urban assault”, é comum vermos ciclistas utilizando capacetes “importados” dos skatistas, que costumam cobrir mais a região da nuca, e dar mais “estilo” ao usuário.

2-) Qual o meu orçamento disponível?

Tenha em mente que quanto mais leve, resistente e arejado for o capacete, mais caro ele será. Se possível, pesquise bastante na net sobre os materiais e tendências para os capacetes atuais. Para termos uma idéia, existem capacetes que possuem uma trama interna de fibra de carbono, tornando-os muito mais leves e seguros. Quanto mais entradas de ar ele tiver, maior será a ventilação, e logo maior o conforto no uso. Porém, tais capacetes de alta performance só vão se justificar em uma competição. Se este não for seu caso, mas seu orçamento permitir, compre o melhor capacete que seu dinheiro possa adquirir. Em caso de um acidente, certamente os prejuízos serão bem maiores que o valor do capacete!

3) Onde comprar o capacete?

Procure uma bike shop que tenha muitos modelos e marcas disponíveis, pois muitas vezes o modelo P (pequeno) de um capacete pode ser maior ou menor que o de outra marca. Experimente todos os capacetes disponíveis no seu tamanho, até encontrar o que te “vista” melhor, em termos de conforto e adaptação. Procure vestir e ficar com o capacete por alguns minutos, pois os inconvenientes nunca aparecem logo que vestimos o capacete. O capacete nunca deve ficar frouxo ou com folga e nem demasiadamente apertado.

Abaixo, acompanhe algumas dicas de como escolher e utilizar corretamente seu capacete:

Acima um exemplo de dois modelos semelhantes de capacete, do mesmo tamanho (P), mas visivelmente com dimensões bem diferentes, pois são de marcas diferentes. Experimente todos os modelos disponíveis: o ideal é que ele encoste uniformemente em toda a sua cabeça.

Invista o tempo que for necessário na seleção do seu capacete. Observe o interior do capacete e veja se todo o sistema de fixação está solto, pronto para a colocação.

Vista o capacete. Posição correta do capacete. O capacete deve ficar de um a dois dedos de distância acima das suas sombrancelhas. E quando olhar para cima, se o seu capacete tiver pala, a borda desta não deve ficar muito visível.

O capacete deve ser colocado o mais baixo possível, para aumentar a cobertura lateral. Assim ele ficará bem encaixado e não balançará se houver um tombo. Observe também que as cintas laterais devem ficar em forma de um “Y”, com o vértice abaixo da orelha. O ideal é termos uma segunda pessoa para nos ajudar nos ajustes das cintas. Com relação ao tamanho da cinta do fecho, a medida ideal é abrir a boca e sentir uma pequena puxada do capacete contra a cabeça, a qual deve ser bem suave. A cinta ainda deve estar posicionada atrás do seu queixo, e não no próprio queixo.

Atualmente, vários modelos de capacetes possuem sistemas de estabilização, que promovem um ajuste fino evitando assim que o capacete fique “sambando” enquanto você passa por irregularidades, por exemplo. É importante observar que ele só funcionará bem se todas as outras cintas estiverem bem ajustadas, com suas regulagens ideais, conforme exposto acima.

Acompanhe abaixo exemplo de um capacete incorretamente selecionado (tamanho maior do que o requerido). Note que mesmo com o ajuste fino, ele ainda balança.

Quando o conjunto todo estiver ajustado, você deve chacoalhá-lo, tentando derrubá-lo para frente e para trás com movimentos bruscos. Se o capacete se mover mais do que um dedo, ou o tamanho dele não é o adequado, ou as cintas devem ser melhor ajustadas.

Outra coisa muito importante é que após uma eventual queda, troque seu capacete, mesmo que este não apresente dano ou avaria visível. Devido ao projeto, sua estrutura se deforma propositalmente para absorver os impactos, daí a necessidade de substituí-lo.

Por isso, nunca compre um capacete usado, e sempre veja se o seu está no prazo de validade, que normalmente vem gravado no interior do capacete.

Atualmente também os grafismos são bem atraentes, sendo inclusive especializados para o público infantil, infanto-juvenil e feminino, tornando o uso do mesmo mais lúdico!

Esperamos com isto colaborar para que o uso do capacete se torne algo tão natural quanto pedalar!


Postado em 7 de fevereiro por Eu Vou de Bike

Tags:, , , ,

Bicicleta protegida da chuva

O litoral de São Paulo tem um movimento interessante de bicicletas. Quem viaja para Santos, Guarujá ou Praia Grande logo nota que a bicicleta é um meio de transporte super comum, não apenas na orla, mas também nos bairros mais afastados da praia.

O litoral tem a vantagem de ter um terreno bem plano para o uso da bicicleta, mas nessa época do ano chove muito, o que pode atrapalhar quem quer ir trabalhar de bicicleta, por exemplo. Contra a chuva, flagramos um “acessório” especial em uma bicicleta no último fim de semana no Guarujá. Olha só:

Apesar de ir contra todas as recomendações de segurança, essa é uma ideia que pode funcionar. :)



Próxima