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Blog Vou de Bike

Postado em 14 de julho por gugamachado

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Nantes, a capital verde da Europa!

Nosso leitor e amigo Paulo Augusto esteve recentemente em Nantes, uma cidade francesa com 270.000 habitantes,  sendo a sexta maior cidade da França e ficou muito impressionado com o que viu por lá.

Segundo ele,  ”a cidade é pensada para privilegiar o transporte público através de  bondes elétricos e bicicletas, sendo que estas se deslocam através de largas ciclovias”.

Ele segue falando: “O centro comercial da cidade é bem restrito e em várias ruas apenas veículos de carga e descarga podem trafegar.”

Nantes está situada a 50 km do Oceano Atlântico com uma área metropolitana de cerca de 804,833 mil habitantes (estimativa de 2008). É um porto na foz do rio Loire.

Em 2004, a revista Time descreveu Nantes como a “cidade com mais vida da Europa”. Em 2013, Nantes foi eleita pela segunda vez a capital verde da Europa.

Imagina morar numa cidade assim?


Postado em 17 de maio por Eu Vou de Bike

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Construção de ciclovias gera mais empregos



Nós já conhecemos os benefícios da ciclovias para quem pedala, e também já sabemos que quanto maior for a infrastrutura para bicicletas na cidade, maior será o número de novos ciclistas. Mas você sabia que a construção de ciclovias também é boa para a economia e gera mais empregos do que a construção de ruas e avenidas?

Pois é, segundo um estudo da professora Heidi Garrett-Peltier, professora PhD da Universidade de Massachussets, nos Estados Unidos, a criação de ciclovias e ciclofaixas cria duas vezes mais empregos por dólar gasto do que a construção ou manutenção de ruas e rodovias.

A pesquisa explica que o motivo dessa disparidade é que a construção de ciclovias é feita de forma mais ‘manual’, com mais trabalhadores envolvidos, enquanto as ruas e rodovias são feitas com grandes máquinas e poucos operários (especialmente nos Estados Unidos).

Veja abaixo, na terceira coluna, o número de empregos criados a cada US$ 1 milhão na construção:

É claro que devemos continuar contruindo e fazendo a manutenção de ruas e avenidas. Afinal, também pedalamos por elas. Mas quando alguém falar para você que a construção de ciclovias é um desperdício de dinheiro, mostre a pesquisa e lembre que o dinheiro gasto está gerando mais empregos (e fazendo a economia girar) com mais eficiência! Além de, é claro, trazer mais ciclistas para as ruas!

>> Leia o estudo na íntegra (em inglês)

- Via GOOD

Foto no Flickr do Claudio Olivares Medina


Postado em 16 de abril por Eu Vou de Bike

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Ciclovia vai interligar cidades de SP


Ciclovia é uma ótima opção para quem usa a bicicleta como meio de transporte

As ciclovias estão cada vez mais difundidas pela paisagem urbana das grandes cidades. Agora, é a vez da Região Metropolitana de SP entrar nessa onda!

O governo do Estado de São Paulo anunciou a implantação de uma ciclovia para interligar sete cidades da Região Metropolitana – Mogi das Cruzes, Guarulhos, Santa Isabel, Itaquaquecetuba, Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano. Inicialmente, a ciclovia terá apenas 13 quilômetros, mas deve ser prolongada nos próximos anos.

Segundo estudo da Dersa, citado pelo Jornal da Tarde, a Região Metropolitana de São Paulo conta com 305 mil viagens diárias de bicicleta, e é esse o foco desta nova ciclovia, que só deve ficar pronta em 2014 (quanto tempo, não?)

O ponto positivo é que a ciclovia está sendo estudada para interligar terminais de trens e ônibus, universidades e centros comerciais, criando assim um sistema de transporte sustentável e melhorando as condições de quem já pedala por lá.

O único problema é ter de esperar até 2014 para a ciclovia entrar em funcionamento. Quase 2 anos para a construção de 13 quilômetros de ciclovia não é um tempo meio exagerado? Não podemos esquecer que Nova York criou cerca de 400 quilômetros de ciclovias em apenas quatro anos!


Postado em 1 de março por Eu Vou de Bike

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Ciclistas de Cuiabá se mobilizam por ciclovias

Por estarmos em São Paulo, a gente tem o costume de escrever sempre sobre o que acontece por aqui ou na cidade do Rio de Janeiro, mas um movimento muito interessante está acontecendo no Mato Grosso, onde um grupo de ciclistas de Cuiabá resolveu se mobilizar para elaborarar um projeto de iniciativa popular com o objetivo de garantir uma ciclovia na cidade.

O movimento, batizado de Ciclovia Já, está realizando um abaixo-assinado para garantir a existência de ciclovias, ciclofaixas e bicicletários na cidade.

Segundo o Correio do Brasil, para que o abaixo-assinado do grupo seja validado como projeto de iniciativa popular, o documento precisa apresentar 17 mil assinaturas de pessoas que possuam o título de eleitor de Mato Grosso.

É louvável a iniciativa dos ciclistas de Cuiabá, e é importante que os cidadãos de todas as cidades se mobilizem para garantir maior infra-estrutura para a bicicleta e, consequentemente, uma melhor qualidade para todos os habitantes.

Se você tem título de eleitor no Mato Grosso, assine a petição pública e ajude o movimento Ciclovia Já virar realidade.


Postado em 4 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Prefeitura planeja ciclovia até o Itaquerão (SP)

Uma notícia que passou meio na surdina (começo de ano, sabe como é…) mas que foi bem alertada pelo Leandro Votta no Twitter do Eu Vou de Bike é sobre o projeto de criação de uma ciclovia na zona leste de São Paulo.

Segundo informação da coluna Painel FC, da Folha de S. Paulo, a ciclovia seria uma extensão da faixa que liga as estações Tatuapé e Itaquera. Ela serviria para chegar ao Itaquerão, o estádio do Corinthians, que será palco da abertura da Copa de 2014.

A obra de extensão da ciclovia até o estádio tem custo estimado de R$ 8 milhões e é considerada barata pela prefeitura por sua importância, segundo a reportagem.

Um dos argumentos das autoridades paulistanas ouvidas pela coluna do jornal é que o trajeto até o futuro estádio do Corinthians, tido por muitos como longo e cansativo, poderá se tornar um programa de família caso seja feito de bicicleta, por uma ciclovia. Interessante, não?

Agora, em contrapartida, o Corinthians poderia desde já anunciar a implantação de um bicicletário nas dependências do estádio para guardar as bicicletas dos torcedores que resolverem ir de bike para o Itaquerão.

Se a ideia for aprovada, a ciclovia ficará entre a linha ferroviária da CPTM e a Radial Leste, em um conceito parecido com o que já acontece na Ciclovia da Marginal Pinheiros.


Postado em 5 de abril por Eu Vou de Bike

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NY promove ciclovias na cidade

O The New York Times publicou na última semana uma reportagem sobre as ciclovias e a revolução das bicicletas na cidade de Nova York, uma das metrópoles com o trânsito mais complexo do mundo.

Desde que assumiu o governo da cidade de Nova York, o prefeito Michael Bloomberg teve como uma de suas principais metas fortalecer o uso de bicicleta como meio de transporte por meio da instalação de várias ciclovias e ciclofaixas na cidade. Para você ter uma ideia de como a bicicleta se tornou crucial no sistema de transportes da cidade, basta ver o impressionante dado a seguir: nos últimos 4 anos, 410 quilômetros de ciclovias foram construídos em Nova York! O problema agora é convencer os nova-iorquinos que ciclovias são boas para eles.

Apesar de agradar os ciclistas e dar a chance para que muita gente comece a pedalar, o sistema de ciclovias de Nova York está sob fortes críticas da população no geral. Além de criar as ciclovias, a administração Bloomberg acabou com centenas de vagas públicas de estacionamento nas principais regiões da cidade e ainda transformou a Times Square em uma grande praça apenas para pedestres. Todas essas mudanças não foram bem aceitas.


Times Square para os pedestres

Da reportagem do NYT, traduzida no UOL:

Se a intensificação da campanha sugere certo medo a respeito das consequências políticas das ciclovias –o prefeito está enfrentando baixos números nas pesquisas e um ressentimento considerável por parte daqueles que vivem fora de Manhattan, que tendem a ser menos favoráveis às bicicletas– os esforços também refletem uma nova frente no debate das ciclovias, onde os participantes de todos os lados da discussão estão se preparando para uma disputa política cada vez mais sofisticada.

Um dos argumentos utilizados por quem critica (e que pode ser lido aqui neste tumblr) é que “as ciclovias violam um princípio fundamental da democracia. A maioria da população, que não pedala, está sendo forçada a sacrificar curvas à direita e espaços de estacionamento para que uma elite influente possa se sentir bem (…)”.

É interessante ver este tipo de debate em uma cidade que muitas vezes é comparada com São Paulo. Nova York já tem um sistema público de transporte excelente, mas nem por isso se acomoda. A Prefeitura está deixando de lado a dependência do carro como meio de transporte e investindo em alternativas como a bicicleta. As críticas de quem não pedala são até compreensíveis (apesar de discordarmos) porque é muito difícil mudar a mentalidade e os hábitos de toda uma população de um ano para o outro, mas podem ter certeza que a próxima geração de nova-iorquinos terá um índice muito maior de ciclistas!

Veja a reportagem do NYT traduzida no UOL (só para assinantes)


Postado em 13 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Ciclovias desrespeitadas

Não é só aqui no Brasil que as ciclovias são desrespeitadas.

O site chileno TerraBike organizou um concurso chamado “As Ciclovias São Nossas”, no qual pedia que o público enviasse fotos que mostram o mau uso das ciclovias. O resultado pode ser visto no vídeo abaixo:

Quem topa fazer um vídeo desses aqui no Brasil? Péssimos exemplos não vão faltar!

- Via Arriba e la chancha


Postado em 26 de novembro por Eu Vou de Bike

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Pouca verba para bicicleta em São Paulo

Depois da eleição, das promessas e dos discursos, recebemos a notícia que dos R$ 34,6 bilhões previstos no orçamento de 2011 para São Paulo, apenas uma rubrica de R$ 1 milhão e outra de R$ 1 mil são destinadas para a infraestrutura cicloviária da cidade.

Por um lado, a notícia é boa, uma vez que esta é a primeira vez na história da cidade que existem rubricas específicas para as bicicletas no planejamento municial. O problema, segundo reportagem do O Estado de S. Paulo, é que o valor destino às bikes corresponde apenas a 0,09$ do total a ser gasto pela Secretaria de Transportes (R$ 1.152.192. 088,00) em 2011.

E apesar de a bicicleta ser um meio de transporte muito eficiente e capaz de aliviar o trânsito das grandes metrópoles, a maior parte da verba destinada ao ciclismo estará alocada na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, responsável pela construção de ciclovias em parques e em áreas de lazer. A Secretaria dos Transportes ficou com a rubrica de R$ 1 mil, valor simbólico e que não servirá para nada.

– Leia a reportagem na íntegra no site do Estadão


Postado em 22 de novembro por Eu Vou de Bike

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Amsterdã, capital mundial da bicicleta

A Holanda é um dos países mais povoados do mundo, com mais de 450 habitantes por quilômetro quadrado! Imagine se o sistema de transporte deste país fosse baseado em veículos motores, ou principalmente em automóveis, como acontece aqui no Brasil. Certamente eles já teriam chegado a um enorme colapso de trânsito, sem contar a questão ambiental!

Mas por que eles não tiveram um “apagão viário”? Porque há muitos anos, a Holanda, e mais especificamente a capital Amsterdã, concentram seu sistema de transporte nas bicicletas, uma das maiores invenções da humanidade.

Sendo a Holanda ainda um país de baixa altitude, sem grandes relevos, com políticas de incentivo governamentais para o uso da bicicleta bastante consistentes, bem como com uma situação na qual um holandês típico não mora a mais de 6 ou 7 quilômetros de seu trabalho e/ou escola, ao longo do tempo foi-se formando uma verdadeira “ciclocivilização”. Já imaginou?

Hoje, praticamente metade da população de Amsterdã realiza seus deslocamentos com uma bicicleta. Sim, você leu corretamente: 50% da população! São mais de 20 mil quilômetros de ciclovias espalhadas pelo país. Para se ter uma idéia, o estacionamento de bicicletas da Estação Central de Amsterdã comporta mais de 8 mil delas!

O Brasil, por sua vez, com o seu território continental (o quinto maior país do mundo), tem menos de mil quilômetros de ciclovias. E, para efeito de comparação, o tamanho da Holanda é de quase o dobro do Estado do Sergipe, que é um dos menores do País.

Com tudo isto, o mercado de locação de bicicletas na Holanda é muito grande, sendo que somente uma destas empresas chega a mais de 5.000 aluguéis diários. Geralmente, as bicicletas são vermelhas e amarelas, e estão presentes em quase todos os locais, com grande possibilidade de comutação com outros meios de transporte, tais como trens, metros, ônibus, e até mesmo balsas. Estes aluguéis tem um preço médio de 8 euros, e muitas vezes são válidos para mais de um dia. E esta modalidade também é uma forma bastante utilizada e interessante de se fazer um “tour” pela cidade, conhecendo, por exemplo, os mais 160 canais interconectados por centenas de pontes, que formam uma paisagem única e pitoresca. Este passeio também é bem facilitado pelo “desenho” da cidade, que é plana e circular.

E a “palavra de ordem” destes deslocamentos são as chamadas “vias compartilhadas”, onde as bicicletas dividem espaço com carros, motos, pedestres e meios de transporte público, num equilíbrio harmônico e organizado, apesar da aparência caótica.

Recentemente postamos por aqui um vídeo que mostra a “hora do rush” em Amsterdã. E pensar que o uso diário da bicicleta como meio de transporte urbano é ainda mais visível nas cidades menores que Amsterdã, como Groningen. Ali, mais de 60% das pessoas fazem suas jornadas de bicicleta. Ela é famosa por ser uma cidade universitária, com 200 km de ciclovias numa região menor do que a cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Mesmo quando acaba o asfalto vermelho – cor típica das ciclovias holandesas – as ruas ou avenidas possuem faixas para os ciclistas, as chamadas “bike lanes”, muito comuns na cidade de Londres. As vias também são equipadas com semáforos especiais para quem pedala. Coisa parecida por aqui pode ser observada na cidade de Santos. Porém Santos possui apenas 10% (20 km) da malha cicloviária desta cidade holandesa.

Lógico que todo este movimento se baseia em muita educação e civismo e foi formado culturalmente ao longo de muitos anos! Para termos uma idéia, as bicicletas seguem leis de trânsito próprias e existem até multas para quem desrespeitá-las, que custam em média 23 euros, e que são pagas no ato da infração. Para não sermos pegos de surpresa quando estivermos pedalando por lá, devemos:

1 – Seguir os semáforos e sinalizações específicas para bicicleta;
2 – Efetuar ultrapassagens sempre pela esquerda;
3 – Indicar com os braços o sentido para o qual vai virar;
4 – Andar com ao menos dois equipamentos obrigatórios, que são luzes sinalizadoras e buzina;
5 – Não levar passageiros no bagageiro;
6 – E sempre usar cadeado ao estacionar. (Infelizmente, nem tudo são flores…O furto de bicicletas é uma atividade bastante recorrente e lucrativa, e que alimenta um grande “mercado negro” de bikes.)

Aqui no Brasil estamos muito distantes desta realidade, por vários motivos. E, por incrível que pareça, um dos maiores ainda é o preconceito contra as bicicletas e seus usuários. De uma maneira geral, bicicleta como meio de transporte ainda é considerada como “coisa de gente desfavorecida financeiramente”! E nós já ouvimos isto até de autoridades respeitadas de nosso país! Pode?

E esta realidade não é exclusiva do Brasil, não. Numa mini-entrevista dada à revista “UM”, o expert em transportes sustentáveis Pascal van den Noort, diretor-executivo de operações do Velo Mondial e membro ativo do Velo.Info, entidade responsável pela regulamentação e implantação de sistemas cicloviários em todo o planeta, disse que “para deixar a bicicleta um meio de transporte mais atrativo para todos, temos que fazer a bicicleta ser glamourosa”.

Por aqui, um dos nossos objetivos é ser um portal colaborativo para promover a inclusão do ciclismo nos grandes centros urbanos. E com certeza, com a nossa união e mobilização, juntamente com o poder e alcance da internet, nós podemos sensibilizar a população e as autoridades para quem sabe, num futuro próximo, podermos escrever sobre algumas cidades brasileiras assim como escrevemos hoje sobre Amsterdã. Quem topa este desafio?

Deixe por aqui seus comentários, e aproveite para participar, colaborar e compartilhar esta idéia!


Postado em 27 de setembro por Eu Vou de Bike

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Mais cidades “amigas” da bicicleta

Nosso primeiro texto sobre as cidades brasileiras com mais iniciativas para incentivo do uso da bicicleta como meio de transporte gerou comentários positivos e algumas sugestões de inclusão de novas cidades na lista.

>> As cidades do Brasil com melhor estrutura aos ciclistas

Como não temos a pretensão de sermos os “donos da verdade” e como não conhecemos o Brasil inteiro, é muito interessante essa colaboração com internautas de todo o País para mapear o que de melhor está sendo feito por aí. No primeiro texto, nós falamos de São Paulo, Rio de Janeiro, Sorocaba, Santos, Aracaju e Afuá.

Veja abaixo mais algumas cidades que apresentam boas iniciativas locais para os ciclistas.

Curitiba

A cidade de Curitiba, capital do Paraná, é conhecida mundialmente por seu planejamento viário, sua qualidade de vida e grandes áreas verdes na cidade. Atualmente, a cidade está em fase de conclusão de seu plano cicloviário, mas já é possível ver algumas ações pontuais que podem incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte.

No Dia Mundial Sem Carro, por exemplo, os curitibanos puderam circular pela futura ciclofaixa da Avenida Marechal Floriano Peixoto, que ficou aberta em fase de testes. A ciclofaixa conectará ciclovias da cidade, criando uma rota ligando diferentes partes da cidade.

A elaboração do plano cicloviário faz parte do programa Pedala Curitiba, que também prevê a recuperação da malha cicloviária atual, com sinalização em toda a rede existente. Além da criação de ciclovias, a cidade planeja a implantação de paraciclos, a instalação de bicicletários em locais estratégicos e a adoção de faixas compartilhadas na vida.

A cidade conta ainda com o programa “Pedala Curitiba“, projeto que incentiva a atividade física e o lazer com passeios noturnos e é desenvolvido pela Secretaria Municipal do Esporte e Lazer. Em média, cerca de 180 pessoas, entre jovens e adultos, participam do Pedala Curitiba. O “Pedala Curitiba” é monitorado por técnicos de esporte e lazer e acompanhado por guardas municipais e agentes de trânsito. Tem mais informações (ou críticas) ao sistema cicloviário de Curitiba? Deixe nos comentários!

Brasília

O trânsito de Brasília, cidade planejada, é conhecido pela educação de seus motoristas, que param na faixa de pedestres mesmo que o farol (sinal) esteja aberto.

A cidade, que tem a geografia bem plana e ideal para a prática do ciclismo, criou o Pedala-DF, um plano cicloviários para incentivar o transporte por bicicleta.

A meta do programa é, até o fim do ano, construir a maior malha cicloviária da América Latina, com 600 km de extensão. Atualmente, a cidade tem apenas 42 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas e dificilmente deve cumprir a meta até o fim do ano. Mas é possível perceber uma movimentação na cidade pelo maior uso das bicicletas como meio de transporte.

Além das ciclovias, a cidade tem instalado bicicletários e paraciclos nas principais estações de metrô e terminais de onibus para incentivar a comutação dos residentes das cidades-satélite. Tem mais informações (ou críticas) ao sistema cicloviário de Brasília? Deixe nos comentários!

Porto Alegre

Porto Alegre, a capital do Rio Grande do Sul, também tem um Plano Cicloviário. A lei que prevê a criação de novos trechos de ciclovia na cidade foi sancioada em 2009.

A meta do plano cicloviário de Porto Alegre é a criação de uma rede de 495 quilômetros de extensão de ciclovias e ciclofaixas para garantir a bicicleta como meio de transporte para cerca de 200 mil habitantes. Além disso, a cidade conta com alguns investimentos privados, como a ciclovia implementada pelo BarraShopping Sul na avenida Diário de Notícias.

“O Plano Cicloviário está legitimando a bicicleta como novo meio de transporte na cidade. Mas ainda precisamos trabalhar na conscientização da população”, avaliou o presidente da Associação dos Ciclistas da Zona Sul, Paulo Roberto Alves, o Lagartixa, em entrevista ao site da Prefeitura. Veja o mapa do Plano Cicloviário de Porto Alegre. Tem mais informações (ou críticas) ao sistema cicloviário de Porto Alegre? Deixe nos comentários!



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