Um estilo muito peculiar (e muito comum) visto nas ruas da Holanda é a carona no bagageiro traseiro da bicicleta. Em um país em que a bicicleta como meio de transporte é usado com muita frequência, nada mais normal que levar um amigo de um lugar a outro nos momentos de necessidade.
Apesar de parecer fácil levar uma pessoa na garupa, todo o centro de gravidade da bicicleta muda e é necessário pedalar com mais atenção, afinal, são duas pessoas envolvidas em todo o processo.
Aqui no Brasil, a carona também é bem comum, especialmente em cidades do interior, com as famosas ‘barra forte’, mas por aqui a carona é concedida no quadro, atrapalhando a visão do condutor e dificultando as manobras.
Para acabar com esse problema, o blog Amsterdamize publicou um vídeo mostrando, em 3 simples passos, como subir na garupa da bicicleta com muito estilo. Assista ao vídeo abaixo e tente fazer isso em casa (mas certifique-se que o bagageiro da bicicleta foi projetado para isso!):
No próximo sábado, dia 09 de Julho, às 14h, terá início a Semana do Ciclista na cidade de São Paulo.
Em comemoração ao Dia do Ciclista, o coletivo Libvee, em parceria com o SESC Pinheiros, preparou uma surpresa para os ciclistas paulistanos: o Fórum Semana do Ciclista – Tendências e debates, com a participação do dinamarquês Mikael Colville-Andersen.
O Fórum também terá as presenças do Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, do cicloativista Willian Cruz, do blog Vá de Bike, do Vereador Gilberto Natalini e do Dr. João Claudino Junior, presidente da Houston.
A entrada será totalmente gratuita e contará com uma surpresa adicional: um show especialmente preparado pela banda Tarântulas & Tarantinos, comandada pelo VJ, músico e cicloativista Luiz Thunderbird. O evento promete.
Fórum: Semana do Ciclista – tendências Dia 9 de Julho (sábado) Horário: 14h Local: Auditório SESC Pinheiros - Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros
(0xx)11 3095-9400 Metrô: Parada Lgo. Da Batata
A Semana do Ciclista está recheada de atividades para quem não viajará e ainda contará, no dia 17 de Julho, com o lançamento do Passeio Libvee. Confira: www.libvee.com.br
Vejam o vídeo abaixo um dos videos realizados por Mikael Colville-Andersen… Fotógrafo e cineasta, criador do movimento Cycle Chic e do Copenhaguenize, Mikael é considerado o Embaixador dinamarquês para assuntos de bicicleta. Suas palestras são esperadas no mundo todo, e ele fará sua estréia em São Paulo no dia 09 de Julho, no auditório do SESC Pinheiros. Não vamos perder. Aí vai o video:
Para as mulheres que querem pedalar de saia ou calça social, o Eu Vou de Bike recomenda sempre o uso de protetores de corrente, que evitam que a graxa suje a roupa.
Uma boa opção de protetor de corrente foi disponibilizada pela marca canadense Poka, que produz acessórios para bicicletas voltadas ao público feminino. Feito de metal vazado e personalizado, o protetor dá um toque visual muito bacana à bicicleta, que mantém a delicadeza de sua dona.
O protetor é vendido na loja oline da Poka por $ 150 dólares canadenses (cerca de R$ 245), mas o site não diz se eles entregam no Brasil.
A internet é mesmo uma coisa fascinante! Onde mais você iria encontrar este vídeo de animação em stop motion que mostra um boneco de Playmobil passeando de bicicleta pelas ruas de Madrid?
O vídeo, feito para promover o site Madrid Cycle Chic é todo feito em stop motion, uma técnica de animação “quadro a quadro” em que o objeto (no caso, o Playmobil) tem seu movimento alterado manualmente a cada quadro do vídeo.
Já falamos aqui sobre o “Cycle Chic“, aquele movimento que defende o uso de roupas “normais” para pedalar. Mas pedalar de calça pode parecer meio estranho e o Marcelo Lima perguntou no Twitter do @euvoudebike se há alguma dica para pedalar de calça sem manchar com a sujeira da corrente?
Bom, pedalar de calça é possível, mas um pouco mais complicado. Além do problema de sujar a calça, você deve tomar muito cuidado para a sua roupa não enroscar na transmissão, o que pode rasgar o jeans e ainda causar um acidente.
Uma maneira simples de evitar o contato do tecido com a transmissão é dobrar em camadas a perna direita da calça até a altura de um palmo antes do joelho. Para pequenos trechos, esta conduta costuma resolver bem.
Deve-se tomar um cuidado especial com a perna direita, que é a que mais sofre, pois na maioria dos casos fica quase diretamente em contato com a transmissão da bike. Veja na foto abaixo como funciona bem essa técnica.
Home atravessa a Brooklyn Bridge, em Nova York, pedalando com a calça jeans dobrada
Na impossibilidade de trocar de roupa no local de seu destino, você pode usar um acessório composto por pequenas tiras de velcro (se possível até reflexivas, que ajudam na sinalização do ciclista) que prendem as calças na canela.
Com essas tiras de velcro (ou elásticos) as pernas da calça ficam bem enroladas e justas ao corpo, evitando a chance de contato com a transmissão.
Ciclistas usam tiras de velcro para prender calça na canela (fotos aqui e aqui
Se sua calça for muito justa para ser dobrada ou se você não quiser deixar sua perna à mostra, anida há uma última técnica que pode ser usada. Pode parecer uma “gambiarra”, mas colocar a calça para dentro da meia funciona e evita que o tecido encoste na graxa.
Não é o estilo mais bonito de se pedalar, mas evita dor de cabeça na hora de lavar a roupa e ainda evita acidentes. Lembre-se que uma calça enroscada na transmissão não é boa notícia para o ciclista!
Na falta de um elástico próprio, colocar a calça sob a meia pode ajudar!
Além disso, existem calças (não jeans) que têm a possibilidade de serem convertidas em bermudas, retirando-se as pernas da calça por meio de ziper. No geral, elas são bem práticas pois são de tecidos resistentes e de secagem rápida, ocupando pouco espaço na bagagem. Para maiores deslocamentos, como viagens de bike (cicloturismo), elas são bastante recomendadas porque também protegem do frio.
Vale lembrar que algumas bikes mais voltadas ao transporte geralmente vêm com um protetor de corrente de fábrica, que é uma espécie de capa que cobre quase toda a transmissão, evitando o contato da perna do ciclista com a corrente (veja foto abaixo). Dependendo do modelo de sua bike, este acessório pode ser instalado separadamente.
Bike com protetor de corrente para evitar contato com a perna
E você? Tem alguma dúvida ou precisa de alguma dica sobre bicicletas? Deixe um comentário aqui ou fale com a gente lá no Twitter!
Já imaginou como seria a hora do rush em Utrecht, quarta maior cidade da Holanda, onde 33% dos deslocamentos são feitos de bicicleta?
O vídeo abaixo foi gravado em abril desde ano, por volta das 8h30 da manhã. Oito minutos de tráfego foram comprimidos em dois minutos de vídeo, então tudo é quatro vezes mais rápido do que na realidade.
A cidade de Utrecht tem uma população de 300 mil pessoas. Na esquina que aparece no vídeo, passam cerca de 18 mil bicicletas e 2.500 ônibus por dia!
Será que um dia veremos alguma cidade brasileira com esse mesmo nível de aceitação das bikes? Esperamos que sim!
Muita gente deixa de pedalar porque não não gosta de usar roupas esportivas ou não pode chegar de bermuda e camiseta de lycra no trabalho, por exemplo. Mas o “cycle chic“, um movimento surgido na da Dinamarca, mostra que é possível pedalar com muito estilo e atrair olhares por onde passa.
O termo “cycle chic” surgiu em Copenhague, em meados de 2006, quando o fotógrafo Mikael Colville-Andersen criou um blog com fotos de ciclistas estilosos da cidade, uma das mais adaptadas ao ciclismo urbano. Desde então, seu blog documenta em extensivas galerias de fotos aqueles que conseguem se vestir bem e de forma prática para pedalar.
O blog Copenhagen Cycle Chic ficou conhecido, a ideia se espalhou pela Europa e começa a tomar força ao Brasil. Por aqui temos blogs como o Curitiba Cycle Chic e o Gata de Rodas, que trazem ótimo conteúdo em português sobre o assunto.
O “cycle chic” aposenta a roupa fitness e deixa o ciclista pedalar como ele se vestiria normalmente. Calça e sapato para os homens, saia e salto para as mulheres… A ideia básica é pedalar com classe e mostrar que é possível integrar a bicicleta à rotina das pessoas, sem que elas precisem alterar seu modo de vestir por causa de seu meio de transporte.
Por trás do apelo fashion, Mikael Colville-Andersen, o fotógrafo que criou o Copenhagen Cycle Chic, diz que o movimento busca levar o ciclismo urbano ao que era antigamente. “Desde o primeiro dia da existência de uma bicicleta, as pessoas usavam roupas normais para pedalar. A bicicleta era uma ferramenta de transporte e nada mais”, escreveu em um dos posts de seu blog.
Em uma entrevista ao jornal britânico “The Guardian”, Andersen explicou que o objetivo do seu site é que o ciclismo seja reconhecido como um meio de transporte comum para as cidades. “Pessoas de vários países acreditam que o ciclismo é apenas um esporte ou um hobby e não percebem que pode ser também um transporte cotidiano”, disse.
“O que estou tentando dizer é que andar de bicicleta é – e sempre foi – uma coisa bastante simples. Tudo o que você precisa é de… uma bicicleta! (…) Qualquer roupa que você usa como pedestre também pode ser usada para pedalar. Se você vai usar a bicicleta para atividades esportivas ou pedalar em corridas de longa distância, você vai precisar de equipamentos e roupas específicas. Mas se você quiser ir de bicicleta ao trabalho ou ao supermercado, em distâncias curtas, você não precisa de nada especia. Basta abrir seu armário”, conclui Andersen.
Veja abaixo alguns exemplos do que é considerado “cycle chic”: