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Blog Vou de Bike

Postado em 30 de julho por Eu Vou de Bike

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O que é viajar de bicicleta?

O que é viajar de bicicleta? O vídeo abaixo tem algumas respostas…

Veja a tradução abaixo

O que é viajar de bicicleta?
Viajar de bicicleta não é sobre a bicicleta
É sobre ir devagar
Explorar seu país e vê-lo pela primeira vez
É sobre fazer alguma coisa que você achava que não conseguiria
É sobre pedalar a algum lugar que você nunca esteve
É sobre subir lentamente uma montanha
E depois descer voando
É sobre viajar com os amigos
E fazer novos amigos no caminho
É sobre barraquinhas de frutas no acostamento
E descobrir as melhores refeições que você já fez
É sobre se perder para se encontrar
Mas acima de tudo, viajar de bicicleta é sobre pessoas
Compartilhar histórias com outros viajantes
E dar risada com os locais
Porque quando você viaja de bicicleta, é impossível não sorrir
E as pessoas sorriem de volta
Viaje de bicicleta. Viva mais.

Gostou do vídeo? Bateu a inspiração para sair por aí pedalando pelas estradas do Brasil e do mundo? Então você precisa conhecer mais sobre o cicloturismo, uma prática já bem comum na Europa, mas ainda pouco popular no Brasil, principalmente por conta da falta de estrutura para os cicloturistas nas estradas.

Existem várias modalidades do cicloturismo, desde aquelas em que o ciclista viaja por vários dias, semanas ou meses até um destino estabelecido ou, nos casos mais comuns, quando o ciclista tira um dia ou fim de semana para conhecer alguma cidade turística perto de sua casa.

Existem vários sites especializados em cicloturismo, como o Onde Pedalar e o Bem Vindo Cicloturista, com dicas de roteiros e dicas práticas para quem quer fazer a viagem sem muitos percalços. É um bom ponto de partida para quem quer experimentar uma das formas mais livres de se conhecer outras regiões.

- O vídeo foi encontrado no Pedaleiro


Postado em 23 de julho por Eu Vou de Bike

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Dieta equilibrada – dicas para esportistas

Apesar de as pesquisas na área da Nutrição dos Esportes ainda estarem longe de serem completas, o consenso estabelece que as pessoas fisicamente ativas não necessitam de nutriente adicionais, além dos existentes em uma dieta balanceada.

Ainda assim, os praticantes de atividades físicas são “bombardeados” com informações inadqueadas, transmitidas por veículos e pessoas despreparadas, deixando-os confusos em relação ao que seria uma dieta balanceada e à real necessidade de suplementos alimentares.

Para manter uma dieta balanceada, é importante manter a hidratação adequada, ingerindo diariamente cerca de dois litros e meio de água, variando de acordo com a temperatura do ambiente, intensidade e duração da atividade física.

Veja algumas dicas de nutrição para a prática de exercícios físicos:

- Consuma frutas, verduras hortaliças – alimentos ricos em vitaminas, fibras e minerais -, além de alimentos responsáveis pelo fornecimento de carboidratos.

- Procure consumir alimentos ricos em proteínas, como pescados, aves, carnes, ovos, leite, queijo e iogurte, bem como certa quantidade de gorduras e ácidos graxos essenciais, especialmente do grupo ômega-3, encontrado com maior concentração nos peixes.

- É indicado o consumo regular de feijoões, favas, soja, ervilhas, amendoim e frutos secos, por serem fontes de proteínas, ácidos graxos essenciais como o ômega-6, vitaminas E, B6 e folato.

- Para garantir aporte adequado de gorduras, recomendamos o uso diário e moderado de óleo vegetal na preparação da comida, como azeite de oliva, milho, canola, girassol ou soja. Já carnes gordas, como bacon, pele de frango ou banha, ricos em gorduras saturadas, devem ser consumidos com cautela e moderação.

Vale lembrar que as quantidades dos alimentos e os horários das refeições devem ser adaptados de acordo com as características fisiológicas do indivíduo, as atividades realizadas, os diferentes momentos de treino e de recuperação.

A melhor dica para quem pretende levar a sério o esporte e pedalar de forma competitiva é procurar um nutricionista especializado para poder avaliar melhor suas reais necessidades, montando um plano personalizado para cada atleta.

* Artigo de Patrícia Bellini, nutricionista com especialização em Fisiologia do Exercício, na revista Houston, Ed. 1


Postado em 23 de julho por gugamachado

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Conheça seu corpo para pedalar mais

Treino de bicicleta

Por mais que nossa pretensão não seja a de correr uma maratona, estar bem condicionado e adaptado à sua bike vai ajudar a ir mais longe com prazer, sem sofrimento, podendo curtir mais o trajeto, seja na cidade, na estrada ou no campo.

A iniciação em qualquer esporte requer atenção a alguns aspectos básicos. E no ciclismo não é diferente. Se você pretende se aprimorar na “arte do pedal”, com o objetivo de percorrer mais de 50 quilômetros como “quem vai ali na esquina”, fique atento às próximas linhas.

Antes de começar a pedalar com mais seriedade, você deve considerar comprar um acessório muito importante para o ciclista – o ciclocomputador. Hoje em dia este é um acessório bem fácil de achar e com um valor relativamente acessível. Pode ser do modelo básico, mas o ideal é que indique a frequência da pedalada (rpm, ou seja, quantos giros o pedivela dá por minuto – a chamada cadência), pois assim fornecerá indicações importantes sobre seu rendimento, e auxiliará muito o aprendizado das marchas corretas a serem utilizadas.

O ideal é que a cadência da pedalada fique entre 60 a 80 rpms. Se ficar abaixo disto, você está utilizando uma marcha muito pesada para o trecho. Se a rotação ficar muito acima, a marcha está muito leve e você deve fazer os ajustes ncessários.

Experimente pedalar em terrenos planos, ondulados, com muitas subidas, descidas, sempre testando as relações de marcha e a frequência da pedalada, conforme explicamos acima. Apesar de tudo, este não deixa de ser um processo de autoconhecimento por tentativa e erro, que fará com que você aprenda a sentir sua bike, até chegar ao ponto de olhar um aclive e saber qual transmissão usar, e se vai subir em pé ou sentado. Com isto, você começará também a economizar energia.

Lembre-se que economia é um fator que está presente em nossas vidas e que no ciclismo não é diferente… Portanto, economize na transmissão! O que diferencia um expert de um novato é que o expert executa um movimento com o máximo de precisão e rendimento, e com o mínimo gasto energético.

Nesta fase inicial, você deve começar a aprender a conhecer o corpo por meio dos sinais que ele nos dá. E este momento é a base para tudo – é quando o ciclista passará por adaptações de ordem motora, fisiológica e psicológica. É nesta fase que você vai realmente aprender a pedalar de forma mais esportiva, aprimorando a frequência de pedalada, sentindo as diferenças no aumento da cadência e no efeito da velocidade, utilizando transmissões (marchas) diferentes para adquirir experiência na bike.

Este processo inicial de aprendizado deve ser lento, com duração mínima de seis a oito semanas, sem forçar o ritmo, pedalando entre uma e duas horas, ao menos três vezes por semana. Depois de um tempo, você poderá começar a fazer percursos mais longos e intensos. Porém, aprenda antes a sentir o seu corpo. Aprenda a escutar a sua respiração e a interpretar as dores que surgirão. O ideal é sempre utilizar um frequencímetro (medidor de frequência cardíaca), cujo uso é tão relevante e cheio de particularidades que será alvo de uma conversa exclusiva por aqui.

Inicialmente, fique com uma dica simples: se você pedala com um grupo de amigos e não consegue conversar, é sinal que o ritmo está forte demais. Seu corpo precisa eliminar resíduos metabólicos que se acumulam devido à intensidade elevada, e uma das maneiras para que isso ocorra é por meio da respiração.

Quando você pedala em grupo, as conversas devem fazer parte do passeio, pois elas ajudam a distrair nosso esforço, muitas vezes até ampliando nossos limites sem que percebamos! Em nosso pelotão que treina na USP (São Paulo), costumamos dizer que os sábados de manhã são verdadeiros “boteco sobre rodas”!

Grupo de ciclistas
Se você pedala em grupo, conversar pode ser um bom jeito de medir seu ritmo

Finalizando, ritmo intenso no início do processo de aprendizagem poderá significar transmissões erradas, resultando em dores ou até mesmo lesões. E a dor é um sinal que o nosso corpo emite nos dizendo que algo está errado! Dor não é normal, e se você está iniciando no pedal, tenha em mente que treino dolorido não é sinal de motivação. Para os iniciantes, a máxima “No Pain, no gain” (Sem dor, sem ganho) é completamente furada e até perigosa. Nesta fase de aprendizagem, o importante é a diversão e o tempo em cima da bike.

Para se motivar, sempre anote seus passeios em um caderno (ou planilha no computador), informando o dia, o horário, condições climáticas, distância, tempo, média horária, local do pedal, como você se sentiu e o que mais julgar necessário. Além de servir como referência futura, você irá se surpreender com o seu progresso, principalmente no começo. Adquirindo uma rotina de treinamentos, você sentirá no corpo a sua evolução na dose certa para não desistir e, quem sabe, no futuro se tornar um novo campeão!


Postado em 22 de julho por gugamachado

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Conheça a Audax, a nova marca de bicicletas “premium” do Brasil !

João Claudino Jr., ceo da Audax e VP do grupo Claudino

A Audax surge para proporcionar novas experiências aos ciclistas que desejam superar seus próprios limites.O nome da marca vem originalmente do latim e significa “audacioso”, “corajoso”. Essa escolha surgiu do desejo de representar a grandiosidade do projeto, resultado do maior investimento em bicicletas de alta performance já realizado no mercado brasileiro, somado ao espírito de aventura que une os ciclistas.

Com investimentos de R$ 80 milhões, o Grupo Claudino, um dos maiores conglomerados empresariais do país, lançou oficialmente nesta última sexta-feira (06/03) a marca de bicicletas Audax, produzidas em uma nova fábrica na Zona Franca de Manaus. Os produtos serão vendidos em bike shops e lojas especializadas a partir de maio e o modelo mais caro custará cerca de R$ 45.000,00 com bicicletas para uso urbano, ciclismo e off-road. A Audax chega ao mercado nacional como excelente opção de compra e vai brigar de igual para igual com as maiores empresas do mundo no segmento.

A marca terá inicialmente 25 modelos feitos em alumínio e fibra de carbono, equipados com os melhores componentes disponíveis no mercado, como câmbio, freio e suspensão. “Nossa fábrica, a primeira do país para bicicletas premium, de médio e alto valor agregado, é uma das mais modernas do mundo e utiliza os melhores equipamentos do mercado. Tanto no processo de fabricação, quanto no produto final, usamos tecnologia de ponta. E temos uma grande vantagem: nossas bikes são feitas no Brasil para brasileiros. Conhecemos bem o perfil dos nossos consumidores e sabemos exatamente que tipo de produtos eles querem. Esse é o nosso grande diferencial”, afirma João Claudino Junior, CEO da Audax e vice-presidente do Grupo Claudino.

A nova marca nasce em alto estilo. A apresentação oficial das bicicletas foi durante a abertura da temporada da Copa Internacional de Mountain Bike, na cidade de Araxá (MG). O evento, que teve a participação de 1.400 atletas de 11 países diferentes, é um dos mais importantes do mundo porque é válido para ranking da UCI (União Ciclística Internacional), cujos pontos contam para a classificação olímpica, além da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e da Federação Mineira de Ciclismo (FMC). “Reunimos em Araxá nossos representantes, proprietários de bike shops e lojistas de todo o país. A aceitação dos produtos está incrível, bem acima das nossas expectativas. Todos gostaram muito e estão bem animados”, conta Claudino. Dos R$ 80 milhões de investimento, R$ 10 milhões serão destinados a ações de marketing da Audax nos próximos dois anos.

Veja abaixo alguns destaques da marca!

A nova marca brasileira também estará no esporte. A Audax contará com uma equipe com sete atletas, a Audax Bike Team, com Daniel Zóia, Robson Aloisio, Eduardo Ramires, Anderson Robl, Enzo Ronzani, Eszter Dósa (Hungria) e Julyana Machado.

Team Audax

 

Fábrica

Instalada em um terreno de 180.000 metros quadrados, com 11.000 de área construída, a nova fábrica de bicicletas Audax deve contratar, no primeiro ano, de 150 a 180 trabalhadores e deve gerar 450 empregos indiretos. A expectativa é que em três anos, a unidade gere aproximadamente 1.000 empregos diretos e indiretos. A capacidade de produção será de até 300.000 bicicletas por ano.

“Queremos mostrar que é possível ter uma marca de bikes genuinamente brasileira de alta performance e qualidade, produzida em uma das fábricas mais modernas do mundo. Assim, além de trazermos ao mercado bicicletas de qualidade, teremos um preço competitivo e margens atrativas para revendas”, prevê Claudino. Além de em Manaus, a Audax terá operações em São Paulo e no Piauí.

 

Grupo Claudino

Fundado há 56 anos e com sede em Teresina (PI), o Grupo Claudino tem faturamento anual de cerca de R$ 3 bilhões e é formado por 14 empresas: Audax Bikes; Teresina Shopping; rede de varejo Armazém Paraíba; Guadalajara (fábrica de roupas das marcas Onix Jeans, Win, Vizzual, Opcion, Kids & Kids e Emepê); Socimol (indústria de colchões de molas e móveis, em sociedade com grupo SOCIC); Onix (indústria de colchões de espuma); Construtora Sucesso, Frigotil (frigorífico); Houston (fábrica de bicicletas, aparelhos fitness e ventiladores, também em sociedade com grupo SOCIC); Halley (gráfica e editora); Sucesso Publicidade; Remanso (tecnologia de informação e projetos) e Colon Carrocerias e Gestão Peles e Couros. O conglomerado empresarial gera 16 mil empregos diretos e aproximadamente 48 mil indiretos.

Site oficialwww.audaxbike.com

facebook.com/audaxbike

instagram.com/audaxbike

twitter.com/bikeaudax

 


Postado em 9 de julho por Eu Vou de Bike

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Pesquisa comprova: transporte saudável = vida saudável!

Nos dias de hoje, é muito comum nos preocuparmos com o nosso bem-estar. Mas um dos maiores vilões da nossa saúde continua por aí, cada vez mais presente: o carro!

Um estudo realizado pela Associação Média Britânica, publicado na revista Popular Science, comprovou com fatos e dados concretos que os carros engordam e diminuem a expectativa de vida.

Segundo o estudo, batizado de ‘Transporte Saudável = Vidas Saudáveis‘, o aumento no número de veículos nas últimas décadas teve os seguintes impactos negativos na saúde:

- Mais risco de acidente, deixando pedestres e ciclistas mais vulneráveis;
- Mais exposição a poluentes do ar, diminuindo a expectativa de vida;
- Quem usa apenas o carro para se locomover apresenta um maior índice de obesidade;
- Áreas com mais trânsito apresentam maior mortalidade por doenças relacionadas à poluição do ar;
- O trânsito provoca distúrbios causados pela poluição sonora.

E como evitar todos esses malefícios causados pelo uso intenso do carro como meio de transporte? O estudo da Associação Média Britânica mostra que o caminho é apostar em formas mais ativas de locomoção sempre que possível, como caminhar ou pedalar.

“Caminhar e pedalar são as formas de transporte mais sustentáveis e são associadas com um grande número de reconhecidos benefícios para a saúde”, diz a pesquisa. Veja alguns benefícios comprovados abaixo:

- Aumenta a saúde mental;
- Melhora o humor;
- Reduz o risco de morte prematura;
- Ajuda a emagrecer;
- Previne doenças crônicas como hipertensão, diabetes, osteosporose, depressão e câncer;

Apesar de defender a bicicleta e a caminhada sempre que possível, o estudo entende que para trajetos mais longos, o transporte público deve ser usado para evitar o uso do automóvel. “Combinar meios ativos (bicicleta e caminhada) com o transporte público pode ajudar a população a atingir o nível de atividade física diária recomendada”, dizem os pesquisadores.

Com esses resultados cientificamente comprovados, a Associação Média Britânica sugere um maior investimento do governo na criação de incentivos para as formas mais ativas de transporte, não fazendo do automóvel a melhor opção para viagens curtas dentro das cidades.

Agora, sabendo que usar o carro na maior parte do tempo faz mal para a saúde, não chegou a hora de racionalizar e repensar o estilo de vida que levamos? Não seria hora de começar a usar mais o transporte público da cidade, começar a pedalar para trajetos curtos ou até começar a caminhar para alguns compromissos? A sua saúde certamente vai agradecer! :)

>> Veja a pesquisa na íntegra (PDF em inglês)


Postado em 6 de julho por Eu Vou de Bike

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Camisas e pontuação do Tour de France


Imagem do Tour de France de 2009

Uma das grandes tradições do Tour de France é a possibilidade de os ciclistas usarem camiseta especiais de acordo com suas conquistas na prova.

Além de ser um motivo de orgulho pessoal, usar uma camisa diferente do resto do grupo também serve para facilitar na identificação dos ciclistas favoritos e/ou que estão nos primeiros lugares da classificação geral.

Veja abaixo uma explicação sobre o significado de cada camisa especial do “Tour de France”:

A camiseta amarela

A camiseta amarela (“maillot jaune”) é atribuída ao primeiro corredor em tempo individual na classificação geral e é a camiseta de maior prestígio no Tour de France. Ela foi criada em 1919, em referência ao papel amarelo do jornal L’Auto.

É atribuída calculando-se o tempo total gasto por cada corredor, isto é, adicionando-se os tempos de cada etapa. O corredor com o menor tempo é considerado o líder no momento, e, ao final do evento, é declarado o vencedor geral do Tour de France.

A camiseta verde

A camiseta verde (“maillot vert”) foi criada em 1953, em comemoração aos 50 anos do primeiro Tour de France, e é atribuída ao primeiro corredor na classificação individual por pontos (sprints). Ao final de cada etapa, ganham-se pontos quando se termina a etapa nos primeiros lugares. O número de pontos depende do tipo de etapa – mais pontos se a etapa for plana, um pouco menos se for intermediária, ainda menos se for de montanha e o mínimo em etapas contra o relógio.

Também atribuem-se uns poucos pontos ao corredor que alcança primeiro certos pontos intermediários, assim como um bônus em segundos para o concurso da camiseta amarela, mas são geralmente tão poucos que não representam muita coisa no resultado final. No entanto, têm um papel preponderante durante a primeira semana, antes das etapas de montanha, quando os corredores estão relativamente próximos na classificação geral.

A camiseta branca com bolas vermelhas

A camiseta branca com bolas vermelhas (“maillot à pois”) é atribuída ao primeiro corredor na classificação em etapas de montanha; no topo de cada montanha do Tour, atribuem-se pontos aos primeiros a chegar no topo.

As subidas são classificadas em categorias de 1 (mais difícil) a 4 (menos difícil) de acordo com seu grau de dificuldade, onde são levados em conta o declive e o comprimento da subida. Uma quinta categoria, chamada categoria especial, é reservada às montanhas ainda mais difíceis que as da primeira categoria.

O primeiro corredor em uma subida de quarta categoria recebe 5 pontos, enquanto o primeiro de uma subida categoria especial recebe 40. Em uma subida de quarta categoria, somente o 2° e o 3° colocados, além do primeiro, ganham pontos. Em uma subida de categoria especial, os 15 primeiros são recompensados.

Apesar de o melhor ciclista em montanha ser distinguido desde 1933, foi somente em 1975 que a camiseta branca com pontos vermelhos foi introduzida para identificá-lo. As cores foram decididas pelo patrocinador da época, Chocolates Poulain, para combinar com um de seus produtos mais populares.

A camiseta branca

A camiseta branca (“maillot blanc”) segue os mesmos critérios da camiseta amarela, mas somente disputada por corredores com idade máxima de 25 anos em 31 de dezembro do ano em questão.

A categoria, criada em 1975, introduzida como forma de reconhecer o desempenho dos ciclistas mais jovens, foi temporariamente extinta em 1998, mas novamente reintroduzida pouco tempo depois. Poucos são os competidores que se podem orgulhar de ter vestido as camisetas amarela e branca no mesmo ano.


Postado em 2 de julho por gugamachado

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Então sua bicicleta foi roubada…

Hoje estamos aqui para tratar de um assunto infelizmente muito recorrente em nossos dias. Com o aumento do uso da bicicleta como meio de transporte e de lazer no Brasil, em especial nas grandes capitais, aumentou também o número de furtos e roubos.

Antigamente, os criminosos não tinham muita noção dos valores das bicicletas, e achavam que bicicleta não era algo muito lucrativo, pois era coisa de “gente pobre”…

Infelizmente, eles descobriram que uma boa parte das bicicletas tem um valor considerável, algumas chegando a custar o valor de um automóvel! E mais infelizmente ainda, existe um grande comércio para este tipo de crime no Brasil, principalmente através de sites que vendem peças com preços muito abaixo dos de mercado, claramente suspeitos…

Então, aqui fica o primeiro alerta: se encontrar um site destes, fique atento! Pois se diminuirmos o comércio, diminui também a demanda por roubos e furtos…Ou seja: comprar bicicletas e peças, só com procedência idônea comprovada!

Então, sua bicicleta foi roubada… Depois de se recuperar do susto inicial e do sentimento de “soco no estômago”,  além do sentimento de impotência e de injustiça, a gente deve por a cabeça no lugar e começar a agir racionalmente com o foco de recuperar nossa querida amiga e companheira de todos os dias.

A boa notícia é que hoje em dia existem alguns recursos que podem permitir com que recuperemos nossa bicicleta. Obviamente, em primeiro lugar, existem algumas manobras preventivas que são:

- procurar não chamar atenção, até cobrindo a marca da bicicleta, e/ou utilizando outros recursos para disfarçar o valor da mesma;

- se for uma bicicleta com um valor significativo, você pode fazer um seguro da mesma;

- evitar pedalar em lugares notoriamente perigosos, onde já tenham havido outros roubos;

- evitar parar a bicicleta na rua, mesmo que bem presa. Mas se precisar fazê-lo, procurar amarrá-la através de bons cadeados e travas (tipo “U-Lock, por exemplo. Aqui, siga a dica de ciclistas mais experientes e procure comprar a melhor trava que seu dinheiro permita) em locais bem iluminados e com bastante visibilidade e trânsito de pessoas.

No caso do roubo/ furto consumado, você pode seguir alguns passos no sentido de ter sua magrela de volta!

Inicialmente, você deve registrar um Boletim de Ocorrência Policial na delegacia de sua região. Atualmente, esta manobra ficou bem mais fácil, e se não houver violência, em muitos casos pode até ser realizada “online”. Lembre-se de registrar todas as características possíveis da bike, e principalmente o número de série e fotos. Aliás, se você não tem estes dados com você, pare de ler este post agora e vá anotar o número de série da sua bicicleta, bem como fazer algumas fotos! O número de série da bicicleta geralmente se encontra embaixo do quadro, na região do movimento central (onde ficam instalados os pedais). Procure verificar se no local onde ocorreu o fato havia alguma camera de segurança, e registre também esta informação.

Inclusive com este número de série, você pode e deve fazer mais uma manobra preventiva: registrar sua bike num site especializado, tal como o Bike Registrada. Nós já tratamos dele neste post.

Após a ocorrência, você deve registrar o fato neste mesmo site, bem como em outros sites especializados na situação de roubos, tais como o “Bicicletas Roubadas”. Nestes registros, inclua o máximo de informações que puder.

Vasculhe anúncios de sites como “Mercado Livre” ou “Craigslist” para ver se encontra sua bicicleta. Parece loucura, mas já ouvimos situações onde bicicletas roubadas foram comercializadas nestes tipos de sites…Importante: se você conseguir encontrar sua bicicleta, contate a  polícia!!! Não tente dar “uma de herói” pois estes criminosos podem ser muito perigosos e violentos! Se você encontrar sua bicicleta num destes sites, faça um novo endereço de e-mail falso e finja ser um comprador interessado, tentando obter informações sobre e-mail e número de telefone do vendedor para que você pode passar para a polícia.

Espalhe a notícia sobre sua bicicleta roubada ao longo de suas redes sociais, bem como a de amigos. Ciclistas costumam ser muito “parceiros”, principalmente nestas horas! Poste uma foto bem nítida de sua bicicleta no Facebook e no Twitter e peça para que  seus amigos compartilhem. Quanto “mais olhos” você  tiver nas ruas à procura de sua bicicleta, maiores são as chances de encontrá-la!

Esperamos que este seja um post preventivo, e que você nunca necessite de utilizar as dicas que demos aqui…

Já anotou o número de série de sua bicicleta e registrou? Não? Então vai lá!!!


Postado em 25 de junho por leandro

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As influências climáticas na pedalada

Bicicleta na Chuva

Costumamos dizer que um dos maiores inimigos do ciclista é o clima, desde que este nos pegue despreparados!

Numa cidade como São Paulo, as vezes vivemos as quatro estações no mesmo dia!

O sol pode castigar o ciclista e a chuva pode esconder buracos no asfalto e ainda atrapalhar na hora de usar o freio. Portanto, esteja preparado para as mudanças climáticas e saiba como evitar acidentes nas mais variadas condições.

Quando pedalamos em dias ensolarados, é comum que o nível de raios ultra-violeta aumente, por isso é muito recomendado usar óculos com proteção aos raios UV. Além disso, o óculos também protege contra pequenos detritos do asfalto, levantados pelos carros que passam, até pequenas folhas, galhos e poeira, como já comentamos no post sobre equipamentos recomendados para uma pedalada mais segura.

Em dias de sol, o ciclista também deve dar atenção especial à hidratação do corpo, que acaba perdendo muito mais líquidos em dias quentes. A pele deve ser sempre protegida com creme ou gel bloqueador solar. Não se esqueça da nuca, que fica muito exposta na bicicleta, e também dos braços e mãos, caso não esteja usando luvas. Usar roupas claras também ajuda a dissipar o calor.

Pedalar na chuva é possível, mas você deve tomar cuidado redobrado. Com o chão molhado, reduza sempre a velocidade. Além de diminuir a visibilidade e a audição tanto do ciclista quanto do motorista, a pista molhada reduz a aderência dos pneus ao solo, fazendo com que a distância de frenagem da bicicleta aumente ou se torne irregular. Por isto, nesta situação, utilize o freio delicadamente.

Se houver muita água acumulada na pista, tome cuidado e desvie das poças, que podem esconder algum buraco no asfalto. Quando chove, o ciclista também deve ter cautela ao passar sobre paralelepípedos, tampas de bueiros e sinalização pintada no solo, que se tornam um “sabão” quando molhados. Ao pedalar durante a noite ou sob chuva, utilize sempre um farolete de iluminação para aumentar sua segurança. E capacete sempre, né?!

Com essas dicas, você vai ver como é possível pedalar sob as mais adversas condições. Mesmo que você não planeje pedalar na chuva, nunca se sabe quando o tempo vai virar e às vezes pode ser impossível fugir do temporal.


Postado em 18 de junho por Eu Vou de Bike

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Características de uma bicicleta urbana

Por sugestão de nossa leitora Mariane, decidimos reunir neste post as principais características de uma bicicleta urbana, bem como os equipamentos obrigatórios e os desejados para uma melhor performance na cidade.

Com a recente especialização que o mercado das bicicletas vem experimentando, é possível adquirir uma bicicleta completamente concebida e manufaturada para o uso urbano como meio de transporte. Mas aqui no Brasil, infelizmente, isto ainda está muito longe da realidade, e o mais comum é encontrarmos bicicletas “adaptadas” para o uso na cidade, quando muito!

Na maioria dos casos, seja pela falta de informação ou de recursos, o que encontramos são mountain bikes, bicicletas utilitárias (aquelas com geometria para transportar grandes cargas), algumas estradeiras mais antigas e por aí vai. Todas elas executam a tarefa de nos transportar, mas se podemos realizar algo com mais conforto e eficácia, por que não?

A bicicleta é comprovadamente o melhor meio de transporte para distâncias até 7 km, aproximadamente. Lógico que ela pode ser utilizada em distâncias maiores, como também pode ser utilizada comutada com outros meios de transporte, tais como ônibus, trens, metrôs, e até carros.

Agora para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte, algumas características mínimas são bem aceitáveis, a saber:

- geometria adequada, fornecendo uma posição mais “ereta” ao ciclista (upride), com isto possibilitando maior conforto e mais visibilidade, tanto do ciclista propriamente dito, quanto a percepção deste por parte dos outros integrantes do trânsito.

- pneus mais finos (de 1.0 a 1.5 polegada) e lisos, ou seja, sem os cravos tão comuns nas mountain bikes. Os pneus podem ser também do tipo híbridos, em que o centro do pneu é liso e a lateral contém alguns cravos baixos. Se o aro for 700 ao invés do 26 (mais comum) também teremos um rodar mais confortável e regular.

- bagageiro, que pode ser dianteiro, traseiro, ou mesmo, dependendo da necessidade de carga no transporte, bagageiros dianteiros e traseiros. Inclusive estes podem conter alforges, que protegem melhor nossa carga.

- paralamas dianteiro e traseiro, para evitar a provável “sujeira” que a cidade contém e que fatalmente nos atinge.

- protetor de corrente: para permitir a utilização de roupas “normais” em nossas idas e vindas aos compromissos.

- transmissão interna no cubo traseiro, evitando assim, mecanismos complexos expostos, e diminuindo a necessidade de manutenção periódica.

Como itens obrigatórios pelo código nacional de transito (CONTRAN, art. 105), temos que ter:

- a campainha;

- sinalização reflexiva noturna dianteira (cor branca):

- sinalização reflexiva noturna traseira (cor vermelha);

- sinalização reflexiva nos pedais, e

- espelho retrovisor do lado esquerdo.

Esperamos com estas informações ajudar a tornar seu pedal urbano mais eficiente e agradável.

E lembre-se: sempre que possível, vá de bike! E não se esqueça de usar os itens de proteção individual: capacete, luvas e óculos.

Por Guga Machado, com a colaboração de Leandro Valverdes, sócio-proprietário da loja especializada em bicicletas urbanas, a Ciclo Urbano. Agradecimentos também a Biketime


Postado em 11 de junho por Eu Vou de Bike

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Saiba como remendar a câmara da bicicleta

Continuando a série de posts sobre emergências mecânicas e manutenção de bicicletas, mostraremos como realizar um reparo (remendo) na câmara do pneu da bike.

Para saber como retirar a roda envolvida, chegando até a câmara, leia nosso post anterior.

Você vai precisar dos instrumentos abaixo, facilmente encontrados nas bikeshops e magazines de esporte:

Após ter acesso a câmara, a primeira coisa a fazer é identificar o furo. O ideal é até marcá-lo de alguma forma (uma caneta, por exemplo).

Uma vez identificado o furo, você deve deixar a câmara totalmente esticada (veja melhor no filme abaixo) utilizando o dorso da mão como apoio. Se o furo for pequeno e ela ainda estiver ligeiramente inflada, não há problema. Com isto, a câmara fica mais apoiada, tomando a forma do dorso da mão.

Feito este passo, pegamos a lixa (que acompanha a maioria dos kits de reparo de câmara disponíveis no mercado) e realizamos uma raspagem da área do furo, para retirar qualquer tipo de impureza que possa a vir impedir a boa fixação do remendo.

Note que uma vez fixada a câmara no dorso da mão, o ideal é que ela não seja mais solta, para que não haja a possibilidade de “perder” de vista a área preparada.

Em seguida, iniciamos a aplicação da cola (que acompanha a maioria dos kits de reparo de câmara disponíveis no mercado) utilizando o próprio corpo da embalagem da cola para a aplicação. Devemos evitar o uso do dedo na aplicação, para que a gordura da mão não “contamine” a área do reparo, minimizando a adesividade do remendo.

Após a aplicação, aguardamos a secagem da cola, que pode variar de acordo com o fabricante. Uma dica é perceber através da diminuição do “brilho” da mesma. Geralmente quando ela é aplicada ela fica brilhante, e na medida em que sua secagem se processa ela vai ficando “opaca”. A perda do brilho então indica o ponto de secagem ideal e a partir deste prosseguimos com nosso reparo.

Durante esta secagem a câmara pode ser retirada da posição em que estava, podendo “descansar” em alguma superfície plana, evitando contato com a região do reparo.

Após a secagem da cola, utilizamos então o “remendo” propriamente dito (que acompanha a maioria dos kits de reparo de câmara disponíveis no mercado, e em São Paulo é chamado de “estrelinha”), normalmente oferecido em tamanho único ou como uma peça grande cujo tamanho é definido no momento da aplicação, ao recortar a medida que for necessária. Este último é mais incomum, mas também presente no mercado.

Retire então a película protetora do remendo, evitando contato com a área adesiva do mesmo. Voltamos a “enrolar” a câmara da maneira anterior (no dorso da mão) de modo a termos o apoio da região a ser remendada e a seguir aplicamos o remendo com a outra mão no local previamente preparado.

Após a colocação do remendo, retire a película de proteção superior do mesmo, passando o dedo “por cima” do remendo para evitar imperfeições.

Agora é só encher a câmara e o remendo está concluído. Os procedimentos de montagem da câmara no pneu e da roda na bicicleta estão em nosso post anterior.

Acompanhe abaixo o vídeo com o “passo-a-passo”:

Bicicleta: Houston Mercury HT
Oficina: Biketime
Mecânico: José Maria



Próxima