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Blog Vou de Bike

Postado em 21 de julho por Eu Vou de Bike

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Alongando para pedalar

O alongamento no ciclismo, assim como em outras atividades físicas, é algo extremamente importante, apesar da recente polêmica que desautoriza esta prática. Na verdade, o que os pesquisadores entenderam é que é melhor não alongar do que alongar errado e correr o risco de uma lesão.

Nosso intuito então é fornecer algumas informações básicas sobre esta prática, principalmente para quem vai usar a bicicleta como meio de transporte e/ou passear. Portanto, se sua finalidade é esportiva, existem outros procedimentos mais adequados a você.

O ideal é alongar antes e depois do exercício, por um período de até 15 segundos por movimento.

Boas esticadas!

Alongando a Panturrilha ( a “batata da perna”)

Posição Inicial (PI)

Posição Final (PF)


obs: note que a diferença da P.I. p/ a P/F. é o calcanhar encostado no chão. Lembre-se também de alongar as duas pernas.

Alongando o quadríceps

1-) Parte Anterior:

Neste alongamento, a posição inicial (PI) é igual à posição final (PF).

obs: fazer o movimento com as duas pernas.

2-) Parte Posterior:

Neste alongamento, a posição inicial (PI) é igual à posição final (PF).

obs: fazer o movimento com as duas pernas.

3-) Parte Interna:

Num movimento único, direcione seus joelhos para baixo.

4-) Parte Externa:


obs.: traga seu joelho o mais próximo do peito, e não se esqueça de fazer o movimento com ambas as pernas.

Alongando a Lombar (região das costas)

Posição Inicial (PI) : mantenha seus pés afastados, na linha do ombro.

Posição Final (PF): com os joelhos semi-flexionados, curve-se em direção aos pés. As mãos não precisam necessariamente tocar os pés, pois a amplitude do movimento é individual, ou seja, cada um alonga o quanto puder. A idéia é que com o tempo, esta amplitude vá aumentando, até conseguirmos tocar nossos pés.

Detalhe dos joelhos semi-flexionados.

Alongando os Ombros

Posição Inicial (PI)

Posição Final (PF)


Aproxime seu braço de seu peito. Lembre-se de executar o movimento com os dois braços!

Alongando o Tríceps

P.I.: palma da mão posicionada nas costas.

P.F. : puxar o cotovelo com a mão. Lembre-se de alongar os dois braços.

Alongando o Bíceps

Neste alongamento, a posição inicial é a mesma da posição final. Lembre-se de alongar também o polegar.

Alongando o Peitoral

P.I.:

P.F. : após adotar a posição inicial (P.I.), gire seu tronco.

Note que você pode realizar estes alongamentos em qualquer local, independente de qualquer equipamento.

Agradecemos a academia Força Vital e o professor Glauco Godoi (CREF 071.447) pelas informações.


Postado em 14 de julho por gugamachado

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Bicicletas Dobráveis: Um dia você ainda vai ter uma!

                                         

Você pode ter estranhado um pouco o título, mas se você usa ou pretende usar a bicicleta como meio de transporte e mora em um grande centro urbano, não há como escapar desta realidade. No mínimo pela escassez de vagas para parar a bike com segurança e tranqüilidade, pois com uma dobrável esta necessidade de vagas é praticamente eliminada, uma vez que você pode levá-la consigo até o seu destino final. E no máximo pela praticidade de combinar com outros modais de transporte que estas bicicletas proporcionam.

Assim, nós procuramos utilizá-la em 3 modalidades:

- como meio de transporte, pedalando ela até o destino final;

- como lazer, levando ela no porta-malas do carro, em viagem;

- como meio de transporte, comutando ela com o metro.

Como meio de transporte único, nosso trajeto selecionado foi de aproximadamente 14 kms de ida e volta , com uma altimetria bem variada, com algumas subidas razoáveis, ponto fraco de quase todas as dobráveis, devido ao tamanho do pneu, a geometria da bike, e a quantidade de marchas. Aliás, uma primeira dica para quem vai se iniciar no mundo das dobráveis, é sempre que possível, selecionar um trajeto com menos subidas, nem que isto signifique um aumento no tamanho do trajeto.

O percurso, como todo pedal urbano, deve ser feito com atenção e agilidade e para isto a dobrável  se mostrou ótima, uma vez que ficamos numa posição elevada na bike, o que não só privilegia a visão do trânsito, bem como também somos mais visíveis aos motoristas, diminuindo a chance de acidentes.

Ao chegar no local de destino, vem a facilidade de não ter que ficar “lutando” para estacionar a bicicleta, uma vez que, infelizmente, vagas para bicicletas são coisa ainda rara…

É só dobrar e levá-la com você, deixando-a em algum local conveniente, durante seu expediente. Finalizando, é só montá-la e rumar ao seu destino. Muito prático, não?

Claro que, devido ao tamanho do pneu e a geometria do quadro, esta categoria de bicicletas não é afeita a grandes distâncias, nem a grandes subidas, como já dissemos. Quem nunca andou numa certamente vai estranhar a aparente instabilidade, onde quase toda a irregularidade do terreno é transmitida ao ciclista. Porém este é um detalhe que com o tempo acabamos nos acostumando, pois a praticidade dela sempre vai “falar mais alto”.

Como lazer, utilizamos ela numa viagem ao litoral, para conhecer melhor o sistema cicloviário da cidade de Santos, no litoral paulista. Assim, ela foi acondicionada numa ”sacola” , em meio a outras bagagens, como se fosse mesmo mais um volume a ser transportado, evitando o uso de trans-ciclos, e assim, mostrando mais uma vez a sua praticidade.


Ao chegar no local de destino, mais uma vez é só proceder a (rápida) montagem, e daí é só alegria!

Outro uso recomendado é o recreacional, pedalando, por exemplo, nas Ciclo-Faixas de Lazer que começam a se espalhar pelo Brasil.

Finalmente, em nosso ponto de vista, a grande vantagem das dobráveis aparece quando utilizamos ela comutada com outro meio de transporte. Em nosso caso utilizamos o metro da cidade de São Paulo. Como a maioria já sabe, o metro de SP é “cicloamigável” e dispõe de algumas regras para a utilização da bicicleta. Porém, no nosso caso, nosso compromisso estava fora do horário permitido para transporte das bicicletas nos vagões, o que nos fez utilizá-la como se fosse um volume qualquer a ser transportado conosco, tal como uma mala, ou uma grande mochila.

Aqui a dica é desmontar e acondicionar a bicicleta longe da fiscalização, que em alguns casos pode “implicar” dizendo que naquele horário não é permitido o transporte de bicicletas. Quando você chega no guichê para adquirir o bilhete, com a bicicleta já desmontada e guardada em sua sacola, ninguém mais pode reclamar, uma vez que ela se torna uma bagagem como outra qualquer. Talvez um pouco grande e inadequada para os horários de pico. Aliás, nunca tivemos esta experiência, mas temos certeza que ela não deve ser das melhores, uma vez que nestes horários até as pessoas têm dificuldade em serem transportadas…
Enfim, esperamos com este post contribuir e incentivar cada vez mais a bicicleta como meio de transporte, o que , no caso das dobráveis, tem se mostrado como uma solução muito favorável!
Em breve testaremos uma bicicleta dobrável aro 16, e  até uma aro 24. Iremos trazer também alguns depoimentos de uso. Soubemos, por exemplo, de um caso onde uma dobrável foi utilizada numa prova do tipo Audax, onde a resistência do equipamento e do ciclista é levada ao limite, devido a quilometragem da mesma! No caso foram 300 kms!!!
Deixe seus comentários, experiências de uso e considerações por aqui, pois eles são sempre bem vindos!

Postado em 7 de julho por Eu Vou de Bike

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Por uma vida mais feliz e mais intensa

Nada melhor do que terminar a semana com um incentivo a mais para pedalar. Apesar de meio antigo, o vídeo abaixo é um dos mais belos que já publicamos aqui no Eu Vou de Bike e certamente vai te dar aquele empurrãozinho que faltava para pegar a bicicleta e sair explorando a cidade por aí!

Batizado de Holstee Manifesto, o vídeo é um chamado para uma vida mais criativa, cheia de paixões e boas intenções. Segundo a descrição do vídeo no YouTube:

“Enquanto procuramos viver em um estilo de vida que deixa impactos positivos nas pessoas e no mundo ao nosso redor, a bicicleta se tornou uma paixão que é muito mais que uma alternativa de transporte. É uma maneira de viver intensamente todos os detalhes da cidade que amamos”.


Postado em 1 de julho por gugamachado

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Você sabe o que é “Ciclocross”?

Se você pedala de Mountain Bike (MTB) já deve ter se imaginado pedalando uma Speed, em especial numa daquelas estradas sem fim…E se você pedala de Speed, certamente já quis fazer uma trilhazinha de leve, ou mesmo uma estradinha de terra batida…

Agora imagina uma bike que “aguenta o tranco” nas duas modalidades!

Conheça o Ciclocross (Cyclo-cross ou CX para os íntimos) !!!

A origem desta modalidade é meio confusa: tem uma escola que diz que este estilo de pedalar surgiu no início do século passado, quando os ciclistas de estrada europeus disputavam uma espécie de “vale tudo” para chegar de uma cidade a outra, podendo cortar por fazendas e campos, pular porteiras, e por aí vai! Outra escola diz que este tipo de pedal surgiu um pouco mais pra frente, nos anos 40, onde os atletas das grandes voltas européias (Tour de France, Volta da Itália, etc), para não ficar parados após o término da temporada e com a chegada do inverno, selecionavam circuitos fechados e mais curtos (de 2,5 a 3,5 kms), porém com vários obstáculos a transpor (a própria neve inclusive), de modo a se manterem minimamente em forma para a próxima temporada.

Esta prática foi caindo nas graças de vários atletas e ciclistas comuns, e hoje virou uma verdadeira febre, gerando espetáculos bem interessantes de se acompanhar, devido ao inusitado de ver uma bicicleta do tipo “speed” (na verdade de perto ela é bem diferente – vamos tratar disto mais a frente) cheia de lama, muitas vezes sendo carregada nas costas do ciclista!

 

 

Outra coisa que atrai o público é que as provas são curtas, durando de 30 minutos a no máximo uma hora, e os circuitos são acessíveis, uma vez que os obstáculos na maioria das vezes são construídos artificialmente, e a pista é curta com uma altimetria baixa, para tornar a competição mais dinâmica.

Esta modalidade é muito forte na Europa, em especial na Bélgica, na França e na Holanda, onde as competições costumam acontecer de setembro a janeiro. O Campeonato Mundial (pela UCI) ocorre em janeiro, e os Estados Unidos e o Canadá também costumam participar, com transmissão pela ESPN (Brasil também).

O competidor deve possuir habilidades de MTB, endurance e corrida do tipo “cross-country” e é permitido a ele total apoio mecânico, e até troca da bicicleta inteira, se for este o caso. Inclusive muitos ciclistas optam por isto uma vez que a bike, durante a prova, é muito “judiada”, ficando por vezes coberta de lama!

Então, se você gosta de lama, esta é a sua modalidade!

No próximo post falaremos sobre equipamento e técnicas de pilotagem!


Postado em 30 de junho por Eu Vou de Bike

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Camisas e pontuação do Tour de France

A 103ª edição do  Tour de France  , inicia no próximo sábado dia 2 de julho com um novo percurso e etapas: além d0s muitos trechos de montanha, as provas de contrarrelógio ganharam mais relevência Neste ano serão duas etapas: a 13ª e a 18ª. Neste ano também a volta passará pela Suíça , nas 16ª e 17ª etapas.

Uma das grandes tradições do Tour de France é a possibilidade de os ciclistas usarem camiseta especiais de acordo com suas conquistas na prova.

Além de ser um motivo de orgulho pessoal, usar uma camisa diferente do resto do grupo também serve para facilitar na identificação dos ciclistas favoritos e/ou que estão nos primeiros lugares da classificação geral.

Veja abaixo uma explicação sobre o significado de cada camisa especial do “Tour de France”:

A camiseta amarela

A camiseta amarela (“maillot jaune”) é atribuída ao primeiro corredor em tempo individual na classificação geral e é a camiseta de maior prestígio no Tour de France. Ela foi criada em 1919, em referência ao papel amarelo do jornal L’Auto.

É atribuída calculando-se o tempo total gasto por cada corredor, isto é, adicionando-se os tempos de cada etapa. O corredor com o menor tempo é considerado o líder no momento, e, ao final do evento, é declarado o vencedor geral do Tour de France.

A camiseta verde

A camiseta verde (“maillot vert”) foi criada em 1953, em comemoração aos 50 anos do primeiro Tour de France, e é atribuída ao primeiro corredor na classificação individual por pontos (sprints). Ao final de cada etapa, ganham-se pontos quando se termina a etapa nos primeiros lugares. O número de pontos depende do tipo de etapa – mais pontos se a etapa for plana, um pouco menos se for intermediária, ainda menos se for de montanha e o mínimo em etapas contra o relógio.

Também atribuem-se uns poucos pontos ao corredor que alcança primeiro certos pontos intermediários, assim como um bônus em segundos para o concurso da camiseta amarela, mas são geralmente tão poucos que não representam muita coisa no resultado final. No entanto, têm um papel preponderante durante a primeira semana, antes das etapas de montanha, quando os corredores estão relativamente próximos na classificação geral.

A camiseta branca com bolas vermelhas

A camiseta branca com bolas vermelhas (“maillot à pois”) é atribuída ao primeiro corredor na classificação em etapas de montanha; no topo de cada montanha do Tour, atribuem-se pontos aos primeiros a chegar no topo.

As subidas são classificadas em categorias de 1 (mais difícil) a 4 (menos difícil) de acordo com seu grau de dificuldade, onde são levados em conta o declive e o comprimento da subida. Uma quinta categoria, chamada categoria especial, é reservada às montanhas ainda mais difíceis que as da primeira categoria.

O primeiro corredor em uma subida de quarta categoria recebe 5 pontos, enquanto o primeiro de uma subida categoria especial recebe 40. Em uma subida de quarta categoria, somente o 2° e o 3° colocados, além do primeiro, ganham pontos. Em uma subida de categoria especial, os 15 primeiros são recompensados.

Apesar de o melhor ciclista em montanha ser distinguido desde 1933, foi somente em 1975 que a camiseta branca com pontos vermelhos foi introduzida para identificá-lo. As cores foram decididas pelo patrocinador da época, Chocolates Poulain, para combinar com um de seus produtos mais populares.

A camiseta branca

A camiseta branca (“maillot blanc”) segue os mesmos critérios da camiseta amarela, mas somente disputada por corredores com idade máxima de 25 anos em 31 de dezembro do ano em questão.

A categoria, criada em 1975, introduzida como forma de reconhecer o desempenho dos ciclistas mais jovens, foi temporariamente extinta em 1998, mas novamente reintroduzida pouco tempo depois. Poucos são os competidores que se podem orgulhar de ter vestido as camisetas amarela e branca no mesmo ano.


Postado em 23 de junho por gugamachado

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Ciclocross – Equipamentos e Técnicas!!!

Semana passada postamos aqui  uma explicação geral sobre o que é o Ciclocross. Depois da ótima repercussão, combinamos de nos aprofundar falando hoje sobre equipamentos e algumas técnicas de pilotagem!

A Bicicleta

Aproveitamos a ocasião para lançar em primeira mão a AUDAX Flanders !!!

Ela é a primeira ciclocross nacional e já está super em sintonia com o que há de mais moderno na modalidade. Sendo assim, nós vamos usá-la de exemplo sobre algumas características desejáveis nas bikes destinadas a este tipo de pedal.

Na sua essência, uma bike de CX é uma Speed. Porém, um olhar mais cuidadoso, vai notar várias características únicas, que buscam melhorar muito a performance “off-road” da bike!

Uma primeira e mais chamativa característica são os pneus, mais largos e com “cravos”, podendo vencer trilhas e obstáculos com facilidade, porém mantendo a agilidade de uma bicicleta de estrada.

A segunda característica que a separa de uma Speed é o garfo dianteiro mais largo, para absorver melhor os impactos, comuns nesta modalidade. Note também que o “cockpit” da bike (guidão e demais componentes) é ligeiramente mais largo que o convencional, para facilitar a pilotagem.

Além da geometria do quadro, que no caso da Flanders é de fibra de carbono, o que torna a bike mais leve e confortável, a transmissão é “mais leve” ( 36-46) que numa Speed convencional, para facilitar as frequentes subidas e arranques neste tipo de prova. Note também que o sistema de encaixe da sapatilha é o sistema de Mountain Bike (padrão Shimano SPD), o que facilita a limpeza do pedal, e diminui também o acúmulo de lama.

Mais uma tendência internacional, é a presença de freios a disco na bike, que vieram substituir os tradicionais “cant-levers”. Os freios a disco têm a grande vantagem de, além de sua maior eficiência (desde que sejam de boa qualidade, é claro), acumularem menos resíduos, mantendo seu poder de frenagem intacto ao longo da prova. No caso da AUDAX Flandres, os mesmos são hidráulicos, o que facilita também o manuseio!

Para encerrar, é desejável que a bike tenha “o menos cabos e conduítes expostos” possível, uma vez que, além da desregulagens naturais presentes numa prova deste tipo, é comum que o ciclista conduza a bike no seu ombro por longos trechos, passando inclusive por muros e paredes segurando a bike. E o fato de não ter cabos expostos para “enroscar”, sem dúvida nenhuma constitui uma enorme vantagem na hora do perrengue!

Técnicas de Pilotagem e Acessórios

Aqui é o contrário: em sua essência, as técnicas e acessórios do Ciclocross são do Mountain Bike (MTB). Assim, o vestuário é o mesmo do MTB, com destaque para maior proteção na região dos braços (com os chamados “manguitos”) e capacetes mais seguros, bem como óculos de proteção (se possível em policarbonato) e luvas (se possível, de “dedos longos”). Lembrando também que as sapatilhas são de MTB, com solado com cravos. Como na Europa esta modalidade é praticada no inverno, é comum o uso de uma “segunda pele” (calça e blusa) sobre o uniforme de ciclismo.

As técnicas de pilotagem são quase as mesmas do MTB, com muitos pulos do tipo “bunny hop”, onde técnica e experiência contam muito! Dependendo do obstáculo a ser vencido, é comum desmontar da bike, encaixá-la no ombro direito, e vencer o obstáculo, que pode ser desde um simples muro, até uma “parede de alpinismo”. É comum também terem escadas no circuito, assim como os tradicionais “single tracks”. Assim, é desejável que o ciclista tenha um bom condicionamento do tipo “endurance”, além de alguma técnica de corrida rústica.

E aí? Se animou para experimentar esta modalidade? Quem sabe em breve temos uma prova destas em nossas praias????


Postado em 22 de junho por gugamachado

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Pátio Paulista celebra os festejos juninos com nova edição do Pedalando com o Pátio!

A tradição dos festejos juninos que tomam conta da cidade no mês de Junho, estendendo-se muitas vezes até Julho, inspirou a nova edição do Pedalando com o Pátio – passeio de bike pelos principais pontos turísticos da região central de São Paulo, promovido pelo Shopping Pátio Paulista. O visual caipira estará presente pela camiseta especial da edição, que traz o conhecido xadrez, além da caracterização típica dos próprios inscritos.

Marcado para o dia 26 de junho, às 8h, o passeio começa na saída do Shopping e segue em direção ao centro, com paradas no Pateo do Collegio, no Mosteiro São Bento, na Estação da luz, entre outros pontos do centro histórico, com previsão de término às 12h, totalizando cerca de 20km de extensão. O ponto de encontro é o estacionamento do empreendimento, no piso G3, com entrega dos kits a partir das 7h.

Todo o percurso é acompanhado por guias profissionais, inclusive, um fotógrafo, que registra os momentos e compartilha as imagens na fanpage do empreendimento.

As inscrições custam R$ 35 e são feitas pelo site do mall. Na página de inscrição, o interessado também pode locar bicicletas.

Para a gerente de marketing do Shopping, Cláudia Lima, esta edição, “além de valorizar as belezas da capital e propagar o uso da bicicleta, seja como meio de transporte alternativo, seja como uma atividade de lazer, também vai referendar uma das tradições de nossa cultura, as festas caipiras, que agradam a todos, independentemente da religião, e reúnem as delícias da nossa culinária simples”.

Serviço:

Quando: 26 de junho, com concentração as 7:00 e saída as 8:00

Onde: no estacionamento do Shopping Patio Paulista, piso G3

Como: inscrições a R$ 35,00, aqui

 


Postado em 21 de junho por Eu Vou de Bike

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Dicas para pedalar no frio


Ainda bem que no Brasil não chegamos a estes extremos

Pedalar no frio é muito legal e pode gerar momentos épicos e memoráveis, desde que estejamos bem equipados! Para um passeio confortável de bicicleta, sem a necessidade de cuidados especiais, consideramos a temperatura ambiente acima de 20 graus. Abaixo dela, e em algumas condições específicas, conforme vamos verificar ao longo deste post, nosso “pedal” precisa de alguns cuidados que vão de um simples colete do tipo “corta-vento” até roupas mais específicas e “pesadas”.

Lógico que a sensação térmica é muito subjetiva e pessoal e é comum encontrarmos ciclistas “só de camiseta” com 10 graus de temperatura, bem como outros “super agasalhados” com 18 graus de temperatura. A regra geral deve ser sempre o conforto e o bom senso!

Uma vantagem do inverno são as temperaturas mais amenas durante o dia, menos umidade e a ausência daquele “sol escaldante” para o pedal! Mas como desvantagens temos a falta de chuvas que, aliada ao chamado “efeito estufa” e condições de poluição atmosférica dos grandes centros urbanos, faz com que a qualidade do ar piore consideravelmente, muitas vezes até não sendo indicado exercícios ao ar livre. E nestas condições podemos sempre realizar o “ciclismo indoor”. O importante é não parar de pedalar!

Atualmente, temos uma grande variedade de equipamentos e acessórios que tornam o ato de pedalar em baixas temperaturas tão bom quanto no calor. São os chamados “equipamentos e roupas técnicas”. Mas tome cuidado: por serem equipamentos específicos, muitas vezes os preços atingem as alturas!

Pela nossa experiência, é possível se equipar adequadamente com um investimento bem razoável. E é lógico que não estamos falando de como os ciclistas “das antigas” faziam: colocar jornal por baixo da roupa! Acredite: isto funciona e já nos livrou de muitas “roubadas”!

Um erro muito comum é o uso do famoso moletom com camisa de algodão. Eles acumulam muita umidade produzida pela corpo e demoram a secar, o que pode causar assaduras, micoses e resfriado, devido ao contato constante com a roupa molhada de suor. Além disso, o moletom é geralmente muito folgado no corpo e pode enroscar em galhos, postes ou até na própria bicicleta, gerando até acidentes.

Roupas para o frio

Nas baixas temperaturas, o mais importante é se vestir “em camadas”, como uma cebola. Quando iniciamos a pedalada estamos “frios” e sentimos mais a necessidade de estarmos agasalhados. À medida em que vamos nos aquecendo, começamos até a sentir calor, e as camadas de roupas podem ser removidas aos poucos. Portanto, não adianta usar somente uma camiseta e um casaco pesado.

O ideal, então, é usar como “primeira pele” uma camiseta ou camisa do tipo “dry fit”, que absorve e expele o suor, um agasalho leve para aquecer, que pode ser do tipo “polartec” ou “fleece”, uma espécie de “moleton” moderno, que também atua como um “dry fit”. Neste tipo de agasalho, encontramos várias espessuras, que podem “segurar” tanto uma temperatura amena de uma manhã de outono, até quase um “frio polar”. Opte sempre pelo meio-termo. Por fim, um colete ou jaqueta do tipo “corta-vento”, de preferência impermeável. O importante é sempre manter a área do peito aquecida e protegida, para evitar problemas respiratórios.

Dependendo da temperatura, podemos utilizar gorros, toucas térmicas e até balaclavas. É muito importante proteger a região da cabeça, uma vez que ela é a grande responsável pela perda de energia térmica. Temos à disposição até “protetores de orelha”, geralmente feitos com o mesmo material do agasalho polartec acima.


Ciclistas preparados para o frio e chuva

Além dessas dicas, ainda há os chamados “tecidos inteligentes”. Os mais comuns nas lojas são os do tipo “termodry”, “coolmax”, “goretex” e “dryfit”. Converse sempre sobre as suas necessidades com o vendedor e procure comprar em lojas especializadas, que não necessariamente precisam ser de ciclismo, mas podem ser de “esportes outdoor”. Nestas lojas encontramos mais variedades de equipamentos, pois a necessidade dos alpinistas, caminhantes e demais praticantes de esportes outdoor no frio são muito parecidas com a do ciclista!

Além de tudo isto, ainda temos os tradicionais “manguitos” e “pernitos”, que são peças exclusivas para serem vestidas nas pernas e braços, como se fossem “grandes meias”. A vantagem deste equipamento é que ele é fácil de tirar e guardar. É muito comum vermos os ciclistas, em especial os mais experientes, se utilizarem deste vestuário, pois muitas vezes conseguimos até retirá-los e ou dobrá-los durante o pedal! Geralmente eles também são feitos nos materiais mencionados acima, pois sua função é a de aquecer.

Existe uma diferença entre o vestuário para aquecimento e o vestuário para proteção contra o vento. O ideal é compor o visual pensando nas duas situção. Uma dica é começar com roupas que aquecem (segunda pela, camisa de ciclismo, agasalho leve, manguitos e pernitos) e terminar com roupas que protegem do vento (jaquetas e coletes do tipo “corta-vento”), sempre lembrando das tradicionais luvas de dedo longo (que podem, sob frio muito intenso, ser de número maior acomodando uma luva térmica por baixo da luva de ciclismo), óculos e capacete.

No quesito calças (apesar da resistência de alguns quanto ao efeito “bailarina” – uma bobagem, por sinal), o ideal é usarmos a bermuda de ciclismo com os “pernitos”. Se a temperatura estiver muito baixa, podemos usar calças compridas do tipo “segunda pele”, com a bermuda de ciclismo por cima. Dependendo da temperatura, podemos usar o “overshoe” (ou cobre-sapatos), uma espécie de grande meias sem sola colocada sobre as sapatilhas, fazendo a ligação dos pés com as pernas, uma área geralmente descoberta e muito sensível.


Ciclista agasalhado e com protetor de orelha sob o capacete, mas de bermuda

Devemos nos lembrar também de usar protetor labial e, em pedaladas mais longas, colírios e/ou soro fisiológico para manter os olhos livres de ressecamento. E lembre-se sempre de retirar toda a roupa úmida e suja imediatamente após a pedalada.

Preparação

Pronto! Estou vestido, preparado e equipado para o pedal. Agora então é só pedalar. Não! No inverno, a necessidade do alongamento e aquecimento prévio é bem maior! Devemos prolongar o tempo do alongamento, e não a intensidade dos movimentos, aquecendo também as mãos e os pés.

Inicie com um pedal leve e, se possível, com a rotação bem elevada (acima de 90 RPM), utilizando uma marcha bem leve. Faça isto por 5 a 10 minutos. Lembre-se também de “desaquecer”, fazendo a mesma coisa ao final do pedal.

Mantenha sua hidratação sem alterações, com um gole generoso a cada 30 minutos, mesmo sem vontade de beber. Se o pedal for longo, aumente em cerca de 1/3 o que costuma levar para comer, pois no inverno costumamos sentir mais fome. Evite sair no início da manhã, quando as temperaturas ainda estão muito baixas, e durante a noite. O período mais propício para o pedal nestas condições é na hora do almoço, até o meio da tarde, para os que puderem.

Abaixo segue uma sugestão de equipamentos x temperatura:

- Frio Intenso (abaixo de 10 graus): segunda pele técnica com manga longa, camisa de ciclismo (se possível também de manga longa), blusa técnica (do tipo “fleece”), colete ou jaqueta “corta-vento”, calça térmica, bermuda de ciclismo, gorro ou balaclavas, luvas fechadas sobre luvas térmicas e over-shoes.

- Frio (entre 10 e 12 graus): segunda pele técnica com manga longa (ou manguitos), camisa de ciclismo (se possível também de manga longa), colete ou jaqueta “corta-vento”, calça térmica ou “pernito”, bermuda de ciclismo, gorro e luvas fechadas .

- Frio moderado (entre 13 e 17 graus): Camisa de ciclismo (se possível também de manga longa), jaqueta “corta-vento”, “pernito”, bermuda de ciclismo e luvas fechadas . Para os mais calorentos, aqui já podemos utilizar somente a bermuda. Para os mais sensíveis, podemos continuar utilizando o gorro.

- Frio Ameno (entre 18 e 20 graus): Camiseta de ciclismo, manguitos, luvas fechadas, bermuda de ciclismo e colete “corta vento”. Os manguitos podem ser substituidos por uma camisa de ciclismo de manda longa. A desvantagem é que ao aquecermos não podemos retirar a camisa como fazemos com os manguitos, se for o caso.


Postado em 9 de junho por gugamachado

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Conheça o Moovup!!!

Esta semana tomamos contato com uma plataforma muito legal, o Moovup!

Nós aqui do EVDB acreditamos muito na troca de informação, principalmente se isto se der num aplicativo (app), ainda mais de maneira colaborativa. Sem dúvida, este é o futuro!

Mas nada melhor do que a CEO Andréia Oliveira explicar um pouco mais pra nós…

Há quanto tempo o Moovup foi lançado?

O Moovup foi lançado para o mercado , em maio de 2016, mas a equipe de desenvolvimento do produto trabalha no aplicativo desde agosto de 2015!

- Como surgiu a idéia do Moovup? 

O Moovup surgiu inspirado nos grupos de ajuda em grupo existentes na sociedade. As pessoas que têm problema com droga e álcool mudam seus hábitos a partir destes grupos de ajuda.

No mundo digital atual, há um traço comum que determina o surgimento dos grupos de convivência: conexão digital, mobilidade e informação constante e rápida.

Diante deste cenário, idealizamos o Moovup para ser a maior plataforma móvel de informação , produtos e serviços para as pessoas interessadas em vida saudável.

No Brasil, há 53% da população (segundo última pesquisa do Min. Saúde) que vive com sobrepeso.

Alterar este panorama, requer mudança de hábito. Mudança de hábito só ocorre em um ambiente social com pessoas que pensam em seguir este mesmo caminho.

O Moovup é isto: conexão e informação para mudar a nossa sociedade e encaminhá-la para uma vida melhor e saudável.

No Moovup o que conta não são as receitas de dietas e as planilhas de treinamento. O que é verdadeiramente importante, é a EXPERIÊNCIA das pessoas que vivem ou viveram situações em que o uso destas ferramentas foi importante.

Por exemplo, o melhor tênis para se correr na rua é aquele que recebe mais indicações sobre seu uso? Ou aquele que tem mais histórias que motivam a pessoa a correr? Quando queremos começar a andar de bike, o que importa é olhar no feed do Moovup e reconhecer pessoas como a gente contando suas histórias, indagando sobre suas dúvidas, questionando sobre os equipamentos que podem ser usados .

Nosso lema é apoiado na força de um ambiente social para mudar hábitos.

Com 1 mês de operação já recebemos dezenas de colaboradores especialistas que querem contribuir , dividindo suas experiências com outras pessoas.

O mundo para mudar precisa que as pessoas queiram se ajudar. O Moovup cristaliza esta necessidade.

Temos muito orgulho de apresentar uma proposta autêntica e genuína para um segmento que continua a desafiar e clamar por uma solução.

- Qual o principal objetivo do Moovup?

“Pessoas ajudam pessoas a terem uma vida melhor”. Este é um dos nossos lemas!

Assim, o principal objetivo é integrar pessoas que queiram ter uma vida saudável e mantê-las engajadas através de discussões sobre as diversas matérias que envolvem a vida saudável: técnicas, dietas, equilíbrio emocional e colaboração mútua.

- Na opinião de vocês, qual o público que tem adotado o aplicativo?

Nos nossos primeiros registros verificamos que a maioria do nosso público é de mulheres, com profissão de professor, comerciante, empresário e donas de casa.Têm a faixa etária de 18 a 35 anos de idade.

- Falando mais especificamente, como o Moovup vê a bicicleta inserida neste projeto?

Descobrimos com o nosso aplicativo que a maioria dos nossos usuários define a bike como seu principal hobby.

Além de estarmos atentos a oferecer conteúdo relevante para nossos clientes, entendemos que a bike é um agente de transformação de mobilidade urbana. Assim como acontece na Europa e com a iniciativa de grandes capitais (como SP e Rio) de ampliar suas ciclovias, percebemos que a bike passará a ser um símbolo de equilíbrio das cidades.

Assim como o carro um dia representou o poder da economia dos grandes centros, o movimento de bikes na rua vai determinar qual é o grau de desenvolvimento humano das cidades. Acreditamos que mais do que um recurso para exercício, a bike se tornará um símbolo de consumo responsável, na sociedade onde for marcante.

- Na opinião de vocês, o que falta nas grandes cidades brasileiras para terem mais adeptos da bicicleta como meio de transporte?

Nossa tese é sempre a mesma. Falta mais gente saindo a rua para serem vistas e chamando a atenção de que é legal ir para o trabalho de bike, passear com a família de bike etc. Apenas o conjunto de pessoas é capaz de criar uma mudança de comportamento.

As grandes cidades já têm a ciclovia, mas precisamos organizar mais passeios de bike. Eles precisam ser mais frequentes e apresentar as cidades sob o ponto de vista da bike.

- Finalizando, quais são suas dicas para aqueles que querem adotar este estilo de vida?

Nossas dicas encerram o nosso lema principal:

” Mude sua vida, conviva com as pessoas que querem o mesmo que você. Compartilhe suas experiências. Seja protagonista do estilo saudável de ser. Moovup-se.”

Serviço:

Site: www.moovup.com.br

Contato: atendimento@moovup.com.br

Telefone: 11 5092.5815


Postado em 8 de junho por gugamachado

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Saiba como foi o “Desafio Audax” em Vinhedo!!!

Troféu “Desafio Audax”

 

No último domingo a cidade de Vinhedo em São Paulo recebeu o “Desafio Audax“.

E o nome fez jus a competição!!! Durante a semana que antecedeu ao evento choveu praticamente todos os dias, o que tornou o já complicado circuito, numa prova de superação!

Acompanhe neste vídeo pré evento um pouco da emoção ao pedalar por lá!

 

 

Neste outro vídeo dá pra ter uma idéia do trecho mais complicado, uma descida com raízes, obstáculos e muita lama!!!!

 

 

Mas os pilotos presentes superaram! E a equipe AUDAX/RockShox foi muito bem, pegando o pódio em todas as categorias que disputou!

Acompanhe abaixo uma seleção de imagens e se prepare para o próximo desafio! Em breve mais informações!

Equipe Audax em ação!

 

FS 900x, lançamento da Audax!!!

Daniel Zóia, campeão na categoria Elite (AUDAX/Rockshox)

Paratleta Luiz Alves

Luiz Alves, vice-campeão categoria PNE (AUDAX/Rockshox)

 

 

 



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