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Blog Vou de Bike

Postado em 18 de maio por Eu Vou de Bike

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Veja como travar sua bicicleta no paraciclo

Já demos algumas dicas para você deixar sua bicicleta mais segura nos paraciclos, mas o blog Ciclismo Urbano publicou uma ilustração muito bacana que pode te ajudar bastante.

Com a falta de bicicletários espalhados pelas cidades, muitas vezes temos de deixar nossas bicicletas presas a postes, grades ou paraciclos. O blog sugere o uso da U-Lock, uma espécie de cadeado em forma de ‘U’, muito mais sólido e seguro do que aquelas correntes com fios metálicos emborrachados.

Veja as dicas de posicionamento abaixo:

Além de seguir as dicas de posicionamento acima, não se esqueça de procurar um paraciclo que esteja preso firmemente ao solo e, de preferência, em um local movimentado. Locais com bastante gente passando dificulta bastante o trabalho dos ladrões.

Lembrando que, além da U-Lock no quadro, é interessante prender a roda que ficou sobrando com uma corrente emborrachada, só para garantir. :)


Postado em 4 de maio por gugamachado

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Porquê pedalar te faz feliz?

É o sentimento que te puxa para fora da cama para pedalar antes do qualquer outra pessoa está acordada. É o que te sinaliza para calçar os seus tênis e ir para um “rolê” quando o dia já está ganho. É aquele estado de espírito feliz e relaxado  que procuramos quando nós pedalamos para longe de nossos bairros e e vamos “acumular quilometragem” sem qualquer compromisso,  em qualquer oportunidade possível!

Corredores chamam de “barato do corredor.” Ciclistas sentem isso também. E agora, os pesquisadores estão a um passo de compreender o porquê. Como tantos outros de nossos impulsos biológicos, o desejo de pedalar é como uma função básica de nossos instintos de sobrevivência, ou seja: um sinal primitivo dentro de seu cérebro que visa manter sua existência!

Tudo se resume a duas substâncias químicas importantes do cérebro: a leptina, um hormônio metabólico, e a dopamina, um neurotransmissor. A leptina, a qual é derivada de células de gordura, informa ao seu cérebro quando o corpo tem energia suficiente. Quando os níveis de leptina são baixos –  como os pesquisadores demonstraram ocorrer freqüentemente com pessoas que fazem muitos exercícios de resistência, como ciclismo, você tem o desejo de realizar atividade física em busca de alimentos para repor esta energia.

Daí, quando descemos da bicicleta e fazemos o nosso famoso “lanchinho pós-pedal”, nosso cérebro dispara a substância química dopamina, para nos “recompensar”. E isto se transforma em um ciclo perpétuo de felicidade que nos mantém voltando a pedalar,  para ter sempre mais!

Os pesquisadores da Universidade de Montreal recentemente descobriram este mecanismo de “feedback neural” em um estudo realizado em ratos. De maneira simples, os ratinhos que possuiam a falta da proteína sensível à leptina correram em suas “esteiras” duas vezes mais que os ratos que não tinham. “Pensamos que uma queda nos níveis de leptina aumenta a motivação para a atividade física como um meio para aumentar a exploração do território em busca de comida”, diz o principal autor Dr. Stephanie Fulton.

Seja qual for a motivação, nós amamos o bem estar que pedalar nos traz, especialmente a recompensa de um bom café-da manhã, ou das deliciosas cervejas pós-passeio!


Postado em 2 de maio por gugamachado

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Dia 12 de Maio é o Dia de Ir de Bike ao Trabalho!

O dia De Bike ao Trabalho em 2016 acontecerá no próximo dia 12 de maio, segunda Sexta-feira do mês, e é inspirado no Bike To Work Day, um evento anual realizado em várias partes do mundo para mostrar que a bicicleta é uma opção viável de transporte para o trabalho.

O movimento começou nos Estados Unidos, em 1956, organizado pela League of American Bicyclists. No Brasil este será o quinto ano de ação em âmbito nacional com a rede do Bike Anjo.

Então confira a seguir como você pode participar da campanha De Bike ao Trabalho 2017 aqui!

Você tem mais dicas ou sugestões para melhorar a campanha De Bike ao Trabalho 2017?

» Envie um e-mail para contato@bikeanjo.org e vamos melhorar juntos a campanha!

O dia De Bike ao Trabalho é uma oportunidade para realizar o máximo de atividades possível e ampliar a cultura da bicicleta dentro das organizações brasileiras e mostrar que a bicicleta é uma ferramenta para trazer mais qualidade de vida e motivação aos profissionais.

E o EVDB apoia esta iniciativa! Conheça os outros apoiadores aqui!

Serviço:

O que: De Bike Ao Trabalho 2017

Data: 12 de maio de 2017

Realização: Bike Anjo

Parcerias: mais de 60 parceiros por todo o Brasil

Saiba mais: debikeaotrabalho.org

Contato: imprensa@bikeanjo.com.br , contato@bikeanjo.com.br


Postado em 27 de abril por gugamachado

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9 Perguntas que você DEVE Fazer antes de comprar sua primeira bicicleta!

Otimize sua compra de bicicleta com estas perguntas simples. E lembre-se: se o vendedor se incomodar em respondê-las, é sinal que sua compra deve ser realizada em outra loja!

Eu sei realmente qual a utilização que vou fazer desta bike?

Esta é uma pergunta que você deve fazer a si mesmo, e não ao vendedor! Emily Bremer, gerente de marketing feminino da Trek Bikes, salienta que esta é provavelmente a coisa mais importante a resolver antes de começar sua pesquisa. “Pense no que você quer versus o que você precisa”, diz ela, acrescentando que os dois podem ser muito diferentes! Você definitivamente não precisa de rodas de carbono para participar no passeio do grupo recreativo local, mesmo se você quiser tê-las! Mais importante ainda, pense sobre  o uso que irá fazer da bike na maioria dos seus rolês, e também qual o tipo de caminho que você tem a sua disposição na maior parte do tempo: ruas da cidade, trilhas, estradas, e por aí vai…Não adianta nada comprar uma “mountain bike” top de linha se na maior parte do tempo você vai pedalar na cidade. Hoje em dia existem bikes bem adaptadas ao ciclismo urbano (híbridas, urbanas), que vão dar “conta do recado” muito mais eficientemente do que uma bicicleta de trilha!

Eu ainda preciso comprar uma bicicleta em uma loja especializada de bicicletas (bike shop)?

Você pode comprar qualquer coisa na internet nos dias de hoje! Inclusive sua nova bicicleta! Mas só porque você pode não significa que você deve…Quando você compra uma bicicleta a partir de um revendedor autorizado, você sabe que a bike foi montada e testada por um mecânico profissional, além do que você também começa a construir um relacionamento com a loja, o que é sempre uma ótima maneira de descobrir sobre novas rotas ou passeios em grupo, ou mesmo aulas de manutenção e eventos ligados a bicicleta! Ao comprar numa bike shop, você também garante que você não está adquirindo um produto falsificado, que infelizmente é um problema comum no mercado de bicicletas.  A compra em uma loja especializada ainda pode ter mais benefícios, como a assistência inicial personalizada e dentro da garantia, coisa que você não tem ao comprar a bike num supermercado, ou mesmo uma bicicleta usada.

Posso pedir um desconto?
“Você sempre pode pedir”, diz Bremer, mas as margens em bicicletas são tão  anêmicas que você deve estar preparado para algo mínimo. No entanto, ela diz que as lojas estão muitas vezes dispostas a dar bons descontos em acessórios, especialmente quando comprados em conjunto com uma bicicleta.

Posso fazer um “test-drive” ?
“Definitivamente fazer um passeio de teste vai validar a recomendação de um vendedor confiável”, diz Bremer. Na verdade, se uma loja de bicicletas não deixar você dar uma volta rápida para um teste, inclusive te acompanhando no percurso, você provavelmente deve comprar em outro lugar. “Certifique-se que neste rolê sejam demonstradas as características principais da bike, principalmente as mudanças de marchas e freios”, diz Bremer.

Como posso saber se uma bicicleta se encaixa comigo?
É tarefa quase impossível avaliar uma bicicleta num passeio de teste de 10 minutos! Então você terá que contar com a sua intuição, e principalmente confiar na indicação do vendedor (aqui o ideal é que este seja indicado por algum conhecido seu). “Basicamente, você não deve ficar super-estendido tentando alcançar o guidão”, diz Bremer. Se estiver inseguro sobre esta distância, peça para testar a mesma bicicleta  no próximo tamanho para cima e para baixo (P.ex. se estiver testando uma bike com o tamanho M, peça uma P e depois teste também uma G). Certamente esta  comparação vai tornar mais clara em qual delas você se encaixa melhor.
Você provavelmente vai acabar gastando horas em sua bicicleta, então você deve se sentir confortável ao pedalar! Nada deve ser estranho, a não ser o desconforto inicial do selim, que só desaparece com o tempo. “A maioria dos selins (bancos da bike) são um pouco desconfortáveis no início, especialmente se faz tempo que você não pedala”, diz Bremer. Uma última pergunta que vale a pena ser feita é se sua a loja te ajudará no sentido de um “bike fit”, que é uma adequação da bike ao seu biotipo. A maioria das lojas tem este serviço incluso em algumas categorias de venda, onde inclusive substituem peças de sua bicicleta nova para adequá-la melhor a sua pedalada!

Eu tenho que comprar uma bicicleta específica com relação a gênero (masculino/feminino)? Qual é a diferença?
Não, definitivamente não. Porém vale muito a pena aprender sobre elas, e se houver oportunidade, comprar uma bicicleta mais orientada ao seu gênero. Nossa recomendação inicial de não priorizar a compra de um equipamento específico é para que isto não seja um impeditivo para você comprar sua primeira bike, uma vez que comprar uma bicicleta por gênero pode agregar mais custo. “O que faz de uma bicicleta ser específica para mulheres varia de marca para marca”, diz Bremer. Algumas marcas usam diferentes espessuras de carbono em todo o quadro para fazer bikes mais leves, enquanto outras, além de utilizar um grafismo mais feminino,  oferecem características tais como apresentar uma geometria com um alcance mais curto para o guidão, guidões mais estreitos, e selins específicos femininos. “Existem muitas vantagens nesta política, mas lembro que a geometria das bicicletas femininas também não se aplicam a todas as mulheres”, diz Bremer.

Além disso, os produtos específicos para mulheres `as vezes funcionam melhor para os homens. “É muito raro, mas acontece”, diz Bremer. Então, se o vendedor sugerir a você testar uma bike que não seja do seu gênero,  não se ofenda! Ele só quer ter certeza de que você está testando as melhores possibilidades.

Quantas bicicletas devo testar?

Steve Beheler, lojista americano,  diz que você deve testar, pelo menos, duas ou três bicicletas. Porém evite fazer um teste muito longo com a bike. “Se alguém pedalar  10 bicicletas, vai ficar mais confuso do que qualquer outra coisa”, diz ela.

Posso pedir para loja de bicicletas para instalar um “descanso lateral”? E como ficam os acessórios que eu comprei on-line?
“Se a sua bike tiver local apropriado para instalação do “descanso” (pézinho), nós  vamos instalá-lo, bem como  qualquer outro acessório que você desejar”, diz Beheler.. Enquanto a maioria das bicicletas híbridas e urbanas possuem este “nicho” para instalação, nos modelos de estrada e de montanha geralmente esta história é diferente. Neste caso, pergunte ao seu mecânico qual a melhor maneira de “estacionar” sua bike. Quanto aos acessórios comprados “online”, a maioria das lojas vai instalá-los sem problema, mas certamente cobrarão uma taxa pelo serviço. Se a própria bicicleta for comprada online, ou mesmo você adquirir uma bike usada, a maioria das lojas irá fazer a montagem, os ajustes e “bike fit” sem nenhum problema. Porém, novamente, cobrarão uma taxa por este serviço.

Bicicletas vêem com alguma garantia ou mesmo um plano de manutenção incluído?

Isto varia. Todas as bicicletas novas vêem com a garantia determinada pela lei do consumidor. Em alguns casos, este período pode até ser maior, como é o caso de alguns fabricantes cujos quadros possuem garantia vitalícia. Porém ao comprar sua bicicleta você deve pensar que este será o início de um longo (e, esperamos feliz) relacionamento com sua loja de bicicletas local. Isto significa que provavelmente você vai levar a sua bicicleta algumas vezes por ano para manutenção e reparos.

Algumas lojas incluem um nível de serviço de manutenção relacionado com a compra de uma bicicleta; assim, você deve perguntar sobre a política da sua loja no momento da compra. Você também deve saber o que a garantia do fabricante cobre. Muitas vezes, os quadros são cobertos “sob uso normal” que não inclui danos causados por “mau uso”. Por fim, como aqui no Brasil uma boa parte das bicicletas são importadas, você deve perguntar na sua loja se ela vai auxiliá-lo na eventual necessidade de uso da garantia junto ao importador. Isto é importantíssimo e pode lhe poupar uma enorme dor de cabeça no caso de algum problema com o equipamento.


Postado em 20 de abril por gugamachado

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Ciclista para a vida toda!

 

Você é um ciclista para a vida toda? Leia estes dez sinais e responda por si mesmo!

Esperamos que sim!!!!

1-) Você sabe como chegar de bicicleta naquele local, mas não sabe dirigir até lá;

2-) Você se pega pensando que tudo seria mais simples se pudesse usar suas “roupas de ciclismo” no trabalho;

3-) Tecnicamente, e principalmente na cidade de São Paulo, você adora quando chove! Mas secretamente, você odeia a chuva, a não ser que seja um dia de folga…

4-) Você mantém um par de “pneus de reserva” em sua garagem, novos ou não! Afinal, um dia você pode precisar…

5-) Quando seus convidados riem de você devido ao número de bicicletas que você mantém dentro de casa, você confessa que isto acontece porquê não tem mais espaço na garagem…

6-) Falando em quantidade de bicicletas, você adora sua bike dobrável, assim como não vive sem sua speed. Uma mountain bike não dá pra ficar sem…Uma bicicleta urbana é indispensável pro rolê…E, apesar de todas estas bikes, está sempre pensando em qual vai ser a próxima….Já pensou andar com uma “low rider”????

7-) Seus destinos de férias sempre envolvem um rolê de bike!

8-) Seu corte de cabelo é feito para funcionar bem com o capacete…

9-) Você jura que alguns “géis energéticos” são gostosos…

10-) Você diz que pedala quando está se sentindo bem. Mas quando se sente mal, pedalar te faz sentir bem…Então você simplesmente pedala!


Postado em 13 de abril por gugamachado

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Então sua bicicleta foi roubada…

Hoje estamos aqui para tratar de um assunto infelizmente muito recorrente em nossos dias. Com o aumento do uso da bicicleta como meio de transporte e de lazer no Brasil, em especial nas grandes capitais, aumentou também o número de furtos e roubos.

Antigamente, os criminosos não tinham muita noção dos valores das bicicletas, e achavam que bicicleta não era algo muito lucrativo, pois era coisa de “gente pobre”…

Infelizmente, eles descobriram que uma boa parte das bicicletas tem um valor considerável, algumas chegando a custar o valor de um automóvel! E mais infelizmente ainda, existe um grande comércio para este tipo de crime no Brasil, principalmente através de sites que vendem peças com preços muito abaixo dos de mercado, claramente suspeitos…

Então, aqui fica o primeiro alerta: se encontrar um site destes, fique atento! Pois se diminuirmos o comércio, diminui também a demanda por roubos e furtos…Ou seja: comprar bicicletas e peças, só com procedência idônea comprovada!

Então, sua bicicleta foi roubada… Depois de se recuperar do susto inicial e do sentimento de “soco no estômago”,  além do sentimento de impotência e de injustiça, a gente deve por a cabeça no lugar e começar a agir racionalmente com o foco de recuperar nossa querida amiga e companheira de todos os dias.

A boa notícia é que hoje em dia existem alguns recursos que podem permitir com que recuperemos nossa bicicleta. Obviamente, em primeiro lugar, existem algumas manobras preventivas que são:

- procurar não chamar atenção, até cobrindo a marca da bicicleta, e/ou utilizando outros recursos para disfarçar o valor da mesma;

- se for uma bicicleta com um valor significativo, você pode fazer um seguro da mesma;

- evitar pedalar em lugares notoriamente perigosos, onde já tenham havido outros roubos;

- evitar parar a bicicleta na rua, mesmo que bem presa. Mas se precisar fazê-lo, procurar amarrá-la através de bons cadeados e travas (tipo “U-Lock, por exemplo. Aqui, siga a dica de ciclistas mais experientes e procure comprar a melhor trava que seu dinheiro permita) em locais bem iluminados e com bastante visibilidade e trânsito de pessoas.

No caso do roubo/ furto consumado, você pode seguir alguns passos no sentido de ter sua magrela de volta!

Inicialmente, você deve registrar um Boletim de Ocorrência Policial na delegacia de sua região. Atualmente, esta manobra ficou bem mais fácil, e se não houver violência, em muitos casos pode até ser realizada “online”. Lembre-se de registrar todas as características possíveis da bike, e principalmente o número de série e fotos. Aliás, se você não tem estes dados com você, pare de ler este post agora e vá anotar o número de série da sua bicicleta, bem como fazer algumas fotos! O número de série da bicicleta geralmente se encontra embaixo do quadro, na região do movimento central (onde ficam instalados os pedais). Procure verificar se no local onde ocorreu o fato havia alguma camera de segurança, e registre também esta informação.

Inclusive com este número de série, você pode e deve fazer mais uma manobra preventiva: registrar sua bike num site especializado, tal como o Bike Registrada. Nós já tratamos dele neste post.

Após a ocorrência, você deve registrar o fato neste mesmo site, bem como em outros sites especializados na situação de roubos, tais como o “Bicicletas Roubadas”. Nestes registros, inclua o máximo de informações que puder.

Vasculhe anúncios de sites como “Mercado Livre” ou “Craigslist” para ver se encontra sua bicicleta. Parece loucura, mas já ouvimos situações onde bicicletas roubadas foram comercializadas nestes tipos de sites…Importante: se você conseguir encontrar sua bicicleta, contate a  polícia!!! Não tente dar “uma de herói” pois estes criminosos podem ser muito perigosos e violentos! Se você encontrar sua bicicleta num destes sites, faça um novo endereço de e-mail falso e finja ser um comprador interessado, tentando obter informações sobre e-mail e número de telefone do vendedor para que você pode passar para a polícia.

Espalhe a notícia sobre sua bicicleta roubada ao longo de suas redes sociais, bem como a de amigos. Ciclistas costumam ser muito “parceiros”, principalmente nestas horas! Poste uma foto bem nítida de sua bicicleta no Facebook e no Twitter e peça para que  seus amigos compartilhem. Quanto “mais olhos” você  tiver nas ruas à procura de sua bicicleta, maiores são as chances de encontrá-la!

Esperamos que este seja um post preventivo, e que você nunca necessite de utilizar as dicas que demos aqui…

Já anotou o número de série de sua bicicleta e registrou? Não? Então vai lá!!!


Postado em 30 de março por Eu Vou de Bike

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Escolha e use corretamente o capacete

Apesar de não ser um acessório obrigatório, o uso de capacete como equipamento de proteção individual é muito importante para garantir a segurança do ciclista na hora de quedas. Como geralmente as bicicletas estão associadas a sensação de liberdade e prazer, muitas vezes o uso de capacete dá a falsa impressão da privação de experimentar estas sensações.

Porém a escolha e utilização correta deste acessório pode ser suficiente para salvar sua vida, sem tirar o prazer da pedalada!

Tendo suas primeiras utilizações pelos ciclistas registradas no início do século 19, o capacete como conhecemos hoje surgiu somente por volta da década de 70, quando a fabricante Bell Helmet Company criou o primeiro capacete em poliestileno expandido (EPS), bem mais leve e resistente do que os materiais que o antecederam, em especial o isopor.

No Brasil, esta tecnologia só chegou uma década depois, principalmente com a introdução do Mountain Bike e a abertura das importações.

Atualmente, com o avanço cada vez maior da tecnologia e dos materiais, e com a grande especialização que o ciclismo experimentou, temos uma variedade enorme de preços, utilizações e estilos. Logicamente, isto também aumentou em muito a dificuldade de selecionar um modelo mais adequado para utilização.

Como sempre, necessitamos realizar algumas reflexões e responder algumas perguntas iniciais para que possamos melhor efetuar nossa compra, a saber:

1-) Qual a modalidade de ciclismo eu vou praticar?

Basicamente, temos 3 tipos de capacetes: os totalmente fechados (“full face”), os abertos, que podem ter uma “pala” dianteira ou não, e os aerodinâmicos, além dos infantis.

Normalmente, os do tipo “full face” são utilizados para as modalidades mais “radicais”, tipo o “downhill” ou o “free style”. Os abertos com a pala dianteira são utilizados pelo pessoal do Mountain Bike ou ciclismo urbano e recreacional em geral, e são os mais comuns de se encontrar. E os abertos sem pala são os preferidos do pessoal do “speed”, a turma da estrada. Os aerodinâmicos são utilizados pelos praticantes de triatlo e contra-relógio, onde cada esforço para reduzir o arrasto do ar é bem vindo. E atualmente com o crescimento das intervenções radicais de bike nas cidades, também conhecidas por “urban assault”, é comum vermos ciclistas utilizando capacetes “importados” dos skatistas, que costumam cobrir mais a região da nuca, e dar mais “estilo” ao usuário.

2-) Qual o meu orçamento disponível?

Tenha em mente que quanto mais leve, resistente e arejado for o capacete, mais caro ele será. Se possível, pesquise bastante na net sobre os materiais e tendências para os capacetes atuais. Para termos uma idéia, existem capacetes que possuem uma trama interna de fibra de carbono, tornando-os muito mais leves e seguros. Quanto mais entradas de ar ele tiver, maior será a ventilação, e logo maior o conforto no uso. Porém, tais capacetes de alta performance só vão se justificar em uma competição. Se este não for seu caso, mas seu orçamento permitir, compre o melhor capacete que seu dinheiro possa adquirir. Em caso de um acidente, certamente os prejuízos serão bem maiores que o valor do capacete!

3) Onde comprar o capacete?

Procure uma bike shop que tenha muitos modelos e marcas disponíveis, pois muitas vezes o modelo P (pequeno) de um capacete pode ser maior ou menor que o de outra marca. Experimente todos os capacetes disponíveis no seu tamanho, até encontrar o que te “vista” melhor, em termos de conforto e adaptação. Procure vestir e ficar com o capacete por alguns minutos, pois os inconvenientes nunca aparecem logo que vestimos o capacete. O capacete nunca deve ficar frouxo ou com folga e nem demasiadamente apertado.

Abaixo, acompanhe algumas dicas de como escolher e utilizar corretamente seu capacete:

Acima um exemplo de dois modelos semelhantes de capacete, do mesmo tamanho (P), mas visivelmente com dimensões bem diferentes, pois são de marcas diferentes. Experimente todos os modelos disponíveis: o ideal é que ele encoste uniformemente em toda a sua cabeça.

Invista o tempo que for necessário na seleção do seu capacete. Observe o interior do capacete e veja se todo o sistema de fixação está solto, pronto para a colocação.

Vista o capacete. Posição correta do capacete. O capacete deve ficar de um a dois dedos de distância acima das suas sombrancelhas. E quando olhar para cima, se o seu capacete tiver pala, a borda desta não deve ficar muito visível.

O capacete deve ser colocado o mais baixo possível, para aumentar a cobertura lateral. Assim ele ficará bem encaixado e não balançará se houver um tombo. Observe também que as cintas laterais devem ficar em forma de um “Y”, com o vértice abaixo da orelha. O ideal é termos uma segunda pessoa para nos ajudar nos ajustes das cintas. Com relação ao tamanho da cinta do fecho, a medida ideal é abrir a boca e sentir uma pequena puxada do capacete contra a cabeça, a qual deve ser bem suave. A cinta ainda deve estar posicionada atrás do seu queixo, e não no próprio queixo.

Atualmente, vários modelos de capacetes possuem sistemas de estabilização, que promovem um ajuste fino evitando assim que o capacete fique “sambando” enquanto você passa por irregularidades, por exemplo. É importante observar que ele só funcionará bem se todas as outras cintas estiverem bem ajustadas, com suas regulagens ideais, conforme exposto acima.

Acompanhe abaixo exemplo de um capacete incorretamente selecionado (tamanho maior do que o requerido). Note que mesmo com o ajuste fino, ele ainda balança.

Quando o conjunto todo estiver ajustado, você deve chacoalhá-lo, tentando derrubá-lo para frente e para trás com movimentos bruscos. Se o capacete se mover mais do que um dedo, ou o tamanho dele não é o adequado, ou as cintas devem ser melhor ajustadas.

Outra coisa muito importante é que após uma eventual queda, troque seu capacete, mesmo que este não apresente dano ou avaria visível. Devido ao projeto, sua estrutura se deforma propositalmente para absorver os impactos, daí a necessidade de substituí-lo.

Por isso, nunca compre um capacete usado, e sempre veja se o seu está no prazo de validade, que normalmente vem gravado no interior do capacete.

Atualmente também os grafismos são bem atraentes, sendo inclusive especializados para o público infantil, infanto-juvenil e feminino, tornando o uso do mesmo mais lúdico!

Esperamos com isto colaborar para que o uso do capacete se torne algo tão natural quanto pedalar!


Postado em 23 de março por Eu Vou de Bike

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Saiba como remendar a câmara da bicicleta

Continuando a série de posts sobre emergências mecânicas e manutenção de bicicletas, mostraremos como realizar um reparo (remendo) na câmara do pneu da bike.

Para saber como retirar a roda envolvida, chegando até a câmara, leia nosso post anterior.

Você vai precisar dos instrumentos abaixo, facilmente encontrados nas bikeshops e magazines de esporte:

Após ter acesso a câmara, a primeira coisa a fazer é identificar o furo. O ideal é até marcá-lo de alguma forma (uma caneta, por exemplo).

Uma vez identificado o furo, você deve deixar a câmara totalmente esticada (veja melhor no filme abaixo) utilizando o dorso da mão como apoio. Se o furo for pequeno e ela ainda estiver ligeiramente inflada, não há problema. Com isto, a câmara fica mais apoiada, tomando a forma do dorso da mão.

Feito este passo, pegamos a lixa (que acompanha a maioria dos kits de reparo de câmara disponíveis no mercado) e realizamos uma raspagem da área do furo, para retirar qualquer tipo de impureza que possa a vir impedir a boa fixação do remendo.

Note que uma vez fixada a câmara no dorso da mão, o ideal é que ela não seja mais solta, para que não haja a possibilidade de “perder” de vista a área preparada.

Em seguida, iniciamos a aplicação da cola (que acompanha a maioria dos kits de reparo de câmara disponíveis no mercado) utilizando o próprio corpo da embalagem da cola para a aplicação. Devemos evitar o uso do dedo na aplicação, para que a gordura da mão não “contamine” a área do reparo, minimizando a adesividade do remendo.

Após a aplicação, aguardamos a secagem da cola, que pode variar de acordo com o fabricante. Uma dica é perceber através da diminuição do “brilho” da mesma. Geralmente quando ela é aplicada ela fica brilhante, e na medida em que sua secagem se processa ela vai ficando “opaca”. A perda do brilho então indica o ponto de secagem ideal e a partir deste prosseguimos com nosso reparo.

Durante esta secagem a câmara pode ser retirada da posição em que estava, podendo “descansar” em alguma superfície plana, evitando contato com a região do reparo.

Após a secagem da cola, utilizamos então o “remendo” propriamente dito (que acompanha a maioria dos kits de reparo de câmara disponíveis no mercado, e em São Paulo é chamado de “estrelinha”), normalmente oferecido em tamanho único ou como uma peça grande cujo tamanho é definido no momento da aplicação, ao recortar a medida que for necessária. Este último é mais incomum, mas também presente no mercado.

Retire então a película protetora do remendo, evitando contato com a área adesiva do mesmo. Voltamos a “enrolar” a câmara da maneira anterior (no dorso da mão) de modo a termos o apoio da região a ser remendada e a seguir aplicamos o remendo com a outra mão no local previamente preparado.

Após a colocação do remendo, retire a película de proteção superior do mesmo, passando o dedo “por cima” do remendo para evitar imperfeições.

Agora é só encher a câmara e o remendo está concluído. Os procedimentos de montagem da câmara no pneu e da roda na bicicleta estão em nosso post anterior.

Acompanhe abaixo o vídeo com o “passo-a-passo”:

Bicicleta: Houston Mercury HT
Oficina: Biketime
Mecânico: José Maria


Postado em 9 de março por Eu Vou de Bike

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Dicas de manutenção da bicicleta

Estamos compilando por aqui no Eu Vou de Bike uma série de dicas que já publicamos ao longo de quase sete anos de blog.

Desta vez vamos dar algumas dicas de manutenção para você deixar a bicicleta sempre pronta para o pedal com mais segurança. Trate bem a sua bike!

Pneus
Pneus carecas furam com mais facilidade e deixam sua bicicleta instável. Os ressecados podem se romper. Substitua-os sempre que necessário e calibre-os de acordo com as recomendações do fabricante. Você pode encontrá-las na lateral do pneu.

Rodas
Verifique sempre a centragem dos aros e o estado dos raios. Os cubos devem ser lubrificados periodicamente.

Transmissão
Coroas, catracas, correntes e pedais devem estar sempre lubrificados, mas não exagere para evitar o acúmulo de sujeira e detritos. Use lubrificantes específicos para este fim.

Câmbios
Mantenha os câmbios dianteiro e traseiro regulados para maior precisão na troca de marchas e evitar o desgaste prematuro de peças.

Freios
Tenha sempre os freios bem ajustados e cheque regularmente o estado das sapatas e cabos.

Quadro
Ruídos estranhos podem significar falta de lubrificação ou sujeira. Na pior das hipóteses, pode também haver trincas na estrutura da bicicleta ou problemas junto ao movimento central. Leve-a o mais rápido possível ao mecânico de sua confiança para uma checagem mais detalhada.

Guidão
Mantenha apertados os parafusos junto à mesa, ao guidão e manetes, bem como verifique se há folga na caixa de direção. A perda do controle da bicicleta é extremamente perigosa.

Reparos
Finalmente, se você pedala sozinho ou em grupos organizados, leve sempre um kit básico de sobrevivência para não “ficar na mão”.

Tenha sempre:
Uma câmara de ar reserva ou “kit remendo”;
Espátulas para retirar o pneu;
Bomba de ar (com ou sem indicador de pressão);
Chaves com medidas e tipos adequados aos componentes da sua bicicleta;
Chave de corrente e elos sobressalentes podem ser muito úteis (principalmente se você é um ciclista que prefere pedalar sozinho).

Bom pedal!


Postado em 2 de março por gugamachado

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Dicas para queimar melhor sua gordura!

 

Quem nos acompanha sabe que não somos um blog focado em nutrição. Porém, não adianta nada gastar uma fortuna na busca por tornar sua bike mais leve, enquanto o ciclista segue “pesado”. Mesmo que seu pedal não seja de “performance”, uns quilos a menos sempre vão bem, né?

E nada melhor do que eliminá-los fazendo o que a gente mais gosta: pedalar!!!

Adicione alguns intervalos difíceis a sua rotina de pedal:

Para maximizar a sua capacidade de queima de gordura, a treinadora olímpica Gale Bernhardt recomenda fazer o que ela considera como “intervalos milagrosos”, uma ou duas vezes por semana (mas não mais!). Estes intervalos são muito curtos, cerca de 10 a a 30 segundos de esforço máximo com recuperação completa entre eles. Combinado com o treinamento regular de resistência, pesquisas mostram que este tipo de intervalo de “muita alta intensidade (HIIT)” aumenta o seu consumo máximo de oxigênio, aumentando o seu limiar de lactato, e melhorando sua economia de eneriga no ciclismo, a qual vai permitir que você permaneça na sua zona “aeróbica” por mais tempo, para que você pode queimar mais gordura em intensidades mais elevadas.

Aqui cabe uma observação: você sabe qual é sua zona aeróbica ? Se não sabe, faça o seguinte: em primeiro lugar, você deve ter algo para medir a sua frequência cardíaca (FC) de maneira continuada. Você pode utilizar um frequencímetro, aparelho cada vez mais comum e barato. Daí pegue a sua idade, e faça o seguinte cálculo: 220 menos sua idade. Esta é a sua frequência cardíaca máxima (FCmax). A partir daí, sua zona aeróbia será de 60 a 70% deste valor. Vamos a um exemplo. Se você tem 30 anos, sua frequência cardíaca máxima será de 190 BPM (batimentos por minuto). E sua “zona aeróbica” será de 114 a 133 BPMs. E com a melhoria do nosso condicionamento, a tendência é termos nosso batimento cardíaco mais baixo, o que possibilita mais esforço (e consequentemente um maior gasto calórico) até atingirmos a nossa zona alvo.

Lógico que você vai precisar de algum condicionamento prévio para fazer estes intervalos com esforço maior. Por isso, se você é um iniciante, pedale regularmente por  alguns meses para conhecer seu corpo e se adaptar ao esporte e aos seus batimentos., antes de iniciar esta rotina!

Abaixo temos um exemplo de treino “intervalo milagre”:
• Aquecer durante 20 minutos a um esforço aeróbio
• 3 x 30 segundos pedalando com todo seu esforço (batimentos até 90% de sua FCmax), com 04:30 segundos de “giro leve” para recuperar;
• 3 x 20  segundos pedalando com todo seu esforço (batimentos até 90% de sua FCmax), com 04:40 segundos de “giro leve” para recuperar;
• 3 x 10 segundos  segundos pedalando com todo seu esforço (batimentos até 90% de sua FCmax), com 04:50 segundos de “giro leve” para recuperar;
• “Resfriar” por 5 minutos, girando bem leve, até abaixo de sua zona aeróbica.

Respeite a sua recuperação.

Lembre-se de que treinamentos pesados só funcionam se você permitir que seu corpo se recupere. Você precisa de passeios leves e dias de folga também, diz Bernhardt.  ”O maior erro que eu vejo ciclistas fazendo é que eles treinam pesado todos os dias, as vezes mais de uma vez por dia” diz ela. Nessa situação, a fadiga embota todas as adaptações que fazem de você um melhor “queimador de gordura”. Em qualquer semana, Bernhardt recomenda não fazer mais de três pedais “pesados”, que podem ser este intervalado, ou aquele pedal com seu grupo que “puxa mais”, ou aquele mais focado em subidas, ou até um pedal bem mais longo que o seu habitual.

Lembre-se  também de  ter um sono adequado. O sono é quando seu corpo se “auto-repara” e se recupera totalmente. Além disso, pesquisas demonstram que ao “economizarmos” no sono, retardamos nosso seu metabolismo, o quê, obviamente, não é benéfico para a queima de gordura, e leva ao ganho de peso.

Faça alguns pedais “café” a cada semana.

Quando os depósitos de glicogênio estão baixos, seu corpo é forçado a retirar de suas reservas de gordura, razão pela qual ciclistas profissionais juram fazer alguns treinos na sua rotina semanal em jejum. E é mais fácil de fazer isto na parte da manhã. Uma ou duas vezes por semana, você pode tomar um café preto, que estimula a liberação de ácidos graxos em sua corrente sanguínea e ir para o seu pedal, tomando seu café da manhã quando você retornar. “Se você está indo pedalar  mais de uma hora e meia, leve comida com você e começe a comer depois de cerca de uma hora e quinze minutos”, diz Bernhardt.

Algumas pesquisas sugerem que fazer duros esforços em jejum aumenta suas adaptações de queima de gordura ainda mais. Então, se o tempo é curto, você pode se levantar, partir para fazer seus “intervalos milagrosos”, voltar e tomar seu “café da manhã”, e depois seguir seu dia!

Comer mais gordura.

Baixo teor de gordura está oficialmente morto! E se você quiser ser um “queimador de gordura” mais eficiente, comer mais gordura ajuda, especialmente se você comer mais ômega-3 através de peixes gordos, nozes e abacates. A pesquisa mostra que esses ácidos graxos ativam os receptores em seu trato digestivo que melhoram seu metabolismo de queima de gordura. Bernhardt pessoalmente recomenda ingerir cerca de 50 por cento de suas calorias diárias deste tipo de  gordura. “Acho que quando meus atletas ingerem um alto percentual de calorias provenientes de gordura, eles só precisam de cerca de 70 a 100 calorias por hora em suas bicicletas. Mas atenção: a ingestão de gordura não deve acontecer durante a noite. Outra coisa: “você precisa dar seu corpo várias semanas para se adaptar antes de você se sentir realmente bem durante os treinos principais “, diz ela. Ou seja: se você é um ciclista recreacional que pedala “de vez em quando”, esqueça esta história de 50 % de gordura em sua dieta. E lembre-se que esta gordura deve vir dos ácidos graxos provenientes do “omega-3″, e não do fast food mais próximo!

E, para finalizar, mais um mito que cai! Ignore os alimentos energéticos para pedais curtos. Sim, até mesmo “máquinas de queima de gordura” precisa para alimentar-se durante longos e/ou treinos mais pesados e competições. Mas muitos ciclistas comem muito, ingerindo barras energéticas e bebidas isotônicas antes, durante e depois de cada pedal, atrapalhando assim sua queima de gordura e, em alguns casos, até ganhando peso! Para passeios de menos de uma hora, deixe as bebidas esportivas e as barrinhas em casa.

Esperamos com isto tornar você uma verdadeira “máquina de queimar gordura”!

Sempre lembrando que, ao decidir treinar mais pesado, procure seu médico e faça antes uma avaliação de seu estado de saúde geral!

Boas pedaladas!



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