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Blog Vou de Bike

Postado em 18 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Dicas de manutenção da bicicleta

Ao longo das próximas semanas, vamos compilar aqui no Eu Vou de Bike uma série de dicas que já publicamos ao longo de quase cinco anos de blog.

Nesta segunda, vamos dar algumas dicas de manutenção para você deixar a bicicleta sempre pronta para o pedal com mais segurança. Trate bem a sua bike!

Pneus
Pneus carecas furam com mais facilidade e deixam sua bicicleta instável. Os ressecados podem se romper. Substitua-os sempre que necessário e calibre-os de acordo com as recomendações do fabricante. Você pode encontrá-las na lateral do pneu.

Rodas
Verifique sempre a centragem dos aros e o estado dos raios. Os cubos devem ser lubrificados periodicamente.

Transmissão
Coroas, catracas, correntes e pedais devem estar sempre lubrificados, mas não exagere para evitar o acúmulo de sujeira e detritos. Use lubrificantes específicos para este fim.

Câmbios
Mantenha os câmbios dianteiro e traseiro regulados para maior precisão na troca de marchas e evitar o desgaste prematuro de peças.

Freios
Tenha sempre os freios bem ajustados e cheque regularmente o estado das sapatas e cabos.

Quadro
Ruídos estranhos podem significar falta de lubrificação ou sujeira. Na pior das hipóteses, pode também haver trincas na estrutura da bicicleta ou problemas junto ao movimento central. Leve-a o mais rápido possível ao mecânico de sua confiança para uma checagem mais detalhada.

Guidão
Mantenha apertados os parafusos junto à mesa, ao guidão e manetes, bem como verifique se há folga na caixa de direção. A perda do controle da bicicleta é extremamente perigosa.

Reparos
Finalmente, se você pedala sozinho ou em grupos organizados, leve sempre um kit básico de sobrevivência para não “ficar na mão”.

Tenha sempre:
Uma câmara de ar reserva ou “kit remendo”;
Espátulas para retirar o pneu;
Bomba de ar (com ou sem indicador de pressão);
Chaves com medidas e tipos adequados aos componentes da sua bicicleta;
Chave de corrente e elos sobressalentes podem ser muito úteis (principalmente se você é um ciclista que prefere pedalar sozinho).

Bom pedal!


Postado em 11 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Dicas de segurança para pedalar na cidade

Ao longo das próximas semanas, vamos compilar aqui no Eu Vou de Bike uma série de dicas que já publicamos ao longo de quase cinco anos de blog.

Nesta quinta, vamos dar algumas dicas de segurança para pedalar nas grandes cidades com mais tranquilidade. Veja as dicas abaixo e deixe suas sugestões nos comentários!

- A primeira dica ao pedalar no trânsito é ter certeza de estar visível aos motoristas. Durante o dia, utilize cores vibrantes como amarelo, vermelho ou laranja. No período noturno, procure utilizar a cor branca, além das fundamentais iluminações dianteiras e traseiras e dos refletores obrigatórios.

- Pedale defensivamente, mas nunca timidamente. Você deve sempre ter uma postura ostensiva, de modo a transmitir segurança aos motoristas à sua volta. Com isto, você os ajudará a antecipar as suas intenções de percurso, deixando-os confortáveis em dividir a rua com você.

- Observe sempre o comportamento dos motoristas, inclusive os estacionados, e procure manter uma distância suficiente para não ser surpreendido com uma porta que se abra repentinamente e que possa atingir sua bicicleta.

- Você deve ficar atento e evitar os três principais erros dos motoristas, a saber: virar a esquerda na frente a um ciclista que seguirá reto; desobedecer aos sinais de trânsito, sendo o mais comum ultrapassar no farol vermelho; ultrapassar um ciclista para imediatamente fazer uma conversão a direita.

- Seus ouvidos devem ser utilizados como um verdadeiro “detector de perigo”. Para isto, evite pedalar com fones de ouvido, principalmente se o tráfego estiver intenso.

- Sempre que você sinaliza suas intenções, você ganha a confiança dos motoristas. Use o braço esquerdo (com o dedo apontando para baixo) para virar a esquerda. A palma da mão voltada para baixo significa que você vai frear.

- Uma dica aparentemente “boba” mas que acontece com uma grande frequência: jamais pegue a garrafinha de água com a mão direita. Desta forma, se precisar frear de repente, o ciclista o fará com a mão esquerda, freando apenas a roda dianteira, aumentando as chances de uma queda.

- Se o trânsito estiver parado, vá em frente com cuidado.

- E se estiver melhor para ir a pé, pare a bicicleta e vá a pé, conduzindo a bike junto a você.

- Procure não trafegar junto a ônibus ou caminhões.

- Não dispute espaço, evite ficar inesperadamente entre veículos e procure pedalar sempre onde possa ser visto.

JAMAIS:

- pedale na contra-mão;
- fique entre ônibus ou, pior, caminhões;
- pedale muito próximo do meio fio;
- brigue, xingue ou entre em discussões no trânsito.

CUIDADO:
- com pedestres em geral;
- quando o trânsito começa a se movimentar;
- com motociclistas apressados.

 


Postado em 9 de dezembro por gugamachado

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Qual bicicleta devo comprar?

Sem nenhuma sombra de dúvida, escolher uma bike para comprar é hoje uma tarefa das mais complexas!

Com tantos modelos e especificações disponíveis no mercado, é muito comum nos depararmos com uma grande dificuldade em selecionar qual é o modelo ideal para nossa aquisição. Normalmente recorremos a “amigos ciclistas”, ou a lojistas experientes. Não que estes não estejam habilitados a nos ajudar, mas o melhor é termos ao menos alguma base do que procuramos, inclusive para ajudá-los melhor em sua seleção.

Nosso objetivo aqui é trazer esta base! A primeira dúvida é: devo comprar uma Mountain Bike (mais comum em nosso país), uma Speed (bicicleta de estrada, aquela com os pneus finos), uma Híbrida/ Urbana (modelo cujo uso vem crescendo cada dia mais), uma Elétrica ou uma Dobrável?

Basicamente, a escolha de uma bicicleta vai depender muito de seus próprios gostos, bem com do tipo de terreno e distância você pretende pedalar. O orçamento disponível também conta muito!

A boa notícia é que, seja você é um ciclista urbano, ou alguém que adora trilhas e natureza, ou ainda alguém que quer pedalar horas a fio numa linda estrada, há uma abundância de modelos para você!

Mountain Bike (MTB) :

Com uma posição de pilotagem mais ereta, quadros super resistentes e a opção de levá-la para trilhas e passeios “off-road”, as mountain bikes (MTBs) são uma escolha bastante popular para os ciclistas recreacionais. Muitos também apreciam o poder dos freios a disco típicos das MTB, bem como seus sistemas de suspensão, que muitas vezes se traduzem por um conforto maior. 

Mas os pneus com cravos que as tornam excelentes para terrenos acidentados, são péssimos nas cidades, quase que “segurando” no asfalto,e , muitas vezes, anulando a vantagem dos materiais de quadros, rodas e componentes mais leves, comuns nas Mountain Bikes mais “tops”. Se a sua utilização foi maior na cidade e você fizer questnao deste tipo de modelo, a solução é colocar pneus “slick” (liso) e mais fino. E se você for pedalar apenas em trilhas leves, não há necessidade de uma MTB “full-suspension” (suspensão dianteira e traseira), caso contrário, você estará pagando por uma tecnologia que utilizará pouco, e que certamente trará mais “peso” a bicicleta.

Portanto, as MTB são indicadas para trilhas e passeios “off road”.

Prós: Freios, posição de condução, resistência, versatilidade;
Contras: pesadas, lentas em asfalto, “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Speed (Estrada)

Leves, rápidas e elegantes, as bicicletas “Speeds” (de corrida/ estrada) tornaram-se o transporte principal para toda uma geração de ciclistas (quem se lembra da Caloi 10?), por terem sido “inventadas” em um período onde não existiam bicicletas urbanas. A bicicleta de estrada “cobre” longas distâncias em um ritmo cadenciado e potente devido também aos seus pneus finos e rodas, componentes e quadros leves. Porém da mesma forma que eles ajudam a torná-la rápida, também pode torná-la mais vulnerável a danos em consequência de ruas mal conservadas. Infelizmente, os “ladrões” também “adoram” estes modelos, devido ao seu alto valor de mercado.

Prós: rápida, eficiente e divertida
Contras: pode ser frágil, pneus fáceis de furar, posição de condução desconfortável e “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Híbrida/ Urbana:

As bicicletas híbridas/ urbanas têm a posição de pilotagem mais “neutra” (ereta) e confortável. As bicicletas híbridas “puras” combinam a velocidade das rodas aro 700C finas,  com a posição de pilotagem ereta de uma bicicleta de montanha, como se fosse uma “speed” misturada a uma “MTB”. Mas os detalhes podem variar e muito!

Você pode encontrar desde freios do tipo “v-brake” até os sofisticados freios “a disco”  das MTBs nesta categoria. Normalmente, os componentes e conjuntos privilegiam a robustez e a baixa manutenção frente ao peso e a performance. Como são bicicletas para o nosso “dia-a-dia”, também é muito comum termos racks para transportes de alforges e demais “tralhas” urbanas. Também é muito comum a presença de “pára-lamas” e sistemas de iluminação.

Se você pretende pedalar rapidamente em boas estradas e ruas, porém numa posição mais ereta e confortável (que se traduz também por menos performance devido a aerodinâmica e peso do conjunto), com a possibilidade de transportar pequenas cargas, certamente as bicicletas “híbridas” são para você!

Agora se o seu “pedal” for mais leve e suave, porém conforto, resistência da bicicleta, baixa manutenção dos componentes e capacidade de transporte for fundamental em seus deslocamentos, prefira uma bicicleta urbana (como a da imagem acima, por exemplo, que está equipada com um sistema de câmbio interno modelo“Shimano Nexus”).

Prós: bastante rápida (híbridas), versátil (urbanas), posição de pilotagem confortável
Contras: pode ser quase tão frágil como bikes speed (híbridas), peso do conjunto (urbanas)

Dobrável:

Mais adequada para trajetos curtos – especialmente onde existe dificuldade em estacionar a bike em seu destino – ou para comutar (completar) o seu pedal com outros modais (metro, trem, ônibus, etc), as bicicletas dobráveis são bastante populares entre os ciclistas urbanos.Os modelos mais compactos vão caber até sob sua mesa de trabalho, podendo ser levados em um trem ou ônibus mesmo na hora do rush.

Uma bicicleta dobrável nunca será como uma bicicleta “convencional” em termos de performance e conforto, devido as suas características (roda pequena, distância entre-eixos curta, poucas marchas), porém, as dobráveis mais modernas e mais “top” surpreendem e muito nestas duas características, quase se equiparando a modelos convencionais.

Prós: convenientes para armazenar e transportar em outros modais;
Contras: mais lenta e pesada do que uma bicicleta convencional

Elétrica:

Com o auxílio extra de um motor de 250W, por exemplo, as bicicletas elétricas são ótimas opções para os ciclistas que precisam chegar ao trabalho em um estado “menos suado”. Também ajudam muito em subidas, ou se o seu condicionamento físico não está “lá estas coisas”…

Apesar da polêmica sobre “se elas são bicicletas ou ciclomotores” (nossa legislação ainda é muito obscura, principalmente devido a novidade do tema), elas vêm sendo cada vez mais utilizadas, principalmente nos grandes centros urbanos.

A maioria delas são projetados para serem confortáveis e fáceis de se conduzir. Também possuem as características urbanas (para-lamas, bagageiros e sistema de iluminação) necessárias para uma boa utilização como meio de transporte.

Elas ainda são pesadas e caras. No entanto, com o desenvolvimento da tecnologia, a tendência é que elas fiquem cada vez mais baratas e leves.

Prós: Condução fácil e agradável, confortável
Contras: Necessidade de recarga de bateria (atualmente ainda demorada), mais pesadas e caros que uma bicicleta convencional

Esperamos com este pequeno guia poder auxiliar em uma decisão tão importante!

E qualquer dúvida deixe aqui nos comentários, que teremos o maior prazer em responder!


Postado em 2 de dezembro por gugamachado

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Pedalando com o Pátio comemora lançamento do filme Uma Noite no Museu 3!

Em ação exclusiva com a Fox Film do Brasil, empreendimento promove um passeio de bike noturno pelo centro de São Paulo, cheio de surpresas.

No próximo dia 6, em uma ação inédita para celebrar o lançamento do filme “Uma Noite no Museu 3 – O Segredo da Tumba”, que estreia nos cinemas em 1º de janeiro, o Pátio Paulista e a Fox Film do Brasil realizam um passeio noturno de bike pelo centro histórico de São Paulo.

Com cerca de 2 horas de duração, o percurso tem aproximadamente 13 quilômetros de extensão, com quatro paradas para fotos e muitas surpresas. A primeira parada é no Masp (Museu de Arte de São Paulo). Depois, o trajeto segue em direção ao centro da cidade, com paradas no Theatro Municipal, no Mosteiro São Bento e na Praça da Sé, em frente à Catedral de mesmo nome.

O encontro está marcado para às 22h30 na Arena do evento, instalada no Piso G3 do Shopping (estacionamento), para a entrega do kit do participante, contendo mochila, camiseta em tecido tecnológico e brindes dos apoiadores do evento. A saída para o passeio está marcada para as 23h.

As inscrições no valor de R$ 20 já estão abertas para 150 participantes e podem ser feitas pelo site do Shopping. Na página de inscrição, o interessado também pode locar bicicletas no valor de R$ 20 cada (limitado a 50 locações).  Um fotógrafo profissional também fará o acompanhamento do trajeto, registrando seus pontos turísticos e momentos da ação.

O passeio é um desdobramento do Pedalando com o Pátio, que já teve duas edições realizadas, com o objetivo de incentivar as pessoas a redescobrirem as belezas da capital paulista, o uso de transporte alternativo e hábitos de vida mais saudáveis. “Dessa vez, conseguimos ir ainda mais longe, agregando cultura e arte ao passeio, em uma ação exclusiva da Fox Film do Brasil com o Shopping.”, comemora Claudia Lima, gerente de marketing do Pátio Paulista.

Excelente oportunidade para “desbravar” 0 centro de São Paulo a noite. E aí, vamos?

 


Postado em 27 de novembro por gugamachado

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Protocolo Sorocaba é o principal legado do Shimano Fest 2014!

São Paulo (SP) - O 5º Shimano Fest, maior evento de bike e pesca da América Latina, pode ser considerado histórico e um marco para a mobilidade no Brasil. Além de atingir números recordes, com aumento de 45% no público em relação a 2013, com 13.000 visitantes, e impacto econômico de 2,8 milhões de reais em Sorocaba e região, a edição deste ano deixa para o País um importante legado. Após abertura em 21 de novembro com o Congresso Mobilidade – Shimano Fest, a organização do evento, em parceria com a UCB (União de Ciclistas do Brasil), divulga o “Protocolo de Sorocaba para o desenvolvimento da mobilidade ciclística”. O documento pode ser conhecido na íntegra em uniaodeciclistas.org.br/protocolo-sorocaba, onde também as empresas e instituições interessadas podem subscrevê-lo e se comprometer com seus termos.

A elaboração do documento reúne a reflexão de representantes de empresas privadas, do poder público e da sociedade civil organizada, que estiveram no Parque das Águas, de 21 a 23 de novembro de 2014. O debate tratou das situações política, econômica e cultural da mobilidade urbana e das formas de se reduzir a contraprodutividade e o estresse que as cidades brasileiras enfrentam devido à falta de planejamento no transporte.

“O mercado mundial de bicicletas é determinado por inúmeros setores sociais e agentes econômicos e políticos. A bicicleta envolve temas como saúde, uso do espaço público para transporte, lazer e esporte, meio ambiente, planejamento urbano e educação viária, tanto pela sociedade civil, quanto pelo poder público e pela iniciativa privada. Portanto, a expansão do mercado de bicicletas, de médio a longo prazo, ganha bastante ao empreender o diálogo com quem defende o uso da bike”, avalia André Geraldo Soares, Diretor Presidente da UCB.

“A proposta de um protocolo de compromissos feita pela Shimano demonstra que a empresa está conectada com as aspirações sociais para viabilizar o uso da bicicleta, promover a segurança de seus usuários e conquistar novos adeptos”, elogiou André. “Seu maior mérito é envolver todos os setores sociais para o alcance do maior objetivo, que é aumentar a participação da bicicleta na mobilidade urbana, reconhecendo as boas práticas e motivando novas adesões”, completou o representante da UCB. O “Protocolo de Sorocaba” é lançado com o intuito de unir esforços e consolidar compromissos multilaterais para aumentar, com eficiência, segurança e conforto aos ciclistas nos projetos de mobilidade urbana.

“O Protocolo é a materialização de um momento importante que foi reunir entidades públicas e privadas, assim como profissionais de diferentes segmentos em torno da discussão sobre mobilidade por bicicleta. Além do Shimano Fest ser realizado em uma cidade referência neste assunto, coincidentemente São Paulo está passando por uma transformação históricapor conta das Ciclovias que estão sendo implementadas”, definiu Rogério Tancredi, gerente de marketing da Shimano.

Representantes do mundo da bike - Em Sorocaba, estiveram reunidos diversos nomes relacionados ao mundo da bike. Enquanto a Shimano foi representada pela coordenadora de marketing esportivo, Vanessa Srna Pinheiro, a Urbes (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social de Sorocaba) teve o assessor técnico, José Carlos de Almeida, apresentando o modal da cidade, interligado ao sistema de transporte público. Em seguida, no painel “Cases de sucesso – Iniciativas do setor privado para a mobilidade”, apresentaram-se Rafael Mambreti, do Carbono Zero Courrier, Marcos Tadeu Camargo, do SESC Sorocaba, e Claudia Franco, da Escola de Bicicleta Ciclofemini.

O Congresso Mobilidade – Shimano Fest foi encerrado com uma mesa redonda entre representantes de diversas frentes da sociedade. Os debatedores foram: Willian Cruz, do Website “Vá de Bike”; Fábio Samori, proprietário do Aro 27 Bike Café; Cleber Anderson, proprietário da Anderson Bicicletas; Fernando Guimarães, apresentador na rádio Cruzeiro FM e repórter no Jornal Cruzeiro do Sul; Renata Falzoni, do Bike é Legal; André Geraldo Soares (UCB), o vereador por São Paulo, Police Neto e o engenheiro Clebson Aparecido Ribeiro, secretário do Meio Ambiente de Sorocaba.

“O Protocolo de Sorocaba é o resultado deste esforço, deste brainstorming saudável e continuado, já que além de ser compartilhado, é colaborativo. Desta forma, é muito representativo para a Shimano, porque temos satisfação e orgulho de sermos catalisadores, e não criadores, do documento significativo que possui vida própria. Desejamos compartilhar essa iniciativa com outros escritórios da Shimano pelo mundo, em países que estejam passando por momento similar ao do Brasil”, enalteceu Tancredi.

“Foi um evento repleto de êxitos, não somente para o esporte, que tem o Shimano Fest como referência nacional. Foi feliz a escolha da cidade, destacada pela renovação urbana proporcionada pelo ciclismo. Também foi exemplar a iniciativa da Shimano em demonstrar a relação entre esporte e mobilidade urbana por meio da bicicleta”, destacou o representante da União de Ciclistas do Brasil.

O Shimano Fest, totalmente gratuito e destinado a todos os públicos, foi realizado pela Shimano,  com apoios da Prefeitura Municipal de Sorocaba e da Urbes (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social de Sorocaba).

Nós aqui do EVDB estivemos por lá e pudemos experimentar tudo o que foi falado acima. E que venham os próximos!!!

Nos vemos em 2015!


Postado em 25 de novembro por Eu Vou de Bike

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Como fazer sua primeira trilha de bicicleta

Nós aqui do Eu Vou De Bike falamos muito sobre ciclismo urbano e bicicleta como meio de transporte. Mas sempre que podemos, gostamos muito de pegar nossas MTBs (Mountain Bikes) e ganhar a natureza! Nada melhor do que aquele cheirinho de mato com orvalho logo cedo para nos animar!

Ficou interessado? Se você nunca fez uma trilha, este post pode te ajudar a entrar no fabuloso mundo do MTB!

Antes de qualquer coisa, lembre-se de:

- Revisar bem todo seu equipamento, em especial a bicicleta. Uma trilha é bem diferente de um passeio no parque…;
- Avisar sempre aos seus familiares a localização da trilha e o horário estimado de retorno;
- Nunca fazer uma trilha sozinho, pois no caso de acidente as complicações tendem a ser grandes;
- Procurar estudar e escolher um percurso compatível com o seu condicionamento físico e habilidade técnica, para que algo que é para ser prazeroso não se torne um martírio;
- Se possível, leve sempre ferramentas para reparos rápidos, kits para reparar furos nos pneus e primeiros socorros;
- Utilize os itens mínimos de proteção individual, que são: o capacete, as luvas e os óculos. Estes dois últimos itens são especiais no caso de trilhas, pois no caso de queda, na maioria das vezes a primeira parte do corpo a tocar o chão são as mãos. E os óculos nos livram de ferimentos provenientes de galhos e insetos, muito comuns em trilhas;
- Se a pedalada for longa, acima de uma hora, hidrate-se bem, principalmente se o clima for quente. Lembre-se também de levar algum alimento leve. O ideal é se hidratar a cada 30 min., e comer a cada hora;
- Proteja-se também contra queimaduras de sol indesejáveis. Utilize sempre o protetor solar, dando preferência aos esportivos, que são mais fáceis de se aplicar e costumam proteger por mais tempo.

Preparação e Planejamento

1. Ajustes da Bike

Ajuste do Selim: o ideal é utilizá-lo mais baixo do que você está acostumado, para ter uma maior segurança e diversão nas descidas. Isto pode atrapalhar um pouco nas subidas, mas a segurança deve vir sempre em primeiro lugar!

Pneus: Se a trilha escolhida for mais acidentada, evite utilizar o pneu muito cheio para que os impactos provenientes da irregularidade do terreno não sejam muito sentidos, e para que a bike tenha maior estabilidade. Com isto, o rendimento tende a ser um pouco menor, pois os pneus mais “murchos” tendem a “segurar” um pouco mais a bike. Se a trilha for mais para um “estradão de terra batida”, utilize a pressão próxima da máxima indicada pelo fabricante. Você encontra este dado na lateral do pneu. Ah, e obviamente os pneus devem ter cravos, para maior estabilidade, evitando assim derrapagens desnecessárias.

Paralamas: se puder, utilize ao menos o dianteiro. Isto irá livrar você de receber “lama na cara”. A utilização de óculos de proteção também diminui muito este problema.

Suspensão: se sua bicicleta tiver suspensão dianteira (condição ideal para uma trilha), verifique no manual se ela tem alguma regulagem. Se ela tiver, procure regular conforme o terreno que irá pedalar, ou seja, num terreno mais acidentado, a suspensão deve ser regulada para ficar mais leve, isto é, absorver mais os impactos, porém a bike tende a ficar com a frente mais “mole”, o que pode afetar o desempenho, principalmente nas subidas. Se o terreno for mais regular, procure deixar ela mais dura, pois isto irá contribuir para um desempenho melhor. Mas se você não conhecer nada sobre o equipamento, deixe como está, pois a maioria das suspensões regulares vem de fábrica ajustadas para o meio termo, o que já é bem satisfatório.

2. O que vestir?

Camiseta: O ideal é uma camiseta para ciclismo com tecido do tipo dry fit. Procure escolher uma que não seja muito justa, para não dificultar seus movimentos. Se o clima permitir, o ideal é utilizar uma camiseta mais justa de manga comprida por baixo da camiseta de ciclismo (tipo segunda pele), para proteger os braços de arranhões causados pela vegetação, bem como auxiliar na proteção contra queimaduras de sol

Shorts: Normalmente utilizamos uma bermuda relativamente larga de tecido esportivo mais grosso por cima da tradicional bermuda de ciclismo, a qual tem a “almofada” no meio para maior conforto. Utilizamos esta configuração pois, no caso de queda, uma bermuda mais grossa por cima tende a proteger mais.

Joelheiras/ Cotoveleiras: normalmente este costuma ser um equipamento incomodo e caro. Mas se você tiver acesso a estes, principalmente nas primeiras trilhas, bem como nas mais acidentadas, recomendamos muito a utilização como equipamento de segurança, pois hoje em dia eles não são mais tão desconfortáveis. Peça dicas na sua loja de confiança e, se possível, experimente antes de utilizar.

Calçados: num primeiro momento, não recomendamos a utilização de sapatilhas com o sisetma de “clip”. Isto fica para mais tarde, pois exige um investimento relativamente alto, e a curva de aprendizado costuma ser meio lenta. Porém, depois que você se acostuma a andar “clipado”, dificilmente volta atrás. Portanto recomendamos um tênis resistente, que te forneça um bom apoio e uma boa proteção em volta dos tornozelos, e com um bom isolamento do meio ambiente. A maioria dos bons calçados “off road” costuma ter estas características. E lembre-se que a possibilidade dele voltar bem sujo é muito grande!

Capacete: Sempre escolha o melhor capacete que seu dinheiro possa pagar. Procure pelo melhor caimento, boa ventilação e se possível, que ele tenha a aba removível.

Óculos: Assegure-se que seus olhos estejam sempre protegidos contra insetos, lama, galhos e pedrinhas que costumam nos atingir enquanto estamos pedalando, podendo até causar uma lesão nos olhos ou mesmo uma queda!

Luvas: como dissemos, as luvas, além de proteger suas mãos em caso de queda, ajuda a mantê-las quentes e a melhorar o seu controle sobre o guidão

Jaqueta Impermeável: procure providenciar uma jaqueta de qualidade e que te vista bem. Nunca lave com amaciante ou detergente demais, e verifique as condições dela antes do uso.

3. O que levar?

Kit de primeiros socorros: Certifique-se de ter pelo menos o básico para que você possa atender a si mesmo ou a um amigo em caso de emergência. Nós já falamos sobre isto aqui.

Kit de Ferramentas: No mínimo, ter um “canivete multi-ferramentas” para bicicletas decente com uma chave para reparos em correntes. Algumas peças de reposição e itens úteis, como abraçadeiras, fita isolante, bomba para encher o pneu, kit de reparo de câmaras e até câmaras extras (verifique com o seu lojista qual o tipo exato de câmara da sua bicicleta. Esta informação é bem importante) são extremamente necessárias em trilhas. Porém, não adianta ter tudo isto se não souber utilizar. Procure conversar com sua loja preferida sobre um “mini curso” de mecânica. Veja também aqui no site algumas dicas de manutenção básica.

Luvas de borracha (do tipo cirurgicas): Deixar nossas caras e queridas luvas de pilotar cheias de graxa realmente não é uma boa idéia. Além delas serem grossas e não fornecerem o tato necessário. Assim é sempre uma boa idéia ter uma par destas a mão.

Gel Energético/banana: Acredite, na trilha você vai agradecer de ter um gel energético e/ou uma banana por perto. Um lanche leve, como peito de peru com queijo, também costuma cumprir a função de dar um “boost” rápido em nossa energia.

Telefone: Leve um celular carregado com você, para o caso de emergências. Procure manter ele seco e seguro. Se possível, verifique antes se sua operadora cobre a região em que você estará pedalando. Ainda se possível leve seu celular mais simples. Celulares do tipo “smarthphones” costumam ter uma autonomia de bateria bem reduzida, deixando a gente “na mão” quando mais precisamos deles.

Leve também cameras fotográficas para registrar tudo, e acima de tudo, divirta-se.

Todas estas recomendações são para que seu momento seja o mais perfeito possível, sem nenhuma ocorrência que possa estragar sua atividade!

Aqui encerramos a primeira parte deste post. Em breve abordaremos as técnicas de pilotagem, bem como mais algumas dicas para sua primeira trilha!

Bora se aventurar?


Postado em 21 de novembro por gugamachado

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Congresso sobre mobilidade abre o Shimano Fest hoje!!!

Sorocaba (SP) - Maior evento de bike e pesca da América Latina, a 5ª edição do Shimano Fest começa nesta sexta-feira (21), com o Congresso de Mobilidade Urbana. Das 15h às 18h30, especialistas debatem o tema no Parque das Águas, em Sorocaba. No sábado e domingo (22 e 23), atividades e apresentações ligadas aos dois esportes, competições de MTB e corrida de rua são as principais atrações. Nos três dias, a entrada é gratuita. A Shimano pede que os visitantes colaborem com 1kg de alimento não perecível, que será doado para instituições beneficentes.

O Congresso Mobilidade – Shimano Fest tem como objetivo envolver órgãos responsáveis pelo exemplar projeto de mobilidade desenvolvido em Sorocaba, interligado ao transporte público municipal, profissionais e personalidades ligadas às questões da bicicleta, assim como o público em geral, gerando a oportunidade de participação e acompanhamento do debate e mesa redonda.

As conclusões obtidas após as atividades resultarão no ‘Protocolo Sorocaba’ documento que reunirá ideias, sugestões e soluções que venham a ser adotadas pelos setores público e privado em apoio à mobilidade por meio da bike. Nos dois dias seguintes a reflexão terá sequência no estande da UCB (União de Ciclistas do Brasil), entidade responsável por elaborar o termo oficial após o evento.

Ainda no primeiro dia do Shimano Fest, os visitantes poderão acompanhar as novidades de 140 marcas de bike, pesca e esportes que os cerca de 45 expositores apresentarão em Sorocaba, na Vila dos Expositores, aberta das 14h às 20h. Entre as atividades interativas, estarão disponíveis o test-ride (MTB e urbano) e a pista de Pump Track (modalidade que mistura BMX e MTB), ambos das 14h às 19h.

Ciclo de Palestras – Além da área de exposição de produtos, competições, atrações e atividades interativas, os visitantes ao Shimano Fest poderão assistir a diversas palestras, sábado e domingo. Os temas serão: “A realidade da bicicleta no Brasil”, “Oficina mapa colaborativo” e “Debate sobre as ciclofaixas cidadãs”, as três com organização da UCB, com repetição no domingo. “Mountain Bike for fun”, com Luciano KDra, e “Bate-papo sobre a handbike e suas possibilidades”, com membros da Vemex, ambas apenas no sábado, complementam o Ciclo de Palestras.

O Shimano Fest, totalmente gratuito e destinado a todos os públicos, é realizado pela Shimano, multinacional líder mundial nos mercados de bike e pesca, com apoios da Prefeitura Municipal de Sorocaba e da Urbes (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social de Sorocaba). A Shimano sugere a doação de 1 kg de alimento não perecível como ingresso.

Nós estaremos acompanhando tudo por lá!

Serviço:

Shimano Fest 2014

Data: 21, 22 e 23 de novembro

Local: Parque das Águas – Sorocaba (SP)

Endereço: Av. Dom Aguirre, 268, Jardim Marco Antônio

Horários:

Sexta (21): 14h às 20h

Sábado (22): 9h às 20h

Domingo (23): 9h às 17h

Ingresso: Entrada gratuita (A Shimano pede que os visitantes colaborem com 1kg de alimento não perecível, que será doado para instituições beneficentes)

Programação do Shimano Fest 2014:

Sexta-feira – 21 de novembro

14h às 20h – Exposição bike / pesca

14h às 14h30 – Abertura do Evento

14h às 19h – Pump Track

15h às 18h – Congresso Shimano – Mobilidade

18h30 às 20h – Encerramento do 1º dia com Banda

Sábado – 22 de novembro

9h às 20h – Exposição bike / Atividades de Pesca

9h às 12h – Test-Rides e Tira-Rodinha

9h às 11h – Retirada de Kit Shimano Short Track

9h às 17h – Pump Track

9h30 às 13h30 – Treino Shimano Short Track

11h às 14h – Apresentação de BXM Dirt Jump

9h às 16h – Retirada de Kit Pearl iZUMi Run 5k

13h às 16h – Test-Rides e Tira-Rodinha

14h às 14h30 – Congresso Técnico Shimano Short Track

14h30 às 15h – Apresentação equipe VEMEX/SHIMANO/CCSJC/UNIVAP

15h às 16h – Final Shimano Short Track Mídia/Expositores

16h às 16h30 – Congresso Técnico Pearl iZUMi Run 5k

17h às 17h30 – Aquecimento Pearl iZUMi Run 5k (Com DJ)

17h30 às 19h – Corrida Pearl iZUMi Run 5k

19h às 19h30 – Premiação Pearl iZUMi Run 5k

Domingo – 23 de novembro

9h às 17h – Exposição bike / Atividades de Pesca

9h às 12h – Test-Rides e Tire a Rodinha

9h às 14h – Retirada de Kit Shimano Short Track

9h às 16h – Pump Track

9h30 às 11h – Classificatórias Shimano Short Track – categoria Elite

11h às 11h15 – Show de Taiko

11h15 às 13h – Desafio Mecânico PRO

13h às 13h30 – Premiação Desafio Mecânico PRO

13h às 16h – Test-Rides e Tire a Rodinha

13h30 às 16h – Final Latino-Americana Shimano Short Track

16h às 16h30 – Premiação Shimano Short Track

16h às 17h – Encerramento com Banda


Postado em 6 de novembro por gugamachado

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Bicicletas Elétricas – Nova Legislação!

Não é de hoje que as bicicletas elétricas estão circulando entre nós, e vêm crescendo cada dia mais em utilização, por vários motivos. E a grande polêmica é se este tipo de veículo pode ser considerado uma bicicleta (definida, segundo o Código Brasileiro de Trânsito como “veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste Código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor”) ou um ciclomotor (veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda a cinqüenta centímetros cúbicos – 3,05 polegadas cúbicas – e cuja velocidade máxima de fabricação não exceda a cinqüenta quilômetros por hora, CBT).

Como este é um assunto muito recente, o próprio Denatran bem como o Contran tinham definições confusas e complicadas, muitas vezes levando a conclusões enganadas e aplicações de legislações locais, conforme vimos recentemente na cidade de Santos e do Rio de Janeiro. Porém, isto só contribuiu para o aumento da confusão. Você pode ler aqui um post nosso relativamente antigo, com mais de 40 comentários!

Diante deste quadro, no final do ano passado, o Contran lançou uma nova resolução (465), que regulamentou o uso das bicicletas elétricas no país, equiparando-as às bicicletas comuns.

Resumidamente, a medida visou permitir a circulação de bicicletas elétricas em convivência com as bicicletas comuns em ciclovias, ciclofaixas, acostamentos e bordos de vias urbanas e rurais.

A partir desta resolução, as bicicletas elétricas passam a ser dispensadas de registro, tributação, habilitação e seguro obrigatório. Entretanto, para circular em vias públicas, deverão ter limite de potência máxima de 350 watts, poderão atingir velocidade de no máximo 25 km/h, o motor só poderá funcionar quando o condutor estiver pedalando e não pode haver acelerador.

O Contran ainda condicionou a circulação das bicicletas elétricas ao uso de indicador de velocidade, campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral, espelhos retrovisores em ambos os lados e pneus em condições mínimas de segurança. Além disso, é obrigatório o uso de capacete de ciclista.

Com esta nova resolução, mais clara e definida, o número de pedelecs (que são as bicicletas elétricas com “assistência” motorizada) devem aumentar em detrimento das bicicletas com acelerador, que passam a ser consideradas ciclomotores (se bem que isto ainda não ficou tão claro).

Neste post com mais de 100 comentários, nós questionamos se as bicicletas elétricas são uma boa opção. Aproveite e leia todos os comentários, pois tem por lá ótimos pontos de vista!

E, acima de tudo, tire suas próprias conclusões


Postado em 27 de outubro por Eu Vou de Bike

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Pesquisa comprova: transporte saudável = vida saudável!

Nos dias de hoje, é muito comum nos preocuparmos com o nosso bem-estar. Mas um dos maiores vilões da nossa saúde continua por aí, cada vez mais presente: o carro!

Um estudo realizado pela Associação Média Britânica, publicado na revista Popular Science, comprovou com fatos e dados concretos que os carros engordam e diminuem a expectativa de vida.

Segundo o estudo, batizado de ‘Transporte Saudável = Vidas Saudáveis‘, o aumento no número de veículos nas últimas décadas teve os seguintes impactos negativos na saúde:

- Mais risco de acidente, deixando pedestres e ciclistas mais vulneráveis;
- Mais exposição a poluentes do ar, diminuindo a expectativa de vida;
- Quem usa apenas o carro para se locomover apresenta um maior índice de obesidade;
- Áreas com mais trânsito apresentam maior mortalidade por doenças relacionadas à poluição do ar;
- O trânsito provoca distúrbios causados pela poluição sonora.

E como evitar todos esses malefícios causados pelo uso intenso do carro como meio de transporte? O estudo da Associação Média Britânica mostra que o caminho é apostar em formas mais ativas de locomoção sempre que possível, como caminhar ou pedalar.

“Caminhar e pedalar são as formas de transporte mais sustentáveis e são associadas com um grande número de reconhecidos benefícios para a saúde”, diz a pesquisa. Veja alguns benefícios comprovados abaixo:

- Aumenta a saúde mental;
- Melhora o humor;
- Reduz o risco de morte prematura;
- Ajuda a emagrecer;
- Previne doenças crônicas como hipertensão, diabetes, osteosporose, depressão e câncer;

Apesar de defender a bicicleta e a caminhada sempre que possível, o estudo entende que para trajetos mais longos, o transporte público deve ser usado para evitar o uso do automóvel. “Combinar meios ativos (bicicleta e caminhada) com o transporte público pode ajudar a população a atingir o nível de atividade física diária recomendada”, dizem os pesquisadores.

Com esses resultados cientificamente comprovados, a Associação Média Britânica sugere um maior investimento do governo na criação de incentivos para as formas mais ativas de transporte, não fazendo do automóvel a melhor opção para viagens curtas dentro das cidades.

Agora, sabendo que usar o carro na maior parte do tempo faz mal para a saúde, não chegou a hora de racionalizar e repensar o estilo de vida que levamos? Não seria hora de começar a usar mais o transporte público da cidade, começar a pedalar para trajetos curtos ou até começar a caminhar para alguns compromissos? A sua saúde certamente vai agradecer! :)

>> Veja a pesquisa na íntegra (PDF em inglês)


Postado em 23 de outubro por gugamachado

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De bike pela Inglaterra (parte 5)

Munidos de nossas “ferramentas”, iniciamos nossa viagem rumo a região onde ocorreu o festival L’Eroica Britannia 2014, ou seja, de Stratford Upon Avon até nosso hotel, em Matlock, condado de Derbyshire.

Esta viagem de aproximadamente 150 kms, incluiu alguns percursos de trem e muita pedalada por estradas do interior da Inglaterra. Nos trens as bicicletas eram sempre “bem vindas”, com locais adequados para estacionar e prendê-las com segurança, enquanto nós ficávamos tranquilos para apreciar a linda paisagem.

Mas as vezes estes “estacionamentos” eram meio atrapalhados …

UK pt5 from Augusto Machado on Vimeo.

Um detalhe é que, na medida em que íamos avançando rumo ao interior, as acomodações para as bicicletas iam simplificando, até chegar ao ponto de dividirmos espaço com um carrinho de bebê, cujos pais nem se importaram com a proximidade das bicicletas!!!

Trocamos de trem em Birmingham, cidade bem desenvolvida a cerca de 150 kms de Londres, e terra do Black Sabbath e do Duran Duran, onde pegamos nova composição rumo a Buxton, linda cidade já na região de Peak District.

Algumas imagens da estancia termal de Buxton, no condado de Derbyshire:

sistema de compartilhamento de bicicletas na estação de trem de Buxton

Daí iniciaríamos a pedalada rumo a Bakewell, cidade famosa pelos seus pudins e local onde ocorreria a L’Eroica, e depois iríamos para nosso hotel em Matlock, cidade próxima a Bakewell. Esta pedalada foi de aproximadamente 30 kms, com uma altimetria bem considerável, e com direito a perdas pelo caminho…

UK pt.5-02 from Augusto Machado on Vimeo.

Uma coisa incrível é que estas estradas na maioria dos casos não possuem acostamento. Então era muito comum pedalarmos no “meio da estrada”, que além de tudo quase sempre eram de mão dupla. O respeito dos motoristas conosco foi impressionante e exemplar, na medida em que os carros chegavam próximos as bicicletas, porém aguardavam pacientemente para nos ultrapassar somente quando esta manobra pudesse ser feita com a segurança e a distância adequadas.

Detalhe: paramos num posto desta estrada para comprar água, e o atendente ficou muito impressionado que estávamos pedalando por aquela via, pois, segundo ele, é a “estrada que mais mata na Inglaterra”!!! Obviamente que, por estarmos acostumados com o Brasil, nem de longe percebemos este perigo…

E, finalmente, L’Eroica Brittania 2014!!!!

No próximo post falaremos mais sobre este maravilhoso evento, que vai muito além de uma simples corrida…

Você pode ver os posts anteriores sobre esta aventura aqui, aqui, aqui e aqui.!



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