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Blog Vou de Bike

Postado em 5 de dezembro por gugamachado

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Conheça 5 Tipos de Ciclistas Irritantes!

Por aqui nós amamos todos as modalidades de ciclismo! Pode ser urbano (meio de transporte), o recreacional (aquele rolê descompromissado num lindo domingo) ou mesmo o esportivo (onde a performance impera!). Mas as vezes, o ciclista se torna muito “entusiasmado”, e daí “passa do ponto”! Então vamos listar aqui cinco tipos de comportamento a serem evitados, para não ser o “chato” do pedaço!

E se você tiver alguma sugestão de algum tipo que não apareceu por aqui, inclua nos comentários!

1-) o “máquina de desculpas” : ele sempre “pedalou muito forte ontem”, e hoje não se sente bem…Isto quando não está de “ressaca”, se arrastando e  atrasando o rolê de todos….

2-) o “exibição de equipamentos”: este está sempre com o último lançamento da indústria, e faz questão de te mostrar todos os detalhes de sua nova aquisição, inclusive “pondo em cheque” o seu equipamento…lógico que uma hora ele percebe que equipamento ajuda, mas não define o resultado! Mas lógico, ele nunca vai admitir isto….

3-) o “ligado no tempo”: este faz questão de saber exatamente quanto tempo vai durar o rolê, qual será o trajeto exato, para que ele possa se preparar precisamente com o tipo de alimentação e equipamento necessários. Lógico que isto tira toda a espontaneidade do rolê, roubando um dos prazeres máximos do pedal que é a “aventura de se deixar levar pelos caminhos”….

4-) o “cronicamente despreparado”: este aqui nunca leva nenhuma ferramenta nem peça sobressalente (uma simples e básica câmara) no rolê, e na maioria das vezes sua bike está desregulada, ou fura o pneu…um tipo a ser ajudado, ou evitado!

5-) o “corredor”: aqui infelizmente temos um dos tipos mais comuns! Está sempre competindo e pedalando rápido, inclusive em ciclovias e ciclofaixas de lazer, colocando a segurança de todos em risco! Sempre repetimos isto por aqui: ciclovias e ciclofaixas não são locais de treino! Sabemos que no Brasil somos carentes de espaços para ciclismo esportivo, mas isto não justifica a utilização de estrutura de lazer e de transporte para treinar…

E você? Se “viu” em algum destes tipos????


Postado em 26 de novembro por gugamachado

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Confraternização e diversão marcam a Diverge Gravel Race Brasil Ride!

Botucatu (SP) - A segunda edição da Diverge Gravel Race Brasil Ride é mais uma vez um sucesso, realizada neste sábado (23) em Botucatu (SP), na Cuesta Paulista. Em clima de encontro com amigos, o evento reuniu no Celeiro Restaurante cerca de 150 ciclistas de todo País, que encararam percursos com lindos visuais em duas distâncias: a dos 90 km e 1.292 m de altimetria acumulada, em sua estreia no evento, e o percurso de 65 km, com altimetria acumulada de 1.172 m.

E nós chegamos em terceiro lugar em nossa categoria!!!

“Foi diversão para todo mundo. A competição foi muito dinâmica com trocas de posições entre os líderes. O que é muito legal da Gravel é esse ambiente relaxado, que apesar de competir sempre é um ambiente amigável e diferente. Como ninguém entende nada desse negócio todo mundo fica igual e vira criança para se divertir em cima da bicicleta”, comentou Mario Roma, fundador da Brasil Ride.

O Brasil é definitivamente o País para as bicicletas de Gravel, capaz de percorrer estradas de asfalto e percursos “off-road” como pavimentos em terra, cascalhos e até trilhas leves, onde cada vez mais os atletas estão se aventurando na nova modalidade.

“O desempenho da minha Diverge foi sensacional. Nunca tinha corrido com este tipo de bicicleta. A agilidade e a velocidade que ela te entrega é igual uma road, que estou acostumado. Então coloquei muita confiança e somente errei em alguns trechos por mera inexperiência na modalidade”, disse o campeão geral Douglas Santiago, da equipe Velo48 de São Paulo (SP), que completou os 90 km de percurso em 3h2min50seg, numa velocidade média de 30.5 km/h, em que assegurou o título somente a quatro quilômetros do final após um duelo contra o atleta Vitor Fonseca, da Cadence Bicicletas.

“Foi um percurso duro com muitas subidas, mas ao mesmo tempo muito divertido, já que a Gravel é uma bike rápida, diferente de uma mountain bike “, explicou Michel Fernandes, da loja BikeShow de Maringa (PR), que viajou quase 500 quilômetros para vivenciar essa experiência e ainda terminar em top 5 geral.

Já a mulher mais rápida foi novamente Victoria de Sá, da equipe Fuga de São Paulo (SP) com o tempo de 3h50min30seg, seguida por Cristiane Silva (3h54min49seg) e Bianca Julio 4h14min03seg. Todos os atletas que completaram o percurso puderam sentir-se vencedores por serem protagonistas de um momento histórico do ciclismo brasileiro.

“Foi apenas a segunda vez de uma prova exclusiva de Gravel com todo o clima, espírito e identidade própria”, acrescentou Mário Roma. Outro aspecto importante foi o evento ocorrer no sábado de tarde: “Pensamos na comodidade do ciclista, assim os participantes podem curtir a prova e o happy hour e, no dia seguinte, retornarem com segurança para suas casas” – complementou Eduardo Gasperini, diretor de Marketing e Desenvolvimento de Mercado da Specialized Brasil.


Postado em 20 de novembro por gugamachado

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Diverge Gravel Race Brasil Ride tem segunda edição no dia 23 de novembro, em Botucatu

São Paulo (SP) - Sucesso quando fez sua estreia em abril deste ano, a Diverge Gravel Race Brasil Ride está de volta, no próximo dia 23 de novembro, no Celeiro Restaurante, em Botucatu, trazendo uma novidade. A primeira prova exclusiva dedicada à experiência gravel no País contará com duas distâncias em sua segunda edição. O novo percurso terá 100 km para aqueles que querem um desafio maior, enquanto o circuito de 65 km estará mantido.

A modalidade gravel caracteriza-se pela mistura dos terrenos road/off-road. As competições deste estilo apresentam suas formas mais rústicas e são bastantes comuns no cenário europeu. Na Diverge Gravel Race, os amantes do esporte vivenciarão um sábado em clima de happy hour. A tradicional camisa de Finisher, presente na ultramaratona Brasil Ride, será substituída pela caneca de chope, para a confraternização com os amigos e família após o evento. Muita música ao vivo, com o espírito que uma bike gravel oferece.

“A edição inaugural da Gravel Race da Brasil Ride foi tão bem recebida pelos entusiastas do ciclismo, que decidimos por fazer uma segunda prova logo em seu ano de estreia. A certeza que temos é de que, mais uma vez, as disputas serão desafiadoras, percorrendo estradas de cascalho e asfalto da Cuesta Paulista, entre Botucatu e Pardinho. Ao final da tarde, teremos uma cerimônia de premiação única, acompanhada com comidas saborosas e bebidas artesanais”, explica Mario Roma, fundador da Brasil Ride. “Todos os finishers serão recepcionados, ganhando a primeira caneca de chope por nossa conta”, complementa Roma.

Inscrições abertas - As inscrições para a Diverge Gravel Race seguem abertas e podem ser feitas acessando o site da prova: http://gravelbrasilride.com.br/. A programação será toda no sábado, com retirada de kit entre 10h e 13h, e duas largadas, a primeira às 12h para os inscritos nos 100 km, e a segunda às 14h, para quem vai competir nos 65 km. A premiação está prevista para as 17h30. Serão oito categorias por idade, além da PCD (Pessoas Com Deficiência), que conta com inscrições gratuitas, todas nos gêneros masculino e feminino.

Celeiro Restaurante - A organização da Brasil Ride não poderia escolher lugar melhor do que o Celeiro Restaurante (Rod. Gastão Dal Farra, Km 4, s/n – Demétria), em Botucatu, para a realização da Diverge Gravel Race. O local conta com a estrutura necessária para que familiares e amigos dos atletas divirtam-se, enquanto os ciclistas pedalam nas trilhas e estradas da região. Um dia único não só para os participantes, como também para os familiares e amigos.

Brasil Ride: Mais que uma prova, uma etapa em sua vida.

Mais informações:
Site: http://www.BRASILRIDE.COM.BR
Facebook: www.facebook.com/BRASILRIDE
Twitter: @brasil_ride
Instagram: @brasilride

E nós estaremos presentes nesta prova a convite do Bikenamidia! Não perca nossa cobertura exclusiva!!!

 

 


Postado em 18 de novembro por gugamachado

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Em fim de semana de Virada Esportiva, Pedal em Sampa reúne 2 mil pessoas neste domingo (24)

São Paulo (SP) – O fim de semana será de muito esporte e lazer na cidade de São Paulo, com mais uma edição da Virada Esportiva. E quem gosta de pedalar tem a oportunidade de passar a manhã de domingo (24) passeando pelas ruas e avenidas de Santana. O “Pedal em Sampa – mais ar para a cidade” reunirá 2 mil participantes, a partir das 8h30, na Praça Heróis da FEB, para um percurso de dez quilômetros pelo bairro, contornando o Campo de Marte, retornando à praça para a chegada.

O passeio ciclístico está em sua segunda etapa, com foco em qualidade de vida, por um mundo mais sustentável e com maior mobilidade urbana. O primeiro Pedal, em setembro, foi realizado no Dia Mundial sem Carro. Agora, volta ao mesmo local, com a presença de pessoas de todas as idades, sozinhas, em família, em equipes, aproveitando para curtir a cidade de uma forma diferente, pedalando com segurança e diversão. Entre elas, grupos de bike como Pedal Campo de Marte, Bikers Vila Guarani e Qbike.

As inscrições continuam abertas, custam apenas R$ 20,00 e podem ser feitas aqui O objetivo é incentivar ainda mais o uso das bikes na cidade, um meio de transporte utilizado seja como lazer, seja para ir ao trabalho ou à escola, entre outras atividades, que vem ganhando um espaço maior ano a ano na capital paulista. Neste dias que antecederam o “Pedal em Sampa”, os organizadores do passeio ciclístico percorreram diferentes locais, como a Avenida Paulista e o Minhocão, divulgando o evento.

Entrega de kits - A programação da segunda etapa do “Pedal em Sampa” começa nesta sexta-feira (22), com a entrega dos kits, das 10h às 20h, que prossegue no sábado (23), no mesmo horário, na Loja Riachuelo do Shopping Center Norte. O Kit do Ciclista conta com camiseta, sacochila e squezze, além de medalha pós-evento aos que completarem o percurso.

Mais informações aqui


Postado em 14 de novembro por gugamachado

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Ciclocross – Equipamentos e Técnicas!!!

Semana passada postamos aqui  uma explicação geral sobre o que é o Ciclocross. Depois da ótima repercussão, combinamos de nos aprofundar falando hoje sobre equipamentos e algumas técnicas de pilotagem!

A Bicicleta

Nossa bicicleta para os testes foi uma Audax Flandres.

Ela foi a primeira ciclocross nacional e já está super em sintonia com o que há de mais moderno na modalidade. Sendo assim, nós vamos usá-la de exemplo sobre algumas características desejáveis nas bikes destinadas a este tipo de pedal.

Na sua essência, uma bike de CX é uma Speed. Porém, um olhar mais cuidadoso, vai notar várias características únicas, que buscam melhorar muito a performance “off-road” da bike!

Uma primeira e mais chamativa característica são os pneus, mais largos e com “cravos”, podendo vencer trilhas e obstáculos com facilidade, porém mantendo a agilidade de uma bicicleta de estrada.

A segunda característica que a separa de uma Speed é o garfo dianteiro mais largo, para absorver melhor os impactos, comuns nesta modalidade. Note também que o “cockpit” da bike (guidão e demais componentes) é ligeiramente mais largo que o convencional, para facilitar a pilotagem.

Além da geometria do quadro, que no caso da Flanders é de fibra de carbono, o que torna a bike mais leve e confortável, a transmissão é “mais leve” ( 36-46) que numa Speed convencional, para facilitar as frequentes subidas e arranques neste tipo de prova. Note também que o sistema de encaixe da sapatilha é o sistema de Mountain Bike (padrão Shimano SPD), o que facilita a limpeza do pedal, e diminui também o acúmulo de lama.

Mais uma tendência internacional, é a presença de freios a disco na bike, que vieram substituir os tradicionais “cant-levers”. Os freios a disco têm a grande vantagem de, além de sua maior eficiência (desde que sejam de boa qualidade, é claro), acumularem menos resíduos, mantendo seu poder de frenagem intacto ao longo da prova. No caso da AUDAX Flandres, os mesmos são hidráulicos, o que facilita também o manuseio!

Para encerrar, é desejável que a bike tenha “o menos cabos e conduítes expostos” possível, uma vez que, além da desregulagens naturais presentes numa prova deste tipo, é comum que o ciclista conduza a bike no seu ombro por longos trechos, passando inclusive por muros e paredes segurando a bike. E o fato de não ter cabos expostos para “enroscar”, sem dúvida nenhuma constitui uma enorme vantagem na hora do perrengue!

Técnicas de Pilotagem e Acessórios

Aqui é o contrário: em sua essência, as técnicas e acessórios do Ciclocross são do Mountain Bike (MTB). Assim, o vestuário é o mesmo do MTB, com destaque para maior proteção na região dos braços (com os chamados “manguitos”) e capacetes mais seguros, bem como óculos de proteção (se possível em policarbonato) e luvas (se possível, de “dedos longos”). Lembrando também que as sapatilhas são de MTB, com solado com cravos. Como na Europa esta modalidade é praticada no inverno, é comum o uso de uma “segunda pele” (calça e blusa) sobre o uniforme de ciclismo.

As técnicas de pilotagem são quase as mesmas do MTB, com muitos pulos do tipo “bunny hop”, onde técnica e experiência contam muito! Dependendo do obstáculo a ser vencido, é comum desmontar da bike, encaixá-la no ombro direito, e vencer o obstáculo, que pode ser desde um simples muro, até uma “parede de alpinismo”. É comum também terem escadas no circuito, assim como os tradicionais “single tracks”. Assim, é desejável que o ciclista tenha um bom condicionamento do tipo “endurance”, além de alguma técnica de corrida rústica.

E aí? Se animou para experimentar esta modalidade?

Na semana que vem a convite do Bike Na Midia faremos uma prova que lembra um pouco o ciclocross, mas chama-se Gravel, promovida pela Brasil Ride. Acompanhe nossa perfomance e torça pra gente conseguir terminar!


Postado em 7 de novembro por gugamachado

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Você sabe o que é “Ciclocross”?

Se você pedala de Mountain Bike (MTB) já deve ter se imaginado pedalando uma Speed, em especial numa daquelas estradas sem fim…E se você pedala de Speed, certamente já quis fazer uma trilhazinha de leve, ou mesmo uma estradinha de terra batida…

Agora imagina uma bike que “aguenta o tranco” nas duas modalidades!

Conheça o Ciclocross (Cyclo-cross ou CX para os íntimos) !!!

A origem desta modalidade é meio confusa: tem uma escola que diz que este estilo de pedalar surgiu no início do século passado, quando os ciclistas de estrada europeus disputavam uma espécie de “vale tudo” para chegar de uma cidade a outra, podendo cortar por fazendas e campos, pular porteiras, e por aí vai! Outra escola diz que este tipo de pedal surgiu um pouco mais pra frente, nos anos 40, onde os atletas das grandes voltas européias (Tour de France, Volta da Itália, etc), para não ficar parados após o término da temporada e com a chegada do inverno, selecionavam circuitos fechados e mais curtos (de 2,5 a 3,5 kms), porém com vários obstáculos a transpor (a própria neve inclusive), de modo a se manterem minimamente em forma para a próxima temporada.

Esta prática foi caindo nas graças de vários atletas e ciclistas comuns, e hoje virou uma verdadeira febre, gerando espetáculos bem interessantes de se acompanhar, devido ao inusitado de ver uma bicicleta do tipo “speed” (na verdade de perto ela é bem diferente – vamos tratar disto mais a frente) cheia de lama, muitas vezes sendo carregada nas costas do ciclista!

 

 

Outra coisa que atrai o público é que as provas são curtas, durando de 30 minutos a no máximo uma hora, e os circuitos são acessíveis, uma vez que os obstáculos na maioria das vezes são construídos artificialmente, e a pista é curta com uma altimetria baixa, para tornar a competição mais dinâmica.

Esta modalidade é muito forte na Europa, em especial na Bélgica, na França e na Holanda, onde as competições costumam acontecer de setembro a janeiro. O Campeonato Mundial (pela UCI) ocorre em janeiro, e os Estados Unidos e o Canadá também costumam participar, com transmissão pela ESPN (Brasil também).

O competidor deve possuir habilidades de MTB, endurance e corrida do tipo “cross-country” e é permitido a ele total apoio mecânico, e até troca da bicicleta inteira, se for este o caso. Inclusive muitos ciclistas optam por isto uma vez que a bike, durante a prova, é muito “judiada”, ficando por vezes coberta de lama!

Então, se você gosta de lama, esta é a sua modalidade!

No próximo post falaremos sobre equipamento e técnicas de pilotagem!


Postado em 30 de outubro por Eu Vou de Bike

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Dicas para trilha com raízes e areia

A sua habilidade em conduzir a bicicleta e transpor obstáculos naturais em trilhas deve-se à prática e ao treinamento em terrenos variados. Neste texto, darei dicas para tornar a sua próxima pedalada mais segura. E serão duas situações: trilhas com areia e trilhas com raízes.

TRILHAS COM RAÍZES

As trilhas com raízes são um desafio para os mountain bikers, assustando e intimidando muitos ciclistas. Afinal, num piscar de olhos você pode ir ao chão. Existem duas situações de perigo neste tipo de trilha: as raízes secas ou molhadas.

No geral, para transpor trilhas com raízes, quanto mais veloz você atacar, menos tempo de contato você terá com elas, não dando chances para um deslize. Nesse momento de ataque, o corpo também deve se posicionar mais atrás, aliviando a roda dianteira, evitando assim ser ejetado por cima do guidão.

A escolha de um pneu correto também pode fazer a diferença, e nestes casos o ideal são os pneus mais gordos na medida de 2.00 ou 2.10. A calibragem também é muito importante, levando em consideração sempre o peso do ciclista: nem muito vazio onde ocorrem as mordidas das camaras e nem muito cheio pois neste caso a bicicleta irá pular demais.

Deve-se observar onde estão as partes mais rasas por onde estiver passando. A trasposição das raízes deve ser feita em uma linha mais reta possivel, evitando passar enviesado para que os pneus não desgarrem. A regulagem da suspensão, nesses casos, pode ser ajustada bem macia, afinal as raízes em alguns momentos, se parecem mais com degraus de uma escada e isso ajuda a absorver os impactos e na aderência dos pneus.

Não esqueça também de aliviar a tensão dos braços, que funcionam como um amortecedor. Evite usar os freios nas trilhas com raízes, principalmente quando elas estiverem molhadas e escorregadias. Uma freada errada pode levar você ao chão.

TRILHAS COM AREIA

As trilhas com muita areia também são um desafio aos ciclista. A areia em questão é aquela que encontramos na praia, por exemplo.

Dependendo da época do ano, com chuva ou na seca, ela se torna bem diferente. Na seca, fica mais solta, bem fofa. Já na época das chuvas, a areia fica mais dura e melhor para pedalar.

A escolha de pneus pode fazer uma grande diferença. Em situações em que você já sabe que irá encontrar area, opte por pneus grandes, na medida de 2.00/2.10, e com poucos cravos. Com isso, sua área de contato será maior, evitando que a bicicleta afunde.

O principal problema da areia é não deixar a roda dianteira afundar, então você deve posicionar seu corpo mais para trás, com os braços esticados para manter o curso. Procure andar nos trilhos já existentes no terreno, nas áreas em que a areia está mais compacta, ajudando a evolução.

A trasmissão de marchas também deve ser trabalhada. Quando estiver em alta velocidade, aproveite o embalo para avançar o maximo possivel, mas se o terreno for extenso demais, a velocidade deve cair bem rapido, então a troca de marchas deve ser feita com agilidade e para uma troca em que você consiga manter a sua rotação de pedaladas alta.

Lembre-se também que neste tipo de terreno a pedalada deve ser feita sempre sentado. A suspensão dianteira neste caso deve ser travada, isso ajuda a furar o terreno arenoso dando mais firmeza e direção na pilotagem. Ah, e use sempre o capacete!

Boas pedaladas!
Abraços,
Eduardo Ramires 


Postado em 24 de outubro por Eu Vou de Bike

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Como fazer sua primeira trilha de bicicleta

Nós aqui do Eu Vou De Bike falamos muito sobre ciclismo urbano e bicicleta como meio de transporte. Mas sempre que podemos, gostamos muito de pegar nossas MTBs (Mountain Bikes) e ganhar a natureza! Nada melhor do que aquele cheirinho de mato com orvalho logo cedo para nos animar!

Ficou interessado? Se você nunca fez uma trilha, este post pode te ajudar a entrar no fabuloso mundo do MTB!

Antes de qualquer coisa, lembre-se de:

- Revisar bem todo seu equipamento, em especial a bicicleta. Uma trilha é bem diferente de um passeio no parque…;
- Avisar sempre aos seus familiares a localização da trilha e o horário estimado de retorno;
- Nunca fazer uma trilha sozinho, pois no caso de acidente as complicações tendem a ser grandes;
- Procurar estudar e escolher um percurso compatível com o seu condicionamento físico e habilidade técnica, para que algo que é para ser prazeroso não se torne um martírio;
- Se possível, leve sempre ferramentas para reparos rápidos, kits para reparar furos nos pneus e primeiros socorros;
- Utilize os itens mínimos de proteção individual, que são: o capacete, as luvas e os óculos. Estes dois últimos itens são especiais no caso de trilhas, pois no caso de queda, na maioria das vezes a primeira parte do corpo a tocar o chão são as mãos. E os óculos nos livram de ferimentos provenientes de galhos e insetos, muito comuns em trilhas;
- Se a pedalada for longa, acima de uma hora, hidrate-se bem, principalmente se o clima for quente. Lembre-se também de levar algum alimento leve. O ideal é se hidratar a cada 30 min., e comer a cada hora;
- Proteja-se também contra queimaduras de sol indesejáveis. Utilize sempre o protetor solar, dando preferência aos esportivos, que são mais fáceis de se aplicar e costumam proteger por mais tempo.

Preparação e Planejamento

1. Ajustes da Bike

Ajuste do Selim: o ideal é utilizá-lo mais baixo do que você está acostumado, para ter uma maior segurança e diversão nas descidas. Isto pode atrapalhar um pouco nas subidas, mas a segurança deve vir sempre em primeiro lugar!

Pneus: Se a trilha escolhida for mais acidentada, evite utilizar o pneu muito cheio para que os impactos provenientes da irregularidade do terreno não sejam muito sentidos, e para que a bike tenha maior estabilidade. Com isto, o rendimento tende a ser um pouco menor, pois os pneus mais “murchos” tendem a “segurar” um pouco mais a bike. Se a trilha for mais para um “estradão de terra batida”, utilize a pressão próxima da máxima indicada pelo fabricante. Você encontra este dado na lateral do pneu. Ah, e obviamente os pneus devem ter cravos, para maior estabilidade, evitando assim derrapagens desnecessárias.

Paralamas: se puder, utilize ao menos o dianteiro. Isto irá livrar você de receber “lama na cara”. A utilização de óculos de proteção também diminui muito este problema.

Suspensão: se sua bicicleta tiver suspensão dianteira (condição ideal para uma trilha), verifique no manual se ela tem alguma regulagem. Se ela tiver, procure regular conforme o terreno que irá pedalar, ou seja, num terreno mais acidentado, a suspensão deve ser regulada para ficar mais leve, isto é, absorver mais os impactos, porém a bike tende a ficar com a frente mais “mole”, o que pode afetar o desempenho, principalmente nas subidas. Se o terreno for mais regular, procure deixar ela mais dura, pois isto irá contribuir para um desempenho melhor. Mas se você não conhecer nada sobre o equipamento, deixe como está, pois a maioria das suspensões regulares vem de fábrica ajustadas para o meio termo, o que já é bem satisfatório.

2. O que vestir?

Camiseta: O ideal é uma camiseta para ciclismo com tecido do tipo dry fit. Procure escolher uma que não seja muito justa, para não dificultar seus movimentos. Se o clima permitir, o ideal é utilizar uma camiseta mais justa de manga comprida por baixo da camiseta de ciclismo (tipo segunda pele), para proteger os braços de arranhões causados pela vegetação, bem como auxiliar na proteção contra queimaduras de sol

Shorts: Normalmente utilizamos uma bermuda relativamente larga de tecido esportivo mais grosso por cima da tradicional bermuda de ciclismo, a qual tem a “almofada” no meio para maior conforto. Utilizamos esta configuração pois, no caso de queda, uma bermuda mais grossa por cima tende a proteger mais.

Joelheiras/ Cotoveleiras: normalmente este costuma ser um equipamento incomodo e caro. Mas se você tiver acesso a estes, principalmente nas primeiras trilhas, bem como nas mais acidentadas, recomendamos muito a utilização como equipamento de segurança, pois hoje em dia eles não são mais tão desconfortáveis. Peça dicas na sua loja de confiança e, se possível, experimente antes de utilizar.

Calçados: num primeiro momento, não recomendamos a utilização de sapatilhas com o sisetma de “clip”. Isto fica para mais tarde, pois exige um investimento relativamente alto, e a curva de aprendizado costuma ser meio lenta. Porém, depois que você se acostuma a andar “clipado”, dificilmente volta atrás. Portanto recomendamos um tênis resistente, que te forneça um bom apoio e uma boa proteção em volta dos tornozelos, e com um bom isolamento do meio ambiente. A maioria dos bons calçados “off road” costuma ter estas características. E lembre-se que a possibilidade dele voltar bem sujo é muito grande!

Capacete: Sempre escolha o melhor capacete que seu dinheiro possa pagar. Procure pelo melhor caimento, boa ventilação e se possível, que ele tenha a aba removível.

Óculos: Assegure-se que seus olhos estejam sempre protegidos contra insetos, lama, galhos e pedrinhas que costumam nos atingir enquanto estamos pedalando, podendo até causar uma lesão nos olhos ou mesmo uma queda!

Luvas: como dissemos, as luvas, além de proteger suas mãos em caso de queda, ajuda a mantê-las quentes e a melhorar o seu controle sobre o guidão

Jaqueta Impermeável: procure providenciar uma jaqueta de qualidade e que te vista bem. Nunca lave com amaciante ou detergente demais, e verifique as condições dela antes do uso.

3. O que levar?

Kit de primeiros socorros: Certifique-se de ter pelo menos o básico para que você possa atender a si mesmo ou a um amigo em caso de emergência. Nós já falamos sobre isto aqui.

Kit de Ferramentas: No mínimo, ter um “canivete multi-ferramentas” para bicicletas decente com uma chave para reparos em correntes. Algumas peças de reposição e itens úteis, como abraçadeiras, fita isolante, bomba para encher o pneu, kit de reparo de câmaras e até câmaras extras (verifique com o seu lojista qual o tipo exato de câmara da sua bicicleta. Esta informação é bem importante) são extremamente necessárias em trilhas. Porém, não adianta ter tudo isto se não souber utilizar. Procure conversar com sua loja preferida sobre um “mini curso” de mecânica. Veja também aqui no site algumas dicas de manutenção básica.

Luvas de borracha (do tipo cirurgicas): Deixar nossas caras e queridas luvas de pilotar cheias de graxa realmente não é uma boa idéia. Além delas serem grossas e não fornecerem o tato necessário. Assim é sempre uma boa idéia ter uma par destas a mão.

Gel Energético/banana: Acredite, na trilha você vai agradecer de ter um gel energético e/ou uma banana por perto. Um lanche leve, como peito de peru com queijo, também costuma cumprir a função de dar um “boost” rápido em nossa energia.

Telefone: Leve um celular carregado com você, para o caso de emergências. Procure manter ele seco e seguro. Se possível, verifique antes se sua operadora cobre a região em que você estará pedalando. Ainda se possível leve seu celular mais simples. Celulares do tipo “smarthphones” costumam ter uma autonomia de bateria bem reduzida, deixando a gente “na mão” quando mais precisamos deles.

Leve também cameras fotográficas para registrar tudo, e acima de tudo, divirta-se.

Todas estas recomendações são para que seu momento seja o mais perfeito possível, sem nenhuma ocorrência que possa estragar sua atividade!

Aqui encerramos a primeira parte deste post. Em breve abordaremos as técnicas de pilotagem, bem como mais algumas dicas para sua primeira trilha!

Bora se aventurar?


Postado em 14 de outubro por gugamachado

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Conheça o ANGi! Uma verdadeira revolução no seu capacete!

A gente aqui no EVDB sempre busca por segurança nas nossas pedaladas (sem neurose, é claro). E recentemente a Specialized veio contribuir ainda mais para isto, de uma maneira simples e acessível. Conheça o AGNi, um sensor para acoplar no capacete com detector de impacto, rastreador e sinalizador de segurança!

Como funciona?

O ANGi é um dispositivo pequeno (quase do tamanho de uma caixa de fósforos), que pode ser acoplado a quase qualquer capacete, e deve ser sincronizado com um app da marca, disponível para iOS e android. A partir desta sincronia, ele vai apresentar as seguintes funcionalidades:

  • RASTREADOR EM TEMPO REAL: O ANGi lhe permite compartilhar seus planos de pedalada antes de você sair. Você pode até mesmo optar por enviar um link de rastreio para os seus contatos, para que eles possam acompanhar o seu pedal em tempo real.
  • DETECTOR DE IMPACTOS: Se o ANGi detectar um impacto durante o seu pedal, ele pode enviar uma mensagem de texto para seus contatos de emergência dizendo que você pode ter se envolvido em um acidente.
  • SINALIZADOR DE SEGURANÇA: Além de notificar os seus contatos de que você pode ter sofrido um acidente, o ANGi e o Ride App enviarão suas coordenadas de GPS para todos os contatos que você listar no Ride App.
  • ALERTAS DE SEGURANÇA BASEADO EM TEMPO: Você precisa de um sinal de celular para que o ANGi e o Ride App enviem alertas de texto para seus contatos. Se você pedalar sem cobertura telefônica, você pode usar o alerta de segurança com base em tempo. Apenas defina o tempo estimado do seu pedal antes de sair, e se você não completar o passeio dentro daquele espaço de tempo, o ANGi enviará uma notificação com sua última localização registrada.

E isto nenhum serviço de assinatura! Basta sincronizaar e utilizar! Detalhe: como o sensor é baseado em um acelerômetro, ode se que ele envie uma informação de um acidente que não necessariamente tenha ocorrido. Daí o próprio ciclista tem um tempo para avisar que está tudo bem aos seus contatos!

Gostou? Conheça mais sobre o ANGi aqui.


Postado em 3 de outubro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta: ótimo presente para o Dia das Crianças

O Dia das Crianças está chegando e mesmo com toda a “parafernália” eletrônica disponível, como videogames, notebooks, o excesso de informação e distração da internet e das redes socias nos smartphones, a bicicleta ainda continua sendo um presente bastante desejado!

Eu mesmo me recordo da minha primeira bicicleta – quando ganhei, como ela era e, principalmente, a diversão e os bons momentos que ela me proporcionou.

Aqui no site, nossa intenção é que todos comecem a “ir de bike” e sabemos que um hábito saudável deve ser formado desde a infância. Neste post, vamos dar algumas dicas de compra de uma bicicleta para crianças e de manejo para que a experiência do aspirante a ciclista seja inesquecível!

Além do fator lúdico, os benefícios proporcionados pela bicicleta para a saúde dos pequenos são imensos. Durante a “brincadeira”, ocorre um grande gasto calórico, prevenindo a temida obesidade infantil. No Brasil, em estudo recente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo (SBEM), foi revelado que mais de 20% das crianças brasileiras estão obesas.

Além disso, o uso frequente da bicicleta estimula os reflexos, a consciência de lateralidade e a noção espacial. Sabemos hoje que as características de como nosso corpo será no futuro em muito são definidas na infância. E o exercício disfarçado de brincadeira certamente ajuda a formar músculos e ossos saudáveis.

Os modelos

Hoje em dia muitos são os modelos de bicicletas infantis oferecidos pelo mercado nacional, para os mais variados gostos e bolsos. E muitos são os acessórios também, em especial os equipamentos de segurança, tais como capacete, joelheira e cotoveleira, muito importantes para um aprendizado seguro.

A escolha da bicicleta certa começa pela definição do tamanho do aro e do quadro, para que a criança tenha pedaladas confortáveis e saudáveis. Como hoje em dia as relações biomecânicas estão todas alteradas e oscilantes (cada vez mais é comum vermos crianças muito mais desenvolvidas do que sua idade cronológica indicaria), nossa tabela trará uma relação de tamanho da criança x tamanho da bicicleta, e não de “idade x tamanho da bicicleta”.

Então, ficamos assim:

Tamanho do Aro – Altura do ciclista

- Aro 12″ – de 89 cm a 1,07 cm

- Aro 16″ – de 96 cm a 1,23 cm

- Aro 20″ – de 1,09 cm a 1,42 cm

- Aro 24″ – de 1,26 cm a 1,52 cm

- Aro 26″ – acima de 1,52 cm (geralmente adolescentes)

Como vimos, na tabela acima ocorrem várias interposições de medidas. Aqui o que vai determinar se a criança utilizará uma bicicleta aro 16″ ou 20″, por exemplo, deve ser o bom senso, ou seja, devemos testar a criança utilizando a bicicleta e perceber qual o nível de confiança dela com relação a altura e tamanho escolhido.

Se ela estiver insegura, escolha um tamanho menor. Bicicletas hoje em dia são fáceis de se negociar, e quando o pequenino estiver seguro e confortável numa aro 12″, por exemplo, podemos adquirir uma aro 16″ e vender a bicicleta anterior.

Para começar o treinamento do ciclista mirim, é fundamental manter os apoios laterais (também conhecidos como “rodinhas”) para que o pequeno se familiarize com a bicicleta e com o ato de pedalar. Ao mesmo tempo, as rodinhas fazem com que a criança se sinta mais segura para iniciar nesta nova empreitada.

É impossível dizer em quanto tempo uma criança vai começar a pedalar sozinha, isso varia muito de pessoa para pessoa. O ideal é manter uma rotina bem disciplinada, com treinos diários ou ‘dia sim, dia não’.


Exemplo de bicicleta com apoios laterais, aro 12”

Para que o pequeno fique mais seguro, o selim pode ser deixado um pouco mais baixo que o normal no início. Assim, ele poderá colocar os pés no chão em caso de desequilíbrio. É muito importante que você ensine onde estão e como usar os freios, inclusive fazendo o movimento de frear repetidas vezes com ele.

No começo, você deve levar a criança para um local seguro e sem trânsito. Geralmente as crianças aprender a pedalar em parques públicos, estacionamentos vazios, praças ou playground de condomínios. Já no local adequado, e ainda com as rodinhas, mostre para o pqeueno que ele deve sempre manter o pedal girando e sempre olhando para a frente. Transmita segurança e confiança, mostrando que você estará lá para ampará-lo caso aconteça algum acidente.

Estando a criança familiarizada com os freios e com o movimento de pedalar, a primeira manobra a ser ensinada é fazer curvas para ambos os lados. Quando a criança já estiver confiante, crie um circuito para ela cumprir. Se for o caso, demarque o circuito com latinhas de refrigerante. Observe a criança e corrija os erros. Lembre-a de pedalar constantemente e sempre olhar para a frente. Este é um detalhe fundamental para quando chegar o momento de retirar as rodinhas de apoio.

No momento em que a criança estiver pedalando com mais segurança e constantemente, e fazendo as curvar com confiança, é hora de retirar uma das rodinhas. Retire um dos lados e continue com a mesma rotina de exercícios, se possível no circuito montado. O ideal é que aumentemos gradativamente o tamanho e a dificuldade do circuito.

Quando ela conquistar a confiança e a habilidade de pedalar desta maneira, com muita cautela podemos retirar o segundo apoio lateral. Aliás, a princípio, podemos somente levantá-lo e deixá-lo sem contato com o chão, porém sem retirá-lo. Isso vai servir como apoio psicológico.

Pronto. Com a bicicleta sem os apoios laterais, vá até um local plano, tranquilo, sem curvas, e se possível, com o piso de grama ou de terra batida, pois pequenos tombos serão inevitáveis nesta fase. Aliás, o ideal é que a criança esteja equipada desde o início com capacete, luvas de proteção, e se possível, joelheiras e cotoveleiras. Este kits são relativamente fáceis de se encontrar nas bike shops ou grandes magazines de esporte.


Exemplo de bicicleta sem apoios laterais, aro 20”

Segure a bicicleta com a mão embaixo do selim (nunca no guidão) e corra ao lado da bike, no mesmo ritmo da criança, sem forçar ou apressar. Lembre-a constantemente de pedalar e olhar para frente. É fundamental que a criança se sinta segura sabendo que você está ao lado dela, ajudando no equilíbrio e transmitindo segurança.

Quando você perceber que o pequeno já pedala sem parar e sem olhar para a roda dianteira, ele estará apto a comandar a bicicleta por conta própria. Basta ir soltando a sua mão do selim, sem grandes alardes, que a criança, sem se dar conta, vai manter por sí só o equilíbrio, pois afinal ela já “treinou” bastante até chegar a este ponto.

Seja paciente e vá devagar nesta fase do processo. Ao retirar as rodinhas, a criança precisará de uma atenção especial e um tombo mais sério neste momento pode traumatizá-la por muito tempo. Se ela não conseguir pedalar sozinha sem as rodinhas logo na primeira tentativa, não desista e tente outras vezes.

Logo virá a confiança e o prazer de sentir a liberdade que a bicicleta nos proporciona! E para isto, cada passo, desde a compra da bicicleta e equipamentos de segurança, até o circuito a ser percorrido deve ser planejado com muito amor, dedicação e paciência.

A Houston Bikes possui uma linha completa de bicicletas infantis indo dos aros 12″ até o 20″.

E lembre-se: se hoje nós vamos de bike, é porquê  algum já fez isto pela gente!



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