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Blog Vou de Bike

Postado em 14 de outubro por gugamachado

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Conheça o “Pedal das Capivaras”

Quarta edição do passeio ciclístico, no dia 19 de outubro, reúne fãs da bicicleta em São Paulo para o pedal na ciclovia do Rio Pinheiros. Inscrições estão abertas

São Paulo (SP) – Passeio ciclístico com o objetivo de alertar população e governantes para a importância da despoluição do Rio Pinheiros, o Pedal das Capivaras chega este ano à sua quarta edição, em conjunto com ações culturais, artísticas e educativas. No dia 19 de outubro, os participantes do pedal terão como ponto de encontro o Shopping SP Market (Av. das Nações Unidas, 22.540), com concentração a partir das 8h da manhã. O passeio começará às 9h, com extensão de 20 km na Ciclovia do Rio, e previsão de duração de duas horas.

Entre as ações que reforçam a importância de conscientizar a população para a recuperação do Rio Pinheiros estão: As Margens do Rio Pinheiros do artista plástico Eduardo Srur, com intervenções como, por exemplo, trampolins nas pontes Morumbi, Eusébio Matoso e Cidade Universitária e Galeria Rio Pinheiros do Coletivo CafeNaRua, projeto de ocupação permanente das margens da ciclovia, com grafite e passeios mensais.

Esses projetos, alinhados pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), terão a hashtag #VivaRioPinheiros unificando as ações. “O Pedal sempre foi uma ação pontual com um bom trabalho de divulgação e mobilização mas que após a realização do passeio perdia sua força. Agora, são três ações fortes que chamam atenção da população e das autoridades públicas para a situação do Rio Pinheiros. Isso fortalece o Pedal das Capivaras, porque ele faz parte de um conjunto de ações ao longo de um espaço maior de tempo e com maior visibilidade”, destaca João Magalhães, coordenador de comunicação da Shimano.

Pedal das Capivaras, 2013

A ideia do Pedal das Capivaras, realizado pela primeira vez em 2011, surgiu durante um passeio de bike pela ciclovia do Rio Pinheiros: um espaço fácil para se pedalar, seja para treino, mobilidade ou lazer, porém com o Rio totalmente poluído e com forte mau cheiro. “Para a Shimano, o Rio Pinheiros foi praticamente reintegrado à cidade e ao paulistano por meio da construção da Ciclovia. Então, nada mais bacana do que chamar atenção para sua despoluição”, avalia João Magalhães.

Inscrições abertas – O evento conta com operação do Clube dos Amigos da Bike (CAB) e terá 20 km de percurso, totalmente plano, com início e término na estação Jurubatuba, indo e voltando até a ponte do Morumbi. Para garantir uma vaga, basta fazer a inscrição aqui , ao custo de 35,00 reais. Cada participante ganha um kit com a camisa oficial do Pedal das Capivaras Shimano, sacola de algodão e brindes dos apoiadores, além de um cupom para concorrer ao sorteio de uma bike Mongoose.

Recomenda-se a participação aos ciclistas que tenham o hábito de pedalar entre uma e duas horas, com algumas paradas breves para reagrupamento. Menores de 12 anos devem estar acompanhados por um responsável. Capacete é de uso obrigatório, enquanto óculos e luvas são acessórios essenciais.

A 4ª edição do Pedal das Capivaras Shimano é organizado pelo CAB (Clube dos Amigos da Bicicleta), com patrocínio da Shimano e oferecimento do Shopping SP Market, além dos apoios da CPTM, Mongoose (Caloi), Tensor, Lysoform, Clight, Cróqui, Triunfo, SupraSoy, Montevérgine, Oetker e Gomes da Costa.

Serviço:
4º Pedal das Capivaras Shimano

Data: 19/12/2013
Horários: concentração às 8h e saída às 9h
Endereço: Shopping SP Market (Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba)
Local do evento: ciclovia do rio Pinheiros
Valor: R$ 35,00
Inscrições: www.cab.com.br


Postado em 13 de outubro por gugamachado

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Qual bicicleta devo comprar?

Sem nenhuma sombra de dúvida, escolher uma bike para comprar é hoje uma tarefa das mais complexas!

Com tantos modelos e especificações disponíveis no mercado, é muito comum nos depararmos com uma grande dificuldade em selecionar qual é o modelo ideal para nossa aquisição. Normalmente recorremos a “amigos ciclistas”, ou a lojistas experientes. Não que estes não estejam habilitados a nos ajudar, mas o melhor é termos ao menos alguma base do que procuramos, inclusive para ajudá-los melhor em sua seleção.

Nosso objetivo aqui é trazer esta base! A primeira dúvida é: devo comprar uma Mountain Bike (mais comum em nosso país), uma Speed (bicicleta de estrada, aquela com os pneus finos), uma Híbrida/ Urbana (modelo cujo uso vem crescendo cada dia mais), uma Elétrica ou uma Dobrável?

Basicamente, a escolha de uma bicicleta vai depender muito de seus próprios gostos, bem com do tipo de terreno e distância você pretende pedalar. O orçamento disponível também conta muito!

A boa notícia é que, seja você é um ciclista urbano, ou alguém que adora trilhas e natureza, ou ainda alguém que quer pedalar horas a fio numa linda estrada, há uma abundância de modelos para você!

Mountain Bike (MTB) :

Com uma posição de pilotagem mais ereta, quadros super resistentes e a opção de levá-la para trilhas e passeios “off-road”, as mountain bikes (MTBs) são uma escolha bastante popular para os ciclistas recreacionais. Muitos também apreciam o poder dos freios a disco típicos das MTB, bem como seus sistemas de suspensão, que muitas vezes se traduzem por um conforto maior. 

Mas os pneus com cravos que as tornam excelentes para terrenos acidentados, são péssimos nas cidades, quase que “segurando” no asfalto,e , muitas vezes, anulando a vantagem dos materiais de quadros, rodas e componentes mais leves, comuns nas Mountain Bikes mais “tops”. Se a sua utilização foi maior na cidade e você fizer questnao deste tipo de modelo, a solução é colocar pneus “slick” (liso) e mais fino. E se você for pedalar apenas em trilhas leves, não há necessidade de uma MTB “full-suspension” (suspensão dianteira e traseira), caso contrário, você estará pagando por uma tecnologia que utilizará pouco, e que certamente trará mais “peso” a bicicleta.

Portanto, as MTB são indicadas para trilhas e passeios “off road”.

Prós: Freios, posição de condução, resistência, versatilidade;
Contras: pesadas, lentas em asfalto, “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Speed (Estrada)

Leves, rápidas e elegantes, as bicicletas “Speeds” (de corrida/ estrada) tornaram-se o transporte principal para toda uma geração de ciclistas (quem se lembra da Caloi 10?), por terem sido “inventadas” em um período onde não existiam bicicletas urbanas. A bicicleta de estrada “cobre” longas distâncias em um ritmo cadenciado e potente devido também aos seus pneus finos e rodas, componentes e quadros leves. Porém da mesma forma que eles ajudam a torná-la rápida, também pode torná-la mais vulnerável a danos em consequência de ruas mal conservadas. Infelizmente, os “ladrões” também “adoram” estes modelos, devido ao seu alto valor de mercado.

Prós: rápida, eficiente e divertida
Contras: pode ser frágil, pneus fáceis de furar, posição de condução desconfortável e “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Híbrida/ Urbana:

As bicicletas híbridas/ urbanas têm a posição de pilotagem mais “neutra” (ereta) e confortável. As bicicletas híbridas “puras” combinam a velocidade das rodas aro 700C finas,  com a posição de pilotagem ereta de uma bicicleta de montanha, como se fosse uma “speed” misturada a uma “MTB”. Mas os detalhes podem variar e muito!

Você pode encontrar desde freios do tipo “v-brake” até os sofisticados freios “a disco”  das MTBs nesta categoria. Normalmente, os componentes e conjuntos privilegiam a robustez e a baixa manutenção frente ao peso e a performance. Como são bicicletas para o nosso “dia-a-dia”, também é muito comum termos racks para transportes de alforges e demais “tralhas” urbanas. Também é muito comum a presença de “pára-lamas” e sistemas de iluminação.

Se você pretende pedalar rapidamente em boas estradas e ruas, porém numa posição mais ereta e confortável (que se traduz também por menos performance devido a aerodinâmica e peso do conjunto), com a possibilidade de transportar pequenas cargas, certamente as bicicletas “híbridas” são para você!

Agora se o seu “pedal” for mais leve e suave, porém conforto, resistência da bicicleta, baixa manutenção dos componentes e capacidade de transporte for fundamental em seus deslocamentos, prefira uma bicicleta urbana (como a da imagem acima, por exemplo, que está equipada com um sistema de câmbio interno modelo“Shimano Nexus”).

Prós: bastante rápida (híbridas), versátil (urbanas), posição de pilotagem confortável
Contras: pode ser quase tão frágil como bikes speed (híbridas), peso do conjunto (urbanas)

Dobrável:

Mais adequada para trajetos curtos – especialmente onde existe dificuldade em estacionar a bike em seu destino – ou para comutar (completar) o seu pedal com outros modais (metro, trem, ônibus, etc), as bicicletas dobráveis são bastante populares entre os ciclistas urbanos.Os modelos mais compactos vão caber até sob sua mesa de trabalho, podendo ser levados em um trem ou ônibus mesmo na hora do rush.

Uma bicicleta dobrável nunca será como uma bicicleta “convencional” em termos de performance e conforto, devido as suas características (roda pequena, distância entre-eixos curta, poucas marchas), porém, as dobráveis mais modernas e mais “top” surpreendem e muito nestas duas características, quase se equiparando a modelos convencionais.

Prós: convenientes para armazenar e transportar em outros modais;
Contras: mais lenta e pesada do que uma bicicleta convencional

Elétrica:

Com o auxílio extra de um motor de 250W, por exemplo, as bicicletas elétricas são ótimas opções para os ciclistas que precisam chegar ao trabalho em um estado “menos suado”. Também ajudam muito em subidas, ou se o seu condicionamento físico não está “lá estas coisas”…

Apesar da polêmica sobre “se elas são bicicletas ou ciclomotores” (nossa legislação ainda é muito obscura, principalmente devido a novidade do tema), elas vêm sendo cada vez mais utilizadas, principalmente nos grandes centros urbanos.

A maioria delas são projetados para serem confortáveis e fáceis de se conduzir. Também possuem as características urbanas (para-lamas, bagageiros e sistema de iluminação) necessárias para uma boa utilização como meio de transporte.

Elas ainda são pesadas e caras. No entanto, com o desenvolvimento da tecnologia, a tendência é que elas fiquem cada vez mais baratas e leves.

Prós: Condução fácil e agradável, confortável
Contras: Necessidade de recarga de bateria (atualmente ainda demorada), mais pesadas e caros que uma bicicleta convencional

Esperamos com este pequeno guia poder auxiliar em uma decisão tão importante!

E qualquer dúvida deixe aqui nos comentários, que teremos o maior prazer em responder!


Postado em 9 de outubro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta: ótimo presente para o Dia das Crianças

O Dia das Crianças está chegando e mesmo com toda a “parafernália” eletrônica disponível, como videogames, notebooks, o excesso de informação e distração da internet e das redes socias, a bicicleta ainda continua sendo um presente bastante desejado!

Eu mesmo me recordo da minha primeira bicicleta – quando ganhei, como ela era e, principalmente, a diversão e os bons momentos que ela me proporcionou.

Aqui no site, nossa intenção é que todos comecem a “ir de bike” e sabemos que um hábito saudável deve ser formado desde a infância. Neste post, vamos dar algumas dicas de compra de uma bicicleta para crianças e de manejo para que a experiência do aspirante a ciclista seja inesquecível!

Além do fator lúdico, os benefícios proporcionados pela bicicleta para a saúde dos pequenos são imensos. Durante a “brincadeira”, ocorre um grande gasto calórico, prevenindo a temida obesidade infantil. No Brasil, em estudo recente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo (SBEM), foi revelado que quase 20% das crianças brasileiras estão obesas.

Além disso, o uso frequente da bicicleta estimula os reflexos, a consciência de lateralidade e a noção espacial. Sabemos hoje que as características de como nosso corpo será no futuro em muito são definidas na infância. E o exercício disfarçado de brincadeira certamente ajuda a formar músculos e ossos saudáveis.

Os modelos

Hoje em dia muitos são os modelos de bicicletas infantis oferecidos pelo mercado nacional, para os mais variados gostos e bolsos. E muitos são os acessórios também, em especial os equipamentos de segurança, tais como capacete, joelheira e cotoveleira, muito importantes para um aprendizado seguro.

A escolha da bicicleta certa começa pela definição do tamanho do aro e do quadro, para que a criança tenha pedaladas confortáveis e saudáveis. Como hoje em dia as relações biomecânicas estão todas alteradas e oscilantes (cada vez mais é comum vermos crianças muito mais desenvolvidas do que sua idade cronológica indicaria), nossa tabela trará uma relação de tamanho da criança x tamanho da bicicleta, e não de “idade x tamanho da bicicleta”.

Então, ficamos assim:

Tamanho do Aro – Altura do ciclista

- Aro 12″ – de 89 cm a 1,07 cm

- Aro 16″ – de 96 cm a 1,23 cm

- Aro 20″ – de 1,09 cm a 1,42 cm

- Aro 24″ – de 1,26 cm a 1,52 cm

- Aro 26″ – acima de 1,52 cm (geralmente adolescentes)

Como vimos, na tabela acima ocorrem várias interposições de medidas. Aqui o que vai determinar se a criança utilizará uma bicicleta aro 16″ ou 20″, por exemplo, deve ser o bom senso, ou seja, devemos testar a criança utilizando a bicicleta e perceber qual o nível de confiança dela com relação a altura e tamanho escolhido.

Se ela estiver insegura, escolha um tamanho menor. Bicicletas hoje em dia são fáceis de se negociar, e quando o pequenino estiver seguro e confortável numa aro 12″, por exemplo, podemos adquirir uma aro 16″ e vender a bicicleta anterior.

Para começar o treinamento do ciclista mirim, é fundamental manter os apoios laterais (também conhecidos como “rodinhas”) para que o pequeno se familiarize com a bicicleta e com o ato de pedalar. Ao mesmo tempo, as rodinhas fazem com que a criança se sinta mais segura para iniciar nesta nova empreitada.

É impossível dizer em quanto tempo uma criança vai começar a pedalar sozinha, isso varia muito de pessoa para pessoa. O ideal é manter uma rotina bem disciplinada, com treinos diários ou ‘dia sim, dia não’.


Exemplo de bicicleta com apoios laterais, aro 12”

Para que o pequeno fique mais seguro, o selim pode ser deixado um pouco mais baixo que o normal no início. Assim, ele poderá colocar os pés no chão em caso de desequilíbrio. É muito importante que você ensine onde estão e como usar os freios, inclusive fazendo o movimento de frear repetidas vezes com ele.

No começo, você deve levar a criança para um local seguro e sem trânsito. Geralmente as crianças aprender a pedalar em parques públicos, estacionamentos vazios, praças ou playground de condomínios. Já no local adequado, e ainda com as rodinhas, mostre para o pqeueno que ele deve sempre manter o pedal girando e sempre olhando para a frente. Transmita segurança e confiança, mostrando que você estará lá para ampará-lo caso aconteça algum acidente.

Estando a criança familiarizada com os freios e com o movimento de pedalar, a primeira manobra a ser ensinada é fazer curvas para ambos os lados. Quando a criança já estiver confiante, crie um circuito para ela cumprir. Se for o caso, demarque o circuito com latinhas de refrigerante. Observe a criança e corrija os erros. Lembre-a de pedalar constantemente e sempre olhar para a frente. Este é um detalhe fundamental para quando chegar o momento de retirar as rodinhas de apoio.

No momento em que a criança estiver pedalando com mais segurança e constantemente, e fazendo as curvar com confiança, é hora de retirar uma das rodinhas. Retire um dos lados e continue com a mesma rotina de exercícios, se possível no circuito montado. O ideal é que aumentemos gradativamente o tamanho e a dificuldade do circuito.

Quando ela conquistar a confiança e a habilidade de pedalar desta maneira, com muita cautela podemos retirar o segundo apoio lateral. Aliás, a princípio, podemos somente levantá-lo e deixá-lo sem contato com o chão, porém sem retirá-lo. Isso vai servir como apoio psicológico.

Pronto. Com a bicicleta sem os apoios laterais, vá até um local plano, tranquilo, sem curvas, e se possível, com o piso de grama ou de terra batida, pois pequenos tombos serão inevitáveis nesta fase. Aliás, o ideal é que a criança esteja equipada desde o início com capacete, luvas de proteção, e se possível, joelheiras e cotoveleiras. Este kits são relativamente fáceis de se encontrar nas bike shops ou grandes magazines de esporte.


Exemplo de bicicleta sem apoios laterais, aro 20”

Segure a bicicleta com a mão embaixo do selim (nunca no guidão) e corra ao lado da bike, no mesmo ritmo da criança, sem forçar ou apressar. Lembre-a constantemente de pedalar e olhar para frente. É fundamental que a criança se sinta segura sabendo que você está ao lado dela, ajudando no equilíbrio e transmitindo segurança.

Quando você perceber que o pequeno já pedala sem parar e sem olhar para a roda dianteira, ele estará apto a comandar a bicicleta por conta própria. Basta ir soltando a sua mão do selim, sem grandes alardes, que a criança, sem se dar conta, vai manter por sí só o equilíbrio, pois afinal ela já “treinou” bastante até chegar a este ponto.

Seja paciente e vá devagar nesta fase do processo. Ao retirar as rodinhas, a criança precisará de uma atenção especial e um tombo mais sério neste momento pode traumatizá-la por muito tempo. Se ela não conseguir pedalar sozinha sem as rodinhas logo na primeira tentativa, não desista e tente outras vezes.

Logo virá a confiança e o prazer de sentir a liberdade que a bicicleta nos proporciona! E para isto, cada passo, desde a compra da bicicleta e equipamentos de segurança, até o circuito a ser percorrido deve ser planejado com muito amor, dedicação e paciência.

A Houston Bikes possui uma linha completa de bicicletas infantis e recentemente licenciou a linha Max Steel e a linha Polly Pocket, indo dos aros 12″ até o 20″. E o fato de ter seu personagem favorito acompanhando este desafio pode ser bem lúdico e estimulante para a criança.

E lembre-se: se hoje nós vamos de bike, é porquê  algum já fez isto pela gente!


Postado em 8 de outubro por Eu Vou de Bike

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A alegria de uma criança na bicicleta

Aproveitamos que estamos na semana do Dia das Crianças para trazer dois vídeos que mostra exatamente o que significa a bicicleta para uma criança.

O primeiro vídeo traz imagens gravadas por uma câmera no capacete do jovem Malcolm, de apenas quatro anos, em uma descida de mountain bike. Malcom segue seu pai pelo percurso e é possível ouvir sua alegria ao passar pelos obstáculos.

Uma ótima maneira de passar um domingo com o filho, não é? Assista ao vídeo abaixo!

O outro vídeo já é um clássico da internet e mostra uma criança de cinco anos falando de sua sensação após pedalar sozinho.

Veja o vídeo legendado abaixo:

Ficou inspirado e quer dar uma bicicleta para seu pequeno no Dia das Crianças? Então veja algumas dicas aqui neste post para que a experiência do aspirante a ciclista seja inesquecível!

- Via TreeHugger


Postado em 21 de setembro por gugamachado

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Participe do Dia Mundial Sem Carro! Vá de Bike!

Amanhã (segunda) é o Dia Mundial Sem Carro! Aqui em São Paulo, é o nono ano consecutivo que a data é comemorada, mas esse dia já marca o calendário de muitas cidades e países desde 1998.

Neste 2014 teremos realmente algo inédito! O prefeito de São Paulo irá de bicicleta ao trabalho! E nós estaremos juntos, acompanhando este pedal. Esta adesão total da Prefeitura de São Paulo, que vem fazendo uma verdadeira e emocionante “revolução” na cidade, é necessária e caracteriza o “ingresso” oficial na lista da cidades participantes do DMSC, uma vez que este movimento é  condição necessária para adesão oficial ao dia.

A campanha do Dia Mundial Sem Carro nasceu na França, em 1998, com apenas 35 cidades participantes. Em 2000, outros países da Europa passaram a adotar a data e o manifesto tomou força. O movimento chegou ao Brasil em 2001, com a participação de 11 cidades. Em 2004, mais de 1.500 cidades participaram da ação, distribuídas em 40 países!

O Dia Mundial Sem Carro tem como objetivo mostrar que é possível ter uma vida normal na cidade grande sem o uso do seu veículo. Ônibus, metrô e as bicicletas, é claro, são ótimas alternativas para locomoção.

Nos últimos anos, temos assistido a uma mobilização cada vez maior da sociedade no sentido de considerar a bicicleta como meio de transporte sério e viável, inclusive pelo próprio esgotamento do modelo de transporte atual, completamente centralizado nos carros.

E não é tão complicado sair pedalando no seu cotidiano. Aqui no EVDB, já demos várias dicas de segurança e comportamento no trânsito para quem nunca pedalou nas ruas e quer começar a substituir o veículo por um meio de locomoção mais econômico, menos poluente, mais ágil e muito, mas muito mais saudável!

Veja abaixo algumas dicas para deixar o carro na garagem e começar a pedalar!

A decisão de trocar o carro pela bike não é tão difícil quanto parece

Dicas de comportamento e sinalização para quem pedala no trânsito

- Dicas para pedalar no frio

- Veja como integrar a bicicleta a outros meios de transporte

- Saiba como pedalar com segurança durante a noite

-Veja dicas para trocar o pneu furado da bicicleta


Postado em 15 de setembro por gugamachado

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Houston expõe novidades do segmento de bikes na Eletrolar Show 2014

STR 500

A Houston apresentará as novidades nas linhas de bicicletas para o segundo semestre deste ano na 9ª edição da Eletrolar Show, que ocorre entre os dias 15 e 18 de setembro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP). A empresa participa pela quarta vez da feira, considerada a maior para negócios da indústria e do varejo de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, celulares e TI da América Latina.

A Eletrolar Show 2014 tem expectativa de receber a visita de 30 mil profissionais qualificados de compras de todo o país. Os visitantes do estande da Houston conhecerão as bicicletas das linhas passeio, aventura e velocidade que estão com novo visual e ganharam novos componentes.

Brisltol Peak

Na linha passeio, os modelos Bristol Lance, Bristol Peak, Atlantis Mad e Atlantis Land estão com pintura e adesivagem repaginadas. Todos esses modelos agora possuem roda livre index de sete velocidades e câmbio traseiro index. A Medal, com quadro em alumínio, está com um selim mais confortável e diferentes componentes, como câmbio e corrente index, roda livre sete velocidades index, freio V-brake em alumínio e aro aero 26 polegadas.

Mercury HT

Na linha aventura, o quadro em alumínio hard tail da Mercury HT, disponível nos tamanhos de 17 e 19 polegadas, ganhou novas cores, em uma composição entre vermelho e preto, e adesivagem. A bicicleta continua com as características que garantem conforto aos ciclistas, como suspensão over com ombro em alumínio, com curso de 80 mm, e aro aero 26 polegadas, parede dupla com 32 furos, e roda livre de sete velocidades index Shimano.

A bicicleta STR 500, da linha velocidade, ganhou uma nova composição de pintura, com a cor branca predominante, e adesivagem. O modelo possui quadro em alumínio e cabeçote integrado oversize com design sloping, garfo oversize em aço carbono e aro aero 700C em alumínio, com destaque para os componentes Shimano A050.

A Houston vai expor seu amplo mix de produtos, que ainda inclui aparelhos fitness e ventiladores, em um estande de 210 m². O espaço será ponto de diversas ações promocionais. No dia 17, a apresentadora e modelo Solange Frazão apresentará uma aula show de Spin Bike, com a presença de DJ, e nos dias 16 e 18 de setembro, o aerografista Daniel Gonçalves desenhará caricaturas dos visitantes em camisetas personalizadas da Houston.

Serviço:

Eletrolar Show 2014

Onde encontrar a Houston:  Av. L x Rua 08, estande K12

Local: Transamerica Expo Center – São Paulo (SP)

Data: 15 a 18 de setembro de 2014, das 13h as 21h

 


Postado em 15 de setembro por gugamachado

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“Aro 27” completa um ano evita a emissão de uma tonelada de gás carbônico!

Serviço “Park n’ Shower” e compras feitas com bicicleta somam 123 viagens e 3.676 km sem carro

O “Aro 27”, bike café localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, comemorou seu primeiro aniversário no começo de julho com uma marca importante para o meio ambiente: somados, o serviço “Park n’ Shower” e as compras feitas com bicicleta evitaram, até agora, a emissão de uma tonelada de CO2.

Em comparação com o nível de emissão calculado para automóveis médios movidos a gasolina, as duas iniciativas fizeram com que 0,8t de gás carbônico fossem economizadas – a estimativa chega a 1t quando se leva em conta os clientes não cadastrados que optaram pela utilização do serviço de forma avulsa.

“Boa parte de nossos funcionários chegam ao Aro de bicicleta”, conta Fabio Samori, 40 anos, proprietário do bike café. “Além disso, utilizamos lâmpadas de LED e chuveiro a gás. A preocupação com esse tema é muito grande desde a inauguração, como não poderia ser diferente”, completa.

O “Park n’ Shower”, serviço que permite ao ciclista estacionar sua bicicleta com direito a seguro e tomar um banho antes de começar seu dia de trabalho, fez a sua parte. Em um cálculo baseado na distância entre o ponto de partida dos clientes cadastrados até o “Aro 27”, foram 3426 km percorridos com a bicicleta.

Os dados foram calculados através de ferramenta virtual provida pelo Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza, organização não governamental.

De trailer

O “Aro 27” substitui o carro na hora de fazer as compras em fornecedores que ficam a um raio de cinco quilômetros. Da inauguração até agora, foram 250 km percorridos com um trailer – o veículo, acoplado a qualquer bicicleta, permite o transporte dos produtos apenas com a força dos pedais.

Thomaz Requena, 32 anos, utiliza o serviço do “Aro 27” há cerca de um ano. O economista, que trabalha em um local próximo ao bike café, pedala 40km por dia nos dias de semana. Para ele, a economia de CO2 é um reforço importante na escolha pelos pedais.

“A opção pela bicicleta foi, principalmente, por uma questão de mobilidade”, conta Requena, que gasta 40 minutos contra os 90 minutos de carro no mesmo percurso. “A contribuição na redução de CO2 sem dúvida, reforça minha opção sendo um incentivo para manter a prática e o hábito”, completa.

Outras iniciativas

O local trabalha também um desconto de 5% no cardápio para quem chegar a bordo de qualquer transporte ativo – ou seja, além da bike, skate e patins estão incluídos.

SERVIÇO

 Aro 27

 Telefone: (11) 2537-1918

Endereço: Rua Eugênio de Medeiros, 445 – Pinheiros, São Paulo – SP

Funcionamento: Segunda a sexta das 7h às 20h – Domingos das 10h às 16h

 

 

 

                                                                                                                                             Preço médio / refeição: R$30

 


Postado em 11 de setembro por gugamachado

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Pátio Paulista promove segunda edição do Passeio de Bike!

Segundo “Pedalando com o Pátio” será realizado no próximo dia 14, com percurso de 20 km e paradas em pontos emblemáticos de São Paulo.

No próximo dia 14 de setembro, o Shopping Pátio Paulista realiza a segunda edição do Pedalando com o Pátio − passeio ciclístico que reúne história, diversão e saúde. O percurso continua com, aproximadamente, 20 quilômetros de extensão, passando por pontos emblemáticos de São Paulo. Dessa vez, Vale do Anhangabaú, Praça da República, Sala São Paulo e Viaduto do Chá são os pontos de parada, onde os participantes poderão tirar fotografias e, depois, compartilhá-las na fanpage do Shopping , mostrando as belezas da capital paulista pelo olhar do ciclista. Um fotógrafo profissional também fará o acompanhamento do trajeto, registrando seus pontos turísticos e momentos do passeio.

O trajeto, que ainda inclui passagem pelo Pateo do Collegio, Mosteiro de São Bento, Largo do Arouche, Praça Roosevelt, Largo São Francisco e Praça da Sé, é um convite para os amantes de bike redescobrirem a capital paulista, reunindo diversão e saúde. Todo o percurso será acompanhado por uma equipe de guias responsáveis pelo suporte aos participantes.

O encontro está marcado para as 7h, na Arena do evento, instalada no Piso G3 do Shopping (estacionamento), onde será oferecido um café da manhã, durante a entrega do kit do participante, contendo mochila, camiseta em tecido tecnológico e brindes dos apoiadores do evento. A saída para o passeio está marcada para as 8h com previsão de término as 10h30, quando o Shopping oferece um novo café de confraternização.

As inscrições no valor de R$ 35 já estão abertas para 260 participantes e podem ser feitas pelo site do Shopping. Na página de inscrição, o interessado também pode locar bicicletas no valor de R$ 20 cada (limitado a 50 locações).

Segundo a gerente de Marketing do Shopping, Cláudia Lima, o sucesso da primeira edição motivou a continuidade do projeto e prova que as pessoas estão cada vez mais adeptas a hábitos de vida mais saudável. “Além da saúde, os passeios marcam nossa forte relação com a cidade de São Paulo e incentiva o uso da bicicleta como meio de transporte alternativo, principalmente, em função da localização privilegiada do empreendimento, que é cercado por estações de metrô e próximo à ciclofaixa”, destaca a gerente.


Postado em 10 de setembro por gugamachado

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Ciclovias e Cidades Amigas dos Ciclistas

Nossos leitores de São Paulo devem estar acompanhando a recente polêmica sobre as novas ciclofaixas e ciclovias instaladas na cidade. E isto não é novidade nenhuma, pois até em cidades muito mais antigas e organizadas que São Paulo (Paris, Nova Iorque, Londres), quando o poder público decidiu incentivar a mobilidade por bicicletas implementando e estruturando a malha cicloviária as polêmicas foram muito parecidas.

Neste post, nossa colaboradora, a jornalista e esrcitora Ana Paula, fala sobre algumas cidades “amigas dos ciclistas”. Esperamos em breve que São Paulo figure nesta lista! E a continuar este movimento, certamente figurará!

Comprar uma bicicleta usada pode ser uma das atitudes mais bacanas que você pode realizar para si mesmo e para uma sociedade ecologicamente sustentável, é claro que muitas vezes estruturalmente as cidades não são devidamente preparadas para tutelar os ciclistas, porém podemos ter boas inspirações e conhecer as cidades no mundo que tem o melhor preparo para atender os apaixonados pela bicicleta.

Vamos começar com Amsterdã na Holanda, é impressionante a utilização das bicicletas pelos seus morados, inclusive passa por um período de saturação do tráfego que pede um projeto de reestruturação uniforme, mas ver os imensos estacionamentos repletos de bicicletas e curtir a atmosfera ciclística que inunde a cidade é agradabilíssimo.

Prosseguimos pela Dinamarca na cidade de Copenhagen, ali encontra-se uma malha bem estruturada para as bicicletas e muito uniforme, além disso diversos projetos de melhorias estão em andamento.

Utreque nos países baixos possui uma infraestrutura para bicicletas invejável, além de possuir um índice de utilização muito bom, já na Espanha em Sevilha temos um bom exemplo como a construção de oitenta quilômetros de malha em apenas 1 ano, que foi fomentada pela vontade política.

Falando em quilômetros na França em Bordeaux existem 200 quilômetros de malha para bicicletas e se incluirmos a região metropolitana esse número sobe para 400 Km! Outra cidade francesa que tem o intuito de investir 40 milhões de Euros em ciclovias é Nantes aumentando para 400 km sua malha.

Outro bom exemplo de cidade com interesse num transporte sustentável fica na Bélgica em Antuérpia, que usa a bicicleta como um dos mais importantes meios de transporte com um percentual de uso de dezesseis por cento na cidade.

Outra cidade da Holanda é Eindhoven sempre buscando novos projetos para desenvolver ainda mais o setor das bikes.

A Suécia também investiu pesado para avivar o fluxo das bicicletas, 47 milhões de Euros para serem utilizados ao longos de 7 anos.

Terminamos com Berlim na Alemanha, esta grande cidade possui um percentual de 13 por cento em bicicletas, e dependendo do bairro, este número pode subir para aproximadamente a 25%!


Postado em 28 de agosto por Eu Vou de Bike

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Veja dicas para pedalar no frio!

O clima  esfriou ! Para você não deixar a bicicleta encostada neste final de inverno, mandamos cinco dicas rápidas para você pedalar em dias gelados!

- Ao iniciar a pedalada, utilize a marcha mais leve possível e pedale rápido por 5 minutos. Assim, você realiza seu aquecimento já na bicicleta;

- Procure pedalar em um ritmo constante para manter-se aquecido;

- Pare somente quando extremamente necessário, e fique parado o menor tempo possível. Ao parar, dê preferência aos locais mais protegidos do frio.

- Quando você está pedalando em ritmo forte, principalmente em subidas, seu corpo fica mais aquecido, e quando você para, seu corpo esfria. Por isso, nas paradas e em longas descidas, não se esqueça de se aquecer.

- Utilize sempre roupas adequadas para a temperatura, mas não se esqueça que o corpo aquece com o pedal e você pode passar calor se usar muitas blusas.

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