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Blog Vou de Bike

Postado em 17 de agosto por Eu Vou de Bike

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Uma animação em homenagem a bicicleta

Para encerrar a semana de forma poética, nada melhor do que a animação criada por Luis Paris.

Segundo o autor, o vídeo é “uma homenagem a minha bicicleta, uma testemunha dos caminhos percorridos por meus tios, meu pai e meu avô”.

Assista ao vídeo abaixo, com trilha sonora de Dino Saluzzi:


Postado em 15 de agosto por gugamachado

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Já ouviu falar nos “wearables”?

Por definição, wearables (ou “vestíveis”) são roupas e acessórios que incorporam computadores ou alguma tecnologia avançada, apresentando então muitas características extras que podem ser capazes de medir desde seus passos, até seus batimentos cardíacos!

Por aqui somos muito “fãs” de tecnologia! Dito isto, pretendemos iniciar por aqui uma série de posts falando sobre este novo e vasto mundo dos “wearables”, trazendo, sempre que possível, uma experiência de uso. Aliás, se você é usuário desta tecnologia, nos escreva contando sobre sua experiência que teremos o maior prazer de publicar!

Vamos iniciar por aqui com um equipamento totalmente voltado ao fitness. Trata-se do “Basis Peak“. Este gadget é fruto da Basis, que por sua vez funciona como uma divisão da Intel voltada ao universo saúde/fitness (n.e.: neste momento o Basis passa por um recall devido a aquecimento de 0.2% das unidades vendidas).

O Basis Peak é um smartwatch com tela “Gorila Glass 3″ do tipo “touchscreen”, com caixa em alumínio e pulseira de borracha, bastante confortável, com vários sensores que ficam atrás da caixa do relógio. Além dos tradicionais sensores do tipo acelerômetro e afins, ele tem um sensor que mede nossa frequência cardíaca 24 horas por dia, além de um sensor de transpiração e de temperatura corporal, para determinar com mais realidade nosso gasto calórico diário. E comparando a acuidade dele com um frequencímetro dedicado do tipo “Polar”, por exemplo, a acuidade é ótima! Na maioria das vezes a diferença era de um a dois batimentos a menos do que os registrados pelo sistema cinta-relógio do Polar. Isto sem contar a conveniência de não precisar de nenhum acessório (cinta e afins) além do relógio.

Em relação ao hardware, um fator que o destaca da concorrência é ele ser a prova d’água até 5 ATMs (50 metros), além da ótima duração da bateria, em média 6 dias de uso. Ele é carregado via USB através de um cradle (carinhosamente apelidado pela minha esposa de bercinho), e em cerca de 2 horas de carga já está com sua bateria no máximo.

Outra coisa muito positiva é o fato dele, através do sistema proprietário “Body IQ”, reconhecer e registrar automaticamente a sua caminhada, corrida ou pedalada, bem como quando você cochila ou dorme. Ou seja, você nem precisa acioná-lo ao iniciar estas atividades!

Ele tem ainda sistema de iluminação noturna, acesso rápido a sua frequência cardíaca,  data, cronometro e um alarme silencioso que te acorda vibrando conforme seu batimento cardíaco. Quando pareado via Bluetooth com seu smartphone, ele é capaz ainda de exibir suas notificações de seus apps (Twitter, Facebook, SMS, iMessage, WhatsApp) bem como suas chamadas no celular, as quais você pode recusar a partir do relógio.

Falando nesta sincronia, o Basis Peak possui um belo app (versões para iOS e Android) que registra todas as suas atividades e as mostra em gráficos bem completos, ou resumidos, se você preferir. Você pode ver sua quantidade de passos diários, seu gasto calórico e como foi sua noite de sono de uma maneira simples e intuitiva. Estas informações também são disponíveis via web pelo seu browser preferido, via “webapp” sincronizado pelo app do smartphone.

Em sua segunda geração, o Basis Peak recebe upgrades de firmware constantemente que vão ampliando suas funções, sobre o mesmo hardware. Achei isto demais! No último upgrade ganhamos a capacidade de controlar a midia em nossos smartphones, além de conseguirmos quantificar manualmente outras atividades físicas, tais como treinos de musculação/força e circuitos de cardio, por exemplo. O único ponto negativo ao meu ver é que o gadget incomoda um pouco na hora de dormir, devido ao seu volume. Neste sentido, outros wearables como o Fitbit devem ser mais confortáveis.

Aguardem em breve novo post sobre “wearables”! Se tiver alguma sugestão de equipamento para testar, deixe aqui nos comentários!

n.e.: este post foi originalmente publicado aquí no blog da querida Beatriz Kunze, a Garota Sem Fio! Valeu, Bia!

 


Postado em 8 de agosto por gugamachado

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Não perca o MOBIFILM, que acontece no fim da semana em SP!

No final desta semana, no Centro Cultural São Paulo, rola o Mobifilm, o primeiro festival brasileiro de filmes sobre mobilidade e segurança viária!

Idealizado e coordenado por Eduardo Abramovay e produzido por Leonardo Kehdi, o evento foi inspirado no Global Road Safety Film Festival, que já passou por cidades como Marrakech, Paris e Genebra.

Totalmente gratuita, a programação traz uma seleção de cerca de 100 filmes nacionais, entre documentários, animações, curtas e longas-metragens, webseries e vídeos institucionais, que abordam a mobilidade urbana e a segurança no trânsito. As sessões serão realizadas no sábado (13), das 14h às 22h, e no domingo (14), das 14h às 17h, nas salas Paulo Emílio e Lima Barreto. Competitiva, a mostra premiará os vencedores com troféus e bicicletas.

Veja programação completa aqui

Entre os títulos participantes estão os curtas “Em trânsito”, de Marcelo Pedroso, um pequeno musical sobre a tragédia dos projetos desenvolvimentistas automobilísticos em curso no Brasil e, em particular, no Recife; “Plano Aberto”, de Elder Barbosa, sobre jovens militantes que lutam contra o encarecimento dos transportes públicos e a exclusão social na periferia do Rio de Janeiro.

EXPOSIÇÃO E SEMINÁRIO

Durante o MOBIFILM, o foyer do CCSP irá receber uma exposição com curadoria de Baixo Ribeiro, da Galeria Choque Cultural. A partir de obras dos artistas Coletivo BijaRi, Narcélio Grud, Ale Jordão e Robson Correia, será montada uma instalação temporária com objetos esculturais móveis, que lidam com a temática da mobilidade urbana.

O festival traz ainda um seminário internacional organizado pela ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos no dia 12, sexta-feira. Aberto ao público, o evento terá dois eixos temáticos. Veja a programação aqui.

Serviço:

Quando:  De 12 a 14 de agosto de 2016

Onde: Centro Cultural São Paulo

Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo

Como: Entrada gratuita

Mais infos em www.mobifilm.com.br

Contato em  contato@mobifilm.com.br

A Audax Bikes apoia esta iniciativa!

 


Postado em 4 de agosto por leandro

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Dicas de comportamento e sinalização para quem anda de bike no trânsito

Placa Bicicleta

Depois que você resolveu usar a bicicleta como meio de transporte, comprou os equipamentos necessários, chega a hora de colocar a bike na rua. E é quando você começa a pedalar entre os carros que dá aquele frio na barriga. Mas fique tranquilo! Seguindo algumas orientações básicas de postura no trânsito, sua pedalada será muito segura para você e para os outros.

Primeiramente, respeite sempre as leis de trânsito, que valem tanto para um carro, um ônibus ou uma bicicleta. Pare no farol vermelho, respeite a faixa de pedestre, dê a preferência quando necessário em um cruzamento…

Ciclistas e pedestres

Na calçada, o ciclista vira pedestre e deve empurrar a bike

Além disso, tome sempre cuidado com cuidado com cachorros, crianças brincando e idosos cruzando a rua. Se for usar a calçada, “vire pedestre”, desça e empurre a bicicleta até voltar para a rua. Lembre-se sempre: ser gentil e educado é sempre a melhor postura.

Na rua, pedale sempre do lado direito da via, sem andar em “ziguezague”, a cerca de um metro dos obstáculos. Se você “colar” no meio fio, os carros podem passar muito perto e você pode cair só com o susto! Por lei, os automóveis são obrigados a ultrapassar qualquer bicicleta a pelo menos 1,5 metro de distância lateral. Na prática, como sabemos, isso quase nunca acontece, seja por ignorância da lei ou por ignorância pura do condutor.

Ao pedalar perto do meio fio, tome cuidado com as portas de carros que se abrem e também com buracos, bueiros e valetas. Se um carro estacionar mais à frente, reduza a velocidade e fique atento para a hora em que o motorista vai abrir a porta. O risco maior de levar uma “portada” não é nem o choque em si, mas você cair na rua e ser atropelado.

Apesar de parecer mais seguro, nunca pedale na contramão. Se você estiver a 20 km/h e um carro na direção contrária a 50 km/h, a velocidade de aproximação será de 70 km/h. Em caso de colisão, o estrago é bem maior! E o tempo para desviar, menor. Além disso, o pedestre que cruza a rua e o motorista que dobra a esquina só olham para o lado de onde vêm os automóveis. Andar pela contramão é um dos grandes causadores de acidentes, e também denigre a imagem do uso da bike na cidade.

Comunicação por sinais

Assim como os carros, que precisam sinalizar com o “pisca” sempre que vão virar para algum lado ou acender a luz de freio na hora de brecar, os ciclistas também devem se “comunicar” de forma não-verbal com os outros ocupantes da via para evitar acidentes.

Sinalize com antecedência sempre que você for mudar sua rota ou realizar alguma manobra diferente.

Se for virar a direita, por exemplo, estique o braço nesta direção e aponte para baixo. Não faça movimentos bruscos: nunca entre em uma rua sem olhar, nem mude de pista sem avisar. Para virar a esquerda no cruzamento, peça passagem e vá mudando de pista, caso você seja experiente. Do contrário, desça da bike e atravesse na faixa, como pedestre.

Se você planeja seguir em frente e muitos automóveis forem virar a direita, faça um sinal para a frente com a mão esquerda, que facilita a visão do motorista. Se houver muitos carros, o ideal é encostar no meio fio e esperar os carros passarem para continuar.

Quando você perceber que um veículo que vem atrás de você quer dobrar uma esquina, tenha certeza de que o motorista esteja vendo sua posição. Faça um sinal para ele e, se precisar, dê um grito “Olha a bike!”. Mas não fique olhando para trás o tempo todo. Colisão por trás do ciclista corresponde a menos de 1% dos acidentes.

Seguindo essas dicas, você será mais visto e respeitado por motoristas e pedestres, um importante passo para uma pedalada segura e saudável.


Postado em 21 de julho por Eu Vou de Bike

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Alongando para pedalar

O alongamento no ciclismo, assim como em outras atividades físicas, é algo extremamente importante, apesar da recente polêmica que desautoriza esta prática. Na verdade, o que os pesquisadores entenderam é que é melhor não alongar do que alongar errado e correr o risco de uma lesão.

Nosso intuito então é fornecer algumas informações básicas sobre esta prática, principalmente para quem vai usar a bicicleta como meio de transporte e/ou passear. Portanto, se sua finalidade é esportiva, existem outros procedimentos mais adequados a você.

O ideal é alongar antes e depois do exercício, por um período de até 15 segundos por movimento.

Boas esticadas!

Alongando a Panturrilha ( a “batata da perna”)

Posição Inicial (PI)

Posição Final (PF)


obs: note que a diferença da P.I. p/ a P/F. é o calcanhar encostado no chão. Lembre-se também de alongar as duas pernas.

Alongando o quadríceps

1-) Parte Anterior:

Neste alongamento, a posição inicial (PI) é igual à posição final (PF).

obs: fazer o movimento com as duas pernas.

2-) Parte Posterior:

Neste alongamento, a posição inicial (PI) é igual à posição final (PF).

obs: fazer o movimento com as duas pernas.

3-) Parte Interna:

Num movimento único, direcione seus joelhos para baixo.

4-) Parte Externa:


obs.: traga seu joelho o mais próximo do peito, e não se esqueça de fazer o movimento com ambas as pernas.

Alongando a Lombar (região das costas)

Posição Inicial (PI) : mantenha seus pés afastados, na linha do ombro.

Posição Final (PF): com os joelhos semi-flexionados, curve-se em direção aos pés. As mãos não precisam necessariamente tocar os pés, pois a amplitude do movimento é individual, ou seja, cada um alonga o quanto puder. A idéia é que com o tempo, esta amplitude vá aumentando, até conseguirmos tocar nossos pés.

Detalhe dos joelhos semi-flexionados.

Alongando os Ombros

Posição Inicial (PI)

Posição Final (PF)


Aproxime seu braço de seu peito. Lembre-se de executar o movimento com os dois braços!

Alongando o Tríceps

P.I.: palma da mão posicionada nas costas.

P.F. : puxar o cotovelo com a mão. Lembre-se de alongar os dois braços.

Alongando o Bíceps

Neste alongamento, a posição inicial é a mesma da posição final. Lembre-se de alongar também o polegar.

Alongando o Peitoral

P.I.:

P.F. : após adotar a posição inicial (P.I.), gire seu tronco.

Note que você pode realizar estes alongamentos em qualquer local, independente de qualquer equipamento.

Agradecemos a academia Força Vital e o professor Glauco Godoi (CREF 071.447) pelas informações.


Postado em 14 de julho por gugamachado

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Bicicletas Dobráveis: Um dia você ainda vai ter uma!

                                         

Você pode ter estranhado um pouco o título, mas se você usa ou pretende usar a bicicleta como meio de transporte e mora em um grande centro urbano, não há como escapar desta realidade. No mínimo pela escassez de vagas para parar a bike com segurança e tranqüilidade, pois com uma dobrável esta necessidade de vagas é praticamente eliminada, uma vez que você pode levá-la consigo até o seu destino final. E no máximo pela praticidade de combinar com outros modais de transporte que estas bicicletas proporcionam.

Assim, nós procuramos utilizá-la em 3 modalidades:

- como meio de transporte, pedalando ela até o destino final;

- como lazer, levando ela no porta-malas do carro, em viagem;

- como meio de transporte, comutando ela com o metro.

Como meio de transporte único, nosso trajeto selecionado foi de aproximadamente 14 kms de ida e volta , com uma altimetria bem variada, com algumas subidas razoáveis, ponto fraco de quase todas as dobráveis, devido ao tamanho do pneu, a geometria da bike, e a quantidade de marchas. Aliás, uma primeira dica para quem vai se iniciar no mundo das dobráveis, é sempre que possível, selecionar um trajeto com menos subidas, nem que isto signifique um aumento no tamanho do trajeto.

O percurso, como todo pedal urbano, deve ser feito com atenção e agilidade e para isto a dobrável  se mostrou ótima, uma vez que ficamos numa posição elevada na bike, o que não só privilegia a visão do trânsito, bem como também somos mais visíveis aos motoristas, diminuindo a chance de acidentes.

Ao chegar no local de destino, vem a facilidade de não ter que ficar “lutando” para estacionar a bicicleta, uma vez que, infelizmente, vagas para bicicletas são coisa ainda rara…

É só dobrar e levá-la com você, deixando-a em algum local conveniente, durante seu expediente. Finalizando, é só montá-la e rumar ao seu destino. Muito prático, não?

Claro que, devido ao tamanho do pneu e a geometria do quadro, esta categoria de bicicletas não é afeita a grandes distâncias, nem a grandes subidas, como já dissemos. Quem nunca andou numa certamente vai estranhar a aparente instabilidade, onde quase toda a irregularidade do terreno é transmitida ao ciclista. Porém este é um detalhe que com o tempo acabamos nos acostumando, pois a praticidade dela sempre vai “falar mais alto”.

Como lazer, utilizamos ela numa viagem ao litoral, para conhecer melhor o sistema cicloviário da cidade de Santos, no litoral paulista. Assim, ela foi acondicionada numa ”sacola” , em meio a outras bagagens, como se fosse mesmo mais um volume a ser transportado, evitando o uso de trans-ciclos, e assim, mostrando mais uma vez a sua praticidade.


Ao chegar no local de destino, mais uma vez é só proceder a (rápida) montagem, e daí é só alegria!

Outro uso recomendado é o recreacional, pedalando, por exemplo, nas Ciclo-Faixas de Lazer que começam a se espalhar pelo Brasil.

Finalmente, em nosso ponto de vista, a grande vantagem das dobráveis aparece quando utilizamos ela comutada com outro meio de transporte. Em nosso caso utilizamos o metro da cidade de São Paulo. Como a maioria já sabe, o metro de SP é “cicloamigável” e dispõe de algumas regras para a utilização da bicicleta. Porém, no nosso caso, nosso compromisso estava fora do horário permitido para transporte das bicicletas nos vagões, o que nos fez utilizá-la como se fosse um volume qualquer a ser transportado conosco, tal como uma mala, ou uma grande mochila.

Aqui a dica é desmontar e acondicionar a bicicleta longe da fiscalização, que em alguns casos pode “implicar” dizendo que naquele horário não é permitido o transporte de bicicletas. Quando você chega no guichê para adquirir o bilhete, com a bicicleta já desmontada e guardada em sua sacola, ninguém mais pode reclamar, uma vez que ela se torna uma bagagem como outra qualquer. Talvez um pouco grande e inadequada para os horários de pico. Aliás, nunca tivemos esta experiência, mas temos certeza que ela não deve ser das melhores, uma vez que nestes horários até as pessoas têm dificuldade em serem transportadas…
Enfim, esperamos com este post contribuir e incentivar cada vez mais a bicicleta como meio de transporte, o que , no caso das dobráveis, tem se mostrado como uma solução muito favorável!
Em breve testaremos uma bicicleta dobrável aro 16, e  até uma aro 24. Iremos trazer também alguns depoimentos de uso. Soubemos, por exemplo, de um caso onde uma dobrável foi utilizada numa prova do tipo Audax, onde a resistência do equipamento e do ciclista é levada ao limite, devido a quilometragem da mesma! No caso foram 300 kms!!!
Deixe seus comentários, experiências de uso e considerações por aqui, pois eles são sempre bem vindos!

Postado em 7 de julho por Eu Vou de Bike

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Por uma vida mais feliz e mais intensa

Nada melhor do que terminar a semana com um incentivo a mais para pedalar. Apesar de meio antigo, o vídeo abaixo é um dos mais belos que já publicamos aqui no Eu Vou de Bike e certamente vai te dar aquele empurrãozinho que faltava para pegar a bicicleta e sair explorando a cidade por aí!

Batizado de Holstee Manifesto, o vídeo é um chamado para uma vida mais criativa, cheia de paixões e boas intenções. Segundo a descrição do vídeo no YouTube:

“Enquanto procuramos viver em um estilo de vida que deixa impactos positivos nas pessoas e no mundo ao nosso redor, a bicicleta se tornou uma paixão que é muito mais que uma alternativa de transporte. É uma maneira de viver intensamente todos os detalhes da cidade que amamos”.


Postado em 1 de julho por gugamachado

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Você sabe o que é “Ciclocross”?

Se você pedala de Mountain Bike (MTB) já deve ter se imaginado pedalando uma Speed, em especial numa daquelas estradas sem fim…E se você pedala de Speed, certamente já quis fazer uma trilhazinha de leve, ou mesmo uma estradinha de terra batida…

Agora imagina uma bike que “aguenta o tranco” nas duas modalidades!

Conheça o Ciclocross (Cyclo-cross ou CX para os íntimos) !!!

A origem desta modalidade é meio confusa: tem uma escola que diz que este estilo de pedalar surgiu no início do século passado, quando os ciclistas de estrada europeus disputavam uma espécie de “vale tudo” para chegar de uma cidade a outra, podendo cortar por fazendas e campos, pular porteiras, e por aí vai! Outra escola diz que este tipo de pedal surgiu um pouco mais pra frente, nos anos 40, onde os atletas das grandes voltas européias (Tour de France, Volta da Itália, etc), para não ficar parados após o término da temporada e com a chegada do inverno, selecionavam circuitos fechados e mais curtos (de 2,5 a 3,5 kms), porém com vários obstáculos a transpor (a própria neve inclusive), de modo a se manterem minimamente em forma para a próxima temporada.

Esta prática foi caindo nas graças de vários atletas e ciclistas comuns, e hoje virou uma verdadeira febre, gerando espetáculos bem interessantes de se acompanhar, devido ao inusitado de ver uma bicicleta do tipo “speed” (na verdade de perto ela é bem diferente – vamos tratar disto mais a frente) cheia de lama, muitas vezes sendo carregada nas costas do ciclista!

 

 

Outra coisa que atrai o público é que as provas são curtas, durando de 30 minutos a no máximo uma hora, e os circuitos são acessíveis, uma vez que os obstáculos na maioria das vezes são construídos artificialmente, e a pista é curta com uma altimetria baixa, para tornar a competição mais dinâmica.

Esta modalidade é muito forte na Europa, em especial na Bélgica, na França e na Holanda, onde as competições costumam acontecer de setembro a janeiro. O Campeonato Mundial (pela UCI) ocorre em janeiro, e os Estados Unidos e o Canadá também costumam participar, com transmissão pela ESPN (Brasil também).

O competidor deve possuir habilidades de MTB, endurance e corrida do tipo “cross-country” e é permitido a ele total apoio mecânico, e até troca da bicicleta inteira, se for este o caso. Inclusive muitos ciclistas optam por isto uma vez que a bike, durante a prova, é muito “judiada”, ficando por vezes coberta de lama!

Então, se você gosta de lama, esta é a sua modalidade!

No próximo post falaremos sobre equipamento e técnicas de pilotagem!


Postado em 30 de junho por Eu Vou de Bike

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Camisas e pontuação do Tour de France

A 103ª edição do  Tour de France  , inicia no próximo sábado dia 2 de julho com um novo percurso e etapas: além d0s muitos trechos de montanha, as provas de contrarrelógio ganharam mais relevência Neste ano serão duas etapas: a 13ª e a 18ª. Neste ano também a volta passará pela Suíça , nas 16ª e 17ª etapas.

Uma das grandes tradições do Tour de France é a possibilidade de os ciclistas usarem camiseta especiais de acordo com suas conquistas na prova.

Além de ser um motivo de orgulho pessoal, usar uma camisa diferente do resto do grupo também serve para facilitar na identificação dos ciclistas favoritos e/ou que estão nos primeiros lugares da classificação geral.

Veja abaixo uma explicação sobre o significado de cada camisa especial do “Tour de France”:

A camiseta amarela

A camiseta amarela (“maillot jaune”) é atribuída ao primeiro corredor em tempo individual na classificação geral e é a camiseta de maior prestígio no Tour de France. Ela foi criada em 1919, em referência ao papel amarelo do jornal L’Auto.

É atribuída calculando-se o tempo total gasto por cada corredor, isto é, adicionando-se os tempos de cada etapa. O corredor com o menor tempo é considerado o líder no momento, e, ao final do evento, é declarado o vencedor geral do Tour de France.

A camiseta verde

A camiseta verde (“maillot vert”) foi criada em 1953, em comemoração aos 50 anos do primeiro Tour de France, e é atribuída ao primeiro corredor na classificação individual por pontos (sprints). Ao final de cada etapa, ganham-se pontos quando se termina a etapa nos primeiros lugares. O número de pontos depende do tipo de etapa – mais pontos se a etapa for plana, um pouco menos se for intermediária, ainda menos se for de montanha e o mínimo em etapas contra o relógio.

Também atribuem-se uns poucos pontos ao corredor que alcança primeiro certos pontos intermediários, assim como um bônus em segundos para o concurso da camiseta amarela, mas são geralmente tão poucos que não representam muita coisa no resultado final. No entanto, têm um papel preponderante durante a primeira semana, antes das etapas de montanha, quando os corredores estão relativamente próximos na classificação geral.

A camiseta branca com bolas vermelhas

A camiseta branca com bolas vermelhas (“maillot à pois”) é atribuída ao primeiro corredor na classificação em etapas de montanha; no topo de cada montanha do Tour, atribuem-se pontos aos primeiros a chegar no topo.

As subidas são classificadas em categorias de 1 (mais difícil) a 4 (menos difícil) de acordo com seu grau de dificuldade, onde são levados em conta o declive e o comprimento da subida. Uma quinta categoria, chamada categoria especial, é reservada às montanhas ainda mais difíceis que as da primeira categoria.

O primeiro corredor em uma subida de quarta categoria recebe 5 pontos, enquanto o primeiro de uma subida categoria especial recebe 40. Em uma subida de quarta categoria, somente o 2° e o 3° colocados, além do primeiro, ganham pontos. Em uma subida de categoria especial, os 15 primeiros são recompensados.

Apesar de o melhor ciclista em montanha ser distinguido desde 1933, foi somente em 1975 que a camiseta branca com pontos vermelhos foi introduzida para identificá-lo. As cores foram decididas pelo patrocinador da época, Chocolates Poulain, para combinar com um de seus produtos mais populares.

A camiseta branca

A camiseta branca (“maillot blanc”) segue os mesmos critérios da camiseta amarela, mas somente disputada por corredores com idade máxima de 25 anos em 31 de dezembro do ano em questão.

A categoria, criada em 1975, introduzida como forma de reconhecer o desempenho dos ciclistas mais jovens, foi temporariamente extinta em 1998, mas novamente reintroduzida pouco tempo depois. Poucos são os competidores que se podem orgulhar de ter vestido as camisetas amarela e branca no mesmo ano.


Postado em 23 de junho por gugamachado

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Ciclocross – Equipamentos e Técnicas!!!

Semana passada postamos aqui  uma explicação geral sobre o que é o Ciclocross. Depois da ótima repercussão, combinamos de nos aprofundar falando hoje sobre equipamentos e algumas técnicas de pilotagem!

A Bicicleta

Aproveitamos a ocasião para lançar em primeira mão a AUDAX Flanders !!!

Ela é a primeira ciclocross nacional e já está super em sintonia com o que há de mais moderno na modalidade. Sendo assim, nós vamos usá-la de exemplo sobre algumas características desejáveis nas bikes destinadas a este tipo de pedal.

Na sua essência, uma bike de CX é uma Speed. Porém, um olhar mais cuidadoso, vai notar várias características únicas, que buscam melhorar muito a performance “off-road” da bike!

Uma primeira e mais chamativa característica são os pneus, mais largos e com “cravos”, podendo vencer trilhas e obstáculos com facilidade, porém mantendo a agilidade de uma bicicleta de estrada.

A segunda característica que a separa de uma Speed é o garfo dianteiro mais largo, para absorver melhor os impactos, comuns nesta modalidade. Note também que o “cockpit” da bike (guidão e demais componentes) é ligeiramente mais largo que o convencional, para facilitar a pilotagem.

Além da geometria do quadro, que no caso da Flanders é de fibra de carbono, o que torna a bike mais leve e confortável, a transmissão é “mais leve” ( 36-46) que numa Speed convencional, para facilitar as frequentes subidas e arranques neste tipo de prova. Note também que o sistema de encaixe da sapatilha é o sistema de Mountain Bike (padrão Shimano SPD), o que facilita a limpeza do pedal, e diminui também o acúmulo de lama.

Mais uma tendência internacional, é a presença de freios a disco na bike, que vieram substituir os tradicionais “cant-levers”. Os freios a disco têm a grande vantagem de, além de sua maior eficiência (desde que sejam de boa qualidade, é claro), acumularem menos resíduos, mantendo seu poder de frenagem intacto ao longo da prova. No caso da AUDAX Flandres, os mesmos são hidráulicos, o que facilita também o manuseio!

Para encerrar, é desejável que a bike tenha “o menos cabos e conduítes expostos” possível, uma vez que, além da desregulagens naturais presentes numa prova deste tipo, é comum que o ciclista conduza a bike no seu ombro por longos trechos, passando inclusive por muros e paredes segurando a bike. E o fato de não ter cabos expostos para “enroscar”, sem dúvida nenhuma constitui uma enorme vantagem na hora do perrengue!

Técnicas de Pilotagem e Acessórios

Aqui é o contrário: em sua essência, as técnicas e acessórios do Ciclocross são do Mountain Bike (MTB). Assim, o vestuário é o mesmo do MTB, com destaque para maior proteção na região dos braços (com os chamados “manguitos”) e capacetes mais seguros, bem como óculos de proteção (se possível em policarbonato) e luvas (se possível, de “dedos longos”). Lembrando também que as sapatilhas são de MTB, com solado com cravos. Como na Europa esta modalidade é praticada no inverno, é comum o uso de uma “segunda pele” (calça e blusa) sobre o uniforme de ciclismo.

As técnicas de pilotagem são quase as mesmas do MTB, com muitos pulos do tipo “bunny hop”, onde técnica e experiência contam muito! Dependendo do obstáculo a ser vencido, é comum desmontar da bike, encaixá-la no ombro direito, e vencer o obstáculo, que pode ser desde um simples muro, até uma “parede de alpinismo”. É comum também terem escadas no circuito, assim como os tradicionais “single tracks”. Assim, é desejável que o ciclista tenha um bom condicionamento do tipo “endurance”, além de alguma técnica de corrida rústica.

E aí? Se animou para experimentar esta modalidade? Quem sabe em breve temos uma prova destas em nossas praias????



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