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Blog Vou de Bike

Postado em 15 de setembro por gugamachado

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Houston expõe novidades do segmento de bikes na Eletrolar Show 2014

STR 500

A Houston apresentará as novidades nas linhas de bicicletas para o segundo semestre deste ano na 9ª edição da Eletrolar Show, que ocorre entre os dias 15 e 18 de setembro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP). A empresa participa pela quarta vez da feira, considerada a maior para negócios da indústria e do varejo de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, celulares e TI da América Latina.

A Eletrolar Show 2014 tem expectativa de receber a visita de 30 mil profissionais qualificados de compras de todo o país. Os visitantes do estande da Houston conhecerão as bicicletas das linhas passeio, aventura e velocidade que estão com novo visual e ganharam novos componentes.

Brisltol Peak

Na linha passeio, os modelos Bristol Lance, Bristol Peak, Atlantis Mad e Atlantis Land estão com pintura e adesivagem repaginadas. Todos esses modelos agora possuem roda livre index de sete velocidades e câmbio traseiro index. A Medal, com quadro em alumínio, está com um selim mais confortável e diferentes componentes, como câmbio e corrente index, roda livre sete velocidades index, freio V-brake em alumínio e aro aero 26 polegadas.

Mercury HT

Na linha aventura, o quadro em alumínio hard tail da Mercury HT, disponível nos tamanhos de 17 e 19 polegadas, ganhou novas cores, em uma composição entre vermelho e preto, e adesivagem. A bicicleta continua com as características que garantem conforto aos ciclistas, como suspensão over com ombro em alumínio, com curso de 80 mm, e aro aero 26 polegadas, parede dupla com 32 furos, e roda livre de sete velocidades index Shimano.

A bicicleta STR 500, da linha velocidade, ganhou uma nova composição de pintura, com a cor branca predominante, e adesivagem. O modelo possui quadro em alumínio e cabeçote integrado oversize com design sloping, garfo oversize em aço carbono e aro aero 700C em alumínio, com destaque para os componentes Shimano A050.

A Houston vai expor seu amplo mix de produtos, que ainda inclui aparelhos fitness e ventiladores, em um estande de 210 m². O espaço será ponto de diversas ações promocionais. No dia 17, a apresentadora e modelo Solange Frazão apresentará uma aula show de Spin Bike, com a presença de DJ, e nos dias 16 e 18 de setembro, o aerografista Daniel Gonçalves desenhará caricaturas dos visitantes em camisetas personalizadas da Houston.

Serviço:

Eletrolar Show 2014

Onde encontrar a Houston:  Av. L x Rua 08, estande K12

Local: Transamerica Expo Center – São Paulo (SP)

Data: 15 a 18 de setembro de 2014, das 13h as 21h

 


Postado em 15 de setembro por gugamachado

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“Aro 27” completa um ano evita a emissão de uma tonelada de gás carbônico!

Serviço “Park n’ Shower” e compras feitas com bicicleta somam 123 viagens e 3.676 km sem carro

O “Aro 27”, bike café localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, comemorou seu primeiro aniversário no começo de julho com uma marca importante para o meio ambiente: somados, o serviço “Park n’ Shower” e as compras feitas com bicicleta evitaram, até agora, a emissão de uma tonelada de CO2.

Em comparação com o nível de emissão calculado para automóveis médios movidos a gasolina, as duas iniciativas fizeram com que 0,8t de gás carbônico fossem economizadas – a estimativa chega a 1t quando se leva em conta os clientes não cadastrados que optaram pela utilização do serviço de forma avulsa.

“Boa parte de nossos funcionários chegam ao Aro de bicicleta”, conta Fabio Samori, 40 anos, proprietário do bike café. “Além disso, utilizamos lâmpadas de LED e chuveiro a gás. A preocupação com esse tema é muito grande desde a inauguração, como não poderia ser diferente”, completa.

O “Park n’ Shower”, serviço que permite ao ciclista estacionar sua bicicleta com direito a seguro e tomar um banho antes de começar seu dia de trabalho, fez a sua parte. Em um cálculo baseado na distância entre o ponto de partida dos clientes cadastrados até o “Aro 27”, foram 3426 km percorridos com a bicicleta.

Os dados foram calculados através de ferramenta virtual provida pelo Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza, organização não governamental.

De trailer

O “Aro 27” substitui o carro na hora de fazer as compras em fornecedores que ficam a um raio de cinco quilômetros. Da inauguração até agora, foram 250 km percorridos com um trailer – o veículo, acoplado a qualquer bicicleta, permite o transporte dos produtos apenas com a força dos pedais.

Thomaz Requena, 32 anos, utiliza o serviço do “Aro 27” há cerca de um ano. O economista, que trabalha em um local próximo ao bike café, pedala 40km por dia nos dias de semana. Para ele, a economia de CO2 é um reforço importante na escolha pelos pedais.

“A opção pela bicicleta foi, principalmente, por uma questão de mobilidade”, conta Requena, que gasta 40 minutos contra os 90 minutos de carro no mesmo percurso. “A contribuição na redução de CO2 sem dúvida, reforça minha opção sendo um incentivo para manter a prática e o hábito”, completa.

Outras iniciativas

O local trabalha também um desconto de 5% no cardápio para quem chegar a bordo de qualquer transporte ativo – ou seja, além da bike, skate e patins estão incluídos.

SERVIÇO

 Aro 27

 Telefone: (11) 2537-1918

Endereço: Rua Eugênio de Medeiros, 445 – Pinheiros, São Paulo – SP

Funcionamento: Segunda a sexta das 7h às 20h – Domingos das 10h às 16h

 

 

 

                                                                                                                                             Preço médio / refeição: R$30

 


Postado em 11 de setembro por gugamachado

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Pátio Paulista promove segunda edição do Passeio de Bike!

Segundo “Pedalando com o Pátio” será realizado no próximo dia 14, com percurso de 20 km e paradas em pontos emblemáticos de São Paulo.

No próximo dia 14 de setembro, o Shopping Pátio Paulista realiza a segunda edição do Pedalando com o Pátio − passeio ciclístico que reúne história, diversão e saúde. O percurso continua com, aproximadamente, 20 quilômetros de extensão, passando por pontos emblemáticos de São Paulo. Dessa vez, Vale do Anhangabaú, Praça da República, Sala São Paulo e Viaduto do Chá são os pontos de parada, onde os participantes poderão tirar fotografias e, depois, compartilhá-las na fanpage do Shopping , mostrando as belezas da capital paulista pelo olhar do ciclista. Um fotógrafo profissional também fará o acompanhamento do trajeto, registrando seus pontos turísticos e momentos do passeio.

O trajeto, que ainda inclui passagem pelo Pateo do Collegio, Mosteiro de São Bento, Largo do Arouche, Praça Roosevelt, Largo São Francisco e Praça da Sé, é um convite para os amantes de bike redescobrirem a capital paulista, reunindo diversão e saúde. Todo o percurso será acompanhado por uma equipe de guias responsáveis pelo suporte aos participantes.

O encontro está marcado para as 7h, na Arena do evento, instalada no Piso G3 do Shopping (estacionamento), onde será oferecido um café da manhã, durante a entrega do kit do participante, contendo mochila, camiseta em tecido tecnológico e brindes dos apoiadores do evento. A saída para o passeio está marcada para as 8h com previsão de término as 10h30, quando o Shopping oferece um novo café de confraternização.

As inscrições no valor de R$ 35 já estão abertas para 260 participantes e podem ser feitas pelo site do Shopping. Na página de inscrição, o interessado também pode locar bicicletas no valor de R$ 20 cada (limitado a 50 locações).

Segundo a gerente de Marketing do Shopping, Cláudia Lima, o sucesso da primeira edição motivou a continuidade do projeto e prova que as pessoas estão cada vez mais adeptas a hábitos de vida mais saudável. “Além da saúde, os passeios marcam nossa forte relação com a cidade de São Paulo e incentiva o uso da bicicleta como meio de transporte alternativo, principalmente, em função da localização privilegiada do empreendimento, que é cercado por estações de metrô e próximo à ciclofaixa”, destaca a gerente.


Postado em 10 de setembro por gugamachado

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Ciclovias e Cidades Amigas dos Ciclistas

Nossos leitores de São Paulo devem estar acompanhando a recente polêmica sobre as novas ciclofaixas e ciclovias instaladas na cidade. E isto não é novidade nenhuma, pois até em cidades muito mais antigas e organizadas que São Paulo (Paris, Nova Iorque, Londres), quando o poder público decidiu incentivar a mobilidade por bicicletas implementando e estruturando a malha cicloviária as polêmicas foram muito parecidas.

Neste post, nossa colaboradora, a jornalista e esrcitora Ana Paula, fala sobre algumas cidades “amigas dos ciclistas”. Esperamos em breve que São Paulo figure nesta lista! E a continuar este movimento, certamente figurará!

Comprar uma bicicleta usada pode ser uma das atitudes mais bacanas que você pode realizar para si mesmo e para uma sociedade ecologicamente sustentável, é claro que muitas vezes estruturalmente as cidades não são devidamente preparadas para tutelar os ciclistas, porém podemos ter boas inspirações e conhecer as cidades no mundo que tem o melhor preparo para atender os apaixonados pela bicicleta.

Vamos começar com Amsterdã na Holanda, é impressionante a utilização das bicicletas pelos seus morados, inclusive passa por um período de saturação do tráfego que pede um projeto de reestruturação uniforme, mas ver os imensos estacionamentos repletos de bicicletas e curtir a atmosfera ciclística que inunde a cidade é agradabilíssimo.

Prosseguimos pela Dinamarca na cidade de Copenhagen, ali encontra-se uma malha bem estruturada para as bicicletas e muito uniforme, além disso diversos projetos de melhorias estão em andamento.

Utreque nos países baixos possui uma infraestrutura para bicicletas invejável, além de possuir um índice de utilização muito bom, já na Espanha em Sevilha temos um bom exemplo como a construção de oitenta quilômetros de malha em apenas 1 ano, que foi fomentada pela vontade política.

Falando em quilômetros na França em Bordeaux existem 200 quilômetros de malha para bicicletas e se incluirmos a região metropolitana esse número sobe para 400 Km! Outra cidade francesa que tem o intuito de investir 40 milhões de Euros em ciclovias é Nantes aumentando para 400 km sua malha.

Outro bom exemplo de cidade com interesse num transporte sustentável fica na Bélgica em Antuérpia, que usa a bicicleta como um dos mais importantes meios de transporte com um percentual de uso de dezesseis por cento na cidade.

Outra cidade da Holanda é Eindhoven sempre buscando novos projetos para desenvolver ainda mais o setor das bikes.

A Suécia também investiu pesado para avivar o fluxo das bicicletas, 47 milhões de Euros para serem utilizados ao longos de 7 anos.

Terminamos com Berlim na Alemanha, esta grande cidade possui um percentual de 13 por cento em bicicletas, e dependendo do bairro, este número pode subir para aproximadamente a 25%!


Postado em 4 de setembro por gugamachado

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Qual bicicleta devo comprar?

Sem nenhuma sombra de dúvida, escolher uma bike para comprar é hoje uma tarefa das mais complexas!

Com tantos modelos e especificações disponíveis no mercado, é muito comum nos depararmos com uma grande dificuldade em selecionar qual é o modelo ideal para nossa aquisição. Normalmente recorremos a “amigos ciclistas”, ou a lojistas experientes. Não que estes não estejam habilitados a nos ajudar, mas o melhor é termos ao menos alguma base do que procuramos, inclusive para ajudá-los melhor em sua seleção.

Nosso objetivo aqui é trazer esta base! A primeira dúvida é: devo comprar uma Mountain Bike (mais comum em nosso país), uma Speed (bicicleta de estrada, aquela com os pneus finos), uma Híbrida/ Urbana (modelo cujo uso vem crescendo cada dia mais), uma Elétrica ou uma Dobrável?

Basicamente, a escolha de uma bicicleta vai depender muito de seus próprios gostos, bem com do tipo de terreno e distância você pretende pedalar. O orçamento disponível também conta muito!

A boa notícia é que, seja você é um ciclista urbano, ou alguém que adora trilhas e natureza, ou ainda alguém que quer pedalar horas a fio numa linda estrada, há uma abundância de modelos para você!

Mountain Bike (MTB) :

Com uma posição de pilotagem mais ereta, quadros super resistentes e a opção de levá-la para trilhas e passeios “off-road”, as mountain bikes (MTBs) são uma escolha bastante popular para os ciclistas recreacionais. Muitos também apreciam o poder dos freios a disco típicos das MTB, bem como seus sistemas de suspensão, que muitas vezes se traduzem por um conforto maior. 

Mas os pneus com cravos que as tornam excelentes para terrenos acidentados, são péssimos nas cidades, quase que “segurando” no asfalto,e , muitas vezes, anulando a vantagem dos materiais de quadros, rodas e componentes mais leves, comuns nas Mountain Bikes mais “tops”. Se a sua utilização foi maior na cidade e você fizer questnao deste tipo de modelo, a solução é colocar pneus “slick” (liso) e mais fino. E se você for pedalar apenas em trilhas leves, não há necessidade de uma MTB “full-suspension” (suspensão dianteira e traseira), caso contrário, você estará pagando por uma tecnologia que utilizará pouco, e que certamente trará mais “peso” a bicicleta.

Portanto, as MTB são indicadas para trilhas e passeios “off road”.

Prós: Freios, posição de condução, resistência, versatilidade;
Contras: pesadas, lentas em asfalto, “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Speed (Estrada)

Leves, rápidas e elegantes, as bicicletas “Speeds” (de corrida/ estrada) tornaram-se o transporte principal para toda uma geração de ciclistas (quem se lembra da Caloi 10?), por terem sido “inventadas” em um período onde não existiam bicicletas urbanas. A bicicleta de estrada “cobre” longas distâncias em um ritmo cadenciado e potente devido também aos seus pneus finos e rodas, componentes e quadros leves. Porém da mesma forma que eles ajudam a torná-la rápida, também pode torná-la mais vulnerável a danos em consequência de ruas mal conservadas. Infelizmente, os “ladrões” também “adoram” estes modelos, devido ao seu alto valor de mercado.

Prós: rápida, eficiente e divertida
Contras: pode ser frágil, pneus fáceis de furar, posição de condução desconfortável e “chamativas” para os ladrões devido aos seus grafismos e valores.

Híbrida/ Urbana:

As bicicletas híbridas/ urbanas têm a posição de pilotagem mais “neutra” (ereta) e confortável. As bicicletas híbridas “puras” combinam a velocidade das rodas aro 700C finas,  com a posição de pilotagem ereta de uma bicicleta de montanha, como se fosse uma “speed” misturada a uma “MTB”. Mas os detalhes podem variar e muito!

Você pode encontrar desde freios do tipo “v-brake” até os sofisticados freios “a disco”  das MTBs nesta categoria. Normalmente, os componentes e conjuntos privilegiam a robustez e a baixa manutenção frente ao peso e a performance. Como são bicicletas para o nosso “dia-a-dia”, também é muito comum termos racks para transportes de alforges e demais “tralhas” urbanas. Também é muito comum a presença de “pára-lamas” e sistemas de iluminação.

Se você pretende pedalar rapidamente em boas estradas e ruas, porém numa posição mais ereta e confortável (que se traduz também por menos performance devido a aerodinâmica e peso do conjunto), com a possibilidade de transportar pequenas cargas, certamente as bicicletas “híbridas” são para você!

Agora se o seu “pedal” for mais leve e suave, porém conforto, resistência da bicicleta, baixa manutenção dos componentes e capacidade de transporte for fundamental em seus deslocamentos, prefira uma bicicleta urbana (como a da imagem acima, por exemplo, que está equipada com um sistema de câmbio interno modelo“Shimano Nexus”).

Prós: bastante rápida (híbridas), versátil (urbanas), posição de pilotagem confortável
Contras: pode ser quase tão frágil como bikes speed (híbridas), peso do conjunto (urbanas)

Dobrável:

Mais adequada para trajetos curtos – especialmente onde existe dificuldade em estacionar a bike em seu destino – ou para comutar (completar) o seu pedal com outros modais (metro, trem, ônibus, etc), as bicicletas dobráveis são bastante populares entre os ciclistas urbanos.Os modelos mais compactos vão caber até sob sua mesa de trabalho, podendo ser levados em um trem ou ônibus mesmo na hora do rush.

Uma bicicleta dobrável nunca será como uma bicicleta “convencional” em termos de performance e conforto, devido as suas características (roda pequena, distância entre-eixos curta, poucas marchas), porém, as dobráveis mais modernas e mais “top” surpreendem e muito nestas duas características, quase se equiparando a modelos convencionais.

Prós: convenientes para armazenar e transportar em outros modais;
Contras: mais lenta e pesada do que uma bicicleta convencional

Elétrica:

Com o auxílio extra de um motor de 250W, por exemplo, as bicicletas elétricas são ótimas opções para os ciclistas que precisam chegar ao trabalho em um estado “menos suado”. Também ajudam muito em subidas, ou se o seu condicionamento físico não está “lá estas coisas”…

Apesar da polêmica sobre “se elas são bicicletas ou ciclomotores” (nossa legislação ainda é muito obscura, principalmente devido a novidade do tema), elas vêm sendo cada vez mais utilizadas, principalmente nos grandes centros urbanos.

A maioria delas são projetados para serem confortáveis e fáceis de se conduzir. Também possuem as características urbanas (para-lamas, bagageiros e sistema de iluminação) necessárias para uma boa utilização como meio de transporte.

Elas ainda são pesadas e caras. No entanto, com o desenvolvimento da tecnologia, a tendência é que elas fiquem cada vez mais baratas e leves.

Prós: Condução fácil e agradável, confortável
Contras: Necessidade de recarga de bateria (atualmente ainda demorada), mais pesadas e caros que uma bicicleta convencional

Esperamos com este pequeno guia poder auxiliar em uma decisão tão importante!

E qualquer dúvida deixe aqui nos comentários, que teremos o maior prazer em responder!


Postado em 28 de agosto por Eu Vou de Bike

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Veja dicas para pedalar no frio!

O clima  esfriou ! Para você não deixar a bicicleta encostada neste final de inverno, mandamos cinco dicas rápidas para você pedalar em dias gelados!

- Ao iniciar a pedalada, utilize a marcha mais leve possível e pedale rápido por 5 minutos. Assim, você realiza seu aquecimento já na bicicleta;

- Procure pedalar em um ritmo constante para manter-se aquecido;

- Pare somente quando extremamente necessário, e fique parado o menor tempo possível. Ao parar, dê preferência aos locais mais protegidos do frio.

- Quando você está pedalando em ritmo forte, principalmente em subidas, seu corpo fica mais aquecido, e quando você para, seu corpo esfria. Por isso, nas paradas e em longas descidas, não se esqueça de se aquecer.

- Utilize sempre roupas adequadas para a temperatura, mas não se esqueça que o corpo aquece com o pedal e você pode passar calor se usar muitas blusas.

Foto no Flickr


Postado em 21 de agosto por gugamachado

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De Bike pela Inglaterra (parte 4)

Na quarta parte deste nosso “diário de viagem”, dia dois, nós amanhecemos em Stratford Upon Avon, terra do Sheakespeare, para conhecermos a fábrica das tradicionais bicicletas “Pashley“. Lá, além de um glorioso “tour” pela fábrica, recepcionados pelo simpático e prestativo “Dave”, nós iríamos pegar nossas bicicletas Pashley modelo “Guv’nor”, as quais iríamos utilizar na “L’Eroica”.

A fábrica foi fundada em 1926, e o processo fabril é todo artesanal, o que se traduz por uma qualidade e exclusividade incrível e única!

Ao chegarmos, nossos brinquedos já estavam prontos, nos esperando!

Pudemos acompanhar todo o processo de fabricação destas tradicionais e adoradas bicicletas. Aliás, elas fazem parte do imaginário inglês, como pudemos constatar mais tarde, pois foram por muitos anosa as bicicleta utilizadas pelos correios!

Veja o processo de fabricação no video abaixo:

London pt.2 from Augusto Machado on Vimeo.

Na saída, ainda recebemos, além de camisetas e outros brindes, um kit que acompanha a bike constituído por camara reserva, uma sacola, uma linda chave de boca cromada, uma lata de óleo, e, é claro, um pacote de chá cujo “blend” era da própria bike! Simplesmente um luxo!!!

Fábio Samori demonstra sua satisfação com o “mimo”!

Após esta maravilhosa manhã, saímos com nossos novos brinquedos pedalando pela linda e organizada cidade, para conhecer melhor.

Passamos por vários locais incríveis, inclusive a cidade é cortada pelo rio Avon, onde o pessoal costuma praticar remo no final de tarde! Demais, né?

Voltamos ao hotel, paramos as bikes para descanso, pois ainda teríamos pela frente o desafio de assistir a um jogo da Inglaterra num legítimo pub londrinho, mais velho que o Brasil!!!!

Fomos ao pub de bike para ver a Inglaterra sendo derrotada pelo Uruguai por 2 x 1. Porém, o mais impressionante foi ver a reação da torcida inglesa no pub, diante da eminente derrota…

My Movie from Augusto Machado on Vimeo.

Uma lição de patriotismo! Quem sabe um dia…

Neste clima, voltamos ao hotel pois no dia seguinte teríamos uma longa viagem de trem e bike até o local onde ocorreria a L’Eroica”, a região de Peak District!

 Até a próxima!


Postado em 13 de agosto por gugamachado

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Shimano Fest 2014 muda para Sorocaba e foca em mobilidade

Semana passada estivemos em Sorocaba a convite da Shimano para o lançamento do Shimano Fest 2014.

Maior evento de bike e pesca da América Latina, o Shimano Fest chega à sua quinta edição com uma novidade: o município de Sorocaba, a 100 km de São Paulo (SP) receberá o evento pela primeira vez, entre 21 e 23 de novembro. Criado em 2010 para atender ao público familiar, os temas principais são a bicicleta e a pesca como forma de unir as pessoas por meio da prática saudável. Esta edição será realizada no Parque das Águas, aberto 24 horas ao público, com uma área de 162 mil m², com ciclovia, playground, lagos, quadras esportivas e pista de skate. O Shimano Fest é um evento totalmente gratuito, para todos os públicos, e foi lançado na quinta-feira (7/08) na Biblioteca Municipal de Sorocaba.

Neste quinto ano consecutivo de sua realização, a mobilidade, assunto prioritário das politicas urbanas da maioria das cidades no mundo, é o lema que une Sorocaba ao Shimano Fest. Com seus 115 Km de ciclovias e estrutura projetada para facilitar aos cidadãos a locomoção por meio da bicicleta, a cidade tem muito mais a oferecer além de lugares para se pedalar em segurança. O município, com maior percentual de quilômetros de ciclovias por habitante do País, também possui iniciativas que ajudam a transformar a bicicleta em um modal plausível integrado ao transporte urbano.

“Escolhemos Sorocaba porque a cidade respira bicicleta. Desde 2006 o município adotou a bike como uma alternativa modal e hoje possui 115 km de ciclovias, integrando as quatro zonas da cidade. Sorocaba também adotou o único sistema de ‘aluguel’ de bikes gratuito do País, o Integrabike. Possui ainda o Pedala Sorocaba, uma iniciativa pública para fomentar e conscientizar a população sobre o uso da bicicleta, organizando passeios, grupos de pedal, aulas para crianças e idosos. Voltado para a mobilidade, o Shimano Fest 2014 terá apoio fundamental da Urbes, órgão responsável pelo trânsito, transportes e mobilidade”, reforçou Alexandre Okazaki, gerente de Marketing da Shimano Latino América.

Um dos responsáveis pela implementação da cultura da bike em Sorocaba, o engenheiro José Carlos de Almeida, assessor técnico da Urbes, comemorou a parceria com a Shimano. “Nossa expectativa já é muito grande para a realização do Shimano Fest, no Parque das Águas. Ficamos muito satisfeitos por ter uma empresa como a Shimano, muito respeitada no mercado, nos procurando para realizar o evento aqui. Traz credibilidade e muito orgulho para nós sorocabanos. Espero que todos participantes fiquem felizes e satisfeitos com a estrutura que será apresentada”, destacou.

E aí, ficou com vontade de ir? Aguarde em breve mais informações!


Postado em 7 de agosto por gugamachado

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Conheça seu corpo para pedalar mais

Treino de bicicleta

Por mais que nossa pretensão não seja a de correr uma maratona, estar bem condicionado e adaptado à sua bike vai ajudar a ir mais longe com prazer, sem sofrimento, podendo curtir mais o trajeto, seja na cidade, na estrada ou no campo.

A iniciação em qualquer esporte requer atenção a alguns aspectos básicos. E no ciclismo não é diferente. Se você pretende se aprimorar na “arte do pedal”, com o objetivo de percorrer mais de 50 quilômetros como “quem vai ali na esquina”, fique atento às próximas linhas.

Antes de começar a pedalar com mais seriedade, você deve considerar comprar um acessório muito importante para o ciclista – o ciclocomputador. Hoje em dia este é um acessório bem fácil de achar e com um valor relativamente acessível. Pode ser do modelo básico, mas o ideal é que indique a frequência da pedalada (rpm, ou seja, quantos giros o pedivela dá por minuto – a chamada cadência), pois assim fornecerá indicações importantes sobre seu rendimento, e auxiliará muito o aprendizado das marchas corretas a serem utilizadas.

O ideal é que a cadência da pedalada fique entre 60 a 80 rpms. Se ficar abaixo disto, você está utilizando uma marcha muito pesada para o trecho. Se a rotação ficar muito acima, a marcha está muito leve e você deve fazer os ajustes ncessários.

Experimente pedalar em terrenos planos, ondulados, com muitas subidas, descidas, sempre testando as relações de marcha e a frequência da pedalada, conforme explicamos acima. Apesar de tudo, este não deixa de ser um processo de autoconhecimento por tentativa e erro, que fará com que você aprenda a sentir sua bike, até chegar ao ponto de olhar um aclive e saber qual transmissão usar, e se vai subir em pé ou sentado. Com isto, você começará também a economizar energia.

Lembre-se que economia é um fator que está presente em nossas vidas e que no ciclismo não é diferente… Portanto, economize na transmissão! O que diferencia um expert de um novato é que o expert executa um movimento com o máximo de precisão e rendimento, e com o mínimo gasto energético.

Nesta fase inicial, você deve começar a aprender a conhecer o corpo por meio dos sinais que ele nos dá. E este momento é a base para tudo – é quando o ciclista passará por adaptações de ordem motora, fisiológica e psicológica. É nesta fase que você vai realmente aprender a pedalar de forma mais esportiva, aprimorando a frequência de pedalada, sentindo as diferenças no aumento da cadência e no efeito da velocidade, utilizando transmissões (marchas) diferentes para adquirir experiência na bike.

Este processo inicial de aprendizado deve ser lento, com duração mínima de seis a oito semanas, sem forçar o ritmo, pedalando entre uma e duas horas, ao menos três vezes por semana. Depois de um tempo, você poderá começar a fazer percursos mais longos e intensos. Porém, aprenda antes a sentir o seu corpo. Aprenda a escutar a sua respiração e a interpretar as dores que surgirão. O ideal é sempre utilizar um frequencímetro (medidor de frequência cardíaca), cujo uso é tão relevante e cheio de particularidades que será alvo de uma conversa exclusiva por aqui.

Inicialmente, fique com uma dica simples: se você pedala com um grupo de amigos e não consegue conversar, é sinal que o ritmo está forte demais. Seu corpo precisa eliminar resíduos metabólicos que se acumulam devido à intensidade elevada, e uma das maneiras para que isso ocorra é por meio da respiração.

Quando você pedala em grupo, as conversas devem fazer parte do passeio, pois elas ajudam a distrair nosso esforço, muitas vezes até ampliando nossos limites sem que percebamos! Em nosso pelotão que treina na USP (São Paulo), costumamos dizer que os sábados de manhã são verdadeiros “boteco sobre rodas”!

Grupo de ciclistas
Se você pedala em grupo, conversar pode ser um bom jeito de medir seu ritmo

Finalizando, ritmo intenso no início do processo de aprendizagem poderá significar transmissões erradas, resultando em dores ou até mesmo lesões. E a dor é um sinal que o nosso corpo emite nos dizendo que algo está errado! Dor não é normal, e se você está iniciando no pedal, tenha em mente que treino dolorido não é sinal de motivação. Para os iniciantes, a máxima “No Pain, no gain” (Sem dor, sem ganho) é completamente furada e até perigosa. Nesta fase de aprendizagem, o importante é a diversão e o tempo em cima da bike.

Para se motivar, sempre anote seus passeios em um caderno (ou planilha no computador), informando o dia, o horário, condições climáticas, distância, tempo, média horária, local do pedal, como você se sentiu e o que mais julgar necessário. Além de servir como referência futura, você irá se surpreender com o seu progresso, principalmente no começo. Adquirindo uma rotina de treinamentos, você sentirá no corpo a sua evolução na dose certa para não desistir e, quem sabe, no futuro se tornar um novo campeão!


Postado em 4 de agosto por gugamachado

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A Bicicleta do Futuro!

A bicicleta do futuro promete eliminar a necessidade de trocar marchas, sofrer nas subidas e mesmo de carregar uma trava de segurança!

Você acredita nisto? Pois o pessoal da “Teague ” e sua equipe especializada em design de bikes, de Seattle, não só acreditou como também  construiu uma bicicleta apelidada de “Denny”, especialmente para o consagrado projeto de design de bicicletas  Oregon Manifest .

Com desenho simples e minimalista, esta bike traz muita tecnologia embarcada, porém sem ser ostensiva. Ela possui um motor elétrico no cubo dianteiro (com bateria removível) para auxiliar nas subidas, integrado a um câmbio automático controlado por computador, que realiza as mudanças necessárias nas marchas para facilitar sua pedalada, conforme o terreno a ser “enfrentado”.

Ela tem também um interessante sistema de “para-lamas”, para evitar os respingos e sujeiras, comum em nossas pedaladas. Tem também um inédito sistema de trava integrada, muito prático e aparentemente eficaz. Confira no vídeo abaixo:

SEA: TEAGUE X SIZEMORE BICYCLE’S DENNY from oregon manifest on Vimeo.

 

Para finalizar, ela tem um inovador sistema de iluminação e sinalização, que até pode servir de referência para outros modelos, de tão legal!

Por enquanto ela ainda está em fase de protótipo, mas em breve deve ganhar as ruas!

E aí, você acredita que este é o futuro da bicicleta urbana?

Via Engadget



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