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Blog Vou de Bike

Postado em 21 de março por Eu Vou de Bike

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Musculação em casa

O objetivo deste post é passar algumas noções de exercícios que podemos executar sem grandes recursos de equipamentos e que visam ajudar no fortalecimento dos grupos musculares envolvidos em nossa atividade preferida, que é andar de bicicleta.

A função destes exercícios não é a hipertrofia, ou seja, o crescimento muscular, mas sim fortalecer e melhorar o condicionamento das regiões trabalhadas. O ideal é executar 3 séries de 15 a 20 repetições de todos os movimentos apresentados abaixo.

Preferencialmente, todos os exercícios devem ser feitos sob supervisão e/ou acompanhamento de um profissional da área, para evitar qualquer tipo de lesão.

1-) Agachamento

Material:
- cabo de vassoura;
- cadeira ou banco.

Objetivo: condicionamento e fortalecimento da região frontal e posterior da coxa, glúteos e região lombar.

Posição Inicial:

obs.: observe os braços semi-flexionados em relação a barra e os pés paralelos ao quadril.

Posição Final:

obs.: projete o quadril para trás, evitando que os joelhos ultrapassem a linha imaginária formada pela ponta dos pés.

Variação do Agachamento:

Você pode realizar este exercício sem a utilização do apoio, somente realizando o movimento de descida/ subida

Posição Inicial:

obs.: tanto faz se iniciar o movimento sentado e subir, ou em pé e descendo.

Posição Final:

Veja no vídeo:

2-) Flexão de Joelho

Material:
- cabo de vassoura

Objetivo: fortalecimento da parte posterior de coxa

Posição Inicial:

Veja no vídeo:

3-) Stiff

Material:
- cabo de vassoura

Objetivo: fortalecimento da parte posterior de coxa, região de glúteos e lombar

Posição Inicial:

Veja no video:

4-) Extensão de Joelho

Material:
- cadeira ou banco.

Objetivo: fortalecimento da parte frontal da coxa.

Posição Inicial:

Posição Final:

obs.: realizar o movimento com ambas as pernas

Assista no vídeo:

5-) Adução

Material:
- colchonete (opcional).

Objetivo: fortalecimento da parte interna da coxa.

Posição Inicial:

obs.: realizar o movimento com ambas as pernas. Observe a ponta dos pés voltada p/ a pessoa e o joelho semi-flexionado.

Posição Final:

Assista ao vídeo:

6-) Abdução

Material:
- colchonete (opcional).

Objetivo: fortalecimento da parte externa da coxa e região de glúteos

Posição Inicial:

obs.: realizar o movimento com ambas as pernas. Observe a ponta dos pés voltada p/ a pessoa e o joelho semi-flexionado.

Posição Final:

Assista ao vídeo:

7-) Panturrilha

Material:
- escada (ou algum tipo de degrau).

Objetivo: fortalecimento da panturrilha.

Posição Inicial:

Posição Final:

Veja no vídeo:

8-) Tibial

Material:
- escada (ou algum tipo de degrau).

Objetivo: fortalecimento da musculatura tibial.

Posição Inicial:

Posição Final:

obs.: note a posição de elevação final dos pés. Aqui também adicionamos o uso de uma caneleira localizada nos pés, para acréscimo de peso, melhorando a eficácia do exercício.

Veja no vídeo:

9-) Glúteos:

Material:

- banco (ou alguma elevação)
- escada (ou algum tipo de degrau).

Objetivo: fortalecimento da musculatura da região de glúteos.

Posição Inicial:

Posição Final:

obs.: realizar este movimento em ambas as pernas.

Veja no vídeo:

Com o decorrer do tempo, os exercícios sem carga acabam se adaptando ao condicionamento da pessoa. A partir deste ponto, o ideal é aumentar as séries e repetições, ou adicionar peso, através de uma caneleira, por exemplo, conforme a foto do último movimento.

Esperamos que com este post você possa fortalecer sua musculatura e com isso tornar seus passeios mais prazeirosos e menos cansativos!

Agradecemos ao professor Fábio Roberto Porazza Cibella ( CREF 082664-G/SP).


Postado em 14 de março por gugamachado

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Audax eleita a melhor bicicleta produzida no Brasil!!!


Postado em 7 de março por Eu Vou de Bike

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Alongando para pedalar

O alongamento no ciclismo, assim como em outras atividades físicas, é algo extremamente importante, apesar da recente polêmica que desautoriza esta prática. Na verdade, o que os pesquisadores entenderam é que é melhor não alongar do que alongar errado e correr o risco de uma lesão.

Nosso intuito então é fornecer algumas informações básicas sobre esta prática, principalmente para quem vai usar a bicicleta como meio de transporte e/ou passear. Portanto, se sua finalidade é esportiva, existem outros procedimentos mais adequados a você.

O ideal é alongar antes e depois do exercício, por um período de até 15 segundos por movimento.

Boas esticadas!

Alongando a Panturrilha ( a “batata da perna”)

Posição Inicial (PI)

Posição Final (PF)


obs: note que a diferença da P.I. p/ a P/F. é o calcanhar encostado no chão. Lembre-se também de alongar as duas pernas.

Alongando o quadríceps

1-) Parte Anterior:

Neste alongamento, a posição inicial (PI) é igual à posição final (PF).

obs: fazer o movimento com as duas pernas.

2-) Parte Posterior:

Neste alongamento, a posição inicial (PI) é igual à posição final (PF).

obs: fazer o movimento com as duas pernas.

3-) Parte Interna:

Num movimento único, direcione seus joelhos para baixo.

4-) Parte Externa:


obs.: traga seu joelho o mais próximo do peito, e não se esqueça de fazer o movimento com ambas as pernas.

Alongando a Lombar (região das costas)

Posição Inicial (PI) : mantenha seus pés afastados, na linha do ombro.

Posição Final (PF): com os joelhos semi-flexionados, curve-se em direção aos pés. As mãos não precisam necessariamente tocar os pés, pois a amplitude do movimento é individual, ou seja, cada um alonga o quanto puder. A idéia é que com o tempo, esta amplitude vá aumentando, até conseguirmos tocar nossos pés.

Detalhe dos joelhos semi-flexionados.

Alongando os Ombros

Posição Inicial (PI)

Posição Final (PF)


Aproxime seu braço de seu peito. Lembre-se de executar o movimento com os dois braços!

Alongando o Tríceps

P.I.: palma da mão posicionada nas costas.

P.F. : puxar o cotovelo com a mão. Lembre-se de alongar os dois braços.

Alongando o Bíceps

Neste alongamento, a posição inicial é a mesma da posição final. Lembre-se de alongar também o polegar.

Alongando o Peitoral

P.I.:

P.F. : após adotar a posição inicial (P.I.), gire seu tronco.

Note que você pode realizar estes alongamentos em qualquer local, independente de qualquer equipamento.

Agradecemos ao professor Glauco Godoi (CREF 071.447) pelas informações.


Postado em 28 de fevereiro por gugamachado

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9 Perguntas que você DEVE Fazer antes de comprar sua primeira bicicleta!

Otimize sua compra de bicicleta com estas perguntas simples. E lembre-se: se o vendedor se incomodar em respondê-las, é sinal que sua compra deve ser realizada em outra loja!

Eu sei realmente qual a utilização que vou fazer desta bike?

Esta é uma pergunta que você deve fazer a si mesmo, e não ao vendedor! Emily Bremer, gerente de marketing feminino da Trek Bikes, salienta que esta é provavelmente a coisa mais importante a resolver antes de começar sua pesquisa. “Pense no que você quer versus o que você precisa”, diz ela, acrescentando que os dois podem ser muito diferentes! Você definitivamente não precisa de rodas de carbono para participar no passeio do grupo recreativo local, mesmo se você quiser tê-las! Mais importante ainda, pense sobre  o uso que irá fazer da bike na maioria dos seus rolês, e também qual o tipo de caminho que você tem a sua disposição na maior parte do tempo: ruas da cidade, trilhas, estradas, e por aí vai…Não adianta nada comprar uma “mountain bike” top de linha se na maior parte do tempo você vai pedalar na cidade. Hoje em dia existem bikes bem adaptadas ao ciclismo urbano (híbridas, urbanas), que vão dar “conta do recado” muito mais eficientemente do que uma bicicleta de trilha!

Eu ainda preciso comprar uma bicicleta em uma loja especializada de bicicletas (bike shop)?

Você pode comprar qualquer coisa na internet nos dias de hoje! Inclusive sua nova bicicleta! Mas só porque você pode não significa que você deve…Quando você compra uma bicicleta a partir de um revendedor autorizado, você sabe que a bike foi montada e testada por um mecânico profissional, além do que você também começa a construir um relacionamento com a loja, o que é sempre uma ótima maneira de descobrir sobre novas rotas ou passeios em grupo, ou mesmo aulas de manutenção e eventos ligados a bicicleta! Ao comprar numa bike shop, você também garante que você não está adquirindo um produto falsificado, que infelizmente é um problema comum no mercado de bicicletas.  A compra em uma loja especializada ainda pode ter mais benefícios, como a assistência inicial personalizada e dentro da garantia, coisa que você não tem ao comprar a bike num supermercado, ou mesmo uma bicicleta usada.

Posso pedir um desconto?
“Você sempre pode pedir”, diz Bremer, mas as margens em bicicletas são tão  anêmicas que você deve estar preparado para algo mínimo. No entanto, ela diz que as lojas estão muitas vezes dispostas a dar bons descontos em acessórios, especialmente quando comprados em conjunto com uma bicicleta.

Posso fazer um “test-drive” ?
“Definitivamente fazer um passeio de teste vai validar a recomendação de um vendedor confiável”, diz Bremer. Na verdade, se uma loja de bicicletas não deixar você dar uma volta rápida para um teste, inclusive te acompanhando no percurso, você provavelmente deve comprar em outro lugar. “Certifique-se que neste rolê sejam demonstradas as características principais da bike, principalmente as mudanças de marchas e freios”, diz Bremer.

Como posso saber se uma bicicleta se encaixa comigo?
É tarefa quase impossível avaliar uma bicicleta num passeio de teste de 10 minutos! Então você terá que contar com a sua intuição, e principalmente confiar na indicação do vendedor (aqui o ideal é que este seja indicado por algum conhecido seu). “Basicamente, você não deve ficar super-estendido tentando alcançar o guidão”, diz Bremer. Se estiver inseguro sobre esta distância, peça para testar a mesma bicicleta  no próximo tamanho para cima e para baixo (P.ex. se estiver testando uma bike com o tamanho M, peça uma P e depois teste também uma G). Certamente esta  comparação vai tornar mais clara em qual delas você se encaixa melhor.
Você provavelmente vai acabar gastando horas em sua bicicleta, então você deve se sentir confortável ao pedalar! Nada deve ser estranho, a não ser o desconforto inicial do selim, que só desaparece com o tempo. “A maioria dos selins (bancos da bike) são um pouco desconfortáveis no início, especialmente se faz tempo que você não pedala”, diz Bremer. Uma última pergunta que vale a pena ser feita é se sua a loja te ajudará no sentido de um “bike fit”, que é uma adequação da bike ao seu biotipo. A maioria das lojas tem este serviço incluso em algumas categorias de venda, onde inclusive substituem peças de sua bicicleta nova para adequá-la melhor a sua pedalada!

Eu tenho que comprar uma bicicleta específica com relação a gênero (masculino/feminino)? Qual é a diferença?
Não, definitivamente não. Porém vale muito a pena aprender sobre elas, e se houver oportunidade, comprar uma bicicleta mais orientada ao seu gênero. Nossa recomendação inicial de não priorizar a compra de um equipamento específico é para que isto não seja um impeditivo para você comprar sua primeira bike, uma vez que comprar uma bicicleta por gênero pode agregar mais custo. “O que faz de uma bicicleta ser específica para mulheres varia de marca para marca”, diz Bremer. Algumas marcas usam diferentes espessuras de carbono em todo o quadro para fazer bikes mais leves, enquanto outras, além de utilizar um grafismo mais feminino,  oferecem características tais como apresentar uma geometria com um alcance mais curto para o guidão, guidões mais estreitos, e selins específicos femininos. “Existem muitas vantagens nesta política, mas lembro que a geometria das bicicletas femininas também não se aplicam a todas as mulheres”, diz Bremer.

Além disso, os produtos específicos para mulheres `as vezes funcionam melhor para os homens. “É muito raro, mas acontece”, diz Bremer. Então, se o vendedor sugerir a você testar uma bike que não seja do seu gênero,  não se ofenda! Ele só quer ter certeza de que você está testando as melhores possibilidades.

Quantas bicicletas devo testar?

Steve Beheler, lojista americano,  diz que você deve testar, pelo menos, duas ou três bicicletas. Porém evite fazer um teste muito longo com a bike. “Se alguém pedalar  10 bicicletas, vai ficar mais confuso do que qualquer outra coisa”, diz ela.

Posso pedir para loja de bicicletas para instalar um “descanso lateral”? E como ficam os acessórios que eu comprei on-line?
“Se a sua bike tiver local apropriado para instalação do “descanso” (pezinho), nós  vamos instalá-lo, bem como  qualquer outro acessório que você desejar”, diz Beheler.. Enquanto a maioria das bicicletas híbridas e urbanas possuem este “nicho” para instalação, nos modelos de estrada e de montanha geralmente esta história é diferente. Neste caso, pergunte ao seu mecânico qual a melhor maneira de “estacionar” sua bike. Quanto aos acessórios comprados “online”, a maioria das lojas vai instalá-los sem problema, mas certamente cobrarão uma taxa pelo serviço. Se a própria bicicleta for comprada online, ou mesmo você adquirir uma bike usada, a maioria das lojas irá fazer a montagem, os ajustes e “bike fit” sem nenhum problema. Porém, novamente, cobrarão uma taxa por este serviço.

Bicicletas vêem com alguma garantia ou mesmo um plano de manutenção incluído?

Isto varia. Todas as bicicletas novas vêem com a garantia determinada pela lei do consumidor. Em alguns casos, este período pode até ser maior, como é o caso de alguns fabricantes cujos quadros possuem garantia vitalícia. Porém ao comprar sua bicicleta você deve pensar que este será o início de um longo (e, esperamos feliz) relacionamento com sua loja de bicicletas local. Isto significa que provavelmente você vai levar a sua bicicleta algumas vezes por ano para manutenção e reparos.

Algumas lojas incluem um nível de serviço de manutenção relacionado com a compra de uma bicicleta; assim, você deve perguntar sobre a política da sua loja no momento da compra. Você também deve saber o que a garantia do fabricante cobre. Muitas vezes, os quadros são cobertos “sob uso normal” que não inclui danos causados por “mau uso”. Por fim, como aqui no Brasil uma boa parte das bicicletas são importadas, você deve perguntar na sua loja se ela vai auxiliá-lo na eventual necessidade de uso da garantia junto ao importador. Isto é importantíssimo e pode lhe poupar uma enorme dor de cabeça no caso de algum problema com o equipamento.


Postado em 21 de fevereiro por Eu Vou de Bike

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Escolha e use corretamente o capacete

Apesar de não ser um acessório obrigatório, o uso de capacete como equipamento de proteção individual é muito importante para garantir a segurança do ciclista na hora de quedas. Como geralmente as bicicletas estão associadas a sensação de liberdade e prazer, muitas vezes o uso de capacete dá a falsa impressão da privação de experimentar estas sensações.

Porém a escolha e utilização correta deste acessório pode ser suficiente para salvar sua vida, sem tirar o prazer da pedalada!

Tendo suas primeiras utilizações pelos ciclistas registradas no início do século 19, o capacete como conhecemos hoje surgiu somente por volta da década de 70, quando a fabricante Bell Helmet Company criou o primeiro capacete em poliestileno expandido (EPS), bem mais leve e resistente do que os materiais que o antecederam, em especial o isopor.

No Brasil, esta tecnologia só chegou uma década depois, principalmente com a introdução do Mountain Bike e a abertura das importações.

Atualmente, com o avanço cada vez maior da tecnologia e dos materiais, e com a grande especialização que o ciclismo experimentou, temos uma variedade enorme de preços, utilizações e estilos. Logicamente, isto também aumentou em muito a dificuldade de selecionar um modelo mais adequado para utilização.

Como sempre, necessitamos realizar algumas reflexões e responder algumas perguntas iniciais para que possamos melhor efetuar nossa compra, a saber:

1-) Qual a modalidade de ciclismo eu vou praticar?

Basicamente, temos 3 tipos de capacetes: os totalmente fechados (“full face”), os abertos, que podem ter uma “pala” dianteira ou não, e os aerodinâmicos, além dos infantis.

Normalmente, os do tipo “full face” são utilizados para as modalidades mais “radicais”, tipo o “downhill” ou o “free style”. Os abertos com a pala dianteira são utilizados pelo pessoal do Mountain Bike ou ciclismo urbano e recreacional em geral, e são os mais comuns de se encontrar. E os abertos sem pala são os preferidos do pessoal do “speed”, a turma da estrada. Os aerodinâmicos são utilizados pelos praticantes de triatlo e contra-relógio, onde cada esforço para reduzir o arrasto do ar é bem vindo. E atualmente com o crescimento das intervenções radicais de bike nas cidades, também conhecidas por “urban assault”, é comum vermos ciclistas utilizando capacetes “importados” dos skatistas, que costumam cobrir mais a região da nuca, e dar mais “estilo” ao usuário.

2-) Qual o meu orçamento disponível?

Tenha em mente que quanto mais leve, resistente e arejado for o capacete, mais caro ele será. Se possível, pesquise bastante na net sobre os materiais e tendências para os capacetes atuais. Para termos uma idéia, existem capacetes que possuem uma trama interna de fibra de carbono, tornando-os muito mais leves e seguros. Quanto mais entradas de ar ele tiver, maior será a ventilação, e logo maior o conforto no uso. Porém, tais capacetes de alta performance só vão se justificar em uma competição. Se este não for seu caso, mas seu orçamento permitir, compre o melhor capacete que seu dinheiro possa adquirir. Em caso de um acidente, certamente os prejuízos serão bem maiores que o valor do capacete!

3) Onde comprar o capacete?

Procure uma bike shop que tenha muitos modelos e marcas disponíveis, pois muitas vezes o modelo P (pequeno) de um capacete pode ser maior ou menor que o de outra marca. Experimente todos os capacetes disponíveis no seu tamanho, até encontrar o que te “vista” melhor, em termos de conforto e adaptação. Procure vestir e ficar com o capacete por alguns minutos, pois os inconvenientes nunca aparecem logo que vestimos o capacete. O capacete nunca deve ficar frouxo ou com folga e nem demasiadamente apertado.

Abaixo, acompanhe algumas dicas de como escolher e utilizar corretamente seu capacete:

Acima um exemplo de dois modelos semelhantes de capacete, do mesmo tamanho (P), mas visivelmente com dimensões bem diferentes, pois são de marcas diferentes. Experimente todos os modelos disponíveis: o ideal é que ele encoste uniformemente em toda a sua cabeça.

Invista o tempo que for necessário na seleção do seu capacete. Observe o interior do capacete e veja se todo o sistema de fixação está solto, pronto para a colocação.

Vista o capacete. Posição correta do capacete. O capacete deve ficar de um a dois dedos de distância acima das suas sombrancelhas. E quando olhar para cima, se o seu capacete tiver pala, a borda desta não deve ficar muito visível.

O capacete deve ser colocado o mais baixo possível, para aumentar a cobertura lateral. Assim ele ficará bem encaixado e não balançará se houver um tombo. Observe também que as cintas laterais devem ficar em forma de um “Y”, com o vértice abaixo da orelha. O ideal é termos uma segunda pessoa para nos ajudar nos ajustes das cintas. Com relação ao tamanho da cinta do fecho, a medida ideal é abrir a boca e sentir uma pequena puxada do capacete contra a cabeça, a qual deve ser bem suave. A cinta ainda deve estar posicionada atrás do seu queixo, e não no próprio queixo.

Atualmente, vários modelos de capacetes possuem sistemas de estabilização, que promovem um ajuste fino evitando assim que o capacete fique “sambando” enquanto você passa por irregularidades, por exemplo. É importante observar que ele só funcionará bem se todas as outras cintas estiverem bem ajustadas, com suas regulagens ideais, conforme exposto acima.

Acompanhe abaixo exemplo de um capacete incorretamente selecionado (tamanho maior do que o requerido). Note que mesmo com o ajuste fino, ele ainda balança.

Quando o conjunto todo estiver ajustado, você deve chacoalhá-lo, tentando derrubá-lo para frente e para trás com movimentos bruscos. Se o capacete se mover mais do que um dedo, ou o tamanho dele não é o adequado, ou as cintas devem ser melhor ajustadas.

Outra coisa muito importante é que após uma eventual queda, troque seu capacete, mesmo que este não apresente dano ou avaria visível. Devido ao projeto, sua estrutura se deforma propositalmente para absorver os impactos, daí a necessidade de substituí-lo.

Por isso, nunca compre um capacete usado, e sempre veja se o seu está no prazo de validade, que normalmente vem gravado no interior do capacete.

Atualmente também os grafismos são bem atraentes, sendo inclusive especializados para o público infantil, infanto-juvenil e feminino, tornando o uso do mesmo mais lúdico!

Esperamos com isto colaborar para que o uso do capacete se torne algo tão natural quanto pedalar!


Postado em 7 de fevereiro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta protegida da chuva

O litoral de São Paulo tem um movimento interessante de bicicletas. Quem viaja para Santos, Guarujá ou Praia Grande logo nota que a bicicleta é um meio de transporte super comum, não apenas na orla, mas também nos bairros mais afastados da praia.

O litoral tem a vantagem de ter um terreno bem plano para o uso da bicicleta, mas nessa época do ano chove muito, o que pode atrapalhar quem quer ir trabalhar de bicicleta, por exemplo. Contra a chuva, flagramos um “acessório” especial em uma bicicleta no último fim de semana no Guarujá. Olha só:

Apesar de ir contra todas as recomendações de segurança, essa é uma ideia que pode funcionar. :)


Postado em 31 de janeiro por gugamachado

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25 Dicas “Top” para melhorar sua pedalada!!! (parte1)

 

De sua dieta até seus treinos de recuperação, há uma abundância de coisas a serem feitas para melhorar seu ato de pedalar!
Normalmente, a primeira coisa que os treinadores irão olhar é a sua dieta e a quantidade/ qualidade de seu sono. Uma noite de 8 a 9 horas de sono irá reparar e recuperar muito bem seu corpo! Treinos de força em musculação também irão te ajudar!
Melhore sua dieta:

Não importa quantos treinos você fizer, você não irá maximizar os resultados se sua dieta é uma “porcaria”. Não vamos aqui propor algo fora da realidade, como cortar o álcool (se você gosta, é claro!), mas vamos sugerir algumas melhorias que, quando combinadas, podem começar a te ajudar.
1. Perca algum peso para melhorar sua relação potência-peso. Lembre-se que gráficos de IMC estão em desuso para os indivíduos atléticos – eles são projetados para identificar pesos saudáveis para a população em geral.
Um monitor de composição corporal é muito melhor para os ciclistas. Os números de referência podem ser:
- 15 a 18% de índice de gordura para o sexo masculino, indivíduo não sedentário;
- 8 a 10% para um ciclista bem treinado;
- 4% para um ciclista de elite.
Aqui, o ideal é variar seus treinos entre passeios longos e fáceis e, mais intensos e curtos (nem que for “indolor”) para otimizar a capacidade de queima de gordura do seu corpo.
2. Não corte a gordura completamente de sua dieta. Ela desempenha um papel importante na reparação do tecido muscular após o treino, e ajuda a fornecer absorção de choque para os pés e órgãos, evitando assim lesões. Existem diferentes tipos de gordura, como as gorduras saturadas (sólidas, encontradas em coisas como manteiga e gordura animal), sendo esta o único tipo de gordura a evitar. Monoinsaturados e polinsaturados, que são aquelas gorduras líquidas à temperatura ambiente (como o azeite) tem vários benefícios para a saúde, incluindo a redução dos níveis de colesterol.
3. Capriche na proteína. Seu corpo só pode absorver 20 g ou mais de protína a cada refeição. Sendo assim, você pode “lanchar” durante todo o dia! E, se possível,  tenha um “shake” de recuperação (tipo “whey”) ou uma “barrinha” de proteína imediatamente após o treino. Tenha em mente porém, que a proteína só dá resultados com relação a reconstrução muscular quando você está treinando duro, e a maioria das pessoas não consegue construir mais de 1 kg de massa muscular em um mês.
4. Beba bastante água. É crucial para manter a capacidade do seu corpo de queimar gordura, se livrar de toxinas, e absorver os nutrientes dos alimentos. Recomendamos ter sempre uma garrafa d’ água ao seu lado no trabalho, e preenchê-la regularmente.
5. Corte o açúcar refinado. Este tipo de açúcar é muito abundante em refeições prontas, refrigerantes e junk food, e é uma das principais causas de obesidade e diabetes. Mas você sabia que além disto ele também pode enfraquecer o seu sistema de imunidade do corpo, e desempenhar estragos em seus níveis de energia? Adoçantes naturais, tais como xarope de agave azul (não indicado para diabéticos), são uma alternativa muito melhor para o seu café da manhã e cereais, mas se puder, afaste-se totalmente deste tipo de alimento.
6. Adquira o hábito de petiscar! Com isto não queremos dizer para você se tornar um “compulsivo” com relação a comer o dia todo! Mas planeje seus lanches para que você nunca fique sem comida ou bebida durante mais de quatro horas. Nozes, frutas, iogurte e carne seca são todos boas apostas.
7. Tente manter um diário alimentar. Não queremos dizer por mais de algumas semanas – pode começar a se tornar uma obsessão – mas aplicativos de smartphones como “MyFitnessPal” são rápidos, fáceis e intuitivos de usar. Eles podem ajudá-lo a obter uma boa idéia de como está a sua dieta atual, e identificar as áreas onde você pode melhorar.
8. Evite alimentos processados! Eles não só são muito mais elevados em açúcar e sal, como também irão te dar picos de energia curtos, em vez de uma libertação gradual de energia. Uma boa regra é olhar para o que você está prestes a comer e se perguntar: “Quão perto da matéria-prima original este alimento está?” Por exemplo, numa batata cozida o ingrediente principal é óbvio, mas numa lasanha refeição pronta … nem tanto.

Postado em 24 de janeiro por gugamachado

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5 Maneiras de fazer a sua velha bicicleta sentir como nova !!!

Se os conselhos que demos aqui não funcionaram e você não conseguiu comprar uma bike nova, então o jeito é reformar sua bike antiga mesmo!

Com o tempo, sua bicicleta vai sentindo o “peso da idade”, e as coisas passam a não mais funcionar devidamente, piorando em muito a experiência do pedalar…E nos tempos difíceis que estamos vivendo, a ordem é aproveitar tudo ao máximo, consertando, reciclando e seguindo adiante até onde der!

Assim, damos algumas dicas para fazer sua velha companheira voltar a ser digna dos mais épicos pedais!

1. Troque todas as borrachas! 

Quando foi a última vez que você substituiu seus pneus? Se eles são pneus de estrada (mais finos e lisos), devem estar ficando com o meio da banda de rodagem “plana/ gasta” e com certeza devem estar apresentando pequenos cortes ao longo do pneu, certo? E se for um pneu de montanha, os “cravos” laterais ainda estão intactos ou eles já estão mostrando ruptura nas bordas?

Além dos sinais de desgaste óbvios, a borracha em seus pneus vai ficando mais “dura” ao longo do tempo. Assim, nada traz mais “vida nova” a uma bicicleta como um novo conjunto de pneus, especialmente se  você estiver atualizando para algum pneu melhor!

Para ciclistas de estrada, se a estrutura de quadro e garfo de sua bicicleta permitir, porquê não utilizar um pneu mais largo? Com isto, seus pedais ficarão mais confortáveis e estáveis!

O mesmo vale para as mountain bikes, que naturalmente já possuem pneus mais largos, mas que muitas vezes podem comportar uma largura maior ainda, que dentro de um certo limite (máximo de 2.50 polegadas) vai melhorar muito seu pedal em termos de conforto.

E quando for trocar seus pneus, verifique as suas câmaras de ar e aros. Estes não vão fazer muita diferença em termos de “pilotagem”, porém certamente podem te livrar da inconveniência de um furo…

Com os pneus já checados, verifique as outras partes de borracha na bicicleta – as “sapatas” dos freios, se sua bicicleta tiver freios do tipo “v-brake_ ou “canti-lever”, pois se os mesmos estiverem desgastados podem comprometer sua frenagem e até mesmo danificar seus aros. Se seu freio for a disco, verifique também suas pastilhas!

2. Substitua os seus “pontos de contato”

É senso comum que uma fita de guidão ou manoplas novas deixam sua bike “mais jovem” imediatamente!E certamente isto é verdade! Porém é importante não ignorar seus outros pontos de contato do seu corpo com a sua bicicleta também.

Os selins se desgastam ao longo do tempo e a espuma interna pode perder a sua firmeza, não fornecendo mais o apoio necessário para seu conforto. Assim, se o seu selim está gasto no meio, ou mesmo apresenta algumas rachaduras, é hora de substituí-lo!

Na dúvida, visite sua “bike shop” de confiança para avaliar a condição de seu selim atual. Hoje existem modelos bem leves e confortáveis que podem revolucionar sua experiência no pedal. Mas lembre-se que a máxima “quanto maior melhor” não é verdadeira. O melhor selim é aquele mais anatômico e que se encaixa melhor em você. Portanto, ao trocar de selim, não deixe de testar o novo devidamente!

Mesma história nos seus pedais. Eles contém partes móveis que não duram eternamente! Peça uma avaliação por parte de seu mecânico, e se for o caso, faça a substituição. Aproveite para experimentar os pedais do tipo “clip”, pois, mesmo se você for um ciclista urbano, estes aumentam em muito sua performance na pedalada, e hoje em dia existem muitas sapatilhas para uso urbano com visual bem interessante e casual!

3. Os cabos são “as veias” de sua bicicleta!

Considere um cabo gasto, sujo ou enferrujado como uma artéria entupida – e, assim como no nosso corpo, isto é uma má notícia para a sua bike. Substituir e/ou lubrificar seus cabos é algo relativamente barato e que vai melhorar muito sua experiência de pedalar!

Utilize os sistemas comuns de cabos de aço inoxidável e faça a lubrificação interna com lubrificante do tipo “teflon”.

E depois mantenha-os sempre limpos e lubrificados.

3. Como está sua corrente?

Normalmente, este é um dos pontos mais negligenciados pelo ciclista. E deveria ser exatamente o contrário.

Regularmente, você deve limpar e lubrificar sua transmissão. O ideal é “lavar” mesmo sua corrente, com água e sabão, tirando toda sujeira e lubrificação antiga, para então utilizar algum desengraxante/ lubrificante do tipo “WD 40”, lubrificando cada elo com um óleo específico ao final desta lavagem.

Uma corrente suja atrapalha muito a eficiência do seu pedal. Você pode encontrar dicas de manutenção de sua transmissão aqui!

Mas antes disto verifique o estado geral da corrente e veja se não é o caso de substituí-la. Na dúvida, procure seu mecânico de confiança.

5. Como estão seus rolamentos?

Diz o ditado que “o que os olhos não vêem, o coração não sente”. Como os rolamentos é a mesma coisa. Como são componentes escondidos, e nem sempre conseguimos “ouvi-los” rangendo, costumamos não dar muita atenção a eles…

A boa notícia é que muitas bicicletas modernas usam ‘rolamentos selados’, também conhecido como ‘rolamentos de cartucho’, e que têm uma durabilidade muito grande! Porém, quando você sentir sua bicicleta “áspera” ou apresentando muitos “rangidos” durante o pedal, a melhor solução é substituí-los. Infelizmente, dependendo de como eles estão instalados, você pode precisar de algumas ferramentas especializadas.

Neste caso o ideal é realizar o serviço na sua bike shop de confiança. E procure utilizar os melhores rolamentos que seu dinheiro puder pagar (compatível com os componentes de sua bike, é claro). Estes rolamentos estão presentes nos seus cubos de roda, movimento central, caixa de direção e pedais.

E é impressionante a diferença que rolamentos novos e de boa qualidade trazem ao seu pedal!

Finalizando, esperamos que, ao levar em consideração todos itens acima, você volte a ter um caso de amor com sua bicicleta!!!


Postado em 17 de janeiro por gugamachado

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10 Razões para te convencer a comprar uma bicicleta nova!

Diz o dito popular: será que eu devo casar ou comprar uma bicicleta? Por aqui, nós acreditamos nos dois! E a imagem acima reflete bem isto! Afinal, por que não casar de bike, como fez nosso amigo Willian Cruz, do Vá de Bike?

Mas nosso objetivo aqui é falar da bicicleta, pois casamento é realmente algo muito complexo para tratar num simples post…

E daí vem a pergunta: será que eu preciso de uma bicicleta nova? São tantos modelos, tantas escolhas, tantas funções diferentes…Mas também, se eu tivesse uma bike nova eu usaria ela mais, pedalaria mais pro trabalho, me exercitaria mais, o que me ajudaria muito na minha saúde e nas minhas finanças, além de poupar meu tempo, pois a bike e um veículo muito eficiente nos deslocamentos urbanos…

Mas, qual o número certo de bikes para se ter? Aqui temos uma complexa fórmula matemática, que é N + 1, sendo que N é o número atual de bicicletas que você possui…Ou seja, se você realmente pedala, sempre está de olho num outro modelo, que vai trazer uma nova vantagem…E bicicletas são coisas mágicas, onde, sem ostentação, tanto faz uma bike de “magazine” quanto o último modelo daquela marca cobiçada, a sensação de liberdade e vento no rosto será sempre a mesma!

Então, se você está procurando uma razão para aumentar sua coleção, deixa a gente te ajudar! Afinal, sabemos como começa…Primeiro você manda arrumar aquela sua velha bicicleta que estava encostada tomando poeira em algum canto da sua casa…Passado algum tempo e muito prazer, você descobre que ela, apesar de tudo, já não te atende mais em certos percursos…Daí volta na loja e é apresentado ao fabuloso mundo das “Mountain Bikes”…. Muitas trilhas depois, você começa a sentir falta de desempenho, e percebe que todos os seus amigos que “pedalam mais forte” costumam treinar de “Speed” ou “Road Bikes”….Daí já viu né??? Mas nenhuma delas é muito adequada para se utilizar como meio de transporte, então….

Então, se você está procurando uma razão para adquirir esta nova bike que você está cobiçando, ou precisa de uma justificativa convincente para persuadir o seu parceiro/pais/ gerente de banco que isto não é um desperdício de dinheiro, vamos ajudá-lo com estas (desculpas esfarrapadas) justificativas profundas!

Seria bom você iniciar praticando-as na frente de um espelho para garantir que você tenha um discurso suave e natural!

1. Minha bicicleta velha está quebrada!

Uma velha e boa desculpa, e muito difícil de ser combatida! Tudo bem que esta “quebra” pode variar muito… Um pneu furado e alguns raios quebrados não são exatamente algo irreparável, mas muita ferrugem, rachaduras, peças que se soltam sozinhas, câmbios e freios que não funcionam, certamente sugerem que é hora de uma nova bicicleta!

2. Eu preciso vender minha bicicleta  antiga antes que seu valor de revenda caia!

A indústria de bicicletas está inovando mais rápido do que uma sala cheia de engenheiros da Apple, ou assim parece. Esta bike na qual você acabou de investir uma fortuna estará obsoleta antes da próxima estação do ano, então, se você quiser vendê-la a um bom preço é melhor fazê-lo rapidamente. E, claro, ter uma bicicleta nova para substituí-la.

3. A nova bicicleta é realmente a bike que você sempre quis e você nunca mais vai precisar de outra

Esta razão deve ser utilizada com muito cuidado. É um argumento para se utilizar uma só vez, pois pode colocar suas futuras compras em risco!

Essencialmente, este argumento pode significar que todas as bicicletas que você teve antes não eram muito boas, e, finalmente, as novas tecnologias e design das bicicletas se uniram para criar a “bicicleta definitiva”, com geometria e componentes incríveis e um visual “matador”! Ou seja, a bicicleta para acabar com todas as bicicletas!

Até a próxima ser lançada…

4. A nova bicicleta vai me ajudar a ficar “em forma”

Se você adquirir esta nova bike, vai pedalar mais e ficar mais saudável e “em forma”. Este argumento é bem forte, pois todo mundo sabe que as bicicletas são boas para o seu bem-estar físico e mental, certo? E quanto mais “em forma” você estiver, menor o risco de desenvolvimento de várias doenças, tais como as doenças cardíacas, no futuro. Quando você pensa sobre isso, não é apenas uma bicicleta nova, mas um investimento em sua saúde futura.

5. A nova bike vai realmente me poupar dinheiro

Apesar do investimento na novíssima bicicleta, se você tivesse este determinado modelo você estaria economizando o dinheiro gasto em transporte/academia/remédios. Assim, embora você esteja gastando dinheiro em uma bicicleta nova, na realidade, você está economizando dinheiro no longo prazo.

6. Eu tenho que comprá-lo antes que a economia enlouqueça!

Em face da incerteza econômica global provocada pela Brexit / Donald Trump / Dilma-Temer, existem chances reais dos preços subirem! . Então, realmente é crucial que você compre sua bike agora!

7. Eu sei que já tenho uma bicicleta de estrada, mas as estradas são irregulares  e uma bicicleta “off road” (MTB) seria mais apropriada

Nós usamos um exemplo de bicicleta de estrada aqui, mas existem muitas variações sobre o tema. Tudo se resume a garantir que sua bike seja realmente apta ao seu percurso, certo?

Você não gostaria de destruir seu querido quadro de fibra de carbono em estradas irregulares…Afinal, as “mountain bikes” são feitas para isto! Da mesma forma, aquela linda bicicleta de montanha “full suspension” que você comprou para as suas aventuras “all-mountain”  não vai assim tão bem nas curtas e sinuosas estradas de terra próximas de sua casa…Seria muito mais divertido ter uma MTB clássica do tipo “hard tail”, né?

Variações sobre o tema…Claro que sempre se preocupando com a segurança do ciclista e com a durabilidade da bike…

8. É mais barato comprar uma nova bicicleta do que atualizar a antiga

Você está com sua bike atual a algum tempo, e agora ela precisa de uma bela manutenção! Se tiver que trocar peças,  não será nada barato! Quando você tiver feito orçamento de um novo grupo de componentes, suspensão dianteira, rodas e pneus mais leves, além da revisão em sim, vai concluir que este custo as vezes pode chegar perto de uma bike nova! Além disso, ao comprar uma nova bike, você pode vender a antiga e obter algum dinheiro para ajudar no custo da nova aquisição!

Claro, são grandes as chances de você não querer vender sua bike antiga…

9. Eu estou apoiando o comércio local e nacional

Lojas de bicicletas locais são uma parte importante da economia da bicicleta, muitas vezes agindo como o centro social e cultural da cena local. Seu mecânico amigo está sempre à disposição para oferecer conselhos ou ter longas conversas sobre o mais recente grupo de componentes ou os resultados das competições mais recentes. Passar em sua loja local garante que eles possam continuar a sobreviver, e também significa que você terá um atendimento e um serviço muito mais eficiente no caso de um problema em sua nova bike.

E nós poderíamos ir mais longe! A economia nacional precisa do dinheiro circulando a fim de crescer. Assim, através da compra de uma bicicleta você está realmente ajudando o país, impulsionando a economia e ajudando a combater a recessão. Comprar uma bicicleta é o seu dever patriótico!

10. Minha bicicleta velha está desatualizada

Os padrões da indústria mudaram, há um monte de novas tecnologias e novo grupo de acessórios, câmbios e freios saindo em uma base quase diária. Assim, se você não se atualizar, você ficará como uma “Brompton” (bicicleta dobrável) num campo de “Pinarellos” (bicicleta do tipo “road” de alta performance), ou seja, você vai ser deixado para trás, tentando andar na estrada empoeirada por todos os outros ciclistas que se atualizaram. E você não quer isso, não é?

A alternativa

Se nenhum destes argumentos funcionarem, você sempre pode tentar o caminho da “ilusão”. Certifique-se de que sua nova bicicleta é tão semelhante à antiga quanto possível, em seguida, afirme que é a mesma bike!

Atenção: isto só funciona se a pessoa que você está tentando convencer não é ciclista…

 

 


Postado em 8 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Por uma vida mais feliz e intensa em 2018

Mais um ano se passou, e ao longo de 2018 nós pedalamos muito ao lado dos amigos, familiares e conhecidos. Sobre a bicicleta, fizemos muitas amizades, conhecemos novas culturas e novas opiniões. Com a bicicleta, mudamos de vida.

E é por isso que vamos continuar pedalando em 2019. E convidamos você a pedalar cada dia mais, transformando a bicicleta em uma ferramenta essencial para uma vida melhor e mais saudável!

O vídeo abaixo já foi publicado aqui no Eu Vou de Bike, mas é sempre bom revê-lo porque é uma ótima mensagem para iniciar um novo ano.

Batizado de Holstee Manifesto, o vídeo é um chamado para uma vida mais criativa, cheia de paixões e boas intenções. “Enquanto procuramos viver em um estilo de vida que deixa impactos positivos nas pessoas e no mundo ao nosso redor, a bicicleta se tornou uma paixão que é muito mais que uma alternativa de transporte. É uma maneira de viver intensamente todos os detalhes da cidade que amamos”.

Feliz 2019 é o que deseja a equipe do site Eu Vou de Bike!



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