Para participar pela primeira vez de uma competição de Moutain Bike, você deve tomar alguns cuidados. O primeiro deles é bem acostumado a pedalar em estradas de terra ou trilhas. Isso te dará mais confiança para a competição.
Outro cuidado essencial é saber qual a distância a ser percorrida na prova. Com isso, você saberá controlar seu preparo físico e ficar de olho em seu desgaste porque 30 quilômetros passeando é uma coisa, mas a mesma distância em uma competição é muito mais difícil.
Como a intensidade de uma prova é maior, o desgaste virá mais rápido. Então, a dica é você sempre estar treinado para uma distância maior do que a que você irá enfrentar. Isso funciona para você ter uma reserva de energia.
Existem vários outros fatores que podem contribuir para uma primeira experiência em uma competição:
EQUIPAMENTO - Sempre que possível, revise sua bicicleta com antecedência e faça todos os ajustes necessários HIDRATAÇÃO - A hidratação deve começar um dia antes da competição. Isso ajuda seu corpo a absorver melhor os nutrientes PNEUS - A escolha correta do pneu também pode fazer a diferente. Portanto, tente tirar informações com algum atleta que já conhece o local para ter alguma dica, mas é sempre bom ter várias opções de pneus, inclusive para a lama
Além disso, tente chegar com antecedência ao local da competição para evitar o nervosismo e conhecer melhor a região. Seja autosuficiente, ou seja, leve kit de remendo, câmara reserva, canivete, gel energético e até uns trocados para alguma emergência.
Existem várias competições amadoras atualmente no calendário nacional, como o GP Ravelli (17 de outubro, em Itu) e a Copa Amadora Sampa Bikers (28 de novembro, em Caconde – SP)
Você pode consultar calendários nos diversos sites de bicicletas para ver uma prova que seja do seu nível e na sua região.
O ano de 2012 ainda nem chegou, mas a Houston já apresenta suas novidades, com o anúncio de cinco novos modelos de bicicletas.
Em 2012, a Houston adiciona mais cinco modelos de bicicletas para seu catálogo, em diversos estilos, como speed, freestylee e moutain bike. A grande novidade da Houston para o ano que chega é o modelo dobrável FX2, tendência na Europa e ideal para quem busca uma bicicleta prática, segura, fácil de guardar e de transportar (veja mais detalhes da bicicleta).
Além de ser ótima para ser usada como meio de transporte nas cidades, a bicicleta dobrável facilita muito a vida de quem não tem muito espaço em casa ou no escritório e pode ser usada em conjunto com outros meios de transporte, como metrô, trem e até mesmo o carro.
“A FX2 é ideal para usuário urbano que deseja uma bike ágil, compacta e leve. É perfeitamente adaptável as condições da cidade, podendo ser levada no bagageiro do carro, no ônibus, no metrô e ainda pode ser guardada em qualquer canto da casa ou apartamento”, explica João Claudino Junior, presidente da Houston.
Primeira dobrável da empresa, a FX2 tem aro 20, quadro em alumínio e câmbio Shimano. Super leve e, principalmente, prática, é a bike perfeita para interação com outros veículos. É de fácil manuseio e cabe em qualquer local. Além disso, acompanha uma bolsa para guardá-la e carrega-la quando dobrada. Ideal para incentivar o hábito saudável, não polui e ajuda a descongestionar os grandes centros urbanos. O modelo, que é tendência pelos quatro cantos do mundo, é muito prático e pesa apenas 12 quilos (veja mais detalhes)!
Para os fãs de mountain bike, a Houston chega em 2012 com duas novidades: os modelos FR1 e FR2.
A FR1 aro 26 MTB é uma moutain bike perfeita para descidas mais técnicas e íngremes. Tem câmbio de 21 velocidades e freio a disco nas duas rodas proporcionam mais rendimento e segurança. A bicicleta está disponível na cor vermelha com branco (veja mais detalhes).
A FR2 aro 26 MTB tem geometria adaptada que permite maior desempenho, controle e segurança nas descidas. Tem câmbio de 24 velocidades e freio a disco nas duas rodas. Disponível na cor preta com laranja (veja mais detalhes).
Outro novo modelo apresentado pela Houston é a SNAP aro20, indicada para quem gosta de freestyle e manobras radicais. Possui um sistema rotor de 360 graus, freios U-brake, dois pares de trolhas e pneus mais largos, garantindo mais aderência e segurança ao usuário (veja mais detalhes).
Por fim, mas não menos importante, está a speed STR 700, uma evolução da STR 500, um dos sucessos da Houston.
A bicicleta STR 700 foi especialmente desenvolvida para ciclistas que já possuem algum conhecimento em speed. Projetada com geometria que favorece um bom desempenho em percursos de circuito e estrada, ela é toda montada com os componentes Shimano 2300, é leve e rápida. O garfo em alumínio 6061 garante segurança e agilidade. Vem com sistema integrado de freio e marchas (veja mais detalhes)
Investimento em tecnologia
A Houston investiu R$ 500 mil no desenvolvimento dos cinco novos modelos. “Queremos atingir um público que gosta de qualidade. As bicicletas foram desenvolvidas levando em conta a segurança e custo-benefício final. É para homens e mulheres que gostam de bicicletas modernas e cheias de acessórios. Estamos falando de bicicletas com quadro e freios de alumínio e câmbio Shimano e para quem está iniciando sua vida nas trilhas, estradas ou manobras”, explica João Claudino Junior, presidente da Houston.
“Essas novidades brindam um ótimo ano que tivemos e o que o consumidor deve esperar da Houston para 2012. Vamos continuar investindo em novos modelos, em comunicação e ponto de venda. Nossa meta é buscar a liderança do mercado nacional de bicicletas”, diz Claudino.
E isso é só um gostinho do que vem por aí em 2012! Em breve traremos mais informações sobre a nova linha, com vídeos, preços e locais autorizados para a venda. Fique ligado aqui no Eu Vou de Bike!
Esqueça as manobras, os flips, os aéreos… Ciclismo radical é o que você vê no vídeo abaixo!
Três ciclistas ousados atravessaram o desfiladeiro de Garnitzenklamm, na Áustria, a toda a velocidade. É de tirar o fôlego! O percurso, é claro, foi feito com muita técnica e sangue frio. Uma pedalada em falso e o ciclista cairia desfiladeiro abaixo.
Assista ao vídeo e diga nos comentários se você teria coragem de fazer igual:
A revista Scientific American, uma das mais respeitadas no mundo da ciência e tecnologia, divulgou uma lista dos 10 gadgets mais legais de 2011.
Entre os produtos, que vão de um simples game até uma moto elétrica, está a ‘bicicleta’ Bergmönch Backpack Scooter. A Bergmönch Backpack Scooter é uma espécie de bicicleta sem pedais de apenas 9 quilos que se transforma em uma mochila com espaço para capacete e mantimentos.
Mas peraí, sem pedais? Sim, a ideia da Bergmönch Backpack Scooter, fabricada na Alemanha, é ser usada por pessoas que fazem escaladas e trilhas montanha acima. Na hora de descer a montanha, nada melhor que duas rodas para acelerar a chegada.
Veja abaixo como funciona:
A ideia é boa, mas a bicicleta/mochila é vendida por US$ 2 mil. Meio salgado para um produto de uso tão restrito, né?
Se você gosta de explorar montanhas, fazer trilhas, pedalar por locais nunca antes pedalados… então esse vídeo é para você!
O ciclista Tom Malecha, que mora em Zurique, na Suíça, criou este vídeo mostrando 10 coisas que aprendeu na Mountain Bike. Segundo ele, “toda vez que eu chego em casa após pedalar, minha mente está cheia de novas impressões. Este filme resume os insights que eu tive enquanto pedalava”.
A cidade de São Paulo tem vários tesouros escondidos. A pista de Mountain Bike do CDC Arena Radical é um deles.
Localizado sob uma ponte perto da Avenida dos Bandeirantes, no coração da Vila Olímpia, a arena coberta de bibicletas passa desapercebida por quem transita no local. Ali dentro, estão rampas e circuitos para a prática de BMX, Free Style, Trial e Mountain Bike. Segundo Eduardo Ramires, diretor da pista de Moutain Bike, o ponto principal do projeto, idealizado por Max Meirelles, é ministrar aulas de iniciação nestas modalidades.
No vídeo abaixo, Edu Ramires mostra a pista de Moutain Bike:
O espaço conta ainda com banheiros, vestiários e sete salas onde serão implantados cursos de mecânica, musculação e alongamento, biblioteca, videoteca e sala de exposições, tudo relacionado ao mundo das bicicletas.
A arena fica na Praça Augsuto Rademarker Grunewald, 37, na Vila Olímpia, em São Paulo.
No último fim de semana, a cidade do Rio de Janeiro recebeu a 2ª etapa da Taça Brasil de Mountain Bike, evento com classificação internacional para a categoria Elite, que contou com a presença de comissário internacional aprovando em todos os aspectos a qualidade do evento.
O circuito de 5 quilômetros de extensão foi montado praticamente no centro da cidade do Rio de Janeiro, no parque Quinta da Boa Vista, local histórico onde a Familia Real Portuguesa residiu nos anos de 1800, fugitivos do Exército de Napoleão.
Com características de circuito urbano, mas em meio a bosques, no trajeto havia muitos trechos técnicos com raízes, escadarias, subidas e descidas em gramados, alguns trechos até com um pouco de lama. Isso surpreendeu a maioria dos atletas, pois volta a volta o desgaste foi aparecendo, mostrando que as vezes as aparências enganam.
Na minha bateria foram 4 voltas, num total de 20 km. Como estava me sentindo bem, já logo na largada imprimi um ritmo bom para evitar outros atletas menos técnicos e com isso fui tirando uma boa diferença, chegando com mais de 3 minutos do segundo colocado.
No mês de outubro será a 3ª etapa, em local a ser definido pela Confederação Brasileira de Ciclismo.
A pista que vai receber as competições de mountain bike na Olimpíada de 2012, em Londres, já está pronta e começa a ser testada.
Segundo o site Cyclingnews, a construção começou em julho de 2010 e o primeiro envento oficial para testes será no dia 31 de julho deste ano. Durante a construção, 500 toneladas de pedras e 3.500 toneladas de pedregulhos foram usadas para a montagem do percurso.
A pista, que fica em uma área de 550 acres, tem 5 quilômetros de extensão e fica em um ambiente descampado, diferente da maioria dos percursos cercados por árvores e florestas. Assim, os espectadores terão uma visão melhor da performance dos ciclistas.
As provas de moutain bike em Londres acontecem nos dias 11 e 12 de agosto de 2012.
A sua habilidade em conduzir a bicicleta e transpor obstáculos naturais em trilhas deve-se à prática e ao treinamento em terrenos variados. Neste texto, darei dicas para tornar a sua próxima pedalada mais segura. E serão duas situações: trilhas com areia e trilhas com raízes.
TRILHAS COM RAÍZES
As trilhas com raízes são um desafio para os mountain bikers, assustando e intimidando muitos ciclistas. Afinal, num piscar de olhos você pode ir ao chão. Existem duas situações de perigo neste tipo de trilha: as raízes secas ou molhadas.
No geral, para transpor trilhas com raízes, quanto mais veloz você atacar, menos tempo de contato você terá com elas, não dando chances para um deslize. Nesse momento de ataque, o corpo também deve se posicionar mais atrás, aliviando a roda dianteira, evitando assim ser ejetado por cima do guidão.
A escolha de um pneu correto também pode fazer a diferença, e nestes casos o ideal são os pneus mais gordos na medida de 2.00 ou 2.10. A calibragem também é muito importante, levando em consideração sempre o peso do ciclista: nem muito vazio onde ocorrem as mordidas das camaras e nem muito cheio pois neste caso a bicicleta irá pular demais.
Deve-se observar onde estão as partes mais rasas por onde estiver passando. A trasposição das raízes deve ser feita em uma linha mais reta possivel, evitando passar enviesado para que os pneus não desgarrem. A regulagem da suspensão, nesses casos, pode ser ajustada bem macia, afinal as raízes em alguns momentos, se parecem mais com degraus de uma escada e isso ajuda a absorver os impactos e na aderência dos pneus.
Não esqueça também de aliviar a tensão dos braços, que funcionam como um amortecedor. Evite usar os freios nas trilhas com raízes, principalmente quando elas estiverem molhadas e escorregadias. Uma freada errada pode levar você ao chão.
TRILHAS COM AREIA
As trilhas com muita areia também são um desafio aos ciclista. A areia em questão é aquela que encontramos na praia, por exemplo.
Dependendo da época do ano, com chuva ou na seca, ela se torna bem diferente. Na seca, fica mais solta, bem fofa. Já na época das chuvas, a areia fica mais dura e melhor para pedalar.
A escolha de pneus pode fazer uma grande diferença. Em situações em que você já sabe que irá encontrar area, opte por pneus grandes, na medida de 2.00/2.10, e com poucos cravos. Com isso, sua área de contato será maior, evitando que a bicicleta afunde.
O principal problema da areia é não deixar a roda dianteira afundar, então você deve posicionar seu corpo mais para trás, com os braços esticados para manter o curso. Procure andar nos trilhos já existentes no terreno, nas áreas em que a areia está mais compacta, ajudando a evolução.
A trasmissão de marchas também deve ser trabalhada. Quando estiver em alta velocidade, aproveite o embalo para avançar o maximo possivel, mas se o terreno for extenso demais, a velocidade deve cair bem rapido, então a troca de marchas deve ser feita com agilidade e para uma troca em que você consiga manter a sua rotação de pedaladas alta.
Lembre-se também que neste tipo de terreno a pedalada deve ser feita sempre sentado. A suspensão dianteira neste caso deve ser travada, isso ajuda a furar o terreno arenoso dando mais firmeza e direção na pilotagem. Ah, e use sempre o capacete!
Boas pedaladas!
Abraços,
Eduardo Ramires (Técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike )
Com a pesquisa, os ciclistas buscam angariar apoio para reverter o fechamento da trilha do Viana, em Rio Acima (MG), além de evitar que isso se repita em outras trilhas usadas para o treinamento de mountain bike.
Se você gosta de pedalar pelas trilhas mineiras, responda à pesquisa no site para discutir ideias, pensar em projetos e ações para manter as trilhas sustentáveis e em funcionamento.
Veja abaixo um vídeo produzido pelo grupo mineiro: