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Blog Vou de Bike

Postado em 29 de maio por Eu Vou de Bike

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Como fazer sua primeira trilha de bicicleta

Nós aqui do Eu Vou De Bike falamos muito sobre ciclismo urbano e bicicleta como meio de transporte. Mas sempre que podemos, gostamos muito de pegar nossas MTBs (Mountain Bikes) e ganhar a natureza! Nada melhor do que aquele cheirinho de mato com orvalho logo cedo para nos animar!

Ficou interessado? Se você nunca fez uma trilha, este post pode te ajudar a entrar no fabuloso mundo do MTB!

Antes de qualquer coisa, lembre-se de:

- Revisar bem todo seu equipamento, em especial a bicicleta. Uma trilha é bem diferente de um passeio no parque…;
- Avisar sempre aos seus familiares a localização da trilha e o horário estimado de retorno;
- Nunca fazer uma trilha sozinho, pois no caso de acidente as complicações tendem a ser grandes;
- Procurar estudar e escolher um percurso compatível com o seu condicionamento físico e habilidade técnica, para que algo que é para ser prazeroso não se torne um martírio;
- Se possível, leve sempre ferramentas para reparos rápidos, kits para reparar furos nos pneus e primeiros socorros;
- Utilize os itens mínimos de proteção individual, que são: o capacete, as luvas e os óculos. Estes dois últimos itens são especiais no caso de trilhas, pois no caso de queda, na maioria das vezes a primeira parte do corpo a tocar o chão são as mãos. E os óculos nos livram de ferimentos provenientes de galhos e insetos, muito comuns em trilhas;
- Se a pedalada for longa, acima de uma hora, hidrate-se bem, principalmente se o clima for quente. Lembre-se também de levar algum alimento leve. O ideal é se hidratar a cada 30 min., e comer a cada hora;
- Proteja-se também contra queimaduras de sol indesejáveis. Utilize sempre o protetor solar, dando preferência aos esportivos, que são mais fáceis de se aplicar e costumam proteger por mais tempo.

Preparação e Planejamento

1. Ajustes da Bike

Ajuste do Selim: o ideal é utilizá-lo mais baixo do que você está acostumado, para ter uma maior segurança e diversão nas descidas. Isto pode atrapalhar um pouco nas subidas, mas a segurança deve vir sempre em primeiro lugar!

Pneus: Se a trilha escolhida for mais acidentada, evite utilizar o pneu muito cheio para que os impactos provenientes da irregularidade do terreno não sejam muito sentidos, e para que a bike tenha maior estabilidade. Com isto, o rendimento tende a ser um pouco menor, pois os pneus mais “murchos” tendem a “segurar” um pouco mais a bike. Se a trilha for mais para um “estradão de terra batida”, utilize a pressão próxima da máxima indicada pelo fabricante. Você encontra este dado na lateral do pneu. Ah, e obviamente os pneus devem ter cravos, para maior estabilidade, evitando assim derrapagens desnecessárias.

Paralamas: se puder, utilize ao menos o dianteiro. Isto irá livrar você de receber “lama na cara”. A utilização de óculos de proteção também diminui muito este problema.

Suspensão: se sua bicicleta tiver suspensão dianteira (condição ideal para uma trilha), verifique no manual se ela tem alguma regulagem. Se ela tiver, procure regular conforme o terreno que irá pedalar, ou seja, num terreno mais acidentado, a suspensão deve ser regulada para ficar mais leve, isto é, absorver mais os impactos, porém a bike tende a ficar com a frente mais “mole”, o que pode afetar o desempenho, principalmente nas subidas. Se o terreno for mais regular, procure deixar ela mais dura, pois isto irá contribuir para um desempenho melhor. Mas se você não conhecer nada sobre o equipamento, deixe como está, pois a maioria das suspensões regulares vem de fábrica ajustadas para o meio termo, o que já é bem satisfatório.

2. O que vestir?

Camiseta: O ideal é uma camiseta para ciclismo com tecido do tipo dry fit. Procure escolher uma que não seja muito justa, para não dificultar seus movimentos. Se o clima permitir, o ideal é utilizar uma camiseta mais justa de manga comprida por baixo da camiseta de ciclismo (tipo segunda pele), para proteger os braços de arranhões causados pela vegetação, bem como auxiliar na proteção contra queimaduras de sol

Shorts: Normalmente utilizamos uma bermuda relativamente larga de tecido esportivo mais grosso por cima da tradicional bermuda de ciclismo, a qual tem a “almofada” no meio para maior conforto. Utilizamos esta configuração pois, no caso de queda, uma bermuda mais grossa por cima tende a proteger mais.

Joelheiras/ Cotoveleiras: normalmente este costuma ser um equipamento incomodo e caro. Mas se você tiver acesso a estes, principalmente nas primeiras trilhas, bem como nas mais acidentadas, recomendamos muito a utilização como equipamento de segurança, pois hoje em dia eles não são mais tão desconfortáveis. Peça dicas na sua loja de confiança e, se possível, experimente antes de utilizar.

Calçados: num primeiro momento, não recomendamos a utilização de sapatilhas com o sisetma de “clip”. Isto fica para mais tarde, pois exige um investimento relativamente alto, e a curva de aprendizado costuma ser meio lenta. Porém, depois que você se acostuma a andar “clipado”, dificilmente volta atrás. Portanto recomendamos um tênis resistente, que te forneça um bom apoio e uma boa proteção em volta dos tornozelos, e com um bom isolamento do meio ambiente. A maioria dos bons calçados “off road” costuma ter estas características. E lembre-se que a possibilidade dele voltar bem sujo é muito grande!

Capacete: Sempre escolha o melhor capacete que seu dinheiro possa pagar. Procure pelo melhor caimento, boa ventilação e se possível, que ele tenha a aba removível.

Óculos: Assegure-se que seus olhos estejam sempre protegidos contra insetos, lama, galhos e pedrinhas que costumam nos atingir enquanto estamos pedalando, podendo até causar uma lesão nos olhos ou mesmo uma queda!

Luvas: como dissemos, as luvas, além de proteger suas mãos em caso de queda, ajuda a mantê-las quentes e a melhorar o seu controle sobre o guidão

Jaqueta Impermeável: procure providenciar uma jaqueta de qualidade e que te vista bem. Nunca lave com amaciante ou detergente demais, e verifique as condições dela antes do uso.

3. O que levar?

Kit de primeiros socorros: Certifique-se de ter pelo menos o básico para que você possa atender a si mesmo ou a um amigo em caso de emergência. Nós já falamos sobre isto aqui.

Kit de Ferramentas: No mínimo, ter um “canivete multi-ferramentas” para bicicletas decente com uma chave para reparos em correntes. Algumas peças de reposição e itens úteis, como abraçadeiras, fita isolante, bomba para encher o pneu, kit de reparo de câmaras e até câmaras extras (verifique com o seu lojista qual o tipo exato de câmara da sua bicicleta. Esta informação é bem importante) são extremamente necessárias em trilhas. Porém, não adianta ter tudo isto se não souber utilizar. Procure conversar com sua loja preferida sobre um “mini curso” de mecânica. Veja também aqui no site algumas dicas de manutenção básica.

Luvas de borracha (do tipo cirurgicas): Deixar nossas caras e queridas luvas de pilotar cheias de graxa realmente não é uma boa idéia. Além delas serem grossas e não fornecerem o tato necessário. Assim é sempre uma boa idéia ter uma par destas a mão.

Gel Energético/banana: Acredite, na trilha você vai agradecer de ter um gel energético e/ou uma banana por perto. Um lanche leve, como peito de peru com queijo, também costuma cumprir a função de dar um “boost” rápido em nossa energia.

Telefone: Leve um celular carregado com você, para o caso de emergências. Procure manter ele seco e seguro. Se possível, verifique antes se sua operadora cobre a região em que você estará pedalando. Ainda se possível leve seu celular mais simples. Celulares do tipo “smarthphones” costumam ter uma autonomia de bateria bem reduzida, deixando a gente “na mão” quando mais precisamos deles.

Leve também cameras fotográficas para registrar tudo, e acima de tudo, divirta-se.

Todas estas recomendações são para que seu momento seja o mais perfeito possível, sem nenhuma ocorrência que possa estragar sua atividade!

Aqui encerramos a primeira parte deste post. Em breve abordaremos as técnicas de pilotagem, bem como mais algumas dicas para sua primeira trilha!

Bora se aventurar?


Postado em 28 de maio por Eu Vou de Bike

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Dicas para trilha com raízes e areia

A sua habilidade em conduzir a bicicleta e transpor obstáculos naturais em trilhas deve-se à prática e ao treinamento em terrenos variados. Neste texto, darei dicas para tornar a sua próxima pedalada mais segura. E serão duas situações: trilhas com areia e trilhas com raízes.

TRILHAS COM RAÍZES

As trilhas com raízes são um desafio para os mountain bikers, assustando e intimidando muitos ciclistas. Afinal, num piscar de olhos você pode ir ao chão. Existem duas situações de perigo neste tipo de trilha: as raízes secas ou molhadas.

No geral, para transpor trilhas com raízes, quanto mais veloz você atacar, menos tempo de contato você terá com elas, não dando chances para um deslize. Nesse momento de ataque, o corpo também deve se posicionar mais atrás, aliviando a roda dianteira, evitando assim ser ejetado por cima do guidão.

A escolha de um pneu correto também pode fazer a diferença, e nestes casos o ideal são os pneus mais gordos na medida de 2.00 ou 2.10. A calibragem também é muito importante, levando em consideração sempre o peso do ciclista: nem muito vazio onde ocorrem as mordidas das camaras e nem muito cheio pois neste caso a bicicleta irá pular demais.

Deve-se observar onde estão as partes mais rasas por onde estiver passando. A trasposição das raízes deve ser feita em uma linha mais reta possivel, evitando passar enviesado para que os pneus não desgarrem. A regulagem da suspensão, nesses casos, pode ser ajustada bem macia, afinal as raízes em alguns momentos, se parecem mais com degraus de uma escada e isso ajuda a absorver os impactos e na aderência dos pneus.

Não esqueça também de aliviar a tensão dos braços, que funcionam como um amortecedor. Evite usar os freios nas trilhas com raízes, principalmente quando elas estiverem molhadas e escorregadias. Uma freada errada pode levar você ao chão.

TRILHAS COM AREIA

As trilhas com muita areia também são um desafio aos ciclista. A areia em questão é aquela que encontramos na praia, por exemplo.

Dependendo da época do ano, com chuva ou na seca, ela se torna bem diferente. Na seca, fica mais solta, bem fofa. Já na época das chuvas, a areia fica mais dura e melhor para pedalar.

A escolha de pneus pode fazer uma grande diferença. Em situações em que você já sabe que irá encontrar area, opte por pneus grandes, na medida de 2.00/2.10, e com poucos cravos. Com isso, sua área de contato será maior, evitando que a bicicleta afunde.

O principal problema da areia é não deixar a roda dianteira afundar, então você deve posicionar seu corpo mais para trás, com os braços esticados para manter o curso. Procure andar nos trilhos já existentes no terreno, nas áreas em que a areia está mais compacta, ajudando a evolução.

A trasmissão de marchas também deve ser trabalhada. Quando estiver em alta velocidade, aproveite o embalo para avançar o maximo possivel, mas se o terreno for extenso demais, a velocidade deve cair bem rapido, então a troca de marchas deve ser feita com agilidade e para uma troca em que você consiga manter a sua rotação de pedaladas alta.

Lembre-se também que neste tipo de terreno a pedalada deve ser feita sempre sentado. A suspensão dianteira neste caso deve ser travada, isso ajuda a furar o terreno arenoso dando mais firmeza e direção na pilotagem. Ah, e use sempre o capacete!

Boas pedaladas!
Abraços,
Eduardo Ramires (Técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike )


Postado em 22 de maio por gugamachado

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Veja qual é o tipo de bike ideal para você

Bike Shop

Ok, estou convencido a ir de bike. Mas como escolher minha primeira bicicleta, já que existem tantas opções disponíveis?

Existem vários modelos de bicicletas para várias finalidades diferentes. A primeira coisa que você deve fazer antes de comprar uma bike é pensar em como você vai usá-la. Veja abaixo algumas coisas perguntas que você deve responder na hora de decidir por um modelo:

- Vou andar somente na cidade/estrada? Vou pedalar na cidade/estrada e também no campo? Vou pedalar apenas no campo?

- Vou usar minha bike apenas para transporte e recreação? Ou será que eu me arrisco em alguma competição, mesmo que para iniciantes?

- Quanto tempo, em média, irei pedalar por dia?

- Quanto dinheiro estou disposto a gastar com essa bicicleta?

Quando vamos comprar uma bicicleta, devemos saber exatamente qual será a sua finalidade, pois para cada uso há uma bike diferente. Se possível, pesquise na internet, converse com ciclistas experientes e também pegue a bicicleta de algum amigo emprestada para ver se você se adapta ao modelo.

Hoje em dia há vários tipos de bikes no mercado. Basicamente, elas estão divididas em:

- Urbana (aquela usada p/ transporte na cidade, inclusive de carga)
- Mountain Bike (a mais comum, com pneus largos e com cravos)
- Speed (aquela bike com pneu fininho)
- Híbrida (uma mistura entre a bike speed e a mountains bike)

As mais indicadas para os recém-chegados são as bikes urbanas e híbridas, que têm o quadro com maior distância entre os eixos. Com a maior distância, o ciclista pedala em uma posição mais ereta do que na bike de estrada ou na mountain bike. Essa posição favorece mais a visibilidade e o conforto, mas diminui a performance.

As bikes urbanas e híbridas são muito cômodas de se pedalar. Algumas vêm até com suspensão na frente, o que dá muito mais conforto no trajeto, especialmente em vias um pouco mais esburacadas. No entanto, para uso urbano e recreacional, o amortecedor não é um equipamento extremamente necessário. Os pneus mais largos e amortecedores no selim também melhoram muito o conforto dessas bikes. E, por causa da distância entre os eixos, as reações da bicicleta ficam mais lentas, facilitando a condução por parte dos ciclistas iniciantes.

bike urbana
Bikes urbanas são menos velozes, mas mais ágeis para as cidades

As mountain-bikes (MTB), muito populares no Brasil, são bicicletas feitas para andar no campo, em trilhas, mas que também podem ser utilizadas sem problemas nas cidades. As mountain bikes tem as rodas mais largas e com cravos, que ajudam a absorver impactos e dão mais aderência em terrenos de lama.

Para usar uma mountain bike na cidade, o ideal é que seus pneus originais, de cravos, sejam substituídos por modelos mais lisos, que proporcionam mais aderência ao asfalto, trazendo mais conforto e fluidez. Por ter amortecedores na frente e atrás, as moutain-bikes são muito confortáveis de se pedalar.

Ciclista faz trilha com mountain bike

Porém, caso você tenha claro que vai querer andar em estradas em velocidades elevadas (acima de 30 km/h) e quem sabe até participar de competições, você deve optar por uma Speed. Este é o tipo de bike mais exigente de todos. O conforto é bem menor do que o oferecido por qualquer outro tipo de bicicleta Os pneus são estreitos, calibrados com muita pressão, o quadro é rígido e o ciclista vai pedalar mais curvado, para melhorar a aerodinâmica.

Em baixas velocidades, a Speed não é nada cômoda, pois é pouco maleável e o perigo de queda aumenta muito, especialmente em asfaltos de baixa qualidade. Portanto, para o ciclista iniciante, a Speed é um grande desafio. Ela pode, no entanto, proporcionar uma enorme satisfação quando você se familiariza com suas características e está em boa forma física, sendo então capaz de tirar todo o prazer que ela pode oferecer.

Bike Speed
As bikes Speed são mais indicadas para atletas experientes

O número de marchas em uma bicicleta não é assim tão importante quanto parece. Elas podem ter desde 6 ou 7 (frequentemente encontradas nas bikes urbanas, em especial na s dobráveis), 18, 21, 24 ou até 27! Em qualquer situação, um câmbio com pelo menos sete marchas é mais do que suficiente para o ciclista principante. Na verdade, é melhor um câmbio com menos marchas que funcione com suavidade e precisão do que um com muitas marchas de má qualidade – infelizmente algo muito comum no comércio.

Seja qual for a escolha, o ideal é comprar a bike numa bicicletaria, ou mais atualmente, numa “bike shop”, que vai poder oferecer mais informações e adequar melhor as suas expectativas quanto ao uso que irá fazer da bike. Em breve, falaremos aqui sobre algumas características de tamanho e anatomia que você deve saber na hora de comprar a bike. Se tiver dúvidas, basta deixar um comentário abaixo!


Postado em 26 de março por gugamachado

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Copa Internacional Araxa 2013

Neste final de semana teve inicio a temporada do Mountain Bike Cross-Country Olimpico na cidade de Araxa, Minas Gerais com a 1ª etapa da Copa Internacional Levorin.

Com um dos melhores circuitos de Cross-Country do Brasil mais de 1000 atletas estiveram presentes p/ um grande evento. Com a temperatura quente ocorreram diversas pancadas de chuvas dando um tempero a mais p\ a disputa de diversas categorias.

Na categoria Master largamos com 29 atletas para 3 voltas em um circuito de 6Km num total de 18Km. Como era a primeira competição da temporada fica sempre a duvida de como estão todos fisicamente preparados, e como daqui a 2 semanas irei participar do Campeonato Panamericano na Argentina, adotei a estratégia de largar muito forte para sentir até que ponto iria resistir ao sofrimento e avaliar minhas reais condições para o Panamericano.

Assim que larguei não olhei mais para trás impondo um ritmo forte onde consegui sustentar até o final conquistando a vitória com o tempo de 1h11min56seg, a 22 seg a frente do segundo colocado e a 1min40seg do terceiro.

Seguimos agora com o polimento na preparação para buscar um resultado positivo no Panamericano.

Gostaria de agradecer a todos os Patrocinadores e apoiadores, em especial a Houston Bikes.

Atenciosamente

EDUARDO RAMIRES


Postado em 15 de maio por Eu Vou de Bike

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Encha o pneu da bicicleta sem sair de cima dela

Quem pedala em terrenos variados sabe bem que ajustar a pressão de ar nos pneus da bicicleta pode ajudar bastante na performance.

Um pneu mais ‘mole’, por exemplo, dá mais aderência ao solo, enquanto um pneu mais ‘duro’, ou mais cheio, dá mais velocidade (e menos aderência).

E é aí que surge o sistema automático de enchimento de pneus da Adaptrac, uma série de válvulas conectadas a um tanque de CO2 que infla e desinfla os pneus por meio dos controles colocados no guidão. Bacana para quem precisa alterar a pressão do pneu constantemente durante o pedal!

Abaixo você ve o tanque de CO2 no quadro:

Abaixo você vê a ligação do tanque no pneu:

Abaixo você vê os controles no guidão:

O sistema Adaptrac ainda não está sendo vendido, mas você pode ver todos os detalhes lá no site da empresa.

- Via Gizmodo


Postado em 3 de abril por gugamachado

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Copa Internacional de MTB de Araxá

* Por Edu Ramires

Aconteceu na última semana, na cidade de Araxá, em Minas Gerais, a primeira etapa da Copa Internacional de Mountain Bike, evento que conta pontos para o ranking internacional e vem se tornando uma referência no cenário do MTB mundial

Estiveram presentes na cidade mineira mais de mil atletas, entre amadores e profissionais. Um belíssimo show para o público de Araxá, que compareceu em peso para assistir às provas.

Foram quatro largada no total, dividindo as inúmeras categorias na disputa. Eu larguei na terceira bateria, ao meio-dia, horário não muito comum para a categoria Master 45/49, que geralmente larga às 8h.

Cerca de 30 atletas largaram na categoria Master 45/49. Eu fiz boa largada e uma primeira volta explosiva para acompanhar o ritmo, mas com o calor do meio-dia senti um pouco e tive de diminuir para fazer uma prova constante, sem o risco de ter de abandonar.

Acabei achando um ritmo bom e, ao final, terminei com um 3º lugar, que para o início da temporada me deixou satisfeito, depois de ficar quase 3 meses cuidando de uma lesão na coxa esquerda causada por uma queda ao final do ano passado.

Agora é seguir treinando para as próximas competições! Bons Treinos!

* Eduardo Ramires tem patrocínio Houston


Postado em 20 de março por Eu Vou de Bike

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E o troféu ‘Ciclista Corajoso’ vai para…

E o troféu ‘Ciclista Corajoso’ vai para… Alejandro Paz, que no começo deste mês publicou no YouTube um vídeo gravado de seu capacete que mostra uma descida insana em San Pedro de Casta, no Peru.

Em pouco mais de uma semana, o vídeo já teve mais de 1,6 milhão de visualizações! E, se você ainda não viu, é só apertar o play aí embaixo!

- Encontramos o vídeo no Pedaleiro


Postado em 26 de janeiro por gugamachado

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Saiba como participar pela 1ª vez de uma competição

Para participar pela primeira vez de uma competição de Moutain Bike, você deve tomar alguns cuidados. O primeiro deles é bem acostumado a pedalar em estradas de terra ou trilhas. Isso te dará mais confiança para a competição.

Outro cuidado essencial é saber qual a distância a ser percorrida na prova. Com isso, você saberá controlar seu preparo físico e ficar de olho em seu desgaste porque 30 quilômetros passeando é uma coisa, mas a mesma distância em uma competição é muito mais difícil.

Como a intensidade de uma prova é maior, o desgaste virá mais rápido. Então, a dica é você sempre estar treinado para uma distância maior do que a que você irá enfrentar. Isso funciona para você ter uma reserva de energia.

Existem vários outros fatores que podem contribuir para uma primeira experiência em uma competição:

EQUIPAMENTO - Sempre que possível, revise sua bicicleta com antecedência e faça todos os ajustes necessários
HIDRATAÇÃO - A hidratação deve começar um dia antes da competição. Isso ajuda seu corpo a absorver melhor os nutrientes
PNEUS - A escolha correta do pneu também pode fazer a diferente. Portanto, tente tirar informações com algum atleta que já conhece o local para ter alguma dica, mas é sempre bom ter várias opções de pneus, inclusive para a lama

Além disso, tente chegar com antecedência ao local da competição para evitar o nervosismo e conhecer melhor a região. Seja autosuficiente, ou seja, leve kit de remendo, câmara reserva, canivete, gel energético e até uns trocados para alguma emergência.

Existem várias competições amadoras atualmente no calendário nacional, como o GP Ravelli (17 de outubro, em Itu) e a Copa Amadora Sampa Bikers (28 de novembro, em Caconde – SP)

Você pode consultar calendários nos diversos sites de bicicletas para ver uma prova que seja do seu nível e na sua região.

www.sampabikers.com.br
www.webventure.com.br
www.bikemagazine.com.br

Bons treinos e boa competição!


Postado em 23 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Houston apresenta novos modelos de bicicletas

O ano de 2012 ainda nem chegou, mas a Houston já apresenta suas novidades, com o anúncio de cinco novos modelos de bicicletas.

Em 2012, a Houston adiciona mais cinco modelos de bicicletas para seu catálogo, em diversos estilos, como speed, freestylee e moutain bike. A grande novidade da Houston para o ano que chega é o modelo dobrável FX2, tendência na Europa e ideal para quem busca uma bicicleta prática, segura, fácil de guardar e de transportar (veja mais detalhes da bicicleta).

Além de ser ótima para ser usada como meio de transporte nas cidades, a bicicleta dobrável facilita muito a vida de quem não tem muito espaço em casa ou no escritório e pode ser usada em conjunto com outros meios de transporte, como metrô, trem e até mesmo o carro.

“A FX2 é ideal para usuário urbano que deseja uma bike ágil, compacta e leve. É perfeitamente adaptável as condições da cidade, podendo ser levada no bagageiro do carro, no ônibus, no metrô e ainda pode ser guardada em qualquer canto da casa ou apartamento”, explica João Claudino Junior, presidente da Houston.

Primeira dobrável da empresa, a FX2 tem aro 20, quadro em alumínio e câmbio Shimano. Super leve e, principalmente, prática, é a bike perfeita para interação com outros veículos. É de fácil manuseio e cabe em qualquer local. Além disso, acompanha uma bolsa para guardá-la e carrega-la quando dobrada. Ideal para incentivar o hábito saudável, não polui e ajuda a descongestionar os grandes centros urbanos. O modelo, que é tendência pelos quatro cantos do mundo, é muito prático e pesa apenas 12 quilos (veja mais detalhes)!

Para os fãs de mountain bike, a Houston chega em 2012 com duas novidades: os modelos FR1 e FR2.

A FR1 aro 26 MTB é uma moutain bike perfeita para descidas mais técnicas e íngremes. Tem câmbio de 21 velocidades e freio a disco nas duas rodas proporcionam mais rendimento e segurança. A bicicleta está disponível na cor vermelha com branco (veja mais detalhes).

A FR2 aro 26 MTB tem geometria adaptada que permite maior desempenho, controle e segurança nas descidas. Tem câmbio de 24 velocidades e freio a disco nas duas rodas. Disponível na cor preta com laranja (veja mais detalhes).

Outro novo modelo apresentado pela Houston é a SNAP aro20, indicada para quem gosta de freestyle e manobras radicais. Possui um sistema rotor de 360 graus, freios U-brake, dois pares de trolhas e pneus mais largos, garantindo mais aderência e segurança ao usuário (veja mais detalhes).

Por fim, mas não menos importante, está a speed STR 700, uma evolução da STR 500, um dos sucessos da Houston.

A bicicleta STR 700 foi especialmente desenvolvida para ciclistas que já possuem algum conhecimento em speed. Projetada com geometria que favorece um bom desempenho em percursos de circuito e estrada, ela é toda montada com os componentes Shimano 2300, é leve e rápida. O garfo em alumínio 6061 garante segurança e agilidade. Vem com sistema integrado de freio e marchas (veja mais detalhes)

Investimento em tecnologia

A Houston investiu R$ 500 mil no desenvolvimento dos cinco novos modelos. “Queremos atingir um público que gosta de qualidade. As bicicletas foram desenvolvidas levando em conta a segurança e custo-benefício final. É para homens e mulheres que gostam de bicicletas modernas e cheias de acessórios. Estamos falando de bicicletas com quadro e freios de alumínio e câmbio Shimano e para quem está iniciando sua vida nas trilhas, estradas ou manobras”, explica João Claudino Junior, presidente da Houston.

“Essas novidades brindam um ótimo ano que tivemos e o que o consumidor deve esperar da Houston para 2012. Vamos continuar investindo em novos modelos, em comunicação e ponto de venda. Nossa meta é buscar a liderança do mercado nacional de bicicletas”, diz Claudino.

E isso é só um gostinho do que vem por aí em 2012! Em breve traremos mais informações sobre a nova linha, com vídeos, preços e locais autorizados para a venda. Fique ligado aqui no Eu Vou de Bike!


Postado em 22 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Isso sim é ciclismo radical

Esqueça as manobras, os flips, os aéreos… Ciclismo radical é o que você vê no vídeo abaixo!

Três ciclistas ousados atravessaram o desfiladeiro de Garnitzenklamm, na Áustria, a toda a velocidade. É de tirar o fôlego! O percurso, é claro, foi feito com muita técnica e sangue frio. Uma pedalada em falso e o ciclista cairia desfiladeiro abaixo.

Assista ao vídeo e diga nos comentários se você teria coragem de fazer igual:

- Via Jornal Extra



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