Neste final de semana teve inicio a temporada do Mountain Bike Cross-Country Olimpico na cidade de Araxa, Minas Gerais com a 1ª etapa da Copa Internacional Levorin.
Com um dos melhores circuitos de Cross-Country do Brasil mais de 1000 atletas estiveram presentes p/ um grande evento. Com a temperatura quente ocorreram diversas pancadas de chuvas dando um tempero a mais p\ a disputa de diversas categorias.
Na categoria Master largamos com 29 atletas para 3 voltas em um circuito de 6Km num total de 18Km. Como era a primeira competição da temporada fica sempre a duvida de como estão todos fisicamente preparados, e como daqui a 2 semanas irei participar do Campeonato Panamericano na Argentina, adotei a estratégia de largar muito forte para sentir até que ponto iria resistir ao sofrimento e avaliar minhas reais condições para o Panamericano.
Assim que larguei não olhei mais para trás impondo um ritmo forte onde consegui sustentar até o final conquistando a vitória com o tempo de 1h11min56seg, a 22 seg a frente do segundo colocado e a 1min40seg do terceiro.
Seguimos agora com o polimento na preparação para buscar um resultado positivo no Panamericano.
Gostaria de agradecer a todos os Patrocinadores e apoiadores, em especial a Houston Bikes.
Nós aqui do Eu Vou De Bike falamos muito sobre ciclismo urbano e bicicleta como meio de transporte. Mas sempre que podemos, gostamos muito de pegar nossas MTBs (Mountain Bikes) e ganhar a natureza! Nada melhor do que aquele cheirinho de mato com orvalho logo cedo para nos animar!
Ficou interessado? Se você nunca fez uma trilha, este post pode te ajudar a entrar no fabuloso mundo do MTB!
Antes de qualquer coisa, lembre-se de:
- Revisar bem todo seu equipamento, em especial a bicicleta. Uma trilha é bem diferente de um passeio no parque…;
- Avisar sempre aos seus familiares a localização da trilha e o horário estimado de retorno;
- Nunca fazer uma trilha sozinho, pois no caso de acidente as complicações tendem a ser grandes;
- Procurar estudar e escolher um percurso compatível com o seu condicionamento físico e habilidade técnica, para que algo que é para ser prazeroso não se torne um martírio;
- Se possível, leve sempre ferramentas para reparos rápidos, kits para reparar furos nos pneus e primeiros socorros;
- Utilize os itens mínimos de proteção individual, que são: o capacete, as luvas e os óculos. Estes dois últimos itens são especiais no caso de trilhas, pois no caso de queda, na maioria das vezes a primeira parte do corpo a tocar o chão são as mãos. E os óculos nos livram de ferimentos provenientes de galhos e insetos, muito comuns em trilhas;
- Se a pedalada for longa, acima de uma hora, hidrate-se bem, principalmente se o clima for quente. Lembre-se também de levar algum alimento leve. O ideal é se hidratar a cada 30 min., e comer a cada hora;
- Proteja-se também contra queimaduras de sol indesejáveis. Utilize sempre o protetor solar, dando preferência aos esportivos, que são mais fáceis de se aplicar e costumam proteger por mais tempo.
Preparação e Planejamento
1. Ajustes da Bike
Ajuste do Selim: o ideal é utilizá-lo mais baixo do que você está acostumado, para ter uma maior segurança e diversão nas descidas. Isto pode atrapalhar um pouco nas subidas, mas a segurança deve vir sempre em primeiro lugar!
Pneus: Se a trilha escolhida for mais acidentada, evite utilizar o pneu muito cheio para que os impactos provenientes da irregularidade do terreno não sejam muito sentidos, e para que a bike tenha maior estabilidade. Com isto, o rendimento tende a ser um pouco menor, pois os pneus mais “murchos” tendem a “segurar” um pouco mais a bike. Se a trilha for mais para um “estradão de terra batida”, utilize a pressão próxima da máxima indicada pelo fabricante. Você encontra este dado na lateral do pneu. Ah, e obviamente os pneus devem ter cravos, para maior estabilidade, evitando assim derrapagens desnecessárias.
Paralamas: se puder, utilize ao menos o dianteiro. Isto irá livrar você de receber “lama na cara”. A utilização de óculos de proteção também diminui muito este problema.
Suspensão: se sua bicicleta tiver suspensão dianteira (condição ideal para uma trilha), verifique no manual se ela tem alguma regulagem. Se ela tiver, procure regular conforme o terreno que irá pedalar, ou seja, num terreno mais acidentado, a suspensão deve ser regulada para ficar mais leve, isto é, absorver mais os impactos, porém a bike tende a ficar com a frente mais “mole”, o que pode afetar o desempenho, principalmente nas subidas. Se o terreno for mais regular, procure deixar ela mais dura, pois isto irá contribuir para um desempenho melhor. Mas se você não conhecer nada sobre o equipamento, deixe como está, pois a maioria das suspensões regulares vem de fábrica ajustadas para o meio termo, o que já é bem satisfatório.
2. O que vestir?
Camiseta: O ideal é uma camiseta para ciclismo com tecido do tipo dry fit. Procure escolher uma que não seja muito justa, para não dificultar seus movimentos. Se o clima permitir, o ideal é utilizar uma camiseta mais justa de manga comprida por baixo da camiseta de ciclismo (tipo segunda pele), para proteger os braços de arranhões causados pela vegetação, bem como auxiliar na proteção contra queimaduras de sol
Shorts: Normalmente utilizamos uma bermuda relativamente larga de tecido esportivo mais grosso por cima da tradicional bermuda de ciclismo, a qual tem a “almofada” no meio para maior conforto. Utilizamos esta configuração pois, no caso de queda, uma bermuda mais grossa por cima tende a proteger mais.
Joelheiras/ Cotoveleiras: normalmente este costuma ser um equipamento incomodo e caro. Mas se você tiver acesso a estes, principalmente nas primeiras trilhas, bem como nas mais acidentadas, recomendamos muito a utilização como equipamento de segurança, pois hoje em dia eles não são mais tão desconfortáveis. Peça dicas na sua loja de confiança e, se possível, experimente antes de utilizar.
Calçados: num primeiro momento, não recomendamos a utilização de sapatilhas com o sisetma de “clip”. Isto fica para mais tarde, pois exige um investimento relativamente alto, e a curva de aprendizado costuma ser meio lenta. Porém, depois que você se acostuma a andar “clipado”, dificilmente volta atrás. Portanto recomendamos um tênis resistente, que te forneça um bom apoio e uma boa proteção em volta dos tornozelos, e com um bom isolamento do meio ambiente. A maioria dos bons calçados “off road” costuma ter estas características. E lembre-se que a possibilidade dele voltar bem sujo é muito grande!
Capacete: Sempre escolha o melhor capacete que seu dinheiro possa pagar. Procure pelo melhor caimento, boa ventilação e se possível, que ele tenha a aba removível.
Óculos: Assegure-se que seus olhos estejam sempre protegidos contra insetos, lama, galhos e pedrinhas que costumam nos atingir enquanto estamos pedalando, podendo até causar uma lesão nos olhos ou mesmo uma queda!
Luvas: como dissemos, as luvas, além de proteger suas mãos em caso de queda, ajuda a mantê-las quentes e a melhorar o seu controle sobre o guidão
Jaqueta Impermeável: procure providenciar uma jaqueta de qualidade e que te vista bem. Nunca lave com amaciante ou detergente demais, e verifique as condições dela antes do uso.
3. O que levar?
Kit de primeiros socorros: Certifique-se de ter pelo menos o básico para que você possa atender a si mesmo ou a um amigo em caso de emergência. Nós já falamos sobre isto aqui.
Kit de Ferramentas: No mínimo, ter um “canivete multi-ferramentas” para bicicletas decente com uma chave para reparos em correntes. Algumas peças de reposição e itens úteis, como abraçadeiras, fita isolante, bomba para encher o pneu, kit de reparo de câmaras e até câmaras extras (verifique com o seu lojista qual o tipo exato de câmara da sua bicicleta. Esta informação é bem importante) são extremamente necessárias em trilhas. Porém, não adianta ter tudo isto se não souber utilizar. Procure conversar com sua loja preferida sobre um “mini curso” de mecânica. Veja também aqui no site algumas dicas de manutenção básica.
Luvas de borracha (do tipo cirurgicas): Deixar nossas caras e queridas luvas de pilotar cheias de graxa realmente não é uma boa idéia. Além delas serem grossas e não fornecerem o tato necessário. Assim é sempre uma boa idéia ter uma par destas a mão.
Gel Energético/banana: Acredite, na trilha você vai agradecer de ter um gel energético e/ou uma banana por perto. Um lanche leve, como peito de peru com queijo, também costuma cumprir a função de dar um “boost” rápido em nossa energia.
Telefone: Leve um celular carregado com você, para o caso de emergências. Procure manter ele seco e seguro. Se possível, verifique antes se sua operadora cobre a região em que você estará pedalando. Ainda se possível leve seu celular mais simples. Celulares do tipo “smarthphones” costumam ter uma autonomia de bateria bem reduzida, deixando a gente “na mão” quando mais precisamos deles.
Leve também cameras fotográficas para registrar tudo, e acima de tudo, divirta-se.
Todas estas recomendações são para que seu momento seja o mais perfeito possível, sem nenhuma ocorrência que possa estragar sua atividade!
Aqui encerramos a primeira parte deste post. Em breve abordaremos as técnicas de pilotagem, bem como mais algumas dicas para sua primeira trilha!
Quem pedala em terrenos variados sabe bem que ajustar a pressão de ar nos pneus da bicicleta pode ajudar bastante na performance.
Um pneu mais ‘mole’, por exemplo, dá mais aderência ao solo, enquanto um pneu mais ‘duro’, ou mais cheio, dá mais velocidade (e menos aderência).
E é aí que surge o sistema automático de enchimento de pneus da Adaptrac, uma série de válvulas conectadas a um tanque de CO2 que infla e desinfla os pneus por meio dos controles colocados no guidão. Bacana para quem precisa alterar a pressão do pneu constantemente durante o pedal!
Abaixo você ve o tanque de CO2 no quadro:
Abaixo você vê a ligação do tanque no pneu:
Abaixo você vê os controles no guidão:
O sistema Adaptrac ainda não está sendo vendido, mas você pode ver todos os detalhes lá no site da empresa.
Aconteceu na última semana, na cidade de Araxá, em Minas Gerais, a primeira etapa da Copa Internacional de Mountain Bike, evento que conta pontos para o ranking internacional e vem se tornando uma referência no cenário do MTB mundial
Estiveram presentes na cidade mineira mais de mil atletas, entre amadores e profissionais. Um belíssimo show para o público de Araxá, que compareceu em peso para assistir às provas.
Foram quatro largada no total, dividindo as inúmeras categorias na disputa. Eu larguei na terceira bateria, ao meio-dia, horário não muito comum para a categoria Master 45/49, que geralmente larga às 8h.
Cerca de 30 atletas largaram na categoria Master 45/49. Eu fiz boa largada e uma primeira volta explosiva para acompanhar o ritmo, mas com o calor do meio-dia senti um pouco e tive de diminuir para fazer uma prova constante, sem o risco de ter de abandonar.
Acabei achando um ritmo bom e, ao final, terminei com um 3º lugar, que para o início da temporada me deixou satisfeito, depois de ficar quase 3 meses cuidando de uma lesão na coxa esquerda causada por uma queda ao final do ano passado.
Agora é seguir treinando para as próximas competições! Bons Treinos!
E o troféu ‘Ciclista Corajoso’ vai para… Alejandro Paz, que no começo deste mês publicou no YouTube um vídeo gravado de seu capacete que mostra uma descida insana em San Pedro de Casta, no Peru.
Em pouco mais de uma semana, o vídeo já teve mais de 1,6 milhão de visualizações! E, se você ainda não viu, é só apertar o play aí embaixo!
Para participar pela primeira vez de uma competição de Moutain Bike, você deve tomar alguns cuidados. O primeiro deles é bem acostumado a pedalar em estradas de terra ou trilhas. Isso te dará mais confiança para a competição.
Outro cuidado essencial é saber qual a distância a ser percorrida na prova. Com isso, você saberá controlar seu preparo físico e ficar de olho em seu desgaste porque 30 quilômetros passeando é uma coisa, mas a mesma distância em uma competição é muito mais difícil.
Como a intensidade de uma prova é maior, o desgaste virá mais rápido. Então, a dica é você sempre estar treinado para uma distância maior do que a que você irá enfrentar. Isso funciona para você ter uma reserva de energia.
Existem vários outros fatores que podem contribuir para uma primeira experiência em uma competição:
EQUIPAMENTO - Sempre que possível, revise sua bicicleta com antecedência e faça todos os ajustes necessários HIDRATAÇÃO - A hidratação deve começar um dia antes da competição. Isso ajuda seu corpo a absorver melhor os nutrientes PNEUS - A escolha correta do pneu também pode fazer a diferente. Portanto, tente tirar informações com algum atleta que já conhece o local para ter alguma dica, mas é sempre bom ter várias opções de pneus, inclusive para a lama
Além disso, tente chegar com antecedência ao local da competição para evitar o nervosismo e conhecer melhor a região. Seja autosuficiente, ou seja, leve kit de remendo, câmara reserva, canivete, gel energético e até uns trocados para alguma emergência.
Existem várias competições amadoras atualmente no calendário nacional, como o GP Ravelli (17 de outubro, em Itu) e a Copa Amadora Sampa Bikers (28 de novembro, em Caconde – SP)
Você pode consultar calendários nos diversos sites de bicicletas para ver uma prova que seja do seu nível e na sua região.
O ano de 2012 ainda nem chegou, mas a Houston já apresenta suas novidades, com o anúncio de cinco novos modelos de bicicletas.
Em 2012, a Houston adiciona mais cinco modelos de bicicletas para seu catálogo, em diversos estilos, como speed, freestylee e moutain bike. A grande novidade da Houston para o ano que chega é o modelo dobrável FX2, tendência na Europa e ideal para quem busca uma bicicleta prática, segura, fácil de guardar e de transportar (veja mais detalhes da bicicleta).
Além de ser ótima para ser usada como meio de transporte nas cidades, a bicicleta dobrável facilita muito a vida de quem não tem muito espaço em casa ou no escritório e pode ser usada em conjunto com outros meios de transporte, como metrô, trem e até mesmo o carro.
“A FX2 é ideal para usuário urbano que deseja uma bike ágil, compacta e leve. É perfeitamente adaptável as condições da cidade, podendo ser levada no bagageiro do carro, no ônibus, no metrô e ainda pode ser guardada em qualquer canto da casa ou apartamento”, explica João Claudino Junior, presidente da Houston.
Primeira dobrável da empresa, a FX2 tem aro 20, quadro em alumínio e câmbio Shimano. Super leve e, principalmente, prática, é a bike perfeita para interação com outros veículos. É de fácil manuseio e cabe em qualquer local. Além disso, acompanha uma bolsa para guardá-la e carrega-la quando dobrada. Ideal para incentivar o hábito saudável, não polui e ajuda a descongestionar os grandes centros urbanos. O modelo, que é tendência pelos quatro cantos do mundo, é muito prático e pesa apenas 12 quilos (veja mais detalhes)!
Para os fãs de mountain bike, a Houston chega em 2012 com duas novidades: os modelos FR1 e FR2.
A FR1 aro 26 MTB é uma moutain bike perfeita para descidas mais técnicas e íngremes. Tem câmbio de 21 velocidades e freio a disco nas duas rodas proporcionam mais rendimento e segurança. A bicicleta está disponível na cor vermelha com branco (veja mais detalhes).
A FR2 aro 26 MTB tem geometria adaptada que permite maior desempenho, controle e segurança nas descidas. Tem câmbio de 24 velocidades e freio a disco nas duas rodas. Disponível na cor preta com laranja (veja mais detalhes).
Outro novo modelo apresentado pela Houston é a SNAP aro20, indicada para quem gosta de freestyle e manobras radicais. Possui um sistema rotor de 360 graus, freios U-brake, dois pares de trolhas e pneus mais largos, garantindo mais aderência e segurança ao usuário (veja mais detalhes).
Por fim, mas não menos importante, está a speed STR 700, uma evolução da STR 500, um dos sucessos da Houston.
A bicicleta STR 700 foi especialmente desenvolvida para ciclistas que já possuem algum conhecimento em speed. Projetada com geometria que favorece um bom desempenho em percursos de circuito e estrada, ela é toda montada com os componentes Shimano 2300, é leve e rápida. O garfo em alumínio 6061 garante segurança e agilidade. Vem com sistema integrado de freio e marchas (veja mais detalhes)
Investimento em tecnologia
A Houston investiu R$ 500 mil no desenvolvimento dos cinco novos modelos. “Queremos atingir um público que gosta de qualidade. As bicicletas foram desenvolvidas levando em conta a segurança e custo-benefício final. É para homens e mulheres que gostam de bicicletas modernas e cheias de acessórios. Estamos falando de bicicletas com quadro e freios de alumínio e câmbio Shimano e para quem está iniciando sua vida nas trilhas, estradas ou manobras”, explica João Claudino Junior, presidente da Houston.
“Essas novidades brindam um ótimo ano que tivemos e o que o consumidor deve esperar da Houston para 2012. Vamos continuar investindo em novos modelos, em comunicação e ponto de venda. Nossa meta é buscar a liderança do mercado nacional de bicicletas”, diz Claudino.
E isso é só um gostinho do que vem por aí em 2012! Em breve traremos mais informações sobre a nova linha, com vídeos, preços e locais autorizados para a venda. Fique ligado aqui no Eu Vou de Bike!
Esqueça as manobras, os flips, os aéreos… Ciclismo radical é o que você vê no vídeo abaixo!
Três ciclistas ousados atravessaram o desfiladeiro de Garnitzenklamm, na Áustria, a toda a velocidade. É de tirar o fôlego! O percurso, é claro, foi feito com muita técnica e sangue frio. Uma pedalada em falso e o ciclista cairia desfiladeiro abaixo.
Assista ao vídeo e diga nos comentários se você teria coragem de fazer igual:
A revista Scientific American, uma das mais respeitadas no mundo da ciência e tecnologia, divulgou uma lista dos 10 gadgets mais legais de 2011.
Entre os produtos, que vão de um simples game até uma moto elétrica, está a ‘bicicleta’ Bergmönch Backpack Scooter. A Bergmönch Backpack Scooter é uma espécie de bicicleta sem pedais de apenas 9 quilos que se transforma em uma mochila com espaço para capacete e mantimentos.
Mas peraí, sem pedais? Sim, a ideia da Bergmönch Backpack Scooter, fabricada na Alemanha, é ser usada por pessoas que fazem escaladas e trilhas montanha acima. Na hora de descer a montanha, nada melhor que duas rodas para acelerar a chegada.
Veja abaixo como funciona:
A ideia é boa, mas a bicicleta/mochila é vendida por US$ 2 mil. Meio salgado para um produto de uso tão restrito, né?
Se você gosta de explorar montanhas, fazer trilhas, pedalar por locais nunca antes pedalados… então esse vídeo é para você!
O ciclista Tom Malecha, que mora em Zurique, na Suíça, criou este vídeo mostrando 10 coisas que aprendeu na Mountain Bike. Segundo ele, “toda vez que eu chego em casa após pedalar, minha mente está cheia de novas impressões. Este filme resume os insights que eu tive enquanto pedalava”.