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Blog Vou de Bike

Postado em 17 de maio por gugamachado

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Bicicleta como meio de transporte poderia adicionar até R$ 870 milhões ao PIB da cidade São Paulo!

 

A bicicleta é um meio de transporte saudável, econômico e que proporciona um novo olhar para a cidade. Mas os impactos efetivos que ela traz ou pode trazer para a sociedade paulistana é algo que até agora não havia sido mensurado. É o que fizeram pesquisadores do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), a pedido do Itaú Unibanco, com o estudo “Impacto Social do Uso da Bicicleta em São Paulo”.

A pesquisa, divulgada nessa ultima quinta-feira (10), é inédita ao dimensionar o potencial que o uso da bicicleta tem como elemento transformador da realidade social em três áreas centrais para a vida na cidade: Meio Ambiente, Saúde e Economia.

A partir de 1,1 mil entrevistas com moradores da capital paulista (ciclistas e não-ciclistas), o estudo mostra que, se parte dos deslocamentos feitos atualmente com automóveis e ônibus fossem realizados por bicicleta, haveria ganhos de produtividade, saúde e redução da poluição. Traduzindo em números: o PIB municipal poderia ter um acréscimo de até R$ 870 milhões, haveria economia de 13% (R$ 34 milhões) por ano no Sistema Único de Saúde com internações por doenças cardiovasculares e diabetes e as emissões de dióxido de carbono com transporte poderiam ser 18% menores.

“Se planejadores urbanos, políticos, estudantes ou mesmo a população têm dificuldade de enten­der por que é importante incentivar o uso da bicicleta em São Paulo ou em qualquer grande cidade, este estudo contribui com algumas respostas”, diz Carlos Torres Freire, coordenador do Cebrap responsável pela pesquisa.

“Temos a mobilidade urbana como uma de nossas causas, e uma das frentes dessa nossa atuação é fomentar iniciativas que contribuam para a formulação de políticas públicas que promovam a bicicleta como meio de transporte”, diz Luciana Nicola, Superintendente de Relações Governamentais e Institucionais do Itaú Unibanco. “O estudo representa uma ferramenta importante para evidenciar o poder de transformação que a bicicleta pode ter nas cidades”, conclui.

Meio Ambiente

Para mensurar os impactos ambientais, os pesquisadores do Cebrap identificaram os deslocamentos realizados por automóveis e ônibus que poderiam ser substituídos por bicicleta, considerando como ‘viagens pedaláveis’ aquelas com até 8 quilômetros de distância realizadas entre 6h e 20h por pessoas com até 50 anos de idade.

Desse modo, 31% das viagens de ônibus poderiam ser pedaladas, levando a uma diminuição de 8% do CO2emitido por este meio de transporte. Considerando-se os deslocamentos realizados de automóvel, até 43% deles poderiam ser realizados de bici­cleta, gerando um potencial de economia de 10% das emissões. Logo, se o potencial ciclável fosse atingido, poderíamos ter uma redução de até 18% da emissão de CO2 originárias dos transportes de pessoas na cidade de São Paulo.

A partir da análise, estima-se que os ciclistas de São Paulo são responsáveis, atualmente, por uma redução de 3% de todo o CO2 emitido com transporte de passageiros na cidade.

Saúde

Na perspectiva individual dos impactos na saúde, o estudo compa­rou os perfis de atividade física da popula­ção de São Paulo em geral e de ciclistas, com a hipótese de que o segundo grupo seria mais ativo. A proporção de indivíduos regularmente ativos entre ciclistas é quase três vezes maior que a da população em geral. No que diz respeito à dimensão social, partiu-se da ideia de inatividade física como fator de risco associado a doenças, projetando a potencial economia de recursos no sistema de saúde caso a população de São Paulo adotasse um perfil de atividade física semelhante ao dos ciclistas da cidade.

Concluiu-se, então, por um lado, que o uso da bici­cleta para os deslocamentos cotidianos propicia aos indivíduos uma redução nas chances de adquirir uma série de doenças. Por outro, traz um benefício social de economia no sistema de saúde que beneficia a sociedade.

Os pesquisadores projetam que, caso a população aderisse ao perfil de atividade física dos ciclistas, a redução da chance de ter diabetes ou doenças do aparelho circulatório, em função de um maior nível de atividade física, levaria a uma redução de gastos no Sistema Único de Saúde (SUS) com a internação em virtude dessas doenças. O impacto estimado poderia gerar mais de R$ 34 milhões em economia so­mente na cidade de São Paulo.

Economia

Na economia, a pesquisa projeta o potencial aumento do PIB municipal levando em consideração o ga­nho de tempo no deslocamento. Parte-se da premissa de que deslocamentos mais rápidos geram maior produtividade, impactando o PIB. Se o potencial ciclável das viagens realizadas de automóvel e ônibus em SP fosse aproveitado, haveria um acréscimo de aproximadamente R$ 870 mi­lhões no PIB municipal por ano.

Com base nas informações detalhadas de gastos mensais dos indivíduos, o estudo calculou o peso do item transporte na renda mensal pessoal. A partir daí, os pesquisadores estimaram quanto os indiví­duos poderiam economizar caso utilizassem a bicicleta nas viagens pedaláveis em dias úteis. O impacto seria maior nas classes mais baixas, com diminuição de 14 p.p na renda mensal pessoal (R$ 214 de economia, em média).

Hábitos da população

A pesquisa mostra ainda que, embora o potencial de impacto do uso da bici­cleta em relação a meio ambiente, economia e saúde seja significativo, metade da população da cidade não demonstra nenhuma disposi­ção de adotá-la como um meio de transporte cotidiano. Por outro lado, 31% da população estaria disposta a usar a bicicleta em seus deslocamentos cotidianos.

As pessoas que responderam que estariam dispostas a aderir ao uso de bicicleta apontaram melhorias na infraestrutura cicloviária (31%) e maior estímulo à atividade física (30%) como principais fatores que as levariam a mudar de hábito.

aqueles que responderam ter pouca ou nenhuma disposição para adotar a bicicleta como meio de transporte apontaram como motivos o fato de não gostarem ou terem medo (51%). 

Mais de 70% dos ciclistas da cidade passaram a utilizar a bicicleta como meio de transporte há mais de três anos. A principal motivação para começar a pedalar, é o tempo de deslocamento – ou seja, pessoas que consideravam que seu tempo de deslocamento era muito longo da forma como estava sendo feito.

E aí? O que você diz destes números? Nós por aqui achamos super significativos!

Viva a (silenciosa) revolução!!!!


Postado em 31 de janeiro por gugamachado

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Saiba tudo sobre o novo sistema de compartilhamento de bicicletas de São Paulo!

Itaú Unibanco, Tembici. e Prefeitura de São Paulo inauguram novo sistema do Bike Sampa. Capital paulista é a segunda cidade do Brasil a receber o novo modelo. Segunda fase do projeto marca o início do Estação Bike, iniciativa que integrará cinco estações em transportes públicos da cidade

 

Ontem (terça-feira, 30 de janeiro) estivemos no “Largo da Batata”, no tradicional bairro paulistano de Pinheiros, para a inauguração novo Bike Sampa, que traz a tecnologia de um dos mais modernos e robustos sistemas de compartilhamento de bicicletas do mundo. A capital paulistana é a segunda cidade do País a receber o novo sistema de compartilhamento de bicicletas (“bike sharing”).

Distribuídas em pontos estratégicos da cidade, como o próprio Largo da Batata, em Pinheiros, as 25 primeiras estações e 250 bicicletas estão à disposição da população nessa etapa. A implantação completa do sistema será realizada até o fim do semestre.

A Tembici vai operar o sistema e terá como fornecedora a PBSC Urban Solutions, líder mundial em sistemas de compartilhamento de bicicletas. A empresa tem atualmente mais de 50 mil bicicletas distribuídas em três continentes e em mais de 20 cidades, que somam mais de 160 milhões de viagens. Sua tecnologia e equipamentos estão sendo usados nas principais cidades do mundo, como Chicago, Guadalajara, Londres, Montreal e Toronto.

O Itaú continua como patrocinador do Bike Sampa, investindo recursos para a modernização e operação do sistema de empréstimo de bicicletas da cidade desde 2012. Atualmente, conta com cerca de 800 mil usuários cadastrados, que já realizaram mais de 2,4 milhões de viagens com as “laranjinhas”, como ficaram conhecidas, somente em São Paulo. O objetivo da troca do sistema é tornar a experiência do compartilhamento de bicicleta na capital paulistana mais segura, confortável, eficiente e sustentável.

Veja abaixo alguns detalhes das bicicletas do sistema em nossa galeria exclusiva!

CONFIRA O QUE MUDA Nas bicicletas:

- design mais moderno e exclusivo para compartilhamento, sendo mais leves, ergonômicas e robustas;
- cesto adaptável para o tamanho da bagagem de mão do ciclista, sem acumular água ou sujeira;

- pneus com lados reflexivos e Aro 24 proporcionam uma pedalada mais dinâmica, segura e confortável. Possui tecnologia antifurto, exclusiva no Brasil;

- cobre-corrente, que protege a roupa do ciclista;
- banco confortável e canote de selim com marcas para ajuste de altura;

- sistema de freio “Roller Brake” (freio de rolete), que garante freadas mais seguras;
- configuração de marchas para três velocidades;
- refletores frontais e traseiros com sistema de iluminação “Dynamo”, com 10 mil horas de vida útil e que permanece aceso por até 90 segundos, dando mais segurança ao ciclista que aguarda no semáforo;
- dispositivo de trava com sistema antifurto.

O que muda NAS ESTAÇÕES:

- layout exclusivo, sendo concebidas para operar de forma ágil, inteligente e simples;
- abastecimento por painéis solares que garantem a autossuficiência energética (preparadas para eventual uso de bicicletas elétricas);
- solução modular para as bicicletas, sendo possível adicionar ou remover docks (suporte de estacionamento de bicicletas), conforme a necessidade, sem precisar de fixação ao solo;
- média de 18 vagas por estação;
- quiosques com interface de pagamento digital, de forma mais didática e de fácil utilização, com comunicação sem fio que agiliza o processamento de pagamentos e a transmissão de dados.

No aplicativo, o ciclista poderá:

- planejar o passeio, pagar e desbloquear a bicicleta com o código gerado pelo aplicativo;
- encontrar estações próximas manualmente ou usando o GPS do dispositivo;
- encontrar bicicletas disponíveis por pontos de devolução livres;

- marcar as estações favoritas;
- encontrar rota para um destino com informações de distância e elevação; – registrar as viagens com o GPS.

“É uma nova fase do Bike Sampa que se inicia, com novos equipamentos e tecnologias inovadoras. Esse novo momento é mais uma demonstração do quanto nós acreditamos cada vez mais na causa da mobilidade urbana e na relevância que as bicicletas podem ter como meio de transporte nas cidades”, destaca Luciana Nicola, superintendente de Relações Governamentais e Institucionais do Itaú Unibanco.

Tomás Martins, CEO da Tembici., afirma que “estamos muito felizes em implantar no Brasil o sistema mais utilizado de bicicletas compartilhadas no mundo. Além de trazer nova tecnologia, nós estudamos os sistemas de mais sucesso e aplicamos os processos de gestão e distribuição das estações no novo Bike Sampa. A Tembici. repensou todo o projeto, e o usuário agora poderá contar com um projeto de bicicletas compartilhadas funcional para seu dia-a-dia”.

“Estamos entusiasmados em trazer a mais recente tecnologia de compartilhamento de bicicletas sustentável para os habitantes de São Paulo e contribuir para o espírito icônico da cidade através deste importante marco do projeto de mobilidade do Brasil”, comemora Luc Sabbatini, CEO da PBSC Urban Solutions. “Encontramos parceiros fortes no Itaú e na Tembici., e acreditamos que essa colaboração resultará em um dos melhores sistemas de compartilhamento de bicicletas do mundo”.

“Oferecer a possibilidade do serviço de bicicleta compartilhada é um passo muito importante na direção da mobilidade ativa na cidade de São Paulo. As pessoas poderem usar bicicletas sem serem donas, podendo recolhê-las ou devolvê-las onde acharem melhor, oferece flexibilidade e a oportunidade de se deslocarem na cidade de bicicleta”, diz Sérgio Avelleda, secretário municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.

Confira abaixo as estações que começam a funcionar no mês de janeiro:

Número

Nome

Endereço

1

Largo da Batata

Av. Brigadeiro Faria Lima, esquina R. Teodoro Sampaio. No acesso ao metrô Faria Lima (lado ímpar)

3

CPTM Pinheiros

R. Gilberto Sabino, 138/ ao lado do ponto de ônibus e estação Pinheiros da CPTM

5

Rua Butantã

Travessa da R. Butantã, altura do número 316

7

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Praça Joaquim Roberto

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Av. Rebouças, em frente ao número 3642

10

Rua Campo Verde

Rua Campo Verde, 231

11

Praça Faria Lima

Rua Cardeal Arcoverde / esquina com Av. Brigadeiro Faria Lima

13

Esporte Clube Pinheiros Funcionários

R. Angelina Maffei Vita, 524

15

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Rua Prof. Artur Ramos

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Rua Professor Artur Ramos, em frente ao número 350

16

Esporte Clube Pinheiros Boliche

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R. Hans Nobiling, oposto ao número 47

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17

Rua José Gonçalves de Oliveira

R. José Gonçalves de Oliveira, 44 / esquina Av Brig Faria Lima

19

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Av. Dr. Cardoso de Melo

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R. Funchal, cruzamento com Av. Dr. Cardoso de Melo / no canteiro central

21

Parque do Povo portão 1

Av. Henrique Chamma, próximo ao Portão 1 do Parque do Povo

22

Rua Leopoldo Couto

Rua Leopoldo Couto de Magalhães Junior, em frente ao número 1151/1163 / próximo à Rua Jusseapê

23

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CPTM Vila Olímpia

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Rua Gomes de Carvalho, oposto ao número 1996 / em frente ao acesso à estação Vila Olímpia da CPTM

24

Rua Funchal

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Rua Funchal, oposto o número 129

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25

Rua Helena

Rua Helena, em frente ao número 29

27

Rua Min Jesuíno Cardoso

Rua Ministro Jesuíno Cardoso, oposto ao número 349 / esquina com Av. Faria Lima

28

Rua Comendador Miguel Calfat

Rua Comendador Miguel Calfat, oposto ao número 455 / esquina com Rua Clodomiro Amazonas

29

Rua João Franco

Rua João Franco, em frente ao número 18 / esquina com Rua Clodomiro Amazonas

30

Bandeira Paulista

Rua Bandeira Paulista em frente ao número 1237 / esquina com Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues

35

Rua Benedito Lapin

Rua Benedito Lapin em frente ao número 81 / esquina com Rua Dr. Renato Paes de Barros

36

E.E. Aristides de Castro

Rua Urussuí, oposto ao número 352 / esquina com Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior

38

Viradouro

Rua Viradouro, oposto ao número 30 / esquina com Rua Clodomiro Amazonas

40

Brasília

Rua Brasília, em frente ao número 147 / esquina com Rua Joaquim Floriano

49

Tapinás

Rua Tapinás / esquina com Rua Pedroso Alvarenga

Regras de utilização do novo Bike Sampa:

- o cadastro deve ser atualizado no site www.bikeitau.com.br ou pelo aplicativo Bike Itaú;

- o usuário só pode pegar uma bicicleta emprestada se tiver um plano válido;

- todos os planos dão direito ao cartão do usuário (opcional). O valor do cartão com o frete é de 5 reais;

- os planos mensal e anual podem ser adquiridos pelo aplicativo Bike Itaú (disponível para sistemas Android e IOS), no site www.bikeitau.com.br e no ponto físico de atendimento na Rua José Bento, 314, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, com pagamento somente em dinheiro;

- os planos diários e para três dias podem ser comprados pelo aplicativo Bike Itaú, no site e também diretamente nas estações de autoatendimento. Não haverá venda na sede física;

- o usuário poderá fazer viagens ilimitadas de até 60 minutos, com intervalos de 15 minutos entre elas. Caso tenham mais que 60 minutos, e a regra do intervalo não for respeitada, a hora excedente será tarifada em 5 reais;

- viagens sem respeitar o intervalo de 15 minutos serão tarifadas à parte, no valor de 5 reais, a cada 60 minutos excedentes;

- as viagens que não excederem o período normal de uso não terão qualquer pagamento adicional. Porém, se o usuário retirar a bicicleta antes do intervalo de 15 minutos, sua utilização será cobrada e contabilizada como se fosse uma só viagem;

- o empréstimo da bicicleta pode ser feito através do App, diretamente na estação, usando o cartão do usuário ou o Bilhete Único, que o usuário deve cadastrar no site ou aplicativo;

- os valores dos planos são: diário, 8 reais; por três dias, 15 reais; mensal, 20 reais; e anual, 160 reais;

- o pagamento pode ser realizado pelo App Bike Itaú, no site www.bikeitau.com.br; nos totens de autoatendimento, mas somente com cartão de crédito; e na sede do Bike Sampa, em dinheiro, localizada à Rua José Bento, 314, de segunda a sexta-feira das 8 às 17 horas.

Informações gerais sobre o Bike Itaú e detalhes sobre as mudanças nas bikes e nas estações podem ser conferidas aqui

Em breve faremos nosso test ride exclusivo do sistema e postaremos nossas impressões!

Parabéns aos envolvidos pela iniciativa! E que em breve possamos ampliar cada vez mais os sistemas de compartilhamento Brasil afora!

 


Postado em 11 de junho por gugamachado

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Conhece o Bicicletando?

                                                                        Aplicativo indica ciclo rotas e ciclovias em S.Paulo

Que o uso da bicicleta como meio de transporte vem crescendo muito nos últimos tempos ninguém duvida. E cada vez mais surgem acessórios e aplicativos voltados a facilitar a vida de quem pedala, aprofundando em muito a experiência de pedalar, principalmente em grandes centros urbanos.

Pensando nisto, a dupla Perla Ambile e Fabrizzio Topper desenvolveu o aplicativo “Bicicletando”, que, de maneira colaborativa, visa fornecer informações sobre as vias cicláveis das cidades, locais de locação de bicicletas e locais com paraciclos.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente na Apple Store e em breve, estará disponível para Google Play e Windows Store.

Segue na sequência uma pequena compilação das vias cicláveis em São Paulo:

                                                                                                              CICLOROTAS

Brooklin / Chácara Santo Antonio – 15 Km Inserida em um bairro com bastante arborização, é uma ótima opção para deslocamentos seguros, já que passa por ruas estritamente residenciais, também passa por dois pequenos parques municipais (Severo Gomes e Parque do Cordeiro), e se conecta com algumas importantes avenidas da região. Para retomar o fôlego existem alguns bares e padarias muito bons na região. 

 

 

Butantã – 0,84 Km 

 

Oferece 560 m, pegando parte da Av. Vital Brasil e mais de 280 m de ciclovia no canteiro centra da Av. Afrânio Peixoto. A ciclorrota começa na Estação de metrô Butantã na Av. Vital Brasil, 343, continua pela Rua Eng. Bianor, Rua Romão Gomes, passa pela Praça Monte Castelo, Rua Gaspar Moreira e finaliza na Rua Moura Brasil.
Moema – 6,5 Km 

 

Parte se encontra nas Av. Aratãs e na Al. Anapurus; a outra estende-se pelas Ruas Canário e Inhambu.
Mooca – 8 Km 

 

Passa por ruas calmas do tradicional bairro da Mooca, repletas de histórias e personagens. Ali é possível circular por pracinhas simpáticas, bares e restaurantes clássicos, além de observar hábitos simples que ainda são cultivados ali, como a conversa de vizinhos sentados na calçada. Passa pelo SESC-Belenzinho importante ponto cultural da região.
Pompéia / Lapa / Perdizes – 18 Km 

 

Interliga os Parques Villa-Lobos e Água Branca, além de passar pelo Centro Educacional e Esportivo Edson Arantes do Nascimento (Pelezão), SESC Pompéia e o novo estádio do Palmeiras. A rota ainda passa por ruas e vias muitas delas tranqüilas e arborizadas onde é possível desfrutar de áreas estritamente residenciais e outras onde já existe uma boa concentração de bares e restaurantes , que também facilita viagens de curta distância como idas ao comércio local.
Vila Mariana – 10 Km 

 

Localizada em um bairro onde se encontra um pouco de tudo, corta a região em diversos sentidos e direções que facilitam o trajeto para deslocamentos diários. Com uma vida noturna muito agitada, concentra inúmeros restaurantes e bares conceituados assim como meios de hospedagem que variam de hostels até hotéis cinco estrelas. Há também atrativos culturais de enorme relevância para a região como o SESC Vila Mariana e a Cinemateca Brasileira, e faculdades que contam com teatros e exposições temporárias muitas vezes abertas ao público em geral.

 

                                                                                                      CICLOVIAS

LOCAL OBSERVAÇÕES
Adutora Rio Claro (ZL) – 7,3 Km em cada sentido – Com saída na Praça Silvio Romero e término na Av. Sapopemba

Garante trechos de muitas curvas, além duras subidas e descidas – Pouco sinalizada e com intervalos prejudicados por britas e cascalhosAv. Braz Leme (ZN) – 3Km em cada sentido – Rua Marambaia até Av. Santos Dumont

Pistas uni e bidirecionais exclusivamente para os ciclistas. Ótima opção para os turistas que se hospedam próximo ao Anhembi, pois funciona todos os dias e horários e fica separada fisicamente da via para  carros garantindo aos ciclistas um passeio seguro e tranqüilo.Av. Edgard Facó – 1,3 KM em cada sentido

Sem sinalização nos cruzamentos e conversões, colocando em risco o ciclista e sem sinalização de solo.Av. Eng. Caetano Álvares – (ZN) – 2Km em cada sentido

-Não é ciclovia, é passeio de pedestres, onde algum descolamento de bicicleta pode ser feito, tomando as devidas precauções. Alguns trechos não possuem rebaixamento entre o canteiro e o cruzamentos. Perigoso na hora de atravessar os retornos.Av. Faria Lima – (ZO-ZS) – 4 Km em cada sentido – Encontra-se no canteiro central da mesma avenida entre a Av. Pedroso de Moraes e Largo da Batata.

Ao longo do tempo ela perdeu guias rebaixadas e passou a ser impedida por árvores e pontos de ônibus.Av. Inajar de Souza – (ZN) – 7 Km – Ciclovia no canteiro central da avenida.

Pista arborizada, plana, bem pavimentada com pouquíssimos trechos de terra batida. O local está sempre cheio de corredores de todos os tipos, mas atenção ao transitar à noite com acessórios de valor.Av. Sumaré – (ZO) – 1,4 Km – em cada sentido – Em Perdizes entre o Parque Antártica e Av. Henrique Schaumann.

Reúne trechos de concreto e terra com galhos e raízes em alguns pontos.Caminho Verde (ZL) – 12 Km em cada sentido – Começa no metrô Corinthians-Itaquera e termina na Estação Tatuapé

A ciclovia é diferenciada por seus jardins, iluminação noturna, topografia plana em quase todo percurso com poucas descidas e subidas.Guarapiranga (ZS) – 10 Km em cada sentido – Às margens da represa Guarapiranga, junto à Av. Robert Kennedy.

É uma excelente opção de lazer para os moradores da região e para os turistas que desejam conhecer a represa e fazer um passeio em volta da orla.Marginal Pinheiros (ZO – ZS) 21 Km em cada sentido

 

Com diversos acessos e pontos de apoio (bebedouro, banheiros e atendimento)é uma alternativa de lazer e para deslocamento diário. Funciona diariamente das 5h30 às 18h30.Várzeas do Tiête – (ZL) – 11,41 e m cada sentido – Tem início no Km 12 da Rod. Ayrton Senna- Sentido SP/RJ- e vai até o Km 23.

 

Sempre ao lado do Via Parque, passando pelos campos de futebol de várzea do Parque Ecológico do Tiête, estacionamentos, passarela de acesso ao parque, campo de beisebol, portaria 1, playground, CT da Portuguesa, CT do Corinthians, EACH-USP Leste, e após a ponte, segue pela Gleba 2 entre a várzea do rio Tiête e densa arborização até a Ponte de Cumbica. Após a ponte segue do lado do rio Tiête e dos prédios do CDHU da União de Vila Nova/Jardim Pantanal, terminando ao lado do Parque Jacuí em São Miguel Paulista.


Postado em 23 de setembro por gugamachado

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Seminário: A Bicicleta em São Paulo

Semana que vem tem um encontro imperdível para quem está na cidade de São Paulo.

Trata-se de um Seminário na Camara Municipal dos Vereadores, promovido pela Frente Parlamentar  em Defesa da Mobilidade Humana, que apresentará neste dia os avanços que vem experimentando nesta área.

Além disto, teremos a presença da secretária dos transportes da cidade de Nova York, Janette Sadik-Khan, que trará para nós um panorama da “revolução” que vem fazendo nos últimos cinco anos a frente desta secretaria.

Quando dizemos “revolução”, não estamos exagerando! Dentre outras coisas, ela restringiu bastante a circulação de carros no centro de Manhattan, enfatizando bastante o transporte público, os pedestres e as nossas queridas bicicletas.

Outra medida bem polêmica foi o fechamento do complexo “Times Square/ Broadway” para carros, transformando tudo num lindo e elegante calçadão. Tal medida foi mal recebida a princípio, porém, passados alguns anos, os números não mentiram e trouxeram uma melhoria muito grande para o comércio local, bem como para o trânsito!

E a confirmação do sucesso deste planejamento pode ser medido no final do ano de 2012, quando Nova York passou por mais uma catástrofe natural, e em pouquíssimos dias já estava reestabelecida, principalmente por sua mobilidade não depender tanto dos carros e ruas!

Portanto, este é um exemplo a ser ouvido, visto, analisado, adaptado e seguido! Nos parece por aqui que a cidade de São Paulo está finalmente acordando para esta realidade, e começando a priorizar mais os transportes públicos, bicicletas e pedestres, ao invés dos carros.

Que fique claro que nós do EVDB não somos contra o carro, mas sim a favor do uso inteligente e seletivo de todos os meios de transportes disponíveis, cada um segundo seu propósito e vocação!

Veja a programação completa aqui.

E  confirme sua presença mandando um e-mail para mobilidadehumana@camara.sp.gov.br com seu nome e telefone.

Serviço:

Onde: Câmara Municipal de São Paulo/ Plenário 1º de Maio

Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista

Quando: Dia 25 de setembro (quarta-feira), das 15h às 21h

Como: Evento gratuito. Basta confirmar sua presença mandando um e-mail para mobilidadehumana@camara.sp.gov.br com seu nome e telefone. Bicicletário no local!


Postado em 23 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Com percurso alterado, ciclofaixa funciona no aniversário de SP


Quem faz aniversário é São Paulo, mas quem ganha o presente é você! Ok, o bordão publicitário já está batido, mas a notícia é boa para quem vai ficar na cidade nesta sexta, 25 de janeiro, feriado municipal. Neste dia, a Ciclofaixa de Lazer será ativada (com algumas alterações nos horários e percursos).

Segundo o G1, alguns trechos da ciclofaixa no centro de São Paulo não serão ativados por conta dos eventos comemorativos do aniversário da cidade.

“A área sobre o Viaduto do Chá e a Praça Ramos de Azevedo (em frente ao Teatro Municipal) será desativada. Também não irão funcionar os trechos que passam no calçadão da Praça do Patriarca, na Rua Líbero Badaró, Praça Ouvidor Pacheco e Silva, Pátio do Colégio e na Rua Boa Vista. Ao chegar à Rua Floriano Peixoto, o ciclista deve, então, prosseguir pela Praça da Sé (trecho em calçadão), Rua 15 de Novembro, Praça Antônio Prado até a Rua São Bento, entrando na Rua Benjamin Constant, onde o percurso retorna ao habitual”.

Na região que liga os parques nas zonas oeste e sul, o horário de funcionamento da ciclofaixa será bem reduzido: das 12h às 16h. Esta mudança de horário afeta os trechos da Avenida Jornalista Roberto Marinho, Afrânio Peixoto, Rua Alvarenga, Ponte Cidade Universitária, Av. Manoel José Chaves, Praça Panamericana e Av. Prof. Fonseca Rodrigues.

E aí, vamos pedalar no feriado?

Foto: Divulgação


Postado em 12 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Projeto de Lei prevê Auxílio Transporte para quem pedala

O vereador paulistano Gilberto Natalini (PV) apresentou um Projeto de Lei na Câmara Municipal de São Paulo que obriga a manutenção do Auxílio Transporte para o trabalhador público que optar pela bicicleta como meio de trabalho.

Segundo o vereador, “o objetivo deste projeto é manter o Auxílio Transporte, para o trabalhador público que optar por este modal, e servirá para aquisição e manutenção das bicicletas, e quando as condições do tempo ou por qualquer outro fator adverso não permitir condições para pedalar, poder usar o transporte público”.

Natalini argumenta que o governo não estimula o uso da bicicleta como meio de transporte uma vez que o trabalhador que faz essa opção atualmente perde o “direito ao Auxílio Transporte, visto que, este modal não é considerado parte integrante do Sistema de Transporte Público e os seus usuários não estão contemplados na Lei 13.194 de 24 de outubro de 2001, que concede este benefício aos servidores municipais”.

E para os que acham que o projeto vai gerar gastos ao município, Natalini afirma que “esta proposta não altera relação de trabalho e não cria nova despesa, a quantidade de recursos para sua execução é exatamente a mesma que seria destinada ao trabalhador para que ele continuasse utilizando o transporte público”.

Para ser regulamentado, o Projeto de Lei PL 517/2012 ainda precisa ser debatido e aprovado na Câmara Municipal. Vamos acompanhar!


Postado em 9 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Ciclofaixa natalina funciona de madrugada em SP

O Natal está chegando e, com ele, os congestionamentos noturnos em São Paulo também começam a ser registrados. Nos últimos anos, com a decoração natalina na Avenida Paulista e a árvore de Natal do Ibirapuera, o trânsito nessas regiões fica muito carregado nesta época do ano, bem acima do normal.

Para evitar que tantos carros saiam as ruas nos próximos fins de semana, a Prefeitura de São Paulo anunciou que a ciclofaixa de lazer da avenida Paulista irá funcionar na madrugada dos “sábados de Natal”, dias 15 e 22 de dezembro.

Segundo a Folha de S. Paulo, a ciclofaixa vai funcionar a partir das 22h de sábado e ficará ativa até o domingo, quando normalmente ocorre a implementação das ciclofaixas na cidade. A medida só será adotada no trecho que vai da avenida Paulista ao parque Ibirapuera –24 km no total, nos dois sentidos, passando pela rua Vergueiro, av. Domingos de Morais, Jabaquara, Indianópolis e República do Líbano, até o portão 8 do parque.

Segundo a prefeitura, o objetivo é incentivar a bicicleta como meio de transporte dos que forem visitar as atrações.

O Eu Vou de Bike saúda a iniciativa de implementar uma ciclofaixa durante a madrugada, o que pode dar uma boa opção para quem quer visitar as decorações natalinas da cidade sem precisar ficar preso no carro.

Mas fazemos uma ressalva e um alerta para que todos os ciclistas tomem muito cuidado pedalando durante a madrugada para chegar até a ciclofaixa. Use sempre muita iluminação na bicicleta e redobre a atenção para buracos, pedestres e outros obstáculos!


Postado em 29 de novembro por Eu Vou de Bike

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A importância da Ciclofaixa de Lazer de SP: ela vai muito além do lazer…


Milhares de pessoas usam a ciclofaixa todas as semanas!

Estamos em um momento crucial no que concerne a inserção da bicicleta no cotidiano da cidade de São Paulo, e agora é hora de tomarmos uma posição para rebater algumas coisas que temos ouvido e lido por aí. A grande polêmica da semana é a reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda, 26 de novembro, que relata a “irritação” dos motoristas em relação à Ciclofaixa de Lazer de São Paulo, que opera na cidade aos domingos e feriados.

Segundo a reportagem da Folha, “os motoristas têm ficado ainda mais irritados” com a diminuição da velocidade nas vias em que a ciclofaixa funciona. “Eles fecham ruas e tiram uma faixa nossa. Isso enche o saco”, disse um dos entrevistados. Na mesma reportagem, a maior parte dos comentários é ainda mais agressiva em relação aos ciclistas e à ciclofaixa.

Após essas críticas repercutirem na internet, mais especificamente nas redes sociais, sentimos a necessidade de levantar alguns argumentos que mostram a importância da Ciclofaixa de Lazer para os cidadãos e para a cidade de São Paulo.

1 – A ciclofaixa é um meio de lazer democrático
A Ciclofaixa de Lazer já recebeu mais de 1 milhão de pessoas durante sua existência, e é uma das diversões mais democráticas da cidade de São Paulo aos fins de semana. Não é necessário pagar para pedalar e a ciclofaixa recebe pessoas das mais variadas idades, classes sociais e regiões da cidade.

2 – A ciclofaixa insere a bicicleta na paisagem urbana
Durante a semana, as bicicletas ficam ‘escondidas’ no meio dos carros e ônibus que circulam pela capital. Aos domingos e feriados, a bicicleta é onipresente e é um ótimo incentivo para quem ainda não pedala começar a pensar em pedalar. Além disso, a ciclofaixa aumenta a percepção dos motoristas sobre a importância da bicicleta na cidade.

3 – A ciclofaixa é a porta de entrada para milhares de ciclistas
Milhares de pessoas que pedalam com frequência atualmente na cidade de São Paulo começaram a usar a bicicleta na ciclofaixa. O uso da ciclofaixa serve de incentivo para novos ciclistas e aumenta a confiança das pessoas que nunca pedalaram nas ruas.

4 – A ciclofaixa incentiva o exercício físico e o comércio de rua
Em uma cidade tão carente de espaços para a prática de exercícios físicos, como parques e praças, a ciclofaixa se torna em um grande atrativo para quem quer queimar calorias e ter uma vida mais saudável. E, além disso, o comércio de rua e os bares e restaurantes que se encontram no percurso da ciclofaixa viram um aumento no número de consumidores aos domingos por conta dos ciclistas que por ali pedalam

5 – A ciclofaixa é um ponto de partida, e não de chegada
Uma das maiores críticas à ciclofaixa vem dos próprios ciclistas mais experientes ou mais ativistas. Segundo esses ciclistas, a ciclofaixa é apenas uma alegoria que tira o foco de coisas mais sérias, como a construção de ciclovias e ciclofaixas permanentes. Nós discordamos. Por todos os pontos citados acima, entendemos que a ciclofaixa de lazer é uma iniciativa que está mudando a mentalidade dos paulistanos aos poucos, semeando uma ideia que ainda vai render muitos frutos em um futuro próximo.

Você se lembra de como era a cidade três anos atrás? Então, muita coisa mudou de lá para cá, e a ciclofaixa de lazer teve um papel muito importante nessa mudança. Com sua ampliação cada vez mais agressiva, poderemos começar a pensar na instalação de ciclovias permanentes em algumas vias, o que seria mais um grande avanço para a cidade de São Paulo.

Aqui vale um parênteses para relembrar a história de Amsterdã, na Holanda.

A Holanda é um dos países mais povoados do mundo, com mais de 450 habitantes por quilômetro quadrado! Imagine se o sistema de transporte deste país fosse baseado em veículos motores, ou principalmente em automóveis, como acontece aqui no Brasil. Certamente eles já teriam chegado a um enorme colapso de trânsito, sem contar a questão ambiental!

Mas por que eles não tiveram um “apagão viário”? Porque há muitos anos, a Holanda, e mais especificamente a capital Amsterdã, concentra seu sistema de transporte nas bicicletas, uma das maiores invenções da humanidade.

Sendo a Holanda ainda um país de baixa altitude, sem grandes relevos, com políticas de incentivo governamentais para o uso da bicicleta bastante consistentes, bem como com uma situação na qual um holandês típico não mora a mais de 6 ou 7 quilômetros de seu trabalho e/ou escola, ao longo do tempo foi-se formando uma verdadeira “ciclocivilização”. Já imaginou?

Hoje, praticamente metade da população de Amsterdã realiza seus deslocamentos com uma bicicleta. Sim, você leu corretamente: 50% da população! São mais de 20 mil quilômetros de ciclovias espalhadas pelo país. Para se ter uma idéia, o estacionamento de bicicletas da Estação Central de Amsterdã comporta mais de 8 mil delas! E eles já estão até tendo problemas de congestionamentos de bicicletas e falta de espaço para estacionar as bikes!

Lógico que não podemos dormir como São Paulo e acordar como Amsterdã. Porém, nunca estivemos tanto no caminho como antes.

E, por fim, para quem acha que a ciclofaixa “fecha a rua e tira uma faixa nossa”, como disse o motorista na reportagem da Folha, é sempre bom lembrar que a via deve ser compartilhada por todos, e a bicicleta é um veículo reconhecido no Código de Trânsito Brasileiro.

E, no fim das contas, não é a ciclofaixa que causa trânsito, né? O vídeo abaixo mostra isso muito bem…

Vamos ter um pouco mais de civilidade, vamos conviver em harmonia compartilhando as vias para um futuro muito melhor para a nossa cidade!


Postado em 21 de novembro por Eu Vou de Bike

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O perfil dos frequentadores das ciclofaixas de lazer

A Ciclofaixa de Lazer de São Paulo é um sucesso comprovado e reúne milhares de usuários todos os domingos. Nesta semana, a SPTuris divulgou os resultados de uma pesquisa sobre o perfil das pessoas que pedalam pelas ciclofaixas, e o resultado foi bem animador.

A nota média que o sistema de ciclofaixas recebeu na pesquisa foi 8,8. A SPTuris ressalta, no entanto, que 46% dos entrevistados avaliaram o sistema com a nota 10, ou seja, quase metade dos ciclistas que pedalam aos fins de semana estão muito satisfeitos com a iniciativa.

Outro dado bem interessante é de que a maioria dos usuários das ciclofaixas estão entre os 30 e 39 anos (31%), seguidos pelo grupo dos 40 aos 49 anos (26%). Além disso, quase 10% dos ciclistas usam bicicletas alugadas nos sistemas de compartilhamento (veja todos os dados da pesquisa na íntegra).

Veja abaixo alguns dados demográficos que separamos da pesquisa. E fica a dúvida: por que um índice tão baixo de mulheres pedalando?


Postado em 12 de novembro por Eu Vou de Bike

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Ciclofaixa de Lazer de SP terá trecho na zona sul

No último domingo, nós pedalamos pela extensão da Ciclofaixa de Lazer de São Paulo que interligou a Avenida Paulista ao Parque do Ibirapuera, passando pela Domingos de Morais, Jabaquara e Indianópolis. Essa extensão foi inaugurada ontem, e a Prefeitura de São Paulo já prometeu uma nova via de lazer para a zona sul.

A nova ciclofaixa, segundo a Folha de S. Paulo, irá fazer a ligação entre a ciclovia da Marginal Pinheiros, na estação Jurubatuba da CPTM, à Avenida Atlântica, em Interlagos.

Além disso, a ciclovia da Marginal Pinheiros receberá uma interligação com a ciclofaixa de lazer que liga os parques do Ibirapuera, do Povo, das Bicicletas e Villa Lobos. A interligação será feita na estação Vila Olímpia da CPTM.

Vale sempre lembrar que as ciclofaixas de lazer funcionam apenas aos domingos e feriados e se tornaram uma grande opção de lazer para as famílias paulistanas.



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