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Blog Vou de Bike

Postado em 30 de junho por leandro

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Transporte de bikes nos carros

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) publicou no Diário Oficial da União   já a algum tempo uma resolução que regulamenta o transporte das bikes em veículos. Quem deu a dica da notícia foi o José Inácio, lá no Twitter do @euvoudebike.

O transporte da bicicleta em veículos sempre foi uma área meio cinzenta no código de trânsito, sem uma definição específica. Agora, com a normatização do Contran, é possível saber exatamente qual é a regra para transportar sua bike em longas distâncias e na estrada.

A regulamentação publicada no Diário Oficial da União exalta as vantagens proporcionadas pelo uso da bicicleta. O texto diz:

“Considerando a conveniência de atualizar as normas que tratam do transporte de bicicletas nos veículos particulares.

Considerando as vantagens proporcionadas pelo uso da bicicleta ao meio ambiente, à mobilidade e à economia de combustível; resolve:
(…)
Art. 3º – A carga ou a bicicleta deverá estar acondicionada e afixada de modo que:
I- não coloque em perigo as pessoas nem cause danos a propriedades públicas ou privadas, e em especial, não se arraste pela via nem caia sobre esta;
II- não atrapalhe a visibilidade a frente do condutor nem comprometa a estabilidade ou condução do veículo;
III- não provoque ruído nem poeira;
IV- não oculte as luzes, incluídas as luzes de freio e os indicadores de direção e os dispositivos refletores; ressalvada, entretanto, a ocultação da lanterna de freio elevada (categoria S3);
V- não exceda a largura máxima do veículo;
VI- não ultrapasse as dimensões autorizadas para veículos estabelecidas na Resolução CONTRAN nº 210, de 13 de novembro de 2006, que estabelece os limites de pesos e dimensões para veículos que transitam por vias terrestres e dá outras providências, ou Resolução posterior que venha sucedê-la.
VII- todos os acessórios, tais como cabos, correntes, lonas, grades ou redes que sirvam para acondicionar, proteger e fixar a carga deverão estar devidamente ancorados e atender aos requisitos desta Resolução.
VIII- não se sobressaiam ou se projetem além do veículo pela frente.

(…)

Capítulo III
Regras aplicáveis ao transporte de bicicletas na parte externa dos veículos
Art. 8º A bicicleta poderá ser transportada na parte posterior externa ou sobre o teto, desde que fixada em dispositivo apropriado, móvel ou fixo, aplicado diretamente ao veículo ou acoplado ao gancho de reboque.
§ 1º O transporte de bicicletas na caçamba de caminhonetes deverá respeitar o disposto no Capítulo II desta Resolução.
§ 2º Na hipótese da bicicleta ser transportada sobre o teto não se aplica a altura especificada no parágrafo 2º do Artigo 5°.
Art. 9º O dispositivo para transporte de bicicletas para aplicação na parte externa dos veículos deverá ser fornecido com instruções precisas sobre:
I- Forma de instalação, permanente ou temporária, do dispositivo no veículo,
II- Modo de fixação da bicicleta ao dispositivo de transporte;
III- Quantidade máxima de bicicletas transportados, com segurança;
IV- Cuidados de segurança durante o transporte de forma a preservar a segurança do trânsito, do veículo, dos passageiros e de terceiros.

- Leia mais sobre a normatização do transporte de bicicletas em veículos no Observatório Eco

Tendo como base a normatização acima, podemos concluir que o melhor modo de transportar sua bike sobre quatro rodas é por meio da canaleta instalada sobre o carro.

Outro modo muito usado pelos ciclistas –  o rack na traseira dos veículos, pode prejudicar a visão do motorista, obstruir a identificação da placa do carro e ainda exceder a largura do carro. Em breve publicaremos algumas dicas práticas sobre o assunto.

Você tem alguma dica para transportar a bike? Deixe sua opinião nos comentários!


Postado em 12 de fevereiro por leandro

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Lugar de bike é na rua e na estrada

Aro de bicicleta

Após muita briga, em janeiro de 1998 (!) as bicicletas foram incluídas no Código Nacional de Trânsito. Mas a falta de informação é tão grande que até os próprios ciclistas desconhecem seus direitos e deveres.

Você sabia que os motoristas devem, por lei, deixar uma distância lateral de um metro e meio ao ultrapassar uma bicicleta? Sabia também que é proibido pedalar pela calçada? Essas regras estão no Código Nacional de Trânsito e é nossa intenção neste post jogar um pouco de luz nesta situação.

Infelizmente, os ciclistas que mais utilizam a bike como meio diário de transporte não têm informações sobre o Código Nacional de Trânsito, o que resulta muitas vezes em conduta inadequada, como pedalar em calçadas ou na contra-mão. Estes, por serem atualmente formados em sua maioria pela população de baixa renda (a bicicleta é o meio de transporte com propulsor mais barato!) somente têm acesso à mídia de massa, que, por sua vez, não se sensibiliza com a bike como meio de transporte efetivo.

Um amigo alemão me contou que era “obrigado”, desde criança, a fazer aulas equivalentes à nossa “auto-escola”. Nessas aulas, ele aprendia técnicas de pedalar, direitos e deveres do ciclista e comportamentos recomendados para garantir a segurança. Assim, quando ele atingiu a vida adulta e passou a se locomover mais de automóvel, a sua consciência como ciclista pré-adquirida foi muito favorável para sua atitude como motorista em relação aos cuidados no trânsito, levando a uma convivência harmônica destes dois importantes meios de transporte.

Como ainda não temos esta consciência de que a bike é também um meio de transporte e não apenas um instrumento de lazer, temos que “brigar” por nosso espaço e pela nossa segurança nas ruas das grandes cidades. Cada ciclista a mais na rua significa um carro a menos nos congestionamentos monstruosos, uma vaga a mais no transporte coletivo, uma vaga a mais de estacionamento e, em uma boa parte dos casos, uma pessoa a menos na fila do médico e/ou do hospital! Ou seja, quanto mais ciclistas na rua, menor o custo social.

O projeto “Eu Vou de Bike” tem a missão de fomentar o uso da bicicleta como meio de transporte sustentável, isto é, baseado em possibilidades e nas individualidades, sem ativismo, pois acreditamos que o ato de “ir de bike” é uma consequência natural do atual dilema que estamos vivendo: trânsito quase em colapso x saúde geral quase em colapso.

Recentemente, podemos perceber em nosso País um início de esforço em mudar este paradigma. Na cidade de São Paulo, a lei de n. 10.907/91 – Decreto 34.864/95 diz que toda nova avenida deve trazer consigo uma ciclovia. Até pouco tempo atrás, isto era uma verdadeira lenda – muitas ciclovias, como a da Avenida Sumaré  levam “do nada a lugar nenhum”. Mas é nítido o esforço, ainda que tímido, em mudar este quadro.

No Código Brasileiro de Trânsito, em sua última versão, a bicicleta está inserida assim:

Artigo 21. Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:
I – cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;

II – planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;

Artigo 24. Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:

I – cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;

II – planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;

Artigo 38. Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá:
Parágrafo Único: Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da qual vai sair, respeitando a norma de preferência de passagem.

Artigo 39. Nas vias urbanas, a operação de retorno deverá ser feita nos locais para isto determinados, quer por meio de sinalização, quer pela existência de locais apropriados, ou, ainda, em outros locais que ofereçam condições de segurança e fluidez, observadas as características da via, do veículo, das condições meteorológicas e da movimentação de pedestres e ciclistas.

Artigo 58. Nas vias urbanas e rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa ou acostamento, ou quando não for possível a utilização desses, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado pela via, com preferência sobre os veículos automotores (portanto, se um guarda rodoviário parar você em uma estrada, mostre a ele este artigo nacional. Aliás, copie este artigo, plastifique e pedale com ele por todo o Brasil. Mas lembre-se sempre: seja educado, mas assegure o seu direito).
Parágrafo único. A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa.

Artigo 59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo orgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios

DOS PEDESTRES E CONDUTORES DE VEÍCULOS NÃO MOTORIZADOS.

Artigo 68. É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios ou passagens apropriadas das vias urbanas e dos acostamentos das vias rurais para circulação, podendo a autoridade competente permitir a utilização de parte da calçada para outros fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de pedestres.

§ 1.º O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres.

DOS VEÍCULOS

Seção I
Disposições Gerais

Artigo 96. Os veículos classificam-se em:

I – quanto à tração:
a) automotor;
b) elétrico;
c) de propulsão humana;
d) de tração animal;
e) reboque ou semi-reboque;

II – quanto à espécie:
a) de passageiros:
1 – bicicleta;
2 – ciclomotor;
3 – motoneta;
4 – motocicleta;
5 – triciclo;
6 – quadriciclo;
7 – automóvel;
8 – microônibus;
9 – ônibus;
10 – bonde;
11 – reboque ou semi-reboque;
12 – charrete;
(Continua..)

Artigo 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a serem estabelecidos pelo CONTRAN:
(…)
VI – para as bicicletas, a campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo.(observar que esta é uma lei que não foi sugerida por ciclistas, uma vez que a utilidade destes itens é bem questionável. Mas, principalmente se vai pegar estrada, instale estes itens para não ter problemas com as autoridades, e bom pedal!)

Artigo 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:

Infração – média;
Penalidade – multa.

Artigo 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito:
(…)

XIII – ao ultrapassar ciclista:
Infração – grave;
Penalidade – multa;

Artigo 255. Conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59:

Infração – média;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa.

ANEXO I
DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES

Para efeito deste Código adotam-se as seguintes definições:

ACOSTAMENTO - parte da via diferenciada da pista de rolamento destinada à parada ou estacionamento de veículos, em caso de emergência, e à circulação de pedestres e bicicletas, quando não houver local apropriado para esse fim.
BICICLETA - veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste Código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor.
BICICLETÁRIO - local, na via ou fora dela, destinado ao estacionamento de bicicletas.
PASSEIO - parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso, separada por pintura ou elemento físico separador, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas.

Assim se conclui a representação da bike em nosso Código de Trânsito. Alguns podem achar algo tímido, mas se considerarmos que há 20 anos a bicicleta sequer era citada, esta inserção significa um avanço gigantesco!

Portanto, ciclista: conheça seus direitos e lute por eles!

* Por Guga Machado
Imagem: SXC.hu


Postado em 6 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Comece o novo ano pedalando!

Eu vou de bike

Começo de ano é sempre a mesma coisa, com metas e resoluções que acabam esquecidas na rotina diária ao longo dos meses. Se a sua resolução para 2014 é ter uma vida mais saudável (e até perder uns quilinhos), a bicicleta pode ser uma ótima opção (calcule quantas calorias você perde ao trocar o carro pela bicicleta).

Para começar 2014 pedalando, separamos alguns textos que já publicamos aqui no Eu Vou de Bike que dão ótimas dicas para quem pensa em começar a rodar de bicicleta por aí, seja para lazer ou como uma ótima forma de transporte.

Antes de mais nada, você precisa saber que a decisão de começar a trocar o carro pela bicicleta não é tão difícil quanto parece. Para fazer esta troca de maneira prazerosa, a primeira questão é a escolha do trajeto. Você deve, sempre que possível, evitar as grandes avenidas, especialmente no início. E, mesmo quando se tornar um atleta e tiver mais experiência na bike, pense bem: é muito mais gostoso andar por ruas calmas e arborizadas! Veja mais dicas aqui no post inaugural deste site!

Depois que você decidiu pedalar, é muito importante saber quais são os equipamentos de segurança recomendados para um trajeto mais seguro. Luzes de identificação, buzina, faróis… Está tudo bem explicado aqui neste post.

Quando pedalamos em parques ou nas ruas, temos de ter consciência que estamos operando um veículo como outro qualquer. Portanto, nosso comportamento sobre a bicicleta deve seguir um padrão para, por exemplo, indicar aos motorista que vamos dobrar uma esquina. Veja algumas orientações básicas de postura no trânsito para uma pedalada muito mais segura para você e para os outros.

Se você que se aprofundar no assunto, vale dar uma olhada no texto em que explicamos algumas noções de ergonomia para a compra da bike e como se comportar sobre a bicicleta em dias de chuva.

Veja também como travar a sua bicicleta com mais segurança no paraciclo e como NÃO estacionar sua bicicleta. Por fim, veja algumas dicas de manutenção para que sua bike não te deixe na mão no meio da pedalada.

Com as informações acima, você já pode sair pedalando tranquilamente pelas ruas da sua cidade. Comece aos poucos, vá pegando confiança e aproveite o mês de férias para circular mais, uma vez que as ruas estão bem mais vazias.

Feliz 2014 e boas pedaladas!


Postado em 11 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Características de uma bicicleta urbana

Por sugestão de nossa leitora Mariane, decidimos reunir neste post as principais características de uma bicicleta urbana, bem como os equipamentos obrigatórios e os desejados para uma melhor performance na cidade.

Com a recente especialização que o mercado das bicicletas vem experimentando, é possível adquirir uma bicicleta completamente concebida e manufaturada para o uso urbano como meio de transporte. Mas aqui no Brasil, infelizmente, isto ainda está muito longe da realidade, e o mais comum é encontrarmos bicicletas “adaptadas” para o uso na cidade, quando muito!

Na maioria dos casos, seja pela falta de informação ou de recursos, o que encontramos são mountain bikes, bicicletas utilitárias (aquelas com geometria para transportar grandes cargas), algumas estradeiras mais antigas e por aí vai. Todas elas executam a tarefa de nos transportar, mas se podemos realizar algo com mais conforto e eficácia, por que não?

A bicicleta é comprovadamente o melhor meio de transporte para distâncias até 7 km, aproximadamente. Lógico que ela pode ser utilizada em distâncias maiores, como também pode ser utilizada comutada com outros meios de transporte, tais como ônibus, trens, metrôs, e até carros.

Agora para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte, algumas características mínimas são bem aceitáveis, a saber:

- geometria adequada, fornecendo uma posição mais “ereta” ao ciclista (upride), com isto possibilitando maior conforto e mais visibilidade, tanto do ciclista propriamente dito, quanto a percepção deste por parte dos outros integrantes do trânsito.

- pneus mais finos (de 1.0 a 1.5 polegada) e lisos, ou seja, sem os cravos tão comuns nas mountain bikes. Os pneus podem ser também do tipo híbridos, em que o centro do pneu é liso e a lateral contém alguns cravos baixos. Se o aro for 700 ao invés do 26 (mais comum) também teremos um rodar mais confortável e regular.

- bagageiro, que pode ser dianteiro, traseiro, ou mesmo, dependendo da necessidade de carga no transporte, bagageiros dianteiros e traseiros. Inclusive estes podem conter alforges, que protegem melhor nossa carga.

- paralamas dianteiro e traseiro, para evitar a provável “sujeira” que a cidade contém e que fatalmente nos atinge.

- protetor de corrente: para permitir a utilização de roupas “normais” em nossas idas e vindas aos compromissos.

- transmissão interna no cubo traseiro, evitando assim, mecanismos complexos expostos, e diminuindo a necessidade de manutenção periódica.

Como itens obrigatórios pelo código nacional de transito (CONTRAN, art. 105), temos que ter:

- a campainha;

- sinalização reflexiva noturna dianteira (cor branca):

- sinalização reflexiva noturna traseira (cor vermelha);

- sinalização reflexiva nos pedais, e

- espelho retrovisor do lado esquerdo.

Esperamos com estas informações ajudar a tornar seu pedal urbano mais eficiente e agradável.

E lembre-se: sempre que possível, vá de bike! E não se esqueça de usar os itens de proteção individual: capacete, luvas e óculos.

Por Guga Machado, com a colaboração de Leandro Valverdes, sócio-proprietário da loja especializada em bicicletas urbanas, a Ciclo Urbano. Agradecimentos também a Biketime


Postado em 27 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Gráfico mostra o uso das bicicletas nas grandes cidades

É cada vez mais comum o uso das bicicletas como meio de transporte nas grandes cidades. E os benefícios de se usar a bike são muitos, desde a economia com a gasolina até a perda de alguns quilinhos.

Um infográfico que está circulando pela internet traz vários dados interessantes sobre o uso da bicicleta nas grandes cidades (muita coisa sobre o assunto já foi dita por aqui).

Compartilhe ess gráfico com seus amigos para mostrar que trocar o carro pela bicicleta é benéfico para toda a cidade, e não apenas para os ciclistas!

O uso das bicicletas nas grandes cidadesInfográfico: O uso das bicicletas nas grandes cidades | Extra.com.br.


Postado em 23 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Com percurso alterado, ciclofaixa funciona no aniversário de SP


Quem faz aniversário é São Paulo, mas quem ganha o presente é você! Ok, o bordão publicitário já está batido, mas a notícia é boa para quem vai ficar na cidade nesta sexta, 25 de janeiro, feriado municipal. Neste dia, a Ciclofaixa de Lazer será ativada (com algumas alterações nos horários e percursos).

Segundo o G1, alguns trechos da ciclofaixa no centro de São Paulo não serão ativados por conta dos eventos comemorativos do aniversário da cidade.

“A área sobre o Viaduto do Chá e a Praça Ramos de Azevedo (em frente ao Teatro Municipal) será desativada. Também não irão funcionar os trechos que passam no calçadão da Praça do Patriarca, na Rua Líbero Badaró, Praça Ouvidor Pacheco e Silva, Pátio do Colégio e na Rua Boa Vista. Ao chegar à Rua Floriano Peixoto, o ciclista deve, então, prosseguir pela Praça da Sé (trecho em calçadão), Rua 15 de Novembro, Praça Antônio Prado até a Rua São Bento, entrando na Rua Benjamin Constant, onde o percurso retorna ao habitual”.

Na região que liga os parques nas zonas oeste e sul, o horário de funcionamento da ciclofaixa será bem reduzido: das 12h às 16h. Esta mudança de horário afeta os trechos da Avenida Jornalista Roberto Marinho, Afrânio Peixoto, Rua Alvarenga, Ponte Cidade Universitária, Av. Manoel José Chaves, Praça Panamericana e Av. Prof. Fonseca Rodrigues.

E aí, vamos pedalar no feriado?

Foto: Divulgação


Postado em 10 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Mais capitais brasileiras adotam compartilhamento de bicicletas


As bicicletas compartilhadas do Recife são lindas!

O ano de 2013 já começou com ótimas notícias. Depois de Rio de Janeiro, São Paulo, Santos, Sorocaba e várias outras cidades espalhadas pelo Brasil aderirem aos sistemas de compartilhamento de bicicletas, mais duas capitais anunciaram que vão implementar o compartilhamento em breve. Segundo o G1, Recife já iniciou o o serviço de aluguel de bicicletas nesta semana e Goiânia terá estações a partir de março.

No Recife, o sistema já está funcionando e conta com 10 estações e 100 bicicletas. A ideia é semelhante ao que pode ser visto em São Paulo e no Rio. O usuário paga uma taxa de adesão (R$ 10) e pode usar a bike quantas vezes quiser por períodos de meia hora.

“Nós temos dois objetivos com esse projeto. O primeiro é a prestação do serviço alternativo de mobilidade para curtas distâncias. Também para o turista e para o passante. O segundo objetivo é servir de laboratório com uma experiência nova de mobilidade através de bicicletas”, afirmou o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, em entrevista ao G1.

Em Goiânia, a Prefeitura prometeu iniciar o serviço em março. Na primeira fase, que ainda está em licitação, serão 60 estações com 10 bicicletas cada uma. Um número muito bom de bicicletas.

As duas notícias são muito animadoras para os ciclistas do Brasil. Não há nenhuma pesquisa mostrando a importância dos sistemas de compartilhamento de bicicletas no aumento do uso da bike como meio de transporte, mas temos plena certeza de que quanto mais bicicletas nas ruas, mais respeito teremos!


Postado em 8 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Cuidado com a bicicleta no topo do carro

Uma das maneiras mais seguras de transportar a bicicleta no carro é em um bagageiro no topo do veículo. Mas isso não quer dizer que acidentes não podem ocorrer.

É sempre bom ficar esperto para que não aconteça o que pode ser visto abaixo. Ou seja, cuidado com a altura dos portões, viadutos e pontes quando a bicicleta estiver sobre o carro! :)

Segundo a normatização do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), o melhor modo de transportar sua bicicleta sobre quatro rodas é por meio da canaleta instalada sobre o carro.

Outro modo muito usado pelos ciclistas, o rack na traseira dos veículos, pode prejudicar a visão do motorista, obstruir a identificação da placa do carro e ainda exceder a largura do carro. Além disso, levar a bicicleta dentro do veículo pode ser bem perigoso. Saiba mais aqui!


Postado em 7 de janeiro por Eu Vou de Bike

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Transforme sua bicicleta em um escritório móvel

O mundo dos negócios mudou muito nos últimos anos, e é cada vez maior o número de pessoas trabalhando remotamente. Você não precisa mais ter sua sala ou sua mesa na empresa para fazer seu trabalho e é possível ser produtivo em praticamente qualquer lugar do mundo.

Pensando dessa maneira, um grupo de estudantes da Design Academy Eindhoven, na Holanda, criou um espaço de trabalho móvel instalado em uma bicicleta adaptada. “O conceito combina uma mesa de trabalho com uma bicicleta de carga típica da Holanda. Isso significa que os ‘nômades urbanos’ não vão mais precisar usar a bicicleta para ir até seu lugar de trabalho, mas a bicicleta se transforma no escritório”, explica a justificativa dos estudantes.

Na frente da bicicleta, onde geralmente fica a área para o transporte de carga, os estudantes adaptaram uma espécie de mesa para o notebook e um local para guardar outros apetrechos. A ideia é interessante, mas não muito prática, né?

Via Tree Hugger


Postado em 15 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Pesquisa comprova: transporte saudável = vida saudável!

Nos dias de hoje, é muito comum nos preocuparmos com o nosso bem-estar. Mas um dos maiores vilões da nossa saúde continua por aí, cada vez mais presente: o carro!

Um estudo realizado pela Associação Média Britânica, publicado na revista Popular Science, comprovou com fatos e dados concretos que os carros engordam e diminuem a expectativa de vida.

Segundo o estudo, batizado de ‘Transporte Saudável = Vidas Saudáveis‘, o aumento no número de veículos nas últimas décadas teve os seguintes impactos negativos na saúde:

- Mais risco de acidente, deixando pedestres e ciclistas mais vulneráveis;
- Mais exposição a poluentes do ar, diminuindo a expectativa de vida;
- Quem usa apenas o carro para se locomover apresenta um maior índice de obesidade;
- Áreas com mais trânsito apresentam maior mortalidade por doenças relacionadas à poluição do ar;
- O trânsito provoca distúrbios causados pela poluição sonora.

E como evitar todos esses malefícios causados pelo uso intenso do carro como meio de transporte? O estudo da Associação Média Britânica mostra que o caminho é apostar em formas mais ativas de locomoção sempre que possível, como caminhar ou pedalar.

“Caminhar e pedalar são as formas de transporte mais sustentáveis e são associadas com um grande número de reconhecidos benefícios para a saúde”, diz a pesquisa. Veja alguns benefícios comprovados abaixo:

- Aumenta a saúde mental;
- Melhora o humor;
- Reduz o risco de morte prematura;
- Ajuda a emagrecer;
- Previne doenças crônicas como hipertensão, diabetes, osteosporose, depressão e câncer;

Apesar de defender a bicicleta e a caminhada sempre que possível, o estudo entende que para trajetos mais longos, o transporte público deve ser usado para evitar o uso do automóvel. “Combinar meios ativos (bicicleta e caminhada) com o transporte público pode ajudar a população a atingir o nível de atividade física diária recomendada”, dizem os pesquisadores.

Com esses resultados cientificamente comprovados, a Associação Média Britânica sugere um maior investimento do governo na criação de incentivos para as formas mais ativas de transporte, não fazendo do automóvel a melhor opção para viagens curtas dentro das cidades.

Agora, sabendo que usar o carro na maior parte do tempo faz mal para a saúde, não chegou a hora de racionalizar e repensar o estilo de vida que levamos? Não seria hora de começar a usar mais o transporte público da cidade, começar a pedalar para trajetos curtos ou até começar a caminhar para alguns compromissos? A sua saúde certamente vai agradecer! :)

>> Veja a pesquisa na íntegra (PDF em inglês)



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